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Sistema de Registro de Preços

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Sistema de Registro de Preços

O Sistema de Registro de Preços (SRP) é um procedimento que a Administração utiliza para racionalizar a atividade de compras e contratações. É recomendado como sistemática preferencial na operacionalização de aquisições pelo setor público, consoante o art. 15 da Lei nº 8.666/83:

Art. 15. As compras, sempre que possível, deverão:

II - ser processadas através de sistema de registro de preços;

(4)

Sistema de Registro de Preços

Decreto nº 7.892/13, art. 2º:

I –

Sistema de Registro de Preços

– conjunto de

procedimentos para registro formal de preços

relativos à prestação de serviços e aquisição de

(5)

1. (CESPE / MI / 2009) É vedada a participação de sociedade de economia mista em um sistema de registro de preços.

Decreto nº 7.892/13

Art. 1º As contratações de serviços e a aquisição de bens, quando efetuadas pelo Sistema de Registro de Preços - SRP, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, fundos especiais, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas, direta ou indiretamente pela União, obedecerão ao disposto neste Decreto.

te Decreto.

(6)

2. (Inédita) Uma ata de registro de preços é um instrumento vinculativo e obrigacional que inter-relaciona preços, fornecedores, órgão gerenciador e participantes.

Decreto nº 7.892/2013, art. 2º, II - ata de registro de preços - documento vinculativo, obrigacional, com característica de compromisso para futura contratação, em que se registram os preços, fornecedores, órgãos participantes e condições a serem praticadas, conforme as disposições contidas no instrumento convocatório e propostas apresentadas;

(7)

3. (Inédita) Apesar de a ata de registro de preços ser um instrumento vinculativo e obrigacional, não confere ao particular direito subjetivo à contratação. Difere, pois, de um contrato administrativo, em que há a efetiva obrigatoriedade de se demandar as quantidades previamente acordadas.

A ata de registro de preços caracteriza-se como um negócio jurídico em que são acordados entre as partes, Administração e licitante, apenas o objeto licitado e os respectivos preços ofertados. A formalização da ata gera apenas uma expectativa de direito ao signatário, não lhe conferindo nenhum direito subjetivo à contratação.

Na ata de registro de preços, é acordado entre as partes apenas o objeto licitado e os respectivos preços ofertados, diferenciando-se de um típico contrato administrativo, no qual também são acertadas as quantidades a serem contratadas e existe a obrigação, e não mera faculdade, de o contratante demandar as quantidades previamente acordadas. (Acórdão n. 1.285/2015 – TCU Plenário);

(8)

4. (FGV / TJ – AM / 2013 – adaptada) Dentre as vantagens do sistema de registro de preços está a desnecessidade de aquisição da totalidade dos bens/serviços estimados na licitação, além de que a contratação ocorrerá apenas quando surgir a necessidade da aquisição dos referidos bens e serviços.

(9)

5. (Inédita) A compra ou contratação de bens e serviços, em que o órgão gerenciador conduz os procedimentos para registro de preços destinado à execução descentralizada de programa ou projeto federal, mediante prévia indicação da demanda pelos entes federados beneficiados, é denominada compra federativa.

De acordo com o Decreto nº 7.892/2013, tal iniciativa é denominada

compra nacional.

(10)

6. (Inédita) O SRP é aplicável a serviços comuns de engenharia e a obras de pequeno porte, nas modalidades concorrência ou pregão.

É possível a contratação de serviços comuns de engenharia com base em registro de preços quando a finalidade é a manutenção e a conservação de instalações prediais, em que a demanda pelo objeto é repetida e rotineira. Contudo, o sistema de registro de preços não é aplicável à contratação de obras, uma vez que nesta situação não há demanda de itens isolados, pois os serviços não podem ser dissociados uns dos outros. (Acórdão n. 3.605/2014 – Plenário TCU). A questão está ERRADA.

(11)

7. (Inédita) O SRP é aplicável obras padronizadas no âmbito do RDC.

Decreto nº 7.581/11, Art. 87. O Sistema de Registro de Preços destinado especificamente ao RDC - SRP/RDC será regido pelo disposto neste Decreto.

I - Sistema de Registro de Preços - SRP - conjunto de procedimentos para registro formal de preços para contratações futuras, relativos à prestação de serviços, inclusive de engenharia, de aquisição de bens e de execução de obras com características padronizadas;

(12)

8. (Inédita) A adoção do sistema de registro de preços para a contratação de serviços técnicos especializados de consultoria e de arquitetura afronta a legislação vigente.

A utilização do sistema de registro de preços para contratação de serviços técnicos especializados de consultoria, engenharia e arquitetura não encontra amparo na legislação vigente. O SRP é adequado àquelas compras e serviços mais simples e rotineiros, ou seja, que podem ser individualizados por meio de descrição simplificada e sucinta, sem complexidades, o que não se verifica na pretensa contratação, cujo escopo tratava de serviços técnicos especializados. A elaboração de um projeto de engenharia e arquitetura envolve alta atividade intelectual e resulta em produto único, não passível de repetição. (Acórdão nº 2006/2012 – TCU Plenário).

