Superior Tribunal de Justiça
RECURSO ESPECIAL Nº 1.660.187 - SC (2016/0200272-4)RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI
RECORRENTE : FEDERAL DE SEGUROS S/A EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
ADVOGADOS : SUELYN MACHADO DO AMARAL E OUTRO(S) - SC040380
EDUARDO RIOS FAVERO - SC043475
RECORRIDO : ORESTES POLETTO - ESPÓLIO
REPR. POR : MIRIAM MAISA POLETTO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : JORGE LUIZ POLETTO - SC007976
EMENTA
RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO DE VIDA E DE COMPENSAÇÃO POR DANOS MORAIS. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. NÃO OCORRÊNCIA. FUNDAMENTAÇÃO DEFICIENTE. SÚMULA 284/STF. LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. RELAÇÃO CREDITÍCIA EXTINTA. ADIMPLEMENTO DA OBRIGAÇÃO. INAUGURAÇÃO DE REGIME EXECUTIVO CONCURSAL. EFEITOS EX NUNC.
1. Ação distribuída em 14/12/2010. Recurso especial interposto em 24/2/2016. Autos conclusos à Relatora em 25/8/2016.
2. O propósito recursal, além de verificar se houve negativa de prestação jurisdicional, é definir se é possível o levantamento, em razão da superveniência da liquidação extrajudicial da recorrente, de valores por ela depositados voluntariamente em juízo.
3. Devidamente analisadas e discutidas as questões deduzidas pelas partes, não há que se cogitar de negativa de prestação jurisdicional, ainda que o resultado do julgamento contrarie os interesses da recorrente.
4. O conteúdo normativo dos arts. 74, § 3º, do Decreto 60.459/67 e 98, § 3º, do Decreto-lei 73/66, apontados como violados nas razões do recurso especial, não dá suporte à tese jurídica exposta, o que atrai a incidência do óbice previsto na Súmula 284/STF.
5. Hipótese concreta em que a relação creditícia existente entre as partes em litígio foi extinta a partir do momento em que a obrigação pecuniária constituída pelo provimento judicial foi adimplida pela recorrente, que efetuou voluntariamente o depósito da quantia devida.
6. Não há, no ordenamento jurídico pátrio, dispositivo legal a autorizar que a superveniência da decretação da liquidação extrajudicial possa irradiar efeito desconstitutivo sobre pagamentos pretéritos licitamente efetuados. RECURSO ESPECIAL PARCIALMENTE CONHECIDO E NÃO PROVIDO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas
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taquigráficas constantes dos autos, por unanimidade, conhecer em parte do recurso especial e, nesta parte, negar-lhe provimento, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora. Os Srs. Ministros Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro votaram com a Sra. Ministra Relatora.
Brasília (DF), 11 de junho de 2019(Data do Julgamento)
MINISTRA NANCY ANDRIGHI Relatora
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.660.187 - SC (2016/0200272-4)RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI
RECORRENTE : FEDERAL DE SEGUROS S/A EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
ADVOGADOS : SUELYN MACHADO DO AMARAL E OUTRO(S) - SC040380
EDUARDO RIOS FAVERO - SC043475
RECORRIDO : ORESTES POLETTO - ESPÓLIO
REPR. POR : MIRIAM MAISA POLETTO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : JORGE LUIZ POLETTO - SC007976
RELATÓRIO
A EXMA. SRA. MINISTRA NANCY ANDRIGHI (Relator):
Cuida-se de recurso especial interposto por FEDERAL DE SEGUROS S/A - EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL, com fundamento na alínea "a" do permissivo constitucional.
Ação: de cobrança de seguro de vida e de compensação por danos
morais, em fase de cumprimento de sentença, ajuizada por ORESTES POLETTO - ESPÓLIO em face da recorrente.
Decisão interlocutória: deferiu parcialmente o levantamento dos
valores depositados em juízo pela recorrente.
Acórdão: negou provimento ao agravo de instrumento interposto
pela recorrente, nos termos da seguinte ementa:
AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO JUDICIAL. SEGURADORA EM FASE DE LIQUIDAÇÃO EXTRAJUCIAL - INTERLOCUTÓRIO QUE INDEFERE LEVANTAMENTO DE DEPÓSITO VOLUNTÁRIO.
(1) FATO SUPERVENIENTE. COMPLEMENTAÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA. EXIGÊNCIA DE CONTRACAUTELA. CONHECIMENTO.
