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CNC. Manual de programação. (Ref: 2008)

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(Ref: 2008)

8060

CNC 8065

Manual de programação.

(2)

PÁGINA EM BRANCO

Todos os direitos reservados. Não se pode reproduzir nenhuma parte desta documentação, transmitir-se, transcrever-se, armazenar-se num sistema de recuperação de dados ou traduzir-se a nenhum idioma sem o consentimento expresso de Fagor Automation. Proíbe-se qualquer reprodução ou uso não autorizado do software, quer seja no conjunto ou em parte.

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Todas as marcas registradas ou comerciais que aparecem no manual pertencem aos seus respectivos proprietários. O uso destas marcas por terceiras pessoas para outras finalidades pode vulnerar os direitos dos proprietários.

É possível que o CNC possa executar mais funções que as captadas na documentação associada; não obstante, Fagor Automation não garante a validez das referidas aplicações. Portanto, a menos que haja licença expressa de Fagor Automation, qualquer aplicação do CNC que não se encontre indicada na documentação deve-se considerar como "impossível". De qualquer maneira, Fagor Automation não se responsabiliza por lesões, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC se este é utilizado de maneira diferente à explicada na documentação relacionada.

Se há contrastado o conteúdo deste manual e sua validez para o produto descrito. Ainda assim, é possível que se tenha cometido algum erro involuntário e é por isso que não se garante uma coincidência absoluta. De qualquer maneira, se verifica regularmente a informação contida no documento e se procede a realizar as correções necessárias que ficarão incluídas numa posterior edição.

Agradecemos as suas sugestões de melhoramento.

Os exemplos descritos neste manual estão orientados para uma melhor aprendizagem. Antes de utilizá-los, em aplicações industriais, devem ser convenientemente adaptados e também se deve assegurar o cumprimento das normas de segurança.

É de responsabilidade do fabricante da máquina, que as medidas de segurança da máquina estejam habilitadas com o objetivo de evitar lesões a pessoas e prever danos a CNC como aos equipamentos ligados ao mesmo. Durante o arranque e a validação de parâmetros do CNC, se comprova o estado das seguintes seguranças, Se alguma delas está desabilitada o CNC mostra uma mensagem de advertência.

• Alarme de medição para eixos analógicos.

• Limites de software para eixos lineares analógicos e sercos.

• Monitoração do erro de seguimento para eixos analógicos e sercos (exceto o spindle), tanto no CNC como nos reguladores.

• Teste de tendência nos eixos analógicos.

FAGOR AUTOMATION não se responsabiliza por lesões a pessoas, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC, e que sejam imputáveis a uma anulação de alguma das normas de segurança.

PRODUTOS DE DUPLA UTILIZAÇÃO.

Os produtos fabricados pela FAGOR AUTOMATION a partir de 1 de abril de 2014, se incluídos na lista de produtos de dupla utilização conforme a regulamentação UE 428/2009, possui o texto -MDU na identificação do produto e necessita de licença de exportação de acordo com o destino.

Este manual é uma tradução do manual original. Este manual, bem como os documentos derivados do mesmo, foram redigidos em espanhol. Caso existam contradições entre o documento em espanhol e suas versões traduzidas, prevalecerá a redação no idioma espanhol. O manual original estará identificado com o texto "MANUAL ORIGINAL".

AMPLIAÇÕES DE HARDWARE

FAGOR AUTOMATION não se responsabiliza por lesões a pessoas, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC, e que sejam imputáveis a uma modificação do hardware por pessoal não autorizado por Fagor Automation.

A modificação do hardware do CNC por pessoal não autorizado por Fagor Automation faz com que se perda a garantia.

VIRUS INFORMÁTICOS

FAGOR AUTOMATION garante que o software instalado não contém nenhum vírus informático. É de responsabilidade do usuário manter o equipamento limpo de vírus para garantir o seu correto funcionamento. A presença de vírus informáticos no CNC pode provocar um mau funcionamento.

FAGOR AUTOMATION não se responsabiliza por lesões a pessoas, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC, e que sejam imputáveis à presença de um virus informático no sistema.

A presença de vírus informáticos no sistema faz com que se perda a garantia.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

I N D I C E

Sobre o produto - CNC 8060 ... 9

Sobre o produto - CNC 8065 ... 13

Declaração de conformidade CE e condições de garantia... 19

Histórico de versões - CNC 8060 ... 21

Histórico de versões - CNC 8065 ... 25

Condições de Segurança ... 31

Condições para retorno de materiais... 35

Manutenção do CNC ... 37

CAPÍTULO 1 CONSTRUÇÃO DE UM PROGRAMA. 1.1 Linguagens de Programação... 39

1.2 Estrutura do programa. ... 40

1.2.1 Corpo do programa. ... 41

1.2.2 As sub-rotinas. ... 42

1.3 Estrutura dos blocos de programa... 43

1.3.1 Programação em código ISO... 44

1.3.2 Programação em linguagem de alto nível... 46

1.4 Programação dos eixos. ... 47

1.5 Lista de funções G. ... 48

1.6 Lista de funções auxiliares M... 51

1.7 Lista de instruções. ... 52

1.8 Programação das etiquetas do bloco. ... 55

1.9 Programação de comentários... 56

1.10 Variáveis e constantes... 57

1.11 Os parâmetros aritméticos... 58

1.12 Operadores e funções aritméticas e lógicas... 59

1.13 Expressões aritméticas e lógicas... 61

CAPÍTULO 2 GENERALIDADES DA MÁQUINA 2.1 Nomenclatura dos eixos ... 63

2.2 Sistema de Coordenadas ... 65

2.3 Sistemas de referência ... 66

2.3.1 Origens dos sistemas de referência... 67

2.4 Busca de referência de máquina. ... 68

2.4.1 Definição de "Busca de referência de máquina"... 68

2.4.2 Definição de "Busca de referência de máquina"... 69

CAPÍTULO 3 SISTEMA DE COORDENADAS 3.1 Programação em milímetros (G71) ou em polegadas (G70)... 71

3.2 Coordenadas absolutas (G90) ou incrementais (G91) ... 72

3.2.1 Eixos rotativos... 73

3.3 Coordenadas absolutas e incrementais no mesmo bloco (I)... 75

3.4 Programação em raios (G152) ou em diâmetros (G151) ... 76

3.5 Programação de cotas... 77

3.5.1 Coordenadas cartesianas ... 77

3.5.2 Coordenadas polares... 78

3.5.3 Ângulo e coordenada cartesiana. ... 80

CAPÍTULO 4 PLANOS DE TRABALHO. 4.1 Acerca dos planos de trabalho nos modelos torno ou fresadora... 84

