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8.1 TEC. MET. CALDEIRARIA

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Academic year: 2021

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CALDEIRARIA

Prof.: M.Sc. Antonio Fernando de Carvalho Mota Engenheiro Mecânico e Metalúrgico

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O QUE É CALDEIRARIA?

É a empresa capaz de produzir equipamentos não produzidos em série, mas segundo uma necessidade específica do cliente bem como todo o necessário para a sua instalação.

Exemplos :

Instalação de vapor, reator, tanque de armazenamento de combustível, central de ar comprimido, entre outros.

Bardella S.A.

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ALGUNS PRODUTOS

Cozinhador/Tostador Dessolventizador

Tanque de armazenamento vertical

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ETAPAS DA PRODUÇÃO

ETAPAS DA PRODUÇÃO

Desde a encomenda de um equipamento até sua instalação:

Aprovação do Projeto Aprovação do Projeto

Preparação para a produção Preparação para a produção

Compra de material Compra de material Fabricação Fabricação Montagem Montagem Testes Testes

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CALDEIRARIA - FABRICAÇÃO

Equipe com pelo menos um caldeireiro – responsável pelos traçados nas chapas e conheça o modo certo de conformar as peças. Existe na Caldeiraria Tracing uma pequena equipe de apoio para usinagem de peças pequenas.

A movimentação das chapas e

peças na Caldeiraria Tracing é feitas com a ajuda de duas pontes

rolantes, carrinhos de pallet, girafas e braços de carga, posicionados em todo o galpão, que é dividido em

uma área para equipamentos de aço carbono e outra para aço inox.

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CALDEIRARIA - MONTAGEM

Montar o equipamento e aplicar os tratamentos de superfície exigidos

(polimento, pintura, etc).

Para equipamentos muito grandes:

• Levar o equipamento em partes • Montar no local de operação.

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CALDEIRARIA - TESTES

Verificação de porosidades e descontinuidades (líquido penetrante em todas as soldas):

• Teste de “estanqueidade”; • Teste hidrostático;

• Radiografia, ultra-som e qualquer outro ensaio não destrutivo que a norma sob a qual ele foi concebido exigir.

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OSERVAÇÕES INTERESSANTES

A separação entre os tipos de chapas é necessária para que o inox. não seja contaminada pelo aço carbono o que comprometeria a qualidade das soldas e a

durabilidade deste equipamento.

Algumas das máquinas estão em duplicata exatamente por isso, uma opera só com aço carbono, a outra só

com aço inox. É o caso das calandras por exemplo. Obviamento o estoque é separado.

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DOBRAMENTO E CURVAMENTO

Fonte: curso profissicionalizante 2000

Dobramento é a operação que é feita

pela aplicação de dobra ao material. Dobra é a parte do material plano que é flexionada sobre uma base de apoio. Na ilustração ao lado

vemos uma chapa presa a uma morsa

de bancada sendo dobrada com o auxílio de um macete.

Chama-se a essa deformação, deformação plástica, embora nessa fase o material também apresente certa recuperação elástica

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Curvamento é a operação feita pela

aplicação de curva ao material produzido. Curva é a parte de um material plano que apresenta uma

curvatura ou arqueamento. Na figura ao lado vemos uma

operação de curvamento de uma chapa com o auxílio de um dispositivo cilíndrico preso à morsa.

O curvamento da chapa é obtido por meio das pancadas de martelo.

Nas operações de curvamento e dobramento, o esforço de flexão é feito com intensidade, de modo que provoca uma deformação permanente no material.

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DOBRAMENTO MANUAL

No dobramento manual, o esforço de flexão é exercido manualmente, com o auxílio de ferramentas e

dispositivos como: martelo, morsa, cantoneira e calços protetores, como mostra a figura a seguir.

calço

chapa morsa

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DOBRADEIRAS MANUAIS

As dobradeiras manuais ou

viradeiras são máquinas acionadas

manualmente e de grande uso nas indústrias que produzem gabaritos, perfis, gabinetes de máquinas,

armários etc. Estas máquinas se

movimentam pela aplicação da força de um ou mais operadores.

Para operar essas máquinas, o trabalhador precisa ter conhecimentos de cálculo de dobra, de preparação do material e de ajuste da dobradeira. Dependendo do trabalho a ser executado, as dobras são feitas com o auxílio de dispositivos especiais, existentes ou adaptados à viradeira.

Essa operação é amplamente empregada na confecção de perfilados, abas, corpos de transformadores etc.

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OPERAÇÃO DE DOBRAMENTO

Como todo material submetido à flexão, a chapa dobrada é

solicitada por tração no lado externo da dobra e por compressão no lado interno, como as mesmas são de sentido inverso haverá uma linha onde essas tensões se anulam, que é chamada de

linha neutra (L.N.)

