Como montar uma loja de artefatos de cozinha

Texto

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Como montar

uma loja de

artefatos de

cozinha

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Expediente

Presidente do Conselho Deliberativo

Robson Braga de Andrade – Presidente do CDN

Diretor-Presidente

Guilherme Afif Domingos

Diretora Técnica

Heloísa Regina Guimarães de Menezes

Diretor de Administração e Finanças

Vinícius Lages

Unidade de Capacitação Empresarial e Cultura Empreendedora

Mirela Malvestiti

Coordenação

Luciana Rodrigues Macedo

Autor

Maria Angela Soares Lopes

Projeto Gráfico

Staff Art Marketing e Comunicação Ltda.

www.staffart.com.br

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas / Estrutura /

Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação /

Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor /

Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias / Eventos / Entidades em Geral / Normas Técnicas /

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Sumário

1 1. Apresentação ... 2 2. Mercado ... 3 3. Localização ... 3 4. Exigências Legais e Específicas ...

5 5. Estrutura ... 5 6. Pessoal ... 7 7. Equipamentos ... 7 8. Matéria Prima/Mercadoria ... 9 9. Organização do Processo Produtivo ...

10 10. Automação ... 11 11. Canais de Distribuição ... 11 12. Investimento ... 12 13. Capital de Giro ... 14 14. Custos ... 15 15. Diversificação/Agregação de Valor ... 16 16. Divulgação ... 16 17. Informações Fiscais e Tributárias ...

18 18. Eventos ... 19 19. Entidades em Geral ... 20 20. Normas Técnicas ... 25 21. Glossário ... 25 22. Dicas de Negócio ... 26 23. Características ... 26 24. Bibliografia ... 27 25. Fonte ... 27 26. Planejamento Financeiro ...

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas / Estrutura /

Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação /

Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor /

Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias / Eventos / Entidades em Geral / Normas Técnicas /

Sumário

27 27. Soluções Sebrae ... 27 28. Sites Úteis ... 27 29. URL ...

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Apresentação / Apresentação

1. Apresentação

A cozinha gourmet é um espaço integrado à área social da casa onde se recebe amigos e família e se prepara os alimentos em conjunto.

Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o

empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender?

A história comprova que quem sabe preparar uma boa refeição sempre teve grande valor dentro de qualquer sociedade.

Os primeiros povos a se interessarem pelo preparo elaborado de refeições foram os gregos, ainda na Idade Antiga. Para aquele povo, a arte de cozinhar era tão valorizada que, aqueles que se dedicavam a esse ofício eram chamados de “doutores da

cozinha”.

Paralelamente aos gregos, em Roma, a revolução culinária se dava por meio de alguns escravos que também se aperfeiçoavam na arte culinária tornando-se disputados entre reis e magnatas que os alugavam por pequenas fortunas.

A arte culinária continuou evoluindo e muitos séculos mais tarde, na França os mestres cuca (muito disputados pela elite europeia e professores de culinária) foram

reconhecidos oficialmente por lei promulgada por Luís XIV que defendia e reconhecia seus direitos.

Consciente do status concedidos aos chefs, do prazer e das vantagens de receber convidados para uma boa refeição, aliando a ideia de recepcionar e impressionar, o final do século XX trouxe um novo conceito em matéria de gastronomia: A Cozinha Gourmet.

A cozinha Gourmet é um espaço integrado à área social da casa onde se recebe os convidados. “A proposta é integrar os amigos e a família, ao mesmo tempo em que é possível preparar alimentos sem precisar ficar isolado na cozinha.” (FEIO, 2008) Uma das características deste tipo de cozinha é que os instrumentos ficam visíveis e não escondidos dentro de armários. Os utensílios deixam de ser somente funcionais e se tornam objetos de decoração, criados por designers, com cores e formas diferentes. Além do tradicional, estas cozinhas agregam utensílios e equipamentos para serviço de mesa e bar.

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Apresentação / Apresentação / Mercado

Inicialmente restritas a imóveis de alto padrão, na primeira década do século XXI são encontradas na maioria dos novos empreendimentos lançados para classe média brasileira. De olho nesta tendência, surgem no mercado as Lojas Especializadas em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica.

Este documento não substitui o Plano de Negócios, que é imprescindível para iniciar um empreendimento com alta probabilidade de sucesso. Para a elaboração do Plano de Negócio, consulte o Sebrae mais próximo.

2. Mercado

Este é um mercado em crescimento. Não existem dados estatísticos disponíveis, mas de acordo com pesquisa realizada com empreendedores do ramo, existe um aumento na demanda para este segmento em virtude das tendências arquitetônicas do Séc. XXI, que conferem novamente à cozinha um lugar de destaque integrando-a a parte social da casa.

