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CURSO DE AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL.

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CURSO DE AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL

(2)

1- Noções de

biossegurança

(3)

Biossegurança

Conjunto de medidas necessárias para a manipulação adequada de agentes biológicos, químicos e físicos (elementos radioativos, eletricidade, equipamentos quentes ou de pressão, instrumentos de corte ou pontiagudos, vidrarias) dentre outros, para prevenir a ocorrência de acidentes e consequentemente reduzir os riscos relacionados às atividades desenvolvidas, bem como proteger a comunidade e o ambiente.

(4)

Biossegurança em Odontologia

Conjunto de procedimentos adaptados

no consultório odontológico com o objetivo

de dar proteção e segurança ao paciente, ao

profissional e sua equipe.

(5)

Biossegurança

 O único meio de prevenir a transmissão de doenças é o emprego de medidas de controle de infecção como

equipamento de proteção individual (EPI),

esterilização do instrumental, desinfecção do equipamento e ambiente, anti-sepsia das mãos.

 É essencial a padronização e manutenção das medidas de biossegurança como forma eficaz de redução de risco ocupacional, de infecção cruzada e transmissão de doenças infecciosas.

(6)

Conceitos relacionados a

biossegurança

Assepsia: é o conjunto de medidas adotadas

para impedir que determinado meio seja

contaminado.

Anti-sepsia: é a eliminação das formas

vegetativas de bactérias patogênicas (que

causam as doenças).

(7)

Biossegurança

Limpeza: é a remoção da sujidade de qualquer

superfície, reduzindo o número de

microrganismos presentes. Esse procedimento

deve obrigatoriamente ser realizado antes da

desinfecção e/ou esterilização.

(8)

Biossegurança

Desinfecção: é um processo físico ou químico

que elimina microrganismos patogênicos, sem

atingir necessariamente os esporos (forma mais

resistente dos microrganismos, sendo mais

difícil de serem eliminados). Pode ser de alto

nível, intermediário ou baixo.

(9)

Biossegurança

Desinfecção de atividade biocida alta – Quando os desinfetantes são eficazes contra todas as formas vegetativas e destroem parcialmente os esporos. Ex: Glutaraldeído

Desinfecção de atividade biocida intermediária – Quando os desinfetantes não destroem esporos, têm ação sobre o bacilo da tuberculose, ampla ação sobre vírus e fungos, porém não destroem todos eles. Ex: Álcool 70%

Desinfecção de atividade biocida baixa – Quando os desinfetantes têm somente ação contra as bactérias vegetativas Ex: Clorexidina

(10)

2- Escolha do

desinfetante

(11)

Escolha do desinfetante

É preciso levar em consideração aspectos como: • espectro de atividade desejada

• ação rápida e irreversível • toxicidade

• estabilidade do desinfetante (validade) • natureza do material a ser tratado.

(12)

Escolha do desinfetante

Álcoois

Os álcoois mais empregados em desinfecção são o etílico e o

(13)

Escolha do desinfetante

Solução de iodo

Constituem uma combinação entre o iodo e um agente

solubilizante ou carreador. O composto mais conhecido é o polivinilpirrolidona-iodo (PVP-I).

(14)

Escolha do desinfetante

Glutaraldeído

Possui amplo espectro de atividade, agindo sobre

bactérias na forma vegetativa, incluindo

microbactérias, fungos, vírus lipofílicos, hidrófilos e

esporos bacterianos, possuindo excelente atividade

esporocida quando comparado a outros aldeídos.

(15)

Escolha do desinfetante

Compostos liberadores de cloro ativo

Existe um número razoável de compostos

liberadores de cloro ativo disponíveis para

alvejamento e desinfecção em diversas áreas. O

composto mais utilizados é o hipoclorito de sódio.

(16)

Escolha do desinfetante

Quaternário de amônia

De uma maneira geral, os compostos quaternários

de amônio são muito efetivos para bactérias. São

ativos para alguns fungos e para vírus não-lipídicos.

