2
Custo
(Orçamento)
Gestão de Projetos
• Estrutura da Gerência de Projetos
Estrutura Básica PMBOK Qualidade (Garantia) Recursos Humanos (Indivíduos) Integração
(Coordenação) Comunicação (Informações)
Riscos (Prevenção) Aquisição (Fornecimentos) Escopo (Requisitos) Tempo (Prazos)
3
• Gerência do Tempo do Projeto
•
Áreas da Gerência
X Grupo de Processos
4
• Gerência do Tempo do Projeto
• Atividade é um conjunto de tarefas
ou
• Tarefa é um conjunto de atividades
• Não há consenso
• A primeira afirmação é, normalmente, a mais aceita
5
• Grupos de Processos - Ligações
Iniciação
Encerramento
Execução
6
• Gerência do Tempo do Projeto
• Assegurar que o projeto será implementado no
prazo previsto
Processos de Principais
Grupo de Processos de Planejamento
6.1 Definição das Atividades 6.2 Seqüência das Atividades
6.3 Estimativa da Duração das Atividades
6.4 Desenvolvimento do Cronograma
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• Gerência do Tempo do Projeto
• Visão geral
Processos de Principais 6.1 Definição das Atividades 6.2 Seqüência das Atividades 6.3 Estimativa daDuração das Atividades 6.4 Desenvolvimento do Cronograma
6.5 Controle do Cronograma
Entradas
Entradas Ferra -mentas Saídas Ferra -mentas Saídas
8 Processos de Execução 5.2 Planejamento do Escopo 5.3 Detalhamento do Escopo 7.1 Planejamento de Recursos 6.1 Definição das Atividades 4.1 Desenvolvimento do Plano 7.3 Orçamento dos Custos 6.4 Desenvolvimento do Cronograma 7.2 Estimativa dos Custos 6.3 Estimativa Duração das Atividades 6.2 Seqüência das Atividades Processos Essenciais Processos de Planejamento Processos de Controle (Prazo)
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Definição das Atividades (6.1)
Entradas .1 Fatores ambi- entais da empresa .2 Ativos de pro- cessos organiza- cionais .3 Declaração de es- copo .4 EAP .5 Dicionários da EAP .6 Plano de geren- ciamento do pro- jeto Ferramentas e ... .1 Decomposição. .2 Modelos (Templates). Saídas .1 Lista de atividades. .2 Detalhes de suporte. .3 Atualizações na EAP.
• Identificar as atividades que devem ser realizadas
para produzir as várias entregas do projeto.
•
Entradas
• Fatores Ambientais da Empresa - disponibilidade
de sistemas de informações do gerenciamento de
projetos e de ferramentas de software para
elaboração de cronogramas.
• Ativos de Processos Organizacionais - contêm
as políticas, os procedimentos e as diretrizes
existentes, formais ou informais, relacionados ao
planejamento das atividades.
10
11
Seqüência das Atividades (6.2)
Entradas .1 Lista de atividades. .2 Descrição do produto. .3 Dependências mandatórias. .4 Dependências arbitradas. .5 Dependências externas. .6 Restrições. .7 Premissas. Ferramentas e .. .1 Método do Diagrama de Precedência. .2 Método do Diagrama de Flecha. .3 Método do Diagrama de Condicional. .4 Modelos de Redes. Saídas .1 Diagrama de Redes do projeto.
• Identificar e documentar as relações de dependência
entre as atividades
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•
Entradas
• Dependências mandatórias/ obrigatórias
• São inerentes à natureza do trabalho sendo realizado.
Frequentemente envolvem limitações físicas. Ex. um projeto de
componentes eletrônicos, no qual um protótipo precisa ser construído antes de ele poder ser testado.
• Dependências arbitradas
• São definidas pela equipe de gerência do projeto. Sequências preferidas de atividades do cronograma com base na experiência anterior de um projeto bem-sucedido que realiza o mesmo tipo de trabalho.
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•
Entradas
• Dependências externas
• As dependências externas são as que envolvem um
relacionamento entre as atividades do projeto e as atividades que não são do projeto.
• Por exemplo, a atividade do cronograma de teste de um projeto de software pode ser dependente da entrega de hardware de uma fonte externa ou de audiências ambientais do governo, que precisam ser realizadas antes de a preparação do local poder ser iniciada em um projeto de construção.
