*UXSR6RDUHVGD&RVWD6*366$
VRFLHGDGHDEHUWDDRLQYHVWLPHQWRGRS~EOLFR
Sede Social: Rua de Santos Pousada, 220, 4000-478 Porto Capital social 160.000.000 Euros
NIPC 500 265 763, Matriculada na CRC do Porto
CONTACTOS:
Geral [email protected] 228 342 200
Comunicação social, Relações públicas [email protected] 228 342 692 Apoio ao investidor [email protected] 228 342 534
5HODWyULRGH*HVWmR
6HPHVWUHGR([HUFtFLRGH
,1752'8d2
O pr esent e r elat ór io int er calar e as demonst r ações f inanceir as que o acompanham visam of er ecer aos Senhor es Accionist as e ao mer cado de capit ais, na obser vância da legislação aplicável, nomeadament e o Código das Sociedades Comer ciais, Código de Mer cado dos Valor es Mobiliár ios e pr escr ições e r ecomendações da CMVM em mat ér ia de pr est ação de cont as semest r ais, público conheciment o sobr e a evolução dos negócios, a sit uação económico-f inanceir a e os aspect os mais r elevant es da vida da sociedade «Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, SA» e do r espect ivo Gr upo Empr esar ial que lider a.
Os dados cont abilíst icos apr esent ados quando r epor t ados a cont as individuais devem ser int er pr et ados à luz dos pr incípios cont abilíst icos ger alment e aceit es em Por t ugal (Plano Of icial de Cont abilidade e dir ect r izes cont abilíst icas dimanadas pela Comissão de Nor malização Cont abilíst ica), enquant o num cont ext o consolidado, devem ser lidos e analisados à luz das nor mas int er nacionais (I AS/ I FRS : Nor mas I nt er nacionais de Cont abilidade / Nor mas I nt er nacionais de Relat o Financeir o), t al como adopt adas na União Eur opeia.
Nest e Relat ór io e por simplicidade são usadas abr eviat ur as e expr essões que, t êm o seguint e signif icado:
• nexo ao alanço e à emonst r ação dos esult ados individuais
• “ olít icas ont abilíst icas e ot as xplicat ivas” que int egr a as Demonst r ações Financeir as consolidadas.
• Result ado Oper acional
• Meios liber t os oper acionais
• r ea de egócios
• olume de egócios, cor r espondent e à soma de “Vendas", Pr est ações de Ser viços”
“Pr oveit os Suplement ar es” (cont as POC 71, 72 e 73)
As demonst r ações f inanceir as que acompanham est e r elat ór io não f or am obj ect o de audit or ia.
6Ë17(6(*(5$/'(67$48(
• Result ado consolidado at r ibuível ao Gr upo de 8,697 milhões de eur os, que mult iplica por 3,8 vezes o r esult ado de 2,299 milhões do per íodo homólogo do ano ant er ior ;
• Result ado oper acional de 11,935 milhões de eur os (+ 8,8%);
• Result ados líquidos individuais de 8,917 milhões de eur os, f ace a -2,036 no f inal do 1º. Semest r e de 2006;
• Concr et ização da Of er t a Pública de Aquisição de acções da sociedade;
• Assinat ur a do Cont r at o de Concessão da Linha Ver melha do Met r o de Telavive com a sociedade concessionár ia de que é accionist a uma empr esa do Gr upo;
• Obr a em car t eir a ao f inal do semest r e de 1 182 milhões de eur os (+37,8%) que em Dez. 2006;
• I nclusão das acções da Soar es da Cost a na car t eir a do índice PSI -20 a par t ir de 2 de J ulho de 2007;
A act ividade do Gr upo dur ant e o pr imeir o semest r e de 2007 f oi bast ant e posit iva; alicer çado na r ecuper ação económico-f inanceir a sust ent ada, sobej ament e evidenciada pelas demonst r ações f inanceir as do exer cício de 2006 apr ovadas na Assembleia Ger al de Accionist as de 22 de Maio de 2007 e na est abilidade do núcleo accionist a de r ef er ência, o Gr upo t em cr iadas as condições par a poder desenvolver a sua act ividade numa lógica de cr esciment o, int er nacionalização, diver sif icação e cr iação de valor .
O pr imeir o dest aque nas cont as que agor a se divulgam vai, nat ur alment e, par a o r esult ado líquido que no f inal dest e semest r e cif r ou-se em 8,697 milhões de eur os, valor que mult iplica por 3,8 vezes o alcançado no f inal do per íodo homólogo t r ansact o e sendo j á super ior ao r esult ado anual de 2006.
Relat ivament e ao volume de negócios sent iu-se um abr andament o que o 1º t r imest r e j á esboçava, r esult ant e por um lado da manut enção do ambient e r ecessivo no mer cado int er no (vide adiant e enquadr ament o macr oeconómico ger al) e do f im das obr as do Met r o do Por t o. Por out r o lado da descida do dólar amer icano que f az com que o cont r avalor em eur os do volume de negócios r ealizado nos pr incipais mer cados ext er nos onde o Gr upo est á pr esent e se r essint a. Out r o f act or pont ual ext r a-económico quis associar -se nest e per íodo, como f or am as condições met eor ológicas
excepcionalment e adver sas, a que se aludiu na inf or mação do 1º. Tr imest r e, e que af ect ar am par t icular ment e o r it mo de execução de algumas obr as impor t ant es no mer cado af r icano.
Tal r edução no volume de negócios, aliás muit o cont ida, f oi cont r ar iada posit ivament e pelos r esult ados oper acionais que se sit uar am em 11,935 milhões (+ 8,8% do que no 1º. Sem. de 2006) e pela manut enção da mar gem EBI TDA/ Volume de negócios nos 5,9%.
No quadr o seguint e são explicit ados os pr incipais indicador es consolidados.
3ULQFLSDLV,QGLFDGRUHV&RQVROLGDGRV
Valor es em milhões de eur os
5XEULFDV 6HP 6HP 9DULDomR
Volume de Negócios 276,868 295,109 -6,18%
EBI TDA 16,313 17,478 -6,67%
Mar gem EBI TDA / Vol. Negócios 5,9% 5,9% --
Result ados Oper acionais 11,935 10,969 8,81%
Cust o Líquido de f inanciament o -4,762 -2,924 62,86%
Result ado ant es de impost os 9,280 4,815 92,76%
Result ado líquido (inc. I nt . Min.) 8,974 2,805 3,20 vezes
Result ado líquido at r ib. ao Gr upo 8,697 2,299 3,78 vezes
Endividament o bancár io líquido (net -debt ) 168,408 173,235 -2,79%
Ao nível das cont as individuais r egist a-se um r esult ado líquido no f inal do 1º. Semest r e de +8,917 milhões de eur os, cont r a o valor negat ivo de 2,036 milhões no per íodo homólogo. Est a evolução no r esult ado é inf luenciada det er minant ement e pelos ganhos nas par t icipações de capit al (dividendos auf er idos).
Não sendo acont eciment os t ot alment e novos, mas pr et endendo-se nest a súmula f azer o dest aque dos pr incipais aspect os r elevant es da vida da sociedade e do Gr upo dur ant e o semest r e, não se pode deixar de f azer r ef er ência:
i) Ao r ecebiment o em J aneir o de 2007 por par t e da nossa subsidiár ia Sociedade de Const r uções Soar es da Cost a, SA, dos mont ant es acor dados com r ef er ência à dívida ext er na angolana.
ii) À r ealização em 29 de J aneir o de 2007 da sessão especial de bolsa r elat iva à Of er t a Pública de Aquisição de acções r epr esent at ivas do capit al social da Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, SA, pela "I nvest if ino - I nvest iment os e Par t icipações, SGPS, SA" , que em r esult ado da mesma passou a ser det ent or a de 56,314% do capit al e dos dir eit os de vot o1
iii) À r ealização da Assembleia Ger al Anual de Accionist as em 22 de Maio de 2007 em que f or am apr ovadas t odas as pr opost as, opor t unament e publicadas, sobr e cada um
1 Vidé em anexo inf or mação pr est ada nos t er mos legais sobr e a evolução da r espect iva par t icipação dur ant e o semest r e.
dos pont os da Or dem de Tr abalhos. No que r espeit a à composição dos ór gãos sociais2, r esult ou:
- A r at if icação da coopt ação do Sr . Manuel Roset a Fino e do Dr . Pedr o Gonçalo de Sot t o- Mayor de Andr ade Sant os, par a Pr esident e e Vogal, r espect ivament e, do Conselho de
Administ r ação;
- A nova composição da Mesa da Assembleia Ger al:
Pr esident e: Dr . J osé Manuel de Almeida Ar cher Secr et ár io: Dr . J oão Pessoa e Cost a
- A nova composição da Comissão de Remuner ações:
Pr esident e: Dr . Pedr o Gonçalo de Sot t o-Mayor de Andr ade Sant os Vogal: Dr . J oão Pessoa e Cost a
Vogal: Dr . Ant ónio J or ge Gonçalves Af onso.
