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cobb=qp ^NPQOO Finalidade do teste

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Academic year: 2021

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cobb=qP

^NPQOO

Finalidade do teste

O teste Access Free T3 é um imunoensaio quimioluminescente com partículas paramagnéticas para a determinação quantitativa dos níveis de triodotironina livre no soro e no plasma humanos utilizando os Sistemas de Imunoensaio Access.

Resumo e explicação do teste

O eixo hipotalâmico-hipofisário-tiroideu regula a síntese, a libertação e a acção da hormona tiroideia. A hormona libertadora de tirotropina (TRH), segregada pelo hipotálamo, estimula a síntese e a libertação de tirotropina ou da hormonas estimuladora da tiróide (hTSH). Por sua vez, a hTSH estimula a síntese, a acumulação, a secreção e o metabolismo da tiroxina (T4) e da triodotironina (T3).

A T3 é a principal hormona tiroideia biologicamente activa. De toda a T3 circulante, cerca de 80% é formada pela deiodinação periférica da tiroxina e 20% é segregada directamente pela tiróide. As hormonas T3 e T4 circulam ligadas à globulina de ligação da tiroxina (TBG), à pré-albumina de ligação da tiroxina (TPBA) e à albumina. Da T3 total circulante, uma percentagem que varia entre 0,2–0,4% encontra-se em equilíbrio como forma não ligada ou livre, em relação a cerca de 0,03% da T4 total. Na maioria dos indivíduos, as fracções livres destas hormonas estão correlacionadas com o estado da funcionalidade tiroideia.1,2

A T4 e a T3 livres regulam o crescimento e o desenvolvimento normais, mantendo a

temperatura corpórea e estimulando a calorigênese. Além disso, a T4 livre e a T3 livre afectam todos os aspectos do metabolismo dos carboidratos, bem como determinadas áreas do

metabolismo dos lípidos e das vitaminas. O desenvolvimento fetal e neonatal também necessitam das hormonas tiroideias.1,2

Quando as concentrações séricas das proteínas de ligação da tiróide estão incluídas entre os valores normais, os níveis de FT3 são correlacionados com os de T3 total. A medição de FT3 é útil perante valores alterados de T3 total, devido a mudanças nas proteínas de ligação com as hormonas tiroideias, nomeadamente nos casos de TBG alterada ou de baixos níveis de albumina. Em cerca de 5% dos hipertiroideus (tirotoxicose), o único parâmetro elevado é FT3. As doenças metabólicas não-tiroideias podem causar alterações nos níveis de T3 livre. As determinações da funcionalidade tiroideia em doentes com doenças não-tiroideias (NTI) devem ser interpretadas com cuidado.2,3 Por exemplo, a terapia com medicamentos anticonvulsivantes (especialmente a fenitoína) pode provocar uma redução dos níveis de T3 livre decorrente de um aumento do metabolismo hepático e, secundariamente, do deslocamento das hormonas dos sítios de ligação.2,4,5 Medicamentos antiinflamatórios, tais como o salicilato e a fenilbutazona, também competem pelos sítios de ligação das hormonas, mas o seu efeito sobre os níveis de T3 livre ainda não foi definido com clareza.2,6 Os doentes submetidos à terapia com heparina podem apresentar níveis elevados de T3 livre devido à libertação de ácidos graxos não esterificados (NEFA), que podem alterar o equilíbrio entre as hormonas livres e as ligadas.5

Princípios do teste

O teste Access Free T3 é ensaio imunoenzimático competitivo. Uma amostra é adicionada a um recipiente de reacção contendo conjugado anticorpo monolonal anti-T3 - fosfatase alcalina. Durante a incubação, a T3 livre contida na amostra reage com o anticorpo anti-T3. Em seguida, partículas revestidas com estreptavidina e análogo da T3 biotinilado são adicionadas à mistura. Os sítios de ligação disponíveis no anticorpo anti-T3 ligam-se em ponte com a partícula através do análogo da T3. Após a incubação no recipiente de reacção, a separação num campo

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quimioluminescente, Lumi-Phos* 530, é adicionado ao recipiente e a luz gerada pela reacção é medida com um luminómetro. A produção de luz é inversamente proporcional à concentração de T3 livre na amostra. A quantidade de analito presente na amostra é determinada a partir duma curva de calibração multiponto armazenada no sistema.

Informações sobre o produto

Kit de reagentes Access Free T3

Nº Cat. A13422: 100 determinações, 2 embalagens, 50 testes/embalagem • Fornecido pronto para utilizar.

• Armazenar em posição vertical e refrigerar a 2–10°C.

