Alguns insetos do cubiu (Solanum sessiliflorum Dunal VAR. sessiliflorum Dunal, Solanaceae) na região de Manaus - AM.

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A L G U N S I N S E T O S D O C U B I U ( S o l a n u m s e s s i l i f l o r u m D U N A L V A R . s e s s i l i f l o r u m D U N A L , S O L A N A -C E A E ) N A R E G I Ã O D E M A N A U S - A M . (*)

Guy C o u t u r i e r (**)

RESUMO

São cltaáaò quatazv eÃpz<UeA de in&ztoA nocivoò ca potiwciafmzntu. nocivos ao cubiu

{Solanum ieA6iLi^lonnm danai vafi. òeA&ilÁ^lohum Danai) na Ao.gA.ao de, Manauò. Oò

elemen-to* da òua biologia e a importância de Aeuò danoó òão {^oAneúdoò.

I N T R O D U Ç Ã O

S o l a n u m s e s sí 1! f l o r u m Dunal v a r . sessi1 iflorum Dunal p e r t e n c e a seção L a s i o c a r p a da f a m í l i a d a s S o l a n a c e a e (Whalen e t a l . , 1980) a s s i m como m u i t a s o u t r a s e s p é c i e s d e S o lanaceae e s p o n t â n e a s , f r e q ü e n t e s ã região d e M a n a u s , n o s t e r r e n o s b a l d i o s , n o s lugares d e s a b i t a d o s e n a b e i r a d a m a t a .

A e c o l o g i a , a c u l t u r a , a c o m p o s i ç ã o q u í m i c a d o f r u t o e a s p o t e n c i a l i d a d e s g e n é t i -cas d a s p l a n t a s foram d e s c r i t a s p o r P a h l e n ( 1 9 7 7 , 1 9 7 9 ) . A s cul turas e x p e r i m e n t a i s , cujc alvo é o m e l h o r a m e n t o g e n é t i c o e cultural d o c u b i u , t ê m sido a c o m p a n h a d a s d e s d e muitos anos pela seção d e G e n é t i c a e M e l h o r a m e n t o d e H o r t a l i ç a s d o INPA, e m M a n a u s .

0 cubiu é c o n h e c i d o c o m o t u p i r o o u topiro p e l o s índios d o A l t o O r e n o c o , d e o n d e se

origina (Brucher in P a h l e n , 1979) O s frutos s ã o a t u a l m e n t e c o m e r c i a l i z a d o s n o s m e r c a -dos d e M a n a u s .

Uma e s p é c i e v i z i n h a d e S o l a n u m sessí 1 if l o r u m , S o l a n u m q u i t o e n s e H u m b . & Bonpl . {We'\_ ser, 1 9 7 2 , W h a l e n e t a i . , 1980) é c u l t i v a d a n a C o l ô m b i a , E q u a d o r , Peru e u m pouco na Cos ta Rica ( H u t t e l , 1983) para u s o s idênticos d o f r u t o .

£ u m a e s p é c i e b a s t a n t e a t a c a d a p o r p r a g a s , e n t r e o u t r a s p o r d i v e r s o s insetos q u e serão c i t a d o s n e s t e t e x t o n a p a r t e q u e se refere a S . q u i t o e n s e .

(*) T r a b a l h o r e a l i z a d o n o I N P A M a n a u s n o d e c o r r e r d e u m a m i s s ã o e m m a r ç o d e 1 9 8 6 , c o n -forme C o n v ê n i o C N P q / O R S T O M .

(**) Instituto F r a n c ê s d e P e s q u i s a C i e n t í f i c a para o D e s e n v o l v i m e n t o e m C o o p e r a ç ã o , O R S T O M , 7 0 route d ' A u l n a y , 9 3 1 4 0 , B o n d y , F r a n ç a .

(2)

M É T O D O

As o b s e r v a ç õ e s de t e r r e n o f o r a m realizadas na Estação E x p e r i m e n t a l do INPA, d u r a n te o p e r í o d o de fins de f e v e r e i r o a fins de ir-a rço de 1986, na e s t a ç ã o d a s c h u v a s . Os 120 pes de c u b i u o c u p a m uma a r e a de 200 m:

' ,

As informações c o m p1e m e n t a r e s f o r a m o b t i d a s nas v i s i t a s aos j a r d i n s p a r t i c u l a r e s de a l g u n s bairros de M a n a u s (Cidade N o v a , Sao J o s é ) , e também em sítios de Manacaptiru.

