uNLvER§1DAflE«FEp5RÂL De sANTëoATAR1NA_ cENmRafinEzc1ENc1ÃS'DÀ sAúnE mêawnmmmäfitqwnëëtocÓG¢NEcoLoe1A
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AsnAvEcIME~Tos
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Eó£e'Iäaba£ho nao Ieàáa Àádo poóóívgi óem a co=
kabonaçao que daaam, de uma ou de outma manà¿na} Da. Nefióon Gnš óand, vn. Lúcio Bvzaiho, aoó.¿una¿onãm¿oó do SAME, e em eópø«
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aáai-a Uona Teaezinha Machado, aaó Àeó¿dante¿pda ÍI;Mái¿nú£dádø Caâmefia Duiaa. _ . _
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Àëõta Iamefia, dadicamóó o neóuliadp, do_qua£ óãq, E níaâo, áno-
cøntaó-- RESUMO .; . . . . . . . . . .. - INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . - CASUÍSTICA E MÉTODOS - RESULTADOS . . . . .. - DISCUSSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... - CONCLUSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . ...- - BIBLIOGRAFIA . . . . . .. ÍNDICE . - . . .à . . . - ~¬ . . - . .. . - . . .› ¢ ‹ . ¢ v . non Q Q . o o c - ø o o o o o u n oco 1 ‹ouoo 0 ¢ u - ‹ ¢ › nn; n . › Q o o u n .pq-››unuu¢nnc n u v u ø o Q ú n | v ¢ o n n Q . u o ou ¢ Q ~ . - ¢ ‹ ¢ «sauna-‹‹ooc\\ _ , ' :›<›¢9wa OH O5 O6 O7' 15 18 19
l - RESUMO
No periodo de 12 meses (01 de junho de 1985 a 30
de maio de 1986) ocorreram 7.542 partos na Maternidade Carmela Dutra, em Florianopolis, SC. Nesse periodo, verificaram~se 87
partos (1,15%) em gestantes com HO anos ou mais e_os .resultados materno-fetais, foram comparados apum grupo controle de 120 ges- tantes com idade entre 20 e 26 anos. Apenas T pacientes f(8,0U%)
eram primigesta e 56 (6H,36%) eram grandes multiparas¬ A ›Hiper-
~ ^ '
tensao Arterial Sistemica (HAS) incidiu em 10 casos (11,49%), `o diabetes incidiu em 3 pacientes (3,HU%) e infecção urinária em
8 pacientes (9,19%)..Ocorreram 15 casÓs”(17Ç2H%?`de amniorrexis
prematura, a apresentaçao foi anõmala em 5 casos (5,74%). A dis-
tõcia funcional ocorreu em 9 pacientes (10,34%). A operaçao cesa
riana foi empregada 26.vezes (29,88%). Ocorreram 85 nascidos vi- vos (97,70%) e 3 natimortos (3,H5%) e um neomorto (1,15%). Foram
~ ^
identificados 5 casos de máformacao congenita (5,75%). Foram ain
da identificados Q casos (4,80%) de recém natos prë¬termos e 9 Casos (10,3H%) de pequenos para a idade gestacional (PIG).
D5
2 - INTRODUÇÃO
A gestação da mulher com idade igual ou superior
~ 0 `A
a 40 anos nao e uma ocorrencia bastante frequente- A menor ferti
lidade das mulheres nesta fase da vida decorre tanto~da ausência
e . . .- . - . (9)
de ovulaçao como da insuficiencia hormonal luteinica. .A gesta-
ção, quando ocorre, É considerada de alto risco.materno-fetall .