• Manter refrigerado a 2–10°C por no mínimo duas horas antes de usar no aparelho.

• Estável até ao vencimento do prazo de validade marcado na etiqueta quando armazenado a 2–10°C.

• Estável a 2–10°C por 28 dias após utilização inicial.

• Uma possível degradação pode ser indicada pela ruptura da camada de elastómero da embalagem ou por valores de controlo fora do intervalo de variação.

• Abrir a embalagem de reagente caso tenha sofrido prejuízos (p.ex. ruptura da camada elastomérica).

• Todos os anti-soros são policlonais, excepto quando indicado em contrário.

Avisos e precauções

• Para utilização em diagnóstico in vitro.

• As amostras dos doentes e os produtos hemoderivados podem ser analisados rotineiramente com riscos mínimos utilizando o procedimento descrito. Contudo, deve manusear estes produtos como potencialmente infecciosos de acordo com as precauções gerais e os métodos adequados de laboratórios clínicos, independentemente da origem, tratamento ou

certificação anterior. Usar um desinfectante apropriado para a descontaminação. Armazenar e eliminar estes materiais e os respectivos contentores segundo o regulamento e as normas locais.

• A azida sódica pode reagir com as canalizações de chumbo ou cobre formando azidas metálicas altamente explosivas. Portanto, deixar fluir água em abundância nos tubos durante a eliminação de líquidos para prevenir a acumulação de azidas.7

• Xi. Irritante: 0,5% ProClin 300

• A Folha dos Dados de Segurança do Material (MSDS) está disponível a pedido. Colheita e 1. Soro e plasma (heparina) são as amostras aconselhadas.

R1a: Partículas paramagnéticas Dynabeads** revestidas com estreptavidina num tampão TRIS com proteínas (aves), surfactante e < 0,1% de NaN3.

R1b: Tampão MES.

R1c: Análogo da T3 biotinilado num tampão TRIS com proteínas (aves), surfactante, e < 0,1% de NaN3.

R1d: Tampão TRIS contendo proteína animal (caprina, bovina, aves), surfactante, < 0,1% de NaN3 e 0,5% de ProClin*** 300.

R1e: Conjugado anticorpo monoclonal - fosfatase alcalina num tampão ACES com proteína (aves), surfactante e < 0,1% de NaN3.

R 43: Pode provocar sensibilização por contacto com a pele.

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• Deixar as amostras de soro coagularem completamente antes da centrifugação. • Manter as provetas sempre fechadas.

• Dentro de duas horas após a centrifugação, transferir no mínimo 500 µL de amostra isenta de células para uma proveta de armazenamento. Tapar imediatamente a proveta com a rolha, apertando bem.

• Armazenar as amostras hermeticamente fechadas à temperatura ambiente (a 15–30°C) durante o máximo de oito horas.

• Se o ensaio não estiver pronto dentro de oito horas, refrigerar as amostra a 2–8°C. • Se o ensaio não estiver pronto dentro de 48 horas, ou no caso de amostras a serem

expedidas, congelar a -20°C ou a temperatura mais baixa. 3. Seguir as instruções abaixo para preparar as amostras:

• Certificar-se de que a fibrina e a matéria celular residuais tenham sido removidas antes da análise.

• Para a centrifugação, seguir as instruções do fabricante das provetas de colheita de sangue.

4. Cada laboratório deve determinar a aceitabilidade das próprias provetas de colheita de sangue e dos produtos de separação do soro. Estes produtos podem variar entre fabricantes diferentes e, às vezes, de um lote para o outro.

5. As amostras podem ser descongeladas no máximo três vezes. Materiais

fornecidos

R1 Kits de reagentes Access Free T3

Materiais necessários mas não fornecidos

1. Calibradores: Access Free T3 Calibrators

Fornecido em zero e aproximadamente 1; 2; 5; 10 e 30 pg/mL (1,5; 3,1; 7,7; 15 e 46 pmol/L).

Nº Cat. A13430

2. Materiais do Controle de Qualidade (QC): material de controlo disponível no mercado. 3. Substrato: Access Substrate

Nº Cat. 81906

4. Tampão de lavagem: Access Wash Buffer

Nº Cat. 81907 (Access, Access 2, SYNCHRON LX®i) Nº Cat. 8547197 (UniCel® DxI)

Comentários sobre o procedimento

1. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para uma descrição específica da instalação, inicialização, princípios de funcionamento, características de desempenho do sistema, instruções de funcionamento, procedimentos de calibração, limitações operacionais e precauções, riscos, manutenção e solução de problemas. 2. Misturar o conteúdo das embalagens novas (vedadas) de reagentes invertendo

delicadamente a embalagem várias vezes antes de carregá-la no aparelho. Não inverter embalagens abertas (perfuradas).