4.2 Selecionar os planos principais de trabalho. ... 85

4.2.1 Modelo fresadora ou modelo torno com configuração de eixos tipo "triedro"... 85

4.2.2 Modelo torno com configuração de eixos tipo "plano". ... 86

4.3 Seleção um novo plano de trabalho e um eixo longitudinal qualquer... 87

4.4 Seleção do eixo longitudinal da ferramenta... 89

CAPÍTULO 5 SELEÇÃO DE ORIGENS 5.1 Programação com respeito ao zero máquina ... 92

5.2 Fixar a cota de máquina (G174). ... 94

5.3 Deslocamento de fixação... 95

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

5.4 Pré-seleção de cotas (G92)... 96

5.5 Deslocamentos de origem (G54-G59/G159) ... 97

5.5.1 Varáveis para definir os deslocamentos de origem ... 99

5.5.2 Deslocamento de origem incremental (G158) ... 100

5.5.3 Exclusão de eixos no deslocamento de origem (G157) ... 102

5.6 Anulação do deslocamento de origem (G53) ... 103

5.7 Pré-seleção da origem polar (G30) ... 104

CAPÍTULO 6 FUNÇÕES TECNOLÓGICAS 6.1 Avanço de usinagem (F)... 107

6.2 Funções associadas ao avanço ... 109

6.2.1 Unidades de programação do avanço (G93/G94/G95) ... 109

6.2.2 Adaptação do avanço (G108/G109/G193) ... 110

6.2.3 Modalidade de avanço constante (G197/G196) ... 112

6.2.4 Anulação do percentagem de avanço (G266) ... 114

6.2.5 Controle de aceleração (G130/G131)... 115

6.2.6 Controle do jerk (G132/G133)... 117

6.2.7 Controle do Feed-Forward (G134)... 118

6.2.8 Controle do AC-Forward (G135)... 119

6.3 Velocidade do spindle (S)... 120

6.4 Número de ferramenta (T) ... 121

6.5 Número de corretor (D)... 124

6.6 Funções auxiliares (M) ... 126

6.6.1 Listagem de funções "M" ... 127

6.7 Funções auxiliares (H)... 128

CAPÍTULO 7 O SPINDLE. CONTROLE BÁSICO. 7.1 O spindle principal do canal... 130

7.1.1 Seleção manual de um spindle master... 132

7.2 Velocidade do spindle... 133

7.2.1 G192. Limitação da velocidade de rotação... 134

7.2.2 Velocidade de corte constante... 135

7.3 Arranque e parada do spindle ... 136

7.4 Troca de gama de velocidade ... 138

7.5 Parada orientada de spindle... 140

7.5.1 O sentido de rotação para orientar o spindle... 142

7.5.2 Função M19 com subrotina associada. ... 144

7.5.3 Velocidade de posicionamento ... 145

7.6 Funções M com sub-rotina associada. ... 146

CAPÍTULO 8 CONTROLE DA TRAJETÓRIA. 8.1 Posicionamento em rápido (G00). ... 147

8.2 Interpolação linear (G01). ... 149

8.3 Interpolação circular (G02/G03). ... 155

8.3.1 Coordenadas cartesianas (programação do centtro do arco). ... 157

8.3.2 Coordenadas cartesianas (programação do raio do arco). ... 159

8.3.3 Coordenadas cartesianas (pré-programação do raio do arco) (G263)... 161

8.3.4 Coordenadas polares... 162

8.3.5 Exemplo de programação (modelo M). Coordenadas polares. ... 164

8.3.6 Exemplo de programação (modelo M). Coordenadas polares. ... 165

8.3.7 Exemplo de programação (modelo T). Exemplos de programação ... 166

8.3.8 Coordenadas polares. Deslocamento temporal da origem polar ao centro do arco (G31)... 167

8.3.9 Coordenadas cartesianas. Centro do arco em coordenadas absolutas (não modal) (G06)... 168

8.3.10 Coordenadas cartesianas. Centro do arco em coordenadas absolutas (modal) (G261/G262) ... 169

8.3.11 Correção do arco (G264/G265). ... 171

8.4 Arco tangente à trajetória anterior (G08). ... 173

8.5 Arco definido mediante três pontos (G09). ... 175

8.6 Interpolação helicoidal (G02/G03). ... 177

CAPÍTULO 9 CONTROLE DA TRAJETÓRIA. INTERVENÇÃO MANUAL. 9.1 Intervenção manual aditiva (G201/G202)... 180

9.2 Intervenção manual exclusiva (G200). ... 181

9.3 Avanço para os movimentos em manual... 182

9.3.1 Avanço em modo jog contínuo (#CONTJOG). ... 182

9.3.2 Avanço em jog Incremental (#INCJOG). ... 183

9.3.3 Avanço em jog Incremental (#MPG)... 184

9.3.4 Limites de percurso para os movimentos em modo manual (#SET OFFSET). ... 185

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

9.3.5 Sincronização de cotas e offset manual aditivo (#SYNC POS). ... 186

9.4 Variáveis ... 187

CAPÍTULO 10 ROSQUEAMENTO ELETRÔNICO E ROSQUEAMENTO RÍGIDO. 10.1 Rosqueamento eletrônico de passo constante (G33)... 189

10.1.1 Exemplos de programação (modelo -M-)... 192

10.1.2 Exemplos de programação (modelo -T-) ... 193

10.2 Rosqueamento eletrônico de passo variável (G34)... 195

10.3 Rosqueamento rígido (G63) ... 199

10.4 Remover os eixos após interromper um rosqueamento eletrônico (G233). ... 201

10.4.1 Variáveis associadas a G233... 204

10.4.2 Exemplo de programação. ... 204

CAPÍTULO 11 AJUDAS GEOMÉTRICAS. 11.1 Semi-arredondamento de aresta (G50). ... 205