Diversos trabalhos entre os quais os de Horger -e “Smythe(3) 5
KajnoVa(62, Higden(2) e Stanton(11) demonstraram que existe nes-
~ 4 '
tes casos um aumento das complicaçoes no ciclo gravido puerperal condicionando maior mortalidade materna, fetal e neonatal, assim
r
- - . - `Í
como uma maior incidencia de complicaçoes_cl1nicas e obstetricas, indicações operatõrias mais frequentes e maior incidência de a-
normalidades fetais de causas genëticas, principalmente a Sindro
A `
me de Downí3As anomalias congenitas constituem uma das intercor~
rëncias mais temidas. A
Este estudo tem por finalidade analisar _diver-
sos aspectos da gravidez, parto e aspectos perinatais com idade
Or
É - CASUÍSTICA E MÉTODOS
Oitenta e sete gestantes-com 40 anos ou mais, in ternadas entre 01 de junho de 1985 a 30 de maio de 1986 na Mater nidade Carmela Dutra, tiveram seus prontuários revistos com a fi
_
I \›Â,¿^/«LÍ
` ' '
_ _ @W^- _ _
nalidade de se obter os seguintes dados:_pre-natal, paridade, ti
_ -í
po de parto e a indicação, intercorrências clinicas obstëtricas, resultados fetais e malformacoes.
. . Neste periodo ocorreram 7.542 artos deu gestan-
tes com idade igual ou superior a HO anos. O grupo controle con-
sistiu de 120 gestantes com idade entre 20 a 26 anos com partos
`
a ~ _
lv
_no mesmo dia sob as mesmas condicoes obstetricas escolhidas alea , _ toriamente na referida maternidade.
O grupo estudado, constituido de pacientes com
40 anos ou mais, será denominado como Grupo I, e o grupo contro-
. J
le, constituido com pacientes de 20 a 26 anos, sera denominado Grupo II.
Foi considerado com assistência pre-natal todas as pacientes com 3 ou mais consultas.
- ¬
O 1
I
«4 - RESULTADOS
. No periodo compreendido entre 19 de junho de
1985 a.3O de maio de 1986 ocorreram 7-542 partos na Maternidade Carmela Dutra, em Florianopolis. Nesta casuística foram verifica dos 87 partos (1,15%) em.mulheres que tinham pelo menos 40 *anos
de idade, sendo que 8,04% eram primiparas.
Os resultados encontrados estão distribuidos nas respectivas tabelas tituladas e enumeradas a seguir.
TABELA'L
PARIDADE DAS MULHERES ESTUDADAS
GE 7 GRUPO I .N9' % GRUPO II .NP % Primíparas ' II + III
@°;
V -› 1* 7 9,04 20 27,69 56 69,97 69 99,17 59 49,17 02 1,66 TOTAL 67 100,00 120 ›100,00 TABELA 11 PRÉ-NATAL GRUPO I N? I % GRUPO II N? % Realizado Não Realizado 61 70,10 26 29,96 96 79,17 26 20,99 TOTAL 97 100,00 120 100,00TABELA III
rNTERc0RRÊNc1As cL1N1cAs NA 5EsTAÇÃO
"\ GRUPO I O N? % GRUPO II N9 % A
Pcte sem intercorrencia clinica
Pcte com intercorrëncia clinica
03 09,02 00 50,59 ‹ 35 73,30 32 A 25,57 TOTAL 57 100,00 120 100,00 TABELA IV
TIPOS DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS .
GRUPO I GRUPO II N9 % Anemia HAS Cardiopatias Diabetes Infecção Urinãria Ameaça de Aborto ^ Insuficiencia Istmo-Cervical Hiperemese Gravidica Iso Imunizaçãof- Rh~. 20,13 11,09 2,29 3,00 9,19 0,59 1,10 2,29 . 3,00 20 15,55 03 2,50 05 0,15 03 2,50 00 3,33 TOTAL 52,00 35 . 29,15
TABELA V
TI.PO 'DE PARTO
1 J... ' ` GRUPO' ÍIÍ N9 'A% GRUPO II N9 % 58,97 28,88 1,15 Parto Normal 60 Cesariana 26 Forcipe A U1 88 82,5 21 17,5 TOTAL 87 100,00 120 100,00 TABELA v1 1NTERcoRRÊNc1As oBsTÉTR1cAs GRUPO I N9 % GRUPO II N9 % A z
Pcte sem intercorrencia obstetrica. 5 7 8 5 , 51
Pete com intercorrëncia obstëtrica 3 0 -
3 LL , H9 98 82,50 21 17;50 TOTAL 87 100,00 ‹ 120 100,00
TABELA VII
TIPOS DE INTERCORRÊNCIAS OBSTÉTRICAS*
GRUPO I GRUPO N9
_9
N9 II Amniorexis Prematuña Apresentacao Anomala Rotura Uterina Distõcia Funcional Atonia Uterina DPP ' ' Rotura de Seio-Marginal Prolapso de Cordão Restos Placentãrios ~15 17,20 05 5,70 01 1,10 09 10,90 03 3,00 01 1,10 01 1,10 01 1,10 ` O1 1,14 O8 O3 O9 O1 O2 5,57 2,50 7,50 0,93 1,66 TOTAL 37 02,05 23 19,15* Algumas pacientes apresentaram duas ou mais intercorrencias.