Os insetos p i c a d o r e s , desfoi nado res e b r o c a d o r e s foram s i s t e m a t i c a m e n t e p r o c u r a -dos sobre cada p l a n t a da c u l t u r a e x p e r i m e n t a l . Na m a i o r i a das v e z e s foram e n c o n t r a d a s

larvas e a d u l t o s de cada e s p é c i e . Q u a n d o os a d u l t o s nao foram e n c o n t r a d o s as larvas fo ram e n c a m i n h a d a s a D i v i s ã o de En toir.ol og i a do INPA para o b t e r os a d u l t o s e as s i m ρ rocede r a i d e n t i f i c a ç ã o e s p e c í f i c a . S o m e n t e em um c a s o (Ch rysome 1 i dae) as larvas n a o f o r a m o b -servadas .

R E S U L T A D O S

Q u a t o r z e e s p é c i e s de insetos f i t ó f a g o s foram c o l e t a d a s , no e s t a d o de l a r v a o u a d u l to. A lista c o m p l e t a e f o r n e c i d a na T a b e l a 1, A a v a l i a ç ã o dos d a n o s c o n s t a t a d o s ou da nos em potencial ê f o r n e c i d a e m f u n ç ã o de nossas o b s e r v a ç õ e s . Ε c o n v e nie n t e 1 e m b r a r que as o b s e r v a ç õ e s foram e f e t u a d a s d u r a n t e o mes de m a r ç o , na e s t a ç ã o das c h u v a s , e q u e d e -verão ser c o m p l e t a d a s ,

P S E U D O C O C C I Ρ Λ Ε

Três e s p é c i e s d e s t a família de c o c h o n i l h a s foram e n c o n t r a d a s sob re o cub i u. A mais a b u n d a n t e , P l a n o c o c c u s p a c i f i c u s C o x . , e n c o n t r a - s e em c o l ô n i a s i m p o r t a n t e s sobre os fru tos m a d u r o s , localizadas no c á l i c e e no p e d u n c u l o (Fig. 1) e também n a s e x t r e m i d a d e s dos ramos ,

As c o c h o n i l h a s sao i η t e i  r u m e n t e  r e c o b e r t a s  p o r  u m a  c a m a d a de  t e r r a c o n s t r u í d a p e -las formigas (SoTenopsis s a c v i s s í m a F r . S m i t h . Por o c a s i ã o das o b s e r v a ç o e s , c e r c a de 1Oí dos pés de c u b i u e s t a v a m i n f e s t a d o s . Nao p a r e c e que o c r e s c i m e n t o dos frutos Jcja a f e -tado pelos insetos a este nível de i n f e s t a ç ã o . No e n t a n t o , p o d e m r e p r e s e n t a r u m a perda de tempo a c o l h e i t a , d e v i d o a d i f i c u l d a d e c a u s a d a pelas f o r m i g a s e a limpeza n e c e s s á r i a dos f r u t o s , p a r c i a l m e n t e c o b e r t o s de terra p u t a s f o r m i g a s . P l a n o c o c c u s p a c i f i c u s e u m a e s p é c i e m u i t o c o n h e c i d a nos t r ó p i c o s a u s t r a l o - o r i e n t ais e na reg i ao n e o t r o p i c a 1. F r e q ü e n -te no c a c a u , e tambéV- e n c o n t r a d a sobre o u t r a s d i f e r e n t e s p l a n t a s h o s p e d e i r a s (Cox S - r e e s t o n , 1985) .

As o u t r a s duas e s p é c i e s foram e n c o n t r a d a s esporadl cainen ϊ e, F e r r i s i a v i r g a t a  C o c ­ kerel 1  o c o r r e n d o na forma de indivíduos isolados s o b r e a e p i d e m i c d o s f ru tos e P s e u d o c o c eus m a r í t í m u s E h r h o r n , na face inferior de urna Folha. Em razão d e s t a r a r i d a d e , e s t a s duas e s p é c i e s nao i n t e r f e r e m ác r o m e i r a d a n o s a sobre a p l a n t a .

