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Porto, Portugal, 21 de Fevereiro 2002

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Sonae.com SGPS, SA

Rua Henrique Pousão 432 7º Piso 4460-841 Senhora da Hora Portugal Telefone (+351) 93 100 20 00 Fax (+351) 93 100 22 34 www.sonae.com

R

ESULTADOS

C

ONSOLIDADOS DE

2001

Porto, Portugal, 21 de Fevereiro 2002

A SonaeCom divulgou hoje os seus resultados consolidados auditados do ano 2001.

A SonaeCom registou um forte crescimento em todos os segmentos de negócio com

melh

orias na rentabilidade operacional e na eficiên

cia,

apesar de condições de Mercado adversas.

Principais Indicadores Financeiros 2000 2001 Var.

01/00 3T01 4T01 Var. T4/T3

Volume de Negócios 521,6 731,4 +40% 192,8 208,0 +7,9%

EBITDA 53,3 55,6 +4% 13,1 22,5 +71,8%

EBITDA eliminando diferimento SAC (6,6) 21,9 +432% 4,9 13,5 +175,5%

Cash EBITDA (55,6) (7,1) +87,2% (2,5) 9 +360%

EBT (79,9) (145) -81% (36) (45) -25%

Resultado Líquido depois de minoritários (43,4) (76,4) -75% (18,6) (26) -39,8%

Principais Indicadores Operacionais 2000 2001 Var.

01/00

3T01 4T01 Var.

T4/T3

Móvel - Optimus

Subs. Fim de Período (EoP) milhares 1.410 1.916 +36% 1.791 1.916 +7%

Adições Líquidas Subscritores 593 505 -15% 141 125 -11%

ARPU 32,1 28,4 -12% 29,4 28,5 -3%

Dados como % receitas clientes 5,3% 10% +89% 9,8% 8,7% -11%

Fixo – Novis

Acesso Directo Instalado (EoP) 230 1.041 +353% 791 1.041 +32%

Activos (30 d) Clientes pre-selecção (EoP) 3.781 94.265 +2.393% 55.195 94.265 +71%

Tráfego total (milhões de minutos) 1.435 2.193 +53% 563 598 +6%

Pares de fibra em Backbone kms (EoP) - 1.046 n.a. 1.018 1.046 +3%

Pares de fibra em MANs kms (EoP) - 3.302 n.a. 2.364 3.302 +40%

Internet – Clix

Utilizadores activos (30 d) milhares 176.775 232.183 +31% 216.387 232.183 +7,3%

Total tempo conexão (milhões de minutos) 1.366 1.714 +25% 433 469 +8.3%

Visitantes Únicos (EoP) 596.459 857.294 +44% 827.417 857.294 +3,6%

A SonaeCom atingiu um crescimento consistente trimestre a trimestre, liderando os indicadores operacionais e financeiros.

(2)

Volume Negócios Consolidado SonaeCom

98 125 145 154 155 176 193 208 1T00 2T00 3T00 4T00 1T01 2T01 3T01 4T01 milhões de euros

Taxa Média Crescimento Trimestral : +11%

Cash EBITDA Consolidado

(11) (11) (8) (26) (10) (4) (2) 9 1T00 2T00 3T00 4T00 1T01 2T01 3T01 4T01 milhões euros

EBITDA Consolidado eliminando diferimento SAC

2 3 0 (12) (1) 5 5 13 1T00 2T00 3T00 4T00 1T01 2T01 3T01 4T01 milhões euros (1) (2) (1) Rentabilidade Operacional (2) Custo Angariação Clientes

SONAECOM REGISTOU UM FORTE CRESCIMENTO

(3)

o

O sucesso da SonaeCom resulta da estratégia de orientação para o cliente. Fazendo uma aposta inequívoca no crescimento rentável e sustentado da sua base de Clientes, a SonaeCom continuou a desenvolver as suas credenciais de inovação, qualidade e competitividade nos seus produtos e serviços.

o A base de clientes da Optimus registou um crescimento de 505 mil clientes durante o ano de 2001 atingindo 1,916 milhões de subscritores. Segundo as estimativas da empresa, a Optimus chegou ao final de 2001 com uma quota de mercado de 22,4%, mais 1,2 pontos percentuais do que no ano anterior, e uma quota de mercado de novos subscritores de cerca de 27%. Crescimento é chave para a estratégia de mercado e os resultados alcançados em 2001 colocam a Optimus como o operador nacional que conquistou mais quota de mercado durante o ano. O resultado dessa estratégia não só tem vindo a refelctir-se no mercado através do crescimento da empresa, como inclusivamente tem sido objecto de reconhecimento por parte da indústria, como é exemplo a atribuição pelo terceiro ano consecutivo dos prestigiados GSM World Awards à Optimus, sendo a única empresa de telecomunicações mundial a merecer tal distinção.

o O Clix consolidou a sua posição de liderança como fornecedor de acesso à Internet para o mercado residencial1. No final de 2001, o Clix tinha mais de 232 mil clientes de acesso activos (nos últimos 30 dias)

que apenas no quarto trimestre do ano geraram cerca de 469 milhões de minutos de tráfego Internet. Em 2001, o Clix teve performances recorde numa série de indicadores relevantes: mais que duplicou o número de page views (visualizações) mensais, passando de 25 milhões em finais de 2000 para 52,4 milhões em final de 2001. O indicador mais importante para efeitos de captação de anunciantes é o de unique visitors (visitantes únicos), o qual aumentou em 44% para 857 mil em Dezembro de 2001, face aos 596 mil registados em igual período de 2000.

o A Novis detém uma posição importante no mercado residencial através da sua oferta de serviço de voz de acesso indirecto. Em final de 2001, a Novis tinha mais de 94 mil clientes de acesso indirecto que tinham aderido a contratos de pre-selecção, representando 76% da base total de clientes activos de mais de 124 mil clientes. No seu segmento core, PMEs e Grandes Empresas, a Novis assumiu a liderança de mercado entre os operadores alternativos no quarto trimestre de 2001, com uma quota de mercado de 6,5%. Em final de 2001, o total de quota de mercado dos operadores alternativos no segmento empresarial2 ascendia a 20%.

o Tendo em consideração a conjuntura adversa vivida pelos meios publicitários e de media, em Portugal e no estrangeiro, e apesar da fraca evolução da respectiva actividade, o Público alcançou melhorias significativas em alguns indicadores importantes do negócio, entre as quais, um aumento de 2% no volume de negócios. De acordo com dados disponíveis à data desta divulgação, o Público conseguiu aumentar a sua quota de mercado publicitário para 21,1% (média de Outubro e Novembro), face aos 18,5% no final de 2000.

