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AdmITodamatéria

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Academic year: 2021

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Adm 2 ago Prof. Glays.

prova final é um parecer jurídico e vale 20 pontos. Modelos de Estado para as seguintes sociedades:

- Sociedade escravagista - há o direito civil, direito greco romano.

- Sociedade feudal - Estado Feudal- não há direito administrativo pois existia um poder absolutista. Funciona a tese da irresponsabilidade do Estado perante seus atos.

É o Estado de polícia - a obrigação do Estado para com seus súditos é assegurar a ordem interna e proteger contra as ameaças externas.

Apesar de existir conselhos judicantes, estes estão ligados ao soberano.

- Sociedade moderna - surgimento das constituições dos estados constitucionais, surgem os Estados Nacionais - séc XVIII e XIX. Há a separação dos poderes. Surge o princípio da legalidade.

o DA é um mecanismo de defesa da burguesia contra o absolutismo. Ocorre a:

- separação de poderes - supremacia da constituição - superioridade das leis.

- garantia dos direitos individuais - Sociedade Contemporânea -

O direito administrativo estuda a fisiologia do Estado, a função dos órgãos do Estado, enquanto o direito constitucional estuda a estrutura do Estado.

Condições objetivas e subjetivas que permitiram a emergência do DA. - Condição Objetiva: Revolução francesa.

- Condição Subjetiva: são os pensamentos de Rousseau e Montesquieu.

Rousseau - todos os homens são iguais e nascem livres. Se queremos ter uma boa organização social, devemos ceder parte da nossa liberdade a um poder e esse pertencerá a todos nós. É a soberania popular. Montesquieu - defende a separação dos poderes.

Igualdade formal - art 5to da CR88 – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no pais a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Igualdade material - critério socio econômico.

Igualdade material = baseado na identidade (negros, idosos) Adm I 5 ago

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De Montesquieu emerge o conceito de separação dos poderes para evitar que se alguém detivesse todo o poder poderia abusar deste. O fracionamento seria a saída.

Estado Liberal

A Constituição do Estado de direito (Liberal) se fundava no princípio da Legalidade e princípio da Separação dos poderes, portanto:

Separação dos poderes Superioridade da Lei

Supremacia da Constituição. Garantia dos direitos individuais. Estado do Bem Estar Social

Após o Estado de direito, surge o Estado do Bem Estar Social.

O estado de direito é enxuto e agora cria-se uma enorme quantidade de serviços públicos. O Estado cresce. O Estado muda e se submete a um regime jurídico administrativo.

O Estado cria instrumentos para disciplinar e fiscalizar a iniciativa privada - criando o poder de polícia. ex. Fiscalização pelo Estado de toda a cadeia produtiva.

Vigora no Estado do Bem Estar Social o Poder de Polícia.

O Estado amplia os serviços de saúde, disciplina a iniciativa privada, investe no domínio econômico criando empresas estatais.

Estado Democrático de Direito (Neo Liberal)

Depois vem o Estado Democrático de Direito / Estado Neo Liberal. Há a reforma do Estado em 1990, no Brasil. A dministração Pública é reformada. Novas figuras jurídicas são criadas. Consórcios público, agências reguladoras e excutivas, OCIPs (organizações da sociedade civil de interesse público) .

Agora, o Estado é mínimo, com políticas sociais mínimas. Há a terceirização dos serviços públicos.

Florescimento do DA em ambientes doméstcos. França:

O DA é fruto da Revolução francesa.

Na França há uma dualidade de jurisdições: Coselho de Estado (Executivo), Corte de Cassação (judiciário). A AP era parte e juiz ao mesmo tempo.

o Conselho de Estado foi criado em 1872. Os conflitos entre AP e o particular eram resolvidos pelo Conselho de Estado.

O judiciário não podia resolver conflitos no qual a AP era parte, para não haver intervenção de um poder no outro.

O que marca a construção do DA como ramo autônomo é um caso particular de indenização (responsabilidade civil - caso Blanco) contra o Estado. O caso subiu para o tribunal de conflitos. Mas de quem era a competência? Da corte ou do Conselho?

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A partir daqui, a resposabilidade do Estado é objetiva e o legislativo cria normas, princípios e institutos. Criaram-se as nulidades, a modificação unilateral de contratos pelo Estado.

Criam, portanto a autonomia do DA. Alemanha:

1. DA não é fruto de revolução.

2. É criação (DA) dos juristas e tem caráter científico. Itália:

1. O DA recebe influência do direito francês. 2. Recebe tb influência do DA alemão EUA:

Diferentemente da França em que há a separação dos poderes, no EUA ocorre a divisão de funções. Sendo assim, cada um dos poderes vai executar a atividade que lhe é preponderante. A atividade preponderante do executivo é administrar, do legislativo é elaborar leis e do judiciário de julgar.