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T I N G I D A E 

Cory thai ca cyathicol U s Costa

Os adultos e as larvas sγo cinzentos, pouco visíveis c estγo sempre agrupados na

face inferior do limbo, Sγo principalmente manchas sobre

a

folha, visíveis na face su­

perior, que permite detectar a presenηa do inseto.

Os primeiros sintomas se manifestam pelos traηos como pespontos difusos em torno

de uma nervura (Fig.

2)

e constata­se a presenηa de uma dúzia de larvas saídas de uma só

ponta original. Em seguida o limbo se torna amarelado sobre uma superfície de 3 a

k

cm

(Fig. 3)» A mancha se torna progressivamente marrom e aumenta de acordo com o número de

insetos. Os muitos traços pespontados sao visíveis ao redor da mancha e produzem um con

torno difuso. As nervuras permanecem verdes por muito tempo.

0

limbo acaba por secar,

ele racha e enrola, e ern seguida caí em pedaços, deixando buracos de importância

variá-vel (Fig.

k) .

Em certos casos, as colônias de Tingidae podem conter mais de

100

indiν

íduose mui_

tas gerações se sucedem, No campo experimental do INPA, contou-se de

1

a 7 folhas para

sitadas por pé, cada uma contendo de I a 5 colônias de Tingidae (Fig. 5 ) .

Os danos são importantes e Pahlen (1979) assinala a presença de um Tingidae não

identificado sobre o cubiu, que ele aconselha seja tratado com inseticidas fosforados.

Em cultura rústica pode-se aconselhar também

a

destruição manual das primeiras folhas

atingidas, a fim de limitar a disseminação do inseto em toda a cult ura. As populações são

naturalmente limitadas, mas de modo insuficiente, por um cogumelo do gênero C e p h a l o s p o

-rium (ident, M . Lourd). A espécie estava totalmente ausente da plantação vi s i tada em Ha

nacapuru (J. L. Guillaumet, cp,. pess.).

Orake & Runoff

( 1 9 6 ^ )

relatam que C o r y t h a i c a c y a t h i c o l l i s desenvolve-se sobre

nu-merosas espécies de Solanaceae, do mesmo modo que sobre P a s s i f l o r a c o e r u l e a e R i c i n u s

c o m m u n i s .

Sefer (I960 aponta a C o r y t h a i c a p a s s í f l o r a e Berg sobre o tomate ( L y c o p e r s i c o n es

c u l e n t u m ) e C o r y t h a i c a sp. sobre a berinjela (Solanum m e l o n g e n a ) . Na Colômbia, S o l a n u m

q u i t o e n s e é parasitado por C o r y t h u c h a f u s c o m a c u l a t a Stal (Alzate, Ι 9 Θ 2 ) .

PENTATOMIDAE

E d e s s a r u f o m a r g i n a t a De Geer

Esta

é uma grande espécie de

1

7 a

20

mm de comprimento, muito visível, de cor

ver-de escuro com connexivum vermelho dos adultos. Ela é encontrada com freqüência sobre o

cubiu da parcela experimental mas aparentemente sem incidência sobre o crescimento dos

frutos. Observações comp1 ementa res deverão vir a confirmar tal fato.

A morfologia da espécie foi estudada por Raposo

( 1 9 8 1 ) ,

e Sefer

( I 9 6 0

e assinala

sobre a jurubeba ( S o l a n u m p a n i c u l a t u m ) .

A r v e l i u s p o r r e c t i s p i n u s Breddin

Os adultos medem de

1 3

a

l 6

mm de comprimento, sao de coloração verde pálido,

(4)

c o  v i s ν v e i s  s o b r e a  p l a n t a ,  e s c o n d e n d o ­ s e nos  c a c h o s  d o s  f r u t o s .  A s  l a r v a s  a g r u p a m ­ s e 

em  c o l τ n i a s  d e 10 a 30  i n d i v ν d u o s .  A s s i m  c o r a a  e s p ι c i e  p r e c e d e n t e ,  A r v e li s p o r r e c t i s -p i n u s  n γ o  p a r e c e  c a u s a r  d a n o s  n o t α v e i s , a  e s t e nνvel  d e i n f e s t a ç ã o . N a p l a n t a ç ã o

visi-tada e m M a n a c a p u r u , em m a r ç o d e 1 9 8 6 , a e s p é c i e era a b u n d a n t e ( j . L . Guillaurnet, cooi. pess.) .

