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O DASP e a Reforma Administrativa

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Academic year: 2020

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O DASP e a

Reforma A d m in is tra tiv a

GLAUCO LESSA DE ABREU E SILVA Diretor-Geral do DASP

Conferência pronunciada pelo Prof. Glauco Lessa de Abreu e Silva, Diretor-Geral do DASP, a convite da Procuradoria-Geral da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e da Associação do Ministério Público do Distrito Federal, a 15 de abril de 1970, em Brasília, intitulada “O DASP e a Reforma Administrativa”. O trabalho do Prof. Glauco Lessa de Abreu e Silva que a RE­ VISTA DO SERVIÇO PÚBLICO divulga, com exclusividade, na presente edição, examina com rigorosa objetividade, embora de maneira sucinta, um aglomerado de problemas inter-relacionados, cuja importância seria ocioso encarecer, versando, precisamente, a problemática da reorganização integral do DASP no quadro da Reforma Administrativa em andamento. Os estudiosos e servi­ dores possivelmente interessados encontrarão na conferência um documento de valor permanente e alta categoria, embora naturalmente conciso e adstrito aos aspectos essenciais da multiplicidade dos temas focalizados com incontestável sobrie­ dade e senso de oportunidade.

Ex.mo Sr. Dr. José J ú lio G uim arães Lim a, DD. P ro c u ra d o r-G e ra l do D is trito Federal e T e rritó rio s ,

E x.m o Sr. Dr. José D ile rm a n d o M e ire lle s, DD. P re sid e n te da A s s o c ia ç ã o do M in is té rio P ú b lico ,

D em ais A u to rid a d e s, S enhora s e S enhores.

H onrado com o c o n v ite do E x.m o Sr. P ro c u ra d o r-G e ra l, aqui estam os para, c o n g ra tu la n d o -n o s com V. Ex.as p e lo 109 a n iv e rs á rio da o rg a n iz a ç ã o ju d ic iá ria do D is trito Federal e T e rritó rio s , tra z e r a c o la b o ra ç ã o do DASP a “ S E M A N A DO M IN IS TÉ R IO P Ú B LIC O ” . F azem o-lo p ra ze ro sa m e n te já p e la s ig n ific a tiv a o p o rtu n id a d e , já p e la s e le ta a u d iê n cia , co m o — p o r que não d iz ê -lo — p e lo te m a que aqui nos tra z : “ O DASP E A REFO RM A A D M IN IS T R A T IV A ” .

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O tem a é, realm ente, dos que em polgam o a d m in is tra d o r que lhes fala, e o enfoqu e nôvo de idéias antigas é sem pre o p o rtu n o para sua disse ­ m inação e a prim oram ento .

D esejam os, portanto, em p rim e iro lugar, a g ra d e ce r a d is tin ç ã o que nos faz o M in isté rio P úblico, p ro p ic ia n d o -n o s o ensejo de sem ear em tão fe rtil terreno.

Para in icia r, recordem os que o “ G ovêrno R e vo lu cio n á rio de 30” lan­ çou as bases do Estado A d m in istra tivo , com o co n se q ü ê n cia da nova c o n ­ cepção das ativid a d e s do Estado, que deixou, assim, de ser e m inentem e nte p o lic ia l para ser o agente p re sta d o r de serviços.

+ AnJ e rio rm ®nte a êsse m ovim ento, já se re c o n h e c ia com o c o n d ic io n a n - te do desenvo lvim e nto do País, em têrm os de igu a ld a d e com a ordem p u b lica , com a e sta b ilid a d e da m oeda, com o e q u ilíb rio do o rça m e n to e com o aparelha m ento e conôm ico, a reorg a n iza çã o do fu n c io n a lis m o .

De então a 1960, várias m edidas re fo rm ista s foram su rg in d o :

a cria çã o , em 1930, da C om issão P erm anente de P adroniza ção de M a te ria l;

a in scriçã o , em 1934, do S istem a do M érito na C o n s titu iç ã o ; a in stitu içã o , em 1936, de norm as básicas da A d m in is tra ç ã o de Pessoal e de um sistem a de c la s s ific a ç ã o de cargos, além da cria çã o do C onselho Federal do S e rviço P ú b lic o C ivil, tra n sfo rm a d o , em 1938, no D epartam ento A d m in is tra tiv o do S erviço P úblico, para m a te ria liza r, em nosso País, p io n e ira ­ mente, co n h e cim e n to s de A d m in is tra ç ã o C ie n tífica ;

sob a ég id e do DASP, fo i de cre ta d o , em 1939, o p rim e iro Es­ ta tu to do F uncionário, su b stitu íd o , em 1952, pela Lei n° 1 .711, que, ela b o ra d a com a p a rtic ip a ç ã o do DASP, vig e até hoje.

f a s p í r i / i ^ r o n ^ a , ? Dyí SPJaté 1 9 6 4 d ire m o s - apenas, que, te n d o co n h e c id o lharam a «Iria n s í i í ? dec.lm i0 ’ 3 0 s a b o r das cris e s p o lític a s que p o n ti- c o n s tru iu Pm o n ! A a° 9 0 das ú ltim a s décadas, os a lic e rc e s que w ? « m ’ o F n a . pI ó p n a e stru tu ra e na de to d o o S e rviço P ú b lico ,

sus-,ri o in n if mSt °* n° co n te xto da vic|a a d m in is tra tiv a do País, com saldo sig n ific a tiv a m e n te positivo.