(13)
(14)

• quando, pelas características do bem ou serviço,

houver

necessidade de contratações frequentes

;

• quando for mais conveniente a aquisição de bens com

previsão de entregas parceladas;

• quando a aquisição de bens ou a contratação de

serviços destinar-se ao atendimento

a mais de um

órgão ou entidade, ou a programas de governo; ou

• quando, pela natureza do objeto,

não for possível

definir previamente o quantitativo

a ser demandado

pela Administração;

(15)

9. (CESPE / ANATEL / 2014) Uma das hipóteses para a adoção do SRP na prestação de serviços a uma entidade da Administração é a impossibilidade de se determinar, previamente, com que frequência ou abrangência esses serviços serão demandados.

Decreto nº 7.892/13, Art. 3º O Sistema de Registro de Preços poderá ser adotado nas seguintes hipóteses:

I – quando [...] houver necessidade de contratações frequentes;

II - quando for conveniente a aquisição de bens com previsão de entregas parceladas [...];

III - quando for conveniente a aquisição de bens ou a contratação de serviços para atendimento a mais de um órgão ou entidade, ou a programas de governo; ou

IV - quando, pela natureza do objeto, não for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela Administração.

(16)

10. (CESPE / HEMOBRÁS / 2008) Será adotado, preferencialmente, o SRP quando, pelas características do bem ou serviço, houver necessidade de contratações frequentes.

O enunciado retrata de forma adequada o inciso I do art. 3º do Decreto nº 7.892/13.

(17)

11. (CESPE / HEMOBRÁS / 2008) Será adotado, preferencialmente, o SRP quando, pela natureza do objeto, for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela administração.

A adoção do SRP, conforme preconiza o art. 3º do Decreto em estudo, poderá ser efetuada quando, pela natureza do objeto, não for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela Administração.

(18)

12. (MPE – MG / MPE – MG / 2013) O Decreto nº 7.892/2013 regulamentou o Sistema de Registro de Preços – SRP para as contratações de serviços e a aquisição de bens no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, fundos especiais, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas, direta ou indiretamente pela União.

São hipóteses que a norma admite a utilização do SRP, com EXCEÇÃO de:

a) Quando, pelas características do bem ou serviço, houver necessidade de contratações frequentes.

b) Quando, pela natureza do objeto, for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela Administração.

c) Quando for conveniente a aquisição de bens ou a contratação de serviços para atendimento a mais de um órgão ou entidade, ou a programas de governo.

d) Quando for conveniente a aquisição de bens com previsão de entregas parceladas ou contratação de serviços remunerados por unidade de medida ou em regime de tarefa.

(19)

(Resolução) Uma das hipóteses de uso do SRP, como vimos, é quando da impossibilidade de definição prévia do quantitativo a ser demandado pela Administração. Dessa forma, a alternativa “b” é a exceção à qual se refere o enunciado.

(20)

13. (CESPE / ANTAQ / 2014) Considere que a administração pública federal necessite adquirir, junto ao mercado, papel A4 para impressão, para uso de determinado ente público. Nessa situação, se houver outros entes federais interessados na aquisição desse tipo de papel e for conveniente para a administração, poderá ser realizado o registro de preços.

Decreto nº 7.892/13

Art. 3º O Sistema de Registro de Preços poderá ser adotado nas seguintes hipóteses:

III - quando for conveniente a aquisição de bens ou a contratação de serviços para atendimento a mais de um órgão ou entidade, ou a programas de governo;

(21)

14. (FCC / MPE – AM / 2013) A respeito do Sistema de Registro de Preços, considere:

I. A licitação para registro de preços deve ser realizada exclusivamente na modalidade pregão.

II. Esse sistema será adotado preferencialmente quando, pelas características do bem ou serviço, houver necessidade de contratações frequentes.

III. Esse sistema não é admissível quando não for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela Administração.

Está correto o que se afirma APENAS em: a) II. b) I e III. c) III. d) I e II. e) II e III.

(22)

(Resolução) Vejamos os comentários às assertivas:

I. Existe a previsão legal, como vimos, do emprego da modalidade concorrência. A assertiva está errada;

II. A assertiva retrata uma das hipóteses insculpidas no art. 3º do Decreto nº 7.892/13. A afirmativa está correta;

III. Ao contrário: o SRP é passível de emprego “quando, pela natureza do objeto, não for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela Administração”. A assertiva está errada.

(23)

3. A dinâmica do SRP: IRP e os papeis do gerenciador

e dos participantes

(24)

Órgão Gerenciador

Órgãos participantes

Fornecedor

$$$

Cumprimento do objeto da ata Órgão

(25)

15. (Inédita) O procedimento da intenção de registro de preços (IRP) deve ser, sempre, operacionalizado por módulo do Sistema de Administração e Serviços Gerais (SIASG).

Decreto nº 7.892/13, Art. 4º Fica instituído o procedimento de Intenção de Registro de Preços - IRP, a ser operacionalizado por módulo do Sistema de Administração e Serviços Gerais - SIASG, que deverá ser utilizado pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Serviços Gerais - SISG, para registro e divulgação dos itens a serem licitados .

(26)

16. (Inédita) Desde que motivada, a divulgação da intenção de registro de preços pode ser dispensada pelo órgão gerenciador.

Decreto nº 7.892/13, Art. 4º § 1º A divulgação da intenção de registro de preços poderá ser dispensada, de forma justificada pelo órgão gerenciador.