Esta linha é importante na operação de dobramento, pois como aí a tensão é zero ela não sofre alteração de comprimento durante a deformação, o que não acontece com as partes que estão sendo tracionadas e comprimidas que, aumentam ou diminuem de

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DETERMINAÇÃO DA POSIÇÃO DA LINHA NEUTRA (LN) Deslocamento da LN no dobramento Calcular o comprimento da peça pela linha média da

chapa

Um raio de dobramento r = 3t indica que o metal pode ser dobrado formando um raio de três vezes a espessura da chapa sem que haja o aparecimento de trincas.

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DOBRAMENTO À MÁQUINA

O dobramento à máquina costuma ser executado numa prensa dobradeira.

É uma máquina que executa operações de dobramento em chapas de diversas dimensões e espessuras, com medidas predeterminadas.

É geralmente uma máquina de grandes dimensões,

formada por uma barra de pressão à qual é acoplado o estampo com movimento vertical, e uma matriz localizada na mesa inferior da máquina. Grande número de prensas dobradeiras apresenta a mesa inferior fixa e a barra de pressão móvel.

Entretanto, podem-se encontrar modelos que têm a barra fixa e a mesa inferior móvel. Muitas dobradeiras chegam a atingir mais de 6 m de comprimento.

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O trabalho é feito por meio da seleção de punções e

matrizes, de acordo com as medidas e o formato que se

deseja dar à chapa. A dobradeira é empregada na produção de perfilados, abas, corpos de transformadores etc.

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A prensa dobradeira pode se movimentar por energia mecânica ou hidráulica. Alguns modelos mais recentes têm comandos

orientados por computador, que permitem fazer uma série de dobras diferentes na mesma peça, reduzindo o manuseio e o tempo de

fabricação. A figura a seguir mostra diferentes tipos de dobra, feitos a partir da seleção de punções e matrizes correspondentes.

Matriz múltipla 90°, 60° Raio U

Punção Peça Matriz

Dupla dobra

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Perfis diversos Cilindro Ondulação

Rebordos em cordão Redondo Em U Grafado

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DOBRAMENTO A QUENTE E DOBRAMENTO A FRIO

O dobramento a quente é sempre feito manualmente, quando a espessura do material a ser dobrado é grande, acima de 5mm.

Quando se dobra à maquina, o processo é sempre a frio, independentemente da espessura do material.

Quando se dobra o material com aplicação do calor,

acontece o mesmo fenômeno que ocorre quando se dobra a frio. As estruturas das fibras do lado externo da dobra são esticadas e as fibras do lado interno da dobra, comprimidas. As fontes de calor usadas para o aquecimento da peça são: a forja, o forno elétrico a gás ou a óleo e o maçarico.

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CURVAMENTO MANUAL

O esforço de flexão para a operação de curvamento é feito à mão, com o auxílio de martelo, grifa e gabaritos, sempre de acordo com o raio de curvatura desejado. Esta operação permite fazer cilindros de pequenas dimensões, suportes, flanges para tubulações etc. Na figura seguinte vemos o curvamento de uma barra com auxílio da grifa fixa, presa à morsa, onde são aplicados

esforços gradativos para se conseguir a curvatura planejada, com ajuda da grifa móvel

grifa móvel grifa fixa

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Curvamento à máquina

A máquina usada para curvar chapas chama-se calandra. Na calandra são curvados chapas, perfis e tubos. As peças podem ser curvadas de acordo com o raio desejado. Nesse tipo de máquina é que se fabricam corpos ou costados de tanques, caldeiras, trocadores de calor, colunas de destilação etc

Elementos da calandra

A calandra é constituída por um conjunto de rolos ou cilindros, com movimento giratório e pressão regulável. O material a ser curvado é colocado entre rolos que giram e pressionam até que o curvamento esteja de acordo com as

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ROLOS FIXOS E MÓVEIS

A calandra permite curvar peças de acordo com o raio

desejado. O curvamento é feito por meio dos rolos, que podem ser fixos ou móveis. Rolo fixo é aquele que tem apenas o

movimento giratório. Rolo móvel é aquele que, além de girar, também pode ser movimentado para cima e para baixo. Desse modo, o raio

de curvatura varia de acordo com a distância entre os rolos.

Rolos fixos Rolo móvel

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CURVAMENTO A QUENTE

O trabalho de curvar barras torna-se mais fácil quando o

material recebe aquecimento. Peças como anéis, flanges, elos etc. são

executados com êxito a quente quando observados

cuidadosamente os componentes do processo como: calor aplicado no local correto por meio de maçarico ou forja

adequados à espessura da peça, pressão exercida durante o curvamento e dispositivos adequados a cada tipo de

trabalho.

Um exemplo de Aplicação de Conformação a quente

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Quanto ao acionamento, as calandras podem ser: manuais, com um volante ou manivela para fazer girar os rolos, ou

mecânicas, com motor elétrico e redutor para movimentar os rolos. As calandras mecânicas podem apresentar,

além do motor elétrico, um sistema hidráulico que imprime maior ou menor pressão aos rolos. Este último tipo é usado para trabalhos de grande porte.

