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Rotacao Rolamento 2018I

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Texto

(1)

Objetivo: estudar o deslocamento de um corpo quando esta rolando Parte III

(2)

6. Movimento de Rotação

•Variáveis da rotação,

•Relação entre Cinemática Linear e Cinemática Angular, •Energia cinética de rotação,

•Inércia Rotacional,

•Segunda lei de Newton para a rotação, •Trabalho e energia cinética de Rotação.

7. Rolamento. Torque e momento angular

•Noções básicas e variáveis físicas associadas ao Rolamento: translação e rotação.

•Energia cinética de rolamento. •As forças de rolamento

•Torque e momento angular

(3)

.

Movimento de rotação: corpos rígidos

Posição de um ponto do corpo rígido

• vetor posição

j

y

i

x

r

1

ˆ

1

ˆ

vetor posição

•Todas as partes de um corpo descrevem trajetórias circulares ao redor de um eixo de rotação.

• ângulo e módulo

módulo ou raio da trajetória posição angular 2 1 2 1 y x r r r     θ = θ(t)

O movimento de rotação é o giro que um corpo realiza ao redor de si mesmo, ou seja, ao redor do seu próprio eixo.

(4)

.

• S(t0, r, θ0): Posição inicial; • S(t, r, θ): Posição final;

Movimento de rotação: corpos rígidos

j

y

i

x

r

1

1

ˆ

1

ˆ

i

x

r

0

0

ˆ

Trajetória : S(t) lugar geométrico das posições

(5)

t

t

t

f o o f

dt

d

t

Lim

t

0  velocidade angular média:

 velocidade angular instantânea

Movimento de rotação: corpos rígidos

Variação da posição angular em relação ao tempo: ω

θ1: posição angular num tempo t1  S1(pos.inicial) θ2: posição angular num tempo t2  S2 (pos.final) Δ: deslocamento angular entre t1 e t2 ΔS

(6)

t t tf o o f           dt d t Lim t 0       

• Aceleração angular média

Movimento de rotação: corpos rígidos

 Aceleração angular instantânea

(7)

dt d dt d     ) ( 0 0 0 0 0 t t dt dt d t t t t      

       

t

0

       t t t t dt t dt d dt d 0 0 0 ) ( 0 0          

As equações para rotação são obtidas integrando a equação de movimento:

• a velocidade angular, ω, entre t e t0:

para t0 = 0, temos:

• a posição angular, θ, entre t e t0:

Rotação com aceleração angular constante: α

(1) para t0 = 0, temos: 2 t t 2 o o        (2)    2  2 2  Assim como: (3)

(8)

Ponto de verificação

Em que situações i, ii, iii e iv:

a) a aceleração angular é constante b) a velocidade angular constante c) a velocidade angular varia

3 t 5 ) iv t 4 t 2 ) iii 6 t 4 t 5 ) ii 4 t 3 ) i 2 2 2 3              

(9)

Exemplo:

Um pião gira com aceleração angular

α = 5t3 - 4t,

onde t está em segundos e α em radianos por segundo ao quadrado. Em t = 0 a

velocidade angular do pião é 5 rad/s e uma reta de referência traçada no pião está na posição angular θ= 2 rad.

(a) Obtenha uma expressão para a velocidade angular do pião, ω(t). (b) Obtenha uma expressão para a posição angular do pião, θ(t). Rpta:

(a) (b)

(10)

10

dt dS v i

i

 = ω: velocidade angular do corpo,

Velocidade escalar linear

para uma partícula no corpo rígido na posição ri que percorre uma trajetória S:

Posição espacial, Si(θ)

i i

r

S

Considerando uma partícula no corpo rígido na posição ri:

Relação entre as variáveis lineares (s,v,a) e angulares (θ, ω,α)

