MONITORIZAÇÃO DA POLUIÇÃO MANUAL DE TREINAMENTO
POL /2016/01
JUNHO 2017
Versão de relatório e controle de qualidade:
Data Relatório e revisão n° Criado Revisão Aprovado para
publicação 18/04/2017 LT-411_Objectivo 6 - V1 Raissa Philibert e
Laura Weston Sue Lane Robin Carter
15/06/2017 LT-411_Objectivo 6 - V2 Laura Weston Robin Carter, Sue
Lane, Raissa Philibert
Robin Carter
Reconhecimento
Este projeto relativo ao programa de gestão sobre o ecossistema para a Convenção da Corrente de Benguela tem sido possível pelo generoso apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros da República da Noruega.
Aviso Legal
Quaisquer opiniões, conclusões, ou recomendações expressas neste relatório são dos
autores e não refletem as opiniões Convenção da Corrente de Benguela e / ou Ministério
dos Negócios Estrangeiros da República da Noruega.
1.
SOBRE A LWANDLE
A Lwandle Tecnologias (Pty) Ltd contratados pela Convenção da Corrente de Benguela (BCC) para [fornecer a natureza do contrato e trabalho]
A Lwandle tomou todas as medidas necessárias para recolher os dados e informações necessárias para traçar os resultados, conclusões e recomendações contidas no presente relatório. As conclusões e recomendações contidas neste documento são baseados em dados e informações disponíveis no momento.
Quaisquer opiniões, resultados, conclusões ou recomendações expressas neste relatório são pertinentes dos autores e não refletem os pontos de vista da Convenção da Corrente de Benguela.
Autores: Raissa Philibert*, Laura Weston*, Sue Lane, Robin Carter, Kate Dodds, Diandra Kuyler, Lisa Holton
* Igual contribuição.
A empresa de Tecnologias Lwandle (Pty) Ltd é uma companhia com direito de propriedade negra à 57%, é uma companhia BB-BEE lançada no dia 1 de Novembro de 2003. Ela reúne uma equipa de gestão com mais de cinquenta anos de experiência no campo da oceanografia física, ecologia marinha, biologia marinha e a biogeoquímica.
o A Lwandle possui a certificação ISO 9001 dos sistemas SGS sistemas e certificação para serviços profissionais, isto garante o compromisso da Lwandle em fornecer o mais alto nível de serviços de satisfação ao cliente com um sistema eficaz que passa os rigores de uma auditoria externa e independente.
o A Lwandle Fornece capacidades multifacetadas e serviços que incluem medidas físicas de oceanos, água marinha/ sedimento estuarino de avaliações da qualidade, marinha/ costeira ecológica e pesquisa biológica e de medidas, o desenvolvimento da aquicultura marinha e costeira, hidrografia inquéritos, monitoramento marinho ambiental e prestação de estudos especializados nessas disciplinas para o meio marinho e costeiro Avaliações de Impacto Ambiental e Planos de Gestão.
o A Lwandle também está envolvida na venda e manutenção de instrumentação oceanográfica e tem pessoal técnico treinado para auxiliar os clientes em todos os aspectos de instrumentação marítima e aplicações.
o Com acesso aos mais recentes equipamentos de última geração e utilização de procedimentos de avaliação ambiental aprovada, a Lwandle fornece soluções profissionais e econômicas em resposta às necessidades dos clientes.
A nossa missão é trabalhar juntos a fim de aplicar adequadamente metodologias cientificas na deteção de oportunidades no ambiente marinho de forma responsável. Aplicamos metodologias
cientificas de maneira rigorosa, e construímos sobre a excelência de trabalhos de outros e nunca tomamos a via fácil. Estamos continuamente curiosos de explorar o ambiente e procuramos de maneira esforçada encontrar os melhores métodos para desempenhar a nossa atividade.
RESUMO EXECUTIVO
A Convenção da Corrente de Benguela (BCC) é uma comissão intergovernamental estabelecida entre Angola, Namíbia e a África do Sul de modos a gerir recursos transfronteiriços do Grande Ecossistema Marinho da Corrente de Benguela (BCLME). A gestão eficaz da poluição marinha é, portanto, necessária para evitar a degradação dos ecossistemas costeiros e offshore uma vez que esta preocupação é crescente. O objetivo do presente projeto é de apoiar os Estados-Membros (Angola, Namíbia e África do Sul) na configuração de programas de monitorização e desenvolver medidas de mitigação e procedimentos para prevenção e redução da poluição.
Em todos os três Estados-membros, existe um elevado nível de consciência sobre a poluição marinha e a necessidade de monitorização da poluição atmosférica. No entanto, durante todo o processo do compromisso das partes interessadas, as lacunas em termos de capacidade, a disponibilidade de equipamento e financiamento foram salientadas. Ao abordar estas questões, um workshop de treinamento foi planeado para fornecer uma visão geral da proposta de planos de monitorização relativos a cada um dos hotspots identificados, e para prestar aconselhamento/treinamento para as partes interessadas que será incumbido na implementação da monitorização. A finalidade desta componente é de completar a formação prevista para os técnicos de monitorização dentro de instituições nacionais/locais, capacidade de construir e garantir a sustentabilidade e a implementação de programas de monitorização para além deste projeto.
A informação aqui apresentada fornece um resumo do plano de monitorização proposto e uma visão geral das técnicas de amostra e de análise a ser usado na Fase 1 de monitorização do Hotspt de poluição no BCLME. Os procedimentos de amostra e o equipamento necessários para os sedimentos, comunidade bentónicas, tecido biológico e amostra de plástico são detalhados, bem como o laboratório e análises de dados para cada um dos indicadores prescritos. É previsível que hotspots diferentes têm diferentes restrições em termos do acesso aos recursos e assim os requisitos mínimos para a implementação bem-sucedida da fase 1 de monitoramento, em termos de equipamento de amostra, são apresentadas. As considerações de amostra como preparação do equipamento, recolha de amostras, de conservação e de armazenagem e os procedimentos de controlo da qualidade são também abordados. Leitura adicional e investigação sobre a aplicação da monitorização de cada hotspot pode ser necessário, sugestões para leitura continua é fornecido.