Aqui, todas as decisões administrativas não tem caráter de definitividade. Tanto o particular quanto a Administração Pública, para resolver seus conflitos, seus problemas recorrerão aos mesmos meios processuais e recorrerão a um único poder judiciário. Há uma jurisdição única e una.

As decisões do executivo podem ser apreciadas pelo poder judiciário Brasil:

O DA é impulsionado a partir de 1930, quando o Estado interfere nas questões sociais e conômicas do país. Recebe informações do DA italino, Norte Americano e francês.

Adm I 9 ago

Relações do DA com outros ramos do direito.

Alguns doutrinadores dizem que o DA estabelece uma interface com todos os campos do saber.

A primeira relação do DA é com o Direito Constitucional. Essa relação de simbiose se dá em razão de ambos cuidarem do Estado.

const fala sobre forma e regime de governo, estrut dos poderes, garantias individuais - trabalha a parte anatômica do Estado.

O DA cuida do pulsar da estrutura estatal. Se preocupa com so serviços públicos, se volta pr os Orgãos e Agentes Públicos.

O DC informa quais são os princípios que devem reger a AP.

LIMPE - Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência. O DA faz interface com o Direito Tributário.

O art 145 da CF cataloga a distribuição de tributois para os entes federados. OAB é uma entidade sui generes.

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Orçamento e Despesa são atos genuinamente administrativos.

Faz ligação com o Direito Penal. Ele se aprorpia de atos e fatos da AP para tipificar alguns atos ilícitos. ex. Art 315 fala do emprego irregular de verbas e rendas públicas.

Com o Direito Eleitoral quando o mesário, transitoriamente ocupa uma função pública. Qualquer delito praticado por ele é típico de funcionário público.

Ocupação Temporário ou Requisição - só é feito em iminente perigo.

O DA relaciona-se com o Processo Penal e Cível através da ampla defesa e contraditório. Lei 9784 / 99. Discliplina como tramita o processo dentro da esfera pública.

Processo disciplina é CPP e na lacuna do CPP ampara-se no CPC.

Com o Direito Civil - existe uma grande relação entre esses dois ramos. Há atos e fatos jurídicos q constituem a idéia de ato e fato administrativo.

Art 98 ao 103 CC trata sobre bens públicos.

Com o Direito Empresarial em razão das Empresas Públicas.

Com o CDC, os serviços devem ser adequados, eficientes e seguros. FONTES DO Direito Administrativo.

Fontes são as formas sob as quais o direito se revela. 1 - Fontes Imediatas:

1.1 - Fonte Primária: A lei só é fonte primária quando tratar de serviços e orgãos públicos.

1.2 - Fonte Secundária: Resoluções, Portarias, Instruções Normativas (que são atos editados pelos ministérios), Circulares, Avisos.

2 - Fontes Mediatas:

2.1 - Jurisprudência: Existem várias razões para adotarmos a jurisprudência.

Primeiro, porque não há um Código de direito administrativo e segundo, que não há uma doutrina sistematizada de DA.

Como no Brasil o direito administrativo não emergiu de um processo revolucionário, ele foi criado com uma identidade só nossa. Com isso, todas as vezes que temos jurisprudência no campo do direito administrativo, isso significa o caráter nacional que se dá ao caso concreto.

O artigo 103 A da CR88 trata da súmula vinculante e o Art 2, único, XIII da lei 9784/99 diz que a nova interpretação dada pela súmula não pode retroagir.

Art. 2o A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.

Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:

XIII – interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

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2.3 - Princípios: é mais grave violar um princípio do que uma lei. Princípios são roteiros que guiam a prática do ato administrativo.

"costume": a tendência majoritária é não considerar os costumes como fonte do DA. Adm I 12 ago

Conceito e Objeto do DA

O DA é um ramo do D Público que disciplina a organização funcional dos poderes do Estado. Essa Organização se denomina Separação Funcional dos Poderes. Cada um dso poderes se diferencia em razão de sua natureza e de suas atribuições.

Funções do Estado:

- Executivo: Função de executar as leis de forma a concretizar as suas atividades. Oferta serviços nas áreas de saúde, educação, etc.

- Legislativo: função de elaborar normas gerais e abstratas.

