(Ref: 2008)
8060
CNC 8065
Manual de programação.
PÁGINA EM BRANCO
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É de responsabilidade do fabricante da máquina, que as medidas de segurança da máquina estejam habilitadas com o objetivo de evitar lesões a pessoas e prever danos a CNC como aos equipamentos ligados ao mesmo. Durante o arranque e a validação de parâmetros do CNC, se comprova o estado das seguintes seguranças, Se alguma delas está desabilitada o CNC mostra uma mensagem de advertência.
• Alarme de medição para eixos analógicos.
• Limites de software para eixos lineares analógicos e sercos.
• Monitoração do erro de seguimento para eixos analógicos e sercos (exceto o spindle), tanto no CNC como nos reguladores.
• Teste de tendência nos eixos analógicos.
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PRODUTOS DE DUPLA UTILIZAÇÃO.
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AMPLIAÇÕES DE HARDWARE
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VIRUS INFORMÁTICOS
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CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
I N D I C E
Sobre o produto - CNC 8060 ... 9
Sobre o produto - CNC 8065 ... 13
Declaração de conformidade CE e condições de garantia... 19
Histórico de versões - CNC 8060 ... 21
Histórico de versões - CNC 8065 ... 25
Condições de Segurança ... 31
Condições para retorno de materiais... 35
Manutenção do CNC ... 37
CAPÍTULO 1 CONSTRUÇÃO DE UM PROGRAMA. 1.1 Linguagens de Programação... 39
1.2 Estrutura do programa. ... 40
1.2.1 Corpo do programa. ... 41
1.2.2 As sub-rotinas. ... 42
1.3 Estrutura dos blocos de programa... 43
1.3.1 Programação em código ISO... 44
1.3.2 Programação em linguagem de alto nível... 46
1.4 Programação dos eixos. ... 47
1.5 Lista de funções G. ... 48
1.6 Lista de funções auxiliares M... 51
1.7 Lista de instruções. ... 52
1.8 Programação das etiquetas do bloco. ... 55
1.9 Programação de comentários... 56
1.10 Variáveis e constantes... 57
1.11 Os parâmetros aritméticos... 58
1.12 Operadores e funções aritméticas e lógicas... 59
1.13 Expressões aritméticas e lógicas... 61
CAPÍTULO 2 GENERALIDADES DA MÁQUINA 2.1 Nomenclatura dos eixos ... 63
2.2 Sistema de Coordenadas ... 65
2.3 Sistemas de referência ... 66
2.3.1 Origens dos sistemas de referência... 67
2.4 Busca de referência de máquina. ... 68
2.4.1 Definição de "Busca de referência de máquina"... 68
2.4.2 Definição de "Busca de referência de máquina"... 69
CAPÍTULO 3 SISTEMA DE COORDENADAS 3.1 Programação em milímetros (G71) ou em polegadas (G70)... 71
3.2 Coordenadas absolutas (G90) ou incrementais (G91) ... 72
3.2.1 Eixos rotativos... 73
3.3 Coordenadas absolutas e incrementais no mesmo bloco (I)... 75
3.4 Programação em raios (G152) ou em diâmetros (G151) ... 76
3.5 Programação de cotas... 77
3.5.1 Coordenadas cartesianas ... 77
3.5.2 Coordenadas polares... 78
3.5.3 Ângulo e coordenada cartesiana. ... 80
CAPÍTULO 4 PLANOS DE TRABALHO. 4.1 Acerca dos planos de trabalho nos modelos torno ou fresadora... 84
4.2 Selecionar os planos principais de trabalho. ... 85
4.2.1 Modelo fresadora ou modelo torno com configuração de eixos tipo "triedro"... 85
4.2.2 Modelo torno com configuração de eixos tipo "plano". ... 86
4.3 Seleção um novo plano de trabalho e um eixo longitudinal qualquer... 87
4.4 Seleção do eixo longitudinal da ferramenta... 89
CAPÍTULO 5 SELEÇÃO DE ORIGENS 5.1 Programação com respeito ao zero máquina ... 92
5.2 Fixar a cota de máquina (G174). ... 94
5.3 Deslocamento de fixação... 95
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5.4 Pré-seleção de cotas (G92)... 96
5.5 Deslocamentos de origem (G54-G59/G159) ... 97
5.5.1 Varáveis para definir os deslocamentos de origem ... 99
5.5.2 Deslocamento de origem incremental (G158) ... 100
5.5.3 Exclusão de eixos no deslocamento de origem (G157) ... 102
5.6 Anulação do deslocamento de origem (G53) ... 103
5.7 Pré-seleção da origem polar (G30) ... 104
CAPÍTULO 6 FUNÇÕES TECNOLÓGICAS 6.1 Avanço de usinagem (F)... 107
6.2 Funções associadas ao avanço ... 109
6.2.1 Unidades de programação do avanço (G93/G94/G95) ... 109
6.2.2 Adaptação do avanço (G108/G109/G193) ... 110
6.2.3 Modalidade de avanço constante (G197/G196) ... 112
6.2.4 Anulação do percentagem de avanço (G266) ... 114
6.2.5 Controle de aceleração (G130/G131)... 115
6.2.6 Controle do jerk (G132/G133)... 117
6.2.7 Controle do Feed-Forward (G134)... 118
6.2.8 Controle do AC-Forward (G135)... 119
6.3 Velocidade do spindle (S)... 120
6.4 Número de ferramenta (T) ... 121
6.5 Número de corretor (D)... 124
6.6 Funções auxiliares (M) ... 126
6.6.1 Listagem de funções "M" ... 127
6.7 Funções auxiliares (H)... 128
CAPÍTULO 7 O SPINDLE. CONTROLE BÁSICO. 7.1 O spindle principal do canal... 130
7.1.1 Seleção manual de um spindle master... 132
7.2 Velocidade do spindle... 133
7.2.1 G192. Limitação da velocidade de rotação... 134
7.2.2 Velocidade de corte constante... 135
7.3 Arranque e parada do spindle ... 136
7.4 Troca de gama de velocidade ... 138
7.5 Parada orientada de spindle... 140
7.5.1 O sentido de rotação para orientar o spindle... 142
7.5.2 Função M19 com subrotina associada. ... 144
7.5.3 Velocidade de posicionamento ... 145