...E CONSOLIDOU A SUA POSIÇÃO JUNTO DO MERCADO EMPRESARIAL

o Com os avanços na construção da sua infraestrutura própria de telecomunicações, principalmente da sua rede de alta capacidade Porto – Lisboa (backbone) e das redes de área metropolitana (MAN), a Novis acelerou a ligação de clientes através de fibra óptica. Em 2001, o número de acessos directos instalados aumentou em 353% para 1.041.

o A oferta de serviços de tecnologias de informação da SonaeCom também foi consolidada através da boa performance da divisão de IT da Novis e através da WeDo e Enabler. Estas últimas são empresas do Grupo SonaeCom especializadas na consultoria de tecnologias de informação principalmente para empresas do ramo das telecomunicações (WeDo) e em integração de sistemas para operadores de retalho (Enabler). A divisão de IT da Novis é o principal suporte do Grupo Sonae para áreas tão vastas como gestão de redes

1 Fonte: Marktest Bareme Novembro 2001.

(4)

locais, sistemas de correio electrónico, centros de dados, gestão de sistemas e aplicações, centros de apoio a clientes e serviços de video-conferência.

o Em 2001, o primeiro ano de operações da WeDo como empresa independente da Optimus, a empresa estabeleceu um contrato importante com a Telemar, a operadora Brasileira, sendo actualmente o seu maior cliente fora do País. Este contrato irá representar aproximadamente 3,4 milhões de euros no volume de negócios da WeDo.

o A Enabler reforçou a sua posição no seu principal mercado internacional, o Reino Unido e espera abrir novas operações quer na Alemanha quer na França durante o corrente ano. Entre os maiores clientes internacionais da Enabler estão Debenhams (Reino Unido), DeSpal (Itália) e Ahold (Espanha).

o Em 2001 a Optimus cresceu a sua base de clientes PME em 50%. Fez uma clara aposta no crescimento rentável, no desenvolvimento dos serviços de dados e no desenvolvimento de serviços de apoio ao cliente. Merece destaque a criação do “Optimus Office”, o primeiro portal empresarial multi-plataforma disponível no telemóvel e na Internet. No segmento Corporate, mercado constituído pelas maiores empresas e instituições nacionais, foi disponibilizado um amplo conjunto de aplicações exclusivas que permitem a monitorização, supervisão e controlo de processos em sectores tão diversos como: Transportes, Segurança privada, Construção, Gestão Autárquica, Manutenção de Instalações e Seguros.

...REGISTANDO UM FORTE CRESCIMENTO NO TRÁFEGO

o A SonaeCom é hoje um dos maiores geradores de tráfego em Portugal. Em 2001 em serviços de voz, dados e internet, gerou cerca de 4,6 biliões de minutos de tráfego, mais 53% que no final de 2000.

CRESCIMENTO NAS OPERAÇÕES TRADUZIU-SE EM RECEITAS

o Apesar do ambiente competitivo e da conjuntura económica adversa em 2001, a SonaeCom conseguiu crescer tanto em receitas como em rentabilidade operacional de forma consistente, ao longo de todos os trimestres.

o O forte crescimento no nível de actividade da SonaeCom reflectiu-se nas receitas. O volume de negócios revelou um crescimento de 40% face a 2000 atingindo 731 milhões de euros, ultrapassando as expectativas da empresa e subsequentemente as expectativas iniciais do mercado em 10 pontos percentuais. As anteriores linhas orientadoras apontavam para um crescimento de 30% para 2001.

o O Volume de negócios na Optimus revelou um crescimento de 35% face ao ano anterior, atingindo os 618 milhões de euros3, registando um aumento de 38% nas receitas de serviços, que se cifraram em 551

milhões de euros. A receita média por cliente (ARPU) em 2001 fixou-se nos 28,4 euros. Este indicador não pode ser directamente comparável entre os dois exercícios, dada a perda de propriedade de tráfego fixo-móvel no terceiro trimestre de 2000. Esta alteração causou uma quebra nas receitas de operadores que são uma importante componente da receita média por cliente (ARPU). A Optimus contribuiu para o volume de negócios consolidado com 605 milhões de euros.

No final de 2001 a Optimus tinha 1.714 milhares de clientes activos. O ARPU ajustado para a base de clientes activos foi de 32,2 euros.

A Optimus atingiu uma performance elevada nas receitas de dados, apresentando um crescimento de 136%. As receitas de dados como percentagem do total de receitas de clientes, aumentou de 5,3% em 2000 para 10% em 2001, a maior proporção relativamente aos restantes operadores nacionais. O maior contributo para esta performance foi o crescimento de 250% no total de mensagens enviadas pelos subscritores Optimus.

(5)

o As receitas da Novis registaram um aumento de 136% em 2001 situando-se nos 104 milhões de euros. O contributo da Novis para o volume de negócios consolidado aumentou 61% para mais de 55 milhões de euros, reflectindo o volume ainda significativo de transacções intra-grupo que inclui gestão de rede e transmissão para o Clix e Optimus. Os mercados de grandes empresas e PME’s juntamente com o negócio de revenda de capacidade representam 82% das receitas da Novis e são o seu principal foco estratégico. o Em Agosto do corrente, alterou o enquadramento legal dos ISP’s passando de um modelo de partilha de

receitas para um modelo de interligação. Como resultado, nos últimos 5 meses de 2001 as receitas do Clix passaram a reflectir 100% das receitas de acesso à internet. As margens liquidas de acesso, depois de deduzidos os custos de interligação e fees de gestão de rede, estão agora de uma forma consistente e numa base mensal acima dos 30%, comparativamente com as margens negativas que se verificavam até Agosto. Uma das principais vantagens do novo modelo é que vai permitir ao Clix iniciar uma relação de facturação directa com os seus utilizadores, evitando constrangimentos na intermediação com o operador histórico. Durante o primeiro trimestre de 2002 o Clix vai lançar novos produtos e novos tarifários com o intuito de estimular a utilização do acesso e outras áreas geradoras de receitas do portal. O volume de negócios do Clix ascendeu a 17,6 milhões de euros representando cerca de 4 vezes mais que o verificado no ano anterior. O contributo do Clix para o volume de negócios consolidado foi de 17 milhões de euros. o Apesar da conjuntura desfavorável que afectou o mercado publicitário, as receitas do Público foram

ligeiramente superiores em 2001 face a 2000 (+2%). O contributo para o volume de negócios consolidado aumentou em 28% atingindo os 34 milhões de euros, todavia isto é maioritariamente explicado pelo facto de em 2000 apenas terem sido consolidados os últimos três trimestres. A quota de mercado publicitário registou uma evolução positiva de 14%, atingindo 21,1%, contra os 18,5% registados no fim de 2000.

