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Solução de sistemas de equações lineares

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Academic year: 2021

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(1)

alculo Num´

erico

Solu¸c˜

ao de sistemas de equa¸c˜

oes lineares

Prof. Daniel G. Alfaro Vigo [email protected]

Departamento de Ciˆencia da Computa¸c˜ao IM – UFRJ

(2)
(3)

Motiva¸c˜

ao: Circuito el´

etrico

A figura mostra um circuito el´etrico simples. Queremos determinar as correntes que circulam no circuito, sabendo que R1 = 10 Ω,

R2 = 20 Ω, R3 = 30 Ω, E1 = 3 V e E2 = 4 V

(4)

Motiva¸c˜

ao: Circuito el´

etrico

Usando as leis de Kirchhoff, temos pela Lei dos n´os que i1− i2− i3 = 0.

Da Lei das malhas, em s1 temos

−R1i1− R2i2+ E1 = 0 =⇒ −R1i1− R2i2= −E1, e em s2 −R3i3− E2− E1+ R2i2 = 0 =⇒ R2i2− R3i3= E2+ E1.    i1 − i2 − i3 = 0 −10i1 − 20i2 = −3 20i2 − 30i3 = 7

(5)

Motiva¸c˜

ao: Circuito el´

etrico

Usando as leis de Kirchhoff, temos pela Lei dos n´os que i1− i2− i3 = 0.

Da Lei das malhas, em s1 temos

−R1i1− R2i2+ E1 = 0 =⇒ −R1i1− R2i2= −E1,

e em s2

−R3i3− E2− E1+ R2i2 = 0 =⇒ R2i2− R3i3= E2+ E1.

Assim, chegamos no sistema de equa¸c˜oes lineares    i1 − i2 − i3 = 0 −10i1 − 20i2 = −3 20i2 − 30i3 = 7

(6)

C´alculo de sistemas el´etricos.

Eletrônica de Potência para Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica J. A. Pomilio

Figura 8.1 Sistema elétrico convencional. Figura obtida em xi

Da década de 1970 para a década de 1990, a demanda crescente levou a um aumento do número de usinas geradoras. Em algumas áreas, o abastecimento de eletricidade, especialmente em horários de pico, não poderia ser mantido com essa demanda crescente, resultando em uma piora na qualidade da energia elétrica fornecida, o que incluía oscilações de tensão, quedas, cortes de energia e até “apagões”. Cada vez mais a sociedade dependia de eletricidade para a indústria, condicionamento de ambientes, comunicação, iluminação e entretenimento, e os consumidores exigiram níveis cada vez mais elevados de confiabilidade.

Estabeleceram-se comportamentos de demanda de eletricidade mais críticos, levando a picos diários de demanda atendidos por geradores só utilizados por curtos períodos do dia. A relativamente baixa utilização destes geradores (normalmente turbinas a gás, devido ao seu custo de capital relativamente baixo e tempos de partida mais rápidos, ou então a óleo diesel), juntamente com a redundância necessária na rede elétrica, resultou em maiores custos para as concessionárias de eletricidade, custos estes que foram repassados aos consumidores.

Embora possa ter surgindo anteriormente, o termo smart grid, tem sido usado mais frequentemente desde 2005, a partir do artigo "Toward a Smart Grid" (Amin and Wollenberg, IEEE Power and Energy Magazine, v. 3, n. 5, p. 34-38, set./out. 2005).

Na década de 1980, a leitura automática de medidores foi usada para monitoramento de cargas de grandes clientes e evoluiu para uma infraestrutura avançada de monitoração. Medidores inteligentes passaram a adicionar comunicação em tempo real, tornando-se dispositivos de comando-resposta e comandos remotos com os usuários.

Transmissão Geração Distribuição Indústria Comércio Residências

(Fonte: X. Yu et al.,The New Frontier of Smart Grids [ieeexplore.ieee.org])

(7)

Motiva¸c˜

ao: C´

alculo estrutural

C´alculo de estruturas pelo m´etodo dos elementos finitos.

(8)

Sistema de equa¸c˜

oes lineares

Vamos estudar m´etodos para a solu¸c˜ao de um sistema de n equa¸c˜oes com n inc´ognitas

       a11x1+ a12x2+ · · · +a1,n−1xn−1+ a1nxn = b1 a21x1+ a22x2+ · · · +a2,n−1xn−1+ a2nxn = b2 . . . . an1x1+ an2x2+ · · · +an,n−1xn−1+ annxn = bn A · x = b

onde a matriz dos coeficientes A, o vetor das inc´ognitas x e o vetor do lado direito b s˜ao dados por

A =      a11 a12 · · · a1,n−1 a1n a21 a22 · · · a2,n−1 a2n .. . ... ... ... an1 an2 · · · an,n−1 ann      , x =      x1 x2 .. . xn      e b =      b1 b2 .. . bn     

(9)

Sistema de equa¸c˜

oes lineares

Vamos estudar m´etodos para a solu¸c˜ao de um sistema de n equa¸c˜oes com n inc´ognitas

       a11x1+ a12x2+ · · · +a1,n−1xn−1+ a1nxn = b1 a21x1+ a22x2+ · · · +a2,n−1xn−1+ a2nxn = b2 . . . . an1x1+ an2x2+ · · · +an,n−1xn−1+ annxn = bn

Usando nota¸c˜ao matricial

A · x = b

onde a matriz dos coeficientes A, o vetor das inc´ognitas x e o vetor do lado direito b s˜ao dados por

A =      a11 a12 · · · a1,n−1 a1n a21 a22 · · · a2,n−1 a2n .. . ... ... ... an1 an2 · · · an,n−1 ann      , x =      x1 x2 .. . xn      e b =      b1 b2 .. . bn     

(10)

Tamb´em usaremos a representa¸c˜ao do sistema atrav´es da matriz aumentada [A|b] =      a11 a12 · · · a1,n−1 a1n b1 a21 a22 · · · a2,n−1 a2n b2 .. . ... ... ... ... an1 an2 · · · an,n−1 ann bn      .

(11)

Interpreta¸c˜

ao geom´

etrica de um sistema de equa¸c˜

oes

A solu¸c˜ao do sistema consiste dos pontos de interse¸c˜ao no espa¸co n-dimensional Rn dos n hiperplanos associados `as equa¸c˜oes do sistema. -4.8 -4 -3.2 -2.4 -1.6 -0.8 0 0.8 1.6 2.4 3.2 4 4.8 -2.4 -1.6 -0.8 0.8 1.6 2.4 a₁₁ x₁ + a₁₂ x₂ = b₁ a₂₁ x₁ + a₂₂ x₂ = b₂ x₁ x₂

(12)

Solu¸c˜ao ´unica -4.8 -4 -3.2 -2.4 -1.6 -0.8 0 0.8 1.6 2.4 3.2 4 4.8 -2.4 -1.6 -0.8 0.8 1.6 2.4 a₁₁ x₁ + a₁₂ x₂ = b₁ a₂₁ x₁ + a₂₂ x₂ = b₂ x₁ x₂

(13)

umero de solu¸c˜

oes de um sistema de equa¸c˜

oes (cont.)