11.2 Aresta viva (G07/G60). ... 206

11.3 Arredondamento de aresta controlada (G05/G61). ... 207

11.3.1 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [1]... 208

11.3.2 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [2]... 209

11.3.3 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [3]... 210

11.3.4 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [4]... 211

11.3.5 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [5]... 212

11.4 Arredondamento de arestas (G36). ... 215

11.5 Chanfrado de arestas (G39). ... 217

11.6 Entrada tangencial (G37)... 219

11.7 Saída tangencial (G38). ... 220

11.8 Espelhamento (G10, G11, G12, G13, G14)... 221

11.8.1 Ativação da imagem espelhada (G11, G12, G13, G14). ... 221

11.8.2 Anulação de espelhamento (G10). ... 224

11.8.3 Resumo das variáveis... 224

11.9 Rotação do sistema de coordenadas (G73). ... 225

11.10 Fator de escala (G72/#SCALE). ... 228

11.10.1 Fator de escala geral (G72/#SCALE). ... 228

11.10.2 Fator de escala por eixo (G72). ... 232

11.10.3 Resumo das variáveis... 233

11.11 Zonas de trabalho (G120/G121/G122/G123). ... 234

11.11.1 Comportamento do CNC quando existem zonas de trabalho ativas. ... 235

11.11.2 Definir os limites lineares da zona de trabalho (G120/G121). ... 236

11.11.3 Estabelecer os limites circulares da zona de trabalho (G123)... 238

11.11.4 Habilitar/desabilitar as zonas de trabalho (G122). ... 240

11.11.5 Resumo das variáveis... 243

CAPÍTULO 12 FUNÇÕES PREPARATÓRIAS ADICIONAIS 12.1 Temporização (G04 / #TIME). ... 245

12.2 Limites de software. ... 247

12.2.1 Definir o primeiro limite de software (G198/G199)... 248

12.2.2 Definir o primeiro limite de software por meio de variáveis... 250

12.2.3 Definir o segundo limite de software por meio de variáveis... 251

12.2.4 Variáveis associadas aos limites de software... 252

12.3 Ativar e desativar eixos Hirth (G170/G171). ... 253

12.4 Troca de set e gama. ... 254

12.4.1 Trocar o set de parâmetros de um eixo (G112) ... 254

12.4.2 Trocar a gama e o set de um regulador Sercos por meio de variáveis. ... 255

12.4.3 Variáveis associadas à troca do set e da gama... 256

12.5 Suavizar a trajetória e o avanço. ... 257

12.5.1 Suavizar a trajetória (#PATHND). ... 257

12.5.2 Suavizar a trajetória e o avanço (#FEEDND). ... 258

CAPÍTULO 13 COMPENSAÇÃO DE FERRAMENTA 13.1 Compensação de raio... 261

13.1.1 Fator de forma das ferramentas de torneamento ... 262

13.1.2 Funções associadas à compensação do raio ... 265

13.1.3 Inicio da compensação de raio ... 268

13.1.4 Trechos de compensação de raio... 271

13.1.5 Mudança do tipo de compensação de raio durante a usinagem ... 275

13.1.6 Anulação da compensação de raio... 277

13.2 Compensação de comprimento ... 280

13.3 Compensação de ferramenta 3D... 282

13.3.1 Programação do vetor no bloco. ... 284

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

CAPÍTULO 14 CONTROLAR A EXECUÇÃO E VISUALIZAÇÃO DO PROGRAMA.

14.1 Condição de salto de bloco (/). ... 285

14.2 Abortar a execução do programa e reiniciá-la em outro bloco ou programa. ... 286

14.2.1 Definir o bloco ou programa no qual continua a execução (#ABORT). ... 287

14.2.2 Ponto por padrão para continuar a execução (#ABORT OFF)... 288

14.3 Repetição de um bloco (NR). ... 289

14.3.1 Repetição de um bloco de deslocamento n vezes (NR/NR0)... 289

14.3.2 Preparar uma sub-rotina sem executá-la (NR0). ... 290

14.4 Repetição de um grupo de blocos (#RPT). ... 291

14.4.1 Exemplo de programação... 293

14.5 Interromper a preparação dos blocos até que ocorra um evento (#WAIT FOR). ... 294

14.6 Interromper a preparação dos blocos (#FLUSH)... 295

14.7 Habilitar/desabilitar o tratamento de bloco único (#ESBLK/ #DSBLK). ... 296

14.8 Habilitar/desabilitar o sinal de stop (#DSTOP/#ESTOP). ... 297

14.9 Habilitar/desabilitar o sinal de feed-hold (#DFHOLD/#EFHOLD). ... 298

14.10 Salto de bloco ($GOTO). ... 299

14.11 Execução condicional ($IF). ... 300

14.11.1 Execução condicional ($IF)... 300

14.11.2 Execução condicional ($IF - $ELSE). ... 301

14.11.3 Execução condicional ($IF - $ELSEIF). ... 302

14.12 Execução condicional ($SWITCH). ... 303

14.13 Repetição de blocos ($FOR). ... 304

14.14 Repetição condicional de blocos ($WHILE). ... 306

14.15 Repetição condicional de blocos ($DO). ... 307

CAPÍTULO 15 SUB-ROTINAS. 15.1 Execução de sub-rotinas a partir da memória RAM. ... 311

15.2 Definição das sub-rotinas. ... 312

15.3 Execução das sub-rotinas. ... 313

15.3.1 LL. Chamada a uma sub-rotina local. ... 314

15.3.2 Chamada a uma sub-rotina. ... 314

15.3.3 #CALL. Chamada a uma sub-rotina local ou global. ... 315

15.3.4 #PCALL. Chamada a uma sub-rotina local ou global inicializando parâmetros. ... 316

15.3.5 #MCALL. Chamada a uma sub-rotina global com caractere modal. ... 317

15.3.6 #MDOFF. Anular o caractere modal da sub-rotina. ... 319

15.3.7 #RETDSBLK. Executar sub-rotina como bloco único... 320

15.4 #PATH. Definir a situação das sub-rotinas globais. ... 321

15.5 Execução de sub-rotinas OEM. ... 322

15.6 Sub-rotinas genéricas do usuário (G500-G599)... 324

15.7 Ajudas às sub-rotinas. ... 327

15.7.1 Arquivos de ajuda às sub-rotinas... 327

15.7.2 Lista de sub-rotinas disponíveis... 329

15.8 Sub-rotinas de interrupção. ... 330

15.8.1 Reposicionar eixos e spindles desde a sub-rotina (#REPOS)... 331

15.9 Sub-rotina associada ao start. ... 332

15.10 Sub-rotina associada ao reset. ... 333

15.11 Sub-rotinas associadas ao ciclo de calibração da cinemática... 334

CAPÍTULO 16 EXECUÇÃO DE BLOCOS E PROGRAMAS. 16.1 Executa um programa no canal indicado. ... 335