... E UM AUMENTO DA RENTABILIDADE OPERACIONAL

o Resultado do esforço de toda a organização, a SonaeCom melhorou a sua rentabilidade operacional4 em mais

de quatro vezes, passando de 6,6 milhões de euros negativos em 2000 para um ganho de 21,9 milhões de euros em 2001. Este aumento de rentabilidade resultou de um crescimento dos diversos negócios do Grupo e de uma melhoria de margem devida ao aproveitamento de economias de escala. Adicionalmente, a equipa de gestão dedicou especial atenção ao controlo de custos, num esforço transversal a todo o Grupo para reduzir o consumo de liquidez, não comprometendo o crescimento futuro.

o A margem operacional5 da Optimus aumentou em quase 2 pontos percentuais, para os 12,7%. A rentabilidade

operacional da empresa foi de 78,2 milhões de euros, o que representa um aumento de 59% relativamente a 2000 e o correspondente contributo da Optimus para o consolidado aumentou 85%, para os 77,8 milhões de euros.

o O Cash Cost per User (CCPU) da Optimus decresceu 13% relativamente a 2000, para os 26,3 euros. Consequentemente, a margem por cliente6, medida como o ARPU deduzido do CCPU, aumentou 40% para

7,4%

o Algumas das empresas do portfolio da SonaeCom ainda estão numa fase inicial de desenvolvimento, a investir no crescimento de quota de mercado e na melhoria dos seus processos internos e consequentemente ainda contribuem negativamente para a rentabilidade consolidada. Este é ainda o caso da Novis e do Clix, cujos contributos para a rentabilidade operacional aumentaram para 45 e 10 milhões de euros negativos, 10% e

4 Resultado Operacional antes de amortizações e provisões, eliminando o efeito de diferimento de custos relacionados com a

angariação de clientes (EBITDA antes de diferimento de SACs)

5 Margem operacional definida como a rentabilidade operacional em percentagem do volume de negócios 6 Como percentagem do ARPU

(6)

85%, respectivamente. O Clix apenas contribui para as contas consolidadas da SonaeCom desde o segundo semestre de 2000, pelo que o seu contributo em 2001 não é directamente comparável com o de 2000. o Durante 2001, a Novis continuou a expandir a sua oferta de serviços de telecomunicações, de modo a garantir

a satisfação das necessidades dos seus principais clientes. No entanto, a empresa evitou o aumento desnecessário do seu portfolio de produtos, num esforço para optimizar as suas estruturas comerciais e de marketing e melhorar a sua rentabilidade.

o No Clix, a boa evolução trimestral da rentabilidade operacional reflecte a melhoria na arquitectura da rede de acesso desde o início do ano e, desde Agosto, a alteração do modelo de relacionamento com o operador histórico de partilha de receitas para o actual modelo de interligação. No último trimestre de 2001, o Clix registou 1,6 milhões de euros negativos (-20%, em percentagem do volume de negócios) de rentabilidade operacional, que compara com 3,5 milhões de euros negativos no primeiro trimestre do ano (-178%, em percentagem do volume de negócios). A margem líquida de acesso (após custos de interligação e custos de rede) está agora acima dos 30%, que compara com margens negativas ou próximas de zero obtidas antes da alteração no modelo de relacionamento com o operador histórico. A SonaeCom estima que o Clix atinja o break-even operacional em 2003, um ano antes do que o inicialmente esperado.

o A margem operacional7 do Público caiu um 2001 para 4%, dos 7% obtidos no ano anterior. Este decréscimo

resulta directamente do difícil ambiente vivido no mercado publicitário e do aumento dos custos de papel e de distribuição no ano 2001. A gestão está actualmente focada na redução da actual estrutura de custos da empresa e na melhoria da margem operacional para 10%, nos próximos dois anos.

o As medidas de redução de pessoal adoptadas na segunda metade de 2001 no Público e na Novis (na área de telecomunicações), deveram-se à necessidade de adaptar a dimensão dos negócios ao actual ambiente competitivo. Na área de telecomunicações da Novis a redução da estrutura de pessoal efectuada no final de 2001 foi de 20% e o Público tem como objectivo claro reduzir os custos editoriais anuais em 2 milhões de euros, nos próximos 24 meses.

o Durante a segunda metade de 2001, a SonaeCom completou a restruturação do seu portfolio de negócios Internet. O sentimento negativo do mercado e as dificuldades específicas sentidas ao nível da publicidade on-line e do comércio electrónico levaram a SonaeCom a repensar e reposicionar os seus activos na área da Internet, tendo-se focando na implementação de medidas de controlo de custos e na redução de investimento, sem afectar as possibilidades de crescimento futuro. Com estas medidas, a SonaeCom reduziu a sua exposição a projectos Internet, mantendo opções em aberto nos projectos mais promissores nesta área. o O EBITDA8 da SonaeCom atingiu 56 milhões de euros em 2001, 4% acima do valor de 2000. A evolução do

EBITDA não seguiu a melhoria da rentabilidade operacional, essencialmente devido a menores níveis de custos diferidos no ano e de níveis superiores de amortizações de custos diferidos em períodos anteriores.

MELHORIA NOS RESULTADOS OPERACIONAIS AINDA NÃO REFLECTIDA NOS RESULTADOS LÍQUIDOS

o O aumento da rentabilidade operacional da SonaeCom ainda não se reflectiu ao nível do resultado líquido devido a um aumento do nível de amortizações, provisões, custos financeiros e extraordinários. A maior parte das empresas da SonaeCom estão a atravessar uma fase de forte investimento, explicando o aumento nas reintegrações e amortizações (134 milhões de euros em 2001, representando um aumento de 32 milhões em relação ao ano passado). Inerente ao crescimento das receitas das várias empresas do Grupo, surgiu a necessidade de aumentar as provisões para cobrança duvidosa, por forma a cobrir o respectivo risco (as provisões para cobrança duvidosa atingiram o valor de 21 milhões de euros em 2001, comparado com 13 milhões de euros em 2000, 3% e 2,5% do volume de negócios anual, respectivamente).

o Os resultados financeiros negativos aumentaram 10 milhões de euros em relação a 2000, explicados pelo incremento do nível de endividamento da Optimus e pelas perdas em empresas associadas.

7 Margem operacional definida como a rentabilidade operacional em percentagem do volume de negócios 8 EBITDA definido como Resultado Operacional + Amortizações + Provisões

(7)

Adicionalmente, o excesso de liquidez médio ao nível da SonaeCom foi menor em 2001 do que em 2000, resultando numa diminuição do valor dos juros obtidos.

o Os resultados extraordinários (12 milhões de euros negativos) reflectem, entre outros, os custos de reestruturação necessários para o rebalancear do portfolio de opções de crescimento da SonaeCom, reduzindo a exposição aos projectos na área da Internet, e o reconhecimento de custos com projectos descontinuados.

o Como resultado dos efeitos descritos atrás, a SonaeCom registou um resultado líquido antes de interesses minoritários, de 132 milhões euros negativos. Deste resultado, 55 milhões de euros são atribuídos a interesses minoritários, fixando o resultado líquido consolidado da SonaeCom em 76 milhões de euros negativos em 2001, face aos 43 milhões de euros negativos obtidos em 2000.

CAPEX CONSOLIDADO

Em 2001, o investimento consolidado da SonaeCom (excluindo custos capitalizados) totalizou 197 milhões de euros, dos quais 67% foram investidos na Optimus, e 19% na Novis. A área de Corporate Venturing foi responsável pela maior parte dos restantes investimentos, com a aquisição de participações na empresa Altitude (4%) por 10 milhões de euros, e na empresa Despegar (9%)9 por 3 milhões de euros. O investimento consolidado em 2001 ficou abaixo

das expectativas, principalmente devido ao atraso das obrigações da licença UMTS, e ao abrandamento no desenvolvimento da infra-estrutura da rede fixa, reflexo da maior focalização nos mercados das PMEs e grandes empresas e o adiamento do acesso directo residencial.