- A nomeação do Dr . J or ge Bent o Mar t ins Ledo, ROC nº. 591, como r epr esent ant e da Sociedade de Revisor es Of iciais de Cont as "Mor eir a & Valent e, SROC".
iv) A assinat ur a, em 28 de Maio de 2007, ent r e o Est ado de I sr ael e a MTS, sociedade concessionár ia de que é accionist a com uma par t icipação de 20% a nossa par t icipada
"Soar es da Cost a Concessões, SGPS SA", do cont r at o de Concessão par a a Linha ver melha do met r o de Telavive.
Par a além dos r esult ados at ingidos é t ambém com agr ado que se r egist a uma evolução posit iva da car t eir a de obr as que se cif r a à dat a do f echo do semest r e em 1182 milhões de eur os, denot ando um aument o de 324 milhões de eur os (+37,8%), r elat ivament e ao f inal de 2006, bem super ior ao cont r ibut o da obr a do met r o de Telavive.
Na sequência da r evisão or dinár ia do índice PSI -20 levada a ef eit o pela Eur onext Lisbon, pelo aviso nº. 609/ 07 de 15 de J unho de 20073, est a ent idade t or nou pública a composição da car t eir a que passou a vigor ar a par t ir de 2 de J ulho, sendo nest a incluída a emissão 6RDUHV GD &RVWD (VF 376&2$(, cor r espondent e às acções or dinár ias da Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, SA.
2 A composição int egr al dos ór gãos sociais const a do pont o 3.3 adiant e.
3 Que ser ia r ect if icado pelo Aviso nº. 639/ 07, de 25 de J unho
25*$1,=$d2
&RPSRVLomRGR*UXSR
A composição do Gr upo const a do mapa "Per ímet r o e mét odos de consolidação", que pr ecede o Balanço Consolidado, e do or ganogr ama com os logót ipos das empr esas do Gr upo, que f igur a em f r ont ispício. A list a complet a das empr esas par t icipadas, dir ect a ou indir ect ament e e incluídas ou não na consolidação, const a das not as nº. 3, 4, 5 e 6 das PC&NE. Mant endo como act ividade nuclear a const r ução, o Gr upo est á or ganizado, em quat r o gr andes ár eas de negócio. Cada uma dest as ár eas de negócio est á encabeçada por uma sociedade gest or a de par t icipações sociais:
• 6RDUHVGD&RVWD&RQVWUXomR6*366$. - const r ução e engenhar ia civil
• 6RDUHV GD &RVWD ,QG~VWULD 6*36 6$- indúst r ias subsidiár ias da const r ução ou alt ament e especializadas
• 6RDUHVGD&RVWD&RQFHVV}HV6*366$- explor ação de concessões de inf r a-est r ut ur as ou ser viços públicos
• 6RDUHVGD&RVWD,PRELOLiULD6*366$. - gest ão e pr omoção imobiliár ia
São est as quat r o sociedades, int egr alment e det idas pela Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, SA, que det êm as par t icipações dir ect as nas empr esas oper acionais de cada ár ea específ ica de negócios, embor a ainda numa est r ut ur a ver t icalizada algumas dest as empr esas oper acionais det enham por sua vez par t icipações nout r as empr esas. Por out r o lado, a Sociedade det ém t ambém out r as par t icipações dir ect as dest acando-se a SCSP - Soar es da Cost a Ser viços Par t ilhados, Lda. (ex - Albino Caet ano Duar t e, Lda.) e a r ecém-cr iada Soar es da Cost a Desenvolviment o, S.A., est a vocacionada par a ser o veículo do Gr upo na ent r ada em novas ár eas de negócios, dif er ent es das ant er ior es.
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Par a melhor elucidação são r ef er idas em seguida as alt er ações que ocor r er am na composição do Gr upo ou na per cent agem das par t icipações det idas, ocor r idas dur ant e o pr imeir o semest r e de 2007:
i) Const it uição da sociedade Soar es da Cost a Civil. LLC, com sede em Miami, Flor ida, Est ados Unidos da Amér ica com o capit al social de 100.000 US$ det endo o Gr upo, por via da «Soar es da Cost a Amér ica», 80% do capit al social. É consolidada pelo mét odo int egr al.
ii) Const it uição da sociedade Mini Pr ice Hot els (Por t o) SA, com sede no Por t o det ida em 34% pelo Gr upo, sendo accionist as a Soar es da Cost a I mobiliár ia, SGPS, SA, com a par t icipação de 33% e a Soar es da Cost a Desenvolviment o, SA, com 1% do capit al social.
iii) Const it uição em 25 de J unho de 2007 da "I ndáqua Mat osinhos - I ndúst r ia e Gest ão de Águas, S. A." , com sede em Mat osinhos, com o capit al de 500.000 ½ GHWLGR dir ect ament e em 1% pelas sociedades Sociedade de Const r uções Soar es da Cost a, SA e Soar es da Cost a Concessões, SGPS, SA e em 27,14% indir ect ament e por via da par t icipação que a SDC Concessões, SGPS, SA det ém na "I ndáqua I ndúst r ia e Gest ão de Águas, SA" (accionist a da r ecém-const it uída em 97,5%). Assim, globalment e a par t icipação dir ect a e indir ect a do Gr upo é de 28,14%. É incluída pelo mét odo da equivalência pat r imonial.
iv) Dissolução e liquidação, por est ar esgot ado o seu obj ect o social, do Agr upament o Complement ar de Empr esas "Engil, Soar es da Cost a – Const r ução da Et ar de Sobr eir as, ACE" .
ÏUJmRV6RFLDLV
A composição act ual dos ór gãos sociais, após as deliber ações da Assembleia Ger al de Accionist as de 22 de Maio de 2007, é a seguint e:
• 0HVDGD$VVHPEOHLD*HUDO
Dr . J osé Manuel de Almeida Ar cher (Pr esident e) Dr . J oão Pessoa e Cost a (Secr et ár io)
• &RQVHOKR)LVFDO
Dr . J osé Luís de Bar r os Soar es Bar bosa (Pr esident e) August o Gaspar Teixeir a Fer r eir a (Vogal)
Dr . J oaquim August o Soar es da Silva (Vogal) Dr . J úlio de J esus Pint o (Suplent e)
• 5HYLVRU2ILFLDOGH&RQWDV
"Mor eir a & Valent e, Associados, SROC", r epr esent ada por Dr . J or ge Bent o Mar t ins Ledo, (ROC nº. 591), t endo como suplent e o Dr . Car los de J esus Pint o (ROC nº. 622).
• &RPLVVmRGH5HPXQHUDo}HV
Dr . Pedr o Gonçalo de Sot t o-Mayor de Andr ade Sant os (Pr esident e) Dr . J oão Pessoa e Cost a (Vogal)
Dr . Ant ónio J or ge Gonçalves Af onso (Vogal).
• &RQVHOKRGH$GPLQLVWUDomR
Sr . Manuel Roset a Fino (Pr esident e) Dr a. Mar ia Angelina Mar t ins Caet ano Ramos
Dr . Pedr o Gonçalo de Sot t o-Mayor de Andr ade Sant os, Dr . Pedr o Manuel de Almeida Gonçalves
Dr . Ant ónio Per eir a da Silva Neves
Dr . Ant ónio Manuel Sousa Bar bosa da Fr ada
• &RPLVVmR([HFXWLYD
Dr . Pedr o Manuel de Almeida Gonçalves (Pr esident e) Dr . Ant ónio Per eir a da Silva Neves
Dr . Ant ónio Manuel Sousa Bar bosa da Fr ada
3HVVRDO
As not as nº. 7 (ABDR) e nº. 23 (PC&NE) dão inf or mação sobr e o númer o de ef ect ivos da sociedade individualment e e do gr upo como um t odo.