C U R C U L I O N I D A E

Duas e s p é c i e s , P h y r d c n u s m u r i c e u s G e r m a r e u m a d e um g ê n e r o n ã o i d e n t i f i c a d o per-t e n c e n per-t e aos C r y p per-t o r h y n c h i n a e , d e s e n v o l v e m - s e sobre o c u b i u . A s duas e s p é c i e s s a o fa-c i l m e n t e d i f e r e n fa-c i a v e i s : P. m u r í fa-c e u s ê i n t e i r a m e n t e fa-c i n z a a m a r e l o , e n q u a n t o q u e n a espê cie n ã o i d e n t i f i c a d a , a c a b e ç a , o tórax e a s p a t a s s a o p r e t a s , o s e l i t r o s c i n z a a m a r e i ^ dos c o m uma faixa transversal p r e t a no terço apical e q u e n a o a t i n g e a s u a b o r d a inter-na .

Os a d u l t o s , p o u c o v i s í v e i s , s a o d u r a n t e o d i a fixados n o s c a u l e s , n a b a s e d o s fni tos o u d e n t r o d o s b r o t o s . S u a s m o r d i d a s p r o v o c a m n e c r o s e s p r e t a s , b e m delϊ  m l t a d a s  ( F i g .  7 ) ,  q u e  s o b r e  o s  f r u t o s  j o v e n s  c a u s a m d e f o r m a ç õ e s e u m a p a r a d a no c r e s c i m e n t o . A s lar-gas se d e s e n v o l v e m na e x t r e m i d a d e d o s ramos e c a v a m g a l e r i a s de 6 a 7 c m d e c o m p r i m e n to. Na p a r c e l a e x p e r i m e n t a l , a m a i o r i a d a s p l a n t a s a p r e s e n t a r a m a l g u n s i n d i v í d u o s a d u l t o s q n u m e r o s a s l a r v a s .

Mo " Q u a r t o c a t á l o g o d o s insetos q u e v i v e m n a s p l a n t a s do B r a s i l " (1984), P h y r d e n u s m u r í c e u s é n o t a d o sobre a b a t a t i n h a ( S o l a n u m t u b e r o s u m ) , b e r i n j e l a (Solanum m e l o n g e n a ) , jiló (Solanum jiro) , j o ã (Solanum s p p . ) , j u r u b e b a ( S o l a n u m s p p . ) , S o l a n u m b a l b i s i i , S o ­ lanum i n c a r c e r a t u m , S . race/DOSum e t o m a t e ! ro ( L y c o p e r s i c o n e s e u l e n t u m ) . A e s p é c i e n a o é c i t a d a no E s t a d o d o A m a z o n a s .

C H R Y S O M E LID A E

0 a d u l t o da ú n i c a e s p é c i e C o l a s p í s a f f . a ι r e a L e f e v r e é d e c o r v e r d e b r o n z e c o m pa tas marrom-aipareladas , d e 6 m m d e c o m p r i m e n to, É u m a e s p é c i e p o u c o a b u n d a n t e . O s indi v í d u o s o c o r r e m isolados o u a g r u p a d o s d e 2 o u 3 n a face s u p e r i o r d a s folhas d a s q u a i s eles roem o l i m b o , s e m c a u s a r g r a n d e s d a n o s , Foi e n c o n t r a d a sobre m u i t a s S o l a n a c e a e es p o n t â n e a s , S o l a n u m rugosum e m p a r t i c u l a r s e n d o d a d o sua a b u n d â n c i a n a á r e a .