7.6 Funções M com sub-rotina associada. ... 146
CAPÍTULO 8 CONTROLE DA TRAJETÓRIA. 8.1 Posicionamento em rápido (G00). ... 147
8.2 Interpolação linear (G01). ... 149
8.3 Interpolação circular (G02/G03). ... 155
8.3.1 Coordenadas cartesianas (programação do centtro do arco). ... 157
8.3.2 Coordenadas cartesianas (programação do raio do arco). ... 159
8.3.3 Coordenadas cartesianas (pré-programação do raio do arco) (G263)... 161
8.3.4 Coordenadas polares... 162
8.3.5 Exemplo de programação (modelo M). Coordenadas polares. ... 164
8.3.6 Exemplo de programação (modelo M). Coordenadas polares. ... 165
8.3.7 Exemplo de programação (modelo T). Exemplos de programação ... 166
8.3.8 Coordenadas polares. Deslocamento temporal da origem polar ao centro do arco (G31)... 167
8.3.9 Coordenadas cartesianas. Centro do arco em coordenadas absolutas (não modal) (G06)... 168
8.3.10 Coordenadas cartesianas. Centro do arco em coordenadas absolutas (modal) (G261/G262) ... 169
8.3.11 Correção do arco (G264/G265). ... 171
8.4 Arco tangente à trajetória anterior (G08). ... 173
8.5 Arco definido mediante três pontos (G09). ... 175
8.6 Interpolação helicoidal (G02/G03). ... 177
CAPÍTULO 9 CONTROLE DA TRAJETÓRIA. INTERVENÇÃO MANUAL. 9.1 Intervenção manual aditiva (G201/G202)... 180
9.2 Intervenção manual exclusiva (G200). ... 181
9.3 Avanço para os movimentos em manual... 182
9.3.1 Avanço em modo jog contínuo (#CONTJOG). ... 182
9.3.2 Avanço em jog Incremental (#INCJOG). ... 183
9.3.3 Avanço em jog Incremental (#MPG)... 184
9.3.4 Limites de percurso para os movimentos em modo manual (#SET OFFSET). ... 185
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9.3.5 Sincronização de cotas e offset manual aditivo (#SYNC POS). ... 186
9.4 Variáveis ... 187
CAPÍTULO 10 ROSQUEAMENTO ELETRÔNICO E ROSQUEAMENTO RÍGIDO. 10.1 Rosqueamento eletrônico de passo constante (G33)... 189
10.1.1 Exemplos de programação (modelo -M-)... 192
10.1.2 Exemplos de programação (modelo -T-) ... 193
10.2 Rosqueamento eletrônico de passo variável (G34)... 195
10.3 Rosqueamento rígido (G63) ... 199
10.4 Remover os eixos após interromper um rosqueamento eletrônico (G233). ... 201
10.4.1 Variáveis associadas a G233... 204
10.4.2 Exemplo de programação. ... 204
CAPÍTULO 11 AJUDAS GEOMÉTRICAS. 11.1 Semi-arredondamento de aresta (G50). ... 205
11.2 Aresta viva (G07/G60). ... 206
11.3 Arredondamento de aresta controlada (G05/G61). ... 207
11.3.1 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [1]... 208
11.3.2 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [2]... 209
11.3.3 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [3]... 210
11.3.4 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [4]... 211
11.3.5 Arredondamento de aresta. #ROUNDPAR [5]... 212
11.4 Arredondamento de arestas (G36). ... 215
11.5 Chanfrado de arestas (G39). ... 217
11.6 Entrada tangencial (G37)... 219
11.7 Saída tangencial (G38). ... 220
11.8 Espelhamento (G10, G11, G12, G13, G14)... 221
11.8.1 Ativação da imagem espelhada (G11, G12, G13, G14). ... 221
11.8.2 Anulação de espelhamento (G10). ... 224
11.8.3 Resumo das variáveis... 224
11.9 Rotação do sistema de coordenadas (G73). ... 225
11.10 Fator de escala (G72/#SCALE). ... 228
11.10.1 Fator de escala geral (G72/#SCALE). ... 228
11.10.2 Fator de escala por eixo (G72). ... 232
11.10.3 Resumo das variáveis... 233
11.11 Zonas de trabalho (G120/G121/G122/G123). ... 234
11.11.1 Comportamento do CNC quando existem zonas de trabalho ativas. ... 235
11.11.2 Definir os limites lineares da zona de trabalho (G120/G121). ... 236
11.11.3 Estabelecer os limites circulares da zona de trabalho (G123)... 238
11.11.4 Habilitar/desabilitar as zonas de trabalho (G122). ... 240
11.11.5 Resumo das variáveis... 243
CAPÍTULO 12 FUNÇÕES PREPARATÓRIAS ADICIONAIS 12.1 Temporização (G04 / #TIME). ... 245
12.2 Limites de software. ... 247
12.2.1 Definir o primeiro limite de software (G198/G199)... 248
12.2.2 Definir o primeiro limite de software por meio de variáveis... 250
12.2.3 Definir o segundo limite de software por meio de variáveis... 251
12.2.4 Variáveis associadas aos limites de software... 252
12.3 Ativar e desativar eixos Hirth (G170/G171). ... 253
12.4 Troca de set e gama. ... 254
12.4.1 Trocar o set de parâmetros de um eixo (G112) ... 254
12.4.2 Trocar a gama e o set de um regulador Sercos por meio de variáveis. ... 255
12.4.3 Variáveis associadas à troca do set e da gama... 256
12.5 Suavizar a trajetória e o avanço. ... 257
12.5.1 Suavizar a trajetória (#PATHND). ... 257
12.5.2 Suavizar a trajetória e o avanço (#FEEDND). ... 258
CAPÍTULO 13 COMPENSAÇÃO DE FERRAMENTA 13.1 Compensação de raio... 261
13.1.1 Fator de forma das ferramentas de torneamento ... 262
13.1.2 Funções associadas à compensação do raio ... 265
13.1.3 Inicio da compensação de raio ... 268
13.1.4 Trechos de compensação de raio... 271
13.1.5 Mudança do tipo de compensação de raio durante a usinagem ... 275
13.1.6 Anulação da compensação de raio... 277
13.2 Compensação de comprimento ... 280
13.3 Compensação de ferramenta 3D... 282
13.3.1 Programação do vetor no bloco. ... 284
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CAPÍTULO 14 CONTROLAR A EXECUÇÃO E VISUALIZAÇÃO DO PROGRAMA.