(1) Derivando (1): dt dr dt d r r dt d dt dS i i(

)

dt d r dt dSi  como r = cte   0 dt dr i i i

r

v

(11)

i i i i i i r dt r d dt dv a   (

) 

r r r

a

a

a

         r a 2 2 r

r v r a a a a tR t

Para a partícula de um corpo rígido, a aceleração está composta por duas componentes:

•aceleração radial

Desta maneira temos : •aceleração escalar linear

Aceleração

•aceleração tangencial, da figura observa se:

i i t i t

a

a

r

a

aceleração centrípeta aC aceleração Normal aN N r r C

a

a

a

a

(12)

Exemplo 1

Quatro polias estão conectadas por duas correias conforme mostrado na figura a seguir. A polia A ( rA = 15cm ) é a polia motriz e gira a 10rad/s . A

polia B ( rB = 10cm ) está conectada à A pela correia 1 . A polia B' (rB' = 5cm)

é concêntrica à B e está rigidamente ligada à ela. A polia C ( rC = 25cm )

está conectada à polia B' pela correia 2.

a) Calcule a velocidade linear de um ponto

na correia 1.

b) Calcule a velocidade angular da polia B. c) Calcule a velocidade angular da polia B'. d) Calcule a velocidade linear de um ponto

na correia 2.

(13)

Uma certa moeda de massa M é colocada a uma distância R do centro de um prato de um toca discos. O coeficiente de atrito estático é μE. A velocidade angular do toca discos vai aumentando lentamente até ω0, quando, neste instante, a moeda escorrega para fora do prato. Determine ω0 em função das

grandezas M , R , g e μE .

Exemplo

Vista superior

Vista de lado Da figura, vista superior:

A tendência da moeda é sair em línea do toca discos.

Para a moeda fazer uma trajetória circular uma força dever ser aplicada com direção e sentido ao centro. Portanto esta força de ser a força de atrito, Fa.

(14)

14 a m FR   a m N P Fa       Vista superior Vista de lado Da figura, vista de lado:



mg

N

P

N

F

ma

F

F

y x a x

0

N F e R v a axca

E 2

gR

v

R

v

m

mg

E E

2

R

g

R

v

E

0

Então Como Exemplo

(15)

     i i iv m v m v m v m K 2 2 3 3 2 2 2 2 1 1 2 1 ... ... 2 1 2 1 2 1 2 i 2 i i i 2 i i( r ) 12 m r m K          

O corpo composto por n partículas de massa m Características da partícula i :

mi : massa

vi : velocidade linear (tangencial) ri : distancia ao eixo.

como vi = rii e i = , então temos: vi = ri

Energia cinética de rotação

Então, a energia cinética deste sistema é:

(16)

m

i

r

i2

I

2 I 2 1 K  

Quanto maior for o momento de inércia de um corpo, mais difícil será fazê-lo girar ou alterar sua rotação.

Esta grandeza é constante para um dado corpo rígido e um eixo de rotação particular.

Energia cinética de um corpo rígido em rotação pura. grandeza escalar.

Momento de inércia ou inércia à rotação, do conjunto de partículas (I).

Então: Sistema SI: Kg.m2 Exemplo: Sistema de 3 partículas 2 2 2 1       

i i i r m K Como:

Esta relação pode ser interpretada como a distribuição da massa do corpo ao redor de seu eixo de rotação.

(17)

Ponto de verificação

A figura mostra três pequenas esferas que giram em torno de um eixo vertical. A distância perpendicular entre o eixo e o centro de cada esfera é dada.

Ordene as três esferas de acordo com seus momentos de inércia em torno de eixo, em ordem decrescente.

(18)

   n 1 i 2 i P r m I i

   N 1 i i m M

     Lim r m r dm I i m P i 2 N 1 i 2 0 Procedimento:

1. Dividimos o corpo rígido em n pequenas partes iguais, Δmi: i = 1, 2....n, considerando que está composto por um conjunto de n partículas.

Então o momento de inercia total é:

e a massa total do corpo:

então, mi 0, teremos de (1):

Momento de inércia de um corpo rígido

Momento de inércia no ponto

P para um corpo rígido.