Conteúdo
Sobre a LWANDLE...I Resumo executivo...I
1 Introdução...5
1.1 Contexto do Projeto ...5
1.2 O escopo de trabalho e abordagem...6
1.3 Estrutura do relatório...7
2 RESUMO DO PROJECTO DE PLANO DE MONITORIZAÇÃO...7
2.1 Monitorização da fase 1...9
2.2 Monitorização da fase 2...10
2.3 Gestão de dados e elaboração de relatórios...11
3 TÉCNICAS DE AMOSTRA E ANÁLISE...11
3.1 Amostras de Sedimentos...11
3.1.1 Método de amostra...11
3.1.2 Equipamento...13
3.1.3 Exemplo de folha de dados...14
3.1.4 Cadeia de Formulário de custódia...15
3.1.5 Laboratório e análises de dados por indicador...16
3.2 Amostra de comunidade bentónica ...19
3.2.1 Método de amostra...19
3.2.2 Equipamento...20
3.2.3 Laboratório e análises de dados...21
3.3 Amostras de tecido biológico...22
3.3.1 Método de amostra...22
3.3.2 Equipamento...23
3.3.3 Exemplo de folha de dados...24
3.3.4 Laboratório e análises de dados...25
3.4 Monitoramento de matéria plástica...25
3.4.1 Método de amostra...25
3.4.2 Equipamento...26
3.4.3 Exemplo de folha de dados...27
3.4.4 Laboratório e análises de dados...28
3.5 Considerações de amostra...29
3.6 Leitura adicional...29
4 Conclusão...30
5 Referências...31
Figuras
Figura 2.1: Esquema mostrando a abordagem faseada proposta para a monitorização da poluição atmosférica e a interação entre a fase 1 e fase 2 dentro de um hotspot de poluição
identificada...8
Tabelas
Tabela 2.1: Os vários indicadores identificados para a Fase 1 de monitorização da poluição atmosférica (Lwandle 2017 b), incluindo compartimento de medidas e métodos de recolha e análise...9 Tabela 3.1: Exemplo de categorias do lixo marinho que podem ser usados na monitorização de
lixo marinho em praias dentro de hotspots de poluição no BCLME...28
1 INTRODUÇÃO
1.1 CONTEXTO DO P ROJECTO
A Convenção da Corrente de Benguela (BCC) é uma comissão intergovernamental estabe-lecida entre Angola, Namíbia e a África do Sul para gerir os recursos transfronteiriços do Grande Ecossistema Marinho da Corrente de Benguela (BCLME). Incluindo as costas e zonas económicas exclusivas (ZEE) dos três países que se estende a partir de Port Elizabeth na África do Sul para Cabinda em Angola. Em 2014, os Estados membros da BCC adota-ram um Programa de Ação Estratégico (SAP) de cinco (5) anos para lutar contra as ameaças ambientais na região do BCLME para sua implementação entre 2015 e 2019. A poluição é considerada uma dessas ameaças e forma uma das oito áreas temáticas do SAP. A Poluição marinha na zona do BCLME encontra-se a aumentar devido à expansão da zona costeira de urbanização, expandindo o transporte marítimo e a perfuração offshore e as atividades de exploração mineira. A deterioração da qualidade das águas costeiras; poluição da bacia hi-drográficas do rio;
descargas de efluentes em estuários; potencial derramamentos de óleo; lixo marinho; a poluição sonora e as emissões de gases com efeito de estufa são identifica-dos como os principais problemas de poluição marinha. Para ajudar a controlar e gerir esta poluição, medidas cientificas de monitorização ambiental são necessárias.
Para alcançar este objetivo a BCC contratou a Lwandle Tecnologias (Pty) Ltd (Lwandle) para identificar e ajudar no desenvolvimento de planos de monitorização da poluição atmosférica em locais de
"hotspot" dentro das águas costeiras do BCLME. O objectivo do presente projecto é apoiar os Estados- Membros (Angola, Namíbia e África do Sul) na configuração de programas de monitorização e desenvolver medidas de mitigação e procedimentos para prevenção e redução da poluição.
1.2 O ESCOPO DO TRABALHO E ABORDAGEM
O escopo de trabalho definidos pela BCC requer que a companhia Lwandle realize as seguintes tarefas:
o Conduta de inquéritos preliminares para definir as áreas de "hotspots";
o Avaliar as necessidades de instituições nacionais/locais sobre o controlo de poluentes;
o Em consulta com as partes interessadas, a conceção de programas de monitorização para poluentes provenientes de fontes terrestres e a partir de navios;
o Fazer recomendações sobre a implementação de cada programa de vigilância;
o Adquirir material de laboratório necessário para os programas de monitorização;
o Facilitar a integração dos programas de monitorização para a política nacional de cada país de modos a garantir a sustentabilidade para além deste projeto;
o Fornecer as competências necessárias aos técnicos de monitorização no âmbito nacional /instituições locais a fim de aumentar a capacidade e assegurar a sustentabilidade e a implementação de programas de monitorização para além deste projeto.
A Lwandle apresentou já cinco entregáveis de projectos para a BCC, abordando os pontos detalhados acima:
o Entregável de projecto 1 (Lwandle 2016) envolveu a identificação e descrição dos pontos de poluição dentro de cada um dos Estados-membros. A mesma foi baseada na contaminação microbiológica, alta suspensão de sólidos, poluição química, eutrofização e lixo marinho.
o Entregável de projecto 2 (Lwandle 2017 a) previsto a avaliação das necessidades de monitorização da poluição em cada hotspot é identificado. Realizado através de uma identificação inicial de indicadores adequados que representam cada uma das categorias acima referidas, da poluição e os seus limites. Para além deste, eventuais sobreposições entre os programas actuais de controlo dentro de cada hotspot e necessidades de monitorização identificadas e lacunas resultante foram salientadas.
o Entregável de projecto 3 (Lwandle 2017 b) constrói sobre a monitorização das necessidades identificadas no Lwandle (2017 a), e propõe um plano de monitorização para ser implementado dentro de cada hotspot. Convém notar que o documento listado como Lwandle (2017 b) é referido como o projecto de plano de monitorização, com empenho das partes interessadas, é previsível que alterações ao plano poderão ser feita.
o Entregável de projecto 4 (Lwandle 2017 c) fornece recomendações sobre a integração do plano de monitorização proposto para a poluição existente, actividades de monitorização de cada Estado-membro dentro de cada hotspot. Ele detalha também recomendações sobre a revisão integrativa do trabalho que precisa ser feito pela BCC para assegurar a viabilidade e sustentabilidade da proposta de programa de monitorização da poluição além do escopo de trabalho acima descrito.
o Para resolver a questão nos termos do ponto 7 supracitado, um workshop de treinamento foi organizado entre 22-24 Maio 2017, para fornecer uma visão geral da proposta de planos de monitorização relativos a cada um dos hotspots identificados, e para prestar aconselhamento/treinamento para as partes interessadas que será incumbida na implementação da monitorização. Entregável de projecto 5 forneceu uma visão geral do workshop bem como uma tentativa de cronograma.
Este relatório (Entregável de projecto 6) complementa o conteúdo apresentado no workshop de apoia o ponto 7 supracitado e fornece um manual de treinamento para ajudar na execução do plano de monitorização. O mesmo fornece uma visão geral das metodologias de amostra e técnicas de análise para ser usado. Esta informação foi discutida em pormenor no workshop, e é reiterado no presente relatório.
1.1 E STRUTURA DO RELATÓRIO
A informação aqui apresentada foi discutida detalhadamente durante o workshop realizado entre 22 e 24 de Maio 2017. Este relatório reitera o que foi apresentado no workshop e inclui um valioso contributo dos participantes. O relatório é compilado como segue:
o Um resumo do plano de monitorização proposto; e
o Uma visão geral das técnicas de amostragem e de análise a ser usado na Fase 1 de monitorização.
2 Um resumo do projecto de plano de monitorização
O projecto de plano de monitorização detalhada no Lwandle (2017 b), propõe um quadro de monitorização genérico desenvolvido usando a estrutura de abordagem de referência (Garel et al.
2014). Este é deve ser aplicado a todos hotspots. Ele constrói sobre a monitorização das necessidades identificadas dentro de cada hotspot de poluição, descrito no Lwandle (2016) e (2017a) e fornece um princípio geral para o projeto de uma pesquisa para monitorização da poluição dentro de cada um dos 18 hotspots.
Uma abordagem em duas fases para o monitoramento é prescrita. Com ambas as fases, gestão de dados e relatórios adequados são necessários. Um esquema da abordagem faseada para o monitoramento é fornecido pela Figura 2 .1.
Figura 2.1: Esquema mostrando a proposta de abordagem gradual para a monitorização da poluição atmosférica e a interação entre a fase 1 e fase 2 dentro de um hotspot de poluição identificado.
2.1 M ONITORIZAÇÃO DA FASE 1
O monitoramento da fase 1 é para ser implementado em todos os hotspots, é de característica descritiva em natureza, apenas com indicadores chave que estão sendo monitorado em alguns pequenos sites (locais). O objetivo da fase 1 do monitoramento é de fornecer a linha de base (baseline) de informações sobre o estado geral da poluição geral de um hotspot, que pode ser monitorado ao longo do tempo. Esta fase de monitorização visa fornecer dados que irão mostrar se a poluição faz-se presente dentro de um hotspot, se limiares definidos para cada indicador estão ultrapassados e se a poluição está tendo um efeito ecológico sobre os receptores no ambiente circundante.