14.1 Condição de salto de bloco (/). ... 285
14.2 Abortar a execução do programa e reiniciá-la em outro bloco ou programa. ... 286
14.2.1 Definir o bloco ou programa no qual continua a execução (#ABORT). ... 287
14.2.2 Ponto por padrão para continuar a execução (#ABORT OFF)... 288
14.3 Repetição de um bloco (NR). ... 289
14.3.1 Repetição de um bloco de deslocamento n vezes (NR/NR0)... 289
14.3.2 Preparar uma sub-rotina sem executá-la (NR0). ... 290
14.4 Repetição de um grupo de blocos (#RPT). ... 291
14.4.1 Exemplo de programação... 293
14.5 Interromper a preparação dos blocos até que ocorra um evento (#WAIT FOR). ... 294
14.6 Interromper a preparação dos blocos (#FLUSH)... 295
14.7 Habilitar/desabilitar o tratamento de bloco único (#ESBLK/ #DSBLK). ... 296
14.8 Habilitar/desabilitar o sinal de stop (#DSTOP/#ESTOP). ... 297
14.9 Habilitar/desabilitar o sinal de feed-hold (#DFHOLD/#EFHOLD). ... 298
14.10 Salto de bloco ($GOTO). ... 299
14.11 Execução condicional ($IF). ... 300
14.11.1 Execução condicional ($IF)... 300
14.11.2 Execução condicional ($IF - $ELSE). ... 301
14.11.3 Execução condicional ($IF - $ELSEIF). ... 302
14.12 Execução condicional ($SWITCH). ... 303
14.13 Repetição de blocos ($FOR). ... 304
14.14 Repetição condicional de blocos ($WHILE). ... 306
14.15 Repetição condicional de blocos ($DO). ... 307
CAPÍTULO 15 SUB-ROTINAS. 15.1 Execução de sub-rotinas a partir da memória RAM. ... 311
15.2 Definição das sub-rotinas. ... 312
15.3 Execução das sub-rotinas. ... 313
15.3.1 LL. Chamada a uma sub-rotina local. ... 314
15.3.2 Chamada a uma sub-rotina. ... 314
15.3.3 #CALL. Chamada a uma sub-rotina local ou global. ... 315
15.3.4 #PCALL. Chamada a uma sub-rotina local ou global inicializando parâmetros. ... 316
15.3.5 #MCALL. Chamada a uma sub-rotina global com caractere modal. ... 317
15.3.6 #MDOFF. Anular o caractere modal da sub-rotina. ... 319
15.3.7 #RETDSBLK. Executar sub-rotina como bloco único... 320
15.4 #PATH. Definir a situação das sub-rotinas globais. ... 321
15.5 Execução de sub-rotinas OEM. ... 322
15.6 Sub-rotinas genéricas do usuário (G500-G599)... 324
15.7 Ajudas às sub-rotinas. ... 327
15.7.1 Arquivos de ajuda às sub-rotinas... 327
15.7.2 Lista de sub-rotinas disponíveis... 329
15.8 Sub-rotinas de interrupção. ... 330
15.8.1 Reposicionar eixos e spindles desde a sub-rotina (#REPOS)... 331
15.9 Sub-rotina associada ao start. ... 332
15.10 Sub-rotina associada ao reset. ... 333
15.11 Sub-rotinas associadas ao ciclo de calibração da cinemática... 334
CAPÍTULO 16 EXECUÇÃO DE BLOCOS E PROGRAMAS. 16.1 Executa um programa no canal indicado. ... 335
16.2 Executa um bloco no canal indicado. ... 337
CAPÍTULO 17 EIXO C 17.1 Ativar o spindle como eixo C. ... 340
17.2 Usinagem na superfície frontal ... 342
17.3 Usinagem na superfície cilíndrica... 344
CAPÍTULO 18 TRANSFORMAÇÃO ANGULAR DE EIXO INCLINADO. 18.1 Ativação e desativação da transformação angular... 349
18.2 Congelar (suspender) a transformação angular. ... 350
18.3 Obter informação da transformação angular. ... 351
CAPÍTULO 19 CONTROLE TANGENCIAL. 19.1 Ativar e anular o controle tangencial. ... 355
19.2 Congelar (suspender) o controle tangencial... 358
19.3 Obter informação do controle tangencial... 360
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(REF: 2008) CAPÍTULO 20 CINEMÁTICAS E TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS
20.1 Sistemas de coordenadas. ... 362
20.2 Movimento em plano inclinado. ... 363
20.3 Selecionar uma cinemática (#KIN ID)... 364
20.4 Sistemas de coordenadas (#CS / #ACS)... 365
20.4.1 Definir um sistema de coordenadas (MODE1). ... 369
20.4.2 Definir um sistema de coordenadas (MODE2). ... 370
20.4.3 Definir um sistema de coordenadas (MODE3). ... 371
20.4.4 Definir um sistema de coordenadas (MODE4). ... 372
20.4.5 Definir um sistema de coordenadas (MODE5). ... 373
20.4.6 Definir um sistema de coordenadas (MODE6). ... 374
20.4.7 Trabalho com spindles a 45º (tipo Huron)... 376
20.4.8 Como combinar vários sistemas de coordenadas. ... 378
20.5 Ferramenta perpendicular ao plano inclinado (#TOOL ORI) ... 380
20.5.1 Exemplos de programação ... 381
20.6 Trabalho com RTCP (Rotating Tool Center Point). ... 383
20.6.1 Exemplos de programação ... 385
20.7 Corrigir a compensação longitudinal da ferramenta implícita do programa (#TLC). ... 387
