Explora
Explora
ç
ç
ão Sexual
ão Sexual
Comercial de Crian
Comercial de Crian
ç
ç
as e
as e
Adolescentes
Adolescentes
Gorete
Gorete
Vasconcelos
Vasconcelos
Marcos Hist
Marcos Hist
ó
ó
ricos e Pol
ricos e Pol
í
í
ticos
ticos
•
•
C
C
ó
ó
digo de Menores /1927
digo de Menores /1927
–
–
Doutrina da
Doutrina da
Situa
Situa
ç
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ão Irregular;
ão Irregular;
•
•
Declara
Declara
ç
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ão Universal dos Direitos da Crian
ão Universal dos Direitos da Crian
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a
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–
–
ONU /1959;
ONU /1959;
•
•
Constitui
Constitui
ç
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ão Federal de 1988
ão Federal de 1988
–
–
art. 227
art. 227
•
•
ECA
ECA
–
–
Lei 8069 /90;
Lei 8069 /90;
•
•
Conven
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ão Sobre o Direito da Crian
ão Sobre o Direito da Crian
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a
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–
–
ONU
ONU
/1989;
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•
•
Estatuto da Crian
Estatuto da Crian
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a e do Adolescente
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–
–
Lei
Lei
8069/90
Marcos Hist
Marcos Hist
ó
ó
ricos e Pol
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í
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ticos
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•
•
CPI
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-
-
1993
1993
•
•
1
1
°
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Congresso Mundial Contra a Explora
Congresso Mundial Contra a Explora
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ão
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Sexual Comercial de Crian
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as e Adolescentes
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–
–
Estocolmo
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-
-
Su
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é
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cia /1996:
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Participa
Participa
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ão de 122 Pa
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ses;
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Agenda de a
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ç
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ão global, concentrando esfor
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os
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na ado
na ado
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ão de medidas contra a pornografia
ão de medidas contra a pornografia
infantil e o tr
infantil e o tr
á
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fico de crian
fico de crian
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as;
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ESCCA = Viola
ESCCA = Viola
ç
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ões dos direitos humanos, crime
ões dos direitos humanos, crime
contra a humanidade;
Marcos Hist
Marcos Hist
ó
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ricos e Pol
ricos e Pol
í
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ticos
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Propostas favoreceram contextos
Propostas favoreceram contextos
interdisciplinares, comprometendo os pa
interdisciplinares, comprometendo os pa
í
í
ses
ses
participantes na elabora
participantes na elabora
ç
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ão de Planos Nacionais.
ão de Planos Nacionais.
•
•
Violência Sexual Subdividida nas Modalidades:
Violência Sexual Subdividida nas Modalidades:
Abuso Sexual
Abuso Sexual
-
-
intra
intra
e extra
e extra
–
–
familiar;
familiar;
Explora
Explora
ç
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ão Sexual Comercial
ão Sexual Comercial
-
-
turismo sexual,
turismo sexual,
prostitui
Marcos Hist
Marcos Hist
ó
ó
ricos e Pol
ricos e Pol
í
í
ticos
ticos
•
•
ElaboraçElaboração do Plano Nacional de Enfrentamento ão do Plano Nacional de Enfrentamento àà Violência SexualViolência Sexual InfantoInfanto –– Juvenil:Juvenil:
•
•
II Congresso Mundial Contra a ExploraII Congresso Mundial Contra a Exploraçção Sexual ão Sexual Comercial de CrianComercial de Criançças e Adolescentes as e Adolescentes –– YokohamaYokohama - -Japão / 2001:
Japão / 2001:
Reconhecimento de que a ESCCA acontece globalmente;Reconhecimento de que a ESCCA acontece globalmente; ProposiProposição de descentralização de descentralizaçção dos Planos Nacionais, ão dos Planos Nacionais, destacando a necessidade de estabelecimento dedestacando a necessidade de estabelecimento de parcerias com a Coopera
parcerias com a Cooperaçção Internacional com os ão Internacional com os governos locais, para dar
governos locais, para dar sustentabilidadesustentabilidade as aas açções e ões e coibir a ESCCA.