A Fase 1 de monitorização deve ser realizada numa base anual dentro de um site selecionado em cada um dos hotspots para todos os indicadores (mostrado na Tabela 2 .1), com exceção do lixo de praia. Este último deve ser monitorado duas vezes por ano. A seleção do site depende de discussões realizadas com partes interessadas e estudos preliminares quando for necessário, todavia devem ser localizadas em áreas deposicional (no caso dos sedimentos locais) ou a jusante das fontes de poluição (no caso de tecido biológico locais de amostra). Os habitats sensíveis circundantes também precisam ser considerados na seleção de locais. No caso de haver habitats sensíveis nas proximidades de fontes de poluição mais de um local dentro do hotspot pode ser necessário.
Para a fase 1 do monitoramento, a seleção inicial de indicadores apresentados na Lwandle (2017 a) Foi refinado de modos a excluir a avaliação de certos contaminantes presentes na coluna de água. Devido à alta variabilidade natural em níveis de tais contaminantes e a consequente necessidade de amostra dentro de uma frequência alta (associada a custos altos e restritivos). Os indicadores de contaminantes dentro do sedimento e a estrutura da comunidade de bentónicas bem como a presença de plásticos nas praias são incluídas na Fase 1 do monitoramento. As avaliações de contaminantes dentro do tecido biológico são prescritos se haver ausência de sedimentos deposicional em áreas dentro do hotspot. Neste caso, tecido biológico de amostras pode ser empreendido no local de amostra de sedimentos.
Os indicadores da Fase 1 foram divididos em duas categorias: os indicadores de estado do sistema e os indicadores de poluição. indicadores de poluição mostram alterações que são diretamente atribuíveis aos estressores de poluição dentro de um hotspot e como tal, e é responsivo a resultados das acções de gestão (Shepard et al . 2015). Por outro lado, as mudanças no estado do sistema de indicadores não podem ser diretamente atribuíveis à poluição, todavia, pode fornecer informações complementares úteis sobre os indicadores de poluição e à variabilidade natural. Um resumo dos indicadores a serem medido durante a fase 1 de monitoramento é detalhado no Tabela 2 .1 Abaixo. Técnicas de amostra e de análise são abordadas na seção 3.
Tabela 2.1: os indicadores diversos identificados para a Fase 1 de monitorização da poluição atmosférica (Lwandle 2017 b), incluindo compartimento de medição e métodos de recolha e de análise.
Indicador Habitáculo Método e análise Indicadores de Sistema de estado
Tamanho de
partículas Os sedimentos o Amostras de sedimentos estão a ser recolhidos por uma pinça Van Veen ou similar;
o As amostras devem ser enviadas ao laboratório acreditado/laboratórios para análise química.
Partículas de matéria orgânica, partículas de carbono orgânico e partículas de azoto orgânico
Indicadores de poluição
Plásticos Praia o 50 m de extensão da praia perto de uma fonte de poluição deve ser selecionada
o Pesquisa de acúmulo diário de lixo marinho a ser feito ao longo de 50 m de extensão durante o período de duas semanas.
o Durante o período de duas semanas, recolher todos os plásticos > 2 cm na base diária.
o Lixo coletadas devem ser limpos e secos tanto quanto possível, antes do transporte para um laboratório para classificação e análise
Metais vestigiais, incluindo AVS e MEV
Sedimentos o Amostras de sedimentos estão a ser recolhidos por uma pinça Van Veen ou similar;
o As amostras devem ser enviadas ao laboratório acreditado/laboratórios para análise química.
Contaminantes orgânicos (pesticidas organoclorados, PCB)
Total de petróleo e de HAP
Alterações na comunidade bentónicos
Sedimentos;
macrofauna bentónica
o Amostras de sedimentos estão a ser recolhidos por uma pinça Van Veen ou similar;
o Os sedimentos devem ser lavados e peneirados retidos pela macrofauna para posterior identificação e análise.
Contaminantes (metais vestigiais e PCB) no tecido biológico de organismos sésseis
Sésseis e fauna submare e intermare
o Organismos indicadores são selecionado.
o Organismos vivos são raspados a partir de rochas na região entre marés de sites selecionados dentro de cada hotspot e enviados para laboratórios acreditados para depuração e análises químicas.
a)Deve ser realizado se existirem insuficientes áreas deposicional dentro de cada hotspots na obtenção de amostras de sedimentos
2.2 M ONITORIZAÇÃO DA FASE 2
O monitoramento da Fase 2 tem uma característica investigativa por natureza. Destina-se a ser aplicado após alguns anos da fase 1 do monitoramento como resultado da identificação da poluição significativa e tendências no aumento da poluição observadas (quando os limiares estipulados são ultrapassados e uma resposta de saúde ecológica seja identificada). O objetivo desta fase de monitoramento é de quantificar a extensão da poluição presente e associado a resposta de saúde ecológica. A fase 2 do monitoramento é destinado a ser extensa em comparação com a Fase 1 de monitoramento e o design de pesquisa é será decidido numa base
caso a caso, consoante as características ambientais do hotspot, as características do estressor /preocupação de poluição em consulta com as partes interessadas relevantes.
2.3 G ESTÃO DE DADOS E ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS
O monitoramento de ambas as Fases 1 e fase 2 exigem medidas adequadas de gestão de dados e relatório. O desenvolvimento da gestão de dados e sistema de controlo de qualidade é recomendado para garantir que os dados dos programas de monitorização (tanto para fase 1 e fase 2) em vários hotspots sejam credíveis e comparáveis. Um bom sistema de gestão de dados irá permitir analise adequada para estatísticas de dados necessário para decisões efetivas sobre medidas de controlo da poluição, bem como determinar se as estratégias de amostra fornecem amostras representativas ou se precisam de ser ajustadas. Um relatório anual descrevendo o estado de poluição de cada hotspot é recomendado. Os resultados destes relatórios serão utilizados para decidir a transição da monitorização da poluição atmosférica a partir da Fase 1 à Fase 2. Além disso, as decisões de gestão, podem ser baseadas nas informações proveniente destes relatórios.
Além disso, um sistema de gestão adequado de dados permitirá que os dados sejam compartilhados com as autoridades públicas em todos os três Estados-membros bem como com indivíduos que queiram utilizar os dados para outros fins (por exemplo, investigação). Estes mecanismos devem dar suporte a sustentabilidade do projeto.
3 Técnicas de amostragem e de análise
Nas seções a seguir, a visão geral dos procedimentos de amostra e equipamentos, bem como a amostra e análises de dados necessários, é fornecido para amostra de sedimentos, amostras de comunidades bentónicas, tecido biológico de amostra e a monitorização de plástico prescritos na Fase 1 do monitoramento.
3.1 A MOSTRAS DE S EDIMENTOS 3.1.1 Procedimento de Amostra
Os sedimentos acumulam contaminantes deste modo, a amostra de sedimentos dentro de um site em cada hotspot é proposto como um mínimo para a Fase 1 do monitoramento. As amostras devem ser obtidas numa base anual a partir de sítios selecionados dentro de áreas deposicional e dentro de habitats sensíveis dentro de cada hotspot. Cinco réplica de cada local deve ser obtida.
Existe variedade de equipamentos que podem ser utilizados para a amostra de sedimentos (UNEP/MAPA DE 2006). Estes variam em pinça, através de ferramentas sofisticada.
Pinças de agarrar sedimento, como “Van Veen grab” ou “day grab”, obtém amostras de
sedimentos superficiais e como tal, fornecem uma amostra para a avaliação dos actuais níveis de contaminantes nos sedimentos. Durante a coleta, estas pinças podem resultar em perturbações significativas para o sedimento alvo e assim homogeneizar a amostra. Este equipamento é adequado em cenários onde um sinal de contaminação conjunta é necessária. Por outro lado, ferramenta de recolha de dado “corer”, tais como “multicorer”, penetram o sedimento alvo de maneira profunda, e recolhem uma coluna de sedimentos subsuperficial. Estes tipos de amostra não perturbam o sedimento alvo tanto quanto a pinça “grab”, e pode oferecer uma avaliação dos níveis de contaminação no sedimento com profundidade. Normalmente, a ferramenta de recolha
“corer” é considerada mais credível do que a pinça “grab”, todavia são mais caros de comprar e podem aumentar o custo operacional da pesquisa.