Em t er mos individuais a sociedade t eve no semest r e o númer o médio de 22 ef ect ivos, inf er ior em uma unidade ao númer o de ef ect ivos com que t er minou o exer cício de 2006. Os cust os com pessoal dur ant e o semest r e f indo ascender am a 1,707 milhões de eur os, r epr esent at ivo de 51,0% dos cust os oper acionais da sociedade (57,4% no per íodo homólogo).
As empr esas do gr upo incluídas na consolidação pelo mét odo int egr al empr egar am em média, dur ant e o semest r e, 3 301 t r abalhador es.
Os cust os com pessoal at ingir am na demonst r ação dos r esult ados consolidados, dur ant e o semest r e f indo, o valor de 52,423 milhões de eur os aument ando o seu peso na pr opor ção dos pr oveit os oper acionais de 16,6% (no 1º. Sem. de 2006) par a 18,5%.
6XVWHQWDELOLGDGH
O Gr upo Soar es da Cost a assume a sust ent abilidade ao nível t écnico, económico, ambient al e social, como uma das pr ior idades da gest ão, const it uindo par t e int egr ant e da sua est r at égia empr esar ial, visando cont inuar a gar ant ir a cr iação de valor no longo pr azo par a os seus accionist as e st akeholder s em ger al.
Sendo cer t o que a empr esa adopt a j á muit as das boas pr át icas de sust ent abilidade e r esponsabilidade social, ent endeu-se opor t uno encar ar est a mat ér ia de f or ma mais est r ut ur ada e sist emat izada, pelo que dur ant e o semest r e or a f indo f oi iniciado o desenvolviment o de um Pr oj ect o de Sust ent abilidade, com o apoio de consult or es ext er nos.
No âmbit o da qualidade, segur ança e ambient e o Gr upo Soar es da Cost a t em vindo a implement ar e a consolidar , f aseada mas pr ogr essivament e, uma polít ica de apr oximação aos r ef er enciais nor mat ivos eur opeus nest es domínios.
A Sociedade de Const r uções Soar es da Cost a, SA, est á cer t if icada nas ár eas da Qualidade e Segur ança, est ando o sist ema de Gest ão Ambient al a aguar dar a r ealização de audit or ias de cer t if icação, j á pr ogr amadas par a J aneir o de 2008.
A nossa associada indust r ial «Clear » est á em f ase f inal de cer t if icação nas ár eas da qualidade e segur ança t endo j á decor r ido as audit or ias par a esse ef eit o.
6HUYLoRV3DUWLOKDGRV
Conf or me se r ef er iu no r elat ór io de 2006 a SCSP - Soar es da Cost a, Ser viços Par t ilhados, Lda, passou a cent r alizar e a assegur ar no int er ior do gr upo, as f unções administ r at iva, de cont abilidade e consolidação de cont as, f inanceir a, sist emas de inf or mação e de r ecur sos humanos. A act ividade dest a empr esa decor r eu dur ant e o 1º. Semest r e, j á em condições de pleno f uncionament o .
Mer ece r ef er ência a adopção e implement ação j á concr et izada de uma f er r ament a de consolidação de cont as e o ar r anque, com apoio de consult or es ext er nos, do pr oj ect o de mudança do sist ema ger al de inf or mação.
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A act ividade económica mundial cont inua a expandir -se a um r it mo saudável impulsionada pela Eur opa e pelos países emer gent es, devendo per manecer em 2007 em níveis elevados par a os padr ões hist ór icos. Por out r o lado, a economia amer icana vem denot ando uma desaceler ação no cr esciment o mot ivada por um abr andament o mais acent uado do mer cado imobiliár io e de habit ação. Ainda assim, caso os últ imos acont eciment os nos mer cados f inanceir os r elacionados com o cr édit o imobiliár io não se venham a alast r ar , há pr evisões de que a t axa de cr esciment o de 2007 nos Est ados Unidos sej a ao r edor dos 2%.
A evolução da economia por t uguesa dur ant e o ano em cur so cont inua a ser inf luenciada por vár ios f act or es que j á a enquadr avam no ano ant er ior , nomeadament e:
i) a cont inuidade do pr ocesso de globalização económica e f inanceir a;
ii) a nat ur eza r est r it iva da polít ica or çament al;
iii) o aument o das t axas de j ur o do mer cado monet ár io eur opeu, que r enovar am máximos de seis anos em J unho, r ef lect indo uma nova subida das t axas de r ef er ência do BCE no início do mês e a per spect iva de novos aument os.
O cr esciment o da act ividade económica em Por t ugal t em vindo a incr ement ar -se, impulsionado pelo excelent e compor t ament o do sect or expor t ador , mas per manece insuf icient e par a r einiciar uma t r aj ect ór ia de conver gência r eal com os nossos par ceir os eur opeus. O cr esciment o do PI B pode at ingir em 2007 uma t axa 1,8%4 cont r a 1,3% ver if icada em 2006, que cont r ast a com 2,9% (3,0%
em 2006) na União Eur opeia (27).
Quant o à inf lação, as act uais pr oj ecções apont am, par a uma t axa de var iação média do I HPC de 2,5% em 2007 o que compar a com os 3% ver if icados em 2006, andament o f avor ável r adicado no compor t ament o da component e ener gét ica.
Se globalment e a economia por t uguesa par ece r ecuper ar a t r aj ect ór ia desej ada, o sect or da const r ução civil cont inua a viver uma f ase (j á bast ant e longa) de dif iculdades:
a) Os índices mensais de pr odução na Const r ução e Obr as Públicas divulgados pelo I NE cont inuam a r egist ar valor es mensais consecut iva e invar iavelment e inf er ior es aos homólogos t r ansact os sendo que a J unho de 20075 a var iação média nos últ imos doze meses r evela uma t axa de -6,7% no índice br ut o t ot al sendo de -6,6% na const r ução de edif ícios e ainda pior - 6,9% nas obr as de engenhar ia.
4 No 1º. Tr imest r e de 2007 a t axa de var iação f ace ao per íodo homólogo f oi de 2% (Cont as Nacionais Tr imest r ais, 1º. Tr imest r e de 2007, I NE)
5 I NE – Í ndices de Pr odução, Empr ego, Remuner ações e Hor as Tr abalhadas na Const r ução e Obr as Públicas – J unho de 2007, divulgados em 13 de Agost o.
b) A FBCF em const r ução só em 2008 passar á a t er um cr esciment o ligeir ament e posit ivo depois de um ciclo de vár ios anos (desde 2001 inclusive) com t axas negat ivas a que se j unt ar á a de 20076 enquant o que o invest iment o em globo j á no ano em cur so se pr evê venha a t er um cr esciment o anual posit ivo, ainda que mar ginal (+0,4% segundo a Comissão Eur opeia ou de +0,6% segundo o Banco de Por t ugal7).
c) A r edução da pr ocur a pública t em sido uma component e impor t ant e da r est r it iva polít ica or çament al t endo em vist a o obj ect ivo de consolidação das cont as públicas. No pr imeir o semest r e de 2007 o valor licit ado em concur sos de obr as públicas f icou abaixo 31% do valor apur ado no mesmo per íodo de 20068, quando ent ão j á est ava abaixo 20% do valor homólogo do ano ant er ior .
d) O consumo de ciment o cont inua a apr esent ar índices de var iação negat ivos (-1,8% at é J ulho).
Face ao expost o e como r esult ado da cr ise pr olongada, 2007 não deixar á de ser um ano globalment e mau par a o sect or da const r ução, mas há conf iança de que possa f uncionar como o ano do anúncio da vir agem, f ace a indicador es, nomeadament e no segment o da const r ução de edif ícios não r esidenciais, que par ecem denot ar j á uma r ecuper ação sensível.