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• Ferramentas e Técnicas
• Método do Diagrama de Precedência
• Nós atividades
• Setas dependência e precedência Término/Início Início/Término
Início/Início Término/Término
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• Ferramentas e Técnicas
• Método do Diagrama de Flechas/Setas
• Nós dependência – normalmente “término-início” • Setas atividades
(Prazo)
Atividade
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Estimativa da duração das atividades (6.3)
Entradas .1 Lista de atividades. .2 Restrições. .3 Premissas. .4 Coeficiente de produtividade. .5 Informações históricas. Ferramentas e ... .1 Avaliação especializada. .2 Estimativas por analogia. .3 Simulações. Saídas .1 Estimativas de duração de atividades. .2 Bases para a estimativas. .3 Atualizações da lista de atividades.
• Estimativa do número de períodos de trabalho que serão
necessários para terminar as atividades individuais do
cronograma.
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•
Saídas
• Estimativas de duração de atividades -número provável de
períodos de trabalho que serão necessários para concluir uma atividade.
• Devem incluir alguma indicação da margem de resultados possíveis, ex:
• 2 semanas (± 2 dias) = mínimo 8 e máximo 12 dias • 15% de chance de exceder3 semanas
18 Desenvolvimento do Cronograma (6.4) Entradas .1 Diagrama de Redes do projeto. .2 Estimativas de duração de atividades. .3 Recursos requeridos. .4 Descrição do quadro de recursos. .5 Calendários. .6 Restrições. .7 Premissas. .8 Folgas e flutuações. Ferramentas e ... .1 Análise matemática. .2 Compressão da duração. .3 Simulações. .4 Nivelamento heurístico de recursos. .5 Softwares de gerência de projetos. Saídas .1 Cronograma do projeto. .2 Detalhes de suporte. .3 Plano de gerência do cronograma. .4 Atualização dos recursos requeridos.
• Análise dos recursos necessários, restrições do
cronograma, durações e seqüências de atividades
para criar o cronograma do projeto.
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• Ferramentas e Técnicas
• Análise Matemática - Existem várias técnicas
matemáticas:
• PERT - Programa de Avaliação e Revisão Técnica (Program Evaluation and Review Technique)
Usa distribuição de médias (valores esperados) em vez do valor mais provável.
• CPM - Método do Caminho Crítico (Critical Path Method) Usado para determinar as atividades que têm a menor
flexibilidade no cronograma; Utiliza valor de duração mais
provável; é o caminho mais longo do Network Diagram e determina a data mais cedo para concluir o projeto. O Caminho Crítico não tem folga (quase sempre)
• Simulações (estilo Monte Carlo)
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• Ferramentas e Técnicas
• Compressão da duração • Colisão (Crashing)
• Acrescenta recursos no caminho crítico
• Trabalha a relação custo x tempo (nem sempre gera alternativas viáveis)
• Quase sempre aumenta o custo • Caminho Rápido (Fast tracking)
• Executar em paralelo atividades que deveriam ser executadas em sequência
• Quase sempre resulta em retrabalho • Normalmente aumenta o risco
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• Saídas
• Cronograma do projeto
Diagrama de Rede do projeto com datas
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• Saídas
• Cronograma do projeto
Diagrama de Barras - Gantt
23 12.2 Preparação das Aquisições 8.3 Controle de Qualidade 5.5 Controle de Mudanças de Escopo 7.4 Controle de Custos 11.4 Controle das Respostas de Risco 6.5 Controle de Cronograma Processos Facilitadores Processos de Controle Processos de Encerramento Processos de Planejamento (Prazo)
24 Controle de Cronograma (6.5) Entradas .1 Cronograma do projeto. .2 Relatórios de desempenho (performance). .3 Requisições de mudanças. .4 Plano de gerência do cronograma. Ferramentas e ... .1 Sistema de controle de mudanças do cronograma. .2 Medidas de desempenho (performance). .3 Planejamento adicional. .4 Softwares de gerência de projetos. Saídas .1 Atualizações do cronograma. .2 Ações corretivas. .3 Lições aprendidas.
•
Controlar as mudanças no cronograma do projeto
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