As oportunidades de negócios são definidas pelas possibilidades de bons resultados que o empreendedor vislumbra ao implantar um novo empreendimento. O

conhecimento real das possibilidades de sucesso somente será possível através de pesquisa de mercado e desenvolvimento de um Plano de Negócios.

Uma pesquisa não precisa ser complexa, sofisticada ou dispendiosa em termos financeiros. Ela pode ser elaborada de forma simplificada e aplicada pelo próprio empresário, para estudar a concorrência já instalada, o tipo de público-alvo em termos de capacidade aquisitiva, os gostos pessoais, e as expectativas que as pessoas têm em relação a uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha

Gastronômica. Também é importante pesquisar os preços praticados pelos

concorrentes, o padrão das lojas existentes; comparar as características dos potenciais clientes.

O risco de abrir um negócio sem conhecimento do ambiente local é muito grande. As ameaças são representadas por todas as possibilidades de insucesso que o futuro empresário pode identificar para o novo negócio. A realização da pesquisa fornece subsídios para a previsão de dificuldades que poderão aparecer pelo caminho. Algumas ameaças e oportunidade desta atividade empresarial merecem destaque: Ameaças

- Aumento do preço de produtos importados decorrente das altas taxas de impostos de importação;

- Concorrência das lojas que oferecem grande variedade de produtos, inclusive este tipo de produto, com ofertas de produtos similares de qualidade inferior e mais baratos.

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas

Oportunidades

- Aumento de lançamentos de empreendimentos com cozinha ou espaço gourmet; - Media positiva na televisão decorrente do aumento dos programas de com chefs famosos incentivando as pessoas a cozinharem.

3. Localização

A localização é uma das principais decisões que o empresário deve tomar antes da abertura de qualquer negócio.

O local escolhido para a abertura de uma loja de artefatos de cozinha gastronômica deve ser um local estratégico, com boa visibilidade e onde haja grande movimento de pessoas. O ideal é montar a loja em galerias, centros comerciais ou shopping centers. Porém é preciso considerar que o custo com a infraestrutura desses locais costuma ser bastante alto e pode influenciar no resultado do negócio, por isso é preciso analisar cuidadosamente a relação custo-benefício e o potencial de vendas dessa localização. Outros aspectos que precisam ser observados quanto à localização do novo

empreendimento:

- Capacidade de estacionamento (local ou próximo); - Local que permita o fluxo livre de pedestres;

- “Identificar os negócios similares e/ou compatíveis próximos que tendem a atrair mais negócios”. (MORAES, 2009);

- Documentação do imóvel e adequação às exigências locais para o funcionamento da loja;

- Facilidade de acesso e visibilidade da loja pelos potenciais clientes;

- Cuidado com locais sujeitos a enchentes ou que estarão em obras por muito tempo.

4. Exigências Legais e Específicas

Para dar início ao processo de abertura da empresa é necessário que se cumpra os seguintes procedimentos, se possível e preferencialmente com o auxílio de um Contador registrado, que é o profissional competente para esse serviço: 1) Consulta Comercial

Antes de realizar qualquer procedimento para abertura de uma empresa deve-se realizar uma consulta prévia na prefeitura ou administração local. A consulta tem por

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas

objetivo verificar se no local escolhido para a abertura da empresa é permitido o funcionamento da atividade que se deseja empreender. Outro aspecto que precisa ser pesquisado é o endereço. Em algumas cidades, o endereço registrado na prefeitura é diferente do endereço que todos conhecem. Neste caso, é necessário o endereço correto, de acordo com o da prefeitura, para registrar o contrato social, sob pena de ter de refazê-lo.

Órgão responsável: - Prefeitura Municipal;

- Secretaria Municipal de Urbanismo. 2) Busca de nome e marca

Verificar se existe alguma empresa registrada com o nome pretendido e a marca que será utilizada.

Órgão responsável:

- Junta Comercial ou Cartório (no caso de Sociedade Simples) e Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

3) Arquivamento do contrato social/Declaração de Empresa Individual Este passo consiste no registro do contrato social. Verifica-se também, os

antecedentes dos sócios ou empresário junto a Receita Federal, através de pesquisas do CPF.

Órgão responsável:

- Junta Comercial ou Cartório (no caso de Sociedade Simples. 4) Solicitação do CNPJ

Órgão responsável: Receita Federal.

5) Solicitação da Inscrição Estadual Órgão responsável:

Receita Estadual

6) Alvará de licença e Registro na Secretaria Municipal de Fazenda

O Alvará de licença é o documento que fornece o consentimento para empresa desenvolver as atividades no local pretendido.

Órgão responsável: - Prefeitura Municipal;

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas / Estrutura /

Pessoal

7) Matrícula no INSS Órgão responsável:

- Instituto Nacional de Seguridade Social; Divisão de Matrículas – INSS.

