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Texto

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA MARCOS LACERDA QUEIROZ

SISTEMAS DE ADESÃO À DENTINA DE PINOS INTRA-RADICULARES

N.Cham. E-PRO UFSC 321 Autor: Queiroz, Marcos La

Titulo: Sistemas de adesão à dentina de

I

1111

III I I I I

II

972458868 Ac. 241407

Ex.I UFSC BSCCSO CCSO

CCSO E-PRO UFSC 321

Ex.1 BSCCSO

II

FLORIANÓPOLIS

2006

ow*

(2)

SISTEMAS DE ADESÃO )4. DENTINA DE PINOS INTRA-RADICULARES

Trabalho de Conclusão apresentado ao Curso de Especialização de Prótese

Dentária da Universidade Federal de

Santa Catarina como requisito para obtenção do titulo de Especialista em

Prótese Dentária.

Orientador: Prof. Dr. Izo Milton Zani.

FLORIANÓPOLIS

(3)

Q3s Queiroz, Marcos Lacerda

Sistemas de adesão à dentina de pinos intra-radiculares / Marcos Lacerda Queiroz; orientador Izo Milton Zani — Florianópolis, 2006.

21 f.

Monografia (Especialização) — Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Prótese Dentária.

Inclui bibliografia.

1. Pinos dentários. 2. Cimentos de resina. 3. Adesivos dentindrios. 4. Prótese dentária. I. Zani, Izo Milton. II. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em

Prótese Dentária. III. Titulo.

CDU 616.314-089.28

(4)

MARCOS LACERDA QUEIROZ

Esta monografia foi julgada adequada para obtenção do titulo de Especialista em Prótese Dentária e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós-Graduação em

Odontologia.

Banca Examinadora:

Prof. Dr. Izo Milton Zani

(Orientador)

Profa. Dra. Cláudia M. Volpato

(Membro)

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QUEIROZ, M.L. Sistemas de Adesão ã Dentina de Pinos Intra-radiculares. Trabalho de

conclusão (Especialização em Prótese Dentária) — Curso de Especialização em Prótese Dentária, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

RESUMO:

Os pinos pré-fabricados intra-radiculares são uma alternativa de tratamento para a

reconstrução de coroas, mas o seu uso ainda é questionável, e deve limitar-se aos casos onde a perda de estrutura dental for considerável. Os pinos de fibra de vidro têm sido cada vez mais utilizados, mas não há segurança quanto A efetividade dos materiais aplicados para a cimentação destes pinos, bem como há incerteza quanto aos mecanismos de adesão destes cimentos A dentina radicular. Conclui-se que a utilização de um agente de unido silano é

efetivo para aumentar a adesão dos cimentos resinosos aos pinos intra-radiculares com base em silica, os agentes cimentantes autopolimerizáveis e de cura dual são mais indicados para a cimentação destes pinos, e que os mecanismos de adesão à dentina radicular ainda não

estão devidamente definidos, assim como é uma incógnita a influência da região radicular

em relação à adesividade destes sistemas.

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conclusão (Especialização em Prótese Dentária) — Curso de Especialização em Prótese Dentária, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

ABSTRACT:

The pre-fabricated fiber posts was a alternative to crown reconstruction, but this use is questionable yet, and must to restrict to cases where the dental structure damage is

extensive. The fiber posts have been more and more utilized, but have no security for that

effectiveness of the materials applied to luting agents to the root dentin. In conclusion, the

use of a a silane bonding agent is effective to increase the adhesion of resin cements to the

silica-based fiber posts, the adhesion mechanism to the root dentin is not yet properly

defined, just as a unknown the influence of root region in respect to the adhesiveness of this

systems.

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 1

2 REVISÃO DE LITERATURA

2.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

2.2 TESTES DE MICROTRAÇÃO E MICROTENSÃO 4

DISCUSSÃO 16

4 CONCLUSÃO 19

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1 INTRODUÇÃO

0 uso de pinos no interior dos canais radiculares não fornece resistência As raizes

dos dentes tratados endodonticamente (Toksavul et al., 2005), e a utilização destes pinos

em canais com paredes dentindrias finas pode levar A fratura das razes (Foxton et al., 2002;

Nissan, Dmitry, Assif, 2001).

A utilização de pinos de fibra na reconstrução dos dentes tratados endodonticamente é

mais racional por estes possuirem um módulo de elasticidade próximo da dentina,

produzindo áreas de estresse semelhantes àquelas experimentadas pelo dente natural

durante a atuação das cargas oclusais. Os resultados clínicos são previsíveis quando há

adequada adaptação dos pinos de fibra ao canal radicular, com as paredes dos canais sendo

revestidas por uma camada de cimento fina e uniforme (Monticelli et al., 2005).