TABELA^VIII INDICAÇÃO DE CESARIANA GRUPO I GRUPO N? N? - % II DistÕcia`Cervical Apresentacao Anomalas Distõcia de Objeto Distõcia Funcional Eletiva Amputação de Colo Cardiopatias DPP* Rotura Uterina . Prolapso de Cordão 00 15,39 02 7,59 02 7,59 -05 23,05 07;' 25,92 - 01? '9,95 01. 9,95 01 A 3,95 01 3,95 01 3,95 O6 O1 O7 O5 O1 ¬- _. 29,57 0,77 33,32 29,57 0,77 ._ TOTAL 25 100,00 21 100,00
TABELA IX. VITALIDADE (APGAR) / 19 MINUTO 59 MINUTO GHEÚ II N9 % Gmfifi I N9 % GRUHDII N9 % GHHÊ I N9 % 1 - 3 7, 05. 7,10 0 _ 5 05 '7,10 7 - 10 72 85,72Í 03 11 106 2,50 9,17 - 33,33 08 75 9,50 90,33 01 03 116 0,33 2,50 95,07 TOTAL 84 100,00 120 ' 100,00 30‹ 100, 120 100,00 TABELA X MATURIDADE FETAL ›GRUPO I _ N9 % GRUPO N9 II % Pre-Termo 00. _78 O5 A-Termo PÕS-Termo 0,50 . 39,35 5,75 03 116 01 2,50 93,57 0,33 TOTAL 87 100,00 120 100,00 TABELA XI Peso Do RN ““~ . 1 'b__"6›,¡¿_\-RAz~.6`<`\ ~ { fi¿uÂn vMxXk»A. ~ GRUPO I N? % GRUPO N9 Iivi PIG* ` 09 ` AIG** GIG*** 08 70 . 10,30' 30,03 9,20 05 108 07 0,17 90,00 5,33 -TOTAL 87 . 100,00 120 100,00
* Pequeno para idade gestacional.
** Adequado para idade gestacional.
TABELA XII MORTALIDADE FETAL GRUPO I N9 % GRUPO II N? %
Recêm.Nato.vivÓvcQm.alta hospitalar 83 95,HO
Natimorto ` 03 3,45 Neomorto * O1 1,15 120 100,00 TOTAL ~ 87 100,00 120 . 100,00
* Atresía de esofago 3 cardiopatia.
TABELA XIII CAUSA DE NATIMORTALIDADE “GRUPO I N? % GRUPO II N? % DPP E 01, 33,33 Prolapso de Cordao O1 33,33 Rotura Uterina V 01 33,33 TOTAL O3 99,99 TABELA XIV ' MORBIDADE NEONATAL GRUPO I `N? % GRUPO II N9 % DHRN* 03 3,05 sAR** ou . 0,60 Tocotraumatismo O2 2,30 02 1,57 01 0,33 TOTAL 09 10,35 03 2,50 * DHPN - Doença Hemolitíg¿_Perínata1.
** SAR - Síndrome da Angústia Respiratória.
I
...,.,....-,.__ _. .._.