3. Usar cinqüenta e cinco (55) µL de amostra para cada determinação além dos volumes mortos do recipiente da amostra e do sistema. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para o volume mínimo de amostra necessário.

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Procedimento Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para obter informações sobre a gestão das amostras, a configuração dos testes, a solicitação de testes e a visualização dos resultados dos testes.

Detalhes de calibração

Para todos os testes, é necessário ter uma curva de calibração activa. Para o ensaio Access Free T3, a calibração é necessária a cada 28 dias. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para obter informações sobre os métodos de calibração, a configuração de calibradores, a introdução de solicitações de testes dos calibradores e a visualização de dados de calibração.

Controlo de qualidade

Os materiais de controlo de qualidade simulam as características das amostras dos doentes e são fundamentais para a monitorização do desempenho do sistema de análises imunoquímicas. Dado que as amostras podem ser analisadas a qualquer momento utilizando um formato de “acesso aleatório” em vez dum formato “por lote”, é aconselhável utilizar os materiais de controlo de qualidade a cada 24 horas.9 Utilizar materiais de controlo de qualidade disponíveis no mercado que cubram pelo menos dois níveis de analito. Seguir as instruções do fabricante para a reconstituição e o armazenamento. Cada laboratório deve estabelecer os seus próprios valores médios e limites aceitáveis para garantir um desempenho adequado dos testes. Os resultados do controlo de qualidade que não estiverem dentro dos limites aceitáveis, podem indicar resultados de testes não válidos. Examinar todos os resultados dos testes obtidos desde o último ponto de teste de controlo de qualidade aceitável para este analito. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para informações sobre como visualizar os resultados do controlo de qualidade.

Resultados Os resultados dos testes dos doentes são determinados automaticamente pelo software do sistema utilizando um modelo matemático de curva logística de quatro parâmetros ponderada (4PLC). A quantidade de analito na amostra é determinada a partir da produção de luz medida através dos dados de calibração armazenados no sistema. Os resultados dos testes dos doentes podem ser visualizados através do ecrã apropriado. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para as instruções completas sobre como visualizar os resultados das amostras.

Limitações do procedimento

1. As amostras podem ser medidas com exactidão dentro do intervalo de análise compreendido entre o limite mínimo de detecção e o valor mais alto do calibrador (aproximadamente 0,88–30 pg/mL [1,4–46 pmol/L]).

• Se uma amostra contém uma quantidade menor que o limite mínimo de detecção para o ensaio, registar os resultados como menores que aquele valor (por ex., < 0,88 pg/mL [< 1.4 pmol/L]).

• Se uma amostra contém uma quantidade maior que o valor estabelecido do calibrador mais alto Access Free T3 Calibrator (S5), registar os resultados como maiores que aquele valor (por ex., > 30 pg/mL [> 46 pmol/L]). Não diluir as amostras para a determinação de T3 livre.

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3. Os resultados do Access Free T3 devem ser interpretados baseando-se no quadro clínico geral do doente, incluindo: os sintomas, a anamnese clínica, os dados de outros testes e outras informações apropriadas.

4. Os doentes tratados com biotina (vitamina H) podem apresentar níveis elevados de T3 livre por causa do deslocamento do análogo da T3 biotinilado das partículas paramagnéticas revestidas com estreptavidina.

5. Os valores de soro e plasma não são intercambiáveis. Na monitorização de um paciente, recomenda-se restabelecer os valores básicos ao mudar o tipo de amostra..

Valores esperados

1. Cada laboratório deve estabelecer os seus próprios intervalos de referência para garantir uma representação adequada de populações específicas.

2. As concentrações de T3 livre foram medidas nos soros de 200 indivíduos em ambulatório, aparentemente saudáveis. O valor mediano foi de 3,2 pg/mL (4,9 pmol/L) com um intervalo de variação não paramétrico a 95% de 2,5-3,9 pg/mL (3,8-6,0 pmol/L).

Características específicas de desempenho

Comparação de métodos

Uma comparação de 397 valores obtidos com o ensaio Access Free T3 do sistema de imunoensaio Access e com um kit de imunoensaio disponível no mercado forneceu os seguintes dados estatísticos aplicando os cálculos Deming:12

Imprecisão

Este ensaio apresenta uma imprecisão total ≤ 12% a concentrações acima de 2,0 pg/mL. Um estudo, realizado utilizando material de controlo à base de soro humano disponível no comércio, incluindo um total de 20 ensaios, 2 replicados por dia, por 20 dias, forneceu os seguintes dados, analisados através da análise de variância (ANOVA).13,14

Especificidade analítica/Interferências

Amostras contendo até a 20 mg/dL (342 µmol/L) de bilirrubina, 10 mg/dL (119 µmol/L) de bilirrubina conjugada, amostras lipémicas contendo o equivalente a 3000 mg/dL

(33,87 mmol/L) de trioleína ou até a 500 mg/dL de colesterol e amostras contendo até a 500 mg/dL (5,0 g/L) de hemoglobina não afectam a concentração de T3 livre testada.