Infinitas solu¸c˜oes

-4.8 -4 -3.2 -2.4 -1.6 -0.8 0 0.8 1.6 2.4 3.2 4 4.8 -2.4 -1.6 -0.8 0.8 1.6 2.4 a₁₁ x₁ + a₁₂ x₂ = b₁ a₂₁ x₁ + a₂₂ x₂ = b₂ x₁ x₂

(14)

N˜ao existe solu¸c˜ao -4.8 -4 -3.2 -2.4 -1.6 -0.8 0 0.8 1.6 2.4 3.2 4 4.8 -2.4 -1.6 -0.8 0.8 1.6 2.4 a₁₁ x₁ + a₁₂ x₂ = b₁ a₂₁ x₁ + a₂₂ x₂ = b₂ x₁ x₂

(15)

umero de solu¸c˜

oes de um sistema de equa¸c˜

oes (cont.)

Unicidade da solu¸c˜ao

O sistema de n equa¸c˜oes com n inc´ognitas A · x = b,

ter´a uma ´unica solu¸c˜ao, se e somente se o determinante da matriz ´e n˜ao nulo (det A 6= 0).

Se det A = 0 o sistema poder´a ter um n´umero infinito de solu¸c˜oes ou nenhuma solu¸c˜ao.

(16)

Sistema de equa¸c˜

oes lineares

Estudaremos m´etodos para a resolu¸c˜ao de sistemas de n equa¸c˜oes com n inc´ognitas, no caso quando a solu¸c˜ao ´e ´unica.

Observamos que nas aplica¸c˜oes podemos ter sistemas com centenas ou milhares de equa¸c˜oes.

Classes de m´etodos

M´etodos diretos: a solu¸c˜ao ´e obtida em um n´umero finito de passos;

M´etodos iterativos: constru´ımos uma sequˆencia de aproxima¸c˜oes para a solu¸c˜ao.

⇒ Esse m´etodo generaliza a t´ecnica de substitui¸c˜ao que ´e usada

(17)

Sistema de equa¸c˜

oes lineares

Estudaremos m´etodos para a resolu¸c˜ao de sistemas de n equa¸c˜oes com n inc´ognitas, no caso quando a solu¸c˜ao ´e ´unica.

Observamos que nas aplica¸c˜oes podemos ter sistemas com centenas ou milhares de equa¸c˜oes.

Classes de m´etodos

M´etodos diretos: a solu¸c˜ao ´e obtida em um n´umero finito de passos;

M´etodos iterativos: constru´ımos uma sequˆencia de aproxima¸c˜oes para a solu¸c˜ao.

Come¸caremos estudando um m´etodo direito conhecido como

m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Esse m´etodo generaliza a t´ecnica de substitui¸c˜ao que ´e usada

(18)

Exemplo: circuito el´

etrico

Assim temos que resolver o sistema    i1 − i2 − i3 = 0 −10i1 − 20i2 = −3 20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao: i1 = i2+ i3

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos −10i1− 20i2 = −3

(19)

Exemplo: circuito el´

etrico

Assim temos que resolver o sistema    i1 − i2 − i3 = 0 −10i1 − 20i2 = −3 20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao: i1 = i2+ i3

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos

−10i1− 20i2 = −3 ⇒ −10(i2+ i3) − 20i2= −3

(20)

Assim temos que resolver o sistema    i1 − i2 − i3 = 0 −10i1 − 20i2 = −3 20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao: i1 = i2+ i3

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos

−10i1− 20i2 = −3 ⇒ −10(i2+ i3) − 20i2= −3

(21)

Exemplo: circuito el´

etrico

Agora nos focamos no sistema com duas equa¸c˜oes

−30i2 − 10i3 = −3

20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao temos que i2= −3+10i−30 3 = 101 −13i3.

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos −20i2− 30i3 = 7 ⇒ −20(1 10− 1 3i3) − 30i3 = 7 ⇒ − 70 3 i3= 9

Assim o sistema inicial foi reduzido na forma    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 70 3i3 = 9

(22)

Exemplo: circuito el´

etrico

Agora nos focamos no sistema com duas equa¸c˜oes

−30i2 − 10i3 = −3

20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao temos que i2= −3+10i−30 3 = 101 −13i3.

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos −20i2− 30i3 = 7 ⇒ −20(101 −13i3) − 30i3 = 7

Assim o sistema inicial foi reduzido na forma    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 70 3i3 = 9

(23)

Exemplo: circuito el´

etrico

Agora nos focamos no sistema com duas equa¸c˜oes

−30i2 − 10i3 = −3

20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao temos que i2= −3+10i−30 3 = 101 −13i3.

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos

−20i2− 30i3 = 7 ⇒ −20(101 −13i3) − 30i3 = 7 ⇒ −703 i3= 9

Assim o sistema inicial foi reduzido na forma    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 70 3i3 = 9

(24)

Agora nos focamos no sistema com duas equa¸c˜oes

−30i2 − 10i3 = −3

20i2 − 30i3 = 7

Da primeira equa¸c˜ao temos que i2= −3+10i−30 3 = 101 −13i3.

Substituindo na segunda equa¸c˜ao obtemos

−20i2− 30i3 = 7 ⇒ −20(101 −13i3) − 30i3 = 7 ⇒ −703 i3= 9

Assim o sistema inicial foi reduzido na forma    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 70 3i3 = 9

(25)

Exemplo: circuito el´

etrico

Para resolver esse sistema reduzido    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 703i3 = 9

come¸camos pela ´ultima equa¸c˜ao e obtemos −70

3 i3= 9 ⇒ i3 = −

27 70.

Da segunda equa¸c˜ao temos

−30i2− 10i3= −3 ⇒ i2 = −3 + 10 · (−27 70) −30 = 8 35 Finalmente, da primeira equa¸c˜ao temos

i1−i2−i3 = 0 ⇒ i1= 8 35+  −27 70  = −11 70

(26)

Exemplo: circuito el´

etrico

Para resolver esse sistema reduzido    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 703i3 = 9

come¸camos pela ´ultima equa¸c˜ao e obtemos −70

3 i3= 9 ⇒ i3 = −

27 70. Da segunda equa¸c˜ao temos

−30i2− 10i3= −3 ⇒ i2 = −3 + 10 · (−27 70) −30 = 8 35 i1−i2−i3 = 0 ⇒ i1= 8 35+ − 27 70 = − 11 70

(27)

Exemplo: circuito el´

etrico

Para resolver esse sistema reduzido    i1 − i2 − i3 = 0 − 30i2 − 10i3 = −3 − 703i3 = 9

come¸camos pela ´ultima equa¸c˜ao e obtemos −70

3 i3= 9 ⇒ i3 = −

27 70. Da segunda equa¸c˜ao temos

−30i2− 10i3= −3 ⇒ i2 = −3 + 10 · (−27 70) −30 = 8 35 Finalmente, da primeira equa¸c˜ao temos

i1−i2−i3 = 0 ⇒ i1= 8 35+  −27 70  = −11 70

(28)

etodo de elimina¸c˜

ao de Gauss

Essa ideia pode ser aplicada no caso de um sistema geral. Reduzimos o sistema de equa¸c˜oes a um sistema equivalente mais simples (de f´acil solu¸c˜ao).