c a D a r í r ia r iT L p r a n in ! ' U-ma- Vez’ a d im in u ir o d escom passo e n tre a ta cõ e s dn rip L n w n i ■ f macl um a a d m in is tra tiv a e as cre s c e n te s s o lic i- in í d o a Mm n r n r p ^ L r^ fH • ®c o n o m ic o e so cia l do País, o G ovêrno deu A d m in is tra tiv a V n fta n n a < í l p ro m u l9 ando as d ire triz e s para a R eform a m Pn t o 2 K w - h oASP

T

agora com a de n o m in a çã o de D eparta- soram entn im pHiatn°H ° p 6SS- j C 'VÍI ~~ à Po s iÇao re a l de ó rg ã o de asses- a s s is T ê n ía S í r p t 1 ■ „° H eS lde? ,e fda R epública , c o m p e tin d o -lh e p re sta r e a d m in is fra ç & ) do P essoat C i v ^ ^ d° Q o vê m o naS q uestõe s de p o ,ític a

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E rig id a s em fo rm a de sistem a as a tivid a d e s de pessoal, fo i o DASP tam bém in ve stid o na c o n d iç ã o de ó rg ã o c e n tra l do m esm o sistem a, fica n d o , em co n se q ü ê n cia , responsável pelo:

— e stu d o ; — fo rm u la ç ã o de d ire triz e s ; — o rie n ta ç ã o ; — co o rd e n a çã o ; — s u p e rvisã o ; e — c o n tro le

dos assuntos co n c e rn e n te s à a d m in is tra ç ã o do Pessoal C ivil da União.

DA S P

Órgão Central do Sistema de Pessoal (Art. 115) Responsável por: estudo formulação de diretrizes orientação coordenação supervisão controle dos assuntos concernentes à Administração de Pessoal Civil da União

De a cô rd o com o m o d e rn o c o n c e ito de o rça m e n to , que o v in c u la a program as, fo ra m as a tiv id a d e s g lo b a is da e s p e c ia lid a d e a ce rta d a m e n te tra n s fe rid a s do DASP ao M in is té rio do P la n e ja m e n to e C o o rd e n a çã o G eral, em c u ja área se inserem .

As a tiv id a d e s de a d m in is tra ç ã o de e d ifíc io s p ú b lic o s e in sta la çõ e s foram a d ju d ic a d a s ao M in is té rio da Fazenda.

O DASP fic o u , assim , com atuação ju ris d ic io n a l e s p e c ífic a na área de Pessoal, a qual fo i, to d a via , ace n tu a d a m e n te fo rta le c id a . Em síntese, inscrevem -se na c o m p e tê n c ia do DASP:

a) c u id a r dos assuntos re fe re n te s ao Pessoal C ivil do P oder Exe­

cu tivo , s u b m e te n d o ao P re sid e n te da R e p ú b lic a a n te p ro je to s de lei e os p ro je to s de re g u la m e n to s in d isp e n sá ve is à e xe ­ cu çã o das norm as legais que d isp õ e m s ô b re a fu n çã o p ú b lic a e os se rv id o re s c iv is da U nião;

b) z e la r p e la o b s e rv â n c ia dessas le is e re g u la m e n to s, o rie n ta n d o ,

c o o rd e n a n d o e fis c a liz a n d o -lh e s a e xe cu çã o , bem com o e x ­ p e d in d o norm as g e ra is o b rig a tó ria s para to d o s os ó rg ã o s;

c) e stu d a r e p ro p o r siste m a de c la s s ific a ç ã o e de re trib u iç ã o

p a ra o se rv iç o c iv il, a d m in is tra n d o -lh e s a a p lic a ç ã o ;

d) o rie n ta r, fis c a liz a r e c o n tro la r a re a liza çã o do re cru ta m e n to

e da se le çã o dos c a n d id a to s aos c a rg o s da A d m in is tra ç ã o D ire ta e A u ta rq u ia s ;

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e ) m anter o cadastro dos se rvid o re s civis, in c lu sive os da A d ­ m in istra çã o Indireta, bem com o o rie n ta r e c o n tro la r as res­ pectivas lotações;

f) ze la r pela c rite rio s a a p lica çã o dos p rin c íp io s de a d m in istra çã o

de pessoal e prom over m edidas para o bem -estar so cia l dos se rvid o re s c ivis da U nião e

g) a rtic u la r-s e com as en tid a d e s nacio n a is e e stra n g e ira s que

estudem a d m in istra çã o de pessoal.

A lém de s u p e rvisio n a r a a p lica çã o de o u tra s m edidas, igu a lm e n te im portantes, com pete ainda ao DASP c o o p e ra r com as C om issões T é c ­ nica s do P oder L e gislativo , nos assuntos de sua co m p e tê n cia , e com o M in is té rio P úblico, nas causas que envolvam a p lic a ç ã o da le g isla çã o de pessoal.

