PONTO ELETRÔNICO. Confira as normas para o controle da jornada de trabalho do empregado

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Confira as normas para o controle da jornada de trabalho do empregado

O empregado fica à disposição do empregador para dar cumprimento às tarefas que lhe são atribuídas durante a jornada de trabalho.

Esse tempo deve ser controlado a fim de resguardar os interesses das partes. Para tanto, é facultada ao empregador a utilizaç

podendo até mesmo utilizar-se de ambos os sistemas em seu estabelecimento.

Cabe ressaltar que as empresas que adotam ou venham adotar o controle eletrônico de jornada de trabalho deverão adequar seu

obrigatória do REP – Registrador Eletrônico de Ponto, a partir de 25

Examinamos, a seguir, os procedimentos que o empregador deve observar para controlar a jornada de trabalho do empregado utiliz

1. OBRIGATORIEDADE DO CONTROLE DE HORÁRIO

A legislação determina que é obrigatório o controle de horário de trabalho nos estabelecimentos que mantêm

O controle de horário de trabalho permite ao empregador constatar o tempo em que de fato o empregado permaneceu trabalhando, podendo, inclusive, fiscalizar os atrasos e as saídas antecipadas.

Somente os controles de horário refletem a exata dimensão da du quanto à determinação do início, quer quanto ao encerramento.

Portanto, a apuração da jornada de trabalho, inclusive das horas extras, é feita, obrigatoriamente, através dos registros.

Cabe ressaltar que mesmo não havendo o

estabelecimentos com até 10 empregados seja feito o controle do horário de trabalho, pois no caso de uma reclamação trabalhista o empregador não terá dificuldade em comprovar qual foi de fato a jornada de trabalho que

Por outro lado, também deve ser verificada a existência de norma coletiva que obrigue o estabelecimento empregador a efetuar o registro de ponto, mesmo com número de empregados inferior a 11.

1.1. MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO P

Desde 1-7-2007, por meio da Lei Complementar 123/2006, que instituiu o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

porte estão obrigadas a anotação da hora de entrada e saída em registro manual, mecânico ou eletrônico, para os estabelecimentos de mais de 10 empregados.

1.2. ÔNUS DA PROVA

O TST – Tribunal Superior do Trabalho, através da Súmula 338, firmou entend

ônus do empregador que conta com mais de 10 empregados o registro da jornada de trabalho na forma do artigo 74, § 2º, da CLT. A não apresentação injustificada dos controles de

frequência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trab elidida por prova em contrário.

Segundo a Súmula 338 TST, os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo

extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir.

PONTO ELETRÔNICO

JORNADA DE TRABALHO Controle de Horário Confira as normas para o controle da jornada de trabalho do empregado

O empregado fica à disposição do empregador para dar cumprimento às tarefas que lhe são atribuídas durante a jornada de trabalho.

Esse tempo deve ser controlado a fim de resguardar os interesses das partes. Para tanto, é facultada ao empregador a utilização de registros de ponto manual, mecânico ou eletrônico,

se de ambos os sistemas em seu estabelecimento.

Cabe ressaltar que as empresas que adotam ou venham adotar o controle eletrônico de jornada de trabalho deverão adequar seus sistemas de tratamento de dados para a utilização

Registrador Eletrônico de Ponto, a partir de 25-8-2010.

Examinamos, a seguir, os procedimentos que o empregador deve observar para controlar a jornada de trabalho do empregado utilizando uma das modalidades de registro.

1. OBRIGATORIEDADE DO CONTROLE DE HORÁRIO

A legislação determina que é obrigatório o controle de horário de trabalho nos estabelecimentos que mantêm mais de 10 empregados, ou seja, a partir de 11

O controle de horário de trabalho permite ao empregador constatar o tempo em que de fato o empregado permaneceu trabalhando, podendo, inclusive, fiscalizar os atrasos e as saídas Somente os controles de horário refletem a exata dimensão da duração do trabalho diário, quer quanto à determinação do início, quer quanto ao encerramento.

Portanto, a apuração da jornada de trabalho, inclusive das horas extras, é feita, obrigatoriamente, através dos registros.

Cabe ressaltar que mesmo não havendo obrigatoriedade, é recomendável que nos

estabelecimentos com até 10 empregados seja feito o controle do horário de trabalho, pois no caso de uma reclamação trabalhista o empregador não terá dificuldade em comprovar qual foi de fato a jornada de trabalho que o empregado cumpriu.

Por outro lado, também deve ser verificada a existência de norma coletiva que obrigue o estabelecimento empregador a efetuar o registro de ponto, mesmo com número de

1.1. MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

2007, por meio da Lei Complementar 123/2006, que instituiu o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, as microempresas e empresas de peq porte estão obrigadas a anotação da hora de entrada e saída em registro manual, mecânico ou eletrônico, para os estabelecimentos de mais de 10 empregados.

Tribunal Superior do Trabalho, através da Súmula 338, firmou entend

ônus do empregador que conta com mais de 10 empregados o registro da jornada de trabalho 2º, da CLT. A não apresentação injustificada dos controles de

frequência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trabalho, a qual pode ser elidida por prova em contrário.

Segundo a Súmula 338 TST, os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas

ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se JORNADA DE TRABALHO

Controle de Horário Confira as normas para o controle da jornada de trabalho do empregado

O empregado fica à disposição do empregador para dar cumprimento às tarefas que lhe são Esse tempo deve ser controlado a fim de resguardar os interesses das partes. Para tanto, é

ão de registros de ponto manual, mecânico ou eletrônico, se de ambos os sistemas em seu estabelecimento.

Cabe ressaltar que as empresas que adotam ou venham adotar o controle eletrônico de s sistemas de tratamento de dados para a utilização Examinamos, a seguir, os procedimentos que o empregador deve observar para controlar a

ando uma das modalidades de registro.

A legislação determina que é obrigatório o controle de horário de trabalho nos mais de 10 empregados, ou seja, a partir de 11.

O controle de horário de trabalho permite ao empregador constatar o tempo em que de fato o empregado permaneceu trabalhando, podendo, inclusive, fiscalizar os atrasos e as saídas

ração do trabalho diário, quer Portanto, a apuração da jornada de trabalho, inclusive das horas extras, é feita,

brigatoriedade, é recomendável que nos

estabelecimentos com até 10 empregados seja feito o controle do horário de trabalho, pois no caso de uma reclamação trabalhista o empregador não terá dificuldade em comprovar qual foi Por outro lado, também deve ser verificada a existência de norma coletiva que obrigue o estabelecimento empregador a efetuar o registro de ponto, mesmo com número de

2007, por meio da Lei Complementar 123/2006, que instituiu o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e

Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte estão obrigadas a anotação da hora de entrada e saída em registro manual, mecânico ou

Tribunal Superior do Trabalho, através da Súmula 338, firmou entendimento que é ônus do empregador que conta com mais de 10 empregados o registro da jornada de trabalho

2º, da CLT. A não apresentação injustificada dos controles de alho, a qual pode ser Segundo a Súmula 338 TST, os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída

se o ônus da prova, relativo às horas ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se

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2. FORMAS DE REGISTRO

A legislação determina que ao empregador é facultado adotar registros ou eletrônicos individualizados de controle de horário de t

e de saída, bem como a pré-assinalação do período de repouso ou alimentação.