Resolvemos o sistema reduzido.

         a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · +a(0)1,n−1xn−1+ a(0)1nxn = b1(0) a(0)21x1+ a(0)22x2+ · · · +a(0)2,n−1xn−1+ a(0)2nxn = b2(0) . . . . a(0)n1x1+ a(0)n2x2+ · · · +a(0)n,n−1xn−1+ a(0)nnxn = bn(0)

No primeiro est´agio, da primeira equa¸c˜ao temos que x1= b(0)1 a(0)11 −a (0) 12 a(0)11 x2− · · · − a(0)1,n−1 a(0)11 xn−1− a(0)1n a(0)11 xn

(29)

etodo de elimina¸c˜

ao de Gauss

Essa ideia pode ser aplicada no caso de um sistema geral. Reduzimos o sistema de equa¸c˜oes a um sistema equivalente mais simples (de f´acil solu¸c˜ao).

Resolvemos o sistema reduzido.

Para facilitar a nota¸c˜ao do processo o sistema a ser resolvido ser´a representado na forma A(0)· x = b(0), ou seja

         a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · +a(0)1,n−1xn−1+ a(0)1nxn = b1(0) a(0)21x1+ a(0)22x2+ · · · +a(0)2,n−1xn−1+ a(0)2nxn = b2(0) . . . . a(0)n1x1+ a(0)n2x2+ · · · +a(0)n,n−1xn−1+ a(0)nnxn = bn(0)

No primeiro est´agio, da primeira equa¸c˜ao temos que x1= b(0)1 a(0)11 −a (0) 12 a(0)11 x2− · · · − a(0)1,n−1 a(0)11 xn−1− a(0)1n a(0)11 xn

(30)

Essa ideia pode ser aplicada no caso de um sistema geral. Reduzimos o sistema de equa¸c˜oes a um sistema equivalente mais simples (de f´acil solu¸c˜ao).

Resolvemos o sistema reduzido.

Para facilitar a nota¸c˜ao do processo o sistema a ser resolvido ser´a representado na forma A(0)· x = b(0), ou seja

         a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · +a(0)1,n−1xn−1+ a(0)1nxn = b1(0) a(0)21x1+ a(0)22x2+ · · · +a(0)2,n−1xn−1+ a(0)2nxn = b2(0) . . . . a(0)n1x1+ a(0)n2x2+ · · · +a(0)n,n−1xn−1+ a(0)nnxn = bn(0)

No primeiro est´agio, da primeira equa¸c˜ao temos que x1= b(0)1 a(0)11 −a (0) 12 a(0)11 x2− · · · − a(0)1,n−1 a(0)11 xn−1− a(0)1n a(0)11 xn

(31)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao

Substituindo x1 na equa¸c˜ao j -´esima (2 ≤ j ≤ n) temos

a(0)j 1 x1+ a(0)j 2 x2+ · · · + aj ,n−1(0) xn−1+ a(0)jn xn= b(0)j ⇒ a(0)j 1 b (0) 1 a(0)11 −a (0) 12 a(0)11 x2 − · · · −a (0) 1,n−1 a11(0) xn−1 −a (0) 1n a(0)11 xn ! + a(0)j 2 x2+ · · · + a(0)j ,n−1xn−1+ a(0)jn xn= bj(0),

donde, agrupando obtemos

a(0)j 1 a(0)11 b (0) 1 + a (0) j 2 − a (0) j 1 a(0)12 a(0)11 ! x2+ · · · + aj ,n−1(0) − a(0)j 1 a (0) 1,n−1 a(0)11 ! xn−1+ a(0)jn − a (0) j 1 a(0)1n a(0)11 ! xn= b(0)j .

(32)

Substituindo x1 na equa¸c˜ao j -´esima (2 ≤ j ≤ n) temos a(0)j 1 x1+ a(0)j 2 x2+ · · · + aj ,n−1(0) xn−1+ a(0)jn xn= b(0)j ⇒ a(0)j 1 b (0) 1 a(0)11 −a (0) 12 a(0)11 x2 − · · · −a (0) 1,n−1 a11(0) xn−1 −a (0) 1n a(0)11 xn ! + a(0)j 2 x2+ · · · + a(0)j ,n−1xn−1+ a(0)jn xn= bj(0),

donde, agrupando obtemos a(0)j 1 a(0)11 b (0) 1 + a (0) j 2 − a (0) j 1 a(0)12 a(0)11 ! x2+ · · · + aj ,n−1(0) − a(0)j 1 a (0) 1,n−1 a(0)11 ! xn−1+ a(0)jn − a(0)j 1 a(0)1n a(0)11 ! xn= b(0)j .

(33)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

Logo a(0)j 2 −a(0)j 1 ·a (0) 12 a(0)11 ! x2+ · · · + a(0)j ,n−1−aj 1(0)· a(0)1,n−1 a(0)11 ! xn−1 + a(0)jn −a(0)j 1 ·a (0) 1n a(0)11 ! xn = bj(0)− aj 1(0) a11(0) b(0)1 , e introduzindo mj 1= a(0)j 1 a(0)11 obtemos  a(0)j 2 −mj 1· a(0)12x2+ · · · +  a(0)j ,n−1−mj 1· a(0)1,n−1xn−1 +ajn(0)−mj 1· a(0)1n  xn= b(0)j −mj 1b1(0)

(34)

Logo a(0)j 2 −a(0)j 1 ·a (0) 12 a(0)11 ! x2+ · · · + a(0)j ,n−1−aj 1(0)· a(0)1,n−1 a(0)11 ! xn−1 + a(0)jn −a(0)j 1 ·a (0) 1n a(0)11 ! xn = bj(0)− aj 1(0) a11(0) b(0)1 , e introduzindo mj 1= a(0)j 1 a(0)11 obtemos  a(0)j 2 −mj 1· a(0)12x2+ · · · +  a(0)j ,n−1−mj 1· a(0)1,n−1xn−1 +ajn(0)−mj 1· a(0)1n  xn= b(0)j −mj 1b1(0)

(35)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

Ou seja, chegamos em a(1)j 2 x2+ · · · + aj ,n−1(1) xn−1+ a(1)jn xn= b(1)j , j = 2, . . . , n, onde a(1)jl = a(0)jl − mj 1· a(0)1l , b(1)j = bj(0)− mj 1· b(0)1 , mj 1= a(0)j 1 a(0)11 ,              j = 2, . . . , n, l = 1, . . . , n.