A in s titu iç ã o do sistem a o b je tiv a in te g ra r tô d a s as un id a d e s de pes­ soal c iv il da A d m in is tra ç ã o Federal, para p ro p ic ia r o d e se n vo lvim e n to e fic a z dos program as de a d m in istra çã o de pessoal, m ediante a d e sce n tra ­ lização racional da execução, cabe n d o -lh e , tão-sòm ente , a relevante ta re fa de o rie n ta r, coordena r, su p e rvisio n a r e c o n tro la r.

Mas, vejam os a e stra té g ia ado ta d a pelo G ovêrno para a tin g ir êsse tran sce n d e n te ob je tivo .

ESTRATÉGIA ADOTADA NA ÃREA DO GOVÊRNO FEDERAL I) Decreto n? 61.930, de 21/12/67

O DASP é subordinado à supervisão do Ministério do Planejamento e Coordenação Geral, para os efeitos da Reforma Administrativa.

II) Decreto n? 64.335, de 9 /4 /6 9

Cria a Comissão de Reforma do Pessoal Civil, para realizar estudos referentes a:

o Nôvo Piano de Classificação de Cargos e Empregos • Nôvo Estatuto do Servidor Civil Federal

• Reorganização do DASP

O Secretário-Executivo da Comissão responde pela Diretoria-Geral do DASP durante a fase de sua reorganização.

. . . . , dezem bro de 1967, pelo D e cre to n? 61.930 , fo i d e le g a d a ao M in is té rio do P lanejam ento, responsável pela im p la n ta çã o da R eform a A d m in is tra tiv a , a supervisão do DASP. Isso e n q u a n to se processassem os tra b a lh o s e estudos re la tivo s à revisão da le g isla çã o , a ju s ta n d o -a aos p rin c íp io s n o rte a d o re s da p o lític a de pessoal p re c o n iz a d o s no D e cre to -le i n9 200/67 .

A 9 de a b ril de 1969, co n sid e ra n d o o re le va n te papel reservado ao s e rv id o r no p ro g re sso e co n ô m ico do País, a ne ce ssid a d e de c o rrig ir a atual situ a çã o do S e rviço P ú b lico e a de c ria r c o n d iç õ e s s a tis fa tó ria s de e stim u lo a d e d ica çã o com e xclu sivid a d e , o D ecreto n? 6 4 .3 3 5 in s titu iu a C om issão de R eform a do Pessoal C ivil, co m e te n d o -lh e a re a liza çã o dos estudos referentes à adoção de um nôvo Plano de C la s s ific a ç ã o de C argos e E m pregos e de um nôvo E statuto do S e rv id o r C ivil Federal. A tr i­

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buiu-lhe, tam bém , a ta re fa de re o rg a n iza r o DASP, que se e n co n tra va em defasagem te c n o ló g ic a quase que to ta l.

E stabeleceu, igua lm e n te , o d e c re to c ita d o , que o S e c re tá rio -E x e c u ti- vo da q u e la C om issão re s p o n d e ria p e la D ire çã o -G e ra l do DASP, d u ra n te a fase de re o rg a n iza çã o do D epartam ento.

Nessa q u a lid a d e in ve stid o s no c a rg o de a lta d ire ç ã o do DASP, p ro ­ curam os, de logo, id e n tific a r os p o n to s de e s tra n g u la m e n to e e sta b e le c e r m edidas que os elim in a sse m , de m odo a a c e le ra r o ritm o de andam en to do ó rg ã o e c o lo c á -lo em c o n d iç õ e s de a c o m p a n h a r o tra b a lh o e x ig id o pela e clo sã o da S egu n d a R evolução In d u stria l.

Assim , ve rific a m o s , de pro n to , que a ação to ta lm e n te c e n tra liz a d a do órgão c o n s titu ía entrave à a p lic a ç ã o dos in s titu to s do e n q u a d ra m e n to (Leis núm e ro s 3 .7 8 0 /6 0 , 3 .9 6 7 /6 1 e 4 .0 6 9 /6 2 ) e da re a d a p ta çã o (Leis núm eros 3 .7 8 0 /6 0 e 4 .2 4 2 /6 2 ), com re fle xo s alta m e n te n e g a tivo s na A d ­ m in istra çã o .

A p ro sp e cçã o e a a n á lise dos fa to s a d m in is tra tiv o s m o stra ra m ta m ­ bém que estavam a e x ig ir tra ta m e n to d e s c e n tra liz a d o o re cru ta m e n to e a seleção de pessoal e, ainda, a a p lic a ç ã o do regim e de te m p o in te g ra l e d e d ica çã o e xclu siva .

Com base em c rite rio s o s estudos, prom o ve u -se a d e s c e n tra liz a ç ã o das decisões, que passaram aos ó rg ã o s s e to ria is de pessoal em c o n ta to com os fa to s, reservada ao ó rg ã o c e n tra l a o rie n ta ç ã o n orm ativa.