20.8 Forma de retirar a ferramenta ao perder o plano... 388
20.9 Orientação da ferramenta no sistema de coordenadas peça. ... 389
20.9.1 Ativar a orientação da ferramenta no sistema de coordenadas peça... 389
20.9.2 Cancelar a orientação da ferramenta no sistema de coordenadas peça... 390
20.9.3 Como gerenciar as descontinuidades na orientação dos eixos rotativos. ... 391
20.9.4 Tela para selecionar a solução desejada... 393
20.9.5 Exemplo de execução. Seleção de uma solução. ... 394
20.10 Seleção dos eixos rotativos que posicionam a ferramenta em cinemáticas tipo 52.... 395
20.11 Transformar o zero peça atual levando em conta a posição da cinemática da mesa. 396 20.11.1 Processo para armazenar um zero peça com os eixos da mesa em qualquer posição. 397 20.11.2 Exemplo para manter o zero peça sem rotacionar o sistema de coordenadas. ... 398
20.12 Resumo das variáveis associadas às cinemáticas... 399
CAPÍTULO 21 HSC. USINAGEM A ALTA VELOCIDADE. 21.1 Recomendações para a usinagem. ... 404
21.2 Sub-rotinas do usuário G500-G501 para ativar/cancelar o HSC... 405
21.2.1 Exemplo alternativo para as funções G500-G501 fornecidas pela Fagor. ... 407
21.3 Modo HSC SURFACE. Otimização do acabamento superficial. ... 409
21.4 Modo HSC CONTERROR. Otimização do erro de contorno... 412
21.5 Modo HSC FAST. Otimização da velocidade de avanço de usinagem... 414
21.6 Anulação do modo HSC. ... 416
CAPÍTULO 22 EIXO VIRTUAL DA FERRAMENTA. 22.1 Ativar o eixo virual da ferramenta. ... 418
22.2 Cancelar o eixo virtual da ferramenta. ... 419
22.3 Variáveis associadas ao eixo virtual da ferramenta... 420
CAPÍTULO 23 VISUALIZAR MENSAGENS, AVISOS E ERROS. 23.1 #ERROR. Exibir um erro na tela... 422
23.2 #WARNING / #WARNINGSTOP. Exibir um aviso na tela. ... 424
23.3 #MSG. Visualizar uma mensagem na tela... 426
23.4 Identificadores de formato e caracteres especiais... 428
23.5 Arquivo cncError.txt. Lista de erros e warnings do OEM e do usuário. ... 429
23.6 Arquivo cncMsg.txt. Lista de mensagens do OEM e do usuário. ... 430
23.7 Resumo das variáveis... 431
CAPÍTULO 24 DMC (DYNAMIC MACHINING CONTROL). 24.1 Ativar o DMC... 434
24.2 Desativar o DMC... 436
24.3 Resumo das variáveis... 437
24.4 Operar com o DMC... 439
24.4.1 Funcionamento do DMC. ... 439
24.4.2 Status e progresso do DMC. Modo automático. ... 441
24.4.3 Percentagem de avanço (feed override)... 441
CAPÍTULO 25 ABRIR E ESCREVER ARQUIVOS. 25.1 #OPEN. Abrir um arquivo para escrita... 443
25.2 #WRITE. Escrever em um arquivo. ... 445
25.3 #CLOSE. Fechar um arquivo... 447
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25.4 Arquivo cncWrite.txt. Lista de mensagens do OEM e do usuário... 448
CAPÍTULO 26 INSTRUÇÕES DE PROGRAMAÇÃO. 26.1 Instruções de visualização. Definir o tamanho da zona gráfica... 449
26.2 Geração ISO... 452
26.3 Acoplamento eletrônico de eixos... 455
26.4 Estacionar eixos. ... 456
26.5 Modificar a configuração de eixos de um canal... 458
26.6 Modificar a configuração dos spindles de um canal ... 463
26.7 Sincronização dos spindles ... 466
26.8 Seleção do laço para um eixo ou spindle. Laço aberto ou laço fechado... 470
26.9 Detecção de colisões... 472
26.10 Interpolação de splines (Akima) ... 474
26.11 Interpolação polinómica... 477
26.12 Controle da aceleração... 478
26.13 Definição de macros ... 480
26.14 Comunicação e sincronização entre canais ... 482
26.15 Movimentos de eixos independentes ... 485
26.16 Ressaltos eletrônicos... 489
26.17 Alterar online a configuração da máquina nos gráficos HD (arquivos xca). ... 492 CAPÍTULO 27 VARIÁVEIS DO CNC.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
SOBRE O PRODUTO - CNC 8060
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS.
(*) TTL / TTL diferencial / Senoidal 1 Vpp / Protocolo SSI / FeeDat / EnDat Características básicas. 8060
FL M
8060 Power M
8060 FL T
8060 Power T
8060 Power L
8060 Power GL
Número de eixos. 3 a 4 3 a 6 3 a 4 3 a 6 3 a 6 3 a 6
Número de spindles. 1 1 a 2 1 a 2 1 a 3 1 1
Número máximo de eixos e spindless. 5 7 5 7 7 7
Eixos interpolados. 4 4 4 4 4 4
Número de magazines. 1 1 1 1 a 2 1 1
Número de canais de execução 1 1 1 1 a 2 1 1
Número de volantes. 1 a 3
Tipo de regulação. Analógica / Digital Sercos
Comunicações. RS485 / RS422 / RS232
Ethernet PLC integrado.
Tempo de execução do PLC.
Entradas digitais/ Saídas digitais.
Marcas / Registros.
Temporizadores / Contadores.
Símbolos.