Não apresentam ação letal para esporos

bacterianos, para vírus hidrófilos e para

micobactérias.

(17)

Biossegurança

Degermação: é a remoção de detritos,

impurezas, sujeira e microrganismos da flora

transitória e alguns da flora residente,

depositados sobre a pele do paciente ou das mãos

da equipe odontológica através da ação mecânica

de detergente, sabão ou pela utilização de

substâncias químicas (anti-sépticos).

Mais utilizados: álcool 70%, PVP-I, clorexidina e

(18)

Exemplo de degermação pré-cirurgica

• Clorexidina a 0,2% para bochecho

(19)

Exemplo de degermação pré-cirurgica

• Clorexidina a 0,2% para bochecho

(20)

Exemplo de degermação pré-cirurgica

• Clorexidina a 2% para região peribucal

(21)

Exemplo de degermação pré-cirurgica

• Clorexidina a 2% para região peribucal

(22)
(23)

3- Classificação de

instrumentais e

ambientes

(24)

Biossegurança

Monitorização: é o controle periódico de

eficiência do processo, garantindo que os

procedimentos estão dentro do padrão

estabelecido.

Instrumentos ou Artigos: são de diversas

naturezas e podem ser veículos de

(25)
(26)

Instrumentos ou Artigos

Instrumentos críticos: são aqueles que

penetram nos tecidos sub-epiteliais (pele e

mucosa) e sistema vascular. Ex.: instrumentos

de corte ou ponta; outros artigos cirúrgicos

(pinças, afastadores, fios de sutura, drenos

etc.)

(27)

Instrumentos ou Artigos

(28)

Instrumentos ou Artigos

Instrumentos semi-críticos: são

instrumentos que entram em contato com a

mucosa ou pele íntegra (moldeiras,

porta-grampos).

Devem ser esterilizados ou

desinfeccionados com biocida de alta

atividade.

(29)

Instrumentos ou Artigos

(30)

Instrumentos ou Artigos

Instrumentos não críticos: são aqueles que

entram em contato com a pele íntegra ou não

entram em contato direto com o paciente. Ex.:

pinça perfuradora de lençol de borracha, arco

de Young, mufla; equipo odontológico;

superfícies de armários e bancadas; aparelho

de raios X.

(31)

Instrumentos ou Artigos

(32)

Classificação dos ambientes

Áreas não críticas: são aquelas não ocupadas no

atendimento dos pacientes ou às quais estes não têm acesso. Essas áreas exigem limpeza constante com água e sabão.

Áreas semi-críticas: são aquelas vedadas às pessoas estranhas às atividades desenvolvidas. Ex.:

laboratórios. Exigem limpeza e desinfecção constante, semelhante à doméstica.

(33)

Classificação dos ambientes

Áreas críticas: são aquelas destinadas à assistência direta ao

paciente, exigindo rigorosa desinfecção. Ex.: clínicas de atendimento, setor de esterilização.

• Os equipamentos e mobiliários pertencentes a essas áreas requerem cuidados mais frequentes de limpeza e desinfecção, porque são os que mais se contaminam e que mais facilmente podem transmitir doenças.

•Pisos, tampos e demais superfícies localizados nessas áreas, também merecem limpeza frequente e cuidadosa, porque acumulam resíduos contaminados, resultantes da atividade humana.

(34)

Classificação dos ambientes

(35)

Classificação dos ambientes

Áreas contaminadas: superfícies que entram

em contato direto com matéria orgânica

(saliva, sangue, secreções),

independentemente de sua localização. Exigem

desinfecção, com remoção da matéria

orgânica, e limpeza, com água e

sabão.(cuspideiras).

(36)

4- Infecção

cruzada

(37)

Infecção cruzada

É a transferência de microrganismos de uma

pessoa (ou objeto) para outra pessoa. No

consultório odontológico pode ocorrer do

profissional para o paciente, do paciente para o

profissional ou de paciente para paciente, via

equipe profissional.