TABELA MALFoRMAcÃo c XV ONGÊNITA N? GRUPO I GRUPO II N? o 6 % Síndrome de Down 01 AIresia1de.Esofago-+cardiopatia 01 Fenda Palatina “` 01
Luxaçao Cong. de Quadríl O1
Agenesia de Mao Hidrocele ' 01 1,15 1,15 1,15 1,15 1,15 ._ O1 O 9 TOTAL~ 05 - 5,75 01-~ 0,8
1,
5 - DISCUSSÃO
A gestação da mulher com 40 anos ou mais-ë, rse-
gundo Novak(9), uma ocorrencia nao muito frequente. Isto se deve antes a uma insuficiência luteinica do que 5 ausência de iovüla¬
cao. Vale ressaltar tambem a impropriedade do terreno, no caso
o endomëtrio, para a nídacão, apos multiplas gestações. ,Outros
fatores, segundoHorger~e Smythe(3), também influenciam na baixa incidência de gravidez em mulheres nesta faixa etária: o proprio
desejo de não engravidar apos os 40 anos; maior eficácia dos
~ ›-r .
meios contraceptivos e a esterilizacao. Em nossa casuistica, a
incidência de 1,15% esta de acordo com a literaturafõ) Foi notš
vel que 64,37% das gestantes acima de 40 anos se constituíram de
grandes multiparas, ao contrário do grupo controle, onde apenas 1,66% eram grandes multiparas; Estestresultados estao de acordo com os achados de Barros(1) e Zugaib(12) (Tabela I). -
Observou-se que não hã diferenca aparente na procura por cuidados antenatais, entre o grupo estudado e o gru- o controle 9 orêm um índice su eriorê120%aindaIÊo rocuramassis _
tência pre-natal, ou o fazem irregularmente, em ambos os grupos
(Tabela II). '
As intercorrências clinicas no grupo etário mais
~ `
(õ 12,
avançado sao maiores quando comparadas a um grupo controle. °'
1, 5, 2) _ ‹ ,
. _- ‹,. _
Em nossa casuistica, implicaçoes clin1cas.como a ane
lc
infecção urinária (9,19%), isoimunização Rh (3,4H%), foram to- dos superiores ao grupo controle. Barros(1), em uma serie de 402
gestantes com idade igual ou superior a«HO anos, encontrou a
HAS em_52,H8% das pacientes, Kajanova(6)_em 22, U7 o\° Horger e Smy-
U
3 - . ..,- . . -- . f .
the( )
em.34 ú U1 o\° Esta maior incidencia de intercorrencias cl1n1«
.Í
4 - p
, ~
cas torna o grupo etario avançado.maisfvulneravel.a complicaçoes
~ ~ 4 _
e descompensaçoes- Por nao ser jovem.no"sentido.cronolog1co, tam bêm não o~ë no sentido'obstëtrico;-e a multiparidade; habitual nesta faixa etária (Tabela II); levam ã modificações locais, do aparelho genital materno, acompanhadas pelas de âmbito_geral, de
. -
_ -ø
desgaste e'envelhecimento do organismo, explica o maior ~“numero
A .o '
de intercorrencias obstetricas (Tabela VI) e consequentementeuma
maior incidência de parto cesariano £29,88%«contra`17,50%«no gru po controle)..Este aumento de parto cesario deve-se em parte, ao grande nfimero de cesãrias eletivas para laqueadura'tubãria(2L92%
de todas as cesãrias realizadas). Alguns`autores¶5;W13) dpropõem
o uso mais liberal da cesareana nas gestantesiidosas, justifican
do ser esta, com os avanços tecnológicos, um procedimento relati
f zv
vamente.seguro e capaz de prevenir complicaÇoes.dosparto, mais
frequente na faixa etária avançada. `
Apesar da morbidade materna ter sido maior na gestante idosa, nao houve morte materna em nossa casuística. Al- guns trabalhosfin encontraram uma mortalidade de 3.8/10.000 mulhe
.» 6 1 ~
res, ja outros( ° ), nao encontraram morte materna.