ESTRUTURA FINANCEIRA

o Em 2001 a dívida consolidada líquida aumentou em 166 milhões de euros para 514 milhões de euros devido essencialmente ao aumento de endividamento externo da Optimus e à redução de liquidez consolidada de 151 milhões de euros para 55 milhões de euros em 31 de Dezembro de 2001.

o A liquidez individual da SonaeCom em final de 2001 ascendia a 68 milhões de euros.

o O rácio de alavancagem líquida consolidada da SonaeCom (endividamento líquido consolidado / capitais próprios + interesses minoritários) aumentou de 58% a 31 de Dezembro de 2000 para 100% a 31 de Dezembro de 2001.

o A capacidade de pequenos operadores de telecomunicações aceder a mercados de dívida e capitais em 2002 dependerá não só da performance dos negócios subjacentes como de uma série de outros factores tais como a recuperação económica, o aumento da confiança dos investidores em geral, o aumento da liquidez do mercado de dívida bancária e a melhoria do sentimento face a comunicações de dados em geral. Apesar do contexto descrito, a SonaeCom acredita que será bem sucedida em obter os fundos próprios e dívida (dos seus accionistas actuais) para financiar a actividade das suas subsidiárias ao longo de 2002. Já foi proposto um aumento de capital na Optimus pelo seu Conselho de Administração, no montante de 100 milhões de euros. A mesma será objecto de aprovação em Assembleia Geral a realizar em final de Fevereiro. A proposta determina que a realização do capital subscrito seja feita em duas fases: uma primeira de entrada imediata de 30% do capital e os restantes 70% a ser solicitados pelo Conselho de Administração à medida que se considerar necessário e dentro dos prazos determinados pela lei.

REGULAÇÃO

A regulação sofreu alguns desenvolvimentos importantes, apesar de muito ter ficado por fazer para criar um ambiente competitivo mais justo e transparente para operadores alternativos. A alteração para o modelo de interligação para os fornecedores de serviços de internet (ISPs) foi uma mudança extremamente importante, que se concretizou em

9 A participação actual da SonaeCom na Despegar é de 5,9%, dado que não foi subscrito o último aumento

(8)

Agosto de 2001. Contudo, a SonaeCom ainda defende que os ISPs têm direito aos benefícios retroactivos do novo modelo desde Março de 2001, data originalmente determinada pelo regulador. A disputa é actualmente objecto de um processo que decorre com a supervisão do regulador. Visto ainda não se ter chegado a uma decisão final, as contas da SonaeCom reflectem o cenário conservador de não existirem receitas adicionais.

A decisão de adiar o lançamento do UMTS por 12 meses até Dezembro de 2002 foi bem recebida pela SonaeCom, e está de acordo com o sentimento geral de que o mercado não terá nem os terminais nem a infraestrutura tecnológica disponíveis para suportar o lançamento dentro do prazo original. Adicionalmente, a SonaeCom acredita que poderá ser necessário adiar o lançamento para depois do final de 2002 devido à falta continuada de desenvolvimentos significativos tanto da tecnologia UMTS como dos necessários terminais e infraestrutura. O deslizar do calendário permitirá aos operadores uma aproximação mais racional ao investimento na rede UMTS, baseada nas condições de mercado.

Os operadores alternativos de linha fixa continuam a lidar com um ambiente competitivo pouco satisfatório, e é provável que esta situação se mantenha até que sejam tomadas medidas claras que garantam na prática, a desagregação do lacete local, e que pelo menos uma das redes de acesso local, básica ou por cabo, seja libertada do controle do operador incumbente. Portugal é o único país na Europa em que esta situação incoerente se verifica, sendo uma das barreiras chave ao desenvolvimento de uma oferta de acesso de banda larga concorrencial em Portugal.

O SECTOR MÓVEL EM 2002

É provável que 2002 apresente um crescimento lento no mercado móvel em termos de clientes. Estima-se que a penetração no final de 2001 seja perto de 85% (apesar da penetração de clientes activos se estimar perto de 76%). Dado que o UMTS foi adiado um ano, 2002 será ainda dominado por GSM e GPRS, sendo que o crescimento na utilização deste último dependerá da oferta de terminais atractivos e do desenvolvimento de MMS (serviços de mensagem multimédia).

A SonaeCom acredita que a dimensão reduzida, bem como a fase de desenvolvimento do mercado móvel português é, em si, uma barreira para o lançamento já anunciado de um quarto operador que ofereça serviços GSM, mesmo que usando a rede de um concorrente. A entrada de um quarto operador será, igualmente um factor condicionante dos níveis de rentabilidade para a indústria móvel como um todo em Portugal. Para além disso, a legitimidade de um novo operador GSM é questionável, visto só os três operadores existentes estarem oficialmente licenciados para oferecer serviços GSM. No entanto, a SonaeCom reconhece o direito ao roaming nacional, com terminais dual band (terminais compatíveis com GSM e UMTS), como um meio de complementar a cobertura de rede aquando do lançamento do UMTS.

As receitas em 2002 serão afectadas pela redução nas tarifas das comunicações de fixo para móvel anunciada pelo regulador, e que será implementada ao longo do ano. O corte será de 0,2 cêntimos de euro em 31 de Março, seguidos de dois cortes trimestrais adicionais de 0,1 cêntimos de euro de modo a atingir o limite estipulado de 0,1870 euros por minuto. Em termos de tarifas móvel para móvel, o regulador adiou a decisão final de modo a permitir que os operadores cheguem a um acordo entre eles. Optimus e Vodafone concordaram em 0,1870 euros por minuto, mas ainda não se chegou a um acordo com a TMN.

PERSPECTIVAS FUTURAS

A gestão acredita que 2002 será mais um ano em que a SonaeCom enfrentará importantes desafios, mas em que o Grupo continuará a crescer e a melhorar a sua rentabilidade.

É esperada pressão adicional para a concentração do mercado tanto no sector das telecomunicações móveis (particularmente em relação a operadores 3G) como no sector dos operadores alternativos de telecomunicações fixas. Isto será provocado por uma combinação de factores, dos quais se destacam: a necessidade de atingir uma dimensão mínima que garanta rentabilidade futura e a necessidade de melhorar os fundamentos e rentabilidade do negócio a garantir o financiamento total dos planos de negócio. A SonaeCom procurará ter um papel nos potenciais movimentos

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de concentração que acrescente valor para os seus accionistas. Na opinião da gestão da SonaeCom, as expectativas do mercado relativamente ao envolvimento do Grupo num movimento de concentração com o quarto operador de telecomunicações móveis em Portugal são actualmente injustificadas, dado não existirem indicações que possam acrescentar valor para os seus accionistas numa transacção deste género.