5. Estrutura

A área mínima necessária para uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica é de aproximadamente 40m² sendo necessários para o atendimento, um vendedor(a) e um gerente, que pode ser o proprietário. A seguir segue sugestão de equipamentos para loja:

- Expositores - Balcão - Armários - Banquetas altas - Impressora Fiscal - Computador - Aparelho de Fax

Uma boa decoração favorece o produto e atrai o cliente. Revestimentos, pintura, móveis, e iluminação são componentes importantes para obter uma estética favorável, e criar o ambiente para motivar a clientela. Uma bonita fachada, com vitrines atrativas, são chamariz para os clientes conhecerem os produtos comercializados.

Além de ter uma decoração de bom gosto, o ambiente deve ser funcional, observando os espaços necessários para circulação dos clientes, prevendo inclusive adaptações necessárias para o acesso e atendimento de portadores de necessidades especiais. O conceito adotado na arquitetura da loja tem que estar condizente com a imagem que se deseja vender.

6. Pessoal

O empreendedor que está iniciando um negócio deve estar atento para controlar os custos. A folha de pagamento é uma das grandes responsáveis por elevar os custos das micro e pequenas empresas. Para amenizar os custos iniciais com folha de pagamento, convém optar pela contratação de uma equipe enxuta. De acordo com empreendedores do ramo, para começar, em uma loja de 40 m², basta um funcionário (a) com a função de vendedor (a) e um gerente, que pode ser o proprietário.

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas / Estrutura /

Pessoal

Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica podem ser divididas da seguinte forma: Gerente - Caixa - Atendimento ao cliente - Compras - Gestão do negócio Vendedor - Atendimento ao cliente - Reposição de mercadoria - Organização da loja

- Manutenção da limpeza da loja

A seleção deve ser criteriosa para analisar se o futuro funcionário tem o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes para executar suas funções. Além de

demonstrar capacidade para oferecer um excelente atendimento ao cliente, as competências gerais básicas necessárias aos dois profissionais são:

Vendedor (a)

- Conhecimento do ramo;

- Conhecimento das especificações técnicas dos produtos; - Boa dicção;

- Cortesia e educação para com os clientes e colegas; - Inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos.

A capacitação de profissionais deste ramo de negócio deve estar direcionada para o desenvolvimento das competências citadas acima.

O piso salarial dos empregados de uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica geralmente é regulado pelos Sindicatos dos Lojistas do Comércio ou Sindicato do Comércio Varejista. A partir do piso salarial estabelecido pelo sindicato, o empresário deverá manter políticas que remunerem adequadamente os empregados, considerando-se os níveis de competências pessoais.

Ao adotar uma política de retenção de pessoal, oferecendo incentivos e benefícios financeiros ou não, a empresa poderá diminuir os níveis de rotatividade e obter

vantagens como a criação de vínculo entre funcionários e clientes e ainda a diminuição de custos com:

- recrutamento e seleção;

- treinamento de novos funcionários; - custos com demissões.

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas / Estrutura /

Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria

7. Equipamentos

Para estruturar a loja serão necessários os seguintes equipamentos: Equipamentos para o Salão

- Estantes e móveis para exposição de produtos: Existem vários tipos de estantes e móveis para exposição de artigos para este tipo de loja, sempre procurando valorizar os produtos e a estética da loja. A quantidade de estantes e móveis para exposição irá variar conforme o tipo escolhido e conforme a configuração do espaço da loja.

Caixa e embalagem - Um Balcão para o caixa; - Um Armário para embalagens; - Duas banquetas altas;

- Balcão ou armário para suporte; - Impressora Fiscal;

- Computador;

- Modem para internet. Tecnologia

O empresário deve avaliar se existe necessidade de instalação de sistema de alarmes, instalação de câmeras, bem como a contratação de seguro para os equipamentos e estoque, considerando os riscos pertinentes à região ou local em que a loja está instalada.

8. Matéria Prima/Mercadoria

A gestão de estoques no varejo é a procura do constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser sistematicamente aferido através de, entre outros, os seguintes três importantes indicadores de desempenho:

Giro dos estoques: o giro dos estoques é um indicador do número de vezes em que o capital investido em estoques é recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a característica de representar o que aconteceu no passado. Obs.: Quanto maior for a frequência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.

Cobertura dos estoques: o índice de cobertura dos estoques é a indicação do período de tempo que o estoque, em determinado momento, consegue cobrir as vendas

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Apresentação / Apresentação / Mercado / Localização / Exigências Legais e Específicas / Estrutura /

Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria

futuras, sem que haja suprimento.

Nível de serviço ao cliente: o indicador de nível de serviço ao cliente para o ambiente do varejo de pronta entrega, isto é, aquele segmento de negócio em que o cliente quer receber a mercadoria, ou serviço, imediatamente após a escolha; demonstra o número de oportunidades de venda que podem ter sido perdidas, pelo fato de não existir a mercadoria em estoque ou não se poder executar o serviço com prontidão.

Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.

As mercadorias oferecidas por uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica são em grande parte importadas. Como este mercado já existe a mais tempo na Europa e Estados Unidos a variedade e qualidade de produtos encontrados para este segmento no exterior é muito superior. Muitas marcas de produtos contam com representantes comerciais no Brasil facilitando a manutenção do estoque.

A gestão do estoque pode ser feita com ajuda do software que permitirá identificar peças que precisam de reposição. Dependendo da escolha do frete e do fornecedor, o prazo de entrega poderá oscilar entre cinco e sete dias.

Alguns Produtos: - Eletro-portáteis - Abridor de latas - Avental - Batedor - Colher de Silicone

- Colher Serviço de Arroz Profissional - Forma de Gelo

- Lava e Seca Salada - Moedor para pimenta - Moedor para sal

- Descascador profissional - Facas - Panelas - Potes - Formas - Travessas - Potes - Garrafas térmicas - Taças - Louças - Cooler - Adegas Climatizadas

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Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo

- Bancos - Bandejas - Balde de Gelo - Champanheira - Porta Copos - Porta Vinho - Coqueteleira - Conjunto para bar - Conjunto para caipirinha - Faca para queijo

- Porta copos - Dosador

- Diversos acessórios e utensílios.

9. Organização do Processo Produtivo

O processo produtivo em uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica pode ser estruturado da seguinte forma:

Compra do produto > Cadastro e Estoque > Venda do Produto > Baixa do Produto no Estoque > Entrega do Produto ao Cliente > Reposição do Produto no Estoque. Compra do Produto

Esta etapa do processo produtivo consiste no contato que o proprietário ou pessoa responsável por compras faz com o fornecedor para pedido de mercadorias. A maioria dos fornecedores trabalha com prazos flexíveis com opção de parcelamento e

pagamentos pré-datados mediante entrada, entretanto para compras feitas à vista é possível negociar preços menores.

Cadastro e Estoque

Para que o empresário tenha controle do volume de vendas é fundamental que todos os produtos que derem entrada no estoque sejam cadastrados.

Venda do Produto

A etapa de venda do produto se inicia no momento em que o cliente entra na loja e é concluída no momento em que o cliente faz o pagamento no caixa.

Baixa do Produto no Estoque

Todos os produtos vendidos precisam ser lançados em algum sistema ou documento que permita o controle de estoque e de volume de vendas.

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Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação

Entrega do Produto ao Cliente

A entrega do produto devidamente embalado é feita no balcão ao cliente. Reposição do Produto no Estoque

Todos os produtos que chegam à loja devem ser cadastrados e etiquetados antes de serem disponibilizados para venda. O prazo de entrega poderá variar conforme região e modalidade de frete. Os prazos de pagamento podem ser negociados com

fornecedor.

10. Automação

Existem vários softwares no mercado que possibilitam a automação da gestão de estabelecimentos comerciais. Entretanto, o mais indicado é que o empresário invista em softwares específicos para lojas de vendas no varejo que permitirão a gestão mais eficiente, contemplando detalhes específicos do negócio. Dentre os benefícios que um software de gestão pode oferecer, pode-se elencar:

- Controle de clientes com gestão de relacionamento ; - Informações do Serviço de Proteção ao Consumidor;

- Criação de mala-direta com impressão de envelopes ou etiquetas; - Geração de etiquetas com código de barras para os produtos;

- Personalização do perfil do cliente para gerar recomendação de venda, de acordo com as preferências do cliente;

- Envio de e-mail direto e personalizado para comunicação com os clientes; - Controle de fornecedores com histórico de compras;

- Relação de produtos e controle de estoque;

- Controle de estoque automático através de compra/venda; - Listagem de preços;

- Leitura de códigos de barras; - Controle de produtos promocionais; - Contas a pagar;

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Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação /

Canais de Distribuição / Investimento

- Controle de despesas;

- Contas a receber ou crediário;

- Controle bancário (taxas, tarifas, cheques já compensados, etc.); - Fluxo de caixa;

- Comissão de vendas.

11. Canais de Distribuição

O principal canal de distribuição de uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica é de venda direta, no qual o cliente vai à loja e efetua sua compra.

Dentro do canal de venda direta, uma tendência que já é bastante utilizada dentro do segmento é o de vendas pela internet. A existência de um site bem funcional e atrativo, contendo não somente os produtos à venda, mas também dicas de uso, receitas, cardápios, etc., é uma poderosa ferramenta de divulgação e realização de negócios. Ao fazer a opção da adoção de multicanais, a empresa precisa estar consciente de suas competências e recursos. Para atuar em vários canais a empresa deverá estar apta a agir com rapidez para fazer negócios e a ter uma infraestrutura adequada para gestão.

Independente do canal adotado é necessário capacitar os colaboradores para o uso adequado das ferramentas de venda, de forma que possam oferecer o melhor atendimento aos clientes.