- Insurgindo-se o agravante contra decisão que indeferiu parcialmente o levantamento de valores depositados e penhorados, a posterior complementação da decisão agravada para condicionar o levantamento deferido à prestação de contracautela, a teor do artigo 462 do Código de Processo Civil, constitui fato superveniente que deve ser considerado, pois capaz de influir no julgamento da lide.
(2) PLEITO DE RESTITUIÇÃO DOS VALORES PENHORADOS. EXECUÇÃO SUSPENSA. LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL.
Superior Tribunal de Justiça
suspensão das execuções contra a seguradora em fase de liquidação extrajudicial, essa previsão não autoriza a restituição dos valores depositados. Precedente.
- "1.- Os artigos 24-D, da Lei 9.656/98; 18, "a", da Lei 6.024/74; 39, 70 e 102 do Decreto-lei 7.661/45 não são suficientes para amparar a tese recursal de que a suspensão das execuções em curso determinada em razão da decretação de liquidação extrajudicial implica, também, o levantamento das penhoras já realizadas. [...] 3.- A subsistência da penhora não afeta o tratamento igualitário dos credores" (STJ, REsp 1159521/SP, Rel. Min. Sidnei Beneti, j. em 27/03/2014).
DECISÃO MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO.
Embargos de declaração: interpostos pela recorrente, foram
parcialmente acolhidos, para fins de prequestionamento dos dispositivos legais indicados.
Recurso especial: alega violação dos artigos: 535, II, do CPC/73; 74,
§ 3º, do Decreto 60.459/67; 98, § 3º, do Decreto-lei 73/66. Além da negativa de prestação jurisdicional, aduz, em síntese, que é impositiva a desconstituição das contrições realizadas pelo juízo de primeiro grau, sob risco de violação do princípio do par conditio creditorum.
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.660.187 - SC (2016/0200272-4)RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI
RECORRENTE : FEDERAL DE SEGUROS S/A EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
ADVOGADOS : SUELYN MACHADO DO AMARAL E OUTRO(S) - SC040380
EDUARDO RIOS FAVERO - SC043475
RECORRIDO : ORESTES POLETTO - ESPÓLIO
REPR. POR : MIRIAM MAISA POLETTO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : JORGE LUIZ POLETTO - SC007976
EMENTA
RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO DE VIDA E DE COMPENSAÇÃO POR DANOS MORAIS. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. NÃO OCORRÊNCIA. FUNDAMENTAÇÃO DEFICIENTE. SÚMULA 284/STF. LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. RELAÇÃO CREDITÍCIA EXTINTA. ADIMPLEMENTO DA OBRIGAÇÃO. INAUGURAÇÃO DE REGIME EXECUTIVO CONCURSAL. EFEITOS EX NUNC.
1. Ação distribuída em 14/12/2010. Recurso especial interposto em 24/2/2016. Autos conclusos à Relatora em 25/8/2016.
2. O propósito recursal, além de verificar se houve negativa de prestação jurisdicional, é definir se é possível o levantamento, em razão da superveniência da liquidação extrajudicial da recorrente, de valores por ela depositados voluntariamente em juízo.
3. Devidamente analisadas e discutidas as questões deduzidas pelas partes, não há que se cogitar de negativa de prestação jurisdicional, ainda que o resultado do julgamento contrarie os interesses da recorrente.
4. O conteúdo normativo dos arts. 74, § 3º, do Decreto 60.459/67 e 98, § 3º, do Decreto-lei 73/66, apontados como violados nas razões do recurso especial, não dá suporte à tese jurídica exposta, o que atrai a incidência do óbice previsto na Súmula 284/STF.
5. Hipótese concreta em que a relação creditícia existente entre as partes em litígio foi extinta a partir do momento em que a obrigação pecuniária constituída pelo provimento judicial foi adimplida pela recorrente, que efetuou voluntariamente o depósito da quantia devida.
6. Não há, no ordenamento jurídico pátrio, dispositivo legal a autorizar que a superveniência da decretação da liquidação extrajudicial possa irradiar efeito desconstitutivo sobre pagamentos pretéritos licitamente efetuados. RECURSO ESPECIAL PARCIALMENTE CONHECIDO E NÃO PROVIDO.
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.660.187 - SC (2016/0200272-4)RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI
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EDUARDO RIOS FAVERO - SC043475
RECORRIDO : ORESTES POLETTO - ESPÓLIO
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ADVOGADO : JORGE LUIZ POLETTO - SC007976
VOTO
A EXMA. SRA. MINISTRA NANCY ANDRIGHI (Relator):
O propósito recursal, além de verificar se houve negativa de prestação jurisdicional, é definir se é possível o levantamento, em razão da superveniência da liquidação extrajudicial da recorrente, de valores por ela depositados voluntariamente em juízo.