Est a esper ança, mais ainda do que expect at iva, assent a t ambém a sua base no enquadr ament o macr oeconómico global f avor ável e na per spect iva de uma r eor ient ação da polít ica económica com a necessár ia inver são da t r aj ect ór ia do invest iment o e dent r o dest e um r ápido r elançament o do invest iment o em const r ução. Que o Quadr o de Ref er ência da Est r at égia Nacional (QREN) apr ovado sej a apenas um indicador dest a r eor ient ação desej ada e necessár ia ao cr esciment o e desenvolviment o sust ent ado do país.
No que concer ne ao mer cado Angolano, onde o Gr upo est á implement ado há mais de 25 anos, a economia cont inua a apr esent ar sinais de f or t e cr esciment o económico devendo apr esent ar em 2007 uma das maior es t axas de cr esciment o do PI B ao nível Mundial9. Est e cr esciment o cont ínuo e sust ent ado do PI B é enquadr ado por uma consolidação do pr ocesso de est abilização macr oeconómica que t em gar ant ido a est abilidade monet ár ia, cambial e a queda cont ínua da t axa de inf lação, cr iando condições pr opícias ao invest iment o pr ivado. Nest e âmbit o, o sect or de const r ução t em-se r evelado par t icular ment e dinâmico.
6 -2,6% segundo est imat ivas da Comissão Eur opeia (Economic For ecast s Spr ing 2007) cit ada pela ANEOP.
7 Bolet im Económico Ver ão 2007.
8 Relat ór io Tr imest r al – 2º. Tr imest r e de 2007 ANEOP – J ulho de 2007. Pelo cont r ár io, Algum f enómeno de concent r ação de adj udicações no semest r e conduziu, por ém a que o valor adj udicado t enha sido super ior em 41% ao valor homólogo do ano t r ansact o. Est e aspect o leva a ant ecipar per spect ivas posit ivas na pr odução de obr as públicas a médio pr azo.
9 Est imat iva de 31% par a 2007, segundo o FMI
6,78$d2(&21Ï0,&$(),1$1&(,5$('(6(03(1+2'2*5832
&RQWDVLQGLYLGXDLV
32&As cont as individuais da sociedade Gr upo Soar es das Cost a, SGPS, SA r egist am no f inal dest e semest r e um volume de negócios de 1,6 milhões de eur os, valor subst ancialment e inf er ior ao do exer cício ant er ior em consequência da concent r ação, j á r ef er ida no Relat ór io de Gest ão de 2006, de um conj unt o de ser viços que a sociedade ant es pr est ava, na SCSP - Soar es da Cost a Ser viços Par t ilhados, Lda.
Os r esult ados oper acionais f or am negat ivos de 1,7 milhões de eur os.
Os r esult ados f inanceir os (vide not a 45 do ABDR), sit uar am-se em +9,339 milhões de eur os (cont r a o valor negat ivo de 2,061 no per íodo homólogo do ano ant er ior ) em r esult ado da conj ugação de algum agr avament o do cust o líquido de f inanciament o (passou de 2,440 par a 3,123 milhões de eur os) e do r egist o expr essivo dos r endiment os de par t icipação de capit al de 12,904 milhões, valor que se sust ent a nos dividendos r ecebidos designadament e das Subholdings (9,9 milhões da ár ea de const r ução, 1,5 milhões da ár ea da indúst r ia e 1,5 milhões da ár ea das concessões).
Por consequência, o r esult ado no f inal do semest r e sit uou-se em 8,917 milhões de eur os, que per mit e ant ecipar um r esult ado par a o f inal do exer cício bast ant e melhor do que o at ingido em 2006.
O valor líquido dos Act ivos, 302,5 milhões de eur os, subiu cer ca de 15,3 milhões de eur os r elat ivament e a Dezembr o de 2006 com a var iação concent r ada no act ivo cor r ent e nas dívidas de t er ceir os (+13,5 milhões) e nas disponibilidades (+1,6 milhões).
Est e aument o do lado do act ivo f oi compensado no 2º. Membr o do balanço pelo aument o dos capit ais pr ópr ios (+8,9 milhões cor r espondent e ao r esult ado líquido do semest r e) e a par t e r est ant e (6,4 milhões) pelo aument o do passivo, pr opor cionando uma melhor ia do r ácio de aut onomia f inanceir a que passou de 50,4% par a 50,8% (+0,4 pont os per cent uais).
&RQWDVFRQVROLGDGDVGR*UXSR
9ROXPHGHQHJyFLRV
O volume de negócios r egist ado ao f inal do 1º semest r e é de 276,9 milhões ou sej a inf er ior em 6,2%
ao do per íodo homólogo do ano ant er ior (295,1 milhões).
Est a descida é j ust if icada, no ent ant o, por compor t ament os dist int os dos mer cados nacional e int er nacional.
No mer cado nacional a manut enção do clima depr essivo e o f inal em 2006 de obr as impor t ant es, designadament e as obr as de const r ução do Met r o Ligeir o do Por t o e do Aer opor t o Sá Car neir o, cont r ibuír am decisivament e par a a r edução subst ancial do VN (conf or me o quadr o Volume de Negócios por mer cados, abaixo evidencia), o que aliás, não se af ast a signif icat ivament e das expect at ivas.
Com ef eit o, a r ecessão do sect or no mer cado int er no t em implicado uma agr essiva concor r ência com iner ent e degr adação dos pr eços de adj udicação e esmagament o incompor t ável das mar gens, ao que a or ient ação polít ico - est r at égica do Gr upo r esist e em associar -se. Por out r o lado, o esf or ço da ár ea comer cial do Gr upo visível na evolução da car t eir a (Vide pont o 5.3) ainda não se r ef lect iu no semest r e or a f indo em t er mos de ef ect iva pr odução.
J á no sect or ext er no o volume de negócios aument ou signif icat ivament e, passando a r epr esent ar 71,9% do volume de negócios t ot al.
Em t odos os mer cados est r angeir os houve cr esciment o do volume de negócios, com excepção do mer cado amer icano. Mas t ambém nest e a var iação de -7,2% encont r ada é nominal, mais do que r eal, j á que em moeda de or igem (US$) o volume de negócios t eve um aument o ainda que mar ginal (+0,2%), sof r endo o seu valor em Eur os as consequências da desvalor ização do dólar , conf or me quadr o seguint e:
(VWDGRV8QLGRVGD$PpULFD 6 6 9DULDomR
US$ 77.062 76.913 0,2%
Taxa de Câmbio 0,74957 0,80915 -7,4%
Eur os 57.763 62.234 -7,2%
Est es f act or es f or am agr avados por condições climat ér icas negat ivas dur ant e a pr imeir a par t e do semest r e o que af ect ou t ambém o r it mo de execução de algumas obr as impor t ant es no mer cado af r icano.
De qualquer modo se consider ar mos a t ot alidade dos pr oveit os oper acionais (r ealidade mais adequada par a t r aduzir a pr odução nest e sect or de act ividade) e que consider a nomeadament e a var iação da pr odução, o abr andament o é menor (-4,9%).
Est a r edução pôde ser cont r ar iada ao nível dos ganhos de ef iciência que per mit ir am a obt enção de r esult ados oper acionais no f inal do semest r e super ior es em cer ca de 1 milhão de eur os ao do per íodo homólogo, um ano ant es (11,93 milhões cont r a 10,97).
'LVWULEXLomRGR9ROXPHGH1HJyFLRVSRU0HUFDGRV*HRJUiILFRV
Valor es em milhões de eur os
0HUFDGR 6 6 9DU
Por t ugal 77,801 28,10% 124,964 42,35% -37,74%
Angola 122,846 44,37% 101,444 34,38% 21,10%
E.U.A. 57,763 20,86% 62,234 21,09% -7,18%
Moçambique 6,269 2,26% 3,297 1,12% 90,18%
S. Tomé e Pr íncipe 6,132 2,21% 1,986 0,67% 208,80%
Out r os 6,056 2,19% 1,184 0,40% 411,64%
7RWDO
Volume de Negócios 2007 Desdobramento por mercados 2,2%
44,4%
2,2%
2,3%
20,9% 28,1% Portugal
Angola E.U.A.