C E R A H B Y C I D A E

Uma e s p é c i e , A l c i d i o n d e l e t u m B a t e s , foi e n c o n t r a d a d e n t r o d e um g a1 h o , n a e n t r a d a de u m a g a l e r i a . U m A l c i d i o n s p . é n o t a d o sobre S o l a n u m q u i t o e n s e no E q u a d o r ( J i m e n e z , I982) sua i n c i d ê n c i a ê v i s t a c o m o " m o d e r a d a " , s o b r e v a r i a s S o l a n a c e a e no S u r i n a m e por V a n Ointher (Remi 1 l e t , 1988). Se b e m q u e s o m e n t e u m i n d i v í d u o foi e n c o n t r a d o n a p l a n t a ç ã o , d e v e - s e c o n s i d e r a r a e s p é c i e c o r a s e n d o u m d e s t r u i d o r em p o t e n c i a l ,

S P H I N G I D A E

(5)

t u r a . A lagarta d e c o l o r a ç ã o v e r d e é b e m pouco visível e p o d e ser n o t a d a p r i n c i p a l m e n ­

te através dos danos provocados nas folhas. A destruição manua) das lagartas é fαcil e muito a c o n s e l h a d a .

C O N C L U S Γ O

Entre o s insetos c i t a d o s , c i n c o e s p ι c i e s n e c e s s i t a m d e u m a v i g i l β n c i a p a r t i c u l a r . T r a t a m ­ s e d e C o r y t h a i c a c y a t h i c o l1 i s , P l a n o c o c c u s p a c i f i c u s , M a n d u c a s e x t a , P h y r d e n u s m u riceus e d a C r y p t o r h y n c h i n a e n γ o i d e n t i f i c a d a .

A s o u t r a s e s p ι c i e s p o r e n q u a n t o n γ o t ê m c a u s a d o d a n o s s i g n i f i c a t i v o s .

P a r a o c o n t r o l e , ι p r e c i s o r e f e r i r ­ s e γ o b r a d e C a r n e i r o (1963) e d o c a t α l o g o d e Remillet (1988). N a s p e q u e n a s p l a n t a η υ e s , ,a d e s t r u i η γ o manual das lagartas de S p h i n g i d a e e das f o l h a s a t i n g i d a s pelas T i n g i d a e ι a c o n s e l h α v e l .

No d e c o r r e r d a s o b s e r v a η υ e s , n e n h u m inseto e n t o m υ f a g o foi o b t i d o d u r a n t e a c r i a η γ o das l a r v a s .

A p r e s e n η a d e n u m e r o s a s e s p ι c i e s d e S o l a n a c e a e e s p o n t β n e a s n a s z o n a s d e c u l t u r a d o c u b i u , constitui e v i d e n t e m e n t e n u m e r o s a s f o n t e s d e r e i n f e s t a η γ o , o q u e j u s t i f i c a r i a u m e s t u d o d a f a u n a e n t o m o l υ g i c a d e s t a s e s p ι c i e s .

A G R A D E C I M E N T O S 

E n d e r e η a m o s n o s s o s a g r a d e c i m e n t o s a n o s s o s c o l e g a s d o INPA, a o s e u d i r e t o r , H . 0. R. S c h u b a r t , a n o s s o s c o l e g a s d o 0 R S T 0 M e m M a n a u s , p o r suas c o l a b o r a η υ e s , e a o s e s p e c i a listas q u e a c e i t a r a m i d e n t i f i c a r o s insetos c i t a d o s : R. L . F r o e s c h n e r (Washington), L . H . Rolston (Baton R o u g e ) , Ν . B e r t i , O.Mγti l e ­ F e r r e r o , G . H . P e r r a u l t , H . P e r r i n , R . M . Q u e n ­ tin e G . R e m a u d i θ r e ( P a r i s ) .

SUMMARY

¥ou>itzzn InòzcX òpzcÁzb, Injufiiouò on. potzncJjxlly Injunloui, to cubiu plant

(6)
(7)
(8)

F i g . 2 a 5 .  D a n o s  d e C o r y t h a i c a c y a t h i c o l l i s  ( T i n g i d a e )  s o b r e  f o l h a s  d e S o l a n u m s e s s i -lif l o r u m - 2;  p r i m e i r o s  s i n t o m a s  v i s ν v e i s  s o b r e a  f a c e  s u p e r i o r  d e  u m a  f o ­ l h a ­ 3;  m a n c h a  c a r a c t e r ν s t i c a  n a  f a c e  s u p e r i o r  d e  u m a  f o l h a ­ 4;  f o l h a to  talraente  d e s t r u ν d a ­  5 ;  c o l τ n i a  n a  f a c e  i n f e r i o r  d e  u m a  f o l h a . 