O sistema inicial foi transformado em                a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · +a(0)1,n−1xn−1+ a(0)1nxn = b1(0) 0 · x1+a(1)22x2+ · · · +a(1)2,n−1xn−1+ a(1)2nxn = b2(1) 0 · x1+a(1)32x2+ · · · +a(1)3,n−1xn−1+ a(1)3nxn = b3(1) . . . . 0 · x1+a(1)n2x2+ · · · +a(1)n,n−1xn−1+ a(1)nnxn = bn(1)

(36)

Ou seja, chegamos em a(1)j 2 x2+ · · · + aj ,n−1(1) xn−1+ a(1)jn xn= b(1)j , j = 2, . . . , n, onde a(1)jl = a(0)jl − mj 1· a(0)1l , b(1)j = bj(0)− mj 1· b(0)1 , mj 1= a(0)j 1 a(0)11 ,              j = 2, . . . , n, l = 1, . . . , n.

O sistema inicial foi transformado em                a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · +a(0)1,n−1xn−1+ a(0)1nxn = b1(0) 0 · x1+a(1)22x2+ · · · +a(1)2,n−1xn−1+ a(1)2nxn = b2(1) 0 · x1+a(1)32x2+ · · · +a(1)3,n−1xn−1+ a(1)3nxn = b3(1) . . . . 0 · x1+a(1)n2x2+ · · · +a(1)n,n−1xn−1+ a(1)nnxn = bn(1)

(37)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

O resultado do primeiro est´agio fazemos as transforma¸c˜oes Ej(1) = Ej(0)− mj 1· E1(0) onde mj 1= aj 1(0) a11(0)        j = 2, . . . , n,

e obtemos um sistema com matriz aumentada

[A(1)|b(1)] =          a(0)11 a(0)12 · · · a(0)1,n−1 a(0)1n b(0)1 0 a(1)22 . . . a(1)2,n−1 a(1)2n b(1)2 0 a(1)32 · · · a(1)3,n−1 a(1)3,n b(1)3 .. . ... ... ... ... 0 a(1)n2 . . . a(1)n,n−1 a(1)nn b(1)n         

(38)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

No segundo est´agio, usando a segunda equa¸c˜ao temos que

x2 = b2(1) a(1)22 −a (1) 23 a22(1)x3 − · · · −a (1) 2,n−1 a(1)22 xn−1 −a (1) 2n a(1)22 xn. Substituindo x2 na equa¸c˜ao j -´esima (3 ≤ j ≤ n) obtemos

a(1)j 2 b (1) 2 a(1)22 −a (1) 23 a(1)22 x3 − · · · −a (1) 2,n−1 a22(1) xn−1 −a (1) 2n a(1)22 xn ! + a(1)j 3 x3+ · · · + a(1)j ,n−1xn−1+ a(1)jn xn= bj(1), e agrupando a(1)22 a(1)22 + a(1)jn −a(1)j 2 a (1) 2n a22(1) ! xn= bj(1)− aj 2(1) a22(1) b(1)2 .

(39)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

No segundo est´agio, usando a segunda equa¸c˜ao temos que

x2 = b2(1) a(1)22 −a (1) 23 a22(1)x3 − · · · −a (1) 2,n−1 a(1)22 xn−1 −a (1) 2n a(1)22 xn. Substituindo x2 na equa¸c˜ao j -´esima (3 ≤ j ≤ n) obtemos

a(1)j 2 b (1) 2 a(1)22 −a (1) 23 a(1)22 x3 − · · · −a (1) 2,n−1 a22(1) xn−1 −a (1) 2n a(1)22 xn ! + a(1)j 3 x3+ · · · + a(1)j ,n−1xn−1+ a(1)jn xn= bj(1), e agrupando a(1)j 3 −a(1)j 2 a (1) 23 a(1)22 ! x3+ · · · + a(1)j ,n−1−a(1)j 2 a2,n−1(1) a(1)22 ! xn−1 + a(1)jn −a(1)j 2 a (1) 2n a(1)22 ! xn = bj(1)− aj 2(1) a22(1) b(1)2 .

(40)

Assim, chegamos em a(2)j 3 x3+ · · · + aj ,n−1(2) xn−1+ a(2)jn xn= b(2)j , j = 3, . . . , n, onde a(2)jl = a(1)jl − mj 2· a(1)2l , b(2)j = bj(1)− mj 2· b(1)2 , mj 2= a(1)j 2 a(1)22 ,              j = 3, . . . , n, l = 1, . . . , n.

O sistema inicial foi transformado em                a11(0)x1+ a(0)12x2+ a(0)13x3+ · · · +a(0)1,n−1xn−1+ a1n(0)xn = b(0)1 0 · x1+a(1)22x2+ a(1)23x3+ · · · +a(1)2,n−1xn−1+ a2n(1)xn = b(1)2 0 · x1+ 0 · x2+a(2)33x3+ · · · +a(2)3,n−1xn−1+ a3n(2)xn = b(2)3 . . . . 0 · x1+ 0 · x2+a(2)n3x3+ · · · +a(2)n,n−1xn−1+ a(2)nnxn = b(2)n

(41)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

No segundo est´agio fazemos as transforma¸c˜oes Ej(2) = Ej(1)− mj 2· E2(1) onde mj 2= aj 2(1) a22(1)        j = 3, . . . , n,

O sistema inicial foi transformado em

[A(2)|b(2)] =          a(0)11 a(0)12 a(0)13 · · · a(0)1,n−1 a(0)1n b(0)1 0 a(1)22 a(1)23 · · · a(1)2,n−1 a(1)2n b(1)2 0 0 a(2)33 · · · a(2)3,n−1 a(2)3n b(2)3 .. . ... ... ... ... ... 0 0 a(2)n3 · · · a(2)n,n−1 a(2)nn b(2)n         

(42)

Repetindo esse processo no final do k-´esimo est´agio obtemos                      a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · + a(0)1,k+1xk+1+ · · · +a(0)1nxn = b(0)1 0 · x1+a(1)22x2+ · · · + a2,k+1(1) xk+1+ · · · +a(1)2nxn = b(1)2 . .. ... ... ... 0 · x1+ 0 · x2+ · · · +a(k)k+1,k+1xk+1+ · · · +a (k) k+1,nxn = b (k) k+1 . . . . 0 · x1+ 0 · x2+ · · · +a(k)n,k+1xk+1+ · · · +a(k)nnxn = bn(k) onde a(k)jl = a(k−1)jl − mjk· a(k−1)kl , b(k)j = bj(k−1)− mjk· bk(k−1), mjk = a(k−1)jk a(k−1)kk ,              j = k + 1, . . . , n, l = 1, . . . , n.