Marcos Hist
Marcos Hist
ó
ó
ricos e Pol
ricos e Pol
í
í
ticos
ticos
•
•
Implanta
Implanta
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ão dos Projetos Sentinela
ão dos Projetos Sentinela
-
-2002;
2002;
•
•
Implanta
Implanta
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ão do Comitê Nacional
ão do Comitê Nacional
–
–
2003;
2003;
•
•
PESTRAF
PESTRAF
-
-
2003;
2003;
•
•
CPMI
CPMI
-
-
2004;
2004;
•
•
Implanta
Implanta
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ão do PAIR
ão do PAIR
–
–
2003 / A
2003 / A
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ões
ões
interministeriais que atualmente envolvem
interministeriais que atualmente envolvem
14 Minist
Violência Sexual
Violência Sexual
•
•
É
É
uma das expressões da violência;
uma das expressões da violência;
•
•
Est
Est
á
á
relacionada ao que a nossa cultura
relacionada ao que a nossa cultura
não aceita, mas pratica, ou seja,
não aceita, mas pratica, ou seja,
à
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quilo
quilo
que reprovamos socialmente.
que reprovamos socialmente.
•
•
É
É
um ato de transgressão de uma norma
um ato de transgressão de uma norma
social, que coloca o sujeito em uma
social, que coloca o sujeito em uma
posi
Violência Sexual
Violência Sexual
•
•
A violência sexual foi subdividida em dois
A violência sexual foi subdividida em dois
grupos: o abuso sexual e a explora
grupos: o abuso sexual e a explora
ç
ç
ão sexual
ão sexual
comercial. Do primeiro grupo, fazem parte os
comercial. Do primeiro grupo, fazem parte os
atos
abusivos
atos
abusivos
intra
intra
e
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extra
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-
-
familiares
familiares
,
,
perpetrados sem a intermedia
perpetrados sem a intermedia
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ão do dinheiro,
ão do dinheiro,
enquanto que do segundo grupo fazem parte
enquanto que do segundo grupo fazem parte
aqueles atos em que, de certa forma, h
aqueles atos em que, de certa forma, h
á
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a troca
a troca
do sexo por uma remunera
do sexo por uma remunera
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ão
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-
-
.
.
Instituto Interamericano Del Nino
Abuso Sexual
Abuso Sexual
“È
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qualquer relacionamento
qualquer relacionamento
interpessoal
interpessoal
no
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qual a sexualidade
qual a sexualidade
é
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veiculada sem o
veiculada sem o
consentimento v
consentimento v
á
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lido de uma das pessoas
lido de uma das pessoas
envolvidas, implicando em violência
envolvidas, implicando em violência
psicol
psicol
ó
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gica, social e / ou f
gica, social e / ou f
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sica
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”
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.
.
Conhen
Explora
Explora
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ão Sexual Comercial
ão Sexual Comercial
“
“
Consiste no uso de uma crian
Consiste no uso de uma crian
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a ou adolescente
a ou adolescente
para fins sexuais em troca de dinheiro ou
para fins sexuais em troca de dinheiro ou
favores em esp
favores em esp
é
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cie, entre a crian
cie, entre a crian
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a ou
a ou
adolescente, o cliente, o intermedi
adolescente, o cliente, o intermedi
á
á
rio ou
rio ou
agenciador e outros que se beneficiam do
agenciador e outros que se beneficiam do
com
com
é
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rcio de crian
rcio de crian
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as para esses prop
as para esses prop
ó
ó
sitos
sitos
”
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.
.
Congresso Mundial Contra a Explora
Congresso Mundial Contra a Exploraçção Comercial de Crianão Comercial de Crianças ças Unicef, 1996. Unicef, 1996.