(38)
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Principais vias de disseminação de

microrganismos

 Contato direto com microrganismos em lesões e/ou secreções durante atos operatórios.

 Contato indireto com microrganismos através de instrumentais e equipamentos contaminados.

 Inalação de microrganismos quando da produção de aerossóis (alta rotação, seringa tríplice em spray e ultrassom).

(40)

Medidas de Proteção

(Profissional e Equipe)

Higienização das mãos - considerada a ação mais

importante para a prevenção e o controle das infecções em serviços de saúde.

 O simples ato de lavar as mãos com água e sabão líquido, pode reduzir a numero de bactérias das mãos e

interromper a transmissão de infecção entre pacientes e profissionais.

 A higienização das mãos com água e sabão deve ser feita sempre que houver umidade ou sujidade visível.

(41)

Lavagem das mãos

(de acordo com a ANVISA)

 Retirar relógio, anéis, pulseiras;  Manter corpo afastado da pia;

 Abrir torneira e molhar as mãos sem tocar na superfície da pia.

 Aplicar quantidade de sabonete líquido suficiente para cobrir toda a superfície das mãos.

(42)

Lavagem das mãos

(de acordo com a ANVISA)

 Friccionar os espaços interdigitais, unhas e pontas dos dedos.

 Enxaguar as mãos em água corrente, retirando todo o resíduo do sabonete sem encostar na pia.

 Enxugar as mãos em papel toalha descartável.  Quando for utilizar anti-séptico que dispensa

enxágue, ou seja, à base de álcool, basta friccionar o produto ate que seque totalmente.

(43)
(44)

Medidas de Proteção

(Profissional e Equipe)

Imunização dos Profissionais de Saúde - os profissionais da área da saúde, por estarem mais expostos, possuem um risco elevado de contrair doenças infecciosas, devendo estar devidamente imunizados. O profissional deve estar atento às características da região e da população a ser atendida, pois diferentes vacinas podem ser indicadas. As vacinas mais importantes para os profissionais da

Odontologia são contra Hepatite B, influenza, tríplice viral e dupla adulto.

(45)

5- EPI

(46)

Medidas de Proteção

(Profissional e Equipe)

Equipamento de Proteção Individual – EPI

Considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a

integridade física do trabalhador. Como expressa a

própria sigla, EPI é um equipamento de uso individual, não sendo adequado o uso coletivo por medidas de higiene e segurança.

(47)

Medidas de Proteção

(Profissional e Equipe)

Os EPIs usados pela equipe odontológica

constituem barreiras físicas para proteger a pele e as membranas mucosas dos olhos, nariz e boca da exposição ao material infeccioso ou potencialmente infeccioso

durante os procedimentos odontológicos. Os

profissionais devem selecionar os EPIs de acordo com o procedimento que será realizado.

(48)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Gorro (tipo touca): deve recobrir todo o cabelo

e orelhas, protegendo-os principalmente dos

aerossóis. Deve ser de uso único e descartados

em lixo contaminado.

(49)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Avental ou Jaleco: evita o contato da pele e

roupas pessoais com os microrganismos do

campo de trabalho. Seu uso deve ser restrito

ao local de trabalho.

Deve possuir mangas compridas, gola fechada

(de padre), comprimento até a altura dos

(50)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Avental não cirúrgico: para procedimentos

semi-críticos. Devem ser trocados diariamente ou quando apresentarem contaminação visível por sangue ou fluidos.

Avental cirúrgico estéril: para procedimentos críticos. É vestido após a paramentação do

(51)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Máscara: proteção das vias aéreas superiores. Deve ter 3 camadas.