(27)

17. (Inédita) A IRP, deve possibilitar, em todos os casos, a inclusão de novos itens e de novas localidades de entrega, pelos órgãos participantes .

Decreto nº 7.892/13, Art. 4º § 3º § 3º Caberá ao órgão gerenciador da Intenção de Registro de Preços - IRP:

II - aceitar ou recusar, justificadamente, os quantitativos considerados ínfimos ou a inclusão de novos itens;

Art. 6º § 5º Caso o órgão gerenciador aceite a inclusão de novos itens, o órgão participante demandante elaborará sua especificação ou termo de referência ou projeto básico, conforme o caso, e a pesquisa de mercado [...]

§ 6º Caso o órgão gerenciador aceite a inclusão de novas localidades para entrega do bem ou execução do serviço, o órgão participante responsável pela demanda elaborará, ressalvada a hipótese prevista no § 2º, pesquisa de mercado que contemple a variação de custos locais ou regionais

(28)

18. (Inédita) O órgão gerenciador pode incluir órgãos participantes que não se manifestaram durante a IRP, desde que a inclusão seja efetivada até 5 dias úteis antes da publicação do edital.

Decreto nº 7.892/13, Art. 4º § 3º Caberá ao órgão gerenciador da Intenção de Registro de Preços - IRP:

III - deliberar quanto à inclusão posterior de participantes que não manifestaram interesse durante o período de divulgação da IRP.

§ 4º Os procedimentos constantes dos incisos II e III do § 3º serão efetivados antes da elaboração do edital e de seus anexos.

(29)

19. (Inédita) É condição para que órgão ou entidade ingresse como participante em ata de registro de preços federal pertencer a essa esfera de governo.

O enunciado é transcrição do Acórdão nº 1.054/14 – Plenário TCU.

No entanto, à época, o art. 2º do Decreto em estudo trazia a seguinte redação:

IV - órgão participante - órgão ou entidade da administração pública federal que participa dos procedimentos iniciais do Sistema de Registro de Preços e integra a ata de registro de preços;

A redação foi alterada pelo Decreto n. 8.250/2014:

IV - órgão participante - órgão ou entidade da administração pública que participa dos procedimentos iniciais do Sistema de Registro de Preços e integra a ata de registro de preços;

(30)

20. (Inédita) O órgão participante de compra nacional pode prescindir de manifestação durante a IRP.

Decreto nº 7.892/13, Art. 2º VII - órgão participante de compra nacional - órgão ou entidade da administração pública que, em razão de participação em programa ou projeto federal, é contemplado no registro de preços independente de manifestação formal.

(31)

Atribuições do órgão gerenciador e dos participantes

ÓRGÃO GERENCIADOR ÓRGÃO PARTICIPANTE

• Registrar sua IRP no Portal de Compras do Governo federal;

• Consolidar a estimativa de consumo, promovendo a adequação dos termos de referência ou projetos básicos encaminhados para atender aos requisitos de padronização e racionalização;

• Estimar o valor da licitação e consolidar os dados das pesquisas de mercado realizadas pelos órgãos e entidades participantes [...]

• Confirmar junto aos órgãos participantes a sua concordância com o objeto a ser licitado;

• Realizar o procedimento licitatório; • Gerenciar a ata de registro de preços;

• Conduzir eventuais renegociações dos preços registrados;

• Aplicar as penalidades decorrentes de infrações no procedimento licitatório e as decorrentes do descumprimento do pactuado na ata de registro de preços ou nas obrigações contratuais, em relação às suas próprias contratações.

• Manifestar o interesse em participar do RP;

• Encaminhar, ao gerenciador, sua estimativa de consumo, local de entrega e, se for o caso, o TR / projeto básico;

• Manifestar, durante a IRP, a concordância com o objeto a ser licitado;

• Tomar conhecimento da ata de RP, e de suas eventuais alterações;

• Aplicar as penalidades decorrentes da descumprimento das obrigações da Ata, em relação às suas contratações;

(32)

21. (CESGRANRIO / BNDES / 2013 - adaptada) Nos termos da legislação federal sobre registro de preços, caberá ao órgão gerenciador não apenas a prática de todos os atos de controle e administração do Sistema de Registro de Preços, mas também o(a):

a) convite, mediante editais publicados em jornais locais, aos órgãos e às entidades para participarem do registro de preços.

b) consolidação de todas as informações relativas à estimativa coletiva de consumo, promovendo a adequação dos respectivos projetos executivos.

c) realização da pesquisa de mercado, que é facultativa, com vistas à identificação dos valores a serem licitados.

d) comunicação aos órgãos participantes da sua concordância com o objeto a ser licitado.

(33)

(Resolução) Com base nas atribuições do órgão gerenciador, vejamos os comentários às alternativas:

a) as licitações para registro de preços serão nas modalidades concorrência ou pregão (e não convite). A alternativa está errada;

b) O inciso II do art. 5º prevê que o órgão gerenciador irá promover a adequação dos termos de referência ou dos projetos básicos (e não executivos). A alternativa está errada;

c) A realização de pesquisa de mercado (inciso IV) não é facultativa. A alternativa está errada;

d) A alternativa retrata apropriadamente a incumbência descrita no inciso V do art. 5º. Está, assim, correta.