16.2 Executa um bloco no canal indicado. ... 337

CAPÍTULO 17 EIXO C 17.1 Ativar o spindle como eixo C. ... 340

17.2 Usinagem na superfície frontal ... 342

17.3 Usinagem na superfície cilíndrica... 344

CAPÍTULO 18 TRANSFORMAÇÃO ANGULAR DE EIXO INCLINADO. 18.1 Ativação e desativação da transformação angular... 349

18.2 Congelar (suspender) a transformação angular. ... 350

18.3 Obter informação da transformação angular. ... 351

CAPÍTULO 19 CONTROLE TANGENCIAL. 19.1 Ativar e anular o controle tangencial. ... 355

19.2 Congelar (suspender) o controle tangencial... 358

19.3 Obter informação do controle tangencial... 360

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008) CAPÍTULO 20 CINEMÁTICAS E TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS

20.1 Sistemas de coordenadas. ... 362

20.2 Movimento em plano inclinado. ... 363

20.3 Selecionar uma cinemática (#KIN ID)... 364

20.4 Sistemas de coordenadas (#CS / #ACS)... 365

20.4.1 Definir um sistema de coordenadas (MODE1). ... 369

20.4.2 Definir um sistema de coordenadas (MODE2). ... 370

20.4.3 Definir um sistema de coordenadas (MODE3). ... 371

20.4.4 Definir um sistema de coordenadas (MODE4). ... 372

20.4.5 Definir um sistema de coordenadas (MODE5). ... 373

20.4.6 Definir um sistema de coordenadas (MODE6). ... 374

20.4.7 Trabalho com spindles a 45º (tipo Huron)... 376

20.4.8 Como combinar vários sistemas de coordenadas. ... 378

20.5 Ferramenta perpendicular ao plano inclinado (#TOOL ORI) ... 380

20.5.1 Exemplos de programação ... 381

20.6 Trabalho com RTCP (Rotating Tool Center Point). ... 383

20.6.1 Exemplos de programação ... 385

20.7 Corrigir a compensação longitudinal da ferramenta implícita do programa (#TLC). ... 387

20.8 Forma de retirar a ferramenta ao perder o plano... 388

20.9 Orientação da ferramenta no sistema de coordenadas peça. ... 389

20.9.1 Ativar a orientação da ferramenta no sistema de coordenadas peça... 389

20.9.2 Cancelar a orientação da ferramenta no sistema de coordenadas peça... 390

20.9.3 Como gerenciar as descontinuidades na orientação dos eixos rotativos. ... 391

20.9.4 Tela para selecionar a solução desejada... 393

20.9.5 Exemplo de execução. Seleção de uma solução. ... 394

20.10 Seleção dos eixos rotativos que posicionam a ferramenta em cinemáticas tipo 52.... 395

20.11 Transformar o zero peça atual levando em conta a posição da cinemática da mesa. 396 20.11.1 Processo para armazenar um zero peça com os eixos da mesa em qualquer posição. 397 20.11.2 Exemplo para manter o zero peça sem rotacionar o sistema de coordenadas. ... 398

20.12 Resumo das variáveis associadas às cinemáticas... 399

CAPÍTULO 21 HSC. USINAGEM A ALTA VELOCIDADE. 21.1 Recomendações para a usinagem. ... 404

21.2 Sub-rotinas do usuário G500-G501 para ativar/cancelar o HSC... 405

21.2.1 Exemplo alternativo para as funções G500-G501 fornecidas pela Fagor. ... 407

21.3 Modo HSC SURFACE. Otimização do acabamento superficial. ... 409

21.4 Modo HSC CONTERROR. Otimização do erro de contorno... 412

21.5 Modo HSC FAST. Otimização da velocidade de avanço de usinagem... 414

21.6 Anulação do modo HSC. ... 416

CAPÍTULO 22 EIXO VIRTUAL DA FERRAMENTA. 22.1 Ativar o eixo virual da ferramenta. ... 418

22.2 Cancelar o eixo virtual da ferramenta. ... 419

22.3 Variáveis associadas ao eixo virtual da ferramenta... 420

CAPÍTULO 23 VISUALIZAR MENSAGENS, AVISOS E ERROS. 23.1 #ERROR. Exibir um erro na tela... 422

23.2 #WARNING / #WARNINGSTOP. Exibir um aviso na tela. ... 424

23.3 #MSG. Visualizar uma mensagem na tela... 426

23.4 Identificadores de formato e caracteres especiais... 428

23.5 Arquivo cncError.txt. Lista de erros e warnings do OEM e do usuário. ... 429

23.6 Arquivo cncMsg.txt. Lista de mensagens do OEM e do usuário. ... 430

23.7 Resumo das variáveis... 431

CAPÍTULO 24 DMC (DYNAMIC MACHINING CONTROL). 24.1 Ativar o DMC... 434

24.2 Desativar o DMC... 436

24.3 Resumo das variáveis... 437

24.4 Operar com o DMC... 439

24.4.1 Funcionamento do DMC. ... 439

24.4.2 Status e progresso do DMC. Modo automático. ... 441

24.4.3 Percentagem de avanço (feed override)... 441

CAPÍTULO 25 ABRIR E ESCREVER ARQUIVOS. 25.1 #OPEN. Abrir um arquivo para escrita... 443

25.2 #WRITE. Escrever em um arquivo. ... 445

25.3 #CLOSE. Fechar um arquivo... 447

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

25.4 Arquivo cncWrite.txt. Lista de mensagens do OEM e do usuário... 448

CAPÍTULO 26 INSTRUÇÕES DE PROGRAMAÇÃO. 26.1 Instruções de visualização. Definir o tamanho da zona gráfica... 449

26.2 Geração ISO... 452

26.3 Acoplamento eletrônico de eixos... 455

26.4 Estacionar eixos. ... 456

26.5 Modificar a configuração de eixos de um canal... 458

26.6 Modificar a configuração dos spindles de um canal ... 463

26.7 Sincronização dos spindles ... 466

26.8 Seleção do laço para um eixo ou spindle. Laço aberto ou laço fechado... 470

26.9 Detecção de colisões... 472

26.10 Interpolação de splines (Akima) ... 474

26.11 Interpolação polinómica... 477

26.12 Controle da aceleração... 478

26.13 Definição de macros ... 480

26.14 Comunicação e sincronização entre canais ... 482

26.15 Movimentos de eixos independentes ... 485

26.16 Ressaltos eletrônicos... 489

26.17 Alterar online a configuração da máquina nos gráficos HD (arquivos xca). ... 492 CAPÍTULO 27 VARIÁVEIS DO CNC.

(9)

CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

SOBRE O PRODUTO - CNC 8060

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS.