< 1ms/K 1024 / 1024 8192 / 1024 512 / 256 Ilimitados
Tempo processo de bloco. < 2,0 ms < 1,5 ms < 2,0 ms < 1,5 ms < 1 ms < 1,5 ms
Módulos remotos. RIOW RIO5 RIOR RCS-S RIOW-E
inline
Comunicação com os módulos remotos. CANopen CANopen CANopen Sercos EtherCAT
Entradas digitais pelo módulo. 8 24 / 48 48 - - - 8
Saídas digitais pelo módulo. 8 16 / 32 32 - - - 8
Entradas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - - - - 4
Saídas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - 4 2
Entradas para sondas de temperatura. 2 2 - - - - - - - - -
Entradas de contagem. - - - - - - - - - 4 (*) - - -
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
OPÇÕES DE SOFTWARE.
Algumas das características descritas neste manual dependem das opções de software instaladas. As opções de software ativas no CNC podem ser consultadas no modo diagnóstico (acessível a partir da janela de tarefas, pressionando [CTRL][A]), opções de software.
Consulte o ordering handbook (manual de pedidos) para conhecer as opções de software disponíveis para o seu modelo.
SOFT 8060 ADDIT AXES Eixo adicional.
Acrescenta eixos à configuração por default.
SOFT 8060 ADDIT SPINDLES Spindle adicional.
Acrescenta spindles à configuração por default.
SOFT 8060 ADDIT TOOL MAGAZ Magazine adicional.
Acrescenta magazines à configuração por default.
SOFT 8060 ADDIT CHANNELS Canal adicional.
Acrescenta canais à configuração por default.
SOFT DIGITAL SERCOS Bus digital Sercos.
Bus digital Sercos.
SOFT i4.0 CONNECTIVITY PACK Industry 4.0.
Esta opção permite utilizar e realizar captura de dados por meio de FSYS.
SOFT EDIT/SIMUL
Modo edisimu (edição e simulação).
Permite editar, modificar e simular programas peça.
SOFT TOOL RADIUS COMP Compensação de raio.
A compensação da ferramenta permite programar o contorno a usinar a partir das dimensões das peças e sem levar em consideração as dimensões da ferramenta que posteriormente será utilizada. Isto evita ter que calcular e definir a trajetória da ferramenta dependendo do raio da ferramenta.
SOFT PROFILE EDITOR Editor de perfis.
Permite editar perfis de peça graficamente e importar arquivos dxf.
SOFT 60 F3D GRAPHICS Gráficos F3D.
Gráficos sólidos 3D de alta definição para a execução e simulação de programas peça e ciclos fixos do editor.
Durante a usinagem, os gráficos F3D mostram, em tempo real, a ferramenta removendo o material da peça, o que possibilita visualizar o estado da peça a todo instante. Os gráficos F3D podem mostrar até 4 vistas da peça, onde cada uma das quais pode ser rotacionada, ampliada ou reduzida. Também permitem realizar medições na peça e, inclusive, seccionar a peça em qualquer ângulo.
SOFT 60 IIP CONVERSATIONAL
Interactive Icon-based Pages (modo conversacional).
O modo IIP ou conversacional é especialmente projetado pa r a p e s s o a s s e m c o n h e c i m e n t o s p ré v i o s d e programação ou não familiarizados com os CNC da Fagor.
Trabalhar em modo conversacional é mais fácil do que em modo ISO, uma vez que assegura a entrada de dados adequada e minimiza o número de operações a serem definidas. Não há necessidade de trabalhar com programas peça.
SOFT 60 RTCP
RTCP dinâmico (Rotating Tool Center Point).
A opção RTCP dinâmico é uma necessidade para a usinagem com interpolação de 4, 5 ou 6 eixos.
SOFT 60 C AXIS Eixo C.
Ativa a cinemática para trabalhar com eixo C e seus ciclos fixos associados. O CNC pode controlar vários eixos C.
Os parâmetros de cada eixo indicam se irá funcionar como um eixo C ou não, e não será necessário ativar outro eixo nos parâmetros máquina.
SOFT 60 Y AXIS Eixo Y para torno
Ativa a cinemática para trabalhar com o eixo Y e seus ciclos fixos associados.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008) SOFT 60 TANDEM AXES
Eixos tandem.
Um eixo tandem consiste em dois motores acoplados mecanicamente entre si formando um único sistema de transmissão (eixo ou spindle). Um eixo tandem permite dispor do conjugado necessário para mover um eixo quando um só motor não é capaz de fornecer o conjugado suficiente para fazê-lo.
Ao ativar esta característica, deve-se levar em consideração que para cada eixo tandem da máquina, deve-se acrescentar outro eixo a toda a configuração. Por exemplo, em um torno grande de 3 eixos (X Z e contraponto), se o contraponto for um eixo tandem, a ordem de compra final da máquina deve indicar 4 eixos.
SOFT 60 SYNCHRONISM
Sincronização de eixos e eixos-arvore.
Os eixos e os fusos podem ser sincronizados de duas formas, em velocidade ou em posição. A configuração CNC inclui sincronizar 2 eixos ou 2 spindles. Uma vez sincronizados, só o mestre visualiza e programa o elemento.
SOFT 60 HSSA I MACHINING SYSTEM High Speed Surface Accuracy I.
Opção para habilitar o algoritmo HSSA-I (High Speed Surface Accuracy) para usinagem em alta velocidade (HSC). Este novo algoritmo HSSA permite otimizar a us ina g em a alta ve loc ida de , ob t en do m aio res velocidades de corte, contornos mais suaves, melhor acabamento superficial e maior precisão.
SOFT 60 HSSA II MACHINING SYSTEM High Speed Surface Accuracy II.
Opção para habilitar o algoritmo HSSA-II (High Speed Surface Accuracy) para usinagem em alta velocidade (HSC), com as seguintes vantagens sobre o algoritmo HSSA-I.
• Algoritmo avançado para pré-processamento de pontos em tempo real.
• Algoritmo de curvatura estendida com limitações dinâmicas. Controle aprimorado de aceleração e jerk.
• Maior número de pontos processados com antecedência.
• Filtros para suavizar o comportamento dinâmico da máquina.
SOFT 60 PROBE
Ciclos fixos de apalpador.