Algumas recomendações na utilização:

 Antes do início do atendimento deve-se certificar-se que a máscara esteja adaptada;

 A máscara não deve ser utilizada no pescoço, pois é considerada contaminada;

(52)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

 Não reutilizar máscaras descartáveis;

 A máscara deverá ser trocada quando ficar úmida, pois pode perder o poder de filtração e facilitar a penetração de microrganismos;

 Não tocar na máscara após sua colocação;

 Retirar a máscara somente após retirar as luvas;

 Deverá ser descartada em saco plástico para resíduo infectante.

(53)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Óculos de Proteção: proteção biológica e mecânica. Devem ser fechados lateralmente. Lavados e desinfetados após o uso.

 Devem ser utilizados pelos integrantes da equipe odontológica e pelo paciente durante os procedimentos clínicos. Ser

confortáveis, leves, resistentes, maleáveis e empregados

protegendo completamente os olhos sem comprometer o campo visual.

Importante: Os óculos de correção não dispensam o uso de óculos de proteção

(54)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Luvas: proteção biológica e química das mãos. Devem ser descartadas a cada procedimento em lixo

contaminado.

 Existem 3 tipos: Procedimento Cirúrgica

(55)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Luvas de procedimentos: não estéreis para procedimentos semi-críticos.

 São ambidestras e deverão ser utilizadas no seu tamanho adequado para não comprometer o

procedimento e não aumentar a possibilidade de riscos de contaminação.

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Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

 Deve ser utilizado um par de luvas novo para cada paciente e não dispensa a higienização das mãos previamente ao procedimento. Uma vez colocadas, devem tocar exclusivamente a cavidade oral e

instrumentos necessários ao procedimento.  Não devem tocar telefones e maçanetas.

(57)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Luvas cirúrgicas: embaladas individualmente para procedimentos críticos.

Luvas de limpeza: látex grosso e resistente. Para a manipulação de instrumental contaminado, para

procedimentos de limpeza e desinfecção do consultório. Devem ser desinfetadas após o uso. São reutilizáveis.

(58)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Sobre Luvas: Utilizadas quando o profissional

deixar o campo de trabalho para tocar em

algum objeto ou superfície, e retirada quando o

mesmo voltar para o campo de trabalho. Deve

ser trocada a cada paciente.

(59)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Boas práticas no uso de luvas:

 Calçar as luvas com as mãos limpas e secas;

 Sempre colocar as luvas sobre o punho do jaleco; nunca deixar as mangas soltas sobre as luvas;

 Quando apresentar ferimentos nas mãos, protegê-los com material apropriado, como por exemplo, curativo adesivo;

(60)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

Calçado: destinado à proteção dos pés contra umidade,

respingos de substâncias químicas ou material biológico, derramamento de líquidos quentes, solventes e impacto de objetos diversos, como partes de vidrarias,

instrumentais com ponta ativa e perfuro-cortantes.  Obrigatório uso de sapatos fechados e meia.

(61)
(62)

• O Propé deve ser colocado antes de entrar para a sala

de atendimento e retirado logo ao sair da sala de

(63)

Tipos de Equipamentos de Proteção

Individual – EPI

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EPI QUANDO USAR DESCARTE

___________________________________________________________________________________ Luva cirúrgica Procedimentos críticos Após uso

___________________________________________________________________________________ Luva de procedimento Procedimentos semi-críticos/

Manuseio de produtos químicos Após uso

___________________________________________________________________________________ Luva “grossa” Para limpeza e desinfecção Integridade comprometida

___________________________________________________________________________________ Luva de amianto Manuseio de autoclave Integridade comprometida

___________________________________________________________________________________ Máscara descartável Procedimentos críticos/

Procedimentos semi-críticos A cada turno

___________________________________________________________________________________ Gorro Atendimento ao paciente A cada turno

___________________________________________________________________________________ Jaleco Atendimento ao paciente Desinfecção e esterilização a

cada turno ou contaminação visível __________________________________________________________________________________ Óculos de proteção Atendimento ao paciente Integridade comprometida

__________________________________________________________________________________ Avental de chumbo Proteção de RX Integridade comprometida

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Campo de trabalho

Campo estéril: para procedimentos críticos.