(9)
(10)

R e f e r ê n c i a s b i b l i o g r á f i c a s

A l z a t e ,  B . ­  1 9 8 2 . E l  c u l t i v o d e l  l u l o ( S o l a nu m q u i t o e n s e  L a m . ) era  C o l u m b i a . I n : Mem. p r i m e r a c o n f e r , i n t e r n a c . de n a r a n j i l l a ,  1 2 ­ 1 5  d e  j u l i o  1 9 8 2 ,  I N I A P ,  Q u i t o ,  m u l t i g r .  p .  4 6 ­ 5 1 . 

B e r t e l s ,  A . ­  1 9 6 2 .  I n s e t o s  h o s p e d e s de  s o l a n a c e a s . A g r o s . P e l o t a s ,  6 ( 4 ) : 1 5 4 ­ 1 6 0 . 

B u c k u p ,  L , ­  1 9 6 1 .  O s  P e n t a t c m i d e s  d o  E s t a d o  d o  R i o  G r a n d e  d o  S u l  ( B r a s i l ) ­  ( H e m i p t e r a  H e t e r o p t e r a ­  P e n t a t o m i d a e ) . I h e r i n g i a ,  R .  S . ,  j a n  ( 1 6 ) : 1 ­ 2 4 . 

C a r n e i r o ,  J .  d a  S . ­  1 9 8 3 .  R e c o n h e c i m e n t o e  c o n t r o l e  d a s  p r i n c i p a i s  p r a g a s  d e  c a m p o e  d e  g r γ o s  a r m a z e n a d o s  d e  c u l t u r a s  t e m p o r a i s  n o  A m a z o n a s . C i r c u l a r T é c n i c a , 7,  E M B R A ­ P A ,  M a n a u s .  8 2  p . 

C o x ,  J .  M . &  F r e e s t o n ,  A .  C . ­  1 9 8 5 .  I d e n t i f i c a t i o n  o f  m e a l y b u g s  o f  t h e  g e n u s P l a n o c o c ens  ( H o m o p t e r a  P s e u d o c o c c i d a e )  o c c u r i n g  o n  c a c a o  t h r o u g h t  t h e  w o r l d . J . o f N a t . H i s t .

1 9 ( 4 ) : 7 1 7 ­ 7 2 5 . 

D r a k e ,  C .  J . &  R u h o f f ,  F .  A . ­  1 9 6 4 .  L a c e b u g s  o f  t h e  w o r l d : a  c a t a l o g  ( H e m i p t e r a  T i n g i  d a e ) . B u l l . 0. S . N a t . M u s . ,  2 4 3 .  6 3 5  p . 

F e r n a n d e z ,  E . ­  1 9 8 5 . B i o l o g i a f l o r a l d e Solanum s e s s i l i f l o r u m e Solanum s u b i n e n n e (So l a n a c e a e ) n a r e g i ã o de M a n a u s .  T e s e  d e  M e s t r a d o ,  I N P A e F u n d a ç ã o U n i v e r s i d a d e d o A m a z o n a s , M a n a u s . 104 p .

H e i s e r , C h . B . J r . - 1 9 7 2 . T h e r e l a t i o n s h i p cf t h e n a r a n j i l l a , S o l a n u m q u i t o e n s e . B i o -t r o p i c a , 4 ( 2 ) : 7 7 - 8 4 .

H u t t e l , C . - 1 9 8 3 . D e l a d i v e r s i t é d e s p l a n t e s a l i m e n t a i r e s c o m m e r c i a l i s é e s s u r l e s m a r c h é s ã Q u i t o . J o u r . A g r . B o t . A p p l. , 3 0 ( 3 - 4 ) : 2 6 7 - 2 8 2 .