Moçambique S. Tomé Príncipe Outros
O quadr o seguint e est r at if ica o volume de negócios pelas diver sas ár eas: "Const r ução", "I ndúst r ia",
"I mobiliár ia" e "Concessões", o que per mit e ver if icar a sua evolução por segment os de negócios
9ROXPHGH1HJyFLRV&RQVROLGDGR 'HVGREUDPHQWRSRUiUHDVGHQHJyFLRV
Valor es em milhar es de eur os
ÉUHDVGH1HJyFLRV 6HP
6HP
9DULDomR
GRUPO SDC, SGPS + SERV. PARTI LHADOS 69 0,0% 87 0,0% -20,5%
AN CONSTRUÇÃO 244.801 88,4% 268.083 90,8% -8,7%
AN I NDÚSTRI A 29.311 10,6% 26.579 9,0% 10,3%
AN I MOBI LI ÁRI A 2.423 0,9% 254 0,1% 854,0%
AN CONCESSÕES 264 0,1% 106 0,0% 148,9%
VOLUME DE NEGÓCI OS TOTAL 276.868 100,0% 295.109 100,0% 100,0%
O quadr o evidencia nat ur alment e o peso signif icat ivo do cont r ibut o da AN da const r ução par a o volume de negócios consolidados, mas r ef lect e um aument o das r est ant es ár eas de negócios.
Uma not a par t icular par a a Ár ea de Concessões que devido ao mét odo de Consolidação (Equivalência Pat r imonial) não evidencia, de f or ma aj ust ada, o peso cada vez mais impor t ant e na act ividade do Gr upo, sit uação que os quadr os r ef er ent es à r endibilidade (vide 5.2.2.) per mit ir ão ext er ior izar .
5HQGLELOLGDGH
Se os quadr os acima per mit em uma análise da evolução e composição por ár eas de negócio dos
«out put s» os que se seguem per mit em ver if icar o andament o da sua r endibilidade. No quadr o imediat o apr esent a-se a demonst r ação e est r ut ur a dos r esult ados consolidados par a o t r iénio 2005- 2007, que é bem demonst r at ivo de uma evolução bast ant e posit iva da r endibilidade do Gr upo.
Se o 1º. Semest r e de 2005 const it uiu o mar co da inver são dos r esult ados que passar am a ser (ainda que modest ament e) posit ivos, 2006 per mit iu a consolidação de uma t r aj ect ór ia ascendent e que em 2007 é clar ament e r ef or çada ao at ingir -se a r ent abilidade líquida do volume de negócios de 3,1%.
Assim, as demonst r ações f inanceir as ao f inal do 1º. Semest r e de 2007 r evelam um r esult ado oper acional de 11,935 milhões de eur os (4,3% do VN), super ior es em 8,8% ao r esult ado equivalent e do ano ant er ior à mesma dat a e que mult iplica por 7,2 vezes o valor de 2005.
Por sua vez a inf or mação cont ida na PC&NE 24, par a a qual se r emet e, dá um impor t ant e cont r ibut o na análise dos r esult ados f inanceir os consolidados.
O r esult ado líquido consolidado do exer cício at ingiu o mont ant e de 8,697 milhões de eur os, 3,78 vezes o obt ido no per íodo homólogo de 2006.
'HPRQVWUDomRH(VWUXWXUDGRV5HVXOWDGRV&RQVROLGDGRV6²6
Valor es em milhar es de eur os; est r ut ur a em % do volume de negócios
!#"$ &% !'"$ (
"*)+-,).-/10
3241 &%
9ROXPHGH1HJyFLRV &%65 % 5 - 376&! 8(9-8 76&! 4(565& 2%7:!
Var iação da Pr odução 1.248 0,5% -216 -0,1% 11.301 --
Out r os ganhos oper acionais 5.014 1,8% 2.773 0,9% 1.466 --
; +<01=?>,@A0-BC0D >+A) E,01F )4,B 45G9G -*&7HG ! 8 I6% % % 7J8! I6( 5 5 2-KI7J8!
Cust o Mer c. Vend. E Mat . Cons. 72.866 26,3% 74.557 25,3% 58.994 -2,3%
For necim. E Ser viços Ext er nos 128.562 46,4% 146.912 49,8% 152.647 -12,5%
Cust os c/ pessoal 52.423 18,9% 49.536 16,8% 43.923 5,8%
Out r os cust os oper acionais 11.324 4,1% 9.111 3,1% 5.540 24,3%
Pr ovisões e aj ust am. de valor 416 0,2% 1.240 0,4% 4.302 -60,4%
Amor t . e per das de impar idade 5.604 2,0% 5.341 1,8% 4.527 3,5%
L > B?M4N@?)O40QPRD1>+A)1E,0F-)N*S:TUV1WX 8G( KI7HG ! I8%8 G&76&! 6% ( ( 5*7Y5!
Result ado Líq. Oper . Descont . 0 0,0% -545 -0,2% -217 --
Result ado Financeir o -2.655 -1,0% -5.609 -1,9% -851 -52,7%
L > B?M4N@?)O40[ZIF?@A>B\V4]^D-01BA@_0 B 83Y454 G*7K*! K651( 7Y%! ( 54 8&&7Y5!
I mpost os s/ r endiment o -307 -0,1% -2.009 -6,8% -432 -98,5%
L > B?M4N@?)O40a`1bc&d&0Q>1e>+fE1bE,0 58K G*7:! *654( 76&! 1( ( & 87J8&!
L > B?M4N@?)O40a`1bc&^) @?+ ,g^)10ih3+_M1D-0 56%8 G*7f! *Y8 8 7Y5! G%4 5*7: !
Os Meios Liber t os Oper acionais (EBI TDA)10 at ingir am no f inal do semest r e um valor de 16,313 milhões ao nível do obt ido um ano ant es em t er mos da r elação com o VN (+5,9%).
O quadr o seguint e evidencia o cont r ibut o de cada ár ea de negócios par a os sucessivos níveis de r esult ados: oper acionais, f inanceir os e líquidos, com r ef er ência ao 1º. Semest r e de 2007:
10 Result ado Oper acional + Amor t izações do exer cício + Pr ovisões e aj ust ament os de valor , líquidos de r ever sões
5HVXOWDGRV2SHUDFLRQDLV)LQDQFHLURVH/tTXLGRVFRQVROLGDGRVSRUiUHDVGHQHJyFLRV
valor es em milhar es de eur os
ÉUHDVGH1HJyFLRV 5HV2SHUDF 5HV)LQDQF 5HV/tT
Gr upo SGPS, SA + SERV. PARTI LHADOS -1 745 9 338 8 934
AN CONSTRUÇÃO 13 385 - 629 9 379
AN I NDÚSTRI A 1 892 -1 283 755
AN I MOBI LI ÁRI A - 751 -344 - 979
AN CONCESSÕES - 847 3 163 3 508
Eliminações/ Dividendos 1 -12 900 -12 900
727$/
Dest aque-se:
• O cont r ibut o det er minant e da ár ea de Const r ução e t ambém das Concessões, cuj o peso r elat ivo é j á impor t ant e, na f or mação do r esult ado líquido do Gr upo. A ár ea da I ndúst r ia cont r ibuiu no semest r e com um r esult ado posit ivo o que não ocor r ia no f inal do 1º. Semest r e de 2006. A ár ea I mobiliár ia t em cont r ibut o ainda negat ivo, pois o ef eit o do apr oveit ament o int egr al do espaço do ex- Cent r al Shopping não est á ainda concr et izado.
• Os r esult ados líquidos do Gr upo que passar am a ser posit ivos por f or ça da dist r ibuição de dividendos por empr esas par t icipadas, conf or me j á acima r ef er ido a pr opósit o da análise das cont as individuais da Sociedade, mas cuj o ef eit o no âmbit o da consolidação t em de ser eliminado.
(YROXomRGRV$FWLYRV&RQVROLGDGRVHVXDGHFRPSRVLomRJHRJUiILFD
Na composição do balanço consolidado e no que concer ne aos act ivos podem-se t ecer as seguint es consider ações:
O goodwill mant ém o mesmo valor de 5,962 milhões de eur os r espeit ant e à par t icipação na
"I ndáqua".