(10)

Contas Consolidadas SonaeCom Demonstração de Resultados

Volume de Negócios 255.306 521.618 154.886 175.709 192.848 207.972 731.415

Receitas de Serviço 220.225 449.149 131.466 154.647 170.793 185.288 642.194

EBITDA 25.779 53.311 8.018 11.957 13.088 22.500 55.563

Custos Capitalizados e Diferidos 165.331 183.471 42.261 40.841 45.553 43.304 171.959

Custos Diferidos (Custos aquisição clientes) 125.023 134.509 33.397 32.676 38.131 38.830 143.034

Custos Capitalizados 40.308 48.962 8.864 8.165 7.422 4.474 28.925

Custos diferidos reintegrados 41.557 74.606 24.240 25.300 29.976 29.813 109.329

EBITDA eliminando diferimento SACs (57.687) (6.592) (1.139) 4.581 4.933 13.483 21.858

Depreciações, Amortizações e Provisões 70.758 117.225 33.510 39.214 41.453 47.207 161.384

EBIT (44.979) (63.914) (25.492) (27.257) (28.365) (24.708) (105.822)

Resultados líquidos antes de minoritários (6.073) (77.619) (27.046) (29.593) (32.306) (42.769) (131.714)

Resultados líquidos depois de minoritários 6.174 (43.437) (15.993) (15.848) (18.597) (25.954) (76.392)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 214.907 301.464 44.314 36.532 39.197 77.227 197.270

Indicadores Balanço 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Dívida Bruta 378.074 498.935 526.346 549.052 553.358 568.560 568.560

Liquidez 1.561 151.288 96.889 77.535 68.206 55.026 55.026

Capital Próprio + Interesses Minoritários 299.002 597.205 524.551 494.302 531.328 514.246 514.246

Activo Líquido 826.139 1.327.430 1.308.155 1.326.613 1.377.676 1.404.406 1.404.406

Capital Social 150.000 181.000 181.000 181.000 181.000 181.000 181.000

Indicadores Financeiros Operacionais - Optimus Demonstração de Resultados

Volume de Negócios 241.706 458.281 133.587 146.011 166.457 171.449 617.504

Receitas de Serviço 204.977 400.148 116.836 130.610 149.163 154.066 550.675

EBITDA 28.745 99.193 23.327 23.828 28.738 31.469 107.362

Custos Capitalizados e Diferidos 138.480 137.138 35.081 34.619 39.717 38.411 147.828

Custos Diferidos (SACs) 125.023 122.851 30.371 30.132 35.688 35.431 131.622

Custos Capitalizados 13.457 14.287 4.710 4.487 4.029 2.980 16.206

Custos diferidos reintegrados 41.557 72.781 22.783 23.356 28.382 27.893 102.414

EBITDA eliminando diferimento SAC (54.721) 49.123 15.739 17.052 21.432 23.931 78.154

Depreciações, Amortizações e Provisões 67.986 92.868 25.528 27.683 29.626 31.547 114.384

EBIT (39.241) 6.325 (2.201) (3.855) (888) (78) (7.022)

Resultados Líquidos (19.768) (10.895) (5.226) (6.781) (5.039) (7.389) (24.435)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 181.686 203.050 25.579 25.864 28.666 55.235 135.344

Indicadores Balanço 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Dívida Bruta 349.524 493.837 503.705 523.382 494.626 522.887 522.887

Liquidez 1.314 1.399 616 764 89 6.313 6.313

Capital Próprio + Interesses Minoritários 239.372 270.960 265.734 258.952 343.348 335.959 335.959

Activo Líquido 705.622 930.781 992.694 1.022.003 1.070.156 1.106.205 1.106.205

Capital Social 144.651 235.000 235.000 235.566 325.000 325.000 325.000

Indicadores Financeiros Operacionais - Novis Demonstração de Resultados

Volume de Negócios 12.508 43.972 19.193 22.619 25.124 36.791 103.727

Receitas de Serviço 12.311 35.691 14.601 18.320 22.186 31.988 87.095

EBITDA (1.464) (33.548) (10.162) (9.852) (11.110) (10.675) (41.799)

Custos Capitalizados e Diferidos 25.622 43.571 5.060 5.368 4.408 4.293 19.129

Custos Diferidos (SACs) 11.658 2.279 2.258 2.107 2.907 9.551

Custos Capitalizados 25.622 31.913 2.781 3.110 2.301 1.386 9.578

Custos diferidos reintegrados 1.826 1.103 1.504 1.189 1.516 5.312

EBITDA eliminando diferimento SAC (1.464) (43.380) (11.338) (10.606) (12.028) (12.066) (46.038)

Depreciações, Amortizações e Provisões 1.938 19.584 7.711 9.987 11.025 13.129 41.852

EBIT (3.402) (53.132) (17.873) (19.839) (22.135) (23.804) (83.651)

Resultados Líquidos (3.767) (54.840) (18.837) (21.050) (23.413) (28.455) (91.755)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 34.852 31.035 4.275 7.543 10.479 15.508 37.805

Indicadores Balanço 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Dívida Bruta 10.867 68.511 90.984 98.711 91.942 66.023 66.023

Liquidez 4 146 332 367 229 336 336

Capital Próprio + Interesses Minoritários 32.704 52.754 33.917 12.867 29.454 60.999 60.999

Activo Líquido 73.859 168.962 170.569 165.709 179.181 190.862 190.862

Capital Social 2.201 80.000 80.000 80.000 120.000 120.000 120.000 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

(11)

Indicadores Financeiros Operacionais - Público Demonstração de Resultados

Volume de Negócios 31.173 33.989 7.610 9.528 7.868 9.592 34.598

Receitas de Serviço 19.845 23.029 4.710 6.577 4.829 6.656 22.772

EBITDA 1.691 2.463 (499) 545 (156) 1.445 1.335

Custos Capitalizados e Diferidos 306 7 101 108

Custos Diferidos (SACs)

Custos Capitalizados 306 7 101 108

Custos diferidos reintegrados

EBITDA eliminando diferimento SAC 1.691 2.463 (499) 545 (156) 1.445 1.335

Depreciações, Amortizações e Provisões 654 1.532 343 1.223 373 555 2.494

EBIT 1.037 931 (842) (678) (529) 890 (1.159)

Resultados Líquidos 584 1.087 (877) (313) (400) (139) (1.729)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 2.021 187 883 314 403 1.787

Indicadores Balanço 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Dívida Bruta 3.988 2.600 2.661 3.818 5.587 10.764 10.764

Liquidez 56 2.215 132 72 37 39 39

Capital Próprio + Interesses Minoritários 2.592 3.679 2.801 2.488 2.089 1.950 1.950

Activo Líquido 15.854 19.042 16.133 18.758 18.517 27.013 27.013

Capital Social 18.277 18.277 18.277 18.277 18.277 18.321 18.321

Indicadores Financeiros Operacionais - Clix Demonstração de Resultados

Volume de Negócios 3.949 1.964 2.436 5.022 8.139 17.561

Receitas de Serviço 3.949 1.964 2.436 5.022 8.139 17.561

EBITDA (5.442) (3.101) (3.194) (2.927) (1.523) (10.745)

Custos Capitalizados e Diferidos 4.515 891 670 366 873 2.800

Custos Diferidos (SACs) 3.544 747 286 336 492 1.861

Custos Capitalizados 971 144 384 30 381 939

Custos diferidos reintegrados 324 354 440 405 403 1.602

EBITDA eliminando diferimento SAC (8.662) (3.494) (3.040) (2.858) (1.612) (11.004)

Depreciações, Amortizações e Provisões 561 315 358 422 651 1.746

EBIT (6.003) (3.416) (3.552) (3.349) (2.174) (12.491)

Resultados Líquidos (6.008) (2.299) (2.298) (1.968) (1.681) (8.246)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 8 309 658 537 2.214 3.718