Foi, assim , baixa d o o D e c re to -le i n? 625, de 11 de ju lh o de 1969, que veio p ro p ic ia r m e lh o r d is trib u iç ã o da c a rg a de tra b a lh o e d a r a ca d a ó rg ã o as fu n çõ e s c o m p a tív e is com sua fin a lid a d e e h ie ra rq u ia , p o s s ib ilita n d o - lhes, e fe tiva m e n te , o exam e e a d e cisã o da to ta lid a d e dos p ro ce sso s de e n q u a d ra m e n to e de readapta ção.

PLANO DE AÇAO NA ÀREA DO D A S P I) Descentralização para fora

(fortalecimento das decisões dos órgãos setoriais) Primeiros Resultados

A) Readaptação

II) Assistência direta aos Órgãos de Pessoal III) Reuniões de Coordenação

(política de valorização) IV) Boletim "Diretrizes”

(política de integração) 1962 a 3 1 /3 /6 4 a bril/64 a 12/6/69 1 2 /6/69 a 13/3/70 3.863 37.839 10.640 em 3 1 /3 /6 4 em 13/3/70 357.239 55.601

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Os p rim e iro s resultados dessa p o lític a dem onstraram o seguinte : READAPTAÇÕES:

A ta re fa que antes p a re cia im possível, de re a d a p ta r c ê rc a de 10.640 fu n c io n á rio s em apenas nove meses e m eio, som ente o co rre u g ra ­ ças à d e sce n tra liza çã o da a p lica çã o de provas de s u fic iê n c ia . Estas pas­ saram a ser realizadas pelas p ró p ria s re p a rtiçõ e s interessadas, sem pre que dissessem respeito a classes ou a séries de classes priva tiva s. Ao DASP passou a caber, som ente, a realização daque las re la tiva s às classes ou as series de classes com uns a tô d a s as re p a rtiçõ e s. A p lic o u ò DASP, diretam ente , 4 .2 0 0 provas em to d o o te rritó rio nacio n a l, com 2 .6 6 7 hab

i-O fato d ispensa m aiores com e n tá rio s, se nos le m b ra rm o s de que o assunto readaptação, que se arrastava havia 9 anos, e n co n tra -se em fase de conclusão , graças a um tra b a lh o racional, de p o u c o 'm a is de nove

Q uanto aos enqua dram entos, havia:

Em 31-3-64 ... 357.23 9 ca rg o s a enqua d ra r Em 13-3-70 restavam . . . 55.601 apenas.

A assistência do DASP aos d irig e n te s de pessoal para a decisão das questões de enquadram ento e readaptação, com o para to d o s os dem ais assuntos referentes a pessoal, passou a ser p restada dire ta m e n te e mesmo com o deslocam ento de té c n ic o s do órgão central para as unidad es que necessitassem de orie n ta çã o ou aconselh am ento e specializa do.

Tam bém a adoção do regim e de tem po integral e d e d ica çã o e x c lu ­ siva fo i m uitíssim o s im p lific a d a através do D ecreto n9 64.925, de 5 de agosto de 1969, que outo rg o u aos M in isté rio s a co m p e tê n cia para sua aphcaçao e fisca liza çã o . O mesmo ato e xe cu tivo pro rro g o u , até nova re- gulam entaçao, as tabelas aprovadas para 1969. Êsse ato lim ito u as alte ­ rações de tabelas às situações provenien tes de m o d ifica çã o de e stru tu ra s e sistem as relacionad as com a a p lica çã o da R eform a A d m in istra tiva .

O recrutam ento e a seleção de pessoal, que até então eram e xe cu ­ tados exclusivam ente pelo DASP, c o n d ic io n a n d o erradam ente à p ro g ra - m açao deste os interêsses das re p a rtiçõ e s care n te s de ofissnal fn ra m a

1962 a 31-3-64 . . a b ril/6 4 a 12-6-69 12-6-69 a 13-3-70 3 .8 6 3 37.839 10.640 52.342 litados. meses. desencadeada.

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C om o esperavam as a u to rid a d e s g o vernam e ntais, essa p o lític a m os­ trou-se, desde logo, altam ente rentável e p o s itiv a : o órg ã o c e n tra l to rn o u - se acessível e passou, em c o n tra p a rtid a , a te r acesso m ais fá c il a to d o s os ó rg ã o s in te g ra n te s do sistem a.

S egund o os fu n d a m e n to s que p re sid ira m às d ire triz e s para a R eform a A d m in is tra tiv a , esta b e le ce u -se a realização s is te m á tic a de re u n iõ e s com os ch e fe s e d irig e n te s de ó rg ã o s de P essoal. V isava-se a c o n h e c e r as o p in iõ e s e sugestõe s dos agente s da re fo rm a no cam po da A d m in is tra ç ã o de Pessoal, no s e n tid o de que as so lu çõ e s dos p ro b le m a s u rg e n te s tiv e s ­ sem v ia b ilid a d e e fôssem to m a d a s de n tro da realidade , de m odo a atender, de fato, às u nidad es o p e ra c io n a is .

J á fo ra m re a liza d o s d o is e n c o n tro s : um, em agôsto de 1969, para p rim e ira to m a d a de c o n ta to e d iv u lg a ç ã o d ire ta da p o lític a a se r im p la n ­ tada; o u tro , em o u tu b ro do m esm o ano, já com a c o le ta de sugestõe s sôbre q uestõe s o b je tiv a s re fe re n te s aos se g u in te s tem as:

— S iste m a de Pessoal; — S u b siste m a de C adastro;

— O rg a n iza çã o do R ecrutam ento e S eleção de Pessoal; — S u b siste m a de T re in a m e n to .