O t ot al do act ivo cif r a-se em 655,8 milhões de ½PDLVPLOKões do que em 31 de Dezembr o de 2006. Est e aument o decompõe-se num incr ement o de +7,6 milhões no act ivo não cor r ent e e +4,1 no act ivo cor r ent e. No não cor r ent e assume impor t ância o aument o do imobilizado cor pór eo (+11,4 milhões) com par t icular r elevo par a os t er r enos e edif ícios (+7,1 milhões) e par a o equipament o básico (+3,8 milhões).
No cor r ent e r egist ou-se um aument o dos invent ár ios e dos out r os act ivos cor r ent es (acr éscimos e dif er iment os) enquant o por sua vez as dívidas de t er ceir os r egist ar am um decr éscimo assinalável (- 20,7 milhões) pela cobr ança j á assinalada dos cr édit os sobr e Angola.
A dist r ibuição das r espect ivas gr andes r ubr icas de act ivos por ár eas geogr áf icas const a da par t e f inal da PC&NE 7, de que agr egadament e se apr esent a a seguint e dist r ibuição espacial:
$&7,926&2162/,'$'266 /RFDOL]DomR
31%
57%
2%
6%
4%
Portugal Angola E.U.A.
Moçambique Outros
(YROXomRGRV&DSLWDLV3UySULRV
A sociedade não det ém, dir ect a ou indir ect ament e, acções pr ópr ias.
Dur ant e o semest r e não houve oper ações de mer cado que alt er assem o capit al social que, por isso, mant ém o valor de 160 milhões de eur os (vide PC&NE 16) e t ambém não houve f undos dist r ibuídos.
A evolução das globalidade dos capit ais pr ópr ios de 124,1 par a 132,9 milhões de eur os é, assim, j ust if icada essencialment e pelo r esult ado consolidado do exer cício (+8,7 milhões).
(YROXomRGR3DVVLYR&RQVROLGDGR
O passivo t ot al sof r eu um ligeir o aument o desde 31.12.2006 (+1,8%) passando par a 522,8 milhões.
Tal é f eit o à cust a de um compor t ament o dif er enciado ent r e passivo cor r ent e e passivo não cor r ent e. No pr imeir o assinale-se a r edução subst ancial das dívidas cor r ent es de t er ceir os enquant o que por sua vez o passivo não cor r ent e sof r eu um aument o.
O endividament o líquido (net -debt ) assume o valor de 168,4 milhões de eur os, pr at icament e ao nível do f inal de 2006 (167,7 milhões), cont r a 173,3 no f inal do pr imeir o semest r e do ano passado.
(YROXomRGHDOJXQVUiFLRVHLQGLFDGRUHV
O quadr o abaixo expr ime a evolução de alguns r ácios e indicador es económico-f inanceir os r epor t ados às cont as consolidadas do gr upo, que r ef lect em uma t r aj ect ór ia posit iva, quer nos indicador es de liquidez quer de aut onomia f inanceir a, enquant o o EBI TDA mant ém uma expr essão bast ant e int er essant e em r elação ao volume de negócios:
5iFLRLQGLFDGRU 6 jfj 9DULDomR Liquidez Reduzida [(act ivo cor r ent e – invent ár .)/ passivo cor r ent e] 0,800 0,781 +2,4%
Liquidez Ger al (act ivo cor r ent e / passivo cor r ent e) 1,105 1,058 +4,4%
Solvabilidade (act ivo líquido / passivo t ot al) 1,254 1,239 +1,2%
Aut onomia Financeir a (capit ais pr ópr ios / act ivo líquido) 20,3% 19,3% + 1 p.p.
Mar gem EBI TDA ( ebit da / volume de negócios) 5,9% 5,9% --
&DUWHLUDGH2EUDV
À dat a de 30 de J unho de 2007 a car t eir a de obr as apr esent a um valor de 1.182 milhões de eur os, ao qual se cont r apõe o valor de 858 milhões no f inal do ano ant er ior , o que r evela um compor t ament o dever as posit ivo no semest r e e t r aduz o r ef lexo do esf or ço da ár ea comer cial do Gr upo, r ef or çando as per spect ivas quant o à evolução posit iva f ut ur a do volume de negócios.
Par a além da assinat ur a do Cont r at o de Concessão da Linha Ver melha do Met r o de Telavive, o semest r e or a encer r ado car act er izou-se, pela adj udicação de obr as impor t ant es, no país e no est r angeir o, de que se dest aca:
Edif ícios Eur opa - Ruben A., Por t o
Pousada de S. Teot ónio – Gr upo Pest ana, Viseu
Reabilit ação da Pont e de Viana do Cast elo – Ref er
Abast eciment o de Água aos concelhos de Valença, Monção e Melgaço – Águas do Minho e Lima
Hot el Pr omenade - M & J Pestana, Madeir a
ETAR Bar r eir o / Moit a, em consór cio
I ce Logic I + I I , Est ados Unidos da Amér ica
Escola Secundár ia da Tr indade – São Tomé e Pr íncipe
Tor r es At lânt ico (Acabament os) – At lant ic Tower s, Angola (em consór cio)
Zona de Lazer – Apar t ament os – Mussulo – Angola
Sana Luanda Royal Hot el – Angola
Const r ução da Nova Pont e da Cat umbela – Angola (em consór cio)
I NEA – Via Rápida Luanda - Viana – Angola (em consór cio)
11 Os que se r ef er em ao Balanço (os quat r o pr imeir os) est ão r epor t ados a 31.12.2006, enquant o o últ imo, r espeit ando a f luxos, est á r ef er ido ao f inal do 1º. Semest r e.
35(9,62'$(92/8d2$7e$2),1$/'2(;(5&Ë&,2
Consider ando o desenvolviment o da act ividade no pr imeir o semest r e, ver if ica-se alguma cont enção no volume de negócios global, por via da r edução do cont r ibut o do mer cado int er no. Tal f act o, como se vê pelos r esult ados expr essos nas demonst r ações f inanceir as anexas a est e r elat ór io não pr oduziu ef eit os signif icat ivos (at é pela salvaguar da da não exposição do Gr upo à degr adação das mar gens vigent es, que t em acompanhado a adj udicação de obr as no país) na r endibilidade evidenciada, t r aduzida pelos r esult ados oper acionais at ingidos super ior es em 8,8% ao obt ido um ano ant es.
Salvaguar dando event uais ef eit os de f act or es não cont r olados pela empr esa, nomeadament e var iações signif icat ivas de t axas de câmbio, t axas de j ur o ou a ocor r ência de f act or es excepcionais, exist em per spect ivas de que par a o f inal do exer cício o Gr upo possa at ingir os seguint es valor es consolidados :
Volume de negócios : 575 milhões de eur os
EBI TDA : 36 milhões de eur os
Result ado líquido super ior a 10 milhões de eur os
267Ë78/2662$5(6'$&267$(20(5&$'2'(&$3,7$,6 5HSUHVHQWDomRGR&DSLWDO
O capit al da sociedade no valor de 160 milhões de eur os é r epr esent ado, e dur ant e o semest r e não exist ir am alt er ações, por 160.000.000 de acções escr it ur ais de valor nominal unit ár io de 1 ½VHQGR que 133.000.000 são or dinár ias e 27.000.000 são pr ef er enciais sem dir eit o de vot o. Por ém, est as últ imas, em conf or midade com o dispost o no nº. 3 do ar t . 342º. do Código das Sociedades Comer ciais gozam act ualment e do dir eit o de vot o.