(43)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

No k-´esimo est´agio fazemos as transforma¸c˜oes Ej(k)= Ej(k−1)− mjk· Ek(k−1), onde mjk = a(k−1)jk a(k−1)kk        j = k + 1, . . . , n.

e obtemos o sistema com a matriz aumentada

[A(k)|b(k)] =             a11(0) a(0)12 · · · a1,k+1(0) · · · a(0)1n b1(0) 0 a(1)22 . . . a2,k+1(1) · · · a(1)2n b2(1) .. . ... . .. ... ... ... 0 0 · · · a(k)k+1,k+1 · · · a(k)k+1,n b(k)k+1 .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k)n,k+1 · · · a(k)nn b(k)n            

(44)

Observa¸c˜oes

Durante o k-´esimo est´agio o elemento na diagonal da k-´esima linha, a(k−1)kk ´e chamado de elemento pivˆo do est´agio. Os n´umeros mjk = a(k−1)jk a(k−1)kk , j = k + 1, . . . , n, s˜ao chamados de multiplicadores.

Se o elemento pivˆo do k-´esimo est´agio ´e n˜ao nulo, ent˜ao esse est´agio poder´a ser finalizado com sucesso.

Se o elemento pivˆo do k-´esimo est´agio for nulo n˜ao podemos definir os multiplicadores diretamente, e precisaremos fazer

(45)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

Pivoteamento simples

Se antes de come¸car o k-´esimo est´agio observamos que o elemento pivˆo a(k−1)kk = 0, procuramos na k-´esima coluna um elemento n˜ao nulo abaixo da diagonal, ou seja um a(k−1)pk 6= 0 com

p ∈ {k + 1, . . . , n}.

Se esse elemento existe permutamos as posi¸c˜oes da k-´esima e a p-´esima equa¸c˜ao, e procedemos a realizar o k-´esimo est´agio do processo de redu¸c˜ao a partir do sistema permutado.

Observa¸c˜ao

Se a(k−1)jk = 0 para j = k, . . . , n ent˜ao o sistema n˜ao possui solu¸c˜ao ´

(46)

Pivoteamento simples

Se antes de come¸car o k-´esimo est´agio observamos que o elemento pivˆo a(k−1)kk = 0, procuramos na k-´esima coluna um elemento n˜ao nulo abaixo da diagonal, ou seja um a(k−1)pk 6= 0 com

p ∈ {k + 1, . . . , n}.

Se esse elemento existe permutamos as posi¸c˜oes da k-´esima e a p-´esima equa¸c˜ao, e procedemos a realizar o k-´esimo est´agio do processo de redu¸c˜ao a partir do sistema permutado.

Observa¸c˜ao

Se a(k−1)jk = 0 para j = k, . . . , n ent˜ao o sistema n˜ao possui solu¸c˜ao ´

(47)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: redu¸c˜

ao (cont.)

Conclus˜ao

Ap´os (n − 1)-est´agios bem sucedidos obtemos o sistema reduzido                        a(0)11x1+ a(0)12x2+ · · · + a1,k+1(0) xk+1+ · · · +a(0)1nxn = b1(0) 0 · x1+a(1)22x2+ · · · + a2,k+1(1) xk+1+ · · · +a(1)2nxn = b2(1) . .. ... ... ... 0 · x1+ 0 · x2+ · · · +a(k)k+1,k+1xk+1+ · · · +a(k)k+1,nxn = b(k)k+1 . .. ... ... 0 · x1+ 0 · x2+ · · · + 0 · xk+1 + · · · +a (n−1) nn xn = b(n−1)n

Esse tipo de sistema de equa¸c˜oes ´e chamado de sistema

triangular superior, pois todos os elementos abaixo da diagonal principal s˜ao nulos.

(48)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: substitui¸c˜

ao reversa

Na fase final do m´etodo, resolvemos o sistema triangular superior obtido no (n − 1)-´esimo est´agio. Aplicando a t´ecnica de

substitui¸c˜ao reversa ou regressiva.

xn=

bn(n−1)

ann(n−1)

.

Depois na pen´ultima equa¸c˜ao substitu´ımos xn e calculamos xn−1

an−1,n−1(n−2) xn−1+a(n−2)n−1,nxn= b(n−2)n−1 ⇒ xn−1 =

bn−1(n−2)− a(n−2)n−1,nxn a(n−2)n−1,n−1

(49)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: substitui¸c˜

ao reversa

Na fase final do m´etodo, resolvemos o sistema triangular superior obtido no (n − 1)-´esimo est´agio. Aplicando a t´ecnica de

substitui¸c˜ao reversa ou regressiva.

Come¸camos pela ´ultima equa¸c˜ao. Se a(n−1)nn 6= 0 obtemos que

xn=

bn(n−1)

a(n−1)nn

.

Depois na pen´ultima equa¸c˜ao substitu´ımos xn e calculamos xn−1

an−1,n−1(n−2) xn−1+a(n−2)n−1,nxn= b(n−2)n−1 ⇒ xn−1 =

bn−1(n−2)− a(n−2)n−1,nxn a(n−2)n−1,n−1

(50)

Na fase final do m´etodo, resolvemos o sistema triangular superior obtido no (n − 1)-´esimo est´agio. Aplicando a t´ecnica de

substitui¸c˜ao reversa ou regressiva.

Come¸camos pela ´ultima equa¸c˜ao. Se a(n−1)nn 6= 0 obtemos que

xn=

bn(n−1)

a(n−1)nn

.

Depois na pen´ultima equa¸c˜ao substitu´ımos xn e calculamos xn−1

an−1,n−1(n−2) xn−1+a(n−2)n−1,nxn= b(n−2)n−1 ⇒ xn−1 =

bn−1(n−2)− a(n−2)n−1,nxn a(n−2)n−1,n−1

(51)

M. de elimina¸c˜

ao de Gauss: substitui¸c˜

ao reversa (cont.)

Continuando esse processo ap´os calcularmosxn, xn−1, . . . , xk+1 podemos usar a k-´esima equa¸c˜ao para calcular xk

akk(k−1)xk + a(k−1)k,k+1xk+1+ · · · + ak,n−1(k−1)xn−1+ a(k−1)k,n xn= b(k−1)k

⇒ xk =

b(k−1)k − a(k−1)k,k+1xk+1− · · · − a(k−1)k,n−1xn−1− ak,n(k−1)xn

a(k−1)kk ,

ou seja, temos que para k = n − 1, n − 2, . . . , 1

xk = b(k−1)k −Pn j =k+1a (k−1) kj xj a(k−1)kk .