O nôvo m étodo de tra ta r os assuntos de pessoal revelou-se a lta ­ m ente p o s itiv o e co n ta g io u de e n tu sia sm o os d irig e n te s de pessoal, in te - ressando-o s em p a rtic ip a r e c o la b o ra r com o v a lo r de suas idéias. Êsse m anancial de c o n h e c im e n to s e de e x p e riê n c ia que até então estava sendo m a rg in a liza d o e d e s p e rd iç a d o fo i re cu p e ra d o , m o stra n d o -se s u p e rio r­ m ente p re sta d io para a A d m in is tra ç ã o .

O utro e le m e n to de in fo rm a çã o e atuação c o o rd e n a d o ra in s titu íd o fo i o b o le tim “ D ire trize s — L e g isla çã o e O rie n ta çã o A d m in is tra tiv a ” , com c a ra c te rís tic a s de B o le tim In fo rm a tivo E special. E n tro sa êle perm anen te e e stre ita m e n te os c o m p o n e n te s do siste m a com o ó rg ã o c e n tra l, p ro p o r­ c io n a n d o -lh e s o co n h e c im e n to im e d ia to da ju ris p ru d ê n c ia , da le g is la ç ã o e das norm as básicas de o rie n ta ç ã o a d m in is tra tiv a in d is p e n sá ve is ao seu fu n cio n a m e n to .

“ D ire triz e s ” é — pode-se d iz e r — a a s s is tê n c ia do DASP, presente, em um a de suas fo rm a s, em to d o s os ó rg ã o s de pessoal, a te m p o e hora, e c o n trib u in d o para a e fe tiv a u n ifo rm iz a ç ã o de tra ta m e n to da ca su ística , de n tro da o rie n ta ç ã o p re co n iza d a , e v ita n d o -se d isp e rsã o de e sfo rç o s e d iv e rs ific a ç ã o de so lu çõ e s.

No s e n tid o de p o d e r-se e s tu d a r e fix a r a p o lític a in d ic a d a p a ra o pessoal c iv il, p ro c u ro u -s e o b te r, fid e d ig n a m e n te , os d a d o s e s s e n c ia is a êsse p ro c e d im e n to , a fim de que as q u e stõ e s re fe re n te s ao assunto fôssem e q u a cio n a d a s e s o lu c io n a d a s em bases c o n cre ta s.

É sa b id o que a fo rm u la ç ã o ou revisão da p o lític a de pessoal de um a em prêsa de g ra n d e e n ve rg a d u ra — qual o Estado — depende, p re p o n ­ de rantem e nte, d a e x is tê n c ia de c o n tro le s e a ssentam en tos de e le m e n to s b á sico s da v id a fu n c io n a l de seus se rvid o re s, e de fa to s ou atos a e la ügados.

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V isando a o b te r esses elem entos, c o n d icio n a n te s do c o n h e cim e n to g lo b a liza d o dos se rvid o re s civis, quer na a d m in istra çã o d ire ta q u e r na indireta, fo i p ro p o sta ao G ovêrno a in s titu iç ã o de um cadastro perm anente te n d o s id n h a iy a H n a rp c n o iiA ^ ^ a ^ iiia r ie n ie , C A D A S T R O Resultados Preliminares Quantos somos ? Até 1968: Em 30/6/69: 735.118 0 que somos ? Até 1968: Em 30/6/69: somos 452.911 estatutários 1.657 temporários especialistas 15.374 temporários 5.951 de obras _ ' 189.943 CLT (prazo indeterminado) 9.049 CLT (prazo determinado) 59.550 pagos por recibo

683 assessoramento superior V) Descentralização para baixo

(Implantação dos princípios de Organização)

aue o S p rv im P nM, ™ 7 11 « ^ m o — levantam en to n u m é rico — revelou que o S erviço P u b lico tem um to ta l de 735.11 8 servidores, assim d is trib u

í-452.911 15.374 1 .6 5 7 5.951 189.943 9 .0 4 9 59.550 683

em regim e e sta tu tá rio ; te m p o rá rio s;

e sp e cia lista s te m p o rá rio s ; de obras;

CLT (prazo in d e te rm in a d o ); CLT (prazo d e te rm in a d o );

co la b o ra d o re s pagos m e d ia n te recibo- assessoram ento s u p e rio r

CARGOS ESTATUTÁRIOS e xiste n te s ... o cu p a d o s (cadastro) ! ! ; ] ; ; ; ; " ' 4 5 2 91 ] Vagos ... E nquadrados 687.021 452 .911 234.1 1 0 631..420 55..601 687.021

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A m e to d o lo g ia u tiliz a d a é a da co m p u ta çã o e le trô n ic a , em con vê n io com o SERPRO, e o tra b a lh o , c o n q u a n to d e n o m in a d o de ca d a stro , c o n s ti­ tu irá — m ais do que isso — um re g is tro in te g ra d o e m u ltirre la c io n a d o dos e le m e n to s e sse n cia is ao e x e rc íc io de tô d a s as fu n ç õ e s de a d m in is ­ tração de pessoal.