... 2 2 2 2 2 1 1 n n P m r m r m r I     Isto é:

Com o objetivo de aproximar para um valor real do momento de inercia total: (1)

(19)

Alguns momentos de Inercia

r dm IP 2

(20)

Por exemplo: o eixo x'y' que passa por P x'y' J xy

Icm: momento de inércia no cm

h: Distância entre os dois eixos xy (cm) e x'y'(P) P : origem das coordenadas x'y'

Teorema dos eixos paralelos

Condição necessária:

•Conhecer o momento de inércia do corpo no cm, Icm

•Traçar um eixo qualquer que passe por seu centro de massa, O(cm).

•Traçar qualquer eixo paralelo que passe pelo ponto a ser determinado, ex: IP.

(x,y) 2

h

M

I

I

P

cm

Portanto, o momento de inercia pelo eixo que passa pelo ponto P, é dado por:

(21)

Ponto de verificação

A figura mostra um livro e quatro eixos de rotação, todos perpendiculares à capa do livro. Ordene os eixos de acordo com o momento de inércia do objeto em relação ao eixo, em ordem decrescente.

(22)

Exemplo:

a. Momento de inércia de um bastão fino de massa M e comprimento L em relação a um eixo perpendicular ao bastão e que passa por seu centro de massa, O.

I

r

dm

I

O CM 2

Vamos dividir o corpo em pedaços de massa dm e tamanho dx. Posição de dm na figura é x com relação a origem (CM).

dx L M dm dx dm L M   12 2 2 3 3 2 3 3 2 / 2 / 3 2 / 2 / 2 2 / 2 / 2 2 ML L L L M x L M I dx x L M dx L M x dm r I L L CM L L L L CM                                    

(1) Substituindo (2) em (1): (2) O momento de inercia no ponto O:

(23)

b. Momento de inércia de um bastão fino de massa M e comprimento L em relação a um eixo perpendicular ao bastão e que passa por uma de suas

extremidades, O.

r

dm

I

O 2

Ou, aplicando o teorema dos eixos paralelos

3 3 2 0 3 0 2 2 x ML L M dx x L M dm r I L L O

  3 2 12 2 2 2 2 ML L M ML I h M I I O CM P            Do exemplo a:

(24)

Fato experimental:

•A componente paralela a r, não provoca nenhum movimento:

Fr = F cos

•A componente perpendicular a r, provoca o giro do corpo:

Ft = F sen

•A capacidade de girar o corpo depende da intensidade de sua componente tangencial Ft e da

distância ao ponto O em que a força é aplicada.

Da figura, analisando as componentes da força

F

:

• Torque é uma palavra que vem do latim e significa “torcer”.

• Torcer pode ser identificada de forma mais intuitiva como a ação de girar, para isto precisa-se de uma força F.

(25)

r

Rearranjando, podemos interpretar como  = (r sen ) F = r F

r: componente perpendicular de

F

r= r sen: distância perpendicular entre a "linha de ação da força“ e o ponto O, sobre o eixo de rotação.

Obs:

Quando a linha de ação da força passa pelo eixo de rotação (ver figura), o torque é zero, F.

Analise quantitativo do torque

Esta capacidade pode ser quantificada através da relação:

τ = r (F sen ) = r F

t

(26)

F

r

•O torque é uma variável vetorial porque ela tem um sentido e direção. •A intensidade depende do ângulo entre e , assim como, o sentido. •o ângulo é medido partindo de r em sentido anti-horário.

Então o torque τ pode ser positivo (horário) e negativo (anti-horário).

F

r

0

A força provoca um movimento de rotação, e o corpo pode adquirir um movimento em direção do eixo. Neste caso saindo do plano, similar a um parafuso.