Explora
Explora
ç
ç
ão Sexual Comercial
ão Sexual Comercial
•
•
EstEstáá relacionada a aspectos histrelacionada a aspectos históóricos, econômicos e ao ricos, econômicos e ao sistema de valores arbitrados nas relasistema de valores arbitrados nas relações sociais, ções sociais, especialmente o
especialmente o patriarcalismo, o racismo e a apartapatriarcalismo, o racismo e a apartaçção ão social;
social;
•
•
Os aspectos desencadeantes e mantenedores desse Os aspectos desencadeantes e mantenedores desse fenômeno, estão associados a: o mercado, a sexualidade fenômeno, estão associados a: o mercado, a sexualidadee a violência; e a violência;
•
•
O
O
mercado mercado éé a base de sustentaa base de sustentaçção.ão.Leal ,2001
Prostitui
Prostitui
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ão
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“
Consiste no uso de uma crian
Consiste no uso de uma crian
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a em
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atividades sexuais em troca de
atividades sexuais em troca de
remunera
remunera
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ão ou outras formas de
ão ou outras formas de
considera
considera
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ão
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”
”
.
.
ECPAT, 2002
Fatores Desencadeantes da
Fatores Desencadeantes da
Prostitui
Prostitui
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ão
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•
•
Contexto social,
Contexto social,
•
•
Trabalho sexual,
Trabalho sexual,
•
•
Pagamento em dinheiro vivo ,
Pagamento em dinheiro vivo ,
•
•
As formas de entender a sexualidade e os
As formas de entender a sexualidade e os
pap
pap
é
é
is de gênero.
is de gênero.
Dolores Juliano, 2004
Turismo com Motiva
Turismo com Motiva
ç
ç
ão Sexual
ão Sexual
•
•
ÉÉ a exploraa exploraçção sexual de crianão sexual de criançças por estrangeiros que as por estrangeiros que visitam outros pavisitam outros paííses, ses, geralmente geralmente papaííses ses em em desenvolvimento, com o intuito de ter rela
desenvolvimento, com o intuito de ter relaçções sexuais ões sexuais com crian
com criançças; as; ECPAT, 2002ECPAT, 2002
•
•
Acontece de forma organizada em redes de aliciamento Acontece de forma organizada em redes de aliciamento e agenciamento, incluindo diversos interlocutores, entre e agenciamento, incluindo diversos interlocutores, entreagências de turismo nacionais e estrangeiras, hot
agências de turismo nacionais e estrangeiras, hotééis, is, taxistas, boates, restaurantes, etc.
Tr
Tr
á
á
fico de Crian
fico de Crian
ç
ç
as e Adolescentes
as e Adolescentes
para Fins de Explora
para Fins de Explora
ç
ç
ão Sexual
ão Sexual
• É a promoção da saída ou entrada de crianças e adolescentes do território nacional para fins de prostituição.
(Código Penal art. 231, ECA art. 83, 84, 85, 251)
•
• O aliciamento e o agenciamento de criançO aliciamento e o agenciamento de crianças, as,
adolescentes e mulheres acontecem por meio das adolescentes e mulheres acontecem por meio das
redes do mercado da moda, das agências de modelo redes do mercado da moda, das agências de modelo
fotogr
fotográáfico, vfico, víídeos, filmes, aldeos, filmes, aléém das agências de m das agências de emprego, de casamento, de
emprego, de casamento, de teletele––sexosexo, de turismo, , de turismo, entre outras, que são fontes sedutoras que envolvem entre outras, que são fontes sedutoras que envolvem
diariamente jovens, no sonho de uma vida melhor. diariamente jovens, no sonho de uma vida melhor.
Pornografia Infantil
Pornografia Infantil
“É
“É qualquer representaqualquer representaçãoção atravéatravés de quaisquer meios de comunicas de quaisquer meios de comunicação ção de uma crian
de uma criançça, engajada em atividades sexuais expla, engajada em atividades sexuais explíícitas, reais ou citas, reais ou simuladas ou qualquer exibi
simuladas ou qualquer exibiçção impudica de seus genitais com a ão impudica de seus genitais com a finalidade de oferecer gratifica
finalidade de oferecer gratificaçção sexual ao usuão sexual ao usuáário e envolve a rio e envolve a produ
produçção, distribuião, distribuiçção e/ou uso de tal materialão e/ou uso de tal material””. ECPAT, 2002. ECPAT, 2002
•
• EstEstáá associada associada àà pedofilia no senso comum; contudo, existem pedofilia no senso comum; contudo, existem diferen
diferençças entre as pessoas que abusam sexualmente de crianas entre as pessoas que abusam sexualmente de criançças e as e que são ped
que são pedóófilos, das pessoas que são exploradores ocasionais e filos, das pessoas que são exploradores ocasionais e das pessoas que agenciam a pornografia infantil, que podem ou nã das pessoas que agenciam a pornografia infantil, que podem ou não o ser ped
ser pedóófilos, geralmente são investidoras de um negfilos, geralmente são investidoras de um negóócio ilegal que cio ilegal que gera muito lucro.