A legislação não estabelece o modelo que deve ser utilizado para os registros manuais e mecânicos, podendo a empresa utilizar seus próprios mo

sistemas fornecidos por terceiros.

Cabe ressaltar que as empresas que adotam ou adotarem registro eletrônico de ponto deverão adequar seus sistemas de tratamento de dados, para a utilização obrigatória do REP

Registrador Eletrônico de Ponto.

A empresa não está obrigada a adotar o mesmo tipo de registro para todos os empregados. Ela poderá conviver com os três sistemas, ou seja, partes dos empregados poderão utilizar registro mecânico, outra parte o manual, e a última

2.1. INTERVALO PARA REPOUSO OU ALIMENTAÇÃO Apesar de a legislação exigir somente a pré

intervalo de repouso ou alimentação, não há impedimento legal para que o empregador exija que seus empregados assinalem (registrem/anotem) o horário de saída e de retorno do referido intervalo.

Isto porque é conveniente que a assinalação dos intervalos para descanso seja feita, obrigatoriamente, pelo próprio empregado, pois são comuns as reclamações trabalhistas horas extras, sob a alegação de que o empregador não concedeu os referidos intervalos. 3. REGISTROS MANUAIS

Os registros manuais, também chamados de manuscritos, são normalmente utilizados por empresas com poucos funcionários, ou utilizados por deter

de empregados.

O seu uso em larga escala torna

que acarreta muito tempo, tornando demorada a entrada e a saída dos empregados. Os registros manuais mais comuns s

3.1. LIVRO E FOLHA DE PONTO

O livro de ponto é composto de folhas encadernadas, podendo ser utilizado tanto para um como para vários empregados.

Cada folha pode ser utilizada para um único dia, onde vár

horários, ou pode ser utilizada individualmente por um empregado, sendo que ele a utilizará por todo o mês.

A folha individual de ponto por ser avulsa, sendo utilizada somente por um único empregado, devendo ficar em local apropriado para que não se extravie.

Tanto o livro como as folhas individuais terão que ser assinalados pelos próprios empregados, não podendo ser feito pelo empregador ou seu preposto.

O empregador poderá somente rubricar os registros confirmando as marcaçõe pelos empregados.

As anotações da hora de entrada, saída, e dos intervalos, devem ser assinaladas com

precisão, evitando-se que todos os empregados assinalem sempre o mesmo horário, pois isto pode levar a fiscalização e a Justiça do Trabalho a

feito periodicamente e não diariamente, o que se constituiria numa fraude, tirando o valor probatório do mesmo.

3.1.1. Rasuras ou Emendas

Para que o controle de horário tenha valor, não deve ter rasuras, erros ou

ocorra, o empregado deve de próprio punho retificar o erro, esclarecendo o que se passou, e rubricar esta anotação. É conveniente que o empregador ou seu preposto também rubrique a anotação.

A legislação determina que ao empregador é facultado adotar registros manuais, mecânicos individualizados de controle de horário de trabalho, contendo a hora de entrada

assinalação do período de repouso ou alimentação.

A legislação não estabelece o modelo que deve ser utilizado para os registros manuais e mecânicos, podendo a empresa utilizar seus próprios modelos, os adquiridos no comércio ou sistemas fornecidos por terceiros.

Cabe ressaltar que as empresas que adotam ou adotarem registro eletrônico de ponto deverão adequar seus sistemas de tratamento de dados, para a utilização obrigatória do REP

dor Eletrônico de Ponto.

A empresa não está obrigada a adotar o mesmo tipo de registro para todos os empregados. Ela poderá conviver com os três sistemas, ou seja, partes dos empregados poderão utilizar registro mecânico, outra parte o manual, e a última o eletrônico.

2.1. INTERVALO PARA REPOUSO OU ALIMENTAÇÃO

Apesar de a legislação exigir somente a pré-assinalação (indicação pelo empregador) do intervalo de repouso ou alimentação, não há impedimento legal para que o empregador exija

assinalem (registrem/anotem) o horário de saída e de retorno do referido Isto porque é conveniente que a assinalação dos intervalos para descanso seja feita,

obrigatoriamente, pelo próprio empregado, pois são comuns as reclamações trabalhistas horas extras, sob a alegação de que o empregador não concedeu os referidos intervalos.

Os registros manuais, também chamados de manuscritos, são normalmente utilizados por empresas com poucos funcionários, ou utilizados por determinadas seções ou mesmo grupos O seu uso em larga escala torna-se complicado, pois a assinalação é feita de próprio punho, o que acarreta muito tempo, tornando demorada a entrada e a saída dos empregados.

Os registros manuais mais comuns são o livro de ponto e a folha individual de ponto. 3.1. LIVRO E FOLHA DE PONTO

O livro de ponto é composto de folhas encadernadas, podendo ser utilizado tanto para um como para vários empregados.

Cada folha pode ser utilizada para um único dia, onde vários empregados anotam seus

horários, ou pode ser utilizada individualmente por um empregado, sendo que ele a utilizará por A folha individual de ponto por ser avulsa, sendo utilizada somente por um único empregado,

riado para que não se extravie.

Tanto o livro como as folhas individuais terão que ser assinalados pelos próprios empregados, não podendo ser feito pelo empregador ou seu preposto.

O empregador poderá somente rubricar os registros confirmando as marcaçõe

As anotações da hora de entrada, saída, e dos intervalos, devem ser assinaladas com

se que todos os empregados assinalem sempre o mesmo horário, pois isto pode levar a fiscalização e a Justiça do Trabalho a acreditarem que o controle de ponto era feito periodicamente e não diariamente, o que se constituiria numa fraude, tirando o valor

Para que o controle de horário tenha valor, não deve ter rasuras, erros ou emendas. Caso isto ocorra, o empregado deve de próprio punho retificar o erro, esclarecendo o que se passou, e rubricar esta anotação. É conveniente que o empregador ou seu preposto também rubrique a manuais, mecânicos rabalho, contendo a hora de entrada assinalação do período de repouso ou alimentação.

A legislação não estabelece o modelo que deve ser utilizado para os registros manuais e delos, os adquiridos no comércio ou Cabe ressaltar que as empresas que adotam ou adotarem registro eletrônico de ponto deverão adequar seus sistemas de tratamento de dados, para a utilização obrigatória do REP –

A empresa não está obrigada a adotar o mesmo tipo de registro para todos os empregados. Ela poderá conviver com os três sistemas, ou seja, partes dos empregados poderão utilizar

assinalação (indicação pelo empregador) do intervalo de repouso ou alimentação, não há impedimento legal para que o empregador exija

assinalem (registrem/anotem) o horário de saída e de retorno do referido Isto porque é conveniente que a assinalação dos intervalos para descanso seja feita,

obrigatoriamente, pelo próprio empregado, pois são comuns as reclamações trabalhistas por horas extras, sob a alegação de que o empregador não concedeu os referidos intervalos.

Os registros manuais, também chamados de manuscritos, são normalmente utilizados por minadas seções ou mesmo grupos se complicado, pois a assinalação é feita de próprio punho, o que acarreta muito tempo, tornando demorada a entrada e a saída dos empregados.

ão o livro de ponto e a folha individual de ponto.