Indicadores Balanço 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Dívida Bruta 429 101 67 43 43

Liquidez 3.286 7.621 11.034 9.574 6.416 6.416

Capital Próprio + Interesses Minoritários 3.888 14.205 18.708 21.939 20.258 20.258

Activo Líquido 15.015 18.672 26.356 28.781 28.286 28.286

Capital Social 2.900 15.500 15.500 15.500 15.500 15.500 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

3T01 4T01 FY 2001 1999 2000 1T01 2T01

(12)

Contributos da Optimus para os resultados consolidados 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Volume de Negócios 239.948 453.146 130.753 143.621 162.392 167.943 604.709

Receitas de Serviço 204.907 395.951 114.004 128.210 145.109 150.561 537.884

EBITDA 29.988 92.050 23.621 23.525 27.589 32.290 107.025

Custos Capitalizados e Diferidos 138.770 136.848 35.081 34.619 39.717 38.401 147.818

Custos Diferidos (SACs) 125.023 122.851 30.371 30.132 35.688 35.431 131.622

Custos Capitalizados 13.747 13.997 4.710 4.487 4.029 2.970 16.196

Custos diferidos reintegrados 41.557 72.781 22.783 23.356 28.382 27.893 102.414

EBITDA eliminando diferimento SAC (53.478) 41.980 16.033 16.749 20.283 24.752 77.817

Depreciações, Amortizações e Provisões 67.986 92.875 25.528 27.683 29.626 31.420 114.257

EBIT (37.998) (825) (1.907) (4.158) (2.037) 870 (7.232)

Resultados Líquidos (18.538) (8.175) (2.237) (2.005) (2.630) (4.357) (11.229)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 181.686 203.050 25.263 25.955 26.990 54.134 132.342

Contributos da Novis para os resultados consolidados 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Volume de Negócios 12.167 34.234 10.863 14.053 12.782 17.403 55.101

Receitas de Serviço 12.157 27.265 7.092 11.353 11.049 15.037 44.531

EBITDA (2.597) (31.009) (9.889) (10.019) (10.144) (10.560) (40.612)

Custos Capitalizados e Diferidos 25.622 42.207 5.157 4.941 4.864 4.218 19.180

Custos Diferidos (SACs) 11.658 2.279 2.258 2.107 2.907 9.551

Custos Capitalizados 25.622 30.549 2.878 2.683 2.757 1.311 9.629

Custos diferidos reintegrados 1.826 1.103 1.504 1.189 1.516 5.312

EBITDA eliminando diferimento SAC (2.597) (40.841) (11.065) (10.773) (11.062) (11.951) (44.851)

Depreciações, Amortizações e Provisões 2.224 18.086 6.982 9.229 10.268 12.316 38.795

EBIT (4.821) (49.095) (16.871) (19.248) (20.412) (22.876) (79.407)

Resultados Líquidos (4.607) (28.348) (9.639) (11.901) (11.674) (13.017) (46.231)

CAPEX (excluindo custos capitalizados) 32.566 28.930 4.427 7.529 10.749 15.560 38.265

Contributos da Matrix para os resultados consolidados 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Volume de Negócios 27.212 9.552 12.099 12.859 17.834 52.344

Receitas de Serviço 18.907 6.652 9.148 9.820 14.899 40.519

EBITDA (3.299) (4.492) (3.561) (3.319) 1.559 (9.813)

Custos Capitalizados e Diferidos 2.099 1.804 1.291 626 707 4.428

Custos Diferidos (SACs) 747 286 336 492 1.861

Custos Capitalizados 2.099 1.057 1.005 290 215 2.567

Custos diferidos reintegrados 354 440 405 403 1.602

EBITDA eliminando diferimento SAC (3.299) (4.885) (3.407) (3.250) 1.470 (10.072)

Depreciações, Amortizações e Provisões 1.856 666 1.941 1.120 2.406 6.133

EBIT (5.155) (5.158) (5.502) (4.439) (847) (15.946)

Resultados Líquidos (3.207) (3.228) (3.026) (2.809) (4.822) (13.885)

(13)

Principais Indicadores de Actividade - Optimus 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Subscritores (EoP) milhares 817 1.410 1.511 1.650 1.791 1.916 1.916

Subscritores Net additions milhares 539 593 101 139 141 125 505

% Clientes pre-pagos (EoP) 83,2% 81,5% 82,0% 81,9% 81,1% 81,2% 81,2%

ARPU euro 30,7 32,1 27,4 28,2 29,4 28,5 28,4

MoU (minutos de utilização) 132 126 117 121 120 115 118

Receita por minuto (ARPU/MoU) euro 0,23 0,25 0,24 0,23 0,24 0,25 0,24

CCPU (Cash Cost / subscritor / mês) euro 41,1 30,4 24,8 26,9 27,2 26,2 26,3

Dados como % Receitas de Serviço (AoP) 1,0% 3,1% 8,0% 7,5% 6,5% 6,3% 7,2%

Dados como % de Receitas de Clientes (AoP) 1,0% 5,3% 10,4% 10,3% 9,8% 8,7% 10,0%

# SMS enviado / mês / Subscritor - 12,2 32,2 30,4 25,7 22,4 27,4

Total # SMS / mês / subscritor - 17,6 44,9 43,3 35,3 31,5 38,4 Principais Indicadores de Actividade - Novis 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001

Total Clientes Acesso Indirecto (EoP) - 50.722 59.728 66.942 89.009 124.159 124.159

Residenciais - 36.134 42.337 48.978 70.148 102.526 102.526

SOHO (microempresas) - 13.496 15.137 14.401 13.974 15.744 15.744

PME - 842 1.932 3.216 4.202 5.186 5.186

Corporate - 250 322 347 685 703 703

Clientes com a pré-selecção activada (EoP) - 3.781 11.551 22.843 55.195 94.265 94.265

Total Clientes Acesso Directo (EoP) 129 197 288 407 500 617 617

Acesso fixo via rádio (FWA) - 58 119 187 225 284 284

Excluindo clientes FWA 129 139 169 220 275 333 333

Acesso Total Directo Instalado (EoP) 230 365 554 791 1.041 1.041

Acesso fixo via rádio (FWA) 92 178 278 334 433 433

Excluindo clientes FWA 138 187 276 457 608 608

FWA (EoP) -

-# estações base instaladas - 18 21 21 21 21 21

# estações base activas - 11 15 20 20 20 20

Cobertura geográfica (Km2) - 308 478 483 483 483 483

Fibre Backbone kms (EoP)

-Extensão - 674 685 713 713

Pares de fibra instalados - 1.018 1.018 1.046 1.046

# pontos de presença - 50 50 50 50

MAN kms (Lisboa + Porto) (EoP)

-Cabos de fibra instalados (route kms) - 57 146 118 118

Pares de fibra instalados - 1.666 2.364 3.302 3.302

Extensão de ligações SDH - 114 174 186 186

Tráfego de dados (milhões de minutos) - 1.435 489 544 563 598 2.193

IT / actividades de Outsourcing (EoP)