A tualm ente , cu id a -se de e sta b e le ce r a e s tru tu ra do sistem a, a c o ­ m unicação ou in te rc o m u n ic a ç ã o entre as suas dive rsa s peças, o c o n tro le dos atos, a in stru m e n ta çã o a ser u tiliz a d a e os e le m e n to s a serem fo rn e ­ cidos.

Com base nesses elem entos, serão a n a lisa d o s: a s itu a çã o atual dos q u a d ro s fu n c io n a is , os regim es ju ríd ic o s e a p o lític a sa la ria l vig e n te , para que se possa tra ç a r a lin h a de ação a ser adotada, no s e n tid o da c o rre ç ã o de d is to rç õ e s , q u e r em m a té ria de lota çã o , q u e r em m a té ria de re trib u iç ã o .

Os p rin c íp io s que d ita ra m a d e s c e n tra liz a ç ã o exó g e n a — a q uela que se p ro je ta para fo ra — p re va le ce ra m tam bém para a d e s c e n tra liza çã o endógena, in te rio r, m e d ia n te inúm eras d e le g a çõ e s de c o m p e tê n c ia aos d ire to re s dos ó rg ã o s c o m p o n e n te s e vin c u la d o s . R eservou-se à a lta d ire ç ã o o papel que lhe c o n fe re a C iê n c ia da A d m in is tra ç ã o : pla n e ja r, pro g ra m a r, com andar, s u p e rvisio n a r, c o o rd e n a r, d e c id in d o ca s u is tic a m e n te apenas as questõe s co n tro ve rsa s.

O ê xito dêsse p ro c e d im e n to levou à sua adoção co m o filo s o fia , a g o ra co n s u b s ta n c ia d a no re ce n te D e cre to n<? 6 6 .2 2 2 , de 17 de fe v e re iro de 1970, pelo qual o DASP se s itu a na sua exa ta p o siçã o de ó rg ã o de gestão n o r­ m ativa, c o o rd e n a d o ra e c o n tro la d o ra , lib e ra d o de a tiv id a d e s m eram ente e xe cu tiva s e in c u m b id o , em c o n tra p a rtid a , de p ro d u z ir in s tru m e n to s de tra b a lh o e s o lu çõ e s para os p ro b le m a s a d m in is tra tiv o s .

A tra n s fe rê n c ia da gestão e x e c u tiv a p a ra os ó rg ã o s de pessoal m i­ n is te ria is e a u tá rq u ic o s , a par de lhes re fo rç a r a a u to rid a d e d e c is ó ria , p e rm ite -lh e s re s o lv e r e fica zm e n te , com ple n o co n h e c im e n to de causa, os assuntos que lhes estão afetos.

O nôvo DASP co m p õ e -se de c in c o C o o rd e n a çõ e s e de um C e ntro de D o cu m e n ta çã o e In fo rm á tica , além do C e ntro de A p e rfe iç o a m e n to , ó r­ gão que lhe é v in c u la d o .

Com essa e s tru tu ra s im p le s de su p e rfície , m as a lta m e n te fu n c io n a l, o D epa rta m e n to tem c o n d iç õ e s de, a d a p ta n d o -se às n e ce ssid a d e s dos p ro g ra m a s em ergente s, a te n d e r ple n a e o p o rtu n a m e n te à A d m in is tra ç ã o , através da c ria ç ã o de G ru p o s-ta re fa s no â m b ito das C oo rd e n a çõ e s, com fin a lid a d e e d u ra çã o d ire ta m e n te v in c u la d o s a p ro je to s e s p e cífico s.

O v e rd a d e iro s e n tid o dessa nova filo s o fia é o de a te n d e r a im p e ra ­ tivo c o n s o lid a d o r dos novos p rin c íp io s té c n ic o s de o rg a n iza çã o .

C uidou-se, so b re tu d o , de im p la n ta r e m a n te r um o rg a n is m o a d m i­ n is tra tiv o de a lta o p e ra c io n a lid a d e e e fic á c ia .

C o m p le m e n ta n d o a nova e s tru tu ra do DASP, será in s titu c io n a liz a d o o S istem a de P essoal, a fim de que tô d a s as u n id a d e s que lid a m com os recursos hum anos fu n c io n e m h a rm ô n ica m e n te , m e d ia n te d e s c e n tra liz a ç ã o

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P R E S ID Ê N C IA DA R E P Ú B U C A D A S P - OR GA NOGRAMA < 01 LlJ O cc o UJ o: UJ o zo *- u. 2 CE 3 < JO 10 ><o •2.-* qOuj 0< O J O O 3 0-0 -J>-J O^m V -Ui o Q *< UJ Q </> cc 20 O O O o 2 ^ O o o < L _ ; UJ to o o o o •< *— tO u . D E U I o o ' < O z < < UJ tO 2 z < < > o o i r (r . a o o U I UJ p o 5 o O § • < U I IU > _ J te UJ t f o to < UJ o CO o ' < o . o < o o o cr «< u . < tO V) o to > < UJ - I o o o ÜJ O o y U J O ^ '< "5 tO UJ > § — ÜJ u i O CC Q - í2 > z K I U J Q V) < 10 w < - - < UJ UJ O CC. c o n v e n ç õ e s : S U B O R D IN A Ç Ã O

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dasp

departamento administrativo do pessoal civil

CONVENÇÃO: vmcuLAçioCONSULTIVO

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da e xe cu çã o e sob a o rie n ta ç ã o n o rm a tiva do órgão ce n tra l. Dêsse m odo, os p ro g ra m a s se d esenvo lverão u n ifo rm e e a ce lerada m ente, sem d e sp e r­ d ício de te m p o e, tam bém , dos d in h e iro s p ú b lico s.