Barreiras de PVC (rolopack): para

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Limpeza Desinfecção Barreira

Superfície Produto Método Frequência Produto Método Frequê ncia mecânica

____________________________________________________________________________________________________ Banheiros H2O e sabão Fricção Diário Hipoclorito Fricção Diário Não ____________________________________________________________________________________________________ Cadeira

Odontológica H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70% Fricção A cada Filme PVC turno ou hipoclorito a1% paciente

____________________________________________________________________________________________________ Refletor H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70% Fricção A cada Filme PVC

turno ou hipoclorito a 1% paciente ou saco plástico ____________________________________________________________________________________________________

Mocho H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70% Fricção A ca da Filme PVC turno ou hipoclorito a 1% paciente

____________________________________________________________________________________________________ Bancadas H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70% Fricção A cada Não

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Limpeza Desinfecção Barreira Superfície Produto Método Frequência Produto Método Frequência mecânica

Cuspideira H2O e sabão Lavagem A cada Álcool a 70% Fricção A cada Não paciente ou hipoclorito a 1% paciente

Mangueira Mistura de Sugar ½ A cada Álcool a 70% Fricção A cada Filme PVC do sugador H20 e da solução turno ou hipoclorito a 1% paciente

detergente

Equipo H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70% Fricção A cada Não turno ou hipoclorito a 1% paciente

Portas H2O e sabão Fricção Semanal Álcool a 70% Fricção A cada Não ou hipoclorito a 1% turno

Mesa clínica H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70 % Fricção A cada Filme PVC ou cirúrgica paciente ou hipoclorito a 1% paciente

e mesas Auxiliares

Saboneteira H2O e sabão Fricção A cada Álcool a 70% Fricção A cada Não de vidro ou turno ou hipoclorito a 1% paciente

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6- Esterilização

(71)

Processos de limpeza e desinfecção

Pontas (alta-rotação, baixa rotação,

micromotor, seringa tríplice, ultrassom e

fotopolimerizador), placa de vidro e saca broca.

Após o uso limpar com água, sabão e álcool a

(72)

Processos de limpeza e desinfecção

 As pontas de alta e baixa rotação, além da seringa tríplice, devem ser acionadas 30 segundos antes da descontaminação, mesmo os que possuem sistema de válvula anti-retrátil.

 Alta e baixa rotação e micromotor autolaváveis devem ser esterilizados.

(73)

Biossegurança

Esterilização: é um processo que elimina todas

as formas de vida microbiana: esporos,

bactérias, vírus, fungos e protozoários. Os

meios de esterilização podem ser físicos ou

químicos.

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Preparo do instrumental para esterilização

Pré lavagem: remoção da sujidade.

ultra-som: com solução enzimática ou desencrostante de 2 a 10 min

mecânica: o instrumental deve ficar imerso em

solução enzimática de 2 à 10 min depois lavado em água corrente.

secagem: toalha ou ar.

(75)

Preparo do instrumental para esterilização

Pré lavagem: remoção da sujidade.

ultra-som

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(77)

Métodos de esterilização

 Autoclave - calor úmido: vapor sob pressão (1 a 2

atmosferas).

A esterilização pelo vapor de água tem sido o método

padrão de eliminação de microrganismos na

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Métodos de esterilização

Nas autoclaves convencionais, o material deverá sair do aparelho com a embalagem umedecida, o que exige

cuidados para não danificar a mesma e contaminar o material. Atualmente existem autoclaves que

apresentam dispositivos de secagem do material através de sucção do ar, aproveitando o calor dos instrumentos que foram aquecidos no vapor.

(80)

Métodos de esterilização

Para ser esterilizado em autoclave, o material

rigorosamente limpo deve ser acondicionado em

pacotes, os quais devem ser feitos com material

que permita a passagem do vapor.

Pode ser utilizado tecido de algodão cru, papel

crepado ou filme de poliamida.