O tipo de equipamento utilizado é dependente dos objetivos da monitorização e os indicadores de interesse (UNEP/MAPA DE 2006). Como mencionado anteriormente, o objetivo da fase 1 de monitorização da poluição atmosférica proposto neste projeto é de fornecer dados sobre o estado de poluição de um hotspot. A mesma serve para identificar se a poluição está presente ou não e os efeitos ecológico resultantes da presença da poluição. A obtenção de um sinal de contaminação em massa dos sedimentos em termos de metais vestígias e poluentes orgânicos por hotspot é suficiente para a Fase 1 de monitoramento.
A utilização mínima de uma pinça “grab”, é recomendada. A pinça Van Veen Grab é uma das mais utilizados amostras de pinça e é relativamente barata e simples de usar. Ela vem em uma variedade de tamanhos diferentes a menor pinça “Van Veen” para obtenção de amostras de sedimentos tem aproximadamente 5 kg. Estas podem ser implantados ao lado de um pequeno navio, reduzem o custo operacional da pesquisa. Todavia estas pinças não são recomendadas para utilização em águas profundas (> 20 m), onde a utilização de uma pinça “Van Veen grab “maior ou um “day grab” é recomendado. Uma ferramenta sofisticada de recolha de sedimentos “corer", tal como “multicorer”, pode ser usado se estiver disponível, no entanto não é prescrito como mínimo aqui.
O procedimento de amostra é o seguinte:
o A pinça “Van Veen grab” deve ser implantada pela mão (se possível) ao lado do navio.
Nos casos em que um maior grab seja usado, deve ser implantado usando o guincho do navio.
Os procedimentos de implantação de um “Van Veen grab” são detalhadas no Simpson e Batley (2016).
o A localização do GPS de implantação deve ser registrada.
o Após a obtenção o conteúdo deve ser esvaziado em um balde plástico limpo.
o Os conteúdos recolhidos devem então ser fotografados e as características físicas (cor, cheiro, textura e quaisquer outras observações) do sedimento devem ser anotadas.
o Alíquotas de amostra para cada indicador de sedimentos, incluindo o tamanho das partículas, devem ser obtidos a partir de um único conteúdo do “grab”. alíquotas para o PSA e metais vestigiais são armazenados e refrigeradas a temperatura de < 4°C para manter as amostras estáveis. Alíquotas de compostos orgânicos devem ser congelados. No caso de não haver
frigoríficos abordos, as amostras devem ser colocadas dentro de uma caixa com blocos de gelo e mantido fresco até o regresso em terra, onde devem ser imediatamente transportados para um frigorífico ou congelador para ser mantidos frios ou congelados.
o O tamanho das partículas de amostra deve ser colhido com uma concha de plástico e armazenados em um saco Ziploc selada (ou similar recipiente de plástico), e refrigerados.
o O tamanho das partículas de amostra deve ser colhido com uma concha de plástico e armazenados em um saco Ziploc selada (ou similar recipiente de plástico), e refrigerados.
o Todos os compostos orgânicos de amostras devem ser colhidos usando uma colher de metal e armazenadas em um recipiente de vidro selados com tampa de PTFE e congelados.
o Após a colheita, todas as alíquotas de amostra devem ser rotuladas de forma adequada, com etiquetas colocadas em ambos o exterior e no interior dos contentores. Os recipientes de amostra podem ser pré-etiquetados para aumentar a eficiência. As etiquetas devem incluir as seguintes informações:
o Nome do Hotspot
o Número/nome da amostra o Localização GPS
o Data de colheita
o Uma folha de registro da atividade de amostra (mostrado na seção 3.1.3) deve ser preenchido.
o Uma vez que todas as amostras estão coletadas, um formulário sobre cadeia de custódia (mostrado na seção 3.1.4 Abaixo) deve ser preenchido. Este formulário deve ser enviado com as amostras para o laboratório para análise.
3.1.2 Equipamento
Tendo em conta o que precede, o equipamento necessário para a amostra de sedimentos é o seguinte:
o Uma pinça “Van Veen grab” (ou similar). Uma ferramenta de recolha “corer" pode ser usada quando estiver disponível, todavia não é prescrito como requisito mínimo.
o A corda de utilização. Quando se utiliza uma pinça “Van Veen Grab” ou um “Day grab” um cabo de guincho pode ser necessário para a implantação.
o Pesos. Estes podem ser adicionados a pinça para aumentar a penetração dos sedimentos e pode ser especialmente útil no caso em que o volume de amostra insuficiente seja obtido devido a fortes correntes e sedimento compactado.
o Balde de amostra plástico. Deve ser usado para esvaziar o conteúdo colecionado após recolha.
É imperativo que este balde de amostra seja suficientemente limpo entre os devidos usos de da ferramenta de pinça.
o Colheres de plástico e de metal podem ser utilizadas para obter a réplica de amostra de sedimentos alíquotas. Uma concha de plástico deve ser usada para o PSA e vestígios metálicos
alíquotas, enquanto uma colher de metal é para ser usada para poluentes orgânicos e alíquotas orgânicas.
o Saco Ziploc (ou outro recipiente de amostra de plástico semelhante) deve ser usado para armazenar as amostras de alíquotas do tamanho de partículas e análises de vestígios metálicos.
o O recipiente de amostra de vidro com tampa de PTFE (ou outro recipiente de amostra de vidro semelhantes) deve ser usado para armazenar as amostras de alíquotas para orgânicos e poluentes orgânicos. Os recipientes de amostras devem ser lavados com ácido antes de serem usados.
o A caixa do resfriador e blocos de gelo, devem ser usados se não haver um refrigerador a bordo.
o Luvas pesadas para serviço devem ser usadas para armazenar amostras de alíquota.
o Luvas de nitrilo para ser usada durante a coleta de amostra alíquotas.
o GPS.
o Câmara.
o Etiquetas prova d'água.
o Folha de Dados de transferência, e artigos de papelaria.
3.1.3 Exemplo de folha de dados
Monitorização da poluição da BCC: Sedimentos e amostras bentónicas
Hotspot: Data: Tempo: Pesquisa nº: Navio:
ID do local: Posição do local A profundidade de água (m):
Latitude N/S Longitude E/W
Tempo: Vento: Altura da onda (m):
Amostra de equipamento utilizado (área de mordida, peso):
Tipo de sedimento:
Cor: Odor:
Observação de animais: N° amostras rejeitadas:
Observação de resíduos de óleo, etc: Vazio: Pedra: Aberto:
Replica de amostra
Grab Vol (cm):
Grab nº:
Foto: PSA (Ziploc)
POM, POC e PON (recipiente de vidro)
Metais vestigiais (Ziploc)
Contaminantes orgânicos (recipiente de vidro)
TPH e HAP (recipiente de vidro)
Bentos (recipiente de
plástico)
Observações
1 2 3 4 5 Observações:
Nome do classificador e instituição: Assinatura:
3.1.4 Formulário de cadeia custódia
O formulário de cadeia custódia deverá ser preenchido após cada viagem de amostra e enviado para cada laboratório responsável pela realização da analise de amostras. A ideia é prevenir a ocorrência de erros durante a entrega de amostra através da monitorização deste presente processo.