(34)

22. (Inédita) Nem a realização de estimativa de despesas e nem a aplicação de sanções administrativas são atribuições exclusivas do órgão gerenciador da ata de registro de preços.

Decreto nº 7.892/13, Art. 5º Caberá ao órgão gerenciador a prática de todos os atos de controle e administração do Sistema de Registro de Preços, e ainda o seguinte:

IV - realizar pesquisa de mercado para identificação do valor estimado da licitação e, consolidar os dados das pesquisas de mercado realizadas pelos órgãos e entidades participantes [...]

X - aplicar, garantida a ampla defesa e o contraditório, as penalidades decorrentes do descumprimento do pactuado na ata de registro de preços ou do descumprimento das obrigações contratuais, em relação às suas próprias contratações.

(35)
(36)

23. (CESPE / TRT 8ª Região / 2013) A seleção de licitantes, no sistema de registro de preços, deve ser feita por meio da modalidade tomada de preços.

Decreto 7.892/13, Art. 7º A licitação para registro de preços será realizada na modalidade de concorrência, do tipo menor preço, nos termos da Lei nº 8.666, de 1993, ou na modalidade de pregão, nos termos da Lei nº 10.520, de 2002, e será precedida de ampla pesquisa de mercado.

(37)

24. (CESGRANRIO / EPE / 2010) A licitação para o Sistema de Registro de Preços é realizada na modalidade de:

a) convite, apenas. b) pregão, apenas.

c) tomada de preços, apenas. d) concorrência ou convite. e) concorrência ou pregão.

...apenas para reforçar o exposto anteriormente. Resposta: E

(38)

25. (Inédita) O tipo de licitação, nos certames para registro de preços, é sempre o menor preço.

Decreto 7.892/13, Art. 7º § 1º O julgamento por técnica e preço, na modalidade concorrência, poderá ser excepcionalmente adotado, a critério do órgão gerenciador e mediante despacho fundamentado da autoridade máxima do órgão ou entidade.

(39)

26. (ESAF / CGU / 2006 – adaptada) A existência do sistema de registro de preços, previsto na lei de licitações (Lei n. 8.666/93), para a compra de bens, destinados ao serviço público, não se aplica, nos casos de contratações diretas, sem licitação.

De fato, não há previsão legal para que a formalização de um registro de preços dê-se sem licitação prévia. Preliminarmente, deve-se proceder à licitação, nas modalidades pregão ou concorrência.

(40)

27. (ESAF / DNIT / 2013) Assinale a opção que contenha os termos adequados para o preenchimento das lacunas abaixo.

O art. 15, § 3o , inciso I da Lei n. 8.666/93 determina que a modalidade

de licitação para selecionar os potenciais fornecedores na sistemática de registro de preços deve ser _________. Entretanto, a Lei n. 10.520/2002, em seu art. 11, possibilita a utilização da modalidade ________, quando o sistema de registro de preços destinar-se às compras e contratações de __________.

a) Concorrência, pregão, bens e serviços comuns.

b) Concorrência, tomada de preços, bens e serviços comuns. c) Pregão, concorrência, bens comuns.

d) Concorrência, pregão, bens comuns.

(41)

(Resolução) Lei n. 8.666/93, inciso I, § 3o O sistema de registro de

preços será regulamentado por decreto, atendidas as peculiaridades regionais, observadas as seguintes condições:

I - seleção feita mediante concorrência;

II - estipulação prévia do sistema de controle e atualização dos preços registrados;

III - validade do registro não superior a um ano.

No entanto, a Lei nº 10.520/02 trouxe a possibilidade da seleção para o SRP dar-se mediante a modalidade pregão, sendo este um rito inerente a bens e serviços comuns.

Art. 11. As compras e contratações de bens e serviços comuns, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, quando efetuadas pelo sistema de registro de preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, poderão adotar a modalidade de pregão, conforme regulamento específico.

(42)

28. (CESPE / CADE / 2014) O julgamento da licitação para registro de preços, por técnica e preço, pode ser adotado, desde que seja prolatado despacho fundamentado da autoridade máxima do órgão. Para a realização desse tipo de licitação, é necessária a indicação de dotação orçamentária.

Decreto nº 7.892/13, Art. 7º, § 2º Na licitação para registro de preços não é necessário indicar a dotação orçamentária, que somente será exigida para a formalização do contrato ou outro instrumento hábil.

(43)

29. (CESPE / EBC / 2011 – adaptada) Consoante o Decreto n.º 7.892/2013, na ata de registro de preços do sistema de registro de preços para contratações de serviços e aquisição de bens no âmbito da administração federal, devem ser registrados os preços, fornecedores, órgãos participantes e condições a serem praticadas, conforme as disposições contidas no instrumento convocatório e propostas apresentadas, cujo prazo de validade não poderá exceder a doze meses, incluindo-se eventuais prorrogações. A administração está autorizada a subdividir a quantidade total de bens em lotes, desde que técnica e economicamente viável, de modo a possibilitar maior competitividade.

Decreto nº 7.892/2013, Art. 8º O órgão gerenciador poderá dividir a quantidade total do item em lotes, quando técnica e economicamente viável, para possibilitar maior competitividade, observada a quantidade mínima, o prazo e o local de entrega ou de prestação dos serviços.