-PC's sob gestão - 5.600 8.500 8.800 9.200 9.200 9.200

Sistemas / servidores - 360 375 442 461 584 584

o.w. Alojados / alojados na Novis - 240 300 329 332 389 389 Principais Indicadores de Actividade - Matrix 1999 2000 1T01 2T01 3T01 4T01 FY 2001 Clix

Utilizadores activos (últimos 30 dias) (EoP) 126.894 176.775 189.112 203.364 216.387 232.183

Clientes registados (EoP) 172.178 641.209 758.608 878.714 994.318 1.138.000

Page-views / mês (EoP) milhões 8 25 39 44 50,9 52,4

Total minutos tempo de conexão (quarter) 119.760 1.366.620 395.400 416.880 433.006 468,706

Receitas de publicidade (k euros) (1) 17,5 1006,6 208 307 186 353

Unique visitors - homepage (EoP) 214.271 596.459 618.751 654.660 827.417 857.294

Receitas de acesso (contas individuais) k euros - 6.160 1.856 1.957 4.720 7.659 Publico.pt

Page-views / mês (EoP) milhões 5,5 11,5 12,6 12 12,3 12,4

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Receitas de publicidade (k euros) (1) - - 12 35 28 26

Subscritores (EoP) - 32.184 42.200 54.576 65.800 87.136

Valor de Transacção Bruto k euros - 1.624 2.470 3.541 2.477 2.827

Listed Items (EoP) - 6.925 14.660 15.180 19.095 22.431 Publico

Circulação média paga 51.992 53.198 53.928 51.310 56.278 53.517

Quota de mercado de circulação (2) 16,3% 15,4% 15,0% 14,7% 15,3% n.a.

Quota de mercado de publicidade 17,3% 18,5% 17,6% 20,3% 20,0% 21,1% (4)

Receitas de publicidade brutas (contas indiv.) 2.449 28.311 5.645 7.726 5.633 7.806

Receitas de publicidade líquidas (contas indiv.) 1.880 21.756 4.407 6.082 4.445 6.148 Exit.online.pt

Page-views / mês (EoP) milhões 0,94 1,44 0,828 1,192

Receitas totais brutas (k euros) 198 445 716 475

Transacções Brutas (k euros) 163 436 689 459

Utilizadores registados milhares (EoP) 31 57,1 79 90,3

Nº de Transacções 383 535 942 882

Outros Vortais (3)

Page-views / mês (EoP) milhões 2,7 1,6 2,2

Total Receitas (k euros) 114,1 82,2 76

Unique visitors (EoP) 129.076 139.288 166.759

(14)

December/2001 - Dívida Líquida Consolidada e distribuição proporcional pelas empresas operacionais Empresa Dívida Bruta Indiv. Emprést. Accion. Contas

Indiv. Cash Indiv.

Endiv. Individual Líq. Emprést. Intra Grupo Contrib. Para Dív. Líq. Optimus 522,9 0 6,4 516,5 0 516,5 Novis 24,9 41,1 0,3 65,7 23,4 42,3 Clix 0,0 0 6,4 (6,4) (6,4) 0,0 Matrix ex Clix 2,5 36,0 0,3 38,2 36,0 2,2

Sonae Com Ventures 0 9 0 9,0 9 0,0

Outros Subsidiários 0,0 139,2 5,2 134,0 136,8 (2,8)

Sonae Com Holding 0,0 9,1 68,3 (59,2) (14,6) (44,6)

Total Dívida Líquida Consolidada 550,3 234,4 86,9 697,8 184,2 513,6

Setembro/2001 - Dívida Líquida Consolidada e distribuição proporcional pelas empresas operacionais

Company Dívida Bruta Indiv. Emprést. Accion. Contas

Indiv. Cash Indiv.

Endiv. Individual Líq. Emprést. Intra Grupo Contrib. Para Dív. Líq. Optimus 494,6 0 0,1 494,5 0 494,5 Novis 26,9 65,0 0,2 91,7 36,8 54,9 Clix 0,1 0 9,6 (9,5) (9,6) 0,1 Matrix ex Clix 3,3 27,5 1,3 29,5 26,2 3,3

Sonae Com Ventures 0 0 0 0,0 0 0,0

Outros Subsidiários 0,1 139,0 1,8 137,3 139,1 (1,8)

Sonae Com Holding 0,2 12,7 102,7 (89,8) (24,0) (65,8)

Total Dívida Líquida Consolidada 525,2 244,2 115,7 653,7 168,5 485,2

Junho/2001 - Dívida Líquida Consolidada e distribuição proporcional pelas empresas operacionais

Company Dívida Bruta Indiv. Emprést. Accion. Contas

Indiv. Cash Indiv.

Endiv. Individual Líq. Emprést. Intra Grupo Contrib. Para Dív. Líq. Optimus 523,4 0 0,8 522,6 0 522,6 Novis 23,9 74,8 0,4 98,3 74,8 23,5 Clix 0,1 0 11,0 (10,9) (11,0) 0,1 Matrix ex Clix 1,2 25,2 0,3 26,1 25,2 0,9

Sonae Com Ventures 0 0 0 0,0 0 0,0

Outros Subsidiários 0,4 118,3 0,1 118,6 118,5 ,1

Sonae Com Holding 0,1 15,5 150,6 (135,0) (59,2) (75,8)

Total Dívida Líquida Consolidada 549,1 233,8 163,2 619,7 148,3 471,4

Março/2001 - Dívida Líquida Consolidada e distribuição proporcional pelas empresas operacionais

Company Dívida Bruta Indiv. Emprést. Accion. Contas

Indiv. Cash Indiv.

Endiv. Individual Líq. Emprést. Intra Grupo Contrib. Para Dív. Líq. Optimus 503,7 0 0,7 503,0 0 503,0 Novis 21,5 69,5 0,3 90,7 69,5 21,2 Clix 0,4 0 7,6 (7,2) (7,5) 0,3 Matrix ex Clix 0,1 11,8 0,1 11,8 11,9 -0,1

Sonae Com Ventures 0 0 0 0,0 0 0,0

Outros Subsidiários 0,6 116,3 1,2 115,7 116,3 (,6)

Sonae Com Holding 0,0 7,5 178,9 (171,4) (77,1) (94,3)

(15)

Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2001 e 2000

(Montantes expressos em Euro)

31 de Dezembro de 2001 31 de Dezembro de 2000

ACTIVO AB AP AL AL

IMOBILIZADO Imobilizações Incorpóreas

Despesas de instalação 96.958.944 62.465.759 34.493.185 59.595.106

Despesas de investigação e desenvolvimento 5.600.748 3.460.468 2.140.280 6.820.163 Propriedade industrial e outros direitos 3.876.104 2.454.821 1.421.283 1.833.900