12. Investimento

Várias decisões irão impactar no montante do investimento necessário para abertura de uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica, dentre elas:

- Localização: o valor para alugar ou comprar um imóvel irá variar de acordo com a região escolhida para abertura do negócio;

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Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação /

Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro

- Qualidade do imóvel: condições físicas do imóvel, necessidade de reforma, tamanho da reforma;

- Equipamentos: optar por equipamentos novos ou usados, equipamentos mais simples ou mais sofisticados;

- Linha de Produtos a serem oferecidos.

Os resultados das decisões referentes a estes itens surgirão com a elaboração do plano de negócios. Etapa fundamental para quem deseja empreender de forma consciente, “o plano de negócios é a validação da ideia, análise de sua viabilidade como negócio” (DOLABELA, 1999, p. 127).

Considerando uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha

Gastronômica instalada numa área de 40m² com equipamentos básicos, é necessário um investimento inicial estimado em aproximadamente em R$ 140.000,00 (cento e quarenta mil reais), a ser alocado majoritariamente nos seguintes itens:

- Reforma do local: R$ 25.000,00; - Aluguel: R$ 4.000,00;

- Mobiliário: R$ 25.000,00; - Divulgação: R$ 5.000,00;

- Telefone, microcomputador e impressora: R$ 3.000,00; - Estoque inicial: R$ 50.000,00

- Taxas e Impostos: R$ 3.000,00 - Capital de giro: R$ 25.000,00

13. Capital de Giro

Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa.

O capital de giro é regulado pelos prazos praticados pela empresa, são eles: prazos médios recebidos de fornecedores (PMF); prazos médios de estocagem (PME) e prazos médios concedidos a clientes (PMCC).

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Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro

Quanto maior o prazo concedido aos clientes e quanto maior o prazo de estocagem, maior será sua necessidade de capital de giro. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente pode melhorar muito a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa.

Se o prazo médio recebido dos fornecedores de matéria-prima, mão- de-obra, aluguel, impostos e outros forem maiores que os prazos médios de estocagem somada ao prazo médio concedido ao cliente para pagamento dos produtos, a necessidade de capital de giro será positiva, ou seja, é necessária a manutenção de dinheiro disponível para suportar as oscilações de caixa. Neste caso um aumento de vendas implica também em um aumento de encaixe em capital de giro. Para tanto, o lucro apurado da empresa deve ser ao menos parcialmente reservado para complementar esta

necessidade do caixa.

Se ocorrer o contrário, ou seja, os prazos recebidos dos fornecedores forem maiores que os prazos médios de estocagem e os prazos concedidos aos clientes para pagamento, a necessidade de capital de giro é negativa. Neste caso, deve-se atentar para quanto do dinheiro disponível em caixa é necessário para honrar compromissos de pagamentos futuros (fornecedores, impostos). Portanto, retiradas e imobilizações excessivas poderão fazer com que a empresa venha a ter problemas com seus pagamentos futuros.

Um fluxo de caixa, com previsão de saldos futuros de caixa deve ser implantado na empresa para a gestão competente da necessidade de capital de giro. Só assim as variações nas vendas e nos prazos praticados no mercado poderão ser geridas com precisão.

É importante que o empresário do setor de varejo tenha pelo menos 50% do investimento inicial em estoques para capital de giro, no exemplo apresentado

anteriormente o equivalente a R$ 25.000,00, pois essa é o “colchão” para amortizar o descasamento entre as compras e as receitas de vendas. Sem isso, a empresa poderá adquirir dívidas e dificuldades financeira.

O desafio da gestão do capital de giro no varejo deve-se, principalmente, à ocorrência dos fatores a seguir:

- Diferença entre os prazos de pagamento e recebimento; - Variação dos diversos custos absorvidos pela empresa; - Aumento de despesas financeiras;

- Baixo volume de vendas;

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Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos

14. Custos

São todos os gastos realizados na produção de um bem ou serviço e que serão incorporados posteriormente no preço dos produtos ou serviços prestados, como por exemplo: aluguel, água, luz, salários, honorários profissionais, despesas de vendas e reposição de estoque.

O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos na compra e distribuição dos produtos que compõem o negócio, indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso, na medida em que encarar como ponto fundamental a redução de desperdícios, a compra pelo melhor preço e o controle de todas as

despesas internas. Quanto menores os custos, maior a chance de ganhar no resultado final do negócio.