O livro de ponto é composto de folhas encadernadas, podendo ser utilizado tanto para um ios empregados anotam seus

horários, ou pode ser utilizada individualmente por um empregado, sendo que ele a utilizará por A folha individual de ponto por ser avulsa, sendo utilizada somente por um único empregado, Tanto o livro como as folhas individuais terão que ser assinalados pelos próprios empregados, O empregador poderá somente rubricar os registros confirmando as marcações efetuadas As anotações da hora de entrada, saída, e dos intervalos, devem ser assinaladas com

se que todos os empregados assinalem sempre o mesmo horário, pois isto acreditarem que o controle de ponto era feito periodicamente e não diariamente, o que se constituiria numa fraude, tirando o valor

emendas. Caso isto ocorra, o empregado deve de próprio punho retificar o erro, esclarecendo o que se passou, e rubricar esta anotação. É conveniente que o empregador ou seu preposto também rubrique a

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4. REGISTROS MECÂNICOS

O registro mecânico é realizado através do chamado “relógio de ponto”. Como o nome diz, ele se constitui de um relógio acoplado a um sistema mecânico que registra a hora exata, em um cartão introduzido no mesmo.

O “relógio de ponto” pode ser utilizado por todas as empresas, de empregados.

Normalmente este sistema é adotado pelas empresas com um grande número de empregados, pois ele, além de agilizar o registro, pois sua operacionalização é simples, possibilita maior controle sobre os empregados, e

cumpriram.

A sua fiscalização pela empresa é mais fácil que a do ponto manuscrito. 4.1. NÚMERO DE RELÓGIOS

Da mesma forma que a legislação não estabelece modelo de controle de horário, ela não estabelece número mínimo nem máximo de “relógios de ponto” que a empresa deva possuir. Portanto, cabe a empresa definir, de acordo com as suas necessidades, o número ideal de “relógios de ponto”.

A empresa poderá utilizar um único “relógio de ponto” para todos utilizá-lo por seção ou departamento.

A inconveniência da utilização de um único “relógio de ponto”, para empresas com um grande número de empregados, está nas filas que se formam, e, consequentemente, nos atrasos que ocasionam na entrada e na saída do trabalho.

Estes atrasos tanto podem ser prejudiciais para a empresa como para o empregado.

O ideal é que a empresa instale tantos “relógios de ponto” quanto sejam necessários, a fim de evitar filas e outros transtornos.

4.2. AUTENTICAÇÃO DO CARTÃO

Apesar de os cartões serem assinalados mecanicamente, é prudente que os empregados ao término do mês, reconheçam a veracidade dos mesmos, apondo sua assinatura.

Isto não é uma determinação legal, mas é recomendável, pois uma vez assinados, os

empregados estariam dando autenticidade aos mesmos, isentando assim a empresa de ter que provar no futuro que não houve realização de horas extras que possivelmente eles poss

reclamar.

4.3. FRAUDE NA ASSINALAÇÃO

Como normalmente o “relógio de ponto” é utilizado por muitos empregados, a empresa deve criar mecanismos a fim de evitar fraudes na assinalação.

As fraudes são de vários tipos, sendo as principais aquelas cometida

faltam ou se atrasam e que pedem ao colega que assinale seu cartão, ou mesmo aqueles empregados que ficam no local de trabalho após o término da jornada sem fazer nada ou realizando tarefas de interesse próprio.

Em ambos os casos, as faltas cometidas são graves, podendo ocasionar a demissão por justa causa de todos os empregados envolvidos na fraude.

Para evitar as fraudes na assinalação, a empresa deve expedir circular onde informe aos empregados que não é permitido que um assinale o

da jornada de trabalho somente poderão ser realizadas com autorização da chefia imediata e a rubrica deste no cartão atestando a prorrogação.

Outro procedimento que deve ser adotado é o de manter os cartões em qu

os empregados somente tenham acesso no momento da assinalação, devendo o referido quadro estar sob a responsabilidade de um empregado, que periodicamente deverá checá Também constitui fraude o empregador que manda pessoa de sua c

de ponto pelo empregado, a fim de que não sejam registradas as horas extraordinárias realizadas.

Neste caso, o empregado poderá propor a rescisão do contrato por justo motivo, cabendo ao empregador indenizá-lo conforme prevê a

4. REGISTROS MECÂNICOS

é realizado através do chamado “relógio de ponto”. Como o nome diz, ele se constitui de um relógio acoplado a um sistema mecânico que registra a hora exata, em um cartão introduzido no mesmo.

O “relógio de ponto” pode ser utilizado por todas as empresas, independentemente do número Normalmente este sistema é adotado pelas empresas com um grande número de empregados, pois ele, além de agilizar o registro, pois sua operacionalização é simples, possibilita maior controle sobre os empregados, evitando que estes assinalem horários que de fato não A sua fiscalização pela empresa é mais fácil que a do ponto manuscrito.

4.1. NÚMERO DE RELÓGIOS

Da mesma forma que a legislação não estabelece modelo de controle de horário, ela não lece número mínimo nem máximo de “relógios de ponto” que a empresa deva possuir. Portanto, cabe a empresa definir, de acordo com as suas necessidades, o número ideal de A empresa poderá utilizar um único “relógio de ponto” para todos os empregados, como poderá

lo por seção ou departamento.

A inconveniência da utilização de um único “relógio de ponto”, para empresas com um grande número de empregados, está nas filas que se formam, e, consequentemente, nos atrasos que

na entrada e na saída do trabalho.

Estes atrasos tanto podem ser prejudiciais para a empresa como para o empregado.

O ideal é que a empresa instale tantos “relógios de ponto” quanto sejam necessários, a fim de evitar filas e outros transtornos.

ENTICAÇÃO DO CARTÃO

Apesar de os cartões serem assinalados mecanicamente, é prudente que os empregados ao término do mês, reconheçam a veracidade dos mesmos, apondo sua assinatura.

Isto não é uma determinação legal, mas é recomendável, pois uma vez assinados, os

empregados estariam dando autenticidade aos mesmos, isentando assim a empresa de ter que provar no futuro que não houve realização de horas extras que possivelmente eles poss

4.3. FRAUDE NA ASSINALAÇÃO

Como normalmente o “relógio de ponto” é utilizado por muitos empregados, a empresa deve criar mecanismos a fim de evitar fraudes na assinalação.

As fraudes são de vários tipos, sendo as principais aquelas cometidas por empregados que faltam ou se atrasam e que pedem ao colega que assinale seu cartão, ou mesmo aqueles empregados que ficam no local de trabalho após o término da jornada sem fazer nada ou realizando tarefas de interesse próprio.

faltas cometidas são graves, podendo ocasionar a demissão por justa causa de todos os empregados envolvidos na fraude.

Para evitar as fraudes na assinalação, a empresa deve expedir circular onde informe aos empregados que não é permitido que um assinale o ponto pelo o outro, e que as prorrogações da jornada de trabalho somente poderão ser realizadas com autorização da chefia imediata e a rubrica deste no cartão atestando a prorrogação.

Outro procedimento que deve ser adotado é o de manter os cartões em quadro próprio, em que os empregados somente tenham acesso no momento da assinalação, devendo o referido quadro estar sob a responsabilidade de um empregado, que periodicamente deverá checá Também constitui fraude o empregador que manda pessoa de sua confiança assinalar o cartão de ponto pelo empregado, a fim de que não sejam registradas as horas extraordinárias

Neste caso, o empregado poderá propor a rescisão do contrato por justo motivo, cabendo ao lo conforme prevê a legislação.