6tQWHVHGDVFRPXQLFDo}HVDRPHUFDGRGXUDQWHRVHPHVWUH
Dur ant e o pr imeir o semest r e de 2007 a sociedade Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, SA, publicou ou disponibilizou ao público, na sua qualidade de emit ent e de valor es mobiliár ios admit idos à cot ação a seguint e inf or mação:
&RPXQLFDGRVH,QIRUPDo}HVGLVSRQLELOL]DGDVDRS~EOLFRDWUDYpVGRVVtWLRVGD
&090GD1<6((XURQH[WHGD*UXSR6RDUHVGD&RVWD6*366$
a) I nf or mação Pr ivilegiada
'DWD 'HVFULomR
28-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e assinat ur a do cont r at o de Concessão par a a linha ver melha do met r o de TEL AVI V
28-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e as Cont as r elat ivas ao Pr imeir o Tr imest r e de 2007
22-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e as deliber ações da Assembleia Ger al Anual de 22 de Maio de 2007
18-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a sua int enção de const it uir consór cio par a a concessão do Miami St r eet Car
26-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e apr esent ação a I nvest idor es (ver são em inglês)
02-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a Divulgação de Result ados r elat ivos ao exer cício de 2006 (cont as ainda não audit adas)
16-01-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Anúncio r ecebido da Revisão da Cont r apar t ida da Of er t a Pública de Aquisição
05-01-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e o pagament o da divida ext er na da República de Angola
b) Pr est ação de Cont as (anuais, semest r ais e t r imest r ais)
'DWD 'HVFULomR
13-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e Relat ór io e Cont as do exer cício de 2006
28-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e as Cont as r elat ivas ao Pr imeir o Tr imest r e de 2007 (ver são em inglês)
28-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e as Cont as r elat ivas ao Pr imeir o Tr imest r e de 2007
c) Relat ór io sobr e o Gover no da Sociedade
'DWD 'HVFULomR
13-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. Gover no da Sociedade 2006
d) Tit ular es de Ór gãos Sociais
'DWD 'HVFULomR
22-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e as deliber ações da Assembleia Ger al Anual de 22 de Maio de 2007
e) Convocat ór ias
'DWD 'HVFULomR
19-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Rect if icação à Convocat ór ia – Explicit ação do Pont o 6 da Or dem de Tr abalhos
18-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Convocat ór ia par a a Assembleia Ger al Anual
f ) Par t icipações Qualif icadas
'DWD 'HVFULomR
27-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e o aument o da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
26-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a r edução da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
19-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e o aument o da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
14-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a r edução da Par t icipação Qualif icada do Deut sche Bank AG
14-06-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a r edução da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
23-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a SGPS, S.A. inf or ma sobr e Par t icipação Qualif icada do Sant ander Gest ão de Act ivos, S.A.
22-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e o aument o da Par t icipação
Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A. - Rect if icação
21-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e o aument o da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP - Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
07-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e r edução da Par t icipação Qualif icada do Banif – Banco de I nvest iment os, S.A.
02-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a r edução da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
24-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Adit ament o à Comunicação de alienação de Par t icipação Qualif icada pela M2 Capit al Management , LP
23-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e a aquisição de Par t icipação Qualif icada pelo Deut sche Bank AG
23-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e alienação de Par t icipação Qualif icada pela M2 Capit al Management , LP
20-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Par t icipação Qualif icada do Banif – Banco de I nvest iment o, S.A.
13-03-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e o aument o da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP - Gest ão de Fundos de I nvest iment o, S.A.
07-03-2007 Gr upo Soar es da Cost a SGPS, S.A., inf or ma da r edução da Par t icipação Qualif icada da Fundação Salvador Caet ano
14-02-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e o r ef or ço da Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment os, S.A.
01-02-2007
Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e a alienação da t ot alidade das Par t icipações Qualif icadas de Laur indo Cor r eia da Cost a e Sociedade Agr ícola Quint a do Cisne
01-02-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e a alienação da t ot alidade da Par t icipação Qualif icada do Banif - Banco de I nvest iment os, S.A.
29-01-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e a Par t icipação Qualif icada da I nvest if ino após apur ament o dos r esult ados da Of er t a Pública de Aquisição
29-01-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e Par t icipação Qualif icada do Millennium BCP – Gest ão de Fundos de I nvest iment os, S.A.
15-01-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e o r ef or ço da Par t icipação Qualif icada do Banif – Banco de I nvest iment os, S.A.
11-01-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e Par t icipação Qualif icada da M2 Capit al Management , LP
g) Of er t as Públicas de Aquisição
'DWD 'HVFULomR
16-01-2007
Anúncio de r evisão do valor da cont r apar t ida na Of er t a Pública de Aquisição, ger al e obr igat ór ia, lançada pela I nvest if ino sobr e as acções, or dinár ias e pr ef er enciais, da Gr upo Soar es da Cost a
h) Sínt ese Anual da I nf or mação Divulgada
'DWD 'HVFULomR
14-03-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A., inf or ma sobr e a Sínt ese Anual de I nf or mação Divulgada em 2006
&RPXQLFDGRVH,QIRUPDo}HVGLVSRQLELOL]DGDVDRS~EOLFRDWUDYpVGR3RUWDOGH -XVWLoD
'DWD 'HVFULomR
23-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Rect if icação à Convocat ór ia – Explicit ação do Pont o 6 da Or dem de Tr abalhos
19-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Convocat ór ia par a a Assembleia Ger al Anual
&RPXQLFDGRVH,QIRUPDo}HVGLVSRQLELOL]DGDVDRS~EOLFRDWUDYpVGR%ROHWLPGH
&RWDo}HVGD(XURQH[W
'DWD 'HVFULomR
23-05-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e as deliber ações da Assembleia Ger al Anual de 22 de Maio de 2007
23-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Rect if icação à Convocat ór ia – Explicit ação do Pont o 6 da Or dem de Tr abalhos
19-04-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e Convocat ór ia par a a Assembleia Ger al Anual
$SyVGH-XQKRGHIRUDPDLQGDHPLWLGDVDVVHJXLQWHVFRPXQLFDo}HV
09-07-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e o aument o da Par t icipação Qualif icada super ior a 2/ 3 da I nvest if ino – I nvest iment os e Par t icipações SGPS SA
10-07-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. esclar ece not ícias saídas na comunicação social 13-07-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, S.A. inf or ma sobr e adit ament o ao comunicado da
I nvest if ino r elat ivo a Par t icipação Qualif icada
02-08-2007 Gr upo Soar es da Cost a, SGPS, SA inf or ma sobr e r edução da Par t icipação Qualif icada do Millenium bcp Gest ão de Fundos de I nvest iment os, S.A.
&RPSRUWDPHQWRHP%ROVD
O quadr o seguint e most r a alguns dados ger ais sobr e os moviment os e cot ações das acções or dinár ias dur ant e o semest r e agor a f indo e o semest r e homólogo do ano ant er ior . Obser va-se que os dados cor r espondent es ao 1º. Semest r e de 2006 f or am adapt ados t endo em consider ação o
«split » ef ect uado post er ior ment e, de modo a t or ná-los compar áveis:
,QGLFDGRU 8QLGDGH 6 6
Númer o das acções or dinár ias t r ansaccionadas Unidade 433.650.192 59.014.610
Valor t ot al das acções or dinár ias t r ansaccionadas Mil Eur 668.776,53 28.572,85
Valor de aber t ur a no exer cício Eur / acção 0,69 0,348
Valor no f echo no exer cício Eur / acção 2,45 0,596
Valor médio/ acção or dinár ia Eur / acção 1,5422 0,4842
Valor máximo acção or dinár ia Eur / acção 2,45 0,598
Dat a da sessão r espect iva Mmm/ dd J un/ 29 J un/ 21
Valor mínimo acção or dinár ia Eur / acção 0,69 0,326
Dat a da sessão r espect iva Mmm/ dd J an/ 02 J an/ 16
Ainda que os mer cados f inanceir os e a Eur onext / Lisboa dur ant e o semest r e f indo t enham evoluído sob condições f avor áveis e ger alment e em alt a, t em de se dest acar o compor t ament o excepcional e par t icular ment e act ivo das acções or dinár ias da sociedade quer em moviment o quer em valor . Est e compor t ament o veio a culminar com a sua inclusão, a par t ir de 2 de J ulho do cor r ent e ano, na car t eir a do PSI -20.
Const at a-se que o valor médio das acção or dinár ias t r ansaccionadas no 1º semest r e f oi super ior em + 218,5% ao que se ver if icou no per íodo homólogo um ano ant es e que a cot ação de f echo do semest r e 2,45 ½FRQWUDFRUUHVSRQGHDXPDYDULDoão de +311,1% r elat ivament e ao valor do f echo de há um ano.
J á em dat a post er ior ao do f im do semest r e - em 10 de J ulho de 2007 - as acções at ingir am a cot ação de f echo de 2,79 ½HQRGLDVHJXLQWHDWLQJLUDPXPYDORUPi[LPRLQWUD-sessão de 2,89 ½
)$&7263267(5,25(6
As cont as anexas f or am apr ovadas pelo Conselho de Administ r ação par a divulgação em 11 de Set embr o de 2007. Não ocor r er am post er ior ment e à dat a de encer r ament o das demonst r ações f inanceir as event os signif icat ivos que possam t er af ect ado as inf or mações nelas expr essas.