Imobilizações em curso 122.574.736 - 122.574.736 118.161.715

Diferenças de consolidação - - - 52.826.269

229.010.532 68.381.048 160.629.484 239.237.153 Imobilizações Corpóreas

Terrenos e recursos naturais 774.389 - 774.389 774.389

Edifícios e outras construções 130.271.234 29.727.652 100.543.582 96.332.923

Equipamento básico 485.134.391 126.203.990 358.930.401 311.881.032

Equipamento de transporte 137.866 85.047 52.819 36.253

Ferramentas e utensílios 1.124.923 716.277 408.646 556.444

Equipamento administrativo 139.809.750 63.614.059 76.195.691 48.219.471

Outras imobilizações corpóreas 1.067.211 208.308 858.903 35.679

Imobilizações em curso 38.893.551 - 38.893.551 17.020.585

797.213.315 220.555.333 576.657.982 474.856.775 Investimentos Financeiros

Partes de capital em empresas do grupo 7.641.353 4.010.523 3.630.830 6.276.224

Empréstimos a empresas do grupo 14.344.547 - 14.344.547 3.790.864

Partes de capital em empresas associadas 2.359.235 - 2.359.235 6.454.355

Empréstimos a empresas associadas 6.747.577 - 6.747.577

-Empréstimos a outras empresas participadas 24.316 - 24.316

-Títulos e outras aplicações financeiras 12.890.303 - 12.890.303 351.074

Adiantamentos por conta de investimentos financeiros 100.000 - 100.000 50.000

44.107.331 4.010.523 40.096.808 16.922.517 CIRCULANTE

Existências

Matérias-primas, subsidiárias e de consumo 1.438.168 - 1.438.168 821.311

Mercadorias 32.593.511 6.480.262 26.113.249 35.080.686

Adiantamentos por conta de compras 13.221 - 13.221 13.223

34.044.900 6.480.262 27.564.638 35.915.220 Dívidas de Terceiros – Curto Prazo

Clientes, c/c 136.326.741 - 136.326.741 78.656.767

Clientes - Títulos a receber 211.969 - 211.969

-Clientes de cobrança duvidosa 43.215.993 43.215.993 -

-Empresas do grupo 12.615 - 12.615

-Adiantamentos a fornecedores 447.495 - 447.495 449.407

Estado e outros entes públicos 18.600.360 - 18.600.360 18.400.699

Outros devedores 9.042.204 - 9.042.204 7.033.998

207.857.377 43.215.993 164.641.384 104.540.871 Títulos Negociáveis

Outras aplicações de tesouraria 44.700.003 - 44.700.003 147.367.335

Depósitos Bancários e Caixa

Depósitos bancários 10.199.392 - 10.199.392 3.870.088 Caixa 126.645 - 126.645 50.753 10.326.037 - 10.326.037 3.920.841 Acréscimos e Diferimentos Acréscimos de proveitos 135.912.325 - 135.912.325 90.949.926 Custos diferidos 243.877.266 - 243.877.266 213.719.401 379.789.591 - 379.789.591 304.669.327 Total de Amortizações 288.936.381 Total de Provisões 53.706.778 Total do Activo 1.747.049.086 342.643.159 1.404.405.927 1.327.430.039

(16)

Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2001 e 2000

(Montantes expressos em Euro)

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31 de Dezembro de 2001 31 de Dezembro de 2000

CAPITAL PRÓPRIO

Capital 181.000.000 181.000.000

Prémios de emissão de acções 279.257.042 279.257.036

Diferenças de consolidação - 52.404

Reservas legais 114.360 71.019

Outras reservas (82.059.301) 16.548.214

Resultado líquido do período (76.392.224) (43.436.887)

Total do Capital Próprio 301.919.877 433.491.785 Interesses Minoritários 212.325.770 163.713.685 PASSIVO

Provisões para Riscos e Encargos

Outras provisões para riscos e encargos 2.301.420 1.696.167

Dívidas a Terceiros - Médio e Longo Prazo

Dívidas a instituições de crédito 355.393.100 474.097.999

Dívidas a Terceiros - Curto Prazo

Dívidas a instituições de crédito 194.997.100 24.837.008

Fornecedores, c/c 126.959.494 85.596.792

Fornecedores - Facturas recepção e conferência 601.508 635.962

Empresas participadas e participantes 370.000

-Adiantamentos de clientes 5.072

-Outros empréstimos 17.800.117

-Fornecedores de imobilizado, c/c 56.431.285 49.023.982

Estado e outros entes públicos 6.922.937 5.235.158

Outros credores 3.225.981 5.472.471 407.313.494 170.801.373 Acréscimos e Diferimentos Acréscimos de custos 108.098.154 69.488.892 Proveitos diferidos 17.054.112 14.140.137 125.152.266 83.629.030 Total do Passivo 890.160.280 730.224.569

(17)

Demonstrações consolidadas dos resultados

dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2001 e 2000

(Montantes expressos em Euro)

CUSTOS E PERDAS

Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas

Mercadorias 75.103.063 64.197.200

Matérias 6.675.412 81.778.475 3.929.734 68.126.934

Fornecimentos e serviços externos 492.726.134 327.773.775

Custos com o pessoal

Remunerações 87.545.548 59.570.385

Encargos sociais e outros 22.856.833 110.402.381 16.320.672 75.891.058

Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo 134.365.166 102.809.354

Provisões 27.019.036 161.384.202 14.416.032 117.225.386

Impostos 13.229.527 10.469.070

Outros custos operacionais 660.591 13.890.118 240.171 10.709.241

( a ) 860.181.310 599.726.394

Perdas em empresas do grupo e associadas 4.007.954 162.972

Juros e custos similares

Relativos a empresas associadas 46.614 161.466

Outros 28.952.563 28.999.177 23.537.006 23.698.472

( c ) 893.188.441 623.587.838

Custos e perdas extraordinárias 16.330.545 2.743.673

( e ) 909.518.986 626.331.511

Imposto sobre o rendimento do período (2.269.690)

Imposto corrente 1.417.146

Imposto diferido (14.727.207) (13.310.061)

( g ) 896.208.925 624.061.821

Interesses minoritários (55.322.201) (34.182.131)

Resultado consolidado líquido do período (76.392.224) (43.436.887)

Total dos Custos e Perdas 764.494.500 546.442.803 PROVEITOS E GANHOS

Vendas

Mercadorias 77.395.547 64.163.995

Produtos 11.825.698 8.305.364

Prestação de serviços 642.193.763 731.415.008 449.148.652 521.618.012

Trabalhos para a própria empresa 17.701.793 11.701.225

Proveitos suplementares 3.640.829 2.487.874

Subsídios à exploração 101.299 4.818

Outros proveitos e ganhos operacionais 1.500.771 5.242.899 - 2.492.692

( b ) 754.359.700 535.811.929

Ganhos em empresas do grupo e associadas 36.438

-Rendimentos de títulos negociáveis e outras aplicações financeiras

Outros 25.414 41.465

Outros juros e proveitos similares

Relativos a empresas associadas 4.474.520 4.773.855

Outros 1.339.299 5.875.671 1.820.158 6.635.478

( d ) 760.235.371 542.447.407

Proveitos e ganhos extraordinários 4.259.129 3.995.396

( f ) 764.494.500 546.442.803

Total dos Proveitos e Ganhos 764.494.500 546.442.803

Resultados operacionais: (b) - (a) = (105.821.610) (63.914.465) Resultados financeiros: (d - b) - (c - a) = (27.131.460) (17.225.966) Resultados correntes: (d) - (c) = (132.953.070) (81.140.431) Resultados antes de impostos: (f) - (e) = (145.024.486) (79.888.708) Resultado consolidado com os interesses minoritários do período: (f) - (g) = (131.714.425) (77.619.018)

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