(*) TTL / TTL diferencial / Senoidal 1 Vpp / Protocolo SSI / FeeDat / EnDat Características básicas. 8060

FL M

8060 Power M

8060 FL T

8060 Power T

8060 Power L

8060 Power GL

Número de eixos. 3 a 4 3 a 6 3 a 4 3 a 6 3 a 6 3 a 6

Número de spindles. 1 1 a 2 1 a 2 1 a 3 1 1

Número máximo de eixos e spindless. 5 7 5 7 7 7

Eixos interpolados. 4 4 4 4 4 4

Número de magazines. 1 1 1 1 a 2 1 1

Número de canais de execução 1 1 1 1 a 2 1 1

Número de volantes. 1 a 3

Tipo de regulação. Analógica / Digital Sercos

Comunicações. RS485 / RS422 / RS232

Ethernet PLC integrado.

Tempo de execução do PLC.

Entradas digitais/ Saídas digitais.

Marcas / Registros.

Temporizadores / Contadores.

Símbolos.

< 1ms/K 1024 / 1024 8192 / 1024 512 / 256 Ilimitados

Tempo processo de bloco. < 2,0 ms < 1,5 ms < 2,0 ms < 1,5 ms < 1 ms < 1,5 ms

Módulos remotos. RIOW RIO5 RIOR RCS-S RIOW-E

inline

Comunicação com os módulos remotos. CANopen CANopen CANopen Sercos EtherCAT

Entradas digitais pelo módulo. 8 24 / 48 48 - - - 8

Saídas digitais pelo módulo. 8 16 / 32 32 - - - 8

Entradas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - - - - 4

Saídas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - 4 2

Entradas para sondas de temperatura. 2 2 - - - - - - - - -

Entradas de contagem. - - - - - - - - - 4 (*) - - -

(10)

CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

OPÇÕES DE SOFTWARE.

Algumas das características descritas neste manual dependem das opções de software instaladas. As opções de software ativas no CNC podem ser consultadas no modo diagnóstico (acessível a partir da janela de tarefas, pressionando [CTRL][A]), opções de software.

Consulte o ordering handbook (manual de pedidos) para conhecer as opções de software disponíveis para o seu modelo.

SOFT 8060 ADDIT AXES Eixo adicional.

Acrescenta eixos à configuração por default.

SOFT 8060 ADDIT SPINDLES Spindle adicional.

Acrescenta spindles à configuração por default.

SOFT 8060 ADDIT TOOL MAGAZ Magazine adicional.

Acrescenta magazines à configuração por default.

SOFT 8060 ADDIT CHANNELS Canal adicional.

Acrescenta canais à configuração por default.

SOFT DIGITAL SERCOS Bus digital Sercos.

Bus digital Sercos.

SOFT i4.0 CONNECTIVITY PACK Industry 4.0.

Esta opção permite utilizar e realizar captura de dados por meio de FSYS.

SOFT EDIT/SIMUL

Modo edisimu (edição e simulação).

Permite editar, modificar e simular programas peça.

SOFT TOOL RADIUS COMP Compensação de raio.

A compensação da ferramenta permite programar o contorno a usinar a partir das dimensões das peças e sem levar em consideração as dimensões da ferramenta que posteriormente será utilizada. Isto evita ter que calcular e definir a trajetória da ferramenta dependendo do raio da ferramenta.

SOFT PROFILE EDITOR Editor de perfis.

Permite editar perfis de peça graficamente e importar arquivos dxf.

SOFT 60 F3D GRAPHICS Gráficos F3D.

Gráficos sólidos 3D de alta definição para a execução e simulação de programas peça e ciclos fixos do editor.

Durante a usinagem, os gráficos F3D mostram, em tempo real, a ferramenta removendo o material da peça, o que possibilita visualizar o estado da peça a todo instante. Os gráficos F3D podem mostrar até 4 vistas da peça, onde cada uma das quais pode ser rotacionada, ampliada ou reduzida. Também permitem realizar medições na peça e, inclusive, seccionar a peça em qualquer ângulo.

SOFT 60 IIP CONVERSATIONAL

Interactive Icon-based Pages (modo conversacional).

O modo IIP ou conversacional é especialmente projetado pa r a p e s s o a s s e m c o n h e c i m e n t o s p ré v i o s d e programação ou não familiarizados com os CNC da Fagor.

Trabalhar em modo conversacional é mais fácil do que em modo ISO, uma vez que assegura a entrada de dados adequada e minimiza o número de operações a serem definidas. Não há necessidade de trabalhar com programas peça.

SOFT 60 RTCP

RTCP dinâmico (Rotating Tool Center Point).

A opção RTCP dinâmico é uma necessidade para a usinagem com interpolação de 4, 5 ou 6 eixos.

SOFT 60 C AXIS Eixo C.

Ativa a cinemática para trabalhar com eixo C e seus ciclos fixos associados. O CNC pode controlar vários eixos C.

Os parâmetros de cada eixo indicam se irá funcionar como um eixo C ou não, e não será necessário ativar outro eixo nos parâmetros máquina.

SOFT 60 Y AXIS Eixo Y para torno

Ativa a cinemática para trabalhar com o eixo Y e seus ciclos fixos associados.

(11)

CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008) SOFT 60 TANDEM AXES

Eixos tandem.

Um eixo tandem consiste em dois motores acoplados mecanicamente entre si formando um único sistema de transmissão (eixo ou spindle). Um eixo tandem permite dispor do conjugado necessário para mover um eixo quando um só motor não é capaz de fornecer o conjugado suficiente para fazê-lo.

Ao ativar esta característica, deve-se levar em consideração que para cada eixo tandem da máquina, deve-se acrescentar outro eixo a toda a configuração. Por exemplo, em um torno grande de 3 eixos (X Z e contraponto), se o contraponto for um eixo tandem, a ordem de compra final da máquina deve indicar 4 eixos.

SOFT 60 SYNCHRONISM

Sincronização de eixos e eixos-arvore.

Os eixos e os fusos podem ser sincronizados de duas formas, em velocidade ou em posição. A configuração CNC inclui sincronizar 2 eixos ou 2 spindles. Uma vez sincronizados, só o mestre visualiza e programa o elemento.