0 uso de pinos de fibra para a restauração de dentes tratados endodonticamente tem

aumentado muito nos últimos anos (Mallmann et al., 2005), sendo que agentes resinosos

em combinação com adesivos dentindrios são bastante utilizados para a cimentação destes

pinos (Monticelli et al., 2005).

Esta pesquisa tem como objetivo relacionar informações da literatura referentes aos

sistemas de adesão A dentina de pinos intra-radiculares, auxiliando o Cirurgião-dentista

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2

2 REVISÃO DA LITERATURA

2.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Nissan; Dmitry; Assif (2001) enunciaram que pinos de diâmetro amplo diminuem a

resistência h fratura radicular e aumentam os riscos de patologias apicais. A capacidade do

cimento para reter um pino influencia no prognóstico de uma restauração.

Segundo Foxton et al. (2002), dentes tratados endodonticamente freqüentemente

necessitam da colocação de um pino e de núcleo antes da confecção da restauração coronal.

Fatores como cáries extensas, trauma em dentes em desenvolvimento, patologia pulpar ou causas iatrogênicas podem resultar na ampliação do canal radicular em paredes remanescentes finas. Uma parede dentindria fina pode levar à fratura após a cimentação de pino e núcleo fundido, pois tem sido demonstrado que este sistema aumenta a retenção da

restauração, mas não melhora sua resistência radicular, especialmente se o pino fundido é

cimentado em um canal alargado, pois este exerce uma ação de cunha sobre as paredes remanescentes dos canais.

Sen et al. (2004) afirmaram que a retenção do pino é o fator que mais influencia na

longevidade da restauração. Para obter a retenção adequada, pinos são cimentados no

interior do canal com um agente cimentante.

De acordo com Monticelli et al. (2005), a retenção de pinos no interior dos canais

radiculares é afetada por muitos fatores, tais como o tipo de pino, sua adaptação no espaço

intra-radicular, e o agente cimentante. Agentes resinosos em combinação com adesivos

dentindrios são comumente utilizados para a cimentação de pinos de fibra. A utilização

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confecção de uma restauração com módulo de elasticidade próximo da dentina, com

produção de áreas de estresse semelhantes àquelas experimentadas pelo dente natural

durante a atuação das cargas oclusais. Os resultados clínicos são previsíveis quando pinos

de fibra estão bem adaptados aos espaços do canal radicular, com as paredes dos canais

sendo revestidas por uma camada de cimento fina e uniforme.

Mallmann et al. (2005) afirmaram que o uso de pinos de fibra para a restauração de

dentes tratados endodonticamente tem aumentado muito nos últimos anos, porém, a escolha

de um sistema adesivo que proporcione segurança, mecanismo de adesão que seja eficiente

a longo prazo na dentina do canal radicular ainda não é uma realidade.

De acordo com Toksavul et al. (2005), o uso de pinos em dentes tratados

endodonticamente ainda é questionável. Atualmente se aceita que os pinos não

incrementam a resistência A fratura de dentes tratados endodonticamente e deveriam ser

utilizados somente para suporte de coroas quando a retenção para a restauração é pequena.

0 preparo do espaço do pino em uma raiz intacta tratada endodonticamente pode

enfraquece-la. Desta forma, a estrutura dental remanescente é um fator decisivo. Como

conseqüência, a aplicação de pinos deve ser evitada, só sendo utilizada quando necessária.

Dentes intactos tratados endodonticamente podem ser restaurados com diversos materiais

sem a utilização de pinos e núcleos. No caso de uma perda horizontal substancial da

estrutura coronal, não há outra alternativa restauradora que a instalação de pino e uma

coroa. Também concluiram que pinos pré-fabricados são a melhor escolha para canais

pequenos e circulares. A adaptação dos pinos pré-fabricados dentro do canal radicular é boa

porque uma broca com o mesmo diâmetro do pino é utilizada para o preparo do espaço

adequado. Um ajustamento exato dos pinos no interior dos canais radiculares incrementa a

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4

2.2 TESTES DE MICROTRAÇÃO E MICROTENSA0

Schreiner et al (1998) prepararam terceiros molares extraídos, seccionaram a 2rnm

abaixo da cavidade pulpar e preencheram com compósito Z100 (3M Dental Products, St.