- Judiciário : Função de aplicar a lei contenciosamente, de forma a dirimir os conflitos em sociedade. Cada um desses poderes exercem funções típicas que são as preponderantes, acima, e atípicas. Divisão de funções do Estado em relação ao momento:

Função Administrativa: - age de Ofício.

- decisões não possuem caráter de definidade.

- Estado executa a lei de forma a atender os interesses concretos da coletividade. Função Jurisdicional:

- necessita ser provocado pois, a jurisdição é inerte. - As decisões possuem caráter de definitividade.

- Estado aplica alei para dirimir os conflitos em sociedade. Funções do Legislativo:

- típicas = elaborar normas gerais e abstratas. Cria um direito novo. - atípica executiva = licita, faz concurso, faz orçamento

- atípica jurisdicional = artigo 52, I e II, CR88 CPI. Não é o art 58, 3ro da CR88. Funções do executivo:

- tipica = administrar.

- atípica legislativa = art 84, CR88 decreto não é medida legiferante pq apenas regula a lei e não cria direito novo.

- atípica jurisdicional = julgar, é um ponto de discussão pois não fazem coisa julgada meramente do ponto de vista administrativo pois não tem caráter de definitividade.

Função do Jurisdicional - função típica = julgar.

- função atípica administrativa: licitações, concursos.

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Tribunal de Contas e Ministérios Público, tem autonomia funcional e cumprem funções que nenhum outro pode fazer - Marçal atribui à eles Poderes. Então existem pr Marçal 5 poderes.

CNJ - órgão de controle externo do judiciário. Não é poder pr 0arçal pq se encaixa muitos bem, suas atribuiçóes, ao judiciário.

Estabeleça as características dos Poderes: Poder Judiciário:

- as decisões tem caráter de definitividade.

- O Estado detém o monopólio dessa função típica. - não há hierarquia entre juizes

- aplica a lei contenciosamente. Poder Executivo:

- as decisões fazem coisa julgada meramente administrativa.

- não detém o monopólio dessa função na medida em que pode conceder serviços a particulares. São as concessionárias e permissionárias. Também acontece essa transferência na sua estrutura interna, como as autarquias, empresas públicas, etc.

- há hierarquia. Há subordinação.

- Possibilidade de controle de seus atos pelo judiciário - executa a lei para concretizar os interesses coletivos. Poder Legislativo:

- O Estado detém o monopólio dessa função típica. - Edita normas gerais e abstratas.

lei formal = não cria nenhum direito. Quando cria nome de rua. lei material = cria direito novo.

Adm I 16 ago

REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO A AP se submete a dois tipos de regimes:

- Regime Jurídico de Direito Privado - a AP se nivela ao particular, pr exemplo, um contrato de aluguel. - Regime Jurídico de Direito Público.

Empresas públicas - correios

Art 173, par 1ro, II - Regime jurídico privado Sociedade de Economia mista e suas subsidiárias.

A submissão ao regime jurídico de empresas privadas não é absoluta porque: Os funcionários devem fazer concurso público

Bens podem ser penhorados.

Art 175 CR - Serviço Público. É todo aquele que sob o controle e normas estatais sejam prestados pelo próprio Estados ou por seus delegados serviços que sejam essenciais ou secundários para atender aos interesses da coletividade ou por simples conveniência.

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Podem ser prestados diretamente (essenciais) ou indiretamente (por atos de delegação) pelo Estado.

A essencialidade + sobrevivência do grupo social levam o Estado a fornecer: Segurança Nacional, Saúde Pública, Polícia.

Os serviços delegados para permissionárias e concessionárias não são essenciais: gás, energia elétrica. É a Constituição que nos diz qual o regime pelo qual a atividade será regida e também a Lei Ordinária. 1RO SETOR : ESTADO. Composto pela:

Adm Direta (vinculada à presidência da República com seus ministros). Há na AD 4 secretarias especiais: portos, igualdade social, mulheres, etc.

Adm Indireta: Autarquias, Fundações, Sociedade de Economia Mista, Empresas Públicas. 2DO SETOR : MERCADO.

Cocessionárias, permicionárias, PPPs, padaria, mercadinho, empresas em geral.

3RO SETOR : OEGANIZAÇÕES NÃO GOVERANMENTAIS OU ENTIDADES PARAESTATAIS (OCIPS, senai, sesc, sebrae, etc).

O executivo, ao participar do projeto de lei, define qual é o regime jurídico, se de direito público ou privado que o serviço a ser prestado terá.

Uma permissionária ou concessionária tem na lei que as originam o tipo de regime jurídico a ser adotado. Art 175 CR88, e art 6, X e 22 do CDC.