3.1.5
Laboratório e análises de dados por indicador
3.1.5.1 Indicadores de estado de sistema
Indicador Tamanho de partículas
Método de análise laboratorial
o As amostras devem ser enviadas para um laboratório acreditado para análise.
o A análise de sedimentos do tamanho das partículas pode ser feita por um certo número de diferentes métodos de peneira (por exemplo, sedimentação gravitacional, utilizando um densímetro ou pipeta estabelecendo a dimensão do laser). É importante que o método utilizado de forma adequada quantifique a fração de sedimentos mais finos (<
0,063 mm).
o Comparações inter-laboratorial usando os materiais de referência certificados devem ser realizados a fim de assegurar a comparabilidade em toda a região.
Limites N/A
Análise de dados
o Textura de sedimentos é classificada segundo Wentworth (1922) Como o barro (< 0,002 mm), silte (0,002 - 0,075 mm), areia (0,075 - 4,75 mm) e cascalho (> 4,75 mm).
o A mediana do tamanho das partículas (D50) por local também está a ser calculado.
o O tamanho das partículas de dados deve ser usado para contextualizar o a concentração de metais vestigiais bem como a comunidade bentónicas presentes nos hotspots relativos.
o Os dados devem ser de qualidade controlada e registrados dentro de um banco de dados centralizado
o Análises série de tempo deverão ser conduzidas.
Indicador As partículas de matéria orgânica (POM): partículas de carbono orgânico (POC) e partículas de azoto orgânico (PON)
Método de análise laboratorial
o As amostras devem ser enviadas para um laboratório acreditado para análise.
o As análises do POC podem ser feitas por análise elementar utilizando uma combustão de alta temperatura ou técnica de oxidação UV/persulfato com um detector independentes tais como “nondispersive infrared”
(infravermelho não dispersivo) (NDIR).
o As análises do PON podem ser feitas por análise elementar utilizando uma técnica de combustão com um detector independentes tal como a condutibilidade térmica ou por perda de massa.
o Comparações Inter-laboratoriais usando materiais de referência certificados devem ser realizados a fim de assegurar a comparabilidade em toda a região.
Limites N/A
Análise de dados
o A média do site deve ser estabelecido a partir de todas as cinco réplicas e comparados ao limiar. Em caso de excedência, recomendações para realização de mais estudos e ação de gestão será necessário.
o Os dados devem ser de qualidade controlada e registrados em um banco de dados centralizado
o análises de série de tempo deverão ser conduzidas.
3.1.5.2 Indicadores de poluição
Indicador Metais vestigiais Método de
análise laboratorial
o A análise de metais vestigiais é baseada nas diretrizes de qualidade do sedimento BCLME (BCLME & CSIR 2006) E a Convenção de Londres de 1972 (Omi 1972), E incluem: alumínio, antimónio, arsénio, berílio, cádmio, crómio, cobre, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, níquel, prata, estanho (como total-Sn), vanádio e zinco. Nota que o alumínio não tem um valor recomendado de diretriz e é usado
como um fator de normalização.
o As análises devem ser feitas por meio do método de Espectrómetro de absorção atómica (FAAS), método de Espectrómetro de absorção atómica com forno de grafite (GFAAS), método de espectrómetro de massa com plasma indutivo (ICP- MS), método de espectrómetro de emissão atómica com plasma de micro-ondas (MP - AES) ou com plasma indutivo (ou ótico) espectrofotómetro de emissão (ICP- AES).
o Cada um destes métodos tem diferentes limites de deteção. Os limites de deteção mais baixo são os mais efetivos, porém, os recursos disponíveis irão ditar quais métodos devem ser usados. Os limites de deteção dentre os mais baixos aos mais alta são: ICP-MS, GFAA, ICP-AES/ICP-OES, MP-AES, EAA.
o Comparações inter-laboratorial usando materiais de referência certificados devem ser realizados a fim de assegurar a comparabilidade em toda a região
Limites
A Diretriz de qualidade dos sedimentos (SQG) (mg/kg):
o Como: 7,24, Cd: 0,68, Cr:52,3, Cu:18,7; Pb: 30,2, Hg: 0,13, Ni: 15,9, Ag: 0,73; Sn (como Tributyltin-Sn): 0,005, Zn:124
Nível de efeito provável (PEL) (mg/kg):
o Como: 41,6, Cd: 4,21, Cr:160, Cu:108; Pb: 112, Hg: 0,7, Ni: 42,8, Ag: 1,77; Sn (como Tributyltin-Sn): 0,07, Zn:271
Análise de dados
o A média do site deve ser estabelecido a partir de todas as cinco réplicas e comparados ao limiar. Em caso de excedência, recomendações para realização de mais estudos e ação de gestão será necessário.
o Os dados devem ser de qualidade controlada e registrados em um banco de dados centralizado
o análises de série de tempo deverão ser conduzidas.
Indicador Contaminantes orgânicos - Pesticidas organoclorados e PCBS
Método de análise laboratorial
o As amostras devem ser enviadas para um laboratório acreditado para análise.
o Pode ser feito através de análises de Espectrometria de Gas-Chromatografia- de massa (GC-MS), que está disponível em ambas a Namíbia e a África do Sul.
o Outros métodos credenciados podem também ser utilizado.
o comparações inter-laboratorial usando materiais de referência certificados devem ser realizados a fim de assegurar a comparabilidade em toda a região
Limites Total de PCB:
SQG: 21,6 µg/kg (peso seco normalizado ao carbono orgânico de 1%),
PEL: 189 µg/kg (peso seco normalizado ao carbono orgânico de 1%).
Nenhum limite nas directrizes do BCLME para o total de pesticidas
organoclorados, mas limiares estão disponíveis para cada uma das pesticidas organoclorados. Orientações em µg/kg (peso seco normalizado ao carbono orgânico de 1%):
DDT : SQG - 3.89, PEL-51.7
Dieldrina : SQG: 0,72, PEL: 4.3
Análise de dados
o Durante o processamento de dados, uma média do local (com desvio padrão) é deve ser tomada a partir de todos as cinco réplicas e comparado com o limiar e linha de concentração normalizada ao carbono orgânico de 1%. Em caso de excedência, recomendações para a realização de mais estudos e/ou gestão de ação será necessário.
o Os dados devem ser de qualidade controlada e registrados em um banco de dados centralizado
o Análises de série de tempo deverão ser conduzidos.
Notas adicionais
o Todos os indicadores de sedimentos precisam ser obtidos a partir de uma pinça de amostra por cada local de replica. Os pesos podem ser adicionados a ferramenta de recolha pinça “grab” / “” corer para aumentar a eficiência se necessário.
o
Indicador TOTAL de hidrocarbonetos de petróleo (TPH) e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH)
Método de análise laboratorial
o As amostras devem ser enviadas para um laboratório acreditado para análise.
o Análises do total de petróleo pode ser feita através do método de
cromatografia em fase gasosa de um detector de ionização de chama (GC- FID) ou através de técnicas gravimétricas
o As análises para ambos TPH e HAP podem ser feitas através do método de cromatografia em fase gasosa com detecção por espectrometria de massa (GC-MS) ou vários outros métodos espectroscópicos como de infravermelho (IV), fluorescência, Raman e vis-espectrometria NIR, que estão entre os métodos usados com menos frequência. ((Okparanma & Mouazen 2013)
o Calibrações inter-laboratorial estão a ser realizadas para garantir a comparabilidade entre as análises.
Limites
o Sem diretrizes recomendadas para o total de petróleo nas orientações de qualidade dos sedimentos na BCLME
o As directrizes do Canadá e da China recomendam um total máximo de TPH de 500 mg/kg para a protecção da vida marinha (Zhou et al . 2014; PIRI 2012)
o Total de PAH:
o SQG: 1684 µg/kg (peso seco normalizado ao carbono orgânico de 1%),
o PEL: 16770 µg/kg (peso seco normalizado ao carbono
o PEL: 1442 µg/kg (peso seco normalizado ao carbono orgânico de 1%).