Observa¸c˜ao: Se ann(n−1)= 0 o sistema n˜ao possui solu¸c˜ao ´unica. O

sistema possui infinitas solu¸c˜oes se b(n−1)n = 0, e nenhuma solu¸c˜ao

(52)

Continuando esse processo ap´os calcularmosxn, xn−1, . . . , xk+1 podemos usar a k-´esima equa¸c˜ao para calcular xk

akk(k−1)xk + a(k−1)k,k+1xk+1+ · · · + ak,n−1(k−1)xn−1+ a(k−1)k,n xn= b(k−1)k

⇒ xk =

b(k−1)k − a(k−1)k,k+1xk+1− · · · − a(k−1)k,n−1xn−1− ak,n(k−1)xn

a(k−1)kk ,

ou seja, temos que para k = n − 1, n − 2, . . . , 1

xk = b(k−1)k −Pn j =k+1a (k−1) kj xj a(k−1)kk .

Observa¸c˜ao: Se a(n−1)nn = 0 o sistema n˜ao possui solu¸c˜ao ´unica. O

sistema possui infinitas solu¸c˜oes se b(n−1)n = 0, e nenhuma solu¸c˜ao

(53)

Algoritmo: M. de elimina¸c˜

ao de Gauss (sem pivoteamento)

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

1 Para k = 1, . . . , n − 1, execute opasso 2-3

2 Se akk = 0 ent˜ao SA´IDA:‘o m´etodo falhou’; PARE

3 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 4-5

4 Fa¸ca m = ajk/akk

5 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

6 Se ann = 0 ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE 7 Fa¸ca xn= bn/ann

8 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 9

9 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj · xj)/akk

(54)

Algoritmo: M. de elimina¸c˜

ao de Gauss (sem pivoteamento)

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

1 Para k = 1, . . . , n − 1, execute opasso 2-3

2 Se akk = 0 ent˜ao SA´IDA:‘o m´etodo falhou’; PARE

3 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 4-5

4 Fa¸ca m = ajk/akk

5 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

Fa¸ca xn= bn/ann

8 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 9

9 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj · xj)/akk

(55)

Algoritmo: M. de elimina¸c˜

ao de Gauss (sem pivoteamento)

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

1 Para k = 1, . . . , n − 1, execute opasso 2-3

2 Se akk = 0 ent˜ao SA´IDA:‘o m´etodo falhou’; PARE

3 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 4-5

4 Fa¸ca m = ajk/akk

5 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

6 Se ann = 0 ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE 7 Fa¸ca xn= bn/ann

8 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 9

9 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj· xj)/akk

(56)

Observa¸c˜

oes sobre o Algoritmo

Re-escrevemos em detalhes os passos 5 e 9 do algoritmo.

Passo 5: Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

1 Fa¸ca bj = bj− m · bk

2 Para l = k, . . . , n, execute o passo 3 3 Fa¸ca ajl = ajl − m · akl

1 Fa¸ca s = 0

2 Para j = k + 1, . . . , n, execute o passo 3

3 Fa¸ca s = s + akj· xj

(57)

Observa¸c˜

oes sobre o Algoritmo

Re-escrevemos em detalhes os passos 5 e 9 do algoritmo.

Passo 5: Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

1 Fa¸ca bj = bj− m · bk

2 Para l = k, . . . , n, execute o passo 3 3 Fa¸ca ajl = ajl − m · akl

Passo 9: Fa¸ca xk = (bk −

Pn

j =k+1akj· xj)/akk

1 Fa¸ca s = 0

2 Para j = k + 1, . . . , n, execute o passo 3

3 Fa¸ca s = s + akj· xj

(58)

Algoritmo: Elimina¸c˜

ao de Gauss com pivoteamento simples

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

3 Se n˜ao existe tal p ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸ao ´unica’; PARE

4 Se p 6= k ent˜ao troque Ek e Ep

5 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 6-7

6 Fa¸ca m = ajk/akk

7 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

8 Se ann = 0 ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE 9 Fa¸ca xn= bn/ann

10 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 11

11 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj · xj)/akk

(59)

Algoritmo: Elimina¸c˜

ao de Gauss com pivoteamento simples

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

1 Para k = 1, . . . , n − 1, execute opasso 2-5

2 Fa¸ca p = menor inteiro em {k, . . . , n} tal que apk 6= 0

3 Se n˜ao existe tal p ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE

4 Se p 6= k ent˜ao troque Ek e Ep

5 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 6-7

6 Fa¸ca m = ajk/akk

7 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

8 Se ann = 0 ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE 9 Fa¸ca xn= bn/ann

10 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 11

11 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj · xj)/akk

(60)

Algoritmo: Elimina¸c˜

ao de Gauss com pivoteamento simples

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

1 Para k = 1, . . . , n − 1, execute opasso 2-5

2 Fa¸ca p = menor inteiro em {k, . . . , n} tal que apk 6= 0

3 Se n˜ao existe tal p ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE

4 Se p 6= k ent˜ao troque Ek e Ep

5 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 6-7

6 Fa¸ca m = ajk/akk

7 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

n n nn

10 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 11

11 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj · xj)/akk

(61)

Algoritmo: Elimina¸c˜

ao de Gauss com pivoteamento simples

Entradas: dimens˜ao do sistema n; matriz A = [aij]; vetor b = [bi]

(i , j = 1, . . . , n)

Sa´ıda: solu¸c˜ao x1, . . . , xn ou mensagem de erro

1 Para k = 1, . . . , n − 1, execute opasso 2-5

2 Fa¸ca p = menor inteiro em {k, . . . , n} tal que apk 6= 0

3 Se n˜ao existe tal p ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE

4 Se p 6= k ent˜ao troque Ek e Ep

5 Para j = k + 1, . . . , n, execute ospassos 6-7

6 Fa¸ca m = ajk/akk

7 Fa¸ca Ej = Ej − m · Ek

8 Se ann = 0 ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE 9 Fa¸ca xn= bn/ann

10 Para k = n − 1, . . . , 1, execute opasso 11 11 Fa¸ca xk = (bk −Pn

j =k+1akj· xj)/akk

(62)

Neste algoritmo o pivoteamento simples ´e realizado nos passos 2 ao 4.

Re-escrevemos esses passos em uma forma mais detalhada para a implementa¸c˜ao computacional

Passos 2 ao 4(pivoteamento simples)

1 Fa¸ca p = k

2 Enquanto p ≤ n e apk = 0 execute opasso 3

3 Fa¸ca p = p + 1

4 Se p > n ent˜ao SA´IDA:‘sem solu¸c˜ao ´unica’; PARE

5 Se p 6= k execute os passos 6 e 8

6 Para l = k, . . . , n, execute opasso 7

7 Fa¸ca aux = akl, akl = apl, apl = aux

(63)

Observa¸c˜

oes sobre o m´

etodo de elimina¸c˜

ao de Gauss

Aplicado para sistemas lineares de qualquer dimens˜ao. A solu¸c˜ao ´e obtida em um n´umero finito de passos. Quantidade de opera¸c˜oes aritm´eticas

Etapa multiplica¸c˜oes/divis˜oes adi¸c˜oes/subtra¸c˜oes

Redu¸c˜ao 2n3+3n62−5n 2n33−n

Substitui¸c˜ao n22+n n22−n

Total n3+3n32−n 2n3+3n62−5n

Exemplos de valores

n multiplica¸c˜oes/divis˜oes adi¸c˜oes/subtra¸c˜oes

10 430 375

50 44.150 42.875

100 343.300 338.250

(64)

⇒ Na pr´atica, recorremos ao computador para fazer os c´alculos

e nesse caso obtemos apenas uma solu¸c˜ao aproximada.