Paul, MN, USA) após a aplicação sistemas adesivos, e foram posteriormente fatiados para

que compararassem as resistências de microtensão e cisalhamento de 5 sistemas de

adesivos comerciais: Scotchbond Multipurpose (3M Co.) com Acido maleico, Scotchbond

Multipurpose (3M Co.) com ácido fosfórico, Scotchbond Multipurpose Plus (3M Co.),

Clearfil Liner Bond System (Kurakay Co. Ltd.) e Prime e Bond (Caulk, Dentsply). A

resistência

a

microtração foi registrada desta forma: Scotchbond Multipurpose com Acido

maleico (19.4 ± 4.4), Scotchbond Multipurpose com Acido fosfórico (24.5 ± 8.4),

Scotchbond Multipurpose Plus (15.3 ± 4.9), Clearfil Liner Bond System (24.8 ± 3.5) e

Prime e Bond (23.2 ± 7.1). A resistência ao cisalhamento foi registrada como Scotchbond

Multipurpose com ácido maleico (24.6 ± 7.2), Scotchbond Multipurpose com ácido

fosfórico (28.8 ± 11.8), Scotchbond Multipurpose Plus (22.7 ± 6.5), Clearfil Liner Bond

System (36.8 ± 10.0) e Prime e Bond (25.5' 9.4). Concluíram que os resultados da

resistência à microtensão foram significativamente superiores aos resultados da resistência

força de cisalhamento e que a maioria das falhas ocorridas foram adesivas, e não

coesivas: Scotchbond Multipurpose com ácido maleico (97%), Scotchbond Multipurpose

com ácido fosfórico (90%), Scotchbond Multipurpose Plus (97%), Clearfil Liner Bond

System (67%) e Prime e Bond (97%). No teste de microtensão adesiva, o sistema Clearfil

Liner Bond apresentou adesão significativamente maior que os demais materiais, e no teste

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UFSC/ODONTOLOGIA BIBLIOTECA SETOnim

Vongphan et al. (2005) avaliaram as forças de microtensão de sistemas adesivos de

condicionamento total com o tratamento da parede pulpar com diferentes agentes de

irrigação. Foram utilizados terceiros molares extraídos, que foram divididos em cinco

diferentes grupos, de acordo com os agentes de irrigação utilizados na câmara pulpar:

Grupo 1, controle (irrigado com Agua destilada por 10 minutos); Grupo 2 (irrigado com

cloreto de sódio a 5.25% por 10 minutos); Grupo 3 (irrigado com cloreto de sódio a 5.25%

por 10 minutos, seco com bolinhas de algodão e irrigado com água destilada por 10

minutos); Grupo 4 (irrigado com cloreto de sódio a 5.25% por 10 minutos, seco com

bolinhas de algodão e irrigado com ascorbato de sódio por 10 minutos) e Grupo 5 (irrigado

com cloreto de sódio a 5.25% por 10 minutos, seco com bolinhas de algodão, irrigado com

ascorbato de sódio por 10 minutos, seco novamente com bolinhas de algodão e irrigado

com água destilada por 10 minutos). Após estes tratamentos, os espécimes foram secos com

bolinhas de algodão, condicionados com ácido fosfórico a 37% (3M - ESPE, St Paul, MN,

USA) por 15 segundos e lavados por 15 segundos, secos com bolinhas de algodão. As

paredes da câmara pulpar foram tratadas com sistema adesivo de condicionamento total

(Single Bond, 3M - ESPE, St Paul, MN, USA) e preenchidas com um compósito (Z250,

3M - ESPE, St Paul, MN, USA) com técnica incremental. Os dentes foram seccionados

verticalmente em placas, que foram sujeitas ao teste de microtração, cujo resultado, em

MPa, foi: Grupo 1 (30.1 ± 10.4); Grupo 2 (21.0 ± 9.2); Grupo 3 (23.1 ± 6.9); Grupo 4 (40.5 ±

9.0) e Grupo 5 (24.5 ± 9.7). Um dente de cada grupo foi separado para avaliação com

microscopia eletrônica, e a observação destes resultados evidenciou no grupo 1, uma

dentina com ttibulos dentinários abertos e remanescentes de tecido pulpar; no grupo 2, um

domo de calcosferita com tdbulos dentinários abertos com estrias e asperezas; no grupo 3, a

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cristais nos ttibulos dentindrios e, no grupo 5, exposição evidente de coldgeno sem

remanescentes de cristais. Concluíram que a irrigação com hipoclorito de sódio reduziu

significantemente a resistência As forças de microtensão se comparado ao grupo controle, e

que o tratamento com ascorbato de sódio forneceu significante força de adesão do Single

Bond A dentina tratada com hipoclorito de sódio.