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As substâncias abaixo indicadas foram adicionadas às amostras de soro. As variações percentuais médias obtidas no ensaio Access Free T3 foram as seguintes:

A tabela a seguir apresenta a reactividade cruzada do ensaio com substâncias com uma estrutura semelhante à da T3. Seguindo as recomendações NCCLS C45A15, as substâncias com reactividade cruzada foram testadas na ausência de proteínas séricas (isto é, em tampão HEPES com pH 7,7 contendo 0,1% de gelatina). As reactividades cruzadas foram calculadas como a relação entre a concentração de T3 necessária para deslocar 50% do conjugado (IC50) e a concentração da substância com reactividade cruzada necessária para o mesmo deslocamento, calculada numa base molar percentual.

Sensibilidade analítica

O nível mínimo detectável de T3 livre distinguível de zero (calibrador Access Free T3 Calibrator S0) com 95% de confiança é 0,88 pg/mL (1,4 pmol/L). Este valor é determinado através do processamento duma curva de calibração completa de seis pontos, controlos e 10 replicados do calibrador zero em testes múltiplos. O valor de sensibilidade analítica é interpolado a partir da curva no ponto que representa dois desvios padrão do sinal médio medido no calibrador zero.

Substância Analito adicionado(mg/dL) Variação %

Aspirina 75 1,3 Salicilato de sódio 75 13,9 Ibuprofeno 750 17,2 Acetaminofeno 200 -5,0 Fenilbutazona 7,5 3,9 Tiouracil 5 2,1 Fenitoína 10 -0,1 Furosemida 2 15,9 Carbamazepina 12 12,7 Metimazol 0,4 -0,1 Ácido oleico 283 11,4 Ácido linoleico 280 0 D-biotina 0,001 -7,3

Substância Reatividade cruzada (%)

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cobb=qP=`^if_o^qlop

^NPQPM

Finalidade do produto

Os calibradores Access Free T3 Calibrators são utilizados para calibrar o ensaio Access Free T3 para a determinação quantitativa dos níveis de T3 livre no soro e no plasma humanos

utilizando os Sistemas de Imunoensaio Access. Resumo e

explicação do produto

A calibração dum ensaio quantitativo é o processo pelo qual as amostras com concentrações conhecidas de analito (por ex., calibradores de ensaio) são testadas como amostras de doentes a fim de medir a sua resposta. A relação matemática entre as respostas medidas e as

concentrações conhecidas de analito define a curva de calibração. Esta relação matemática, ou curva de calibração, é utilizada para converter as medições URL (Unidade Relativa de Luz) de amostras de doentes em concentrações quantitativas específicas de analito.

Padronização A substância a ser medida (analito) nos calibradores Access Free T3 Calibrators tem como referência Os calibradores internos do fabricante. O processo de padronização baseia-se na norma EN ISO 17511.

Os valores atribuídos foram estabelecidos usando amostras representativas deste lote de calibrador e são específicos para as metodologias de ensaio dos reagentes Access. Os valores atribuídos por outras metodologias podem ser diferentes. Tais diferenças, se presentes, podem ser causadas por desvios entre os métodos.

Informações sobre o produto

Access Free T3 Calibrators

Nº Cat. A13430: S0–S5, 2,5 mL/recipiente • Fornecidos prontos para utilizar.

• Armazenar em posição vertical e refrigerar a 2–10°C.

• Misturar o conteúdo invertendo delicadamente antes da utilização. Evitar a formação de bolhas.

• Estável até ao vencimento do prazo de validade marcado na etiqueta quando armazenado a 2–10°C.

• O recipiente permanece estável a 2–10°C por 4 meses depois da abertura.

• Uma possível degradação pode ser indicada por valores de controlo fora do intervalo de variação.

• Consultar o cartão de calibração ou as etiquetas dos recipientes para as concentrações exactas.

.

S0: Tampão HEPES, proteína (bovina), surfactante, < 0,1% de NaN3 e 0,5% de ProClin*** 300.

S1, S2,S3, S4, S5:

Tampão HEPES, proteína (bovina), surfactante, T3, < 0,1% de NaN3 e 0,5% de ProClin 300.