Então, a AP não se submete integralmente a nenhum desses regimes e na verdade utiliza os dois.

O Regime ou Sistema jurídico administrativo está contido no Regime Jurídico Público e este tem uma intersecção com o regime jurídico privado.

PRINCÍPIOS - PEDRAS FUNDAMENTAIS DO DIREITO ADMINISTRATIVO: - Princípio da Supremacia do interesse público sobre o particular.

- Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público.

Sistema é um conjunto de regras ou princípios que lhe conferem uma identidade. O regime jurídico administrativo é regido apenas por regras administrativas. Recebe influência do Direito Público mas tem regras próprias do dir administrativo. O regime jurídico público atua no interesse da coletividade.

O Estado é superior a nós e domina tudo o que estiver em seu território. O regime jurídico da AP nasce sob a égide da Liberdade e da Autoridade.

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Para q possa exercer toda a autoridade sobre nós, ele goza de privilégios, prerrogativas e restrições.

Utilizando-se dos princípios ele fundamenta o Poder de Polícia do Estado. Ele se utiliza do poder de polícia para limitar as nossas liberdades individuais. Apenas a AP direta tem poder de polícia e somente as Autarquias e as Fundações públicas (não as privadas).

A doutrina considera que as Agências reguladoras tem natureza jurídica de Autarquias. Adm I 19 ago

O regime jurídico administrativo é um conjunto de normas de direito administrativo. É composto de prerrogativas, privilégios e princípios que regem todos os atos da AP.

Os princípios são fundamentais na prática dos atos do Adm Público. O advogado na área adm sempre se ampara no arcabouço principiológico.

É muito mais grave violar um princípio do que a norma. Dai a importância dos princípios. Prerrogativas:

Quando a AP está numa relação de superioridade perante o particular ela pode:

1. Requisição: de bens móveis, imóveis, serviços para o caso de iminente perigo em decorrência do interesse público. Art 22, III CR88.

2. Desapropriação: imóvel.

3. Autotutela: a AP atua dentro do princípio da legalidade. Pela autotutela lhe cabe a todo momento verificar se os seus atos foram praticados corretamente. Se foi em desacordo com o interesse Público ela pode revoga

4. Ocupação Temporária 5. Aplicar Penalidades: Privilégios:

a. Imunidade Tributária.

b. Prazo em dobro e em quádruplo. c. Presunção da veracidade dos seus atos. Restrições:

a. Observância da finalidade pública. b. Realizar licitação / concurso público. c. Dar publicidade a seus atos.

d. Objeto, Finalidade, Forma.

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1.Administração Pública x 2. administração pública. 1. Sentido Subjetivo - orgânico, formal.

Conjunto de órgãos, pessoas jurídicas e agentes públicos. AD + AI + Poder Legislativo + Poder Judiciário

Interesse Público:

Primário: A finalidade do ato se realiza em proveito geral. Secundário: A finalidade do ato diz respeito à própria AP. 2. Sentido material - objetivo funcional.

Conjunto de atividades que são próprias da AP. Polícia administrativa, fomento, intervenção na propriedade como no domínio econômico.

Classificação dos Princípios:

1. Onivalentes: Comum a todos os ramos do direito. 2. Plurivalentes: são comuns a um grupo de ciência. 3. Monovalentes: aplica-se a um ramo da ciência. 4. Setoriais: aplica-se a uma área específica. Adm I 23 ago

Esses princípios são as pedras angulares da AP. Supremacia do Interesse Público.

Indisponibilidade do Interesse Público. Interesse público x interesse privado. Quem persegue o interesse público?

Não é apenas o estado que atua em prol do interesse público. As concessionárias, as permissionárias (do segundo setor), as ONGs (do terceiro setor).

A persecução do lucro: As permissionárias e concessionárias procuram o lucro e tb perseguem o interesse público pois são a mão do Estado.

Supremacia do interesse público:

a) Privilegiada = O Estado tem prazo em dobro pr recorrer e quádruplo pr contestar. Tem foro privilegiado, seus bens não são penhoráveis, excetos as sociedades de economia mista.

b) Supremacia = o Estado não precisa de concordância - o Estado obriga. Os atos do Estado são exigíveis e executórios,

Interesse Público = quem é o titular do interesse público? Princípio da Legalidade:

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b) Legalidade Restrita.

Princípio da Impessoalidade: - A. P curadoria do Interesse Público Princípio da Moralidade.

Moralidade comum x Moralidade administrativa. A quem a moralidade administrativa se dirige? Princípio do Sigilo.