⇒ Para evitar a propaga¸c˜ao descontrolada dos erros de

arredondamento s˜ao usadas diferentes estrat´egias de pivoteamento. ⇒ Essas estrat´egias, prop˜oem usar, no in´ıcio de cada est´agio, um elemento pivˆo a(k−1)kk que n˜ao seja muito pr´oximo de zero.

⇒ Discutiremos duas estrat´egias b´asicas: o pivoteamento

(65)

Pivoteamento parcial

Pivoteamento parcial

Antes de come¸car o k-´esimo est´agio procuramos na coluna k, da

diagonal para baixo, o primeiro elemento com o modulo m´aximo e

positivo. Ou seja, achamos o menor p ∈ {k, . . . , n} tal que |a(k−1)pk | = max

k≤j ≤n{|a (k−1)

jk |} 6= 0.

Se esse elemento existe permutamos as posi¸c˜oes da k-´esima e a p-´esima equa¸c˜ao.

Observa¸c˜ao max k≤j ≤n{|a (k−1) jk |} = 0 =⇒ a (k−1) jk = 0 para j = k, . . . , n.

(66)

Pivoteamento parcial

Antes de come¸car o k-´esimo est´agio procuramos na coluna k, da

diagonal para baixo, o primeiro elemento com o modulo m´aximo e

positivo. Ou seja, achamos o menor p ∈ {k, . . . , n} tal que |a(k−1)pk | = max

k≤j ≤n{|a (k−1)

jk |} 6= 0.

Se esse elemento existe permutamos as posi¸c˜oes da k-´esima e a p-´esima equa¸c˜ao.

Observa¸c˜ao max k≤j ≤n{|a (k−1) jk |} = 0 =⇒ a (k−1) jk = 0 para j = k, . . . , n.

(67)

Pivoteamento parcial (cont.)

[A(k−1)|b(k−1)] =                  a(0)11 a(0)12 · · · a(0)1,k · · · a(0)1n b1(0) 0 a(1)22 . . . a(1)2,k · · · a(1)2n b2(1) .. . ... . .. ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nn b(k−1)n                 

(68)

[A(k−1)|b(k−1)] =                   a(0)11 a(0)12 · · · a(0)1,k · · · a(0)1n b1(0) 0 a(1)22 . . . a(1)2,k · · · a(1)2n b2(1) .. . ... . .. ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nn b(k−1)n                   |a(k−1)pk | = max k≤j ≤n{|a (k−1) jk |} 6= 0

(69)

Pivoteamento parcial (cont.)

[A(k−1)|b(k−1)] =                   a(0)11 a(0)12 · · · a(0)1,k · · · a(0)1n b1(0) 0 a(1)22 . . . a(1)2,k · · · a(1)2n b2(1) .. . ... . .. ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nn b(k−1)n                   Ek ←→ Ep

(70)

[ ˜A(k−1)|˜b(k−1)] =                   a(0)11 a(0)12 · · · a(0)1,k · · · a(0)1n b1(0) 0 a(1)22 . . . a(1)2,k · · · a(1)2n b2(1) .. . ... . .. ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nn b(k−1)n                   [A(k−1)|b(k−1)] −→ [ ˜A(k−1)|˜b(k−1)]

(71)

Pivoteamento completo

Pivoteamento completo

Antes de come¸car o k-´esimo est´agio procuramos na submatriz com

linhas e colunas da k at´e a n um elemento com o modulo m´aximo

e positivo. Ou seja, achamos p, r ∈ {k, . . . , n} tais que |a(k−1)pr | = max

k≤j , l ≤n{|a (k−1)

jl |} 6= 0.

Se esse elemento existe permutamos as posi¸c˜oes da k-´esima e da p-´esima equa¸c˜ao e depois da k-´esima e da r -´esima vari´aveis. (Ou seja, na matriz aumentada permutamos as linhas k e p, e as colunas k e r .)

Observa¸c˜ao

max

k≤j , l ≤n{|a (k−1)

(72)

Pivoteamento completo

Antes de come¸car o k-´esimo est´agio procuramos na submatriz com

linhas e colunas da k at´e a n um elemento com o modulo m´aximo

e positivo. Ou seja, achamos p, r ∈ {k, . . . , n} tais que |a(k−1)pr | = max

k≤j , l ≤n{|a (k−1)

jl |} 6= 0.

Se esse elemento existe permutamos as posi¸c˜oes da k-´esima e da p-´esima equa¸c˜ao e depois da k-´esima e da r -´esima vari´aveis. (Ou seja, na matriz aumentada permutamos as linhas k e p, e as colunas k e r .)

Observa¸c˜ao

max

k≤j , l ≤n{|a (k−1)

(73)

Pivoteamento completo (cont.)

[A(k−1)|b(k−1)] =                a11(0) · · · a(0)1,k · · · a1r(0) · · · a(0)1n b1(0) .. . . .. ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)kr · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)pr · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nr · · · a(k−1)nn b(k−1)n               

(74)

[A(k−1)|b(k−1)] =                a11(0) · · · a(0)1,k · · · a1r(0) · · · a(0)1n b1(0) .. . . .. ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)kr · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)pr · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nr · · · a(k−1)nn b(k−1)n                |a(k−1)pr | = max k≤j , l ≤n{|a (k−1) jl |} 6= 0

(75)

Pivoteamento completo (cont.)

[A(k−1)|b(k−1)] =                a11(0) · · · a(0)1,k · · · a1r(0) · · · a(0)1n b1(0) .. . . .. ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)kr · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)pr · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nr · · · a(k−1)nn b(k−1)n                Ek ←→ Ep

(76)

[ ˜A(k−1)|˜b(k−1)] =                a11(0) · · · a(0)1,k · · · a1r(0) · · · a(0)1n b1(0) .. . . .. ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)pr · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)kr · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nr · · · a(k−1)nn b(k−1)n                [A(k−1)|b(k−1)] −→ [ ˜A(k−1)|˜b(k−1)]

(77)

Pivoteamento completo (cont.)