J i j o n , G . R . - 1 9 8 2 . A l g u n a s p l a g a s dei c u l t i v o d e n a r a n j i l i a . I n : M e m p r i m e r a c o n f e r , i n t e r n a c . de n a r a n j i l l a . 1 2 - 1 5 d e j u l i o 1 9 8 2 , I N I A P , Q u i t o , m u l t i g r . p . 8 8 - 9 4 .

J i m e n e z , J .  Β . ­  1 9 8 2 .  A p u n t e s  s o b r e  e l  c u l t i v o  d e  n a r a n j i l l a ( S o l a n u m q u i t o e n s e  L a m . )  e n  l a  z o n a  c e n t r o ­ o r i e n t a l  d e l  E c u a d o r . I n : Mem. p r i m e r a c o n f e r ,  i n t e r n a c . de n a r a n j i l l a .  1 2 ­ 1 5  d e  j u l i o  1 9 8 2 ,  I N I A P ,  Q u i t o ,  m u l t i g r .  p .  1 5 ­ 2 5 . 

M o n t e , 0. ­  1 9 3 2 .  S o b r e  p e r c e v e j o s  p e n t a t o m i d e s  q u e  a t a c a m  s o l a n a c e a s  c u l t i v a d a s . B o i . A g r i c . Z o o t e c h . V e t . ,  M i n a s  G e r a i s ,  5 ( 1 1 ) : 3 1 3 ­ 3 1 4 . 

P a h l e n ,  A .  v o n  d e r ­  1 9 7 9 .  C u b i u , S o l a n u m t o p i r o  ( H u m b . &  B o n p l . )  u m a  f r u t e i r a  d a  A m a ­ z ô n i a . A c t a A m a z ô n i c a , 7 ( 3 ) : 3 0 1 - 3 0 7 .

P a h l e n , A . v o n d e r - 1 9 7 9 . C u b i u (Solanum topiro H u m b . & B o n p l . ) uma. f r u t í f e r a d a A m a -z ô n i a . I n : I n t r o d u ç ã o a h o r t i c u l t u r a e f r u t i c u l t u r a n o A m a z o n a s . I N P A / C N P q , M a n a u s , p . 4 7 - 5 7 .

Q u a r t o c a t á l o g o d o s i n s e t o s q u e v i v e m n a s p l a n t a s d o B r a s i ] - 1 9 6 8 . P a r t e I I , 1 t o m o . I n s e t o s , h o s p e d e i r o s e i n i m i g o s n a t u r a i s . D e p a r t a m e n t o d e d e f e s a e i n s p e ç ã o a g r o p e -c u á r i a . R i o d e J a n e i r o . 6 2 2 p .

R a p o s o ,  Ν .  V . ­  1 9 8 1 . C o n t r i b u i ç ã o ao conhecimento J o g ê n e r o E d e s s a com a r e d e s c r i ç ã o de E . r u f o m a r g i n a t a (De G e e r . 1 7 7 3 ) , ( H e m i p t e r a , P e n t a t o m i d a e ) . M u s e u N a c i o n a l , R i o d e J a n e i r o , m u l t i g r . 26 p .

R e m i l l e t , M . - 1 9 7 9 . L e s i n s e c t e s n u i s i b l e s a u x c u l t u r e s en E q u a t e u r . C a t a l o g u e d e s e s p è c e s . 0 R S T 0 M C a y e n n e . [ m i m e o g r . ] . 44 p .

(11)

S e f e r ,  Ε . ­  1 9 6 1 .  C a t a l o g o  d o s  i n s e t o s  q u e atacara  a s  p l a n t a s  c u l t i v a d a s  d a  A m a z o n i a .  B o i .  T e e n .  I n s t .  A g r .  d o  N o r t e ,  A 3 : 2 3 ­ 5 3 . 

W h a l e n ,  M . D.;  C o s t i c h , D.  E . ;  H e i s e r ,  C .  B . ­  1 9 8 1 .  T a x o n o m y of  S o l a n u m , sect ion  L a s i o  c a r p a .  G e n t e s  H e r b a r i u m ,  1 2 ( 2 ) : 4 1 ­ 1 2 9 . 

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