Os custos de uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica devem ser estimados considerando os itens abaixo:

1. Salários, comissões e encargos: R$ 3.000,00;

2. Tributos, impostos, contribuições e taxas: R$ 2.000,00; 3. Aluguel, taxa de condomínio, segurança: R$ 4.000,00; 4. Água, luz, telefone, internet: R$ 1.000,00;

5. Produtos para higiene e limpeza da loja: R$ 500,00; 6. Recursos para manutenções corretivas: R$ 500,00; 7. Assessoria contábil: R$ 3.000,00;

8. Propaganda e Publicidade da empresa: R$ 1.000,00; 9. Aquisição do estoque: R$ 10.000,00;

10. Despesas com vendas no cartão de crédito: R$ 1.000,00; 11. Sacolas e embalagens: R$ 1.000,00.

Em um negócio de varejo, as margens são apertadas, e os custos devem ser gerenciados com muito critério e cuidado.

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Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor

15. Diversificação/Agregação de Valor

Para manter-se competitiva, uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica precisa buscar alternativas que a diferencie dos concorrentes. Agregar valor é oferecer o inesperado ao cliente, oferecer mais e melhor que a concorrência.

Para agregar valor a este tipo de loja, existem diversas opções, das mais simples às mais sofisticadas, dentre elas pode-se citar:

- Oferecer ao cliente novidades, comodidade e beleza proporcionando assim prazer ao frequentar a loja;

- Oferecer ao cliente um excelente atendimento deixando-o satisfeito independentemente de realizar a venda;

- Aprender com a venda não realizada, encontrar o produto e retornar a informação ao cliente;

- Ter funcionários que estejam sempre dispostos a ouvir e considerarem as opiniões dos clientes;

- Personalizar o atendimento, oferecendo um atendimento diferenciado a cada um dos clientes;

- Promover degustação de produtos, utilizando os artefatos vendidos na loja; - Oferecer aos clientes cursos de culinária básicos e rápidos.

- Venda de livros de gastronomia;

- Promover palestras com chefs e profissionais de gastronomia. - Receber listas de casamento/chá de panela.

Cabe também avaliar a oportunidade de oferecer artigos para festas, recepções, etc. Idem para artigos como temperos, vinhos, azeites, que poderão dar o “toque” de diferenciação necessário. Deve-se tomar o cuidado, entretanto, com os custos que esses itens poderão trazer ao estoque, bem como a questão dos itens perecíveis.

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Pessoal / Equipamentos / Matéria Prima/Mercadoria / Organização do Processo Produtivo / Automação /

Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor /

Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias

16. Divulgação

A propaganda é um importante instrumento para tornar a Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica e seus produtos conhecidos pelos clientes potenciais. O objetivo da propaganda é construir uma imagem positiva frente aos clientes e tornar conhecidas suas promoções.

A propaganda pode ser feita utilizando vários meios de comunicação como: - Mala direta e e-mail informando sobre promoções e lançamentos;

- Telemarketing;

- Mídia especializada: Rádio, TV, Jornais e Revistas, Placas e Outdoors; - Panfletos;

- Feiras e eventos de decoração. - Redes sociais

- Google Add

A mídia mais adequada é aquela que tem linguagem adequada ao público- alvo, se enquadra no orçamento do empresário e tem maior penetração e credibilidade junto ao cliente.

Além da propaganda existem outras formas de divulgação dos produtos de uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica dentre elas pode-se citar:

- Sacolas e embalagens de bom gosto com nome da loja agregam valor à imagem do produto;

- Vitrine bem organizada e atrativa;

- Site na internet que desperte o interesse do cliente, com alguns produtos e curiosidades sobre a loja e seu funcionamento.

O cliente satisfeito com a compra realizada é um excelente promotor da loja,

lembrando que a publicidade “boca-a-boca” ainda é um dos melhores instrumentos de divulgação no comércio.

17. Informações Fiscais e Tributárias

O segmento de LOJA DE ARTEFATOS DE COZINHA GASTRONÔMICA, assim entendido pela CNAE/IBGE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 4759-8/99 como a atividade de comércio varejista de artigos de uso doméstico para cozinha gastronômica, respectivamente, poderá optar pelo SIMPLES Nacional - Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas ME (Microempresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte), instituído pela Lei

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Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias

Complementar nº 123/2006, desde que a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) para micro empresa R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) para empresa de pequeno porte e respeitando os demais requisitos previstos na Lei.

Nesse regime, o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do SIMPLES Nacional (http://www8.receita.f azenda.gov.br/SimplesNacional/):

• IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica); • CSLL (contribuição social sobre o lucro); • PIS (programa de integração social);

• COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social); • ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços);

• INSS (contribuição para a Seguridade Social relativa a parte patronal).

Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, as alíquotas do SIMPLES Nacional, para esse ramo de atividade, variam de 4% a 11,61%, dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo SIMPLES Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período.

Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou COFINS.

Se a receita bruta anual não ultrapassar a R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), o empreendedor, desde que não possua e não seja sócio de outra empresa, poderá optar pelo regime denominado de MEI (Microempreendedor Individual) . Para se enquadrar no MEI o CNAE de sua atividade deve constar e ser tributado conforme a tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 - Anexo XIII

(http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/resolucao/2011/CGSN/Resol94.htm ). Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:

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Divulgação / Informações Fiscais e Tributárias / Eventos

I) Sem empregado

• 5% do salário mínimo vigente - a título de contribuição previdenciária do empreendedor;

• R$ 1,00 mensais de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias.