Os re su lta d o s p ro m isso re s dessa p o lític a levaram o DASP ao e sta ­ b e le cim e n to de um extenso plano de tra b a lh o para o q u a d riê n io 1970/1973, visando, em síntese,

— à v a lo riz a ç ã o da fu nção e do s e rv id o r p ú b lic o e — ao in cre m e n to da p ro d u tiv id a d e .

Para a c o n s e c u ç ã o dêsses o b je tiv o s fo ra m e sta b e le c id a s as seguinte s

DIRETRIZES ESPECÍFICAS:

I — Form ação q u a lita tiv a e q u a n tita tiv a dos q u a d ro s d irig e n te s da A d m in is tra ç ã o C ivil.

II — R e trib u içã o com em basam en to nas re s p o n s a b ilid a d e s e nas q u a lific a ç õ e s e x ig id a s para o desem penho dos cargos. III — R evigoram en to e d isse m in a çã o do S istem a do M é rito na c o n ­

q u is ta das p o s içõ e s e c a rg o s p ú b lico s.

IV — E sta b e le cim e n to do m ecanism o fu n c io n a l do m andam ento in s titu c io n a l e c o n s titu c io n a l da p a rid a d e de v e n c im e n to s nos T rês P odêres.

V — E stru tu ra çã o e im p la n ta çã o do S iste m a de Pessoal C ivil. VI — R e d is trib u iç ã o de pessoal e xceden te.

VII — D im e n sio n a m e n to e fix a ç ã o de lo ta çõ e s das un id a d e s a d m i­ n is tra tiv a s govern a m e n ta is.

VIII — Im p la n ta çã o do S istem a de C a dastro dos S e rv id o re s P ú b lico s. IX — A m p lia ç ã o da a u to rid a d e o p e ra c io n a l e d e c is ó ria dos ó rg ã o s

in te g ra n te s do S iste m a de Pessoal.

Para o c u m p rim e n to g ra d a tiv o dessas d ire triz e s , o G ovêrno, através do DASP, p ro m o ve rá — e a lgum as já fo ra m até m a te ria liz a d a s — as se­ g u in te s

M edidas Administrativas:

I — Revisão e a tu a liza çã o do “ E statuto dos F u n c io n á rio s C ivis da U n iã o ” , p a ra ad e q u á -lo ao c o n te x to legal e so cia l (m e d id a já em fase fin a l).

II — R e organiza ção, em p ro fu n d id a d e , do ó rg ã o c e n tra l do S istem a de Pessoal (DASP), a fim de p o s s ib ilita r-lh e ação c o m p a tíve l com sua fin a lid a d e (m e d id a já em cu rso ).

III — F ixação de d ire triz e s para a e la b o ra ç ã o de um nôvo “ Plano de C la s s ific a ç ã o de C arg o s e E m p re g o s” , c o n s id e ra d o m e­ d id a im p e ra tiv a para e q u a c io n a r re a lis tic a m e n te um a s itu a çã o c a d a d ia m ais tu m u ltu a d a , e, p o r isso m esm o, c a d a vez m ais d ifíc il de se r c o rrig id a (m e d id a já c o n c lu íd a ).

IV — E la b o ra çã o de um “ Plano de R e trib u iç ã o ” , com v is ta s a o rd e ­ nar a p o lític a sa la ria l, a ju s ta n d o a aos co m a n d o s c o n s titu c io

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-P L A N O DE

1 ■ Valorização da função pública. 2 ■ Incremento da produtividade. 3 • Formação q u a lita tiv a e quantitativa

dos quadros dirigentes.

4 ■ R e trib u iç ã o com embasamento nas responsabilidades e nas qualificações exigidas para os cargos.

5 • Revigoram entoou d isse m ina çã o do S istem a de M é rito .

6 ■ P arid a d e de vencim ento.

7 ■ E strutura e Implantação do S istem a

de Pessoal Civil.

8 • R ed istribuição de pessoal excedente. 9 ■ Dimensionamentoe fixação de lotações. 10 Implantação do Sistema de Cadastro.

11 Ampliação da autoridade operacional e

decisória dos dirigentes de drgâos inte grantes do Sistema

12 Instituição do Contencioso Administrativo

D A S P T R A B A L H O PARA 1 9 7 0 /1 9 7 3 D I R E T R I Z E S r u N D A M E N T A I S M E D I D A S A D M I N I S T R A T I V A S

1 ■ Revisão e atu a liza ção do Estatuto. 2 ■ Reorganização do órgã o c e n tra l do

Sistem a. —

3 • Fixação de d ire triz e s p a ra o Nôvo Plano de Classificação de C arg o s e Empregos.