é realizado através do chamado “relógio de ponto”. Como o nome diz, ele se constitui de um relógio acoplado a um sistema mecânico que registra a hora exata, em um

independentemente do número Normalmente este sistema é adotado pelas empresas com um grande número de empregados, pois ele, além de agilizar o registro, pois sua operacionalização é simples, possibilita maior

vitando que estes assinalem horários que de fato não

Da mesma forma que a legislação não estabelece modelo de controle de horário, ela não lece número mínimo nem máximo de “relógios de ponto” que a empresa deva possuir. Portanto, cabe a empresa definir, de acordo com as suas necessidades, o número ideal de

os empregados, como poderá A inconveniência da utilização de um único “relógio de ponto”, para empresas com um grande número de empregados, está nas filas que se formam, e, consequentemente, nos atrasos que Estes atrasos tanto podem ser prejudiciais para a empresa como para o empregado.

O ideal é que a empresa instale tantos “relógios de ponto” quanto sejam necessários, a fim de

Apesar de os cartões serem assinalados mecanicamente, é prudente que os empregados ao término do mês, reconheçam a veracidade dos mesmos, apondo sua assinatura.

Isto não é uma determinação legal, mas é recomendável, pois uma vez assinados, os

empregados estariam dando autenticidade aos mesmos, isentando assim a empresa de ter que provar no futuro que não houve realização de horas extras que possivelmente eles possam

Como normalmente o “relógio de ponto” é utilizado por muitos empregados, a empresa deve s por empregados que faltam ou se atrasam e que pedem ao colega que assinale seu cartão, ou mesmo aqueles empregados que ficam no local de trabalho após o término da jornada sem fazer nada ou

faltas cometidas são graves, podendo ocasionar a demissão por justa Para evitar as fraudes na assinalação, a empresa deve expedir circular onde informe aos

ponto pelo o outro, e que as prorrogações da jornada de trabalho somente poderão ser realizadas com autorização da chefia imediata e a

adro próprio, em que os empregados somente tenham acesso no momento da assinalação, devendo o referido quadro estar sob a responsabilidade de um empregado, que periodicamente deverá checá-los.

onfiança assinalar o cartão de ponto pelo empregado, a fim de que não sejam registradas as horas extraordinárias

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5. REGISTROS ELETRÔNICOS

O registro eletrônico de ponto é outra modalidade de controle de horário prevista na legislação. Por conta da fragilidade na manipulação dos sistemas e dos dados, algumas empresas

fraudavam o registro eletrônico de sobre o registro da jornada.

Entretanto, com intuito de inibir qualquer fraude nesta modalidade de controle de horário dos empregados, o Ministério do Trabalho e Emprego, através da Portaria 1.510 MTE

disciplinar as normas sobre o registro eletrônico de ponto e a utilização do SREP Registro Eletrônico de Ponto.

5.1. OBRIGATORIEDADE

Cabe ressaltar que a Portaria 1.510 MTE/2009 não obriga as empresas a adotarem o sistema eletrônico de ponto.

Contudo, se a empresa já utiliza o sistema eletrônico de ponto ou pretende adotá se adequar às normas da referida Portaria.

Em outras palavras, a Portaria 1.510 MTE/2009 não criou nenhuma restrição à utilização dos registros manuais e mecânicos, que ainda podem continuar sendo adotados pelas empresas. 5.2. SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO

O SREP é o conjunto de equipamentos e

meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores das empresas.

O empregador somente poderá utilizar o SREP se possuir os atestados emitidos pelos fabricantes dos equipamentos e programas utilizados, c

5.5.2.

O empregador que usar o SREP deve se cadastrar no MTE, pelo

http://www2.mte.gov.br/sistemas/carep

utilizados.

A seguir, apresentamos a tela

5.2.1. Ações que desvirtuam o SREP

O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:

a) restrições de horário à mar

b) marcação automática do ponto, utilizando contratual;

c) exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e d) existência de qualquer dispositivo que permita

empregado.

5. REGISTROS ELETRÔNICOS

O registro eletrônico de ponto é outra modalidade de controle de horário prevista na legislação. Por conta da fragilidade na manipulação dos sistemas e dos dados, algumas empresas

fraudavam o registro eletrônico de ponto e os empregados não detinham um efetivo controle Entretanto, com intuito de inibir qualquer fraude nesta modalidade de controle de horário dos empregados, o Ministério do Trabalho e Emprego, através da Portaria 1.510 MTE

disciplinar as normas sobre o registro eletrônico de ponto e a utilização do SREP Registro Eletrônico de Ponto.

Cabe ressaltar que a Portaria 1.510 MTE/2009 não obriga as empresas a adotarem o sistema Contudo, se a empresa já utiliza o sistema eletrônico de ponto ou pretende adotá

se adequar às normas da referida Portaria.

as palavras, a Portaria 1.510 MTE/2009 não criou nenhuma restrição à utilização dos registros manuais e mecânicos, que ainda podem continuar sendo adotados pelas empresas. 5.2. SISTEMA DE REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO

O SREP é o conjunto de equipamentos e programas informatizados destinado à anotação por meio eletrônico da entrada e saída dos trabalhadores das empresas.

O empregador somente poderá utilizar o SREP se possuir os atestados emitidos pelos

fabricantes dos equipamentos e programas utilizados, conforme constante nos subitens 5.5.1 e O empregador que usar o SREP deve se cadastrar no MTE, pelo endereço eletrônico:

http://www2.mte.gov.br/sistemas/carep, informando seus dados, equipamentos e

A seguir, apresentamos a tela inicial para cadastramento no SREP:

5.2.1. Ações que desvirtuam o SREP

O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:

a) restrições de horário à marcação do ponto;

b) marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário c) exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e d) existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo O registro eletrônico de ponto é outra modalidade de controle de horário prevista na legislação. Por conta da fragilidade na manipulação dos sistemas e dos dados, algumas empresas

ponto e os empregados não detinham um efetivo controle Entretanto, com intuito de inibir qualquer fraude nesta modalidade de controle de horário dos empregados, o Ministério do Trabalho e Emprego, através da Portaria 1.510 MTE/2009 veio disciplinar as normas sobre o registro eletrônico de ponto e a utilização do SREP – Sistema de

Cabe ressaltar que a Portaria 1.510 MTE/2009 não obriga as empresas a adotarem o sistema Contudo, se a empresa já utiliza o sistema eletrônico de ponto ou pretende adotá-lo, terá que

as palavras, a Portaria 1.510 MTE/2009 não criou nenhuma restrição à utilização dos registros manuais e mecânicos, que ainda podem continuar sendo adotados pelas empresas.

programas informatizados destinado à anotação por O empregador somente poderá utilizar o SREP se possuir os atestados emitidos pelos

onforme constante nos subitens 5.5.1 e endereço eletrônico:

, informando seus dados, equipamentos e sofwares

O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação

se horários predeterminados ou o horário c) exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e

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5.3. REGISTRADOR ELETRÔNICO DE PONTO Para a utilização de SREP é obrigatório o uso do REP

local da prestação do serviço, vedados outros meios de registro, devendo es pronta extração e impressão de dados pelo Auditor

O REP, que passa a ser obrigatório a partir de 25

utilizado exclusivamente para o registro de jornada de trabalho e com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes à entrada e à saída de empregados nos locais de trabalho, sen

exemplo, a catraca eletrônica (aparelho que controla a entrada e saída de pessoas num estabelecimento).