1. DA NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL
Da análise do acórdão recorrido, verifica-se que a prestação jurisdicional dada corresponde àquela efetivamente objetivada pelas partes, sem vício a ser sanado. O Tribunal de origem pronunciou-se de maneira a abordar todos os aspectos fundamentais da controvérsia, dentro dos limites que lhe são impostos por lei.
Ademais, como é cediço, não se caracteriza, por si só, omissão, contradição ou obscuridade quando a decisão adota outro fundamento que não aquele defendido pela parte.
Superior Tribunal de Justiça
Depreende-se dos autos que a recorrente foi condenada a pagar ao espólio recorrido valores referentes a contrato de seguro de vida firmado pelo de cujus (no montante histórico de R$ 5.354,78), bem como a título de compensação por danos morais (R$ 5.000,00).
Após o depósito voluntário de parte da quantia devida, sobreveio decretação da liquidação extrajudicial da seguradora, fato que a motivou a postular seu levantamento.
Os juízos de primeiro e segundo graus, todavia, desacolheram a pretensão da recorrente, ao argumento de que o depósito efetuado em momento anterior ao decreto liquidatório não está sujeito ao concurso de credores.
A recorrente, por seu turno, defende a tese de que a manutenção do depósito (ou o levantamento do numerário pelo credor) implica violação do princípio do par conditio creditorum, uma vez que não se trata de crédito de natureza extraconcursal.
Aponta, no que concerne à questão em debate, violação dos arts. 74, § 3º, do Decreto 60.459/67 e 98, § 3º, do Decreto-lei 73/66, os quais possuem a seguinte redação:
Art. 7 4. O ato que determinar a cassação da Carta-Patente da Sociedade Seguradora será publicado no Diário Oficial da União, produzindo imediatamente os seguintes efeitos:
a) suspensão das ações e execuções judiciais, excetuadas as que tiveram início anteriormente, quando intentadas por credores com privilégio sôbre determinados bens da Sociedade Seguradora;
b) vencimento de tôdas as obrigações civis ou comerciais da Sociedade Seguradora liquidanda, incluídas as cláusulas penais dos contratos;
c) suspensão da incidência de juros, ainda que estipulados, se a massa liquidanda não bastar para o pagamento do principal;
d) concelamento dos podêres de todos os órgãos de administração da Sociedade liquidanda.
[...]
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quando às questões trabalhistas, a nulidade dos despachos ou decisões que contravenham o disposto neste artigo. Nos processos sujeitos à suspensão, caberá à Sociedade, liquidanda, para realização do ativo, requerer o levantamento de penhoras, arrestos e quaisquer outras medidas de apreensão ou reserva de bens, sem prejuízo do estatuído no parágrafo único do artigo 103 do Decreto-lei nº 73-66.
Art 9 8 . O ato da cassação será publicado no Diário Oficial da União, produzindo imediatamente os seguintes efeitos:
a) suspensão das ações e execuções judiciais, excetuadas as que tiveram início anteriormente, quando intentadas por credores com previlégio sôbre determinados bens da Sociedade Seguradora;
b) vencimento de tôdas as obrigações civis ou comerciais da Sociedade Seguradora liquidanda, incluídas as cláusulas penais dos contratos;
c) suspensão da incidência de juros, ainda que estipulados, se a massa liquidanda não bastar para o pagamento do principal;
d) cancelamento dos podêres de todos os órgãos de administração da Sociedade liquidanda.
[...]
§ 3º Poderá ser argüida em qualquer fase processual, inclusive quanto às questões trabalhistas, a nulidade dos despachos ou decisões que contravenham o disposto na alínea a dêste artigo ou em seu parágrafo 2º. Nos processos sujeitos à suspensão, caberá à sociedade liquidanda, para realização do ativo, requerer o levantamento de penhoras, arrestos e quaisquer outras medidas de apreensão ou reserva de bens, sem prejuízo do estatuído adiante no parágrafo único do artigo 103.
Como se pode depreender, os dispositivos legais transcritos não
disciplinam o que deve ocorrer com os valores depositados voluntariamente pela
empresa liquidanda como forma de pagamento em razão de condenação judicial. De se notar que, no particular, não se trata de penhora, arresto ou de qualquer outra medida determinada pelo juízo que se destina à apreensão ou à reserva de bens para garantia de futura execução, únicas hipóteses fáticas contempladas nas normas em questão.