Calandra manual Calandra mecânica

Todos os tipos apresentam, em uma das extremidades, um dispositivo que permite soltar o cilindro superior para retirar a peça calandrada.

Calandra mecânica com sistema hidráulico

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TIPOS DE CALANDRA

Existem calandras para chapas e calandras para tubos e perfis. Calandras para chapas têm geralmente 3 ou 4 rolos. As de 3 rolos são as mais usadas na indústria e nelas os rolos estão dispostos em formação de pirâmide, como

mostra a ilustração seguinte. As calandras para chapas com 4 rolos apresentam a

vantagem de facilitar o trabalho de pré-curvamento. Nas calandras de 3 rolos, o pré-curvamento é feito

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As calandras de 4 rolos são consideradas as calandras mais versáteis, precisas, seguras e fáceis de utilizar.

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Nas calandras podem ser curvadas chapas de acordo com o raio desejado.

Quando se quer produzir um cone, cujos raios de curvatura são diferentes, recorre-se a um tipo especial de calandra. Ela possui rolos inferiores que se deslocam inclinados entre si, no sentido vertical

Calandra especial para cones

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PLANIFICAÇÃO CONE CONCÊNTRICO

Para a planificação do cone concêntrico , devemos primeiramente dividir o mesmo em n partes iguais, que no nosso exemplo foi dividido em 30 partes. Estas divisões se faz necessária pois é através delas que o operário vai se orientar para marcar a chapa e logo após conforma-la.

PLANIFICAÇÃO CONE EXCÊNTRICO

Para a planificação do cone excêntrico , também dividimos o mesmo em 30 partes. Observe a diferença geométrica entre a planificação do cone concêntrico com o cone excêntrico.

Esta diferença ocorre devido ao

deslocamento do centro do diâmetro maior do cone em relação ao diâmetro menor.

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CALANDRAS PARA TUBOS E PERFIS

Apresentam conjuntos de rolos ou cilindros sobrepostos, feitos de aço temperado, com aproximadamente 200 mm de diâmetro. Podem curvar qualquer tipo de perfil: barras, quadrados, cantoneiras, em T etc.

Parafuso de ajuste Peça Roldana superior Roldanas inferiores

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CALDEIRARIA NAVAL

BOMBORDO (BB) port BORESTE (BE) starboard PROA bow POPA stern

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Estoque de Chapas controladas por guindaste magnético

Guindaste magnético no transporte de chapas nas

mesas de roldanas

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LIMPEZA E PINTURA PROVISÓRIA

• Para a prevenção e controle da corrosão é

necessário que o material seja limpo, e vale

salientar que a pintura sobre o material

atacado de ferrugem é completamente

ineficaz.

• Assim, metódos para a remoção de ferrugem e

as escamas de laminação do material foram

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CHAPAS CORTADAS E VIRADAS SOLDAGEM PERFIS SOLDADOS

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Primeiro navio produzido pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS) recebeu o “Certificado de Classe”, emitido pelo American Bureau of Shipping; a documentação

referenda a qualidade técnica da embarcação; entrega do petroleiro à Petrobras está prevista para o dia 25 deste mês

16 de maio de 2012

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MOMENTO NAVAL PERNAMBUCANO - EAS

2º navio: Zumbi dos Palmares em atividade desde maio de 2013 1º navio: João Candido

entregue em maio de 2012

A Transpetro e o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) lançaram ao mar nesta sexta-feira (23/08/13), o navio suezmax Dragão do Mar, terceiro petroleiro construído na Região Nordeste para o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef)

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SOLDAGEM DE CHAPAS EM DOIS PASSES – ARCO SUBMERSO (SAW - Submerged Arc Welding )

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PERFIS SOLDADOS A ARCO SUBMERSO COM CONTROLE DE DEFORMAÇÃO

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Calderaria

O caldeireiro é o metalúrgico responsável pela construção de caldeiras, tanques, vasos de pressão, fornos, chaminés e

outras peças e estruturas metálicas, fabricação de bases e suportes de equipamentos, pequenos tanques ou

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OFICINA DE TUBOS

Os flanges, curvas e uniões podem ser fabricados nas

oficinas de tubulação ou comprados prontos e montados no local de acordo com as necessidades.

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Blocos curvos

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Apoio nos picadeiros

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Apoio nos picadeiros

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PROPULSOR (HÉLICE) LEME

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Construção: O navio é dividido em Anéis e estes dividido em Blocos

Anéis

Blocos

O 1º é lançado, abre-se espaço para o terceiro navio

Edificação SUEZMAX anel 4

Construção simultânea de dois navios Carreira

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Super Cargueiro

Transporte de uma plataforma de petróleo

TRANSPORTE MARÍTIMO

Transporte de Navio de Guerra A Parte central do cargueiro

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Referências

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