II) Com um empregado: (o MEI poderá ter um empregado, desde que o salário seja de um salário mínimo ou piso da categoria)

O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais:

• Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração;

• Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do empregado.

Havendo receita excedente ao limite permitido superior a 20% o MEI terá seu empreendimento incluído no sistema SIMPLES NACIONAL.

Para este segmento, tanto ME, EPP ou MEI, a opção pelo SIMPLES Nacional sempre será muito vantajosa sob o aspecto tributário, bem como nas facilidades de abertura do estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias.

Fundamentos Legais: Leis Complementares 123/2006 (com as alterações das Leis Complementares nºs 127/2007, 128/2008 e 139/2011) e Resolução CGSN - Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94/2011.

18. Eventos

A seguir serão indicados alguns eventos de interesse dos empresários do setor. Lembramos que por ser um setor relativamente novo, os eventos mais importantes estão relacionados a setores como Decoração, Culinária, Gastronomia, entre outros.

A Casa Brasil – Feira e negócios dirigida a produtos de alto padrão em arquitetura e decoração.

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http://www.casabrasil.com.br/

FISPAL Food Service – Feira Internacional de Produtos, Embalagens, Equipamentos, Acessórios e Serviços para Alimentação.

http://www.fispalfoodservice.com.br/pt/

Brasil Global Net: Site patrocinado pelo Ministério de Relações Exteriores, com a relação de Feiras e Eventos em vários setores de interesse, incluindo Gastronomia, Decoração, Alimentação, etc.

http://www.brasilglobalnet.gov.br/Eventos/Pesquisa/frmPesqEvento.aspx?acao=Pesqu isa&f=b

19. Entidades em Geral

Relação de entidades para eventuais consultas:

SINDVAREJISTA DF – Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal Setor Comercial Sul (SCS) Quadra 06 Bloco "A" Lote nº 206

Edficio Federação do Comércio - 4º Andar Brasília – DF

Telefone: (61) 3223 3278

Site: http://www.sindivarejista.com.br

SINDLOJAS SP - Sindicato dos Lojistas do Comércio Telefone: (11) 2858 8400.

Site: http://www.sindilojas-sp.com.br

SINDILOJAS BA - Sindicato dos Lojistas do Comercio do Estado da Bahia R Miguel Calmon 40, An 4 Sl 401, Comércio

Salvador, BA

Telefone: (71) 3243-1332

Site: http://www.sindilojasbahia.com.br

FECOMERCIO – SP. Federação do Comércio do Estado de São Paulo Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista

São Paulo - SP

Telefone: 55 (11) 32541700 www.fecomercio.com.br

FECOMERCIO – RJ .Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro Rua Marquês de Abrantes, 99 – Flamengo

Rio de Janeiro - RJ

Telefone: (21) 3138-1010 – Fax:. (21)3138-1559

FECOMERCIO – MG. Federação do Comércio de Minas Gerais-Rua Curitiba, 561 – Centro

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Canais de Distribuição / Investimento / Capital de Giro / Custos / Diversificação/Agregação de Valor /

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Telefone: (31) 3270-3300 - Fax: (31) 3270-3337 www.fecomerciomg.org.br/

FECOMERCIO - DF Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal

SCS Qd 02 Bloco D nº 03 Ed Oscar Niemeyer 9º Andar Telefone: (61) 3039-4224 - Fax: (61) 3321-1973

www.portal.fecomerciodf.com.br

SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Telefone: 0800 570 0800

Site: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae

20. Normas Técnicas

Norma técnica é um documento, estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece para um uso comum e repetitivo regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando a obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. (ABNT NBR ISO/IEC Guia 2).

Participam da elaboração de uma norma técnica a sociedade, em geral, representada por: fabricantes, consumidores e organismos neutros (governo, instituto de pesquisa, universidade e pessoa física).

Toda norma técnica é publicada exclusivamente pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, por ser o foro único de normalização do País.

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1. Normas específicas para uma Loja de Artefatos de Cozinha Gastronômica:

Não existem normas específicas para este negócio.

2. Normas aplicáveis na execução de uma Loja de Artefatos de Cozinha Gastronômica:

ABNT NBR 15842:2010 - Qualidade de serviço para pequeno comércio – Requisitos gerais.

Esta Norma estabelece os requisitos de qualidade para as atividades de venda e serviços adicionais nos estabelecimentos de pequeno comércio, que permitam satisfazer as expectativas do cliente.

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ABNT NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.

Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de risco, para combate a princípio de incêndio.

ABNT NBR 5410:2004 Versão Corrigida: 2008 - Instalações elétricas de baixa tensão.