Análise de dados
o Uma média do local deve ser tomada a partir de todas as cinco replica e comparado com o limiar da concentração do carbono orgânico de 1%. Em caso de excedência, as recomendações para as medidas de gestão serão necessárias.
o Os dados devem ser de qualidade controlada e registrados em um banco de dados centralizado
o Análises de série de tempo deverão ser conduzidas
Notas adicionais
o Todos os indicadores de sedimentos precisam ser obtidos a partir de uma pinça de amostra por cada local de replica. Os pesos podem ser adicionados a ferramenta de recolha pinça “grab” / “” corer para aumentar a eficiência se necessário.
3.2 A MOSTRA DE COMUNIDADE BENTONICA
3.2.1 Método de amostra
Amostras bentónicas devem ser obtidas a partir de sedimentos coletados através após serem peneirados. As amostras de sedimentos são obtidas utilizando métodos e equipamentos descritos acima, uma vez que a amostra de diferentes alíquotas para análise química seja removida, se um volume suficiente for coletado (aproximadamente 5 - 6 L), os sedimentos restantes podem ser usados para obter organismos bentónicos. Como para o sedimento da monitorização da FASE 1, amostras bentónicas são coletadas numa base anual, com cinco amostras idênticas sendo coletados em pelo menos um site dentro de cada hotspot.
Existem vários dispositivos que podem ser utilizados para peneira de sedimentos o equipamento utilizado depende de recursos disponíveis. Recomenda-se que o dispositivo usado seja baseado na elutriação e usa as diferenças de densidade para separar as partículas. É importante observar que a pressão alta não pode seja utilizada para separar as partículas pois pode resultar em danos aos organismos dentro do sedimento, e isto os torna difíceis de identificar e classificar. Exemplos de dispositivos que podem ser utilizados para peneirar bentos incluem “autosiever Wilson” (auto peneira), uma tabela de elutriação, uma peneira-balde-de-mão (hand-held bucket sieve) ou uma
peneira-rede-mão (hand-held net sieve). É recomendável que uma peneira de tamanho 0,5 mm seja usado. No caso da peneira Wilson (autosiever) e tabela de elutriação, é sugerido que 3 mm adicional de peneira seja acumulado a cima da peneira de 0.5 mm para pré visualizar as amostras e a apressar o processo de peneira.
O procedimento de amostra é o seguinte:
o Após a extração das diferentes alíquotas de amostra para análise química, os restantes sedimentos devem ser lavados e acumulados em 3 mm e 0,5 mm de peneiras de aço inoxidável.
o A macrofauna bentónica retidas nas peneiras deve ser lavada e colocada em frascos de amostra, usando água do mar. Pinças podem ser necessárias para remover alguns dos organismos das peneiras.
o A amostra deve repousar por alguns minutos antes da água em excesso ser espremida. Uma camada de 1 - 2 cm de água deve ser deixado para cobrir a amostra.
o A amostra deve ser fixada numa solução ~4% de formaldeído neutralizado.
o Após a colheita, todas as amostras de bentos devem ser rotuladas de forma adequada, com etiquetas colocadas em ambos o exterior e interior dos contentores. Os recipientes de amostra devem ser pré-etiquetados para aumentar a eficiência. As etiquetas devem incluir as seguintes informações:
o Nome do Hotspot
o Número/nome da amostra o Localização GPS
o Data de colheita
o Uma folha de registro da atividade de amostra (mostrado na seção 3.1.3) deve ser preenchido.
o Uma vez que todas as amostras estão coletadas, um formulário sobre cadeia de custódia (mostrado na seção 3.1.4 Abaixo) deve ser preenchido. Este formulário deve ser enviado com as amostras para o laboratório para análise.
Tendo em conta os procedimentos acima e para além do equipamento necessário para a recolha de sedimentos, o equipamento necessário para a comunidade bentónicas de amostras através da peneira de sedimentos coletados são:
o Um dispositivo de elutriação. Isso inclui um “autosiever Wilson” (peneira Wilson), uma tabela de elutriação, uma peneira-balde-de-mão (hand-held bucket sieve) ou uma peneira-rede-mão (hand-held net sieve). O dispositivo utilizado dependerá dos recursos disponíveis, onde os dois primeiros dispositivos exigem um navio maior para as operações.
o Uma peneira de 0,5 mm. No caso do Wilson autosiever (peneira Wilson) e a tabela de elutriação, uma peneira adicional de 3 mm pode ser necessária.
o Uma fonte de água salgada. No caso do Wilson autosiever (peneira Wilson),e a tabela de elutriação uma fonte de água salgada no convés será necessário sob forma de uma mangueira de incêndio ou similar, para lavar o sedimento através da peneira. No caso das peneiras-de- mão, podem ser lavadas a mão.
o Pinças que removem quaisquer organismos que não podem ser lavados em recipientes de amostra.
o frascos de amostra fechados o Etiquetas de prova d'água.
o ~4% da solução de formaldeído neutralizado.
o Luvas e óculos de proteção para evitar queimaduras químicas do formaldeído.
3.2.2 Laboratório e análises de dados
Indicador Estrutura da comunidade bentónicos
Método de análise laboratorial
o As amostras devem ser enviadas para um laboratório acreditado para análise.
o Macrofauna bentónica devem ser peneiradas, identificados a nível da espécie (se possível) e contadas.
o A abundância e massa de cada táxon é registrado.
o comparações inter-laboratorial usando os materiais de referência certificados devem ser realizados a fim de assegurar a comparabilidade em toda a região.
Limites N/A
Análise de dados
o Análises uni variadas são conduzidas com a contagem de macro bentos para proporcionar discernimento sobre a estrutura da comunidade de índices uni variada que podem ser utilizadas incluem o número de táxons, abundância total e biomassa, riqueza de Margalef, diversidade Shannon- Wiener e equabilidade de Pielou. Uma ANOVA (ou um teste não paramétrico equivalente) pode ser usado para identificar alterações em índices uni variada em cada ano.
o Na análise multivariada como classificação e escala multidimensional permitem a identificação de diferenças entre os anos e sites. Por último, o k dominante e a análise estatística W resultante pode ser usada para estimar o grau de perturbação no seio da comunidade bentónicas.
o Boa gestão de dados é essencial para manter os dados em formatos similares de ano a ano bem como manter os dados acessíveis para análises futuras.
Notas adicionais
É importante observar que uma quantidade normalizada de sedimentos deve ser peneirada a fim de garantir que as amostras sejam comparáveis. Aproximadamente 5 - 6 L de sedimentos é necessária para uma análise adequada da composição da comunidade bentónica. Se necessário pode ser obtido através de amostras compostas. É imperativo que uma estimativa do volume de sedimentos das amostras seja inclusa na folha de dados para permitir comparações entre garras.
3.3 A MOSTRAS DE TECIDO BIOLÓGICO 3.3.1 Método de amostra
Amostras de tecidos biológicos devem ser realizadas anualmente em hotspots eventualmente de áreas onde sedimentos deposicional não são encontrados. Cinco réplicas por local são necessárias. Os sites devem ser localizados nas proximidades de estressor de poluição. Um indicador apropriado de organismo por cada hotspot deve ser selecionado. Este organismo necessita ser séssil, alimentando o filtro e naturalmente abundantes na área de preocupação. Para a maior parte dos organismos indicadores são geralmente os moluscos bivalves, onde eles podem ser raspados a partir de rochas em vários sites da intermaré. Para obter amostras de tecido biológico, amostras compostas do indicador são organismos vivos que são coletados de cada site de replica. É importante observar que recolha adequada de autorizações deve ser obtida antes do início da amostra.