Adm I 26 ago

Princípio da Onivalência = serve pr qualquer ciência = princípio da não contradição. Art 37, art 84, IV, CR. LIMPE, par único, art 2do Lei 9784/99.

Lei / Direito

A.P = agir de acordo com o mandamento da Lei. Império da lei pr o exercício da atividade.

Princípio da Autotutela: competa à AP o controle da legalidade dos seus atos. Autotutela:

a) dever da AP de controle da legalidade dos atos praticados pela AP. O ato pode ser anulado quando é praticado em desacordo com a Lei, ou revogar o ato de acordo com a conveniência e a oportunidade.

b) dever da AP de zelar pelo seu patrimônio.

O princípio da autotutela decorre do princípio da legalidade. Princípio do Controle ou da Tutela.

O Estado é composto de ADireta (presidência + ministérios) e AIndireta que são as Autarquis, Empresas Públicas, Sociedade Economia Mista, Fundação.

Se um Ministro cria uma Autarquia ele tem de dizer quais são as atribuições e competências dessa Autarquia. Ele, por lei deve ter controle sobre esse órgão.

Esse controle serve pr que não haja desvios em relação à finalidade para a qual aquele órgão foi criado. Esse controle e essa tutela é feito rigorosamente dentro da lei.

PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE. Se desdobra em três dentro da AP. Em relação:

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b) à Administração. A AP não pode imputar seus atos aos servidores e sim à ela, ao órgão. Art 37, 1ro. Cai na prova.

c) ao exercício de fato. Mesmo se há desvio de função e o ato é praticado, ele é reputado válido. Tipos de Igualdade:

a) formal: art 5to. Caput CR. Todos são iguais perante a lei. b) material: fundada no critério socio econômico:

c) material: fundada no critério da identidade. Grupos vulneráveis são agrupados, como, mulher, negros, crianças, adolescentes, idosos.

Adm I 30 ago

PRINCÍPIO DA MOTIVAÇÃO

A AP em hipótese alguma pode praticar atos q não sejam motivados. Quando acontecem eles são inválidos (nulos).

A Fundamentação deve conter: pressuposto de fato e de direito.

Tenho que contextualizar o ato e mencionar o motivo de se estar dispensando, por exemplo, uma licitação. ex. considerando, que, ....considerando que.

Todos os atos normativos da AP devem ser fundamentados na Lei Complementar no 95. O Momento da Motivação: Prévia (anterior) ou Contemporânea (agora).

Espaço próprio para motivação.

São as diversas considerações que devem ser feitas para a motivação. Motivação dos Orgãos colegiados.

Atas realizadas pela AP devem conter os pressupostos de fato e de direito sobre as deliberações do colegiado.

Assuntos da mesma natureza: Possibilidade de se usar meios mecânicos (copiar e colar). Caráter Obrigatório da Motivação: garantia da ampla defesa e do contraditório - art 5to. LV, Cr. Decisões dos Tribunais: art 93, X. Quando no exercício da função de AP devem ser motivados

Quando a AP deve motivar o ato? Art 50 da Lei 9784/99

Quando:

I - neguem, limitem ou afetem direitos e interesses. II - imponham ou agravem deveres, encargos ou sanções.

III - decidam processo administrativos de concurso ou seleção pública. IV - dispensem ou declarem a inexigibilidade de processo licitatório. V - decidam recursos administrativos.

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VII - deixem de aplicar jurisprudência firmada sobre a questão ou discrepem de pareceres, laudos, propostas e relatórios oficiais.

VIII - importem anulação, revogação, suspensão ou convalidação de ato administrativo. Fundamentação do motivo do ato.

Art 1ro, II, CR. Art 5to, XXXV Motivação: Contém:

- Razões de fato e de direito. - Fundamento Legal

Teoria dos Motivos Determinantes.

O motivo do ato praticado deve estar em consonância com as razões de fato e de direito. Motivo: Atos Vinculados ==> Ato inválido = Ato Nulo

Atos Discricionários. PRINCÍPIO DA IGUALDADE. Fundamento: art 5to CR.

art 7mo, XXX e XXXI art 37, II e XXI Lei 8666/93, art 3ro.

PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA.

A AP deve prestar serviços que apresente resultados positivos e atender as necessidades de seus membro. Decreto Lei 200/67

Aplicabilidade do princípio da eficiência.

- Submete os membros da AP ao controle de resultados . Fortalece o sisitema de méritos - Permite a demissão do servidor estável mediante processo de avaliação. Art 41.

avaliação de desempenho especial.