Superior Tribunal de Justiça
Infere-se, portanto, que os conteúdos normativos daqueles dispositivos legais, apontados como violados nas razões do recurso especial, não dão suporte à tese jurídica exposta, o que atrai a incidência do óbice previsto na Súmula 284/STF.
Todavia, ainda que se tratasse de uma das hipóteses lá previstas, cumpre registrar o entendimento, manifestado recentemente por esta 3ª Turma, no sentido de que a suspensão de ações e execuções decorrente de decretação de liquidação extrajudicial de sociedades submetidas ao regime da Lei 6.024/74 – como na hipótese – “não tem como conseqüência lógica a desconstituição da penhora já perfectibilizada” (AgInt no AREsp 1.294.374/DF, DJe 24/08/2018).
Não há, diante dessa situação, que se cogitar de violação, pelo acórdão recorrido, aos arts. 74, § 3º, do Decreto 60.459/67 e 98, § 3º, do Decreto-lei 73/66.
Importa destacar que os procedimentos de liquidação extrajudicial, segundo assentado por esta Corte, possuem natureza semelhante à dos processos de recuperação judicial e de falência – pois em todos eles há sujeição à execução coletiva e universal –, de modo que o par conditio creditorum é princípio que deve sempre ser observado (REsp 1.738.724/RJ, 3ª Turma, DJe 13/12/2018).
Desse entendimento, entretanto, não decorre, direta e automaticamente, a inferência de que os valores relativos a obrigações pecuniárias
adimplidas em momento anterior à decretação da liquidação devem voltar à
esfera de disponibilidades da sociedade devedora, a fim de integrar a massa liquidanda.
Não há, no ordenamento jurídico pátrio, dispositivo legal a autorizar que a superveniência da decretação dos regimes concursais da liquidação
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extrajudicial, recuperação judicial ou falência possa irradiar efeito desconstitutivo sobre pagamentos pretéritos licitamente efetuados.
Isso porque, ainda que se considere a aplicação das disposições da legislação falimentar à espécie, depreende-se, especialmente da leitura dos arts. 49, 83 e 108 da Lei 11.101/05, que estão sujeitos à habilitação em concurso universal, respeitadas as condições de paridade preestabelecidas, apenas os
créditos imputáveis à empresa em crise.
No particular, contudo, a relação creditícia existente entre as partes em litígio foi extinta a partir do momento em que a obrigação pecuniária constituída pelo comando sentencial foi adimplida pela recorrente, que efetuou voluntariamente o depósito da quantia devida.
Assim, como a recorrida não figurava na posição de credora da recorrente quando da decretação de sua liquidação extrajudicial, não há falar, por óbvio, em tratamento diferenciado frente àqueles que, de fato, ostentavam tal condição.
Vale consignar, por derradeiro, que questão análoga à presente foi debatida por esta Turma julgadora recentemente, tendo o colegiado decidido no mesmo sentido do entendimento expresso neste voto (REsp 1.756.557/MG, DJe 22/3/2019).
Superior Tribunal de Justiça
CERTIDÃO DE JULGAMENTO TERCEIRA TURMA
Número Registro: 2016/0200272-4 PROCESSO ELETRÔNICO REsp 1.660.187 / SC
Números Origem: 00147458320168240000 20150382441 20150382441000100 20150382441000200 207042520108240039
PAUTA: 11/06/2019 JULGADO: 11/06/2019
Relatora
Exma. Sra. Ministra NANCY ANDRIGHI Presidente da Sessão
Exmo. Sr. Ministro MOURA RIBEIRO Subprocuradora-Geral da República
Exma. Sra. Dra. MARIA IRANEIDE OLINDA SANTORO FACCHINI Secretário
Bel. WALFLAN TAVARES DE ARAUJO
AUTUAÇÃO
RECORRENTE : FEDERAL DE SEGUROS S/A EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL
ADVOGADOS : SUELYN MACHADO DO AMARAL E OUTRO(S) - SC040380
EDUARDO RIOS FAVERO - SC043475
RECORRIDO : ORESTES POLETTO - ESPÓLIO
REPR. POR : MIRIAM MAISA POLETTO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : JORGE LUIZ POLETTO - SC007976
ASSUNTO: DIREITO CIVIL - Responsabilidade Civil - Indenização por Dano Material
CERTIDÃO
Certifico que a egrégia TERCEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:
A Terceira Turma, por unanimidade, conheceu em parte do recurso especial e, nesta parte, negou-lhe provimento, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora.
Os Srs. Ministros Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro (Presidente) votaram com a Sra. Ministra Relatora.