5.3.1. Requisitos do REP

Para ser utilizado nos estabelecimentos, o equipamento REP deve aprese requisitos:

a) relógio interno de tempo real com precisão mínima de um minuto por ano com capacidade de funcionamento ininterrupto por um período mínimo de 60 dias na ausência de energia elétrica de alimentação;

b) mostrador do relógio de tempo real contendo hora, minutos e segundos;

c) dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e de uso exclusivo do equipamento, que permita impressões com durabilidade mínima de 5 anos;

d) meio de armazenamento permanente, denominado M e) meio de armazenamento, denominado MT

f) porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados armazenados na MRP pelo Auditor

g) para a função de marcação de ponto, o REP não deverá depender de qualquer conexão com outro equipamento externo; e

h) a marcação de ponto ficará interrompida quando for feita qualquer operação que exija a comunicação do REP com qualquer outro equipamento, seja para carga

Além do mencionado anteriormente, as empresas que adotarem o REP também devem atender aos demais requisitos a seguir:

– não permitir alterações ou apagamento dos dados armazenados na Memória de Registro de Ponto;

– ser inviolável;

– não possuir funcionalidades que permitam restringir as marcações de ponto e registros automáticos de ponto; e

– possuir identificação no equipamento REP, gravada de forma indelével na sua estrutura externa, contendo CNPJ e nome do fabricante, marca, mod

REP.

O número de fabricação do REP é o número exclusivo de cada equipamento e consistirá na junção sequencial do número de cadastro do fabricante no MTE, número de registro do modelo no MTE e número série único do equipamento

5.3.2. Meios de Armazenamento do REP

O REP possui os seguintes meios de armazenamento de dados e operações:

a) MT – Memória de Trabalho, onde ficarão gravados os dados necessários à operação do REP, que são:

– do empregador: tipo de identificador do

empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação do serviço; e – dos empregados que utilizam o REP:

identificação do empregado pelo equipamento.

b) MRP – Memória de Registro de Ponto, onde serão gravadas operações de forma permanente, cujos dados armazenados não possam ser apagados ou alterados, direta ou indiretamente.

Essas operações são:

• inclusão ou alteração das informações do empregador na

data e hora da inclusão ou alteração; tipo de operação; tipo de identificador do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação do serviço;

5.3. REGISTRADOR ELETRÔNICO DE PONTO

Para a utilização de SREP é obrigatório o uso do REP – Registrador Eletrônico de Ponto no local da prestação do serviço, vedados outros meios de registro, devendo estar disponível para pronta extração e impressão de dados pelo Auditor-Fiscal do Trabalho.

que passa a ser obrigatório a partir de 25-8-2010, é o equipamento de automação utilizado exclusivamente para o registro de jornada de trabalho e com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes à entrada e à saída de empregados nos locais de trabalho, sendo vedada a sua utilização para outros fins, como por exemplo, a catraca eletrônica (aparelho que controla a entrada e saída de pessoas num

Para ser utilizado nos estabelecimentos, o equipamento REP deve apresentar os seguintes a) relógio interno de tempo real com precisão mínima de um minuto por ano com capacidade de funcionamento ininterrupto por um período mínimo de 60 dias na ausência de energia

de tempo real contendo hora, minutos e segundos;

c) dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e de uso exclusivo do equipamento, que permita impressões com durabilidade mínima de 5 anos;

d) meio de armazenamento permanente, denominado MRP– Memória de Registro de Ponto; e) meio de armazenamento, denominado MT – Memória de Trabalho;

f) porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados armazenados na MRP pelo Auditor-Fiscal do Trabalho;

marcação de ponto, o REP não deverá depender de qualquer conexão com outro equipamento externo; e

h) a marcação de ponto ficará interrompida quando for feita qualquer operação que exija a comunicação do REP com qualquer outro equipamento, seja para carga ou leitura de dados. Além do mencionado anteriormente, as empresas que adotarem o REP também devem atender aos demais requisitos a seguir:

não permitir alterações ou apagamento dos dados armazenados na Memória de Registro de

não possuir funcionalidades que permitam restringir as marcações de ponto e registros possuir identificação no equipamento REP, gravada de forma indelével na sua estrutura externa, contendo CNPJ e nome do fabricante, marca, modelo e número de fabricação do O número de fabricação do REP é o número exclusivo de cada equipamento e consistirá na junção sequencial do número de cadastro do fabricante no MTE, número de registro do modelo no MTE e número série único do equipamento.

5.3.2. Meios de Armazenamento do REP

O REP possui os seguintes meios de armazenamento de dados e operações:

Memória de Trabalho, onde ficarão gravados os dados necessários à operação do tipo de identificador do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação do serviço; e

dos empregados que utilizam o REP: nome; número do PIS; e demais dados necessários à identificação do empregado pelo equipamento.

Memória de Registro de Ponto, onde serão gravadas operações de forma permanente, cujos dados armazenados não possam ser apagados ou alterados, direta ou

• inclusão ou alteração das informações do empregador na MT, contendo os seguintes dados: data e hora da inclusão ou alteração; tipo de operação; tipo de identificador do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação

Registrador Eletrônico de Ponto no tar disponível para , é o equipamento de automação utilizado exclusivamente para o registro de jornada de trabalho e com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes à entrada e à saída de

do vedada a sua utilização para outros fins, como por exemplo, a catraca eletrônica (aparelho que controla a entrada e saída de pessoas num

ntar os seguintes a) relógio interno de tempo real com precisão mínima de um minuto por ano com capacidade de funcionamento ininterrupto por um período mínimo de 60 dias na ausência de energia

c) dispor de mecanismo impressor em bobina de papel, integrado e de uso exclusivo do Memória de Registro de Ponto; f) porta padrão USB externa, denominada Porta Fiscal, para pronta captura dos dados

marcação de ponto, o REP não deverá depender de qualquer conexão h) a marcação de ponto ficará interrompida quando for feita qualquer operação que exija a

ou leitura de dados. Além do mencionado anteriormente, as empresas que adotarem o REP também devem

não permitir alterações ou apagamento dos dados armazenados na Memória de Registro de

não possuir funcionalidades que permitam restringir as marcações de ponto e registros possuir identificação no equipamento REP, gravada de forma indelével na sua estrutura

elo e número de fabricação do O número de fabricação do REP é o número exclusivo de cada equipamento e consistirá na junção sequencial do número de cadastro do fabricante no MTE, número de registro do modelo

O REP possui os seguintes meios de armazenamento de dados e operações:

Memória de Trabalho, onde ficarão gravados os dados necessários à operação do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação do serviço; e

nome; número do PIS; e demais dados necessários à Memória de Registro de Ponto, onde serão gravadas operações de forma

permanente, cujos dados armazenados não possam ser apagados ou alterados, direta ou

MT, contendo os seguintes dados: data e hora da inclusão ou alteração; tipo de operação; tipo de identificador do empregador, CNPJ ou CPF; identificador do empregador; CEI, caso exista; razão social; e local da prestação

(6)

• marcação de ponto, com os seguintes dados: número do PIS, data e hora da marcação; • ajuste do relógio interno, contendo os seguintes dados: data antes do ajuste, hora antes do ajuste, data ajustada, hora ajustada; e

• inserção, alteração e exclusão de dados do empregado na

operação, tipo de operação, número do PIS e nome do empregado. 5.3.3. Funcionalidades do REP

O REP deve apresentar as seguintes funcionalidades: a) marcação de ponto, composta dos seguintes passos:

– receber diretamente a identificação do trabalhador, sem interposição de outro equipamento; – obter a hora do Relógio de Tempo Real;

– registrar a marcação de ponto na MRP; e – imprimir o comprovante do trabalhador. b) geração do AFD –

Arquivo-armazenados na MRP;

c) gravação do AFD em dispositivo externo de memória, por meio da Porta Fiscal;

d) emissão da Relação Instantânea de Marcações com as marcações efetuadas nas 24 horas precedentes, deve conter:

– cabeçalho com identificador e razão social do empregador, local de prestação de serviço, número de fabricação do REP;

– NSR – Número Sequencial de Registro; – número do PIS e nome do empregado; e – horário da marcação.