Eficiência: - produtividade. - quantitativo. - perfeição do trabalho - qualitativo - adequação técnica - qualitativo. Portaria = é um ato interno.

Resolução = é um ato que repercute externamente. Adm I 2 set

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Mas nem todos os atos são públicos.

Quando se fala em AP se fala em executivo, legislativo e judiciário. Nesses três poderes ha a prática de atos sigilosos.

Efeitos da publicação.

- dar conhecimento de todos os atos da AP - possibilita recursos.

- proporciona a decadência e a prescrição. Se o ato não for publicizado será inexisteste.

Atos q não foram publicados em tese não são convalidados.

Não precisa ser no jornal. O Convite não precisa ser publicado. A AP coloca no mural. As Sociedades de Economia Mista não se subordinam à esse princípio.

Se o BB não estiver prestando serviço público.

Só funciona para a Administração direta e para as Autarquias. Atos que são atingidos pela publicidade:

- atos de informação. Processo licitatório é um conjunto de atos. Esse ato autônomo deve ser prublicado. - processos em andamento. Ex. Contratos.

- pareceres de órgãos técnicos ou jurídicos. - comprovantes de despesas.

PODERES DA A. P.

A AP foi instituida com poder. O Estado foi concebido com poderes. Quando alguem toma posse na AP ela é investida de poderes. Os atos praticados pelo administrador público tem fé pública.

O poder deve ser usado com base no princípio da proporcionalidade e da razoabilidade.

O Poder tem que ser praticado por agente competente, seguindo uma forma, tendo um objeto, uma finalidade que é sempre o interesse público.

Os poderes da AP são: - Normativo/Regulamentar. - Disciplinar - Hierárquico. - Poder de Polícia. Ainda tem:

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- Poder vinculado e Poder Discricionário que alguns autores dizem que são tipos de atos da AP (normativo....).

Ato vinculado:

ato praticado em consonância com o q está disposto na lei, não permitindo juizo de valoração quanto à sua oportunidade ou conveniência.

Ato discricionário : Explícito:

Implícito:

Para a prática do ato devem estar em consonância a oportunidade e conveniência. Não é pr o AP fazer o que ele quer. É feito o ato nos limites colocados pela própria lei. É sempre um ato relativo.

Para q tenha eficácia: - agente competente. - finalidade pública.

- seguido a forma prescrita em lei Poder Normativo.

Regulamentar é uma das formas de expressão do poder normativo. Atos Normativos:

- Atos normativos primários. Criam direito novo. A AP não cria direito novo. - Atos normativos secundários. Atos praticados pela AP.

Poder Disciplinar:

A AP utiliza-se do poder disciplinar em relação:

- seus servidores. Processo disciplinar de acordo com atos normativos internos (portarias). Cai no campo da discricionariedade.

- junto àqueles que com ela contratam.

Adm I 6 set

Correntes que definem administração pública. A primeira corrente não é usada.

A segunda e a terceira são muito importantes.

Bandeira de Melo diz que a AP é um Conjunto Orgânico. Teoria dos Órgãos.

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1. O estado é o agente público. 2. O estdao é o órgão.

3. O Estado é os dois: agente e órgão público.

Órgão Público é um centro de competência criado pela Direito Público, para o desempenho das atividades estatais. Ex. Minis.t da Saúde, trabalho,

Os órgãos são:

- interdependentes - não são subordinados. Ex. Presidência da República - autônomos - subordinados aos independentes. Ex. Os Ministérios.

- superiores. Não tem autonomia adminsitrativa. Possuem função técnicas e de planejamento em sua área. Ex. Secretarias, departamentos que são encontrados nas 3 esferas de poder.

- Subalternos. Tem reduzido poder de decisão. Executam atividades administrativas. Ex. Seções, serviços, pertarias.

Atos delegados.

Quem delegou não os pode praticar. Pr praticar outra vez tem de haver lei. Atos que não podem ser delegados:

- Recursos. Recusos negado pede-se um PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. Ao nível mais alto do que o que negou o recuso. É o princípio da auto tutela que permite que a AP reveja os seus atos.

Adm I 9 set

aulas de 4, 7 e 14/10 serão dedicados a exercícios valendo nota. Cada exercício valerá 10 ptos. Com consulta.

Poder de Polícia

A AP indireta não possui poder de polícia, a não ser as autarquias, que são uma descentralização da AP direta.

Regime Jurídico Administrativo = Prerrogativas (direitos para cumprir sua obrigação que é atender aos interesses da coletividade.

= Sujeições à lei para que os direitos individuais não sejam violados. Isso é um campo de tensão entre os interesses individuais e os coletivos.