Analise quantitativo do torque

O módulo é:

0

= r F sen Φ

ϕ: ângulo entre r e F (anti-horário)

Portanto o torque na forma vetorial em torno do ponto O  = (r sen ) F

(27)

Ponto de verificação

A figura mostra uma vista superior de um bastão de uma régua de um metro que pode girarem torno de um eixo que passa na posição 20cm. As cinco forças aplicadas à régua são horizontais e têm o mesmo módulo. Ordene as forças de acordo com o módulo do torque que produzem, do maior para o menor.

(28)

Segunda Lei de Newton para a Rotação

Torque sobre uma partícula

A figura abaixo mostra uma partícula presa a uma barra no plano xy força que age sobre a partícula

posição da partícula cujo módulo é constante Sabemos que o torque esta dado por:

:

:

r

F

F

r

(29)

Da segunda Lei de Newton

r r t t

a

m

F

a

m

F

a

m

F

Portanto, o torque de uma partícula será:

I: momento de inércia da partícula α: Aceleração angular

 = I α

Comp. tang comp. rad.

Da figura, o torque:

O momento de inércia, ou inércia rotacional, é uma medida da

(

)

[

(

)]

(

2

)

I t t

r

ma

r

m

r

m

r

F

r

(30)
(31)

a) a aceleração angular, α: para t = 0 θo= 0 ωo = 0 t = t θo= 0 ωo = 0 a = α R 2 2 0 0 2 2 t t t           

b) a aceleração dos dois blocos, coincide com a velocidade tangencial da polia: Sabemos que: 2 2 t R a R a    

(32)

c) As tensões na parte superior T2 e parte inferior T1: Para determinar T1= F1 do corpo 1: M t R g F1 (  22 ) R I F F I R F R F I O        12    21 2 1 1 2 1 1 P Ma F P Ma T              R I R M t Mg F2 22 M a g F1  (  2) 2 2 2 2 2 t R a R a a a       como :

Para determinar T2 devido a que se desconhece o atrito entre a mesa e o corpo então, será utilizada a rotação da polia, a qual deve-se às forças aplicadas, então analisando o torque no ponto O:

(33)

Trabalho, o teorema do trabalho e Potência – uma partícula

Para calcular o trabalho elementar dW executado por uma força F temos que:

d r F ds F s d F dW  .   tt mas, também:

multiplicando por dθ, temos:

           d I d dt d I d dt d I d ou seja 2 2 2 2 1 2 1 | 2 W I f I i I d I d W f i f i f i                   

ds = r dθ (módulo) Da figura

   f i d W d dW       e  d r F dWt Então: como   Ft r Teremos: dt d I I    

(34)

Trabalho, potência e o teorema do trabalho – uma partícula

Para calcular a potência, P, associada à atuação da forca, F, devemos considerar que

d

dW 

Sabemos que dt d dt dW P   

P

Então a potencia é: Similar P = F v

(35)

Rolamento, torque e momento angular

Considere um aro de raio R, rolando sem deslizar. Quando essa roda girar de um ângulo θ, o ponto de contato do aro com a superfície horizontal se deslocou uma distância s , tal que;

s = R θ

O centro de massa do aro também deslocou se da mesma distância. Portanto, a velocidade de deslocamento do centro de massa do aro é:

  R v dt d R dt ds vCM    CM    R a dt d R dt dv a CM CM CM    

De maneira equivalente podemos encontrar a forma da aceleração do centro de massa do aro:

(1)

(2)

(3)

(36)

O Rolamento

Figura a. Todos os pontos na periferia da roda têm uma velocidade linear v Figura b. Movimento de translação (não roda) puro, os pontos da roda se movem para a direita com uma velocidade vCM.

Figura C. Representa o rolamento da roda. Na extremidade inferior v=0, na extremidade superior v = 2vCM

(37)

O rolamento pode ser entendido como uma rotação pura se observarmos que a cada instante o corpo está girando em torno de um eixo instantâneo, que passa pelo ponto de contato P entre esse corpo e a superfície que o suporta.