O procedimento de amostra é o seguinte:
o Para cada site de replica 50 m2 de área deve ser medida e 50 organismos indicadores estão a ser reunidos para formar uma amostra composta.
o Organismos de cada replica de amostras devem ser colocados em um balde com água do mar a partir do local da amostra. Cada balde deve ser rotulado de forma adequada.
o As fotos da área de amostra e a respetiva localização de GPS deve ser registada. Uma folha de dados (como mostrado na seção 3.3.3 Abaixo) deve ser preenchido.
o Os espécimes vivos devem ser mantidos frios e transportados em baldes para o laboratório relevantes.
o No laboratório, os organismos devem ser depurados por 24 horas a fim de extrair o conteúdo intestinal, que incluem contaminantes que não são bioacumulados
o Os organismos são congelados e armazenados até a análise. Tecido mole de moluscos podem ser removidos dos reservatórios. Certificar-se que cada replica de amostra é congelada e rotulada de forma adequada.
o Uma vez que todas as amostras estão coletadas, depurada e congelada, um formulário de cadeia custódia (mostrado na seção 3.1.4 Acima) deve ser preenchido. Este formulário deve ser enviado com as amostras para o laboratório para análise.
3.3.2 Equipamento
O equipamento necessário para a amostragem de tecido biológico inclui:
o Fita de medição. Isto é necessário para medir as áreas de 50m2, a partir do qual cada uma das réplicas das amostras de tecido composto será obtido.
o Chave de fendas, cinzel ou raspador de tinta para levantar/tirar organismos das rochas.
o Balde cheio com água do mar para colocar organismos vivos, coletado para ser transportado ao laboratório.
o Luvas de nitrilo devem ser utilizadas durante a coleta de organismo para evitar contaminação.
o GPS o Câmara
o Folha de Dados de transferência, e papel.
3.3.3 Exemplo de folha de dados
Monitorização da poluição da BCC: tecido biológico de amostras
Hotspot: Data: Tempo: Pesquisa nº: Espécies Indicadoras:
ID do site: Posição do site
Latitude N/S Longitude E/W
Tempo: Corrente: Altura da onda (m):
Amostra equipamento utilizado:
Informações do site:
Replica de Amostra
Posição de
replicação O
tamanho da área
Nenhum dos organismos
Foto
tirada Depurada Congelados Metais vestigiais (Ziploc)
Contaminantes orgânicos - PCB (recipiente de vidro)
Observações
Lat Longo
1 2 3 4 5 Observações:
Nome do classificador e instituição: Assinatura:
3.3.4 Laboratório e análises de dados
Indicador Concentração de metais vestigiais e PCB no tecido biológico
Método de análise laboratorial
o As amostras de tecido são liofilizadas em terra.
o Para os metais, amostras de tecido devem ser digeridos com ácido e diluídos antes da análise utilizando ICP-MS ou método comparável (Schäfer et al . 2015)
o Compostos orgânicos devem ser extraído utilizando solventes orgânicos específicos do composto . Os extractos devem ser limpos para remover partículas antes da análises usando GC-MS. (Schäfer et al . 2015)
o Utilização de material de referência certificado é recomendado para o controle de qualidade.
Limites N/A
Análise de dados o Uma média do local deve ser tomada a partir de todas as cinco replica e comparado com o limiar da concentração do carbono orgânico de 1%. Em caso de excedência, as recomendações para as medidas de gestão serão necessárias.
o Os dados devem ser de qualidade controlada e registrados em um banco de dados centralizado
Notas adicionais
o A recolha e análise de amostras de tecido biológico só é recomendado se amostras de sedimentos são inacessíveis a partir do ponto de acesso.
o A escolha da espécie indicadora está a ser normalizado no hotspots. Os organismos utilizados devem ser sedentários, ingestores de sedimento (especialmente para análises de compostos orgânicos) fácil de identificar, tolerante a alta concentração de contaminantes e ter suficiente tecido para as análises de contaminantes (Batley & Simpson 2016).
o Além disso, organismos do mesmo tamanho e sexo devem ser recolhidos tanto quanto possível.
3.4 M ONITORAMENTO DE MATÉRIA PLÁSTICA 3.4.1 Método de amostragem
As pequisas de acumulação diária das praias são sugeridas para o macro-lixo em cada hotspot. Uma praia apropriada deve ser selecionada. Idealmente, esta deverá ser uma praia urbana perto de uma fonte de poluição. 50 m do trecho da praia selecionada, entre a linha da costa mais baixa e mais alta (muitas vezes perto do início da vegetação), devem ser escolhidos, e esta faixa deve ser monitorada para a acumulação de peças do lixo marinho peças >
2 cm (macro-lixo), por um período de duas semanas, a cada seis meses. É vital que o mesmo trecho seja demonstrado em cada período de amostra.
O procedimento de amostragem é o seguinte:
o O início e o fim das coordenadas de GPS com extensão de 50 m deve ser registada.
o Para cada período de amostra, as características da praia devem ser descritas por exemplo substrato, inclinação, exposição etc. Esta informação deve ser registada no folheto mostrado na seção 3.4.3. Uma nova folha de dados deve ser preenchida a cada dia de amostra.
o Um dia antes do início da monitorização, deve-se fazer limpeza inicial do trecho de modo que apenas o acúmulo seja monitorado. Todo o lixo marinho
>2 cm deve ser coletados e descartados de maneira apropriada (reciclados ou enviados para um local de eliminação de resíduos registados).
o Posteriormente o trecho deve ser monitorado para a acumulação de lixo marinho a cada dia num período de duas semanas (de modos a cobrir mares de primavera e de ceia).
o Todas o lixo >2 cm devem ser recolhidos e devem ser limpos e secos antes de serem colocadas em grandes sacos plásticos rotulados, para ser transportado ao laboratório para classificação e análise.
3.4.2 Equipamento
O equipamento necessário para a acumulação de inquéritos de praia inclui:
o Fita de métrica o Luvas de nitrilo
o Sacos rotulados para colocar o plástico coletados o GPS
o Câmara
3.4.3 Exemplo de folha de dados
Monitorização da poluição da BCC: Monitorização do lixo marinho
Hotspot: Data: Tempo: Pesquisa nº: Dia nº:
ID do site: Posição do site: inicial
Latitude N/S Longitude E/W
Posição do site: Final
Latitude N/S Longitude E/W
Tempo: Corrente: Altura da onda (m):
Descrição de praia (substrato, inclinação, exposição etc.):
Nenhum dos sacos coletados:
Fotos tiradas:
Observações:
Nome do classificador e instituição: Assinatura:
3.4.4 Laboratório e análises de dados
o O lixo deve ser lavado e seca sempre que possível
o Os itens recolhidos devem ser categorizados por função ou tipo de material por dia. Tabela 3 .2 Fornecer exemplo das categorias que podem ser utilizadas.
o Categorias padrão devem ser usadas em toda a região a fim de assegurar a comparabilidade.
o O número de itens e massa de lixo por categoria devem ser registrados.
Tabela 3.2: Exemplo de categorias de lixo marinho que podem ser usados na monitorização de lixo marinho em praias dentro de hotspots de poluição no BCLME
3.5 C ONSIDERAÇÕES DE AMOSTRAGEM
A contaminação é a grande armadilha que se deve evitar quando se faz análise da amostra de sedimentos contaminantes no tecido biológico. A contaminação pode ocorrer em todas as fases de recolha de amostras e análises. As fontes potenciais de contaminação incluem o escape de navio e óleos, instrumentos de amostra, recipientes de amostra, instrumentos utilizados durante a preparação da amostra e solventes e reagentes utilizados durante a análise. Para evitar a contaminação, devem ser tomadas as seguintes medidas:
o Antes do início da amostragem, todos os equipamentos (equipamento de amostragem, recipientes de amostra, etc.) deve ser limpo seguindo protocolos padrão.
o Luvas limpas devem ser usadas durante a amostra.
o No caso de amostras de sedimentos, o dispositivo de amostra que agarra os sedimentos deve ser limpo no momento entre a utilização e enquanto não estiverem em uso, devem ser colocados numa área longe de fontes de contaminação.
o Uma vez coletados, a amostra de sedimentos ou organismos indicadores devem ser esvaziados/colocados em um recipiente plástico limpo ou balde.