Leva ao Poder de Polícia que é Limite do Exercício do Direito. Ele não limita o direito subjetivo.

O direito de reunião e o exercício consagrado da profissão. Por isso temos que informar a AP. Então o direito não é tirado mas sim limitado.

Poder de Polícia = É o poder de que dispõe a A.P para condicionar, restingir o uso e o gozo dos bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade e do próprio Estado.

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Diferença entre Polícia Administrativa e Polícia Judiciária.

1- Polícia Administrativa atua sobre os bens, atividades e direitos individuais. 2- Serve ao ilícito administrativo.

3- Polícia administrativa = Geral : Segurança e Salubridade. Específica: Água, medicamento. 4- Poder Político = Originário. (Minist da Saúde)

Delegado (Vigilância sanitária)

1- Polícia Judicária atua sobre pessoas individualmente ou indiscriminadamente. 2- Serve ao ilícito penal.

3- Razão e fundamento do poder de polícia: interesse Público e supremacia do Interesse público sobre o particular.

4- Objeto do poder de polícia. = interesse público 5- Atributos do poder de polícia.

a. Discricionariedade = Oportunidade e conveniência.Encontra seu limite no princípio da legalidade. - exercer o poder de polícia, nos limites da lei.

- de aplicar sançoes.

- de empregar os meios necessários pr atingir os seus objetivos. (assegurar o interesse público).

b. Auto Executoriedade = faculdade que a AP tem de decidir e executar diretamente a sua decisão por seus próprios meios, sem intervenção do poder judiciário.

Ela não precisa de autorização pr multar e nem desapropriar ninguém. c. Coercibilidade. = poder que a AP tem de aplicar sanções.

Adm I 13 set

Organização da A. P

para se organizar a adiministração executa dois movimentos: a. Centralização: Concentração = não é utilizada pela AP.

Desconcentração = Consiste na divisão de uma pessoa em diversos órgãos.

É possível ter na AP alguém que não tenha tido a desconcentração? Não por causa da complexidade da estrutura do Estado. Existe a desconcentração pr um melhor gerenciamento do Estado.

PL, PE (presid. Governadoria, prefeit,Min Saúde, comunicação, transportes), PJ 1o setor = Estado

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2do setor = mercado = entidades paraestatais ocupam um lugar no Estado mas não fazem parte (Entes em colaboração do a A (concessionárias, pemissionárias de serv público - art 175 CF).

3ro setor= Sesc , SESI, SEBRAE, SENAI. Ver 13 do gravador.

Desconcentração em razão da matéria: MSaúde, transp, etc.

Desconcentração em razão da hierarquia : M saúde vai criando vários órgãos pr dar conta. Desconcentração em razão territorial : as sub prefeituras são um exemplo.

A Organização administrativa se dá dentro de:

a - relação de distribuição de competências. Se dentro de uma relação de coordenação. É uma relação horizontal.

b - relação de hierarquia. Relação de subordinação (são os orgãos menores). É uma relação vertical.

b. Descentralização:

Está dentro da AP Indireta, onde temos as Autarquias, Sociedades de Economia Mista, Empresas Públicas, Fundações, Consórcios Públicos.

Temos 3 modelos de descentralização:

a - Teritorial ou geográfica: não existe no Brasil. É o q acontece em Lisboa q é dividido em capitanias (junta da freguesia).

b - Por Serviços / técnica / funcional. = é uma descentralização dentro do Estado. Ele cria uma pessoa jurídica pr desenvolver serviços específicos. Cria uma autarquia (INSS). Agências reguladoras (ANATEL, ANEEL). Economia Mista pr uma ativ específica (CEmig). Empresa pública (correios). Fundação

c- Por Colaboração: a pessoa jurídica já existe no mercado. O Estado presta esse serviço pr que nos desloquemos a pé.

Adm I 16 set

Próxima aula: como se faz um parecer técnico jurídico.

2 primeiras semanas de outubro a profa não estará na sala mas terá exercícios. MODALIDADES E NATUREZA JURÍDICA DA AUTARQUIA.

A AP Federal = AD + AI (autarquias = pessoa jurídica de dir público; Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista q são PJ de Direito Privado; Fundações = quem diz se será pública ou privada é a lei que as cria)

A AD + as autarquias + fund de direito púbico são regidas pelo Regime Jurídico Administrativo.

Isso implica que para o exercício da função administrativa essas funões serão regidas pela SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO, INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PUBLICO, PELAS PRERROGATIVAS QUE GOZAM A AP.