SOFT 60 HSSA I MACHINING SYSTEM High Speed Surface Accuracy I.

Opção para habilitar o algoritmo HSSA-I (High Speed Surface Accuracy) para usinagem em alta velocidade (HSC). Este novo algoritmo HSSA permite otimizar a us ina g em a alta ve loc ida de , ob t en do m aio res velocidades de corte, contornos mais suaves, melhor acabamento superficial e maior precisão.

SOFT 60 HSSA II MACHINING SYSTEM High Speed Surface Accuracy II.

Opção para habilitar o algoritmo HSSA-II (High Speed Surface Accuracy) para usinagem em alta velocidade (HSC), com as seguintes vantagens sobre o algoritmo HSSA-I.

• Algoritmo avançado para pré-processamento de pontos em tempo real.

• Algoritmo de curvatura estendida com limitações dinâmicas. Controle aprimorado de aceleração e jerk.

• Maior número de pontos processados com antecedência.

• Filtros para suavizar o comportamento dinâmico da máquina.

SOFT 60 PROBE

Ciclos fixos de apalpador.

O CNC pode ter configurados dois apalpadores;

normalmente será um apalpador de bancada para calibrar ferramentas e um apalpador de medida para realizar medições na peça.

Esta opção ativa as funções G100, G103 e G104 (para realizar movimentos do apalpador) e os ciclos fixos de apalpador (que auxiliam a medir as superfícies da peça e calibrar as ferramentas).

No modelo laser, ativa apenas a função G100, sem ciclos.

SOFT 60 CONV USER CYCLES Ciclos de usuário conversacionais.

Integração de ciclos de usuário em modo conversacional.

SOFT 60 PROGTL3

Linguagem de programação ProGTL3.

Linguagem adicional à ISO, para a programação de perfis usando linguagem geométrica sem a necessidade de utilizar sistemas CAD externos. Esta linguagem oferece a possibilidade de programar funções para definir retas e círculos que definem os pontos de intersecção de um perfil, além de macros para a geração de sólidos definidos por um perfil plano e um ou vários perfis de secção.

SOFT 60 PPTRANS

Tradutor de programas peça.

O tradutor de programas permite converter para código ISO programas Fagor escritos em outra linguagem.

SOFT THIRD PARTY I/Os CANopen de terceiros.

Habilita o uso de módulos CANopen não Fagor.

SOFT MAB SYSTEM.

Reguladores MAB.

Conexão Sercos com reguladores MAB.

SOFT 60 PWM CONTROL Pulse-Width Modulation.

Esta função se encontra disponível somente em sistemas d e r e g u l a ç ã o c o m b u s S e r c o s . É d e s t i n a d a principalmente para máquinas a laser usadas no corte de chapas muito espessas, onde o CNC gera uma série de pulsos PWM para controlar a potência do laser ao perfurar o ponto de partida.

Esta característica é essencial para cortar chapas muito grossas e requer duas saídas digitais rápidas disponíveis na unidade central. Com este novo recurso, o fabricante da máquina (OEM) não precisa instalar dispositivos externos e programá-los, reduzindo assim o custo da máquina e o tempo de instalação. O usuário final também se beneficia porque a função "Cortar com PWM" é muito mais simples de usar e programar.

SOFT 60 GAP CONTROL Controle de gap.

É destinada principalmente para máquinas a laser. O controle do gap permite manter uma distância fixa entre o bocal do laser e a superfície da chapa. Esta distância é calculada por um sensor conectado ao CNC, de modo que o CNC compensará as variações do sensor em relação à distância programada com movimentos adicionais no eixo programado para o gap.

SOFT DMC

Dynamic Machining Control.

O DMC ajusta a velocidade de avanço durante a usinagem para manter a potência de corte o mais próxima possível das condições ideais de usinagem.

SOFT FMC

Fagor Machining Calculator.

A aplicação FMC consiste em um banco de dados de materiais a serem usinados e operações de usinagem (fresamento e torneamento), junto a uma interface que permite selecionar as condições de corte adequadas para as referidas operações.

SOFT FFC

Fagor Feed Control.

Durante a execução de um ciclo fixo do editor, a função FFC permite substituir o avanço e a velocidade programados no ciclo pelos valores ativos na execução, afetados pelo feed override e pelo speed override.

SOFT 60/65/70 OPERATING TERMS Licença de uso temporário.

A opção "Operating Terms" ativa uma licença de uso temporário no CNC, válida até uma data determinada pelo OEM.

SOFT MANUAL NESTING Aninhamento manual.

O nesting ou aninhamento consiste em criar um padrão sobre a chapa, a partir de figuras previamente definidas (em arquivos dxf, dwg ou paramétricos), com o objetivo de maximizar o aproveitamento da chapa. Uma vez definido o padrão, o CNC gera o programa. No nesting manual, o operador distribui as peças sobre a chapa.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

SOFT AUTO NESTING Aninhamento automático.

O nesting ou aninhamento consiste em criar um padrão sobre a chapa, a partir de figuras previamente definidas (em arquivos dxf, dwg ou paramétricos), com o objetivo de maximizar o aproveitamento da chapa. Uma vez definido o padrão, o CNC gera o programa. No nesting automático, o aplicativo distribui as figuras sobre a chapa, otimizando o espaço.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

SOBRE O PRODUTO - CNC 8065

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS.

Características básicas. 8065 M 8065 M Power

Basic Pack 1 Basic Pack 1

Número de canais de execução 1 1 1 1 a 4

Número de eixos. 3 a 6 5 a 8 5 a 12 8 a 28

Número de spindles. 1 1 a 2 1 a 4 1 a 4

Número máximo de eixos e spindless. 7 10 16 32

Número de magazines. 1 1 1 a 2 1 a 4

Limitação 4 eixos interpolados. Opção Opção Opção Opção

Características básicas. 8065 T 8065 T Power

Basic Pack 1 Basic Pack 1

Número de canais de execução 1 1 a 2 1 a 2 1 a 4

Número de eixos. 3 a 5 5 a 7 5 a 12 8 a 28

Número de spindles. 2 2 3 a 4 3 a 4

Número máximo de eixos e spindless. 7 9 16 32

Número de magazines. 1 1 a 2 1 a 2 1 a 4

Limitação 4 eixos interpolados. Opção Opção Opção Opção

Características básicas. 8065 M 8065 M Power 8065 T 8065 T Power

Número de volantes. 1 a 12

Tipo de regulação. Analógica / Digital Sercos / Digital Mechatrolink

Comunicações. RS485 / RS422 / RS232

Ethernet PLC integrado.