A Interven
A Interven
ç
ç
ão deve Contemplar:
ão deve Contemplar:
•
Notificação:
Defesa e
Responsabilização
•
Acolhimento;
•
Diagnóstico;
Papel da Equipe Profissional
Papel da Equipe Profissional
•
• Intervir no ciclo da violência requer uma atuaçIntervir no ciclo da violência requer uma atuação polão políítica, tica, participa
participaçção nos conselhos da crianão nos conselhos da criançça e da assistência a e da assistência social, postura cr
social, postura críítica e tica e propositivapropositiva na efetivaçna efetivação de ão de pol
polííticas pticas púúblicas;blicas;
•
• Desenvolvimento de pesquisas e formaçDesenvolvimento de pesquisas e formação constante da ão constante da equipe multidisciplinar;
equipe multidisciplinar;
•
• Trabalhar sempre em equipe, realizando intervençTrabalhar sempre em equipe, realizando intervenções em ões em rede, de acordo com o sistema de garantia de direitos;
rede, de acordo com o sistema de garantia de direitos;
•
• Conhecer a legislaConhecer a legislaçção especão especíífica fica -- ECA/lei 8069;ECA/lei 8069;
•
• Estabelecimento de um settingEstabelecimento de um setting acolhedor;acolhedor;
•
• DistinçDistinção entre as funão entre as funçções da equipe com relaões da equipe com relaçção a ão a profissionais de outras institui
Papel da Equipe Profissional
Papel da Equipe Profissional
•
Trabalhar as reações, sentimentos e fantasias
despertados na equipe e nos terapeutas antes, durante
e depois dos atendimentos;
•
Sigilo e as questões éticas;
•
Eficácia do trabalho: como pode ser avaliado?
•
Definir embasamento teórico- clínico;
•
Definir a clientela;
•
Fontes de encaminhamento;
•
Articulação com a justiça;
Perfil da Equipe Profissional
•
•
Adotar uma pedagogia capaz de estimular
Adotar uma pedagogia capaz de estimular
os desejos de autonomia e
os desejos de autonomia e
responsabilidade
responsabilidade
;
;
•
•
Interven
Interven
ç
ç
ão em rede, atrav
ão em rede, atrav
é
é
s da
s da
articula
Semili-berdade Internação Educação Prestação de Serviços à Comunidade Colocação Familiar Abrigo Tratamento Especializado Renda Mínima Apoio Sócio-Famíliar Reinserção Escolar Apoio Temporário Busca desaparecidos Atendimento Integrado ao Infrator Reparação de Danos Alimentação Habitação Saúde Cultura Profissio-nalização Lazer Proteção Jurídico-Social ESCOLA CONSELHO TUTELAR SISTEMA JUSTIÇA -VIJ Tratamento Drogadição Vítimas Maus-Tratos Guarda Subsidiada Esporte FAMÍLIA
Base de intervenção: Município/ Empoderamento Local
Eixo norteador: Articulação em Rede
Referência Metodológica
Plano Nacional e Municipal de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil
Defesa e Responsabilização Articulação e Mobilização Protagonismo Juvenil Análise da Situação Atendimento Prevenção Eixo Promoção
Sistema de Garantia de Direitos
Eixo Controle
Eixo Defesa
Gorete
Gorete
Vasconcelos
Vasconcelos
Psic
Psicóóloga, Mestranda em Psicologia Social loga, Mestranda em Psicologia Social –– PUC / SP, Consultora do Instituto WCF
PUC / SP, Consultora do Instituto WCF-- BrasilBrasil