Aksornmuang et al. (2004) avaliaram a força de adesão por microtração de uma resina

de presa dual em diferentes regiões de pinos de fibra de vidro e quartzo utilizando

diferentes tratamentos de superfície. Foram utilizados pinos de fibra de vidro de silica

zircõnia (Snowpost, Carbotech, Ganges, France) e 25 pinos de fibra de quartzo

(Aestheti-Plus, Bisco Inc., IL, USA) subdivididos aleatoriamente em 5 grupos de acordo com o

tratamento de superfície. As superfícies foram tratadas da seguinte forma: 1) Grupo

controle, sem tratamento; 2) Agente adesivo de presa dual (Clearfil Liner Bond 2V,

Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan); 3) Agente adesivo de presa dual e fotoativação por

20 segundos (Clearfil Liner Bond 2V, Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan); 4) Agente

silano (Clearfil Photobond e Clearfil Porelain Bond Activator, Kurakay Medical Inc.,

Tokyo, Japan) e 5) Agente silano e fotoativação por 20 segundos (Clearfil Photobond e

Clearfil Porelain Bond Activator, Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan). Os pinos tratados

foram cimentados em cavidades artificiais para pinos utilizando um compósito adesivo de

presa dual (Clearfil DC Core, Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan) e polimerizados por 60

segundos a partir do topo da cavidade. Então foram fatiados em palitos para o teste de

microtração adesiva. Não houve diferença significante na força de adesão entre as três

regiões para o Snowpost e o Aestheti-Plus. 0 agente de união silano aumentou as forças de

adesão. A fotopolimerização do agente de adesão aplicado A superfície do pino aumentou a

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adesiva, medida em MPa, foi distribuída da seguinte forma: No grupo controle, o Snowpost

obteve 8.6 ± (3.4) para o ter-go cervical, 7.9 ± (2.7) para o terço médio e 7.8 ± (2.9) para o

terço apical, e o Aestheti-plus obteve 10.5 ± (3.0) para o terço cervical, 8.0 ± (1.8) para o

ter-go médio e 8.1 ± (1.5) para o terço apical. No grupo tratado com agente adesivo de presa dual, o Snowpost obteve 9.8 ± (2.8) para o ter-go cervical, 9.1 ± (3.9) para o terço médio e

8.3 ± (2.5) para o terço apical, e o Aestheti-plus obteve 18.7 ± (6.0) para o ter-go cervical,

14.0 ± (5.0) para o ter-go médio e 14.2 ± (4.2) para o ter-go apical. No grupo tratado com

agente adesivo de presa dual acrescido de fotoativação, o Snowpost obteve 15.0 ± (4.3) para o terço cervical, 14.6 ± (5.0) para o terço médio e 13.0 ± (3.4) para o ter-go apical, e o

Aestheti-plus obteve 20.5 ± (5.3) para o ter-go cervical, 17.9 ± (3.0) para o ter-go médio e

16.3 ± (4.1) para o ter-go apical. No grupo tratado com agente silano, o Snowpost obteve

16.5 ± (5.1) para o ter-go cervical, 13.7 ± (4.0) para o ter-go médio e 13.0 ± (3.8) para o terço

apical, e o Aestheti-plus obteve 37.0 ± (8.7) para o terço cervical, 35.1 ± (8.8) para o terço

médio e 34.4 ± (8.7) para o ter-go apical. No grupo tratado com agente silano e fotoativação,

o Snowpost obteve 25.7 ± (5.5) para o ter-go cervical, 23.8 ± (6.0) para o terço médio e 21.9

.1- (5.0) para o ter-go apical, e o Aestheti-plus obteve 33.3 ± (9.5) para o ter-go cervical, 28.2 ±

(5.7) para o terço médio e 29.6 ± (7.0) para o ter-go apical.

Goracci et al. (2005) testaram a contribuição da fricção na resistência ao deslocamento

de pinos de fibras cimentados com compósitos. Eles prepararam 36 dentes unirradiculados

com canais obturados e cimentaram pinos de fibra de vidro FRC Postec, que antes da

cimentação foram silanizados com Monobond-S (Ivoclar, Vivadent, Schaan, Liechtenstein).

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grupos foram divididos desta forma: Grupo I, onde foi utilizado adesivo auto condicionante

ED Primer (Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan) com cimento resinoso autopolimerizável

Panavia 21 (Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan), subdividido em I A (sem utilização de

adesivo), I B (com prévia utilização de primer por 60 segundos) e Grupo II, onde foi utilizado adesivo de condicionamento total Excite DSC (Ivoclar, Vivadent, Schaan,

Liechtenstein) com cimento resinoso de polimerização dual