Tempo de execução do PLC.

Entradas digitais/ Saídas digitais.

Marcas / Registros.

Temporizadores / Contadores.

Símbolos.

< 1ms/K 1024 / 1024 8192 / 1024 512 / 256 Ilimitados

Tempo processo de bloco. < 1 ms

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

(*) TTL / TTL diferencial / Senoidal 1 Vpp / Protocolo SSI / FeeDat / EnDat

Módulos remotos. RIOW RIO5 RIOR RCS-S RIOW-E

inline

Comunicação com os módulos remotos. CANopen CANopen CANopen Sercos EtherCAT

Entradas digitais pelo módulo. 8 24 / 48 48 - - - 8

Saídas digitais pelo módulo. 8 16 / 32 32 - - - 8

Entradas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - - - - 4

Saídas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - 4 2

Entradas para sondas de temperatura. 2 2 - - - - - - - - -

Entradas de contagem. - - - - - - - - - 4 (*) - - -

Personalização (somente o sistema aberto).

Sistema aberto baseado em PC, totalmente personalizável.

Arquivos de configuração INI.

Ferramenta de configuração visual FGUIM.

Visual Basic®, Visual C++®, etc.

Bases de dados internas em Microsoft® Access.

Interface OPC compativel.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

OPÇÕES DE SOFTWARE.

Algumas das características descritas neste manual dependem das opções de software instaladas. As opções de software ativas no CNC podem ser consultadas no modo diagnóstico (acessível a partir da janela de tarefas, pressionando [CTRL][A]), opções de software.

Consulte o ordering handbook (manual de pedidos) para conhecer as opções de software disponíveis para o seu modelo.

SOFT ADDIT AXES Eixo adicional.

Acrescenta eixos à configuração por default.

SOFT ADDIT SPINDLES Spindle adicional.

Acrescenta spindles à configuração por default.

SOFT ADDIT TOOL MAGAZ Magazine adicional.

Acrescenta magazines à configuração por default.

SOFT ADDIT CHANNELS Canal adicional.

Acrescenta canais à configuração por default.

SOFT 4 AXES INTERPOLATION LIMIT Limitação 4 eixos interpolados.

Limita a 4 o número de eixos que o CNC pode interpolar simultaneamente.

SOFT i4.0 CONNECTIVITY PACK Industry 4.0.

Esta opção permite utilizar e realizar captura de dados por meio de FSYS.

SOFT OPEN SYSTEM Sistema aberto.

O CNC é um sistema fechado que oferece todas as características necessárias para a usinagem de peças.

No entanto, às vezes, alguns clientes usam aplicativos de terceiros para fazer medições, fazer estatísticas ou executar outras tarefas, além de usinar uma peça.

Esta função deve estar ativa quando se instala este tipo de aplicativo, inclusive quando se tratar de arquivos do Office. Uma vez instalado o aplicativo, é recomendado desligar o CNC para evitar que os usuários instalem outro tipo de aplicativo que possa retardar o sistema e afetar a usinagem.

SOFT DIGITAL SERCOS Bus digital Sercos.

Bus digital Sercos.

SOFT EDIT/SIMUL

Modo edisimu (edição e simulação).

Permite editar, modificar e simular programas peça.

SOFT DUAL-PURPOSE (M-T) Máquina combinada.

Uma máquina combinada permite executar ciclos de fresagem e torneamento. Em tornos com eixo Y, permite realizar bolsões, relevos e, inclusive, bolsões irregulares com ilhas por meio de ciclos de fresamento. Os ciclos de torneamento podem ser utilizados nas fresadoras que possuam um eixo rotativo que funcione como eixo C.

SOFT IEC 61131 LANGUAGE Linguagem IEC 61131

IEC 61131 é uma linguagem de programação de PLC, muito popular em mercados alternativos, e está entrando pouco a pouco no segmento da máquina-ferramenta.

Com esta funcionalidade, o PLC pode ser programado na linguagem Fagor habitual ou no formato IEC 61131.

Este recurso necessita o processador MP-PLUS (83700201).

SOFT TOOL RADIUS COMP Compensação de raio.

A compensação da ferramenta permite programar o contorno a usinar a partir das dimensões das peças e sem levar em consideração as dimensões da ferramenta que posteriormente será utilizada. Isto evita ter que calcular e definir a trajetória da ferramenta dependendo do raio da ferramenta.

SOFT IIP CONVERSATIONAL

Interactive Icon-based Pages (modo conversacional).

O modo IIP ou conversacional é especialmente projetado pa r a p e s s o a s s e m c o n h e c i m e n t o s p r é v i o s d e programação ou não familiarizados com os CNC da Fagor.

Trabalhar em modo conversacional é mais fácil do que em modo ISO, uma vez que assegura a entrada de dados adequada e minimiza o número de operações a serem definidas. Não há necessidade de trabalhar com programas peça.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

SOFT PROFILE EDITOR Editor de perfis.

Permite editar perfis de peça graficamente e importar arquivos dxf.

SOFT HD GRAPHICS Gráficos HD.

Gráficos sólidos 3D de alta definição para a execução e simulação de programas peça e ciclos fixos do editor.

Durante a usinagem, os gráficos HD mostram, em tempo real, a ferramenta removendo o material da peça, o que permite visualizar o estado da peça a todo instante. Os gráficos HD podem mostrar até 4 vistas da peça, onde cada uma das quais pode ser rotacionada, ampliada ou reduzida. Também permitem realizar medições na peça e, inclusive, seccionar a peça em qualquer ângulo.

Em um sistema com vários canais, este recurso necessita o processador MP-PLUS (83700201).

SOFT RTCP

RTCP dinâmico (Rotating Tool Center Point).

A opção RTCP dinâmico é uma necessidade para a usinagem com interpolação de 4, 5 ou 6 eixos.

Este recurso necessita o processador MP-PLUS (83700201).

SOFT C AXIS Eixo C.

Ativa a cinemática para trabalhar com eixo C e seus ciclos fixos associados. O CNC pode controlar vários eixos C.

Os parâmetros de cada eixo indicam se irá funcionar como um eixo C ou não, e não será necessário ativar outro eixo nos parâmetros máquina.