Esse eixo é perpendicular à direção do movimento. •Descrito como uma rotação pura

a velocidade do topo da roda é

vTopo = ω (2R) = 2 vCM

A velocidade do centro da roda é

vCM = ω R

O Rolamento

a velocidade da base da roda é

(38)

A energia cinética: Rolamento

Observa-se que esta equação está composto de um movimento de rotação ao redor do centro de massa e de um movimento de translação desse centro de massa num referencial fixo na superfície.

2 2

2

1

2

1

CM CM

M

v

I

k

onde IP é o momento de inércia do corpo em relação ao eixo mencionado que passa pelo ponto P.

Do teorema dos eixos paralelos, temos que:

Um corpo que rola sem deslizar pode ser visto a cada instante como girando em torno de um eixo instantâneo que passa pelo ponto de contato P desse corpo com a superfície, sendo esse eixo é perpendicular à direção do movimento do corpo. Então a energia cinética pode ser descrita como se fosse uma rotação em torno do P, isto é:

2 2 1

P I k  2 R M I IPCM  Portanto

(39)
(40)
(41)

Exercicio

Um cilindro de comprimento L e raio r tem peso P. Dois cordões são enrolados em volta do cilindro, cada qual próximo da extremidade, e suas pontas presas a ganchos fixos no teto. O cilindro é mantido horizontalmente com os dois cordões exatamente na vertical e, em seguida, é abandonado. ICilindro= Mr2/2

a)Determine a aceleração linear do cilindro durante a queda.

r I F I r F r F r F 2 2            Da figura: F1 = F2 = F

Como a força peso P não produz torque em relação ao eixo de rotação temos que:

2 2 r a I F  Mas a = at= r logo a M F F P 1 2  

O cilindro sofre uma translação devido as forças que atuam sobre ele, da segunda lei de Newton temos que:

a I   Então:

(42)

Considerando que o momento de inércia do cilindro tem a forma                  2 2 2 1 2 1 r M I g a r M I a g Então:

(43)

Também chamado quantidade de movimento angular de um corpo é a grandeza física associada à rotação e translação desse corpo.

No caso específico de um corpo rodando em torno de um eixo, acaba por relacionar sua distribuição da massa com sua velocidade angular.

Momento angular

p

r

L

dt p d r p dt r d dt L d p r dt d dt L d

Existe uma conexão entre o momento angular de uma partícula e o torque associado à força resultante que atua sobre ela.

Vamos considerar a variação do momento angular no tempo:

F

r

(44)

Então

dt p d r p dt r d dt L d p r dt d dt L d

(45)

    I L

I

L

d

Fazendo uma analogia com :

v

m

(46)

 

0

dt

d

I

dt

I

d

Então

(47)

P

=

m

v

L

=

I

momento linear momento angular

F

=

m

a

=

I

força torque

I

=

m R

2

massa momento de inércia

m

R

F

dt

P

d

R

dt

L

d

Translação

Rotação

(48)

- Conservação do momento angular

No sistema homem - halteres só há forças internas e, portanto,

f f i i z

I

const

I

I

L

( )

.

i

I

f

i

I

f

(49)

Momento angular inicial do sistema

roda de bicicleta – menino (+ banco)

i bic bic

i

L

I

L

Menino inverte o eixo de rotação da roda de bicicleta

i bic

L

L

- Exemplo

s

rot

e

m

kg

I

m

kg

I

bic

1

,

2

.

2

;

tot

6

,

8

.

2

i

3

,

9

/

Dados

Queremos calcular a velocidade

angular final do sistema após o menino

inverter o eixo de rotação da roda de

bicicleta (ver figura)

(50)

Conservação do momento angular pois só

há forças internas no sistema

i tot

I

I

2

i men i i men i f

L

L

L

L

L

L

L

2

Momento angular final do sistema

i men men bic f

L

L

L

L

L

-

Exemplo

s

rot

I

I

tot i

1

,

4

/

2

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