No caso de amostras de sedimento, este recipiente deve ser limpo entre implementações.
o No laboratório, todos os reagentes devem ser livres de contaminação (ou seja, adequado grau de reagentes deve ser usado).
Outra consideração é a rotulagem correta de amostras, quando marcadores apropriados são utilizados rótulos devem ser colocados em ambos o interior e o exterior do recipiente que contém a amostra e papel impermeável deve ser usado para a etiqueta interna. Além disso, a inclusão de um número suficiente de informações complementares sobre a amostra é importante que este deve ser escrito em pormenor sobre a folha e sempre que possíveis fotos de amostras rotuladas devem ser tomadas.
No que diz respeito à amostra de sedimentos e comunidade bentónicas especificamente, a quantidade de sedimentos obtidos no âmbito de cada extração de replica é importante. Praticamente o mesmo volume de sedimentos é exigido para cada replica e sedimentos suficiente precisam de ser obtidas para recolher todas as alíquotas de amostra e peneirar pelo menos 5 - 6 litros para obter uma amostra de bentos. No caso de haver insuficiência de sedimentos obtido devido ao fundo do mar compacto ou correntes rápidas, pesos podem ser adicionados ao “agarro” para aumentar a penetração.
3.6 L EITURA ADICIONAL
Para uma leitura descritiva e detalhada de algumas das técnicas explicadas neste manual e variações ou alternativas para as mesmas, literatura de referência abaixo:
Batley, G. e Simpson, S. 2016. Avaliação da qualidade de sedimentos - um guia prático. Disponível em: http://water.epa.gov/polwaste/sediments/cs/biotesting_index.cfm.
Ryan, P.G, Moore, C.J., van Franeker, J.A. e Moloney, C.L. 2009. Monitorização da abundância de detritos plásticos no ambiente marinho. Transacções filosóficas da Sociedade Real 364: 1999- 2012.
4 CONCLUSÃO
A informação aqui apresentada fornece um resumo do plano de monitorização proposto e uma visão geral das técnicas de amostra e de análise a ser usada na Fase 1 da monitorização do Hotspot de poluição no BCLME. Os procedimentos de amostra e o equipamento necessários para os sedimentos, comunidade bentónicas, tecido biológico e amostra de plástico são detalhadas, bem como laboratório e análises de dados para cada um dos indicadores prescritos. É previsível que hotspots diferentes têm diferentes restrições em termos de acesso aos recursos e assim os requisitos mínimos para a implementação bem-sucedida da fase 1 de monitoramento, em termos de equipamento de amostra, são apresentados. Leitura adicional e investigação sobre a aplicação da monitorização de cada hotspot pode ser necessário de modos a providenciar assistência, sugestões para leitura adicional é fornecido.
5 REFERÊNCIAS
6
Batley, G. & Simpson, S., 2016. Sediment Quality Assessment - A practical guide, Avail- able at: http://water.epa.gov/polwaste/sediments/cs/biotesting_index.cfm.
7
BCLME & CSIR, 2006. The development of a common set of water and sediment qual- ity guidelines for the coastal zone fo the BCLME, CSIR; Benguela Current Large Marine Ecosystem Programme.
8
Garel E, Rey CC, Ferreira Ó, and van Koningsveld M. 2014. Applicability of the “Frame of Reference” approach for Environmental Monitoring of Offshore Renewable Energy Projects. Journal of Environmental Management 141 (August): 16–28.
doi:10.1016/j.jenvman.2014.02.037.
9
IMO, 1972. Convention on the Prevention of Marine Pollution by Dumping of Wastes and Other Matter,
10
Lwandle. 2016. Benguela Current Commission Monitoring Programme - Deliverable 1:
Description and Identification of Pollution Hotspots.
11
Lwandle. 2017a. Benguela Current Commission Monitoring Programme - Deliverable 2: Needs Assessment Report.
12
Lwandle. 2017b. Benguela Current Commission Monitoring Programme - Deliverable 3: Draft Monitoring Plan.
13
Lwandle. 2017c. Benguela Current Commission Monitoring Programme - Deliverable 4: Integration Report.
14
Okparanma, R.N. & Mouazen, A.M., 2013. Determination of total petroleum hydro- carbon (TPH) and polycyclic aromatic hydrocarbon (PAH) in soils: A review of spectro- scopic and nonspectroscopic techniques. Applied Spectroscopy Reviews, 48(6), pp.458–486. Available at: ç
15
PIRI, A., 2012. ATLANTIC Risk-Based Corrective Action - Ecological Screening protocol for Petroleum impacted sites in Atlantic Canada.
16 Ryan, P.G, Moore, C.J., van Franeker, J.A. and Moloney, C.L. 2009. Monitoring the abundance of plastic debris in the marine environment. Philosophical Transactions of the Royal Society 364: 1999- 2012.
17
Schäfer, S. et al., 2015. Bioaccumulation in aquatic systems: methodological ap- proaches, monitoring and assessment. Environmental Sciences Europe, 27(1), p.5.
Available at: http://www.enveurope.com/content/27/1/5.
18
Shepard, S. et al., 2015. Surveillance indicators and their use in implementation of the Marine Strategy Framework Directive. ICES, 72(8), pp.2269–2277.
19
UNEP/MAP, 2006. Mediterranean Action Plan: Methods for Sediment Sampling and Analysis. Document UNEP(DEC)/MED WG.282/inf.5/Rev . 1.
20
UNEP, 2010. Protocol for the protection of the marine and coastal environment of the western indian ocean from land-based sources and activities.
21
Wentworth, C.K., 1922. A scale of grade and class terms for clastic sediments. The Journal of Geology, 30(5), pp.377–392.
22
Zhou, R. et al., 2014. Total petroleum hydrocarbons and heavy metals in the surface
sediments of Bohai Bay, China: Long-term variations in pollution status and adverse
biological risk. Marine Pollution Bulletin, 83(1), pp.290–297.
23
APÊNDICE CUSTOS DE EQUIPAMENTO INDICATIVO
Custos indicativos para o equipamento especializado necessário para os vários procedimentos de amostra acima descritos são fornecidos na tabela abaixo. Os custos são fornecidos em dólares americanos e são baseados em cotações obtidas pelos fornecedores padrão da indústria. Deve ser ressaltado que os abaixo excluem os custos de transporte.
Equipamento Custo (USD)
Amostras de Sedimentos
Pequeno Van Veen (250cm2) 1080
Grande Van Veen (1000cm2) 1800
Day Grab 5500
Box corer" 5500
Pesos (100 kg de chumbo) 500
GPS de nível de entrada 500
Câmara à prova de água 500
Amostra de comunidade bentonica
Wilson autosiever 7000
Elutriation Table 2000
Peneira de mão 100
0,5 mm peneira de aço inoxidável (200 mm de diâmetro para aplicar autosiever) 300 3 mm de peneira de aço inoxidável (200 mm de diâmetro para aplicar autosiever) 300
APPENDIX A. CUSTOS INDCATIVO DE ANÁLISE DE LABORATÓRIO
Um custo indicativo para análises de sedimentos é fornecido abaixo. Este é calculado com base na média dos custos de análises em três laboratórios acreditados que operam na África do Sul. Os custos são fornecidos em dólares. É de notar que para a análises de metal, alguns laboratórios fornecem um custo único para as análises de vários metais considerando que outros fornecem um custo por metal. A última opção é geralmente mais cara.
Análises Custo (USD)
Análises de metais (incluindo a preparação de
amostras) 122
TOC (ou POC) 23
Azoto total 30
TPH (Total de hidrocarbonetos de petróleo) 60 Hap (hidrocarbonetos aromáticos policíclicos) 73
Tamanho de partículas 49
Pcb 53
Organoclorados 58