(81)

Esterilização em autoclave

 Papel alumínio e caixas metálicas fechadas não podem ser utilizados, pois não permitem a passagem do vapor.

 Não se deve ocupar toda a capacidade da câmara de

esterilização. Caso a carga esteja em excesso, o ciclo não se completa, abortando a esterilização.

 Os pacotes devem ser colocados de forma a permitir a penetração e a circulação do vapor e a saída do ar.

 A ocupação da câmara deve ser de aproximadamente 80% da capacidade total.

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Tempo e temperatura para esterilização

em autoclave

Autoclave convencional (com uma atmosfera de pressão)

 exposição de 30 minutos, temperatura 121ºC  exposição de 15 minutos, temperatura 132ºC

Autoclave de alto vácuo

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Importante

 O tempo só deverá ser marcado quando o calor da câmara de esterilização atingir a temperatura desejada

 Durante a esterilização os ciclos não podem ser

interrompidos. Caso aconteça, os ciclos deverão ser iniciados novamente.

 Observar a despressurização completa da autoclave.

 Observar se todos os manômetros indicam o término da operação.

(85)

Importante

 Retirar o material – fechado e lacrado com fita crepe para autoclave – e datá-lo.

 Verificar se há umidade nos pacotes. Se houver,

indica defeito da autoclave ou descuido pelo operador do tempo de secagem. Neste caso, a esterilização

deverá ser refeita.

 Olhar se o risco preto da fita para autoclave está bem definido. Em caso negativo, repetir o processo da

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Métodos de esterilização

Estufa - calor seco: tempo de 1 hora a 170°C

ou 2 horas à 160ºC, sem abertura da mesma

durante o processo.

Obs: A Vigilância Sanitária não aprova este

método de esterilização.

(87)

Métodos de esterilização

Processos Químicos:

óxido de etileno por 4 horas.

solução de formaldeído 38% por 18

horas.

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Armazenamento do material esterilizado

O lugar de armazenamento do material

esterilizado deve ter as seguintes condições:

Limpo, fechado e livre de pó.

Observação: A área de armazenamento próxima

às pias, água ou tubos de drenagem é proibida.

(89)

Armazenamento do material esterilizado

Seco, com umidade entre 30 e 60%.

Temperatura entre 18ºC e 25ºC.

O material deve ser etiquetado com data da

esterilização e prazo de validade de 7 dias para

autoclave.

A validade conforme método de esterilização e

tipo de embalagem pode variar.

(90)

Desinfecção dos moldes

Os moldes apresentam microrganismos provenientes da saliva e/ou sangue do paciente, podendo ocasionar

contaminação cruzada para a equipe odontológica.

Para que isso não ocorra é necessário fazer a desinfecção após a moldagem.

 Lavar o molde em água corrente para remoção de saliva, sangue e outros resíduos

(91)

Desinfecção dos moldes

Moldes de silicona por condensação, silicona por adição,

polissulfetos e poliéter devem ser desinfetados pela técnica do “spray”: borrifar solução de hipoclorito de sódio a 5,25% ou

glutaraldeído a 2%, condicionando-os em recipiente fechado, por 10 minutos.

 Moldes de alginato devem ser desinfetados pela técnica do “spray”: borrifar hipoclorito de sódio a 5,25% sobre o molde,

selar em recipiente fechado com algodão umedecido com o agente desinfetante, por 10 min

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Desinfecção dos moldes

 Moldes de godiva e pasta de óxido de zinco e eugenol devem ser desinfetados pela técnica do “spray”:

borrifar solução de glutaraldeído a 2%,

condicionando-os em recipiente fechado, por 10 minutos

 Lavar o molde em água corrente para remoção do hipoclorito ou glutaraldeído

 Retirar o excesso de água

 Proceder o vazamento do molde para obtenção do modelo.

(93)

Obrigado até

a próxima aula!

(94)

CURSO DE AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL

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