Por t o, 11 de Set embr o de 2007 O Conselho de Administ r ação
Manuel Roset a Fino (Pr esident e)
Mar ia Angelina M. Caet ano Ramos Pedr o Gonçalo de Sot t o-Mayor
de Andr ade Sant os
Ant ónio Per eir a da Silva Neves Pedr o M. de Almeida Gonçalves (Pr esident e da Comissão Execut iva)
Ant ónio Manuel S. Bar bosa da Fr ada
$&&,21,67$6&203$57,&,3$d®(6683(5,25(6$$
0DQXHO)LQR6*366$ Númer o de acções
% Dir eit os Vot o I ndir ect ament e at r avés da I nvest if ino – I nvest iment os e
Par t icipações, SGPS, SA 105.865.097 66,1657
7RWDOLPSXWiYHO 105.865.097 66,1657
&DHWDQR²6*366$ Númer o de acções
% Dir eit os Vot o
Dir ect ament e 17.600.000 11,0000
At r avés da Administ r ador a da Caet ano – SGPS, S.A. 9.000 0,0057 7RWDOLPSXWiYHO 17.600.000 11,0109
0LOOHQQLXPEFS²*HVWmRGH)XQGRVGH,QYHVWLPHQWR6$ Númer o de acções
% Dir eit os Vot o At r avés de vár ios Fundos de I nvest iment o 9.266.107 5,791 7RWDOLPSXWiYHO 9.266.107 5,791
6DQWDQGHU*HVWmRGH$FWLYRV6$ Númer o de acções
% Dir eit os Vot o At r avés de vár ios Fundos de I nvest iment o 4.584.941 2,87
7RWDOLPSXWiYHO 4.584.941 2,87
3$57,&,3$d®(6'260(0%526'26Ï5*2662&,$,6(0
0(0%526'2&216(/+2'($'0,1,675$d2
65 0$18(/ 526(7$ ),12 – É Pr esident e do Conselho de Administ r ação da Sociedade I nvest if ino – I nvest iment os e Par t icipações SA. Est a Sociedade det inha em 1 de J aneir o de 2007, 69.322.820 acções.
Após 1 de J aneir o, a «I nvest if ino» pr ocedeu às seguint es aquisições:
'$7$ 35(d2 48$17,'$'(
26 J aneir o 2007 ½ 20.647.979 OPA
26 J aneir o 2007 ½ 131.209 For a da OPA
½ 122.300
30 J aneir o 2007
½ 881.971
½ 802.200
½ 928.009
½ 1.221.325
2 Fever eir o 2007
½ 682.468
5 Fever eir o 2007 ½0,88 399.227
½ 217.043
6 Fever eir o 2007
½ 65.457
5 J unho 2007 ½ 250.000
½ 60.137
½ 72.122
6 J unho 2007
½ 484.341
7 J unho 2007 ½ 19.627
½ 84.000
½ 113.773
½ 50.000
8 J unho 2007
½ 200.000
½ 191.000
19 J unho 2007
½ 3.215.000
½ 121.012
½ 190.000
½ 20.000
20 J unho 2007
½ 800.000
½ 49.595
½ 20.000
½ 213.000
½24 204.950
21 J unho 2007
½ 465.050
½ 26.972
½ 73.028
22 J unho 2007
½ 50.000
Após OPA
½ 28.500
½ 120.520
½ 115.516
25 J unho 2007
½ 1.015.171
½ 102.797
½ 103.203
½ 230.850
½ 116.300
26 J unho 2007
½ 440.000
½ 74.835
27 J unho 2007
½ 815.165
28 J unho 2007 ½ 306.625
Após OPA
Assim em 30 de J unho de 2007 det ém 105.865.097 acções que cor r espondem a 66,1657% do capit al social, assim discr iminado:
$&d¯(6 48$17,'$'( 727$/
Acções Or dinár ias 78.872.452 59,3025%
Acções Pr ef er enciais
pr esent ement e com vot o 26.992.645 99,9728%
7RWDO
'5 0$5,$ $1*(/,1$ 0$57,16 &$(7$12 5$026 - Det inha em 1 J aneir o de 2007, 474.000 acções.
A 18 de J aneir o de 2007, vendeu 465.000 acções ao pr eço de 0,83 eur os, passando a det er 9.000 acções do Gr upo Soar es da Cost a que cor r espondem a 0,0057% do capit al social.
É Administ r ador a da Caet ano SGPS, SA. que det inha em 1 de J aneir o de 2007, 26.409.000 acções. Após 1 de J aneir o a Caet ano, SGPS,SA pr ocedeu às seguint es vendas:
'$7$ 35(d2 48$17,'$'(
7 Fever eir o 2007 ½ 2.000.000
9 Fever eir o 2007 ½ 1.000.000
10 Abr il 2007 ½ 813.262
11 Abr il 2007 ½ 1.186.738
16 Abr il 2007 ½ 879.171
17 Abr il 2007 ½ 929.829
18 Abr il 2007 ½ 549.315
19 Abr il 2007 ½ 450.685
20 Abr il 2007 ½ 500.000
23 Abr il 2007 ½ 150.000
24 Abr il 2007 ½ 350.000
Assim em 30 de J unho de 2007 det ém 17.600.000 acções que cor r espondem a 11,00% do capit al social.
'5 $17Ð1,2 3(5(,5$ '$ 6,/9$ 1(9(6 – Det inha em 1 de J aneir o de 2007, 13.200 acções e mant ém a mesma quant idade.
'53('52*21d$/2'(627720$<25'($1'5$'(6$1726 – É Administ r ador da Sociedade I nvest if ino – I nvest iment os e Par t icipações SA. Est a Sociedade det inha em 1 de J aneir o de 2007, 69.322.820 acções.
Após 1 de J aneir o a «I nvest if ino» pr ocedeu às seguint es aquisições:
'$7$ 35(d2 48$17,'$'(
26 J aneir o 2007 ½ 20.647.979 OPA
26 J aneir o 2007 ½ 131.209 For a da OPA
½ 122.300
30 J aneir o 2007
½ 881.971
½ 802.200
½ 928.009
½ 1.221.325
2 Fever eir o 2007
½ 682.468
5 Fever eir o 2007 ½0,88 399.227
½ 217.043
6 Fever eir o 2007
½ 65.457
5 J unho 2007 ½ 250.000
½ 60.137
½ 72.122
6 J unho 2007
½ 484.341
7 J unho 2007 ½ 19.627
½ 84.000
½ 113.773
½ 50.000
8 J unho 2007
½ 200.000
½ 191.000
19 J unho 2007
½ 3.215.000
½ 121.012
½ 190.000
½ 20.000
20 J unho 2007
½ 800.000
½ 49.595
½ 20.000
½ 213.000
½ 204.950
21 J unho 2007
½ 465.050
½ 26.972
½ 73.028
22 J unho 2007
½ 50.000
Após OPA
½ 28.500
½ 120.520
½ 115.516
25 J unho 2007
½ 1.015.171
½ 102.797
½ 103.203
½ 230.850
½ 116.300
26 J unho 2007
½ 440.000
½ 74.835
27 J unho 2007
½ 815.165
28 J unho 2007 ½ 306.625
Após OPA
Assim em 30 de J unho de 2007 det ém 105.865.097 acções que cor r espondem a 66,1657% do capit al social, assim discr iminado:
$&d¯(6 48$17,'$'( 727$/
Acções Or dinár ias 78.872.452 59,3025%
Acções Pr ef er enciais
pr esent ement e com vot o 26.992.645 99,9728%
7RWDO
0(0%526'2&216(/+2),6&$/
'5-26e/8Ì6'(%$552662$5(6%$5%26$ – Det inha em 1 de J aneir o de 2007, 520 acções, e mant ém a mesma quant idade.
65$8*8672*$63$57(,;(,5$)(55(,5$ – Det inha em 1 de J aneir o de 2007, 56.735 acções, e mant ém a mesma quant idade.
Os r est ant es membr os dos Ór gãos de Administ r ação e Fiscalização não det êm acções da Empr esa.