SOFT Y AXIS Eixo Y para torno

Ativa a cinemática para trabalhar com o eixo Y e seus ciclos fixos associados.

SOFT TANDEM AXES Eixos tandem.

Um eixo tandem consiste em dois motores acoplados mecanicamente entre si formando um único sistema de transmissão (eixo ou spindle). Um eixo tandem permite dispor do conjugado necessário para mover um eixo quando um só motor não é capaz de fornecer o conjugado suficiente para fazê-lo.

Ao ativar esta característica, deve-se levar em consideração que para cada eixo tandem da máquina, deve-se acrescentar outro eixo a toda a configuração. Por exemplo, em um torno grande de 3 eixos (X Z e contraponto), se o contraponto for um eixo tandem, a ordem de compra final da máquina deve indicar 4 eixos.

SOFT SYNCHRONISM

Sincronização de eixos e eixos-arvore.

Os eixos e os fusos podem ser sincronizados de duas formas, em velocidade ou em posição. A configuração CNC inclui sincronizar 2 eixos ou 2 spindles. Uma vez sincronizados, só o mestre visualiza e programa o elemento.

SOFT KINEMATIC CALIBRATION Calibração de cinemáticas.

Este modo de trabalho permite calibrar pela primeira vez uma cinemática e também, de tempos em tempos, voltar a recalibrá-la para corrigir os possíveis desvios que possam surgir no trabalho diário da máquina.

SOFT HSSA II MACHINING SYSTEM High Speed Surface Accuracy II.

Opção para habilitar o algoritmo HSSA-II (High Speed Surface Accuracy) para usinagem em alta velocidade (HSC), com as seguintes vantagens sobre o algoritmo HSSA-I.

• Algoritmo avançado para pré-processamento de pontos em tempo real.

• Algoritmo de curvatura estendida com limitações dinâmicas. Controle aprimorado de aceleração e jerk.

• Maior número de pontos processados com antecedência.

• Filtros para suavizar o comportamento dinâmico da máquina.

SOFT TANGENTIAL CONTROL Controle tangencial.

O controle tangencial mantém um eixo rotativo sempre na mesma orientação em relação à trajetória programada. A trajetória de usinagem é definida nos eixos do plano ativo e o CNC mantém a orientação do eixo rotativo ao longo de toda a trajetória.

SOFT PROBE

Ciclos fixos de apalpador.

O CNC pode ter configurados dois apalpadores;

normalmente será um apalpador de bancada para calibrar ferramentas e um apalpador de medida para realizar medições na peça.

Esta opção ativa as funções G100, G103 e G104 (para realizar movimentos do apalpador) e os ciclos fixos de apalpador (que auxiliam a medir as superfícies da peça e calibrar as ferramentas).

SOFT CONV USER CYCLES Ciclos de usuário conversacionais.

Integração de ciclos de usuário em modo conversacional.

SOFT 70 PROGTL3

Linguagem de programação ProGTL3

Linguagem adicional à ISO, para a programação de perfis usando linguagem geométrica sem a necessidade de utilizar sistemas CAD externos. Esta linguagem oferece a possibilidade de programar funções para definir retas e círculos que definem os pontos de intersecção de um perfil, além de macros para a geração de sólidos definidos por um perfil plano e um ou vários perfis de secção.

SOFT PPTRANS

Tradutor de programas peça.

O tradutor de programas permite converter para código ISO programas Fagor escritos em outra linguagem.

SOFT THIRD PARTY I/Os CANopen de terceiros.

Habilita o uso de módulos CANopen não Fagor.

SOFT FVC STANDARD SOFT FVC UP TO 10m3 SOFT FVC MORE TO 10m3 Compensação volumétrica.

As máquinas de 5 eixos são usadas geralmente para fabricar peças grandes. A precisão das peças é limitada pelas tolerâncias de fabricação da máquina e pelo efeito da temperatura durante a usinagem.

Em indústrias como a aeroespacial, as exigências de usinagem tornam insuficientes as ferramentas clássicas de compensação. A compensação volumétrica FVC serve para complementar as ferramentas de ajuste da máquina. Ao mapear a carga de trabalho total da máquina, o CNC conhece a posição exata da ferramenta e m t o d o s o s m o m e n t o s. D e p o i s d e a p li c a r a s compensações necessárias, a peça resultante possui a precisão e tolerância requeridas.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008) Existem três opções, dependendo do tamanho da

máquina.

• FVC STANDARD: Compensação de 25 pontos em cada eixo. Rápida para calibrar (tempo), mas menos precisa que as outras duas, embora seja suficiente para as tolerâncias desejadas.

• FVC UP TO 10m3: Compensação de volumes até 10 m³. Mais precisa que a FVC STANDARD, mas requer uma calibração mais precisa, usando um laser Tracer ou Tracker.

• FVC MORE TO 10m3: Compensação de volumes maiores que 10 m³. Mais precisa que a FVC STANDARD, mas requer uma calibração mais precisa, usando um laser Tracer ou Tracker.

Esta opção só estará disponível no modelo "Power".

SOFT DMC

Dynamic Machining Control.

O DMC ajusta a velocidade de avanço durante a usinagem para manter a potência de corte o mais próxima possível das condições ideais de usinagem.

SOFT FMC

Fagor Machining Calculator.

A aplicação FMC consiste em um banco de dados de materiais a serem usinados e operações de usinagem (fresamento e torneamento), junto a uma interface que permite selecionar as condições de corte adequadas para as referidas operações.

SOFT FFC

Fagor Feed Control.

Durante a execução de um ciclo fixo do editor, a função FFC permite substituir o avanço e a velocidade programados no ciclo pelos valores ativos na execução, afetados pelo feed override e pelo speed override.

SOFT 60/65/70 OPERATING TERMS Licença de uso temporário.

A opção "Operating Terms" ativa uma licença de uso temporário no CNC, válida até uma data determinada pelo OEM.

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CNC 8060 CNC 8065

(REF: 2008)

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE CE E CONDIÇÕES DE GARANTIA

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE

A declaração de conformidade do CNC está disponível na área de downloads do website corporativo da FAGOR. http://www.fagorautomation.com. (Tipo de arquivo: Declaração de conformidade).

CONDIÇÕES DE GARANTIA

As condições de garantia do CNC estão disponíveis na área de downloads do website corporativo da FAGOR. http://www.fagorautomation.com. (Tipo de arquivo: Condições gerais de venda-Garantia).

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Referências

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