O CNC pode ter configurados dois apalpadores;
normalmente será um apalpador de bancada para calibrar ferramentas e um apalpador de medida para realizar medições na peça.
Esta opção ativa as funções G100, G103 e G104 (para realizar movimentos do apalpador) e os ciclos fixos de apalpador (que auxiliam a medir as superfícies da peça e calibrar as ferramentas).
No modelo laser, ativa apenas a função G100, sem ciclos.
SOFT 60 CONV USER CYCLES Ciclos de usuário conversacionais.
Integração de ciclos de usuário em modo conversacional.
SOFT 60 PROGTL3
Linguagem de programação ProGTL3.
Linguagem adicional à ISO, para a programação de perfis usando linguagem geométrica sem a necessidade de utilizar sistemas CAD externos. Esta linguagem oferece a possibilidade de programar funções para definir retas e círculos que definem os pontos de intersecção de um perfil, além de macros para a geração de sólidos definidos por um perfil plano e um ou vários perfis de secção.
SOFT 60 PPTRANS
Tradutor de programas peça.
O tradutor de programas permite converter para código ISO programas Fagor escritos em outra linguagem.
SOFT THIRD PARTY I/Os CANopen de terceiros.
Habilita o uso de módulos CANopen não Fagor.
SOFT MAB SYSTEM.
Reguladores MAB.
Conexão Sercos com reguladores MAB.
SOFT 60 PWM CONTROL Pulse-Width Modulation.
Esta função se encontra disponível somente em sistemas d e r e g u l a ç ã o c o m b u s S e r c o s . É d e s t i n a d a principalmente para máquinas a laser usadas no corte de chapas muito espessas, onde o CNC gera uma série de pulsos PWM para controlar a potência do laser ao perfurar o ponto de partida.
Esta característica é essencial para cortar chapas muito grossas e requer duas saídas digitais rápidas disponíveis na unidade central. Com este novo recurso, o fabricante da máquina (OEM) não precisa instalar dispositivos externos e programá-los, reduzindo assim o custo da máquina e o tempo de instalação. O usuário final também se beneficia porque a função "Cortar com PWM" é muito mais simples de usar e programar.
SOFT 60 GAP CONTROL Controle de gap.
É destinada principalmente para máquinas a laser. O controle do gap permite manter uma distância fixa entre o bocal do laser e a superfície da chapa. Esta distância é calculada por um sensor conectado ao CNC, de modo que o CNC compensará as variações do sensor em relação à distância programada com movimentos adicionais no eixo programado para o gap.
SOFT DMC
Dynamic Machining Control.
O DMC ajusta a velocidade de avanço durante a usinagem para manter a potência de corte o mais próxima possível das condições ideais de usinagem.
SOFT FMC
Fagor Machining Calculator.
A aplicação FMC consiste em um banco de dados de materiais a serem usinados e operações de usinagem (fresamento e torneamento), junto a uma interface que permite selecionar as condições de corte adequadas para as referidas operações.
SOFT FFC
Fagor Feed Control.
Durante a execução de um ciclo fixo do editor, a função FFC permite substituir o avanço e a velocidade programados no ciclo pelos valores ativos na execução, afetados pelo feed override e pelo speed override.
SOFT 60/65/70 OPERATING TERMS Licença de uso temporário.
A opção "Operating Terms" ativa uma licença de uso temporário no CNC, válida até uma data determinada pelo OEM.
SOFT MANUAL NESTING Aninhamento manual.
O nesting ou aninhamento consiste em criar um padrão sobre a chapa, a partir de figuras previamente definidas (em arquivos dxf, dwg ou paramétricos), com o objetivo de maximizar o aproveitamento da chapa. Uma vez definido o padrão, o CNC gera o programa. No nesting manual, o operador distribui as peças sobre a chapa.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
SOFT AUTO NESTING Aninhamento automático.
O nesting ou aninhamento consiste em criar um padrão sobre a chapa, a partir de figuras previamente definidas (em arquivos dxf, dwg ou paramétricos), com o objetivo de maximizar o aproveitamento da chapa. Uma vez definido o padrão, o CNC gera o programa. No nesting automático, o aplicativo distribui as figuras sobre a chapa, otimizando o espaço.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
SOBRE O PRODUTO - CNC 8065
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS.
Características básicas. 8065 M 8065 M Power
Basic Pack 1 Basic Pack 1
Número de canais de execução 1 1 1 1 a 4
Número de eixos. 3 a 6 5 a 8 5 a 12 8 a 28
Número de spindles. 1 1 a 2 1 a 4 1 a 4
Número máximo de eixos e spindless. 7 10 16 32
Número de magazines. 1 1 1 a 2 1 a 4
Limitação 4 eixos interpolados. Opção Opção Opção Opção
Características básicas. 8065 T 8065 T Power
Basic Pack 1 Basic Pack 1
Número de canais de execução 1 1 a 2 1 a 2 1 a 4
Número de eixos. 3 a 5 5 a 7 5 a 12 8 a 28
Número de spindles. 2 2 3 a 4 3 a 4
Número máximo de eixos e spindless. 7 9 16 32
Número de magazines. 1 1 a 2 1 a 2 1 a 4
Limitação 4 eixos interpolados. Opção Opção Opção Opção
Características básicas. 8065 M 8065 M Power 8065 T 8065 T Power
Número de volantes. 1 a 12
Tipo de regulação. Analógica / Digital Sercos / Digital Mechatrolink
Comunicações. RS485 / RS422 / RS232
Ethernet PLC integrado.
Tempo de execução do PLC.
Entradas digitais/ Saídas digitais.
Marcas / Registros.
Temporizadores / Contadores.
Símbolos.