A
.KajanoyaK6),.utiliza»quatro:parametros para defi nir o risco"fetal-nas'gestantes.idosas:'dismaturidade; prematuri
dade, mortalidade perinatal e anormalidades congênitas. O ambien
te uterino hostil devido ao dëficit na circulação utero-placentš rio provocado pela maior incidência de HAS e Diabetes, levando a
anxõxia fetal, explica a maior incidência de RN severamente de- primidos no Apgar-de 19 minuto (7,1H% contra 2 6 U'1 o\° .no grupo
con-trole) e que, uma.¶ez fora do ambiente uterino se recuperam A e
tem um bom progn5stico.no Apgar de 59.minuto.(O%.contra 0,83% no grupo controle) (Tabela IX), Também assim pode.ser explicado a
A
maior incidencia de prematuros-(Tabela-Xô e PIG (10,3H% contra
grupo controle). i' .
J'-'
V I-\ \`I o\° 33O
. q-_ É conhecido que o aumento na taxa de mortalidade
› ~ _ \ . .
, ..
perinatal que acompanha a idade materna avançada e devido ao au-
. ø .
mento da taxa de natimortalidade, e que as desordens responsa-
veis por essas mortes deve ter causa materna, antes que em desor dens fetais. Em nossa casuística encontramos um indice de morta- lidade de-4,60% (4 casos), sendo 3 natimortos (3,H5%) e 1 neo-
morto (1,15%). n
s
-`
O outro parametro que define o risco fetal`. tem
. 4 ~ A _. , ^ , .¢
gestantes idosas e a malformacao congenita- A incidencia da Sin- drome de Down causada por trissomia do 21 nas criancas de mulhe- res mais idosas ê conhecido ser crescente em razão da idade ma- terna;.Em nossa casuística, o indice de malformacão foi de 5,75% contra 0,83% no grupo controle, acordando com os achados de al- guns autores(6° 12). Encontramos apenas 1 caso de Sindrome de
Down. Vale a pena lembrar que-as anomalias genéticas, estigmas das gestações em pacientes idosas, já podem ser detectadas em nossos dias, atraves do emprego da amniocentese em idades gesta- cionaistbastante precoces.. ‹
u
18
.Õ - CONCLUSÃO
- A revisão.dos.easos de gestação ocorrendo em mu-
lheres de HO anos ou mais permitiuános as seguintes eonclusoes:
_ ía
A
A l
W¬ A ocorrÊncia'de gestação nesta faixa - ¬etãria
foi<ie1,15%;”
.Ú
-L
A
"
.« -- As íntercorrências.clinicas e obstëtricas ífo- _ øâ .
ram maiores no grupo estudado (Grupo I), sendoäas jíntercorren- cias.c1Ínicas mais frequentes à aneúia (24,13%)-efa1HAS (1l,H9%)5 ' e das intercorrêncías obstëtricas a amniorêxiafprematura(fiH¿2H%)
' _ » e~as-distêeiaszšuneáenais (10,3H%);'
“
` .;“ of M ' - * o- O parto foi cesariano emfi29,88%.das¿vezes, con
tra 17,50% no Grupo Controle; _
›
ø
_ A incidência de recem natos PIG'foi de 10,34% contra 4,17% no Grupo Controle;
›- A incidência de malformações congênitas foi
5,15%; _
- A mortalidade perinatal foi de H,60%;z
›
- Apesar das complicações referidas, a gestação
nesta-faixa et§ria.pode_ocorrer, se-o casal o desejar. Evidente- mente=que;sendo a mesma considerada de altofrisco; um, 'intensi-
vo esquema de:avalia9ão.prë#natal deve ser seguido, Isto feito,
e com uma conduta ativa no parto,.a mulher.de U0 anos ou' omais
que deu a luz e seu filho podem passar muíto.bem.,
fz-..\: z.
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TCC UFSC TO 0322 Ex.l N-Úhfim TCC UFSC TO 0322
Autor: Kioshima, WilsonT
~
IIIIII III I|II|l|II||I| IIII
972815503 _ Ac. 254452
Ex.l UFSC BSCCSM
T ítulo: A Gestação em mulheres com 40 an