Esta Norma estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.

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ABNT NBR ISO IEC 8995-1:2013 - Iluminação de ambientes de trabalho - Parte 1: Interior.

Esta Norma especifica os requisitos de iluminação para locais de trabalho internos e os requisitos para que as pessoas desempenhem tarefas visuais de maneira eficiente, com conforto e segurança durante todo o período de trabalho.

ABNT NBR 5419:2005 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas.

Esta Norma fixa as condições de projeto, instalação e manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), para proteger as edificações e estruturas definidas em 1.2 contra a incidência direta dos raios. A proteção se aplica também contra a incidência direta dos raios sobre os equipamentos e pessoas que se encontrem no interior destas edificações e estruturas ou no interior da proteção impostas pelo SPDA instalado.

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ABNT NBR 9050:2004 Versão Corrigida: 2005 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade.

ABNT NBR IEC 6083911:2010 Sistemas de alarme Parte 1: Requisitos gerais -Seção 1: Geral.

Esta Norma especifica os requisitos gerais para o projeto, instalação, comissionamento (controle após instalação), operação, ensaio de manutenção e registros de sistemas de alarme manual e automático empregados para a proteção de pessoas, de propriedade e do ambiente.

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21. Glossário

Cozinha gastronômica – É um novo conceito da arte de cozinhar, no qual associa a forma como os alimentos são preparados e sua apresentação. . Abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais associados à preparação e apresentação dos alimentos.

Chef - profissional responsável pelo manejo da equipe gastronômica de um restaurante.

Designer – É o profissional responsável por criar uma identidade objetiva e subjetiva -para a empresa, marca ou objeto, de forma a destacá-la da paisagem e dar-lhe o posicionamento desejado através de sua personalidade dominante. No caso de uma Cozinha Gastronômica, é o “projetista”, ou arquiteto, responsável pelo projeto do espaço ocupado pela mesma.

Mestre – Cuca - A expressão mestre-cuca é inspirada na palavra inglesa cook,

cozinheiro. O principal cozinheiro é o professor, o mestre, palavra que provém do latim magister, que também gerou o adjetivo magistral.

22. Dicas de Negócio

Dicas importantes para quem pensa em abrir uma Loja Especializada em Vendas de Artefatos para Cozinha Gastronômica:

- Conhecer o negócio é fundamental. Consulte sites especializados no assunto, visite lojas e fabricantes, bem como conheça os produtos existentes, sua origem, uso e mercado potencial;

- Verificar os preços praticados pelos concorrentes;

- O treinamento dos colaboradores da loja deve ser constante e orientado ao conhecimento dos produtos e ao relacionamento com os clientes;

- Visitar as feiras do ramo para manter-se informado sobre novidades e tendências para o segmento;

- Estabelecer uma excelente relação com fornecedores; - Estar presente diariamente na loja;

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- Avaliar a oportunidade de promoções e eventos em datas comemorativas, como Natal, dia das Mães, etc.

23. Características

Existem características comportamentais que são comuns aos empreendedores. Essas características são denominadas Características Comportamentais

Empreendedoras – CCEs, das quais pode-se citar: - Busca constantemente oportunidades;

- Toma iniciativas; - É persistente;

- Possui disposição para correr riscos calculados; - Exige qualidade e eficiência;

- Compromete-se com o que faz; - Procura manter-se informado; - Estabelece metas;

- Planeja e monitora as tarefas; - Busca feedback;

- É confiante e independente;

- Procura estabelecer redes de contatos e relações comerciais; - É bom negociador.

Um empreendedor “saberá aprender o que for necessário para a criação,

desenvolvimento e realização de sua visão”. (DOLABELA, 1999 p. 70). Considerando-se esta afirmativa, percebe-Considerando-se em qualquer área que Considerando-se deConsiderando-seje atuar é preciso estar disposto a aprender e inovar.

24. Bibliografia

DOLABELLA, Fernando. Oficina do empreendedor. São Paulo. Cultura Editores Associados, 1999.

Referências Eletrônicas:

FEIO, Allan. Ambiente integrado e funcional serve para reunir amigos em torno dos prazeres da culinária. Disponível em:

http://allanfeioarquitetura.blogspot.com.br/2008/11/espao-gourmet-um-novo-concei to.html Acesso em Outubro /2014

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http://e-revista.unioeste.br/index.php/expectativa/article/view/88. Acesso em Outubro/2014

25. Fonte

Não há informações disponíveis para este campo.

26. Planejamento Financeiro

Não há informações disponíveis para este campo.

27. Soluções Sebrae

Não há informações disponíveis para este campo.

28. Sites Úteis

Não há informações disponíveis para este campo.

29. URL

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ideias/Como-montar-uma-loja-de-artefatos-de-cozinha-gastron%C3%B4mica

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Referências