[ ˜A(k−1)|˜b(k−1)] =                a11(0) · · · a(0)1,k · · · a1r(0) · · · a(0)1n b1(0) .. . . .. ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)pr · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)kr · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nr · · · a(k−1)nn b(k−1)n                xk ←→ xr

(78)

[ ˆA(k−1)|ˆb(k−1)] =                a(0)11 · · · a(0)1r · · · a(0)1,k · · · a(0)1n b1(0) .. . . .. ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)pr · · · a(k−1)p,k · · · a(k−1)p,n b(k−1)p .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)kr · · · a(k−1)k,k · · · a(k−1)k,n b(k−1)k .. . ... ... ... ... 0 · · · a(k−1)nr · · · a(k−1)n,k · · · a(k−1)nn b(k−1)n                ˜ A(k−1)· x = ˜b(k−1) −→ ˆA(k−1)· ˆx = ˆb(k−1) onde xk = ˆxr, xr = ˆxk e xj = ˆxj em c.c.

(79)

Estrat´

egias de pivoteamento

Observa¸c˜oes

As duas estrat´egias apresentadas ajudam no controle da

propaga¸c˜ao dos erros de arredondamento mas o pivoteamento

completo, em geral, produz resultados de melhor qualidade. Por outro lado, no pivoteamento completo precisamos o elemento de modulo m´aximo dentre (n − k + 1)2 coeficientess entanto que no pivoteamento parcial ser´a apenas dentre n − k + 1 coeficientes.

A implementa¸c˜ao computacional do pivoteamento parcial ´e bem mais simples do que o pivoteamento completo.

Essas estrat´egias podem ser combinadas com outras t´ecnicas para se obter melhores resultados.

(80)

Exemplo

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

(81)

Exemplo

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

m21←

5.291 · 100

3.000 · 10−3 =1.76366 . . . · 10

(82)

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

(83)

Exemplo

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

(84)

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

(85)

Exemplo

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

(86)

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

(87)

Exemplo

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

(88)

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

⇒ a22← −1.043 · 105

(89)

Exemplo

O sistema (

3.000 · 10−3x1+ 5.914 · 101x2 = 5.917 · 101

5.291 · 100x1− 6.130 · 100x2 = 4.678 · 101

possui a solu¸c˜ao exata ´e x1 = 10 e x2 = 1. Vamos resolve-lo

usando aritm´etica de ponto flutuante com 4 d´ıgitos de precis˜ao (na base decimal) pelo m´etodo de elimina¸c˜ao de Gauss.

⇒ Primeiro sem pivoteamento

Temos que

⇒ m21← 1.764 · 103

⇒ a22← −1.043 · 105

(90)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x1 ← −1.000 · 101

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(91)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo x2← −1.044 · 105 −1.043 · 105 =1.000958773 ⇒ x2 ← 1.001 · 100 ⇒ x1← −1.000 · 101

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(92)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2 ← 1.001 · 100

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(93)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2 ← 1.001 · 100 x1 ← 5.917 · 101− (5.914 · 101)(1.001 · 100) 3.000 · 10−3 ⇒ x1 ← −1.000 · 101

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(94)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2← 1.001 · 100 x1← 5.917 · 101−5.919914 · 101 3.000 · 10−3

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(95)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2← 1.001 · 100 x1 ← 5.917 · 101− 5.920 · 101 3.000 · 10−3 ⇒ x1 ← −1.000 · 101

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(96)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2← 1.001 · 100 x1← −3.000 · 10−2 3.000 · 10−3

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(97)

Exemplo (cont.)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2 ← 1.001 · 100 ⇒ x1 ← −1.000 · 101

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(98)

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =3.000 · 10 −3 5.914 · 101 5.917 · 101 0.000 · 100 −1.043 · 105 −1.044 · 105  Logo ⇒ x2 ← 1.001 · 100 ⇒ x1 ← −1.000 · 101

A solu¸c˜ao aproximada obtida x1 = −10 e x2= 1.001 ´e muito ruim!

Temos os erros relativos x1 = 2 e x2 = 10

−3.

Observe que o erro de x1 ´e muito grande comparado com o epsilon

(99)

Exemplo (cont.)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo

(100)

Exemplo (cont.)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # .

(101)

Exemplo (cont.)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo m21← 3.000 · 10−3 5.291 · 100 =5.67000567 . . . · 10 −4

(102)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo ⇒ m21← 5.670 · 10−4

(103)

Exemplo (cont.)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo ⇒ m21← 5.670 · 10−4 a22← 5.914 · 101− (5.670 · 10−4)(−6.130 · 100)

(104)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo ⇒ m21← 5.670 · 10−4 a22← 5.914 · 101+3.47571 · 10−3

(105)

Exemplo (cont.)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo ⇒ m21← 5.670 · 10−4 a22← 5.914 · 101+ 3.476 · 10−3

(106)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo ⇒ m21← 5.670 · 10−4 a22←5.9143476 · 101

(107)

Exemplo (cont.)

Agora vamos usar pivoteamento parcial.

A matriz aumentada do sistema ´e

[A(0)|b(0)] = " 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 # .

Aplicamos o pivoteamento parcial: E1↔ E2, e obtemos

[ ˜A(0)|˜b(0)] = " 5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 3.000 · 10−3 5.914 · 101 5.917 · 101 # . Logo ⇒ m21← 5.670 · 10−4 ⇒ a22← 5.914 · 101

(108)

Exemplo (cont.)

b2 ← 5.917 · 101− (5.670 · 10−4)(4.678 · 101)

Obtemos a matriz aumentada

[A(1)|b(1)] =5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101

5.914 · 101 5.914 · 101

 .

(109)

Exemplo (cont.)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada

[A(1)|b(1)] =5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101

5.914 · 101 5.914 · 101

 .

(110)

Exemplo (cont.)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =5.291 · 10

0 −6.130 · 100 4.678 · 101

5.914 · 101 5.914 · 101

 .

(111)

Exemplo (cont.)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =5.291 · 10 0 −6.130 · 100 4.678 · 101 5.914 · 101 5.914 · 101  . Logo x2← 5.914 · 101 5.914 · 101

(112)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =5.291 · 10 0 −6.130 · 100 4.678 · 101 5.914 · 101 5.914 · 101  . Logo ⇒ x2 ← 1.000 · 100

(113)

Exemplo (cont.)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada

[A(1)|b(1)] =5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 5.914 · 101 5.914 · 101  . Logo ⇒ x2 ← 1.000 · 100 x1 ← 4.678 · 101+ (6.130 · 100)(1.000 · 100) 5.291 · 100

(114)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada

[A(1)|b(1)] =5.291 · 100 −6.130 · 100 4.678 · 101 5.914 · 101 5.914 · 101  . Logo ⇒ x2 ← 1.000 · 100 x1 ← 4.678 · 101+ 6.130 · 100 5.291 · 100 = 5.291 · 101 5.291 · 100

(115)

Exemplo (cont.)

⇒ b2← 5.914 · 101

Obtemos a matriz aumentada [A(1)|b(1)] =5.291 · 10 0 −6.130 · 100 4.678 · 101 5.914 · 101 5.914 · 101  . Logo ⇒ x2 ← 1.000 · 100 ⇒ x1 ← 1.000 · 101

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