Em relação às funcionalidades, deve ser obse

• o empregador não poderá restringir o horário para o empregado realizar a marcação de ponto, no entanto, é conveniente que o empregador utilize

evitar abusos por parte do empregado, isto é, a realização de horas e trabalho;

• o REP deve emitir comprovante a cada marcação efetuada pelo trabalhador;

• o empregador tem a responsabilidade de manter o REP com o papel necessário para a quantidade de registros que serão efetuados, bem como disponibiliza

quantidade e capacidade suficiente para atender aos empregados;

• em relação à letra “c” deste subitem, a Porta Fiscal do REP não pode ter outra função além da gravação do AFD, sendo esta porta utilizada para uso exclusivo da fiscalizaçã

REP ter outros conectores para o intercâmbio de dados;

• a Relação Instantânea de Marcações também é documento previsto para o uso da fiscalização do trabalho, dispondo de comando, a ser acionado pelo Auditor

para permitir a impressão dessa relação durante a inspeção. 5.3.3.1. Comprovante de Registro de Ponto

O comprovante de registro de ponto do trabalhador é um documento impresso para o empregado acompanhar, a cada marcação, o controle de sua jornada de trabalho, conten seguintes informações:

a) cabeçalho contendo o título “Comprovante de Registro de Ponto do Trabalhador”; b) identificação do empregador contendo nome, CNPJ/CPF e CEI, caso exista; c) local da prestação do serviço;

d) número de fabricação do REP;

e) identificação do trabalhador contendo nome e número do PIS; f) data e horário do respectivo registro; e

g) NSR.

A impressão deverá ser feita em cor contrastante com o papel, em caracteres legíveis com a densidade horizontal máxima de 8 caracteres po

altura inferior a 3 milímetros.

O empregador deverá disponibilizar meios para a emissão obrigatória do comprovante de registro de ponto do trabalhador no momento de qualquer marcação de ponto.

Ressaltamos que o comprovante de marcação de ponto será emitido pelo REP a cada registro (entrada, saída e intervalo, este último se for o caso), em via única destinada ao trabalhador, ou seja, não pode ser emitido um único comprovante de marcação por dia. O REP não emitirá uma cópia desse comprovante para o empregador.

A título de ilustração, demonstramos, a seguir, um modelo do referido Comprovante: om os seguintes dados: número do PIS, data e hora da marcação; • ajuste do relógio interno, contendo os seguintes dados: data antes do ajuste, hora antes do ajuste, data ajustada, hora ajustada; e

• inserção, alteração e exclusão de dados do empregado na MT, contendo: data e hora da operação, tipo de operação, número do PIS e nome do empregado.

5.3.3. Funcionalidades do REP

O REP deve apresentar as seguintes funcionalidades: a) marcação de ponto, composta dos seguintes passos:

identificação do trabalhador, sem interposição de outro equipamento; obter a hora do Relógio de Tempo Real;

registrar a marcação de ponto na MRP; e imprimir o comprovante do trabalhador.

-Fonte de Dados, gerado pelo REP, contendo todos os dados c) gravação do AFD em dispositivo externo de memória, por meio da Porta Fiscal;

d) emissão da Relação Instantânea de Marcações com as marcações efetuadas nas 24 horas om identificador e razão social do empregador, local de prestação de serviço, número de fabricação do REP;

Número Sequencial de Registro; número do PIS e nome do empregado; e

Em relação às funcionalidades, deve ser observado:

• o empregador não poderá restringir o horário para o empregado realizar a marcação de ponto, no entanto, é conveniente que o empregador utilize-se de seu poder diretivo a fim de evitar abusos por parte do empregado, isto é, a realização de horas extras sem efetivo • o REP deve emitir comprovante a cada marcação efetuada pelo trabalhador;

• o empregador tem a responsabilidade de manter o REP com o papel necessário para a quantidade de registros que serão efetuados, bem como disponibilizar equipamentos em quantidade e capacidade suficiente para atender aos empregados;

• em relação à letra “c” deste subitem, a Porta Fiscal do REP não pode ter outra função além da gravação do AFD, sendo esta porta utilizada para uso exclusivo da fiscalizaçã

REP ter outros conectores para o intercâmbio de dados;

• a Relação Instantânea de Marcações também é documento previsto para o uso da

fiscalização do trabalho, dispondo de comando, a ser acionado pelo Auditor-Fiscal do Trabalho, a impressão dessa relação durante a inspeção.

5.3.3.1. Comprovante de Registro de Ponto

O comprovante de registro de ponto do trabalhador é um documento impresso para o empregado acompanhar, a cada marcação, o controle de sua jornada de trabalho, conten a) cabeçalho contendo o título “Comprovante de Registro de Ponto do Trabalhador”; b) identificação do empregador contendo nome, CNPJ/CPF e CEI, caso exista; c) local da prestação do serviço;

d) número de fabricação do REP;

e) identificação do trabalhador contendo nome e número do PIS; f) data e horário do respectivo registro; e

A impressão deverá ser feita em cor contrastante com o papel, em caracteres legíveis com a densidade horizontal máxima de 8 caracteres por centímetro e o caractere não poderá ter O empregador deverá disponibilizar meios para a emissão obrigatória do comprovante de registro de ponto do trabalhador no momento de qualquer marcação de ponto.

omprovante de marcação de ponto será emitido pelo REP a cada registro (entrada, saída e intervalo, este último se for o caso), em via única destinada ao trabalhador, ou seja, não pode ser emitido um único comprovante de marcação por dia. O REP não emitirá uma cópia desse comprovante para o empregador.

A título de ilustração, demonstramos, a seguir, um modelo do referido Comprovante: om os seguintes dados: número do PIS, data e hora da marcação; • ajuste do relógio interno, contendo os seguintes dados: data antes do ajuste, hora antes do

MT, contendo: data e hora da

identificação do trabalhador, sem interposição de outro equipamento;

P, contendo todos os dados c) gravação do AFD em dispositivo externo de memória, por meio da Porta Fiscal;

d) emissão da Relação Instantânea de Marcações com as marcações efetuadas nas 24 horas om identificador e razão social do empregador, local de prestação de serviço,

• o empregador não poderá restringir o horário para o empregado realizar a marcação de se de seu poder diretivo a fim de

xtras sem efetivo • o REP deve emitir comprovante a cada marcação efetuada pelo trabalhador;

• o empregador tem a responsabilidade de manter o REP com o papel necessário para a r equipamentos em • em relação à letra “c” deste subitem, a Porta Fiscal do REP não pode ter outra função além da gravação do AFD, sendo esta porta utilizada para uso exclusivo da fiscalização, devendo o • a Relação Instantânea de Marcações também é documento previsto para o uso da