Elaboração de um Plano de Retribuição Levantamento sistemático da carga de tra b a lh o das unidades administrativas e fixação das lotações correspondentes. Organização do Sistema de Pessoal. Realização de um Plano Técnico-pedagó gico para orientação na formação e no

treinamento de pessoal pera ch efia e

assessoramento

8 Consolidação da legislação de pessoal

vigente.

9 Im plantação do Cadastro Permanente.

10 Elaboração de ante-projeto de lei dispon

do sobre a criação do Contencioso Adm l nistrativo

VI

^ S S S n to r^ 01"410 deSÍ9Ua,dadeS 6 distorÇões

\ S £ ^ m £ £ T * > ,da c a rg a de tr a b a lh 0 das d ife re n te s tes e ln s t if u ir á n h S’ açã° de lota<?ões c o rre sp o n d e n -

S norm as para ab so rçã o de pessoal c o n s i- de , o m a a c o n ,e r 0 ln9res" °

a-n 'Z~Ç ã0 do “ S istem a de P e sso a l” , situ a n d o -se os d ive r-c io n a í9reC| L ^ l|nÍStratiVOS qUe ° c o m Põem em c o n ju n to fu n ­ cio n a i, re la cio n a i e co m u n ic a c io n a l

V " ~ T é c n ic o P e d a g ó g ic o ” para o rie n ta -L e r c í c io de S m o -L i rem am ent0 de pessoal d e stin a d o ao e x e rc íc io de cargos de d ire çã o e c h e fia ou tra b a lh o s dp a ^ p c

SOI-emento superior (estudos em andamento)

II C o n so lid a çã o da le g isla çã o de pessoal vig e n te .

(em^reaMzação).1 CadaStr° Perma" e" te * » Servidores Civis”

As d &

s , £ a e ^ ^ ^

?°™ . - assinalou,

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Êstes enfo q u e s que fize m o s dizem de fo rm a sum ária, mas e x p re s s i­ vam ente o b je tiva , do que foi o DASP no tempo e do que é o DASP do

nosso tempo: O DASP em nôvo tem po instituição concebida em moldes m o­ dernos, que desejamos todos seja bem equipada para funcionar como peça de significativo relêvo no honrado e atuante Govêrno do Presidente Emílio Garrastazu Médici. E é do conhecimento geral que Sua Excelência está vivamente interessado em estabelecer uma política de pessoa! hu­ mana, justa e responsável, objetivando, com isso, elevar concomitante- mente o nível de vida do servidor e o padrão de eficiência dos serviços públicos.

T em os p e la fre n te , jrre cu sà ve lm e n te , um a ta re fa d esm edida . A re­

forma do que aí está, com anos e anos de hiato tecnológico, desafia certa-; mente a nossa capacidade, mas desafia, sobretudo, o nosso espírito cívico.

Aceitamos destemidamente e com tranqüilidade o desafio que nos faz o Brasil Grande. Bem p o n d e ra d a a la titu d e dos d esafios, en te n d e m o s

que não nos s e ria líc ito , no que nos d iz re sp e ito , fu g ir ao d e sa fio que a G rande A d m in is tra ç ã o de P essoal m odern a m e n te nos la n ça de m odo per­ m anente e co n tín u o .

Estejam certos os funcionários que a Revolução de 64 não está m e­ nos convencida que a de 30 de que a Reforma do Serviço Civil com ai dignificação do servidor público e a adoção de novos métodos e processos de trabalho condiciona o futuro dêste País. Com uma diferença: é que a Revolução de 64 vai realizar essa reforma, ou melhor, já começou a reali­ zá-la.

Ò DASP a presenta -se novam ente co m o re fo rm is ta p io n e iro .

Os p rin c íp io s s a lu ta re s que o G ovêrno d e c id iu im p la n ta r na A d m in is ­ tra çã o P ú b lic a estão e n tre nós em fra n c a e e fe tiv a a p lic a ç ã o , p o is e n te n ­ dem os que a nós com pete dar o exemplo. E não vamos perder essa lide­

rança; o que vamos é dar ao Govêrno os instrumentos de ação rápida de que êíe necessita para a consecução dos seus objetivos.

E stam os fa ze n d o essa re fo rm a co m o deve se r fe ita , isto é, re fo rm a n ­ d o -n o s a nós m esm os em p rim e iro lugar. E c a d a d ire to r, c a d a chefe, c a d a fu n c io n á rio que fa ç a co m o nós: re fo rm e -se a si m esm o p a ra p o d e r re fo r­ m ar o c o n ju n to .

Em condições bem melhores que aquelas em que o recebemos é como vamos entregar êste País aos jovens que o esperam para conduzi-lo ao futuro, a um futuro digno da sua grandeza.

F in a lizo esta p a le s tra a firm a n d o -lh e s c o n v ic ta m e n te que o DASP tam ­

bém estará presente ao ansiado encontro do Brasil com o seu grande Destino.

Referências

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