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Elas estarão sujeitas à restrições e sujeições impostas pelo Regime Jurídico Administrativo.

Regime Jurídico da AP = consta de prerrogativas, sujeições e restrições. Todos os poderes que falamos e todos os princípios que regem a AP.

Eventuamente acolhem normas do RJPrivado. Ex: Na compra e venda, nas doações.

As PJDP instituidas pela AP regem-se pelo direito público mas recebem orientações do direito público e do privado (é um sistema híbirdo). Ex. Bens do banco do brasil podem ser penhorados.

Quem trabalha sob o RJA tem estabilidade, são estatutários. As Sociedades de Economia Mista visam o lucro.

Controle sobre os atos administrativos:

a- poder executivo - auto controle. Verifica se seus atos foram praticados dentro da legalidade e pela oportunidade e convenniência (discricionariedade).

b- Poder legislativo - exerce controle sobre o poder executivo. c- poder judiciário - exerce poder sobre o poder executivo. A AIndireta esta sob o controle da AD.

As SEMistas e as EPúblicas tem seu controle por parte da AD. As autarquias e fundações públicas devem ser criadas por Lei.

SEMistas e EPúblicas e Fundações não públicas precisam de autorização legislativa. Uma vez autorizada procede-se o registro no órgão competente.

Princípio do paralelismo = se criei uma entidade por lei, somente por lei poderei extinguí-la.

Adm I 20 set Autarquias.

É a única entidade verdadeiramente descentralizada da AP direta. O MSaúde criou a ANVISA, por lei e ela só pode ser extinta por lei, em decorrência do princípio do PARALELISMO.

Características das autarquias e Fundações públicas de direito público. a- criadas por lei - dec. 200/67, art 37, XIX, CF.

b- Personlidade Jurídica de direito Público.

* quanto a sua criação/extinção. São criadas pelos órgãos da APDireta.

* quanto aos seus poderes: disciplinar, regulamentar, de polícia, conforme a APDireta.

* quanto às suas prerrogativas, privilégios e sujeições. Prazo em dobro...tem de realizar licitações, etc. c- Capacidade de auto administração. Lhe foi dada autonomia pr gerir sua função publica.

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MS criou o INSS que tem autonomia fianceira, contábil, etc.

d- Especialização dos fins ou atividades. Só pode executar atividades pr as quais foi criada.

e- Sujeição a controle ou tutela. Está sujeita ao controle administrativo, legislativo e judiciário, de forma idêntica ao órgão que a criou.

O controle da adm direta sobre a indireta é chamado de tutela.

Supervisão Ministerial é o autocontrole adminsitrativo tanto do MSaúde quanto do órgão criado por ele que é o INSS:

f- Auto Controle da legalidade = atos em consonância com o q foi establelecido em lei. Caso não estejam, tais atos serão anulados. Art 49, X. E 71 e prgfs da CF.

g- Auto Controle de Mérito: atos ou são vinculados ou discricionário (oportunidade e conveniência). se a AP acha q não deve mais executar um determ ato discricionário ela revoga ou anula tal ato.

As Fundações públicas de natureza pública são chamadas de Autarquias fundacionais e possuem todas essas caracterísitcas elencadas.

Supervisão ministerial: * poder executivo. * poder legislativo * poder judiciário.

ver ressalva dos artigos ....2500 Posição das autarquias:

- Perante a pessoa pública que a instituiu:

* direitos - exercício de sua atividade com autonomia adm e financeira. * obrigações. Exercer as funções pr as quais foi instituida

* independência. Capacidade de autoadministração * controle. Tutela.

- Perante os particulares.

* em relação ao comportamento, art 37, 6to, lesivo a terceiro. Responsabilidade objetiva da AP. * responde pelos seus próprios atos - responsabilidade direta.

Classificação das Autarquias.

- Exercem atividades típicas do Estado. - UFMG.

- Exercem, com fundamento na lei, tipo poder de polícia: ANVISA, ANS.

- Regulam, controlam as atividades q constituem objetivos de concessão: ANATEL / ANEL = Agências reguladoras - art 21, XI e XII.

OAB - Pessoa Jurídica de Direito Público. É sui generis pois tem caráter diferenciado.

Vantagens = a OAB goza de todos os privilégios da fazenda pública. Não está obrigada a licitar / realizar concurso público. Prazo em dobro, prescrição quinquenal.

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pr se trabalahr na OAN não é necessário concurso, não precisa de licitação.

Não fazem parte da APIndireta mas são vistas com autarquias especiais, como CREA, CRA, etc. Seus empregados são celetista e não estatutários.

Referências

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