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TURMAS 2020/2 MESTRADO/DOUTORADO

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Academic year: 2021

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TURMAS 2020/2 MESTRADO/DOUTORADO

DISCIPLINA CÓDIGO PROFESSOR DIA HORÁRIO SALA

Seminário de Questões

Clássicas de Filosofia II FCM813 Rodrigo Guerizoli 3ª feira 14:00/17:00

Ensino Remoto

Seminário de Questões

Clássicas de Filosofia III FCM814 Ethel Rocha 5ª feira 15:00/18:00

Ensino Remoto

Seminário de Questões

Clássicas de Filosofia IV FCM815 Marília Espírito SantoPedro Rego 6ª feira 14:00/17:00

Ensino Remoto

Sem Questões Filo Analítica

Contemporânea II FCM816 Célia Teixeira 4ª feira 13:00/16:00

Ensino Remoto

Sem Questões Filo Analítica

Contemporânea III FCM817 Roberto Horácio Sérgio Farias 2ª feira 17:30/20:30

Ensino Remoto

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PPGLM | Universidade Federal do Rio de Janeiro | Instituto de Filosofia e Ciências Sociais | Largo de São Francisco de Paula 1/320B | 20051-070 | Rio de Janeiro, RJ | (21) 2252 8035 r. 308 | www.ppglm.wordpress.com

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LÓGICA E METAFÍSICA DISCIPLINA: Seminário de Questões Clássicas de Filosofia II PROFESSOR: Rodrigo Guerizoli

HORÁRIO: Terças-feiras, de 14:00h às 17:00h

1. OBJETIVO: O seminário pretende desenvolver uma análise filosófica da ideia de intensidade. Sobre tal noção – eis a hipótese que nos guia – funda-se um modelo metafísico de diversificação da realidade que se apresenta como alternativa ao tradicional esquema aristotélico, orientado pela ideia de diferença. Será nossa tarefa avaliar os prós e contras dos dois modelos, sobretudo em seus aspectos lógicos e metafísicos.

2. PROGRAMA: De acordo com uma importante vertente filosófica, tipos naturais se tornam conhecidos como resultantes de processos de diversificação: gêneros se diversificam em espécies, que se diversificam em indivíduos. Mas, como precisamente ocorrem tais processos? Há um modelo único que os regula e que se aplica a toda realidade que se deixa diversificar? Historicamente falando, a resposta parece ser negativa. Se, por um lado, encontramos, por exemplo, nas obras de Aristóteles, um modelo de diversificação baseado na noção de diferença, por outro lado podemos identificar modelos filosóficos nos quais um outro esquema de diversificação parece estar em jogo, um esquema centrado na noção de intensidade como elemento diversificador. Uma tal abordagem parece presente, por exemplo, em Duns Scotus (e, aliás, também em Spinoza). Buscaremos no curso, pela análise de textos pertencentes a ambas as tradições, avaliar os modelos propostos, sobretudo em seus aspectos lógicos e metafísicos. 3. PALAVRAS-CHAVE: Metafísica, diversificação, intensidade, Árvore de Porfírio, univocidade, modo

intrínseco, distinções.

4. AVALIAÇÃO: O desempenho no curso será avaliado exclusivamente com base em frequência e participação. Nesse sentido, é fundamental disponibilidade e disposição em preparar e discutir o material-base a ser tratado em cada sessão.

5. BIBLIOGRAFIA PRIMÁRIA PRELIMINAR:

• Trechos selecionados de ARISTÓTELES, Tópicos; PORFÍRIO, Isagoge; TOMÁS DE AQUINO, Comentário ao De Trinitate de Boécio; DUNS SCOTUS, Ordinatio e FRANCISCO SUÁREZ, Disputação Metafísica VII.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LÓGICA E METAFÍSICA DISCIPLINA: Seminário de Questões Clássicas de Filosofia III PROFESSOR: Ethel Rocha

HORÁRIO: Quintas-feiras, de 15:00h às 18:00h

1. PROGRAMA: A partir de apresentações dos alunos, discussão dos seguintes temas e/ou conceitos na filosofia cartesiana: conceito de liberdade, teoria moral, conceito de alma, conceito de causalidade e conceito de substância.

Os alunos farão ao menos uma apresentação durante o curso. 2. BIBLIOGRAFIA:

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LÓGICA E METAFÍSICA

DISCIPLINA: Seminário II de leitura e interpretação da Crítica da razão prática (Analítica) PROFESSORA: Marília Espirito Santo

HORÁRIO: Sexta-feira, 14h-17h Via Google meet

1. OBJETIVOS

Trata-se de dar continuidade ao seminário iniciado em 2020/01.

Kant promove na Crítica da razão prática (1788) uma grande inversão no argumento da

Fundamentação da metafísica dos costumes (1785). Parte da literatura atribui a mudança ao suposto

fracasso da prova da moralidade a partir da liberdade na Fundamentação. Como admissão de tal fracasso, Kant inverteria a estratégia na segunda Crítica e recorreria ao facto da razão para provar, em sentido contrário, a liberdade a partir da moralidade. Apesar de dominante, essa interpretação é desafiada, por Kant, pela confirmação do argumento inicial e pela indicação da continuidade entre os textos. A compreensão do sistema, conforme o prefácio à Crítica da razão prática, “pressupõe a Fundamentação da metafísica dos costumes, mas só na medida em que esta permite conhecer, de modo precursor, o princípio do dever, e fornece e justifica uma fórmula determinada desse princípio” (5: 8).

Pretende-se de investigar no curso a hipótese de que a inversão do sentido da prova na

Crítica da razão prática e o recurso ao facto da razão são conciliáveis com a dedução na Fundamentação da metafísica dos costumes. Se essa hipótese for verificada, qual seria a função

argumentativa do facto da razão? Se essa hipótese não for verificada, o facto da razão substituiria a dedução transcendental do imperativo categórico?

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2. PROGRAMA

Leitura, análise e discussão da Crítica da razão prática. Aulas expositivas sobre a segunda

Crítica, seminários sobre a literatura. O texto e os seminários serão divididos durante o curso.

Em continuidade ao seminário iniciado em 2020/01, a leitura do texto de Kant será a partir da seção “I. Da dedução das proposições fundamentais da razão prática pura” (5: 42), da Analítica.

* recomenda-se estudo prévio da Fundamentação da metafísica dos costumes e das seguintes seções da Crítica da razão prática: prefácio, introdução, e analítica da razão

prática pura (primeiro capítulo). 3. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Kritik der praktischen Vernunft / Crítica da razão prática. Edição bilíngue. Valério Rohden (trad.)

São Paulo: Martins Fontes, 2003.

Critique of Practical Reason. Mary J. Gregor (trad.) Cambridge: Cambridge University Press, 2015.

Bibliografia secundária (sumária):

AMERIKS, K. Kant and the Fate of Autonomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2000. _____. Independence (chap. IV). In Kant’s Theory of Mind: an Analysis of the Paralogisms of Pure

Reason. Oxford: Oxford University Press, 2000, p. 189-233.

BECK, L. W. A Commentary on Kant’s Critique of Practical Reason. Chicago: The University of Chicago Press, 1960.

HENRICH, D. The Concept of Moral Insight and Kant’s Doctrine of the Fact of Reason. In _____. The Unity of Reason: Essays on Kant’s Philosophy. Cambridge: Harvard University Press, 1994, p. 55-87.

KLEMME, H. F. The Origin and Aim of Kant’s Critique of Practical Reason. In REATH, A. and TIMMERMANN, J. (eds.). Kant’s Critique of Practical Reason: A Critical Guide. Cambridge: Cambridge University Press, 2010, p. 11-30.

O’ NEILL, O. Autonomy and the Fact of Reason in the Kritik der praktichen Vernunft (§§ 7-8, 30-41). In Höffe (ed.) Immanuel Kant: Kritik der praktischen Venunft, p. 81-97, 2002.

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SUSSMANN, D. “From Deduction to Deed: Kant’s Grounding of the Moral Law”. Kantian

Review 13, p. 52-81, 2008.

ZINGANO, M. A. Fait de la Raison et Acte de la Liberté chez Kant. Cahiers de Fontenay, Saint Cloud, França, v. 67, p. 209-232, 1992.

Em português:

ALMEIDA, G. A. de. Liberdade e moralidade segundo Kant. Analytica, v. 2, n.1, 1997, p. 175-202.

_____. Kant e o ‘facto da razão’: ‘cognitivismo’ ou ‘decisionismo’ moral? Studia Kantiana, v. 1, n. 1, 1998, pp. 53-81.

______. Crítica, dedução e facto da razão. Analytica, Rio de Janeiro, v. 4, n.1, 1999, pp. 57-84. BARBOSA FILHO, B. Sobre uma crítica da razão jurídica. In PERES, D. T. et alli (org).

Tensões e passagens: filosofia crítica e modernidade. São Paulo: Singular/Esfera pública, 2008, p.

11-25.

LEBRUN, G. Uma escatologia para a moral. In TERRA, R. R. (org.) Immanuel Kant: Idéia de uma

história universal de um ponto de vista cosmopolita. São Paulo: Martins Fontes, 2004, p. 69-105.

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Disciplina: Seminário de Questões de Filosofia Analítica Contemporânea II

(FCM816)

Professores: Célia Teixeira

Horário: Quarta-feira, das 13:00h às 16:00h

Tema: Seminário LEME (Linguagem, Epistemologia e MEtafísica)

Programa: O LEME é um seminário permanente de filosofia analítica cujo

objectivo principal consiste em oferecer uma plataforma onde alunos, professores e pesquisadores possam apresentar e discutir os seus trabalhos, expondo-os à crítica alheia num ambiente informal e estimulante. O seminário encontra-se igualmente aberto ao estudo de obras (i.e. artigos, capítulos de livros ou livros) relevantes para os projetos de pesquisa dos seus participantes. (Nota: A avaliação dos alunos inscritos terá por base a participação nos trabalhos do seminário, a apresentação de um trabalho numa sessão do seminário e de um trabalho escrito a ser entregue no final do semestre).

Bibliografia:

Não há bibliografia básica. A bibliografia será definida no decorrer do seminário.

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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LÓGICA E METAFÍSICA DISCIPLINA: Seminário de Questões de Filosofia Analítica

Contemporânea III (FCM 817)

PROFESSORES: Roberto Horácio de Sá Pereira e Sérgio Farias de Souza HORÁRIO: 2ª FEIRA ( 17:20/20:30H)

SEMINÁRIO REMOTO Via Google-meet. 1. OBJETIVOS:

Investigação da possível relação entre a Consciência (em sentido fenomenal) e o suposto Conteúdo Representacional da experiência sensorial consciente na literatura mais recente. 2. PROGRAMA

A reflexão filosófica recente sobre a experiência sensorial está focada em dois tipos de essenciais de propriedades, cada uma das quais é considerada (pela esmagadora maioria dos filósofos da área) com uma marca distintiva da própria experiência consciente. São elas: o chamado Carácter Fenomenal ou Carácter Consciente da experiência e seu chamado Conteúdo Representacional. Propriedades conscientes requerem apenas um breve comentário: são propriedades que o encéfalo instancia sempre que há algo distintivo para um sujeito que realiza uma determinada experiência. Por exemplo, sempre que experimento visualmente um cubo amarelo à minha frente, há algo para mim que é visualizar a sua forma, o seu tamanho e a sua cor, a sua textura, etc.

Em contraste, a noção de propriedades representacionais exige um comentário mais extenso. As propriedades representacionais são instanciadas pelo encéfalo sempre que sua experiência representa o mundo segundo certas “condições de satisfação” (Searle 1983). Por exemplo, quando vejo um cubo amarelo à minha frente, meu estado sensorial apresenta o mundo segundo a condição de conter um cubo amarelo à minha frente. Caso essa condição seja preenchida, ou seja, o mundo contenha efetivamente um cubo amarelo à minha frente, o conteúdo da minha experiência será verídico; caso contrário inverídico. Seguindo o uso comum, reservo o termo “condições de verdade” para a satisfação de condições que são proposicionais por natureza e o termo "condições de veracidade" para condições de satisfação de experiências sensoriais.

Se a experiência visual possui ou não um conteúdo representacional é uma questão de controversa na literatura. Não apenas os defensores da chamada "visão relacional" se opõem à ideia. Hoje, os autoproclamados “enativistas radicais” também a rejeitam. Seja

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como for, neste seminário, assumimos sem mais que experiências possuem um conteúdo representacional no sentido assinalado acima. Isso porque o foco do seminário é o debate contemporâneo entre representacionismo e anti-representacionismo.

A questão norteadora do curso se resume à seguinte: uma vez que reconhecemos tanto o Carácter Fenomenal da experiência quanto o seu Conteúdo Representacional como marcas distintivas da experiência visual, pergunta-se: estariam essas características relacionadas? E caso estejam, como seria essa relação? Há na literatura especializada bem recente duas posições extremadas: o Externismo Fenomenal (Dretske e Tye) segundo o qual o Carácter Fenomenal da experiência se reduziria as propriedades físicas distantes do meio ambiente e a Concepção Qualitativa (Papineau) segundo a qual o Carácter Fenomenal se reduziria a propriedades intrínsecas do Cérebro, ligadas apenas de forma contingente com as propriedades fenomenais. Posições intermediárias moderadas são: o representacionismo exíguo (Pautz e Chalmers) e a Concepção Mista segunda a qual o Caráter Fenomenal seria determinado tanto pelo seu Conteúdo Representacional quanto por fatores não representacionais (Block).

3. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

A Bibliografia a ser investigada compreende:

1-O excelente verbete da Stanford sobre o tema. Nele Lycan apesenta as principais distinções pertinentes ao debate.

2-Na sequência, examinaremos o célebre artigo de Dretske: “Phenomenal externalism, or if meanings ain't in the head, where are qualia?”

3-Na sequência examinaremos a objeção de Pautz e o seu “primitivismo”: "Sensory Awareness Is not a Wide Physical Relation: An Empirical ArgumentAgainst Externalist Intentionalism’’.

4- O próximo passo consiste no exame da réplica de Tye e de Byrne: “"Qualia ain’t in the head".

5- Na sequência examinaremos o trabalho de Papineau: “Against Representationalism." 6-Concluimos o curso com o artigo ainda inédito: “Kaplanianismo” (de um dos autores do curso).

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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LÓGICA E METAFÍSICA DISCIPLINA: Seminário de Epistemologia III (FCM821)

PROFESSOR: Alberto Oliva HORÁRIO: terça-feira das 14h às 17h

1. OBJETIVOS 2. PROGRAMA

A QUESTÃO DA CIENTIFICIDADE DAS DISCIPLINAS SOCIAIS

1)

A insuperável contraposição entre Individualismo e Coletivismo nas

ciências sociais

2)

A existência de propriedades emergentes

3) O contraste entre explicar e compreender os fatos da vida social

4) O caráter subjetivo dos fatos sociais que se oferecem à observação

pré-interpretados

5) Cultura e personalidade: o homem como (re)criador de si mesmo

6)

As consequências não pretendidas das ações

7)

Vico: homo fit omnia non intelligendo: fazer para só depois

compreender?

8

)

Sem comprovadamente explicar e predizer, as ciências sociais têm

legitimidade para propor engenharia social?

9)

A artificial separação entre as ciências sociais.

10)

A falta de interação com as naturais: Genes e Símbolos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Agassi, J. (1975) ‘Institutional Individualism’. In: The British Journal of Sociology,

26(2).

Lukes, S. (1968) ‘Methodological Individualism Reconsidered’. In: The British

Journal of Sociology, Vol. 19, No. 2 (Jun., 1968), pp. 119-129.

Ruben, D. (1985) The Metaphysics of the Social World. Londres. Routledge and Kegan Paul.

Oliva, A. (2017) ‘Existem Ciências de Observação? As Sociais são Metateóricas’. In: Cadernos de História e Filosofia da Ciência (UNICAMP)

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Oliva, A. (2001) ‘À Espera da Ciência - Um Mundo de Fatos Pré-interpretados’. In: Episteme (Porto Alegre)

Oliva, A. (2017) ‘Ciência social e senso comum: O fracasso do naturalismo e a improficuidade do compreensivismo’. In: Filosofía e Historia de la Ciencia en el Cono Sur, Selección de trabajos del VIII Encuentro de Filosofía e Historia de la Ciencia del Cono Sur. Universidad Nacional de Córdoba

Oliva, A. (2011) ‘A Dispersão do Conhecimento. Do Substrato Natural aos Sentidos Subjetivo-Culturais’. In: Filosofia e Cultura. Editado por José Carlos S. de Almeida; Fernando R. de M. Barros; Emanuel Ricardo Germano. Edições UFC. Fortaleza

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