Fiscal do Trabalho,

O comprovante de registro de ponto do trabalhador é um documento impresso para o

empregado acompanhar, a cada marcação, o controle de sua jornada de trabalho, contendo as a) cabeçalho contendo o título “Comprovante de Registro de Ponto do Trabalhador”;

b) identificação do empregador contendo nome, CNPJ/CPF e CEI, caso exista;

A impressão deverá ser feita em cor contrastante com o papel, em caracteres legíveis com a r centímetro e o caractere não poderá ter O empregador deverá disponibilizar meios para a emissão obrigatória do comprovante de registro de ponto do trabalhador no momento de qualquer marcação de ponto.

omprovante de marcação de ponto será emitido pelo REP a cada registro (entrada, saída e intervalo, este último se for o caso), em via única destinada ao trabalhador, ou seja, não pode ser emitido um único comprovante de marcação por dia. O REP não emitirá A título de ilustração, demonstramos, a seguir, um modelo do referido Comprovante:

(7)

5.3.4. Intervalo para Repouso e Pausas O § 2º do artigo 74 da CLT –

período de repouso.

É facultado ao empregador exigir ou não o registro da entrada e saída dos intervalos de seus empregados.

Entretanto, as convenções e acordos co marcação nos intervalos.

Por outro lado, se a empresa concede aos empregados outros intervalos, como por exemplo para lanche, não deduzidos da duração do trabalho, esses intervalos não devem ser

registrados no REP. à Pausas Obrigatórias

Esclarecemos que, de acordo com a legislação, algumas atividades profissionais, por questões de Ergonomia e com o objetivo de garantir a saúde do trabalhador, concedem pausas

obrigatórias. Nesse sentido podemos citar

eletrônico de dados, os mecanógrafos, os operadores de

checkout, entre outros.

Essas pausas são inseridas dentro da jornada de trabalho, não sendo necessário o registro no REP. Porém, o empregador deverá utilizar outra forma de controle das pausas para demonstrar o cumprimento da norma legal.

5.3.5. Ausência de Número de PIS Quando o trabalhador

recém-lo no REP, nos primeiros dias de trabalho o controle de jornada de trabalho poderá ser feito manual ou mecanicamente até que ele receba o seu número de PIS.

5.3.6. Empresa Prestadora de Serviço

Segundo entendimento do MTE, a empresa terceirizada (contratada) não poderá utilizar o REP da tomadora de serviço (contratante) para marcação da jornada dos trabalhadores que prestam serviço no local da contratante. Isto porque a Po

empregador por REP.

Neste caso, a fim de manter o controle de jornada de trabalho de seus empregados, a empresa contratada deverá adotar o registro que lhe for mais viável, isto é, podendo utilizar o registro manual (folha ou livro de ponto) ou mecânico (relógio de ponto).

5.3.7. Mudança do Local da Prestação de Serviços

Conforme já mencionado, é obrigatório o uso do REP no local da prestação do serviço. Entretanto, quando houver alteração deste local, o REP po

alteração deve ser assinalada na sua Memória de Registro de Ponto. 5.3.4. Intervalo para Repouso e Pausas

Consolidação das Leis do Trabalho admite a pré

É facultado ao empregador exigir ou não o registro da entrada e saída dos intervalos de seus Entretanto, as convenções e acordos coletivos de trabalho poderão prever a obrigatoriedade da Por outro lado, se a empresa concede aos empregados outros intervalos, como por exemplo para lanche, não deduzidos da duração do trabalho, esses intervalos não devem ser

Esclarecemos que, de acordo com a legislação, algumas atividades profissionais, por questões de Ergonomia e com o objetivo de garantir a saúde do trabalhador, concedem pausas

obrigatórias. Nesse sentido podemos citar, por exemplo, as atividades de processamento eletrônico de dados, os mecanógrafos, os operadores de telemarketing, os operadores de Essas pausas são inseridas dentro da jornada de trabalho, não sendo necessário o registro no REP. Porém, o empregador deverá utilizar outra forma de controle das pausas para demonstrar o cumprimento da norma legal.

5.3.5. Ausência de Número de PIS

-admitido não possuir o número do PIS, necessário para registrá lo no REP, nos primeiros dias de trabalho o controle de jornada de trabalho poderá ser feito manual ou mecanicamente até que ele receba o seu número de PIS.

Prestadora de Serviço

Segundo entendimento do MTE, a empresa terceirizada (contratada) não poderá utilizar o REP da tomadora de serviço (contratante) para marcação da jornada dos trabalhadores que prestam serviço no local da contratante. Isto porque a Portaria 1.510 MTE/2009 não prevê mais de um Neste caso, a fim de manter o controle de jornada de trabalho de seus empregados, a empresa contratada deverá adotar o registro que lhe for mais viável, isto é, podendo utilizar o registro

ual (folha ou livro de ponto) ou mecânico (relógio de ponto). 5.3.7. Mudança do Local da Prestação de Serviços

Conforme já mencionado, é obrigatório o uso do REP no local da prestação do serviço. Entretanto, quando houver alteração deste local, o REP poderá ser movimentado e essa alteração deve ser assinalada na sua Memória de Registro de Ponto.

ASSESSORIA CONTABIL REIS

Consolidação das Leis do Trabalho admite a pré-assinalação do É facultado ao empregador exigir ou não o registro da entrada e saída dos intervalos de seus

letivos de trabalho poderão prever a obrigatoriedade da Por outro lado, se a empresa concede aos empregados outros intervalos, como por exemplo para lanche, não deduzidos da duração do trabalho, esses intervalos não devem ser

Esclarecemos que, de acordo com a legislação, algumas atividades profissionais, por questões de Ergonomia e com o objetivo de garantir a saúde do trabalhador, concedem pausas

, por exemplo, as atividades de processamento , os operadores de Essas pausas são inseridas dentro da jornada de trabalho, não sendo necessário o registro no REP. Porém, o empregador deverá utilizar outra forma de controle das pausas para demonstrar

admitido não possuir o número do PIS, necessário para registrá-lo no REP, nos primeiros dias de trabalho o controle de jornada de trabalho poderá ser feito

Segundo entendimento do MTE, a empresa terceirizada (contratada) não poderá utilizar o REP da tomadora de serviço (contratante) para marcação da jornada dos trabalhadores que prestam

rtaria 1.510 MTE/2009 não prevê mais de um Neste caso, a fim de manter o controle de jornada de trabalho de seus empregados, a empresa contratada deverá adotar o registro que lhe for mais viável, isto é, podendo utilizar o registro

Conforme já mencionado, é obrigatório o uso do REP no local da prestação do serviço. derá ser movimentado e essa

(8)

5.3.8. Jornada de Trabalho Fora do Estabelecimento

No caso das empresas que adotam ou venham adotar o REP mas possuam empregados que executam integralmente a jornada de trabalho fora do estabelecimento, o horário de trabalho desses empregados deve constar, explicitamente, de ficha ou papeleta, que ficará em poder dos mesmos, sem prejuízo da anotação desse horário no registro de empregados.