Cartão de calibração

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Avisos e precauções

• Para utilização em diagnóstico in vitro.

• As amostras dos doentes e os produtos hemoderivados podem ser analisados rotineiramente com riscos mínimos utilizando o procedimento descrito. Contudo, deve manusear estes produtos como potencialmente infecciosos de acordo com as precauções gerais e os métodos adequados de laboratórios clínicos, independentemente da origem, tratamento ou

certificação anterior. Usar um desinfectante apropriado para a descontaminação. Armazenar e eliminar estes materiais e os respectivos contentores segundo o regulamento e as normas locais.

• A azida sódica pode reagir com as canalizações de chumbo ou cobre formando azidas metálicas altamente explosivas. Portanto, deixar fluir água em abundância nos tubos durante a eliminação de líquidos para prevenir a acumulação de azidas.7

• Xi. Irritante: 0,5% ProClin 300

• A Folha dos Dados de Segurança do Material (MSDS) está disponível a pedido.

Procedimento Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para obter informações sobre os métodos de calibração, a configuração de calibradores, a introdução de solicitações de testes dos calibradores e a visualização de dados de calibração.

Detalhes da calibração

Os calibradores Access Free T3 Calibrators são fornecidos em seis concentrações – zero e aproximadamente 1; 2; 5; 10 e 30 pg/mL. Os dados de calibração do ensaio são válidos por 28 dias.

Os calibradores são analisados em duplicado. Limitações do

procedimento

Se forem notados sinais de contaminação microbiana ou excesso de turvação num reagente, rejeitar o recipiente.

R 43: Pode provocar sensibilização por contacto com a pele.

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Referências 1 Gornall, AG, Luxton, AW, Bhavnani, BR. Endocrine disorders. In Applied Biochemistry of Clinical Disorders. 1986, 305-318. Philadelphia, PA: J. B. Lippincott Co.

2 White, GH. Recent advances in routine thyroid function testing. CRC - Critical Reviews in Clinical Laboratory Sciences, 1987, 24: 315-362.

3 Spencer, CA. Thyroid status: trends in testing – selective test use cuts cost. Clinical Chemistry News, November, 1989, 15(11): 9-14.

4 Liewendahl, K, Majuri, H, Helenius, T. Thyroid function tests in patients on long-term treatment with various anticonvulsant drugs. Clinical Endocrinology, 1978; 8: 187-191.

5 Wenzel, KW. Pharmacological interference with in vitro tests of thyroid function. Metabolis. 1981; 30(7): 717-732. 6 Wilke, TJ. Estimation of free thyroid hormone concentrations in the clinical laboratory. Clinical Chemistry. 1986;

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7 DHHS (NIOSH) Publication No. 78-127, August 1976. Current Intelligence Bulletin 13 - Explosive Azide Hazard. Available http://www.cdc.gov/niosh.

8 Approved Guideline – Procedures for the handling and processing of blood specimens, H18-A2. 1999. National Committee for Clinical Laboratory Standards.

9 Cembrowski GS, Carey RN. Laboratory quality management: QC & QA. ASCP Press, Chicago, IL, 1989. 10 Kricka, L. Interferences in immunoassays – still a threat. Clin Chem 2000; 46: 1037.

11 Bjerner J, et al. Immunometric assay interference: incidence and prevention. Clin Chem 2002; 48: 613–621. 12 Cornbleet, JP, Gochman N. Incorrect least-squares regression coefficients in method-comparison analysis. Clinical

Chemistry, 1979, 25(3): 432-438.

13 Approved Guidelines - Internal quality control for quantitative measurements: principles and definitions, C24-A2. February 1999. National Committee for Clinical Laboratory Standards.

14 Krouwer, JS, Rabinowitz, R. How to improve estimates of imprecision. Clinical Chemistry, 1984, 30: 290-292. 15 Guideline-Measurement of Free Thyroid Hormones, C45A. 2004. National Committee for Clinical Laboratory

Standards.

Access, SYNCHRON LX, UniCel, DxI e o logotipo Beckman Coulter são marcas registadas da Beckman Coulter, Inc. *Lumi-Phos é uma marca registrada da Lumigen, Inc.

**Dynabeads é uma marca registrada da Dynal A.S., Oslo, Noruega.

***ProClin é uma marca registrada da Companhia Rohm e Haas ou de suas subsidiárias e filiais.

Impresso nos Estados Unidos da América Made in U.S.A. and France

Revisado em Janeiro 2005 Fabricado por: Beckman Coulter, Inc. 4300 N. Harbor Blvd. Fullerton, CA 92835 U.S.A.

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