< 1ms/K 1024 / 1024 8192 / 1024 512 / 256 Ilimitados
Tempo processo de bloco. < 1 ms
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
(*) TTL / TTL diferencial / Senoidal 1 Vpp / Protocolo SSI / FeeDat / EnDat
Módulos remotos. RIOW RIO5 RIOR RCS-S RIOW-E
inline
Comunicação com os módulos remotos. CANopen CANopen CANopen Sercos EtherCAT
Entradas digitais pelo módulo. 8 24 / 48 48 - - - 8
Saídas digitais pelo módulo. 8 16 / 32 32 - - - 8
Entradas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - - - - 4
Saídas analógicas pelo módulo. 4 4 - - - 4 2
Entradas para sondas de temperatura. 2 2 - - - - - - - - -
Entradas de contagem. - - - - - - - - - 4 (*) - - -
Personalização (somente o sistema aberto).
Sistema aberto baseado em PC, totalmente personalizável.
Arquivos de configuração INI.
Ferramenta de configuração visual FGUIM.
Visual Basic®, Visual C++®, etc.
Bases de dados internas em Microsoft® Access.
Interface OPC compativel.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
OPÇÕES DE SOFTWARE.
Algumas das características descritas neste manual dependem das opções de software instaladas. As opções de software ativas no CNC podem ser consultadas no modo diagnóstico (acessível a partir da janela de tarefas, pressionando [CTRL][A]), opções de software.
Consulte o ordering handbook (manual de pedidos) para conhecer as opções de software disponíveis para o seu modelo.
SOFT ADDIT AXES Eixo adicional.
Acrescenta eixos à configuração por default.
SOFT ADDIT SPINDLES Spindle adicional.
Acrescenta spindles à configuração por default.
SOFT ADDIT TOOL MAGAZ Magazine adicional.
Acrescenta magazines à configuração por default.
SOFT ADDIT CHANNELS Canal adicional.
Acrescenta canais à configuração por default.
SOFT 4 AXES INTERPOLATION LIMIT Limitação 4 eixos interpolados.
Limita a 4 o número de eixos que o CNC pode interpolar simultaneamente.
SOFT i4.0 CONNECTIVITY PACK Industry 4.0.
Esta opção permite utilizar e realizar captura de dados por meio de FSYS.
SOFT OPEN SYSTEM Sistema aberto.
O CNC é um sistema fechado que oferece todas as características necessárias para a usinagem de peças.
No entanto, às vezes, alguns clientes usam aplicativos de terceiros para fazer medições, fazer estatísticas ou executar outras tarefas, além de usinar uma peça.
Esta função deve estar ativa quando se instala este tipo de aplicativo, inclusive quando se tratar de arquivos do Office. Uma vez instalado o aplicativo, é recomendado desligar o CNC para evitar que os usuários instalem outro tipo de aplicativo que possa retardar o sistema e afetar a usinagem.
SOFT DIGITAL SERCOS Bus digital Sercos.
Bus digital Sercos.
SOFT EDIT/SIMUL
Modo edisimu (edição e simulação).
Permite editar, modificar e simular programas peça.
SOFT DUAL-PURPOSE (M-T) Máquina combinada.
Uma máquina combinada permite executar ciclos de fresagem e torneamento. Em tornos com eixo Y, permite realizar bolsões, relevos e, inclusive, bolsões irregulares com ilhas por meio de ciclos de fresamento. Os ciclos de torneamento podem ser utilizados nas fresadoras que possuam um eixo rotativo que funcione como eixo C.
SOFT IEC 61131 LANGUAGE Linguagem IEC 61131
IEC 61131 é uma linguagem de programação de PLC, muito popular em mercados alternativos, e está entrando pouco a pouco no segmento da máquina-ferramenta.
Com esta funcionalidade, o PLC pode ser programado na linguagem Fagor habitual ou no formato IEC 61131.
Este recurso necessita o processador MP-PLUS (83700201).
SOFT TOOL RADIUS COMP Compensação de raio.
A compensação da ferramenta permite programar o contorno a usinar a partir das dimensões das peças e sem levar em consideração as dimensões da ferramenta que posteriormente será utilizada. Isto evita ter que calcular e definir a trajetória da ferramenta dependendo do raio da ferramenta.
SOFT IIP CONVERSATIONAL
Interactive Icon-based Pages (modo conversacional).
O modo IIP ou conversacional é especialmente projetado pa r a p e s s o a s s e m c o n h e c i m e n t o s p r é v i o s d e programação ou não familiarizados com os CNC da Fagor.
Trabalhar em modo conversacional é mais fácil do que em modo ISO, uma vez que assegura a entrada de dados adequada e minimiza o número de operações a serem definidas. Não há necessidade de trabalhar com programas peça.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
SOFT PROFILE EDITOR Editor de perfis.
Permite editar perfis de peça graficamente e importar arquivos dxf.
SOFT HD GRAPHICS Gráficos HD.
Gráficos sólidos 3D de alta definição para a execução e simulação de programas peça e ciclos fixos do editor.
Durante a usinagem, os gráficos HD mostram, em tempo real, a ferramenta removendo o material da peça, o que permite visualizar o estado da peça a todo instante. Os gráficos HD podem mostrar até 4 vistas da peça, onde cada uma das quais pode ser rotacionada, ampliada ou reduzida. Também permitem realizar medições na peça e, inclusive, seccionar a peça em qualquer ângulo.
Em um sistema com vários canais, este recurso necessita o processador MP-PLUS (83700201).
SOFT RTCP
RTCP dinâmico (Rotating Tool Center Point).
A opção RTCP dinâmico é uma necessidade para a usinagem com interpolação de 4, 5 ou 6 eixos.
Este recurso necessita o processador MP-PLUS (83700201).
SOFT C AXIS Eixo C.
Ativa a cinemática para trabalhar com eixo C e seus ciclos fixos associados. O CNC pode controlar vários eixos C.
Os parâmetros de cada eixo indicam se irá funcionar como um eixo C ou não, e não será necessário ativar outro eixo nos parâmetros máquina.
SOFT Y AXIS Eixo Y para torno
Ativa a cinemática para trabalhar com o eixo Y e seus ciclos fixos associados.
SOFT TANDEM AXES Eixos tandem.
Um eixo tandem consiste em dois motores acoplados mecanicamente entre si formando um único sistema de transmissão (eixo ou spindle). Um eixo tandem permite dispor do conjugado necessário para mover um eixo quando um só motor não é capaz de fornecer o conjugado suficiente para fazê-lo.