(44)

30. (Inédita) No SRP, a recomendação de se subdividir serviços em lotes esbarra na recomendação de não se contratar mais de uma empresa para prestar o mesmo serviço em um mesmo órgão.

Decreto nº 7.892/13, Art. 8º, § 1º No caso de serviços, a divisão considerará a unidade de medida adotada para aferição dos produtos e resultados, e será observada a demanda específica de cada órgão ou entidade participante do certame.

§ 2º Na situação prevista no § 1º, deverá ser evitada a contratação, em um mesmo órgão ou entidade, de mais de uma empresa para a execução de um mesmo serviço, em uma mesma localidade, para assegurar a responsabilidade contratual e o princípio da padronização.

(45)

31. (CESPE / ANATEL / 2014) A existência de SRP vincula a Administração caso esta pretenda contratar o objeto do registro de preços.

Decreto nº 7.892/13, Art. 16. A existência de preços registrados não obriga a administração a contratar, facultando-se a realização de licitação específica para a aquisição pretendida, assegurada preferência ao fornecedor registrado em igualdade de condições.

(46)

32. (CESPE / TJ – RO / 2012) Com relação às compras da administração pública, assinale a opção correta à luz da Lei de Licitações e Contratos. a) O prazo de validade da ata de registro de preços poderá ser

superior a um ano.

b) A existência de preços registrados obriga a administração pública a firmar as contratações que deles poderão advir.

c) A relação de todas as compras feitas pela administração pública direta ou indireta deve ser publicada, mensalmente, em órgão de divulgação oficial ou em quadro de avisos de amplo acesso público. d) Em caso de força maior ou caso fortuito, as compras da

administração poderão ser feitas sem a caracterização de seu objeto e sem a indicação dos recursos orçamentários para seu pagamento.

(47)

32. (Resolução)

a) Decreto 7.892/2013, Art. 12. O prazo de validade da ata de registro de preços não será superior a doze meses, incluídas eventuais prorrogações. A alternativa está errada.

b) Decreto 7.892/2013, Art. 16. A existência de preços registrados não obriga a administração a contratar, facultando-se a realização de licitação específica para a aquisição pretendida(...)

A alternativa está errada.

c) Lei 8.666/93, Art. 16. Será dada publicidade, mensalmente, em

órgão de divulgação oficial ou em quadro de avisos de amplo acesso público, à relação de todas as compras feitas pela Administração Direta ou Indireta (...). A alternativa está correta.

(48)

32. (Resolução)

d) Lei 8.666/93, Art. 14. Nenhuma compra será feita sem a adequada caracterização de seu objeto e indicação dos recursos orçamentários para seu pagamento, sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem lhe tiver dado causa. A alternativa está errada.

e) Lei 8.666/93, Art. 15. As compras, sempre que possível, deverão: I - atender ao princípio da padronização, que imponha compatibilidade de especificações técnicas e de desempenho, observadas, quando for o caso, as condições de manutenção, assistência técnica e garantia oferecidas; A alternativa está errada.

(49)
(50)

33. (FGV / TJ – AM / 2013 – adaptada) O efeito carona do sistema de registro de preços consiste na possibilidade de qualquer órgão ou entidade da administração de determinando ente aderir posteriormente a uma ata de Registro de Preços, ainda que não tenha participado da licitação que deu origem à mesma.

A assertiva menciona, sem grandes detalhes, a possibilidade de um órgão não-participante aderir tardiamente uma ata de registro de preços já vigente. Foi dada pela banca como CORRETA.

Cabe a menção, todavia, de que um órgão federal, por exemplo, não pode aderir a uma ata cujo órgão gerenciador é estadual, municipal ou distrital. Já o caminho contrário é permitido. É o que preconizam os §§ 8º e 9º do Decreto nº 7.892/13:

§ 8º É vedada aos órgãos e entidades da administração pública federal a adesão a ata de registro de preços gerenciada por órgão ou entidade municipal, distrital ou estadual.

§ 9º É facultada aos órgãos ou entidades municipais, distritais ou estaduais a adesão a ata de registro de preços da Administração Pública Federal.

(51)

34. (Inédita) Não é obrigatória a previsão em edital para registro de preços a previsão de adesão por órgão não participante. Caso o órgão ou entidade gerenciador opte por conferir tal possibilidade, deve motivar sua decisão.

O órgão gerenciador do registro de preços deve justificar eventual previsão editalícia de adesão à ata por órgãos ou entidades não participantes (“caronas”) dos procedimentos iniciais. A adesão prevista no art. 22 do Decreto 7.892/13 é uma possibilidade anômala e excepcional, e não uma obrigatoriedade a constar necessariamente em todos os editais e contratos regidos pelo Sistema de Registro de Preços. (Acórdão n. 1.297/2015 – TCU Plenário).

(52)

35. (CESPE / STF / 2013) É facultada aos órgãos da administração pública federal a adesão à ata de registro de preços gerenciada por órgão estadual.

Conforme dispõe o § 8º do Decreto nº 7.892/13, a adesão de órgão e entidade da administração pública federal a ata de registro de preços gerenciada por órgão ou entidade de esfera “inferior” é vedada.