5.4. PROGRAMA DE TRATAMENTO DE REGISTRO DE PONTO

O Programa de Tratamento de Registro de Ponto é o conjunto de rotinas informatizadas que tem por função tratar os dados relativos à marcação dos horários de entrada e saída, originários exclusivamente do AFD, gerando:

a) o relatório Espelho de Ponto Eletrônico; b) o AFDT – Arquivo Fonte de Dados Tratados; e

c) o ACJEF – Arquivo de Controle de Jornada para Efeitos Fiscais. A função de tratamento dos dados limitar

eventuais omissões no registro de ponto ou indicar marcações indevidas. 5.4.1. Intervalos Pré-Assinalados

Os intervalos pré-assinalados pelo empregador serão registrados utilizando Tratamento de Registro de Ponto e deverão constar do AFTD.

5.4.2. Marcação dos Horários

O Programa de Tratamento de que trata o subitem 5.4 admite a inserção justificada de informações, seja para a inclusão de marcação faltante, seja para a assinalação de marcação indevida. Porém, os dados originais permanecerão.

Esses casos devem ser atendidos pelo Programa de Tratamento e documentados no AFDT. à Marcação Incorreta

Na situação de marcação incorreta, ou seja, quando o empregado marcar uma entrada ou saída sem ter realmente entrado ou saído do trabalho ou quando o fize

registro deve ser sinalizado como marcação desconsiderada (‘D’) no campo 7 do AFDT e, na justificativa, a ocorrência deve ser explicada.

à Falta de Marcação

Se, por outro lado, houve falta de marcação de ponto, deve ser incluído no

horário de entrada ou saída do empregado, bem como a justificativa para a omissão da marcação, e no campo 9 deve ser informado que aquela marcação foi incluída (‘I’). 5.4.3. Horário de Trabalho dos Empregados

Como já esclarecemos anterior

ponto. Informações sobre o horário contratual do empregado e outras necessárias à apuração da jornada deverão estar disponíveis no Programa de Tratamento de Registro de Ponto, especificamente no ACJEF.

5.5. APROVAÇÃO DO REP

Para ser utilizado nos estabelecimentos, o REP deve estar adequado à legislação, sendo certificado por órgão técnico credenciado no MTE.

Estes órgãos técnicos são os responsáveis por certificar que os equipamentos atendem às normas vigentes.

Os fabricantes do REP também devem cadastrar um dos modelos.

Para registro do modelo produzido, o fabr

a) “Certificado de Conformidade do REP à Legislação”, emitido pelo órgão técnico credenciado; e

b) “Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade”. Os REP certificados encontram

www.mte.gov.br.

Qualquer alteração do REP certificado, inclusive nos programas residentes, determinará novo processo de certificação e registro.

5.5.1. Obrigações do Fabricante do REP

O fabricante do REP deve fornecer ao empregador usuário um docum 5.3.8. Jornada de Trabalho Fora do Estabelecimento

No caso das empresas que adotam ou venham adotar o REP mas possuam empregados que ornada de trabalho fora do estabelecimento, o horário de trabalho desses empregados deve constar, explicitamente, de ficha ou papeleta, que ficará em poder dos mesmos, sem prejuízo da anotação desse horário no registro de empregados.

TAMENTO DE REGISTRO DE PONTO

O Programa de Tratamento de Registro de Ponto é o conjunto de rotinas informatizadas que tem por função tratar os dados relativos à marcação dos horários de entrada e saída, originários exclusivamente do AFD, gerando:

latório Espelho de Ponto Eletrônico; Arquivo Fonte de Dados Tratados; e

Arquivo de Controle de Jornada para Efeitos Fiscais.

A função de tratamento dos dados limitar-se-à a acrescentar informações para complementar ssões no registro de ponto ou indicar marcações indevidas.

Assinalados

assinalados pelo empregador serão registrados utilizando-se o Programa de Tratamento de Registro de Ponto e deverão constar do AFTD.

Marcação dos Horários

O Programa de Tratamento de que trata o subitem 5.4 admite a inserção justificada de informações, seja para a inclusão de marcação faltante, seja para a assinalação de marcação indevida. Porém, os dados originais permanecerão.

casos devem ser atendidos pelo Programa de Tratamento e documentados no AFDT. Na situação de marcação incorreta, ou seja, quando o empregado marcar uma entrada ou saída sem ter realmente entrado ou saído do trabalho ou quando o fizer em duplicidade, esse registro deve ser sinalizado como marcação desconsiderada (‘D’) no campo 7 do AFDT e, na justificativa, a ocorrência deve ser explicada.

Se, por outro lado, houve falta de marcação de ponto, deve ser incluído no AFDT o correto horário de entrada ou saída do empregado, bem como a justificativa para a omissão da marcação, e no campo 9 deve ser informado que aquela marcação foi incluída (‘I’). 5.4.3. Horário de Trabalho dos Empregados

Como já esclarecemos anteriormente, o REP serve unicamente como meio de marcação de ponto. Informações sobre o horário contratual do empregado e outras necessárias à apuração da jornada deverão estar disponíveis no Programa de Tratamento de Registro de Ponto,

Para ser utilizado nos estabelecimentos, o REP deve estar adequado à legislação, sendo certificado por órgão técnico credenciado no MTE.

Estes órgãos técnicos são os responsáveis por certificar que os equipamentos atendem às Os fabricantes do REP também devem cadastrar-se junto ao MTE e solicitar o registro de cada Para registro do modelo produzido, o fabricante deve apresentar:

a) “Certificado de Conformidade do REP à Legislação”, emitido pelo órgão técnico credenciado; b) “Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade”.

Os REP certificados encontram-se cadastrados e disponibilizados para consultas no

Qualquer alteração do REP certificado, inclusive nos programas residentes, determinará novo processo de certificação e registro.

5.5.1. Obrigações do Fabricante do REP

O fabricante do REP deve fornecer ao empregador usuário um documento denominado No caso das empresas que adotam ou venham adotar o REP mas possuam empregados que

ornada de trabalho fora do estabelecimento, o horário de trabalho desses empregados deve constar, explicitamente, de ficha ou papeleta, que ficará em poder dos mesmos, sem prejuízo da anotação desse horário no registro de empregados.

O Programa de Tratamento de Registro de Ponto é o conjunto de rotinas informatizadas que tem por função tratar os dados relativos à marcação dos horários de entrada e saída,

à a acrescentar informações para complementar

se o Programa de

O Programa de Tratamento de que trata o subitem 5.4 admite a inserção justificada de informações, seja para a inclusão de marcação faltante, seja para a assinalação de marcação

casos devem ser atendidos pelo Programa de Tratamento e documentados no AFDT. Na situação de marcação incorreta, ou seja, quando o empregado marcar uma entrada ou

r em duplicidade, esse registro deve ser sinalizado como marcação desconsiderada (‘D’) no campo 7 do AFDT e, na

AFDT o correto horário de entrada ou saída do empregado, bem como a justificativa para a omissão da marcação, e no campo 9 deve ser informado que aquela marcação foi incluída (‘I’).

mente, o REP serve unicamente como meio de marcação de ponto. Informações sobre o horário contratual do empregado e outras necessárias à apuração da jornada deverão estar disponíveis no Programa de Tratamento de Registro de Ponto,

Para ser utilizado nos estabelecimentos, o REP deve estar adequado à legislação, sendo Estes órgãos técnicos são os responsáveis por certificar que os equipamentos atendem às

se junto ao MTE e solicitar o registro de cada

a) “Certificado de Conformidade do REP à Legislação”, emitido pelo órgão técnico credenciado;

se cadastrados e disponibilizados para consultas no site Qualquer alteração do REP certificado, inclusive nos programas residentes, determinará novo

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Referências