Ao ativar esta característica, deve-se levar em consideração que para cada eixo tandem da máquina, deve-se acrescentar outro eixo a toda a configuração. Por exemplo, em um torno grande de 3 eixos (X Z e contraponto), se o contraponto for um eixo tandem, a ordem de compra final da máquina deve indicar 4 eixos.
SOFT SYNCHRONISM
Sincronização de eixos e eixos-arvore.
Os eixos e os fusos podem ser sincronizados de duas formas, em velocidade ou em posição. A configuração CNC inclui sincronizar 2 eixos ou 2 spindles. Uma vez sincronizados, só o mestre visualiza e programa o elemento.
SOFT KINEMATIC CALIBRATION Calibração de cinemáticas.
Este modo de trabalho permite calibrar pela primeira vez uma cinemática e também, de tempos em tempos, voltar a recalibrá-la para corrigir os possíveis desvios que possam surgir no trabalho diário da máquina.
SOFT HSSA II MACHINING SYSTEM High Speed Surface Accuracy II.
Opção para habilitar o algoritmo HSSA-II (High Speed Surface Accuracy) para usinagem em alta velocidade (HSC), com as seguintes vantagens sobre o algoritmo HSSA-I.
• Algoritmo avançado para pré-processamento de pontos em tempo real.
• Algoritmo de curvatura estendida com limitações dinâmicas. Controle aprimorado de aceleração e jerk.
• Maior número de pontos processados com antecedência.
• Filtros para suavizar o comportamento dinâmico da máquina.
SOFT TANGENTIAL CONTROL Controle tangencial.
O controle tangencial mantém um eixo rotativo sempre na mesma orientação em relação à trajetória programada. A trajetória de usinagem é definida nos eixos do plano ativo e o CNC mantém a orientação do eixo rotativo ao longo de toda a trajetória.
SOFT PROBE
Ciclos fixos de apalpador.
O CNC pode ter configurados dois apalpadores;
normalmente será um apalpador de bancada para calibrar ferramentas e um apalpador de medida para realizar medições na peça.
Esta opção ativa as funções G100, G103 e G104 (para realizar movimentos do apalpador) e os ciclos fixos de apalpador (que auxiliam a medir as superfícies da peça e calibrar as ferramentas).
SOFT CONV USER CYCLES Ciclos de usuário conversacionais.
Integração de ciclos de usuário em modo conversacional.
SOFT 70 PROGTL3
Linguagem de programação ProGTL3
Linguagem adicional à ISO, para a programação de perfis usando linguagem geométrica sem a necessidade de utilizar sistemas CAD externos. Esta linguagem oferece a possibilidade de programar funções para definir retas e círculos que definem os pontos de intersecção de um perfil, além de macros para a geração de sólidos definidos por um perfil plano e um ou vários perfis de secção.
SOFT PPTRANS
Tradutor de programas peça.
O tradutor de programas permite converter para código ISO programas Fagor escritos em outra linguagem.
SOFT THIRD PARTY I/Os CANopen de terceiros.
Habilita o uso de módulos CANopen não Fagor.
SOFT FVC STANDARD SOFT FVC UP TO 10m3 SOFT FVC MORE TO 10m3 Compensação volumétrica.
As máquinas de 5 eixos são usadas geralmente para fabricar peças grandes. A precisão das peças é limitada pelas tolerâncias de fabricação da máquina e pelo efeito da temperatura durante a usinagem.
Em indústrias como a aeroespacial, as exigências de usinagem tornam insuficientes as ferramentas clássicas de compensação. A compensação volumétrica FVC serve para complementar as ferramentas de ajuste da máquina. Ao mapear a carga de trabalho total da máquina, o CNC conhece a posição exata da ferramenta e m t o d o s o s m o m e n t o s. D e p o i s d e a p li c a r a s compensações necessárias, a peça resultante possui a precisão e tolerância requeridas.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008) Existem três opções, dependendo do tamanho da
máquina.
• FVC STANDARD: Compensação de 25 pontos em cada eixo. Rápida para calibrar (tempo), mas menos precisa que as outras duas, embora seja suficiente para as tolerâncias desejadas.
• FVC UP TO 10m3: Compensação de volumes até 10 m³. Mais precisa que a FVC STANDARD, mas requer uma calibração mais precisa, usando um laser Tracer ou Tracker.
• FVC MORE TO 10m3: Compensação de volumes maiores que 10 m³. Mais precisa que a FVC STANDARD, mas requer uma calibração mais precisa, usando um laser Tracer ou Tracker.
Esta opção só estará disponível no modelo "Power".
SOFT DMC
Dynamic Machining Control.
O DMC ajusta a velocidade de avanço durante a usinagem para manter a potência de corte o mais próxima possível das condições ideais de usinagem.
SOFT FMC
Fagor Machining Calculator.
A aplicação FMC consiste em um banco de dados de materiais a serem usinados e operações de usinagem (fresamento e torneamento), junto a uma interface que permite selecionar as condições de corte adequadas para as referidas operações.
SOFT FFC
Fagor Feed Control.
Durante a execução de um ciclo fixo do editor, a função FFC permite substituir o avanço e a velocidade programados no ciclo pelos valores ativos na execução, afetados pelo feed override e pelo speed override.
SOFT 60/65/70 OPERATING TERMS Licença de uso temporário.
A opção "Operating Terms" ativa uma licença de uso temporário no CNC, válida até uma data determinada pelo OEM.
CNC 8060 CNC 8065
(REF: 2008)
DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE CE E CONDIÇÕES DE GARANTIA
DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE
A declaração de conformidade do CNC está disponível na área de downloads do website corporativo da FAGOR. http://www.fagorautomation.com. (Tipo de arquivo: Declaração de conformidade).
CONDIÇÕES DE GARANTIA
As condições de garantia do CNC estão disponíveis na área de downloads do website corporativo da FAGOR. http://www.fagorautomation.com. (Tipo de arquivo: Condições gerais de venda-Garantia).