(53)

36. (Inédita) Em caso de adesão de órgão não participante a determinada ata de registro de preços, cabe ao órgão gerenciador a verificação da vantagem de adesão de cada interessado.

No Sistema de Registro de Preços, não cabe ao órgão gerenciador a verificação da vantagem da adesão de cada interessado. Compete ao órgão ou entidade não participante utilizar os preços previstos na ata combinados com os quantitativos da contratação que pretende realizar para avaliar e demonstrar a economicidade de sua adesão.. (Acórdão n. 1.151/2015 – TCU Plenário).

(54)
(55)

37. (FCC / TRT 12ª Região / 2013) O sistema de registro de preços será regulamentado por decreto, atendidas as peculiaridades regionais, observadas, dentre outras condições, a validade do registro não superior a cinco anos.

Trata-se de questão elaborada com base no §3º do art. 15 da Lei de Licitações e Contratos:

§ 3o O sistema de registro de preços será regulamentado por decreto, atendidas as peculiaridades regionais, observadas as seguintes condições:

[...]

III - validade do registro não superior a um ano.

(56)

38. (CESGRANRIO / EPE / 2010 - adaptada) A Lei no 8.666/93 estabelece que as compras de bens e materiais pela Administração deverão ser, sempre que possível, processadas através de sistema de registro de preços, cuja validade não poderá ser superior a:

a) 1 mês. b) 3 meses. c) 6 meses. d) 12 meses. e) 24 meses.

Decreto nº 7.892/2013, Art. 12. O prazo de validade da ata de registro de preços não será superior a doze meses, incluídas eventuais prorrogações [...]

(57)

39. (Inédita) O prazo máximo de vigência de ata de registro de preços é de 12 meses, não sendo computado, para este fim, eventual período em que os procedimentos tenham sido suspensos por medida cautelar.

A validade da ata de registro de preços, incluídas eventuais prorrogações, é de doze meses, mesmo que os procedimentos da contratação tenham sido suspensos por qualquer motivo, inclusive por conta de medida cautelar prolatada pelo TCU.. (Acórdão n. 1.401/2014 – TCU Plenário).

(58)

40. (Inédita) O Decreto nº 7.892/2013 veda acréscimos nos quantitativos fixados pela ata de registro de preços. No entanto, a supressão pode se dar, em regra, limitada ao percentual de 25% do quantitativo originalmente registrado.

Decreto nº 7.892/13, Art. 12, § 1º É vedado efetuar acréscimos nos quantitativos fixados pela ata de registro de preços, inclusive o acréscimo de que trata o § 1º do art. 65 da Lei nº 8.666, de 1993.

No entanto, haja vista não ser obrigatória a aquisição / contratação do quantitativo registrado em ata, não há de se falar em supressão. Na prática, a “supressão” pode chegar a 100%!

(59)

41. (Inédita) Apesar de as atas de registro de preço não poderem sofrer acréscimos quantitativos, os contratos gerados a partir das atas poderão sofrer tais alterações.

Decreto nº 7.892/13, Art. 12, § 3º § 3º Os contratos decorrentes do Sistema de Registro de Preços poderão ser alterados, observado o disposto no art. 65 da Lei nº 8.666, de 1993.

(60)

42. (Inédita) É legalmente admissível que um órgão tenha mais de uma ata de registro de preços para um mesmo objeto, com preços distintos.

Auditoria realizada no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), com o objetivo de verificar a regularidade dos processos de aquisição de materiais farmacológicos, hospitalares e laboratoriais, apontara, dentre outras irregularidades, a existência de duas atas de registro de preços válidas com preços distintos para o mesmo produto. Em juízo de mérito, realizadas as audiências cabíveis, o relator anotou que "a princípio, não há vedação a que um hospital possua duas atas vigentes com preço registrado para o mesmo item, mormente quanto àqueles cuja carência possa acarretar riscos ao funcionamento do nosocômio e à vida de seus pacientes. No entanto, essa situação demanda uma maior atenção dos gestores, com vistas a garantir que as aquisições efetuadas terão por base os preços mais vantajosos para a Administração". (Acórdão nº 249/2014 – TCU Segunda Câmara)

(61)
(62)

Revisão do Preços Registrados

SITUAÇÃO MEDIDAS PELA ADMINISTRAÇÃO

Preço registrado torna-se superior ao praticado no

mercado

A ata torna-se desvantajosa à Administração. Assim, o órgão gerenciador convocará os fornecedores para negociarem a redução dos preços aos valores praticados pelo mercado. Os fornecedores que não aceitarem reduzir seus preços aos valores praticados pelo mercado serão liberados do compromisso assumido, sem aplicação de penalidade.

Preço registrado torna-se inferior ao praticado no

mercado

Nesse caso, a despeito de ser essa uma condição vantajosa à Administração, o órgão gerenciador poderá liberar o fornecedor do compromisso assumido, caso a comunicação ocorra antes do pedido de fornecimento, e sem aplicação da penalidade se confirmada a veracidade dos motivos e comprovantes apresentados

(63)

43. (CESGRANRIO / EPE / 2010) De acordo com o regulamento do Sistema de Registro de Preços, se o fornecedor com preço registrado em Ata de Registro de Preços não aceitar reduzi-lo quando este se tornar notoriamente superior aos praticados no mercado, a(o):

a) Administração permanecerá vinculada aos preços registrados na Ata.

b) Ata será anulada.

c) fornecedor terá seu registro cancelado.

d) fornecedor será suspenso temporariamente de participar em licitação, por um ano.

e) fornecedor será considerado inidôneo e impedido de participar de futuras licitações.

(64)

(Resolução) Com relação à questão proposta, se o fornecedor com preço registrado em Ata de Registro de Preços não aceitar reduzi-lo quando este se tornar notoriamente superior aos praticados no mercado, a Administração irá liberá-lo do compromisso assumido, cancelando o seu registro, sem aplicação de penalidade (art. 18, §1º do Decreto em estudo).

(65)

44. (CESPE / MI / 2009) O preço registrado não pode ser modificado durante o período de vigência do registro de preços, visando garantir o valor pago, salvo para a propositura de aumento decorrente de elevação de custos dos serviços ou bens registrados.

Como vimos, existe a possibilidade de, uma vez se logrando êxito na negociação entre a Administração e o signatário da ata de registro de preços na hipótese de o preço registrado tornar-se superior ao praticado no mercado, o preço pode ser modificado.

(66)

45. (FCC / TRT 3ª Região / 2009) A Ata de Registro de Preços, gerenciada por um determinado Ministério, previa a compra de cartuchos de tinta preta para impressoras por R$ 110,00/unidade. Contudo, no momento de contratar a aquisição do material, por motivo superveniente, o preço médio praticado no mercado passou a ser de R$ 80,00. Neste caso, o órgão gerenciador deverá:

a) contratar a aquisição pelo preço registrado inicialmente e registrar perda na demonstração das variações patrimoniais do órgão.

b) convocar o fornecedor da proposta vencedora da licitação com o intuito de negociar a redução do preço e sua adequação ao praticado no mercado. c) revogar, imediatamente, a Ata de Registro de Preços e abrir um novo edital de Registro de Preços para adequar os valores a serem praticados.

d) convocar, ao mesmo tempo, todos os fornecedores que participaram do Registro de Preços para verificar aquele que oferece o menor preço e contratá-lo.

e) liberar, automaticamente, o fornecedor do compromisso, uma vez que a diferença de preço gerará prejuízos não esperados para a empresa.

(67)

(Resolução) O enunciado retrata situação na qual o preço registrado (R$ 110,00) torna-se superior ao praticado no mercado (R$ 80,00). Nesse caso, incide o preconizado pelo art. 18 do Decreto em estudo:

Art. 18. Quando o preço registrado tornar-se superior ao preço praticado no mercado por motivo superveniente, o órgão gerenciador convocará os fornecedores para negociarem a redução dos preços aos valores praticados pelo mercado.

§ 1º Os fornecedores que não aceitarem reduzir seus preços aos valores praticados pelo mercado serão liberados do compromisso assumido, sem aplicação de penalidade.

§ 2º A ordem de classificação dos fornecedores que aceitarem reduzir seus preços aos valores de mercado observará a classificação original.

(68)

46. (ESAF / CGU / 2006 – adaptada) O sistema de registro de preços, previsto na lei de licitações (Lei n. 8.666/93), para a compra de bens, destinados ao serviço público, pode ter seus preços impugnados, por qualquer cidadão, quando incompatíveis com os praticados no mercado.

A Lei de Licitações e Contratos, em seu art. 15, traz diretrizes gerais no que concerne ao SRP. Uma delas diz respeito justamente à possibilidade de impugnação de preços constantes no chamado “quadro geral de preços” registrados pela Administração Pública.

Art. 15, § 6º Qualquer cidadão é parte legítima para impugnar preço constante do quadro geral em razão de incompatibilidade desse com o preço vigente no mercado.

O controle do quadro geral de preços, consoante preconiza da Lei de Licitações e Contratos, deve ser efetuado, quando possível, de modo informatizado.

(69)
(70)

47. (Inédita) O registro do fornecedor, no SRP, será cancelado quando sofrer sanção de suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração.

Art. 20. O registro do fornecedor será cancelado quando: I - descumprir as condições da ata de registro de preços;

II - não retirar a nota de empenho ou instrumento equivalente no prazo estabelecido pela Administração, sem justificativa aceitável;

III - não aceitar reduzir o seu preço registrado, na hipótese deste se tornar superior àqueles praticados no mercado; ou

IV - sofrer sanção prevista nos incisos III ou IV do caput do art. 87 da Lei nº 8.666, de 1993, ou no art. 7º da Lei nº 10.520, de 2002.

Parágrafo único. O cancelamento de registros nas hipóteses previstas nos incisos I, II e IV do caput será formalizado por despacho do órgão gerenciador, assegurado o contraditório e a ampla defesa.

Art. 21. O cancelamento do registro de preços poderá ocorrer por fato superveniente, decorrente de caso fortuito ou força maior, que prejudique o cumprimento da ata, devidamente comprovados e justificados:

I - por razão de interesse público; ou II - a pedido do fornecedor.

(71)

48. (Inédita) Na gestão da ata de registro de preços, quando de seu cancelamento, há a possibilidade de convocação de licitantes que aceitaram, quando da realização do certame, registrar seus preços em igualdade aos do licitante vencedor.

O Decreto nº 7.892/2013 trouxe importante inovação, com vistas a “salvar” uma ata que seria cancelada em razão dos motivos arrolados em seus artigos 20 e 21.

Trata-se da previsão de formação de cadastro de reserva, uma espécie de “fila” de licitantes que se dispuseram, após a declaração do vencedor da licitação (ao final da sessão pública), a fornecer os bens ou a prestar os serviços em condições idênticas ao adjudicatário. A questão está CERTA.

(72)

A normatização do cadastro de reserva é encontrada nos seguintes dispositivos do Decreto em estudo:

Art. 11, II - será incluído, na respectiva ata na forma de anexo, o registro dos licitantes que aceitarem cotar os bens ou serviços com preços iguais aos do licitante vencedor na sequência da classificação do certame [...];

§ 1º O registro a que se refere o inciso II do caput tem por objetivo a formação de cadastro de reserva no caso de impossibilidade de atendimento pelo primeiro colocado da ata, nas hipóteses previstas nos arts. 20 e 21.

§ 2º Se houver mais de um licitante na situação de que trata o inciso II do caput, serão classificados segundo a ordem da última proposta apresentada durante a fase competitiva. § 3º A habilitação dos fornecedores que comporão o cadastro de reserva a que se refere o inciso II do caput será efetuada, na hipótese prevista no parágrafo único do art. 13 e quando houver necessidade de contratação de fornecedor remanescente, nas hipóteses previstas nos arts. 20 e 21.

§ 4º O anexo que trata o inciso II do caput consiste na ata de realização da sessão pública do pregão ou da concorrência, que conterá a informação dos licitantes que aceitarem cotar os bens ou serviços com preços iguais ao do licitante vencedor do certame.

(73)

Estudo de Caso

(74)

1. Sistemática de aquisição

TEMA: GESTÃO DE ESTOQUES NO SETOR PÚBLICO

O melhor modo de realizar a aquisição de

cimentos, considerando-se as peculiaridades

(75)

• quando, pelas características do bem ou serviço,

houver

necessidade de contratações frequentes

;

• quando for mais conveniente a aquisição de bens com

previsão de entregas parceladas;

• quando, pela natureza do objeto,

não for possível

definir previamente o quantitativo

a ser demandado

(76)

2. Just in time X SRP

TEMA: GESTÃO DE ESTOQUES NO SETOR PÚBLICO

Implicações da sistemática de aquisição

adotada em relação aos custos de estoque,

bem como análise crítica do posicionamento

do Supervisor do Almoxarifado, ao asseverar

que “o modo de entregas parceladas traduz-se

na maior aproximação que o setor público

pode ter do just in time.

(77)

3. Indisponibilidade orçamentária

TEMA: GESTÃO DE ESTOQUES NO SETOR PÚBLICO

As eventuais implicações advindas da

indisponibilidade momentânea de previsão de

dotação orçamentária para a aquisição de

(78)

Previsão de consumo para 2014

𝑷𝒓𝒆𝒗𝒊𝒔ã𝒐 = 𝟐𝟎𝟖𝟎 ∗ 𝟎, 𝟓 + 𝟐𝟓𝟎𝟎 ∗ 𝟎, 𝟐𝟓 + 𝟏𝟕𝟎𝟎 ∗ 𝟎, 𝟏𝟓 + 𝟏𝟖𝟎𝟎 ∗ 𝟎, 𝟏 = 𝟐𝟏𝟎𝟎 𝒔𝒂𝒄𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝒄𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐

𝑫𝒆𝒔𝒑𝒆𝒔𝒂 𝒆𝒔𝒕𝒊𝒎𝒂𝒅𝒂 = 𝟐𝟏𝟎𝟎 ∗ 𝑹$ 𝟐𝟎, 𝟎𝟎 = 𝑹$ 𝟒𝟐. 𝟎𝟎𝟎, 𝟎𝟎

(79)

Indisponibilidade orçamentária

Decreto nº 7.892/13, art. 7º:

§ 2

o

Na licitação para registro de preços

não é

necessário indicar a dotação orçamentária

, que

somente será exigida para a formalização do

contrato ou outro instrumento hábil.

(80)

4. Compra compartilhada e Registro de Preços Nacional

TEMA: GESTÃO DE ESTOQUES

Vantagens e desvantagens (caso existam) de se

proceder à iniciativa de uma compra

compartilhada no âmbito da Administração

Pública Federal, cotejando-se com a iniciativa

do Registro de Preços Nacional.

(81)

Compra compartilhada

Trata-se de uma aquisição, via Sistema de Registro

de Preços, na qual há órgãos participantes

.

IN nº 10/2012, art. 2º, XI –

compra compartilhada

:

contratação para um grupo de participantes

previamente

estabelecidos,

na

qual

a

responsabilidade de condução do processo

licitatório e gerenciamento da ata de registro de

preços serão de um órgão ou entidade da

Administração Pública Federal.

(82)
(83)

Intenção de Registro de Preços

Art. 5º Caberá ao

órgão gerenciador

[...]:

I - registrar sua

intenção de registro de preços

no

Portal de Compras do Governo federal;

II - consolidar informações relativas à estimativa

individual e total de consumo, promovendo a

adequação dos respectivos termos de referência ou

projetos básicos encaminhados para atender aos

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