ACEF/1819/0221242 Decisão de apresentação de pronúncia
ACEF/1819/0221242 Decisão de
apresentação de pronúncia
Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da
Comissão de Avaliação Externa
1. Tendo recebido o Relatório de Avaliação elaborado pela Comissão de Avaliação Externa
relativamente ao ciclo de estudos em funcionamento
Mestrado em Finanças2. conferente do grau de
Mestre3. a ser leccionado na(s) Unidade(s) Orgânica(s) (faculdade, escola, instituto, etc.)
Faculdade De Economia (UNL)
4. a(s) Instituição(ões) de Ensino Superior / Entidade(s) Instituidora(s)
Universidade Nova De Lisboa
5. decide:
Apresentar pronúncia6. Pronúncia (Português):
Exmos. Senhores,
Tendo tomado conhecimento do Relatório Preliminar da CAE ao processo de acreditação prévia do
ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Finanças, enviamos o documento de Pronúncia
para clarificar e justificar alguns aspetos do programa que estavam manifestamente pouco claros ou
mesmo ausentes no processo enviado. Esta Pronúncia responde a todas as questões colocadas pela
CAE, de forma sequencial.
A Nova SBE agradece desde já os comentários da CAE, cujo feedback nos permite a melhoria do
programa, bem como a sua colaboração ao longo da avaliação.
7. Pronúncia (Português e Inglês, PDF, máx. 150kB): (impresso na página seguinte)
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Pronúncia ao Relatório Preliminar da CAE Pronúncia ao Relatório Preliminar da CAE Pronúncia ao Relatório Preliminar da CAE
Pronúncia ao Relatório Preliminar da CAE no âmbito dono âmbito dono âmbito dono âmbito do processo de acreditação prévia do ciclo de estudos processo de acreditação prévia do ciclo de estudos processo de acreditação prévia do ciclo de estudos processo de acreditação prévia do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Finanças
conducente ao grau de mestre em Finanças conducente ao grau de mestre em Finanças conducente ao grau de mestre em Finanças. . . .
1.“O ciclo de estudos cumpre os requisitos legais no que se refere a corpo docente próprio e academicamente qualificado, dado que a grande maioria dos docentes estão a tempo inteiro na instituição e são doutorados. Porém, não são cumpridos os requisitos de corpo docente especializado, nomeadamente um mínimo de 50% do corpo docente total especializado na área fundamental do ciclo de estudos (Finanças) e um mínimo de 40% do corpo docente total constituído por doutores especializados nesta área.”
Na sequência dos comentários da CAE procedemos a uma revisão da área científica de alguns docentes. A classificação anterior refletia a área do grau académico mais elevado do docente. Na realidade há um conjunto de docentes doutorados nas áreas de economia e gestão que realizam investigação e lecionam disciplinas em finanças. De notar a proximidade metodológica entre estas três áreas que faz com que muitos professores com origem na Gestão ou na Economia tenham capacidade de desenvolver investigação, lecionar ou orientar teses na área de Finanças. Adicionalmente, há um conjunto de docentes convidados que tem vasta experiência profissional na área de finanças e lecionam disciplinas em finanças. Nestes dois casos procedemos à correção da área científica para finanças (Anexo I - Lista do novo corpo docente revisto).
2.“O relatório de autoavaliação não é suficientemente informativo relativamente aos critérios de seleção aplicados, bem como ao perfil dos estudantes admitidos (e.g., informação sobre notas mínimas e médias de entrada).”
“Clarificar o perfil dos alunos a admitir, considerando que a heterogeneidade na formação de base, em particular dos estudantes estrangeiros, pode dificultar o progresso em termos do processo de ensino/aprendizagem. Caso aplicável, a CAE sugere que a instituição proporcione formação de base prévia aos alunos com lacunas em determinadas áreas.”
O processo de admissão aos ciclos de estudo de Mestrado segue um rigoroso processo de seleção. Para o processo de candidatura é utilizada uma plataforma (disponível online), onde os candidatos submetem todos os documentos (obrigatórios e recomendados).
De entre os critérios de seleção identificam-se: classificação do grau académico de que o candidato é titular e escola de origem, realização de programas de intercâmbio e estágios (curriculares e não curriculares), classificação GMAT (quando disponível), atividades extracurriculares que o candidato tenha realizado e que sejam relevantes na apreciação da sua formação pessoal, domínio de línguas estrangeiras, justificação da motivação/interesse pelo ciclo de estudos a que se candidata e entrevistas.
Os dossiês de candidaturas são analisados individualmente pelo gabinete de admissões, que implementa uma avaliação preliminar através de um algoritmo definido com base nos critérios de seleção. A avaliação final individual de cada candidatura e a seleção são da responsabilidade da Comissão de Seleção, que é presidida pela Diretora Adjunta responsável pelos programas pré-experiência, e que integra, entre outros, o Diretor Académico de cada ciclo de estudos de Mestrado.
Finalizado o processo de seleção, é elaborada uma listagem com todas as candidaturas recebidas, classificação final (segundo os critérios de seleção aplicados) e decisão (admitido/rejeitado). Os candidatos são notificados da decisão. Relativamente à possibilidade de a heterogeneidade na formação de base (em especial dos estudantes estrangeiros) poder dificultar o progresso académico, a Nova SBE previu essa situação, e desde o ano letivo de 2010/2011 promove, ainda que a título opcional/recomendável a realização de unidades curriculares de formação inicial (os “Bridging Courses”) nas áreas de gestão, economia, contabilidade, finanças e métodos quantitativos. Por outro lado, consideramos essa diversidade um dos maiores ativos do nosso programa pela forma como expõe os alunos a colegas
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com formações diferentes, desenvolvendo a capacidade colaborativa e a interdisciplinaridade, competências fulcrais no futuro do trabalho.
3.“Porem de acordo com os dados fornecidos, existe alguma diferença entre o número de alunos inscritos e os que completam o ciclo de estudos.”
A discrepância entre o número de inscritos e o número de graduados resulta maioritariamente de mudanças de curso para o Mestrado Internacional em Finanças.
O Mestrado Internacional em Finanças tem como objetivo desenvolver as competências nos alunos que desejem trabalhar no âmbito de Finanças, em organizações internacionais. Tem, por esse motivo, critérios de seleção mais exigentes que os do Mestrado em Finanças, no que concerne a experiência internacional dos alunos e ao domínio de línguas estrangeiras.
Os candidatos que não provem ter estes requisitos, não podem ser aceites no Mestrado Internacional em Finanças. Contudo, se durante a frequência dos dois primeiros semestres letivos do Mestrado em Finanças, os alunos completarem os requisitos para ingresso no Mestrado Internacional em Finanças, podem requerer a mudança de curso.
4.“Desenvolver procedimentos que garantam uma homogeneidade no nível de exigência e qualidade dos trabalhos finais do mestrado (“work projects”). Concretamente a CAE recomenda i) o uso do modelo individual de trabalho final como norma, de modo a melhorar a aferição do trabalho do aluno; ii) assegurar que o conteúdo do trabalho final de mestrado se enquadra na área científica de Finanças e ao nível de exigência do diploma de mestrado; iii) assegurar que a orientação do trabalho final de mestrado por parte de não doutorados ocorra apenas em casos devidamente justificados e consoante a legislação em vigor; iv) assegurar que os júris de mestrado sejam presididos por doutorados em Finanças.”
“A sustentar a preocupação da CAE com a falta de recursos docentes para um número elevado de estudantes está a prática da instituição de permitir a realização de trabalhos finais em grupo e em tópicos que não se enquadram na área fundamental do ciclo de estudos, bem como a orientação por docentes não doutorados não especialistas.”
A Nova SBE vê o seus programas de mestrado, nomeadamente o Mestrado em Finanças, como um processo de integração na vida profissional para alunos com pouco ou nenhuma experiência profissional. Deste modo, todo o programa está orientado para o desenvolvimento das competências que consideramos mais importantes na empregabilidade e no progresso profissional dos nossos alunos. Nesse sentido, os projetos de tese de mestrado, a última fase do programa, pretendem aproximar os alunos do ambiente empresarial e profissional em que a maior parte dos alunos se enquadrará passados poucos meses. Os resultados de empregabilidade e de sucesso profissional dos nossos alunos, em Portugal e no estrangeiro, testemunham o valor para os nossos alunos da nossa abordagem. Muitos dos projetos de tese são baseados em projetos reais realizados com empresas, alguns com âmbito alargado e impacto importante nas empresas envolvidas que permitem oportunidades verdadeiramente únicas de desenvolvimento dos nossos alunos. Estes projetos são um fator crítico na atratividade internacional dos nossos programas. Dado o âmbito destes projetos, o seu desenvolvimento exige algum trabalho colaborativo entre equipas de trabalho que dão origem, subsequentemente, a teses desenvolvidas individualmente pelos alunos. Para além de permitir tratar projetos mais interessantes e de maior âmbito, esta abordagem permite desenvolver as competências colaborativas dos nossos alunos, que são hoje uma exigência do mercado de trabalho. É importante reafirmar que, as teses desenvolvidas pelos alunos são individuais, sendo apenas o trabalho de campo nestes projetos de índole colaborativa. Os alunos entregam sempre um relatório individual que satisfaz os requisitos definidos para a conclusão do trabalho final do mestrado e a prova pública é uma apresentação individual do seu trabalho final. Isto é, este modelo de tese permite aferir de forma adequada o trabalho individual do aluno.
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A supervisão destas teses exige um acompanhamento muito próximo pelo orientador que terá de ter uma vasta experiência profissional nas respetivas áreas. Neste contexto de teses em ambiente profissional, pelo âmbito do projeto de trabalho desenvolvido e pelos objetivos de aprendizagem definidos, justifica-se, em alguns casos, o acompanhamento por supervisores não doutorados com experiência profissional na área em causa. Por outro lado, este acompanhamento próximo permite ao supervisor um conhecimento profundo do trabalho efetuado por cada aluno envolvido no projeto.
Em caso algum, a adoção deste modelo de tese se deve à falta de recursos docentes. A Nova SBE conta no seu corpo docente, para além daqueles que lecionam no Mestrado em Finanças, com muitos outros docentes na área de finanças e nas áreas próximas de economia e gestão, capazes de orientar teses no Mestrado em Finanças. O entendimento, até então, na Nova SBE, é o do não tratamento individualizado das áreas de formação, em particular de Economia e Finanças, mas sim o do seu tratamento conjunto. É disso, até, reflexo o Doutoramento em Economia e Finanças, que recentemente teve o seu processo de acreditação renovado.
Contamos com todos eles, e com um projeto ambicioso de recrutamento, para sustentar o crescimento do número de vagas no programa.
Nesse sentido, procedemos à revisão da lista de professores que tem as qualificações académicas, atividade de investigação ou profissional na área científica de finanças e serão capazes de orientar teses. Esta lista incluiu um conjunto alargado de professores de finanças (conforme explicado no ponto 1) e um conjunto de professores de economia, gestão e métodos quantitativos que realizam investigação em tópicos relacionados com a área de finanças (conforme apresentado na lista do novo corpo docente revisto, na coluna “Área de investigação/experiência profissional”). É cada vez mais comum os alunos do Mestrado em Finanças realizarem dissertações/trabalhos de projeto (work projects) multi-disciplinares e em que o orientador mais adequado neste caso pode ser de economia, gestão ou métodos quantitativos.
5. “Encorajar mais estudantes a realizar programas de mobilidade (OUT).”
Relativamente ao número de alunos do Mestrado em Finanças que realizam programas de mobilidade (mobilidade out), percebemos a preocupação da CAE com a exposição dos alunos a um ambiente internacional. A procura não alcança, de facto, os valores da mobilidade in. Isso acontece porque o mestrado tem uma duração de 3 semestres intensivos e é objetivo dos alunos concluir o grau no seu tempo de duração. No entanto, a Nova SBE promove estágios extra-curriculares e/ou participação em projetos em empresas/organizações internacionais nos períodos de pausa letiva ou após graduação, bem como viagens de estudo internacionais de 3 a 5 dias (por exemplo, Londres, Madrid, Frankfurt, Dubai, Nova Iorque), com uma intensa agenda diária de visitas a diferentes empresas/organizações, fornecendo aos alunos a possibilidade de conhecerem novas culturas e mercados de trabalho, em grupos de cerca de 20 alunos.
Em complemento, é de referir que, não só os alunos admitidos aos ciclos de estudos de mestrado na sua grande maioria já realizaram programas de mobilidade na licenciatura, mas também que a composição por nacionalidades do grupo de alunos admitidos revela a sua natureza internacional (mais de 40% de alunos são estrangeiros). Esta estratificação por diversas nacionalidades, e a partilha de conhecimentos, culturas e vivências inerente, atribuem à frequência do programa uma natureza equivalente à de uma experiência de um programa de mobilidade internacional.
6. “Em termos de plano curricular, refira-se que aquando da avaliação anterior foi apresentada uma proposta de alteração curricular que recebeu o parecer favorável da CAE. No entanto, essa proposta de alteração (que nunca chegou a ser publicada em Diário da República) difere do plano de estudos que está implementado e proposto nesta avaliação, nomeadamente em termos dos ECTS totais do curso, de entre outras alterações.”
Efetivamente, aquando da anterior avaliação deste ciclo de estudos, foi apresentada uma proposta de alteração curricular que recebeu o parecer favorável da, então, CAE. Contudo, tal parecer favorável não foi vertido no relatório
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final dessa CAE, e, em face disso, aquando da tentativa, junto da Direção-Geral de Ensino Superior, para proceder à alteração do registo do ciclo de estudos, o pedido foi indeferido por não existir esse testemunho avalizador (já que as modificações configuravam uma alteração aos elementos caraterizadores do ciclo de estudos).
Essa proposta apresentava as seguintes alterações:
1. Redução do número de ECTS da dissertação/ trabalho de projeto: de 42 ECTS para 30 ECTS 2. Alteração de unidades curriculares obrigatórias: de 16 ECTS para 25 ECTS
3. Redução do total número de ECTS para a conclusão do grau: de 102 ECTS para 90 ECTS
As alterações decorrem do alinhamento com o Mestrado Internacional em Finanças que entrou em funcionamento em 2016 e partilha o mesmo plano de estudos, apesar de exigir alguns requisitos adicionais de internacionalização.
7. “Condições a cumprir no imediato:
- Redução do número máximo de admissões para 200. - Publicação do plano de estudos em Diário da República. Condições a cumprir no prazo de um ano:
- Reforço do corpo docente especializado em Finanças para cumprimento dos critérios legais de corpo docente especializado na área fundamental do ciclo de estudos.”
Relativamente às condições a cumprir no imediato, em particular a redução do número máximo de admissões para 200, entendemos que esse número é manifestamente inferior à capacidade que a Nova SBE demonstra para o acompanhamento dos alunos.
De acordo com o novo elenco do corpo docente, com competências académicas e profissionais, bem como o plano de recrutamento gradual de novos professores com estas características, propomos que o número máximo de admissões se situe em 350 para o próximo ano letivo 2020/2021. Mais propomos, que este número seja revisto anualmente, com base na apresentação (anual) dos respetivos indicadores de procura/eficiência formativa do ciclo de estudos e dos resultados dos processos de recrutamento de docentes, prevendo-se aumentar, de forma gradual e progressiva, até atingir as 500 admissões.
É de referir que a Nova SBE, nos últimos anos, demonstra uma capacidade de atração de estudantes (nacionais e internacionais) em número muito acima daquele que tem sido o número de alunos admitidos. Este índice de procura resulta do esforço e investimento que têm sido feitos, no mercado nacional e internacional, na cativação de estudantes e no posicionamento da Escola. O grau de satisfação dos alunos, as taxas de empregabilidade e o nível de reconhecimento dos empregadores comprovam a nossa atuação.
A limitação do número de admissões a 200, restringe a capacidade da Nova SBE em atrair estudantes desta área, não permitindo acompanhar os estímulos do governo português em reforçar a competitividade das universidades e alargar a base de recrutamento, nomeadamente a nível internacional.
Relativamente ao requisito a cumprir no imediato de publicação do plano de estudos em Diário da República, proceder-se-á em termos imediatos à referida divulgação, com base na informação reportada à CAE.
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Replyyyy to CAEto CAEto CAE’’’’s to CAEs s Preliminary Report s Preliminary Report Preliminary Report Preliminary Report relating to the prior accreditation process of the study cycle leading to the relating to the prior accreditation process of the study cycle leading to the relating to the prior accreditation process of the study cycle leading to the relating to the prior accreditation process of the study cycle leading to the Mast
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Master's degree in Financeer's degree in Financeer's degree in Financeer's degree in Finance....
1. “The study cycle fulfills the legal requirements regarding full-time link and academic qualification, as the vast majority of the faculty are full-time at the institution and are PhDs. Yet, the requirements of specialized academic staff are not fulfilled, namely in what concerns the minimum of 50% of the total faculty being specialized in the fundamental area of the programme (Finance) and a minimum of 40% of the total teaching body holding PhDs in this area.”
Following CAE’s comments, we reviewed the scientific area of faculty members. The previous classification reflected the area of the faculty’s highest academic qualification. In fact, there is a group of professors belonging to the areas of economics and management who carry out research and teach course units in finance. It is worth noting the methodological proximity between the three areas ensures that those with a background in Management or Economics have the capacity to develop research, teach or supervise work projects in Finance. In addition, there is a group of invited professors who have extensive professional experience in the field of finance and teach course units in finance. In these two cases, we have corrected their field of expertise to finance (Appendix I - List of the new revised faculty).
2. “The self-assessment report is not very informative regarding the selection criteria applied to the candidates of the programme and the profile of the students that are admitted (e.g., minimum and average grades).” “Clarify the profile of the target students, considering that heterogeneity in their background education, namely in terms of foreign students, can create difficulties in the teaching/learning process. If applicable, the EAT suggests that the institution provide prior training -refreshment courses- to students with gaps in certain areas.”
Admission to the Master's degree program follows a rigorous selection process. For the application process, candidates submit all documents (mandatory and recommended) using an online platform.
The selection criteria considered includes: grade of prior academic qualification, school of origin, exchange programs and internships (curricular and non-curricular), GMAT classification (when available), extracurricular activities carried out and relevant to personal development and education, foreign languages, motivation/ interest in the degree program for which he/she is applying.
Applications are analyzed individually by the Admissions Office which carries out a preliminary assessment with the aid of an algorithm. Final decisions for each application are the responsibility of the Selection Committee, which is chaired by the Deputy Director responsible for the pre-experience programs, and which includes, among others, the Academic Director of the study cycle.
After the selection process is complete, results are published and ranked according to a final classification (in accordance with the criteria) as well as the decision (admitted/ not admitted). Applicants are notified of the decision by e-mail.
Regarding possible heterogeneity with first cycle education (especially with foreign students) and how this may influence academic progress, Nova SBE has offered students the possibility of carrying out bridging courses since 2010/2011 in courses ranging from management, economics, accounting, finance and quantitative methods. Student diversity is one of the program’s greatest assets as it exposes students to colleagues with different backgrounds promoting collaborative learning in an interdisciplinary environment - essential for today’s job market.
6 3. “Yet, according to the figures in the report, there is some discrepancy between the number of students enrolled in the study cycle and the number of graduates.”
The discrepancy between the number of students enrolled and those who graduate results mainly from degree transfers to the International Master’s degree in Finance. The International Master’s in Finance aims to develop skills in students who look to work in the field of Finance, especially in international organizations. For this reason, the selection criteria is more demanding than those of the Master’s in Finance, requiring that applicants acquire international experience and language proficiency in a foreign language. Candidates who do not possess these requirements are not admitted into the International Master’s in Finance. However, if during the Master of Finance, students meet application eligibility into the International Master’s of Finance, students are admitted into the degree program.
4. “To establish procedures that assure that the master’s work projects are more homogenous regarding their requirements and quality. In particular, we recommend i) that the master’s work projects are done individually, to better assess the work of the students; ii) that the institution assures that the topics of the master’s work projects fit in the scientific area of Finance and that these works meet the standards of the master level; iii) that the institution assures that the supervision by non-PhD is done only in justified cases and according to Portuguese norms; iv) to assure that master’s juries are chaired by PhDs in Finance.”
“The EAT's concern with the lack of teaching resources for the high number of students is supported by the institution's practice of allowing work projects to be carried out in groups and on topics that do not fall within the fundamental area of the study cycle, as well as the supervision by non-PhDs and non-specialists.”
Nova SBE views its Masters programs, including the Master's in Finance degree program, as a process of integration into professional life for students with little or no professional experience. In this way, the entire program is oriented towards the development of skills considered important in terms of opportunities of employment and career advancement of our students. As such, the Master's work project looks to bring students closer to the business and professional environment, most of which will enter within a few months. The employability and career success of our students, both in Portugal and abroad, are testament to the value given by students to our approach.
Many of the work projects are based on real projects carried out with companies, some with a broad scope and of important impact on the companies involved that truly allow for a unique learning opportunity for students. These projects are essential in the international attractiveness of our programs. Given the scope of these projects, their development requires cooperative effort between work teams that subsequently give rise to work projects that are developed individually by students. In addition, by exposing students to handle more stimulating and broader projects, students develop the collaborative skills necessary for the job market. It is important to reiterate that the work projects developed by the students are individual, with only the fieldwork of collaborative nature. Students deliver an individual report that satisfies the requirements defined for the completion of a work project, including oral defense. This model allows to adequately assess the student's individual work.
These work projects require close supervision by the advisor who will have to have extensive professional experience in the respective areas. For work projects carried out in a professional environment, due to the scope of the work project developed and defined learning objectives, the monitoring by non-doctoral supervisors with professional experience in the area in question is in some cases justified. On the other hand, the close monitoring allows the supervisor to have a deep knowledge of the work conducted by students.
The adoption of this work project model is in no way due to lack of teaching resources. In addition to those who teach course units in the Master’s of Finance, Nova SBE has faculty who belong to the area of finance as well as closely related areas of economics and management, capable of advising work projects in finance. Rather than individualizing these fields of study, specifically in Economics and Finance, Nova SBE understands that these should be considered jointly. In fact, our PhD in Economics and Finance, recently reaccredited, is an example of this rationale. We rely on
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all the faculty, as well as on an ambitious recruitment process, to sustain the growth in the number of places for this degree program.
As such, we have reviewed the list of faculty who have academic qualifications, research and/or professional activity in the area of finance and will be able to guide work projects. This list includes a larger group of finance faculty (as explained in point 1) and a group of faculty belonging to economics, management and quantitative methods who carry out research on topics related to the area of finance (as presented in the revised faculty list, in the column “Research area/ professional experience”). It is increasingly common for students of the Master's in Finance to carry out multi-disciplinary work projects, in which the most suitable advisor may be from economics, management or quantitative methods.
5. “Encourage more students to carry out mobility programmes (OUT).”
Regarding the number of students in the Master’s of Finance who undertake mobility programs, we understand CAE's concern with the exposure of students to an international environment. In fact, the number of incoming and outgoing students is unbalanced. This is due to the program having a duration of three intensive semesters and most students aiming to complete their degree within this time frame. However, Nova SBE promotes extra-curricular internships and participation in projects in international companies and organizations during school break periods or after graduation. It also organizes international study trips of 3-5 days (examples include London, Madrid, Frankfurt, Dubai, New York), with an intense daily agenda with visits to different companies and organizations, in this way providing students with the opportunity of engaging with new cultures and interacting with job markets, in groups of about 20 students. In addition, we would like to highlight that the vast majority of students admitted into the program have already carried out a mobility program during their undergraduate degree program. Also, because we have students from many nationalities (more than 40% from outside Portugal), the environment is of international nature. This stratification by different nationalities, and the inherent sharing of knowledge, cultures and experiences, lends the program an experience comparable to that of an international mobility program.
6. “In terms of the study plan, we note that a proposal for a curriculum change was made at the time of the previous assessment, having received the support of the former EAT. Yet, that study plan has never been published in “Diário da República” and differs from the restructuring that has been implemented and is proposed in this evaluation, namely in terms of total ECTS, among other changes.”
Indeed, in the previous evaluation of the Master’s program, a proposal for curricular changes was presented, which received favorable opinion from CAE at the time. However, this opinion was not included in the final report, and in view of this, when the attempt was made to register the changes of the study cycle with the Directorate-General for Higher Education, the request was denied due to the absence of formal approval by CAE (since the changes constituted a modification of characteristic elements of the study cycle).
This proposal included the following changes:
1. Reduction of the number of ECTS of the dissertation/project work: from 42 ECTS to 30 ECTS. 2. Changes of mandatory course units: from 16 ECTS to 25 ECTS.
3. Reduction of the total number of ECTS to complete the degree: from 102 ECTS to 90 ECTS.
These changes were necessary to align with the International Master degree in Finance which began in 2016 since both have an identical curricular plan, though containing some additional internationalization requirements.
8 7. “Conditions to be met immediately:
- Reduction of the maximum number of admissions to 200. - Publication of the study plan in “Diário da República”. Conditions to be met within one year:
- Increase of the teaching staff specialized in Finance to comply with the legal criteria of a specialized faculty in the fundamental area of the study cycle.”
Regarding the conditions which need to be immediately taken into account, namely, the reduction in the maximum number of admission places to 200, we believe that this number is clearly below the capacity that Nova SBE is able to handle.
According to the reclassification of faculty with academic and professional qualification, as well as the gradual recruitment plan for new faculty, we propose that the maximum number of admissions be increased to 350 for the 2020/2021 academic year. We further propose that this number be revised annually, based on the (annual) presentation of demand/ learning efficiency indicators of the study cycle and the results of the faculty recruitment processes, with the aim of increasing gradually and progressively, until reaching 500 admissions.
It should be noted that Nova SBE, in recent years, has demonstrated a capacity to attract students (both national and international) far higher than the number of the number of admitted students. This demand index results from the effort and investment the School has made in the national and international markets, in captivating students and in the positioning of the School. The degree of student satisfaction, employability rates and the level of recognition of employers corroborate our work.
Limiting the number of admissions to 200, restricts Nova SBE's ability to attract students in this area, not allowing to follow the Portuguese government's incentives to reinforce the competitiveness of universities and broaden the recruitment base, particularly at international level.
Regarding the requirement to be complied with in the immediate publication of the study plan in Diário da República, this disclosure will be carried out in immediately, based on the information reported to CAE.
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Anexo I
Anexo I
Anexo I
Anexo I//// Appendix I
Appendix I
Appendix I
Appendix I ---- Lista do novo corpo docente revisto
Lista do novo corpo docente revisto
Lista do novo corpo docente revisto
Lista do novo corpo docente revisto//// Review
Review
Review
Review T
TT
Teaching Staf
eaching Staf
eaching Staf
eaching Staf
ResumoResumo Resumo
Resumo////Summaryummaryummaryummary:::: N.º Indivíduos N.º Indivíduos N.º Indivíduos N.º Indivíduos ETIETIETIETI %ETI%ETI%ETI%ETI
Número total de docentes/Total number of
teachers 62 4725 Nº de docentes em tempo integral/No. of
teaching staff with a full time link to the institution
36 3600 76,19 Docentes com grau de Doutor (ETI)/ Teaching
staff holding a PhD (FTE) 47 3937,5 83,33 Docentes com grau de Doutor (ETI)
especializados nas AF (Finanças)/ Teaching staff holding a PhD and specialised in the FA (Finance)
44 3637,5 76,98 Especialistas não doutorados/ Specialists not
holding a PhD 15 787,5 16,67
NOME NOME NOME
NOME/NAME/NAME/NAME/NAME HabilitaçãoHabilitaçãoHabilitaçãoHabilitação//// Degree Degree Degree Degree
Área habilitação Área habilitaçãoÁrea habilitação Área habilitação//// Degree Scientif Degree ScientifDegree Scientif Degree Scientific ic ic ic Area AreaArea Area Área inves Área inves Área inves
Área investigação/experiência tigação/experiência tigação/experiência tigação/experiência profissional
profissional profissional
profissional||||ResearchResearchResearch////PResearchPPProfessional rofessional rofessional rofessional experience area experience area experience area experience area ETI ETI ETI ETI
AFONSO FUZETA DA PONTE DA CUNHA DE
EÇA Mestrado Finanças Finanças 90 ALEXANDER FRASER COUTTS Doutoramento Economia Finanças 100 ANDRÉ CASTRO SILVA Doutoramento Economia Finanças 100 ANDREA GIOVANNI TAMONI Doutoramento Finanças Finanças 25 ANTONINO EMANUELE RIZZO Doutoramento Finanças Finanças 100 ANTÓNIO DO PRANTO NOGUEIRA LEITE Doutoramento Economia Finanças 100 ANTÓNIO JOSÉ SEQUEIRA MIGUEL Mestrado Gestão Gestão 25 CARLA SOFIA PEREIRA DIAS REBELO Licenciatura Economia Finanças 50 CARLOS DANIEL RODRIGUES DE ASSUNÇÃO
SANTOS Doutoramento Economia Finanças 100 CLÁUDIA PERDIGÃO DIAS CUSTÓDIO Doutoramento Finanças Finanças 25
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FÁBIO ALEXANDRE SOARES SANTOS Mestrado Finanças Finanças 100 FERNANDO ANTÓNIO NUNES DIONÍSIO
RODRIGUES DOS ANJOS Doutoramento Finanças Finanças 100 FILIPA FRADE DE CASTRO MATOS CHAVES Mestrado Economia Finanças 90 FOUAD HASHEM Mestrado Economia Finanças 12,5 FRANCESCO ALDO FRANCO Doutoramento Economia Finanças 75 FRANCISCO ANTUNES DA CUNHA MARTINS Mestrado Finanças Finanças 100 FRANCISCO PIZARRO BELEZA RODRIGUES
QUEIRÓ Doutoramento Economia Finanças 100 GIORGIO OTTONELLO Doutoramento Finanças Finanças 100 GONÇALO LEÓNIDAS FERREIRA DA ROCHA Doutoramento Finanças Finanças 25 GONÇALO MARÇAL DE SOMMER RIBEIRO Mestrado Finanças Finanças 50 INÊS SIMÕES LOPO DE CARVALHO SPRATLEY Mestrado Gestão Atuarial Finanças 25 IREM DEMIRCI Doutoramento Finanças Finanças 100 JOÃO ANTÓNIO CABRAL DOS SANTOS Doutoramento Economia Finanças 25 JOÃO BERNARDO NETO AURÉLIO DUARTE Doutoramento Economia Finanças 100 JOÃO LUÍS MORAIS AMADOR Doutoramento Economia Finanças 75 JOÃO MANUEL GONÇALVES AMARO DE
MATOS Doutoramento Gestão Finanças 100 JOÃO MIGUEL GONÇALVES DO CARMO FILIPE Doutoramento Economia Finanças 50 JOÃO PEDRO DOS SANTOS SOUSA PEREIRA Doutoramento Finanças Finanças 100 JORGE MIGUEL MATOS DE SOUSA TEIXEIRA Licenciatura Economia Finanças 25 JOSÉ ÁLVARO FERREIRA DA SILVA Doutoramento História Finanças 100 JOSÉ MANUEL ALBUQUERQUE TAVARES Doutoramento Economia Finanças 100 LUÍS FILIPE MOTA DUARTE Licenciatura Gestão Finanças 25 LUÍS MANUEL MOREIRA DE CAMPOS E
CUNHA Doutoramento Economia Finanças 100 MARIA JOANA PATRÍCIO GONÇALVES DE SÁ Doutoramento Systems Biology Gestão 100 MARIA DO ROSÁRIO CAMPOS SILVA ANDRÉ
GOUVEIA Mestrado Gestão Finanças 90 MARIA LEONOR ROMÃO CARREIRO
FERNANDES FERREIRA DA SILVA Doutoramento Gestão Finanças 50 MARIA MARGARIDA FIGUEIREDO SOARES Doutoramento Economia Finanças 100
11
MARTA MALHEIRO DE ALMEIDA Doutoramento Finanças Finanças 100 MARTIJN FRANCISCUS BOONS Doutoramento Finanças Finanças 100 MELISSA PORRAS PRADO Doutoramento Finanças Finanças 100 MIGUEL LUÍS SOUSA DE ALMEIDA FERREIRA Doutoramento Finanças Finanças 100 MURILLO NETTO CARNEIRO CAMPELLO Doutoramento Finanças Finanças 12,5 NICHOLAS HIRSCHEY Doutoramento Finanças Finanças 100 NUNO QUARTIN BASTOS DE VASCONCELOS E
SÁ Mestrado Finanças Finanças 40 PATRÍCIA XUFRE GONÇALVES DA SILVA
CASQUEIRO Doutoramento MQ MQ 100 PAUL SCHNEIDER Doutoramento Finanças Finanças 25 PAULO IGNACIO FAGANDINI RUIZ Doutoramento Economia Finanças 40 PAULO JOSÉ JUBILADO SOARES DE PINHO Doutoramento Finanças Finanças 100 PAULO MANUEL MARQUES RODRIGUES Doutoramento MQ Finanças 90 PEDRO ARAÚJO DE SANTA CLARA GOMES Doutoramento Gestão Finanças 100 PEDRO LUÍS FRANCISCO CARVALHO Mestrado Gestão Finanças 40 PEDRO MIGUEL DE ALMEIDA PIRES Doutoramento Gestão Finanças 100 PEDRO MIGUEL SOARES BRINCA Doutoramento Economia Finanças 100 PEDRO ROGÉRIO LOPES BARATA DO OURO
LAMEIRA Mestrado Gestão Finanças 25 PRANAV DESAI Doutoramento Finanças Finanças 100 QIWEI HAN Doutoramento Economia Finanças 100 RITA MARIA FERREIRA DUARTE DE CAMPOS E
CUNHA Doutoramento Gestão Gestão 100 RODRIGO MARQUES TAVARES Doutoramento Economia Finanças 20 RUI ALEXANDRE COLAÇO E SILVA Doutoramento Economia Finanças 100 STEFFEN HEINZ HOERNIG Doutoramento Economia Finanças 100 TERESA MOLINA MILLÁN Doutoramento Economia Finanças 100 VIRGINIA GIANINAZZI Doutoramento Finanças Finanças 100