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Cap15 Sec9 2x4

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© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Capítulo 15

Integrais Múltiplas

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INTEGRAIS MÚLTIPLAS

15.9

Mudança de Variáveis em

Integrais Múltiplas

Nesta seção, aprenderemos sobre:

As mudanças de variáveis e integrais duplas e triplas.

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MUDANÇA DE VARIÁVEIS EM INTEGRAIS SIMPLES

Em cálculo unidimensional, frequentemente usamos uma mudança de variável (uma substituição) para simplificar uma integral.

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Revertendo os papéis de x e u, podemos escrever a Regra da Substituição (5.5.6, dada no Capítulo 5, no Volume I) como:

onde x = g(u) e a = g(c), b = g(d).

INTEGRAIS SIMPLES Fórmula 1

( )

( ( )) '( )

b d

a

f x dx

c

f g u g u du

³

³

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Outro modo de escrever a Fórmula 1 é o seguinte:

( )

( ( ))

b d a c

dx

f x dx

f x u

du

du

³

³

INTEGRAIS SIMPLES Fórmula 2

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Uma mudança de variáveis pode também ser útil em integrais duplas.

Já vimos um exemplo disso: a conversão para coordenadas polares.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS EM INTEGRAIS DUPLAS

As novas variáveis r e  estão relacionadas às velhas variáveis x e y pelas equações:

x = r cos  y = r sen 

INTEGRAIS DUPLAS

A fórmula de mudança de variáveis (15.4.2) pode ser escrita como:

onde S é a região no plano r que corresponde à região R no plano xy.

(2)

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De modo mais geral, consideremos uma mudança de variável dada pela

transformação T do plano uv no plano xy: T(u, v) = (x, y)

onde x e y estão relacionados com u e v pelas equações:

x = g(u, v) y = h(u, v)

ƒ ou, como às vezes escrevemos: x = x(u, v), y = y(u, v)

TRANSFORMAÇÃO Equação 3

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Em geral, consideramos T uma

transformaçãoC1, o que significa que g e h

têm derivadas parciais de primeira ordem contínuas.

TRANSFORMAÇÃO DE C1

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Uma transformação T é de fato somente uma função cujo domínio e imagem são ambos subconjuntos de R².

TRANSFORMAÇÃO

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Se T(u1, v1) = (x1, y1), então o ponto (x1, y1) é denominado imagem do ponto (u1, v1). Se não existem dois pontos com a mesma imagem, T é injetora.

TRANSFORMAÇÃO & IMAGEM

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A figura mostra o efeito de uma transformação T em uma região S do plano uv.

ƒ T transforma S em uma região R no plano xy denominada imagem de S, constituída das imagens de todos os pontos de S.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS

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Se T é injetora, então existe uma

transformação inversa T-1do plano xy para

o plano uv.

TRANSFORMAÇÃO DE INJETORAS

Então, pode ser possível inverter as

Equações 3 para escrever u e v em termos de x e y:

u = G(x, y) v = H(x, y)

TRANSFORMAÇÃO DE INJETORAS

Uma transformação é definida pelas equações:

x = u2 – v2 y = 2uv Determine a imagem do quadrado

S = {(u, v) | 0  u  1, 0  v  1}

(3)

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A transformação leva a fronteira de S na fronteira da imagem.

Assim, começamos por determinar a imagem dos lados de S.

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

O primeiro lado,

S

1

,

é dado por

:

v = 0 (0  u  1)

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Das equações dadas, temos:

x = u2, y = 0, e portanto 0  x  1.

ƒ Então, S1é levado no segmento de reta que liga (0, 0) a (1, 0) no plano xy.

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. O segundo lado, S2, é:

u = 1 (0  v  1)

ƒ Substituindou = 1 nas equações dadas, temos

x = 1 – v2 y = 2v

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1 – Eq.4

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Eliminando v, obtemos:

que é parte de uma parábola.

2

1

0

1

4

y

x



d d

x

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1 – Eq.4

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Da mesma forma, S3é dado por: v = 1 (0  u  1) cuja imagem é o arco

parabólico 2

1

4

( 1

0)

y

x

x



 d d

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1 – Eq.5

Finalmente, S4é dado por: u = 0(0  v  1) cuja imagem é: x = –v2, y = 0 ou seja, –1  x  0 TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1

Observe que quando nos movemos ao redor do quadrado no sentido anti-horário,

também nos movemos ao redor da região parabólica no sentido

anti-horário.

(4)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. A imagem de S é a região R limitada:

ƒ pelo eixo x;

ƒ pelas parábolas dadas pelas Equações 4 e 5.

TRANSFORMAÇÃO EXEMPLO 1

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Agora vamos ver como a mudança de variáveis afeta a integral dupla.

Comecemos com um retângulo pequeno S no plano uv:

ƒ cujo canto inferior

esquerdo é o ponto (u0, v0). ƒ cujas dimensões são

u e v.

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

A imagem de S é a região R do plano xy, sendo que um dos pontos da fronteira é:

(x0, y0) = T(u0, v0)

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. O vetor

r(u, v) = g(u, v) i + h(u, v) j

é o vetor posição da imagem do ponto (u, v).

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

A equação do lado inferior de S év = v0, cuja curva imagem é dada pela função vetorialr(u, v0).

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

O vetor tangente em (x0, y0) a essa curva imagem é: 0 0 0 0

( , )

( , )

u u u

x

y

g u v

h u v

u

u

w

w





w

w

r

i

j

i

j

INTEGRAIS DUPLAS

Da mesma forma, o vetor tangente em (x0, y0) à curva imagem do lado esquerdo de S (u = u0) é: 0 0 0 0

( , )

( , )

v v v

x

y

g u v

h u v

v

v

w

w





w

w

r

i

j

i

j

INTEGRAIS DUPLAS

Podemos aproximar a região imagem R = T(S) pelo paralelogramo determinado pelos vetores secantes

0 0 0 0 0 0 0 0

(

, )

( , )

( ,

)

( , )

u

u v

u v

u v

v

u v

 '



 '



a r

r

b r

r

INTEGRAIS DUPLAS

(5)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Mas, e então, Da mesma forma, 0 0 0 0 0

(

, )

( , )

lim

u u

u

u v

u v

u

' o

 '



'

r

r

r

0 0 0 0

(

u

 '

u v

, )



( , )

u v

| '

u

u

r

r

r

0 0 0 0 ( ,u v  ' v) ( , )u v | 'v v r r r INTEGRAIS DUPLAS

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Isso significa que podemos aproximar R por um paralelogramo determinado pelos

vetores

u rue v rv

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Portanto, podemos aproximar a área de R pela área desse paralelogramo, que da Seção 12.4, é:

|(u ru) x (v rv)| = |rux rv| u v

INTEGRAIS DUPLAS Equação 6

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Calculando o produto vetorial, obtemos

0 0 u v x y x x x y u u u v x y y y u u x y v u u v v u w w w w w w w w w w u w w w w w w w w w w w w w w i j k r r k k INTEGRAIS DUPLAS

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O determinante que aparece nesse cálculo é chamado jacobiano da transformação e tem uma notação especial:

JACOBIANO

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O jacobiano da transformação T dada por x = g(u, v) e y = h(u, v) é:

( , )

( , )

x

x

x y

u

v

x y

x y

y

y

u v

u v

v u

u

v

w

w

w

w

w

w w



w w

w

w

w

w w

w w

w

w

JACOBIANO DE T Definição 7

Com essa notação, podemos utilizar a Equação 6 para obter uma aproximação da área A de R:

onde o jacobiano é calculado em (u0, v0).

( , )

( , )

x y

A

u v

u v

w

' |

' '

w

JACOBIANO DE T Aproximação 8

O jacobiano recebeu esse nome em homenagem ao matemático alemão Carl Gustav Jacob Jacobi (1804-1851).

ƒ Apesar de o matemático francês Cauchy ter sido o primeiro a usar estes determinantes especiais, envolvendo derivadas parciais, Jacobi usou-os para desenvolver um método para cálculo de integrais múltiplas.

(6)

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Em seguida, dividimos a região S do plano uv em retângulos Sije chamamos suas imagens no plano xy de Rij.

INTEGRAIS DUPLAS

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Aplicando a aproximação (8) a cada Rij, aproximamos a integral dupla de f sobre R, como segue:

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

onde o jacobiano é calculado em (ui, vj). 1 1 1 1

( , )

( , )

( , )

( ( , ), ( , ))

( , )

R m n i j i j m n i j i j i j

f x y dA

f x y

A

x y

f g u v

h u v

u v

u v

|

'

w

|

' '

w

³³

¦¦

¦¦

INTEGRAIS DUPLAS

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Observe que a soma dupla é a soma de Riemann para a integral

( , )

( ( , ), ( , ))

( , )

S

x y

f g u v h u v

du dv

u v

w

w

³³

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

A argumentação precedente sugere que o seguinte teorema seja verdadeiro.

ƒ Uma demonstração completa é dada em livros de cálculo avançado.

INTEGRAIS DUPLAS

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Suponha que:

ƒ Tseja uma transformaçãoC1cujo jacobiano seja

não nulo e leve uma região S do plano uv para uma região R do plano xy.

ƒ fseja contínua sobre R e que R e S sejam regiões planas do tipo I ou II.

ƒ Tseja injetora, exceto possivelmente nos pontos de fronteira de S.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA T. 9

Então,

( , )

( , )

( ( , ), ( , ))

( , )

R S

f x y dA

x y

f x u v y u v

du dv

u v

w

w

³³

³³

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA T. 9

O Teorema 9 diz que mudamos de uma integral em x e y para uma integral em u e v escrevendo x e y em termos de u e v e escrevendo:

( , )

( , )

x y

dA

du dv

u v

w

w

(7)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Observe a semelhança entre o Teorema 9 e a fórmula unidimensional da Equação 2.

ƒ Em vez da derivada dx/du, temos o valor absoluto do jacobiano, ou seja, |(x, y)/(u, v)|.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Como primeira ilustração do Teorema 9, vamos mostrar que a fórmula de integração em coordenadas polares é um caso especial deste.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Aqui, a transformação T do plano r para o plano xy é dada por

x = g(r, ) = r cos  y = h(r, ) = r sen 

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. A geometria da

transformação é mostrada aqui

.

ƒ T transforma um retângulo comum do plano r em um retângulo polar do plano xy.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. O jacobiano de T é:

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Assim, o Teorema 9 nos leva a:

que é o mesmo que a Fórmula 15.4.2.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA

Utilize a mudança de variáveis x = u2 – v2, y = 2uv para calcular a integral

onde R é a região delimitada:

ƒ pelo eixo x;

ƒ pelas parábolas y2= 4 – 4x e y2= 4 + 4x, y  0. R

y dA

³³

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 2

Veja a figura com a região R

.

(8)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

No Exemplo 1, descobrimos que T(S) = R

onde S é o quadrado [0, 1] X [0, 1].

ƒ De fato, a razão que nos levou a fazer a mudança de variável para calcular a integral é que S é uma região muito mais simples que R.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 2

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Vamos calcular o jacobiano:

2 2

2

2

( , )

2

2

( , )

4

4

0

x

x

u

v

x y

u

v

y

y

v

u

u v

u

v

u

v

w

w



w

w

w

w

w

w

w

w



!

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 2

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Portanto, pelo Teorema 9,

1 1 2 2 0 0 1 1 3 3 0 0 1 1 4 1 2 3 1 4 2 0 0 1 3 2 4 1 0 0 ( , ) 2 ( , ) (2 )4( ) 8 ( ) 8 (2 4 ) 2 R S u u x y y dA uv dA u v uv u v du dv u v uv du dv u v u v dv v v dv v v w w   ª  º ¬ ¼ ª º  ¬  ¼

³³

³³

³ ³

³ ³

³

³

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 2

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

O Exemplo 2 não foi um problema muito difícil de resolver porque já conhecíamos uma mudança de variáveis apropriada.

Se não a conhecêssemos de antemão, então o primeiro passo seria descobrir uma

mudança de variáveis apropriada.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 2

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Se f(x, y)

é difícil de integrar, então a forma de f (x, y) pode sugerir uma transformação. Se a região de integração R é complicada, então a transformação deve ser escolhida para que a região S correspondente no plano uv tenha uma descrição mais conveniente.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA Obs.

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Calcule a integral

onde R é a região trapezoidal com vértices (1, 0), (2, 0), (0, –2), (0,–1)

(x y)/(x y)

R

e

dA

 

³³

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3

Como não é fácil integrar e(x+y)/(x–y, vamos fazer a mudança de variáveis sugerida pela forma da função:

u = x + y v = x – y

ƒ Essas equações definem a transformaçãoT–1

do plano xy para o plano uv.

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3 Eq.10

O Teorema 9 diz respeito à transformação T do plano uv para o plano xy.

Esta é obtida isolando-se x e y nas Equações 10:

x = ½(u + v) y = ½(u – v)

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3 Eq.11

(9)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. O jacobiano de T é 1 1 2 2 1 2 1 1 2 2

( , )

( , )

x

x

x y

u

v

y

y

u v

u

v

w

w

w

w

w





w

w

w

w

w

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Para determinar a região S do plano uv correspondente a R, observamos que:

ƒ os lados de R estão sobre as retas

y = 0 x – y = 2 x = 0 x – y = 1

ƒ e, das Equações 10 ou 11, as retas imagem do plano uv são:

u = v v = 2 u = –v v = 1

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Então, a região S é a região trapezoidal com vértices

(1, 1), (2, 2), (–2, 2), (–1 ,1)

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Como

S = {(u, v) | 1  v  2, –v  u  v}

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. O Teorema 9 leva a

( )/( ) / 2 / 1 2 1 2 / 1 2 1 2 1 3 1 1 2 1 4

( , )

( , )

(

)

(

)

x y x y u v R S v u v v u v u v u v

x y

e

dA

e

du dv

u v

e

du dv

ve

dv

e e

v dv

e e

     

w

w

ª

º

¬

¼





³³

³³

³ ³

³

³

MUDANÇA DE VARIÁVEIS DE UMA INT. DUPLA EX. 3

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Existe uma fórmula de mudança de variáveis semelhante para as integrais triplas.

ƒ Seja T a transformação que leva uma região S no espaco uvw para uma região R no espaço xyz por meio das equações

x = g(u, v, w) y = h(u, v, w) z = k(u, v, w)

INTEGRAIS TRIPLAS

O jacobiano de T é o seguinte determinante 3 X 3:

( , , )

( , , )

x

x

x

u

v

w

x y z

y

y

y

u v w

u

v

w

z

z

z

u

v

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

w

INTEGRAIS TRIPLAS Equação 12

Sob hipóteses semelhantes àquelas do Teorema 9, temos a seguinte fórmula para integrais triplas: ( , , ) ( ( , , ), ( , , ), ( , , )) ( , , ) ( , , ) R S f x y z dV f x u v w y u v w z u v w x y z du dv dw u v w w w

³³³

³³³

(10)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Utilize a Fórmula 13 para deduzir a fórmula para a integração tripla em coordenadas esféricas.

ƒ Aqui a mudança de variáveis é dada por:

x =  sen  cos  y =  sen  sen  z =  cos 

INTEGRAIS TRIPLAS EXEMPLO 4

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Calculamos o jacobiano como segue:

INTEGRAIS TRIPLAS EXEMPLO 4

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Como 0   S, temos sen   0. Portanto,

INTEGRAIS TRIPLAS EXEMPLO 4

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. A Fórmula 13 nos dá:

que é equivalente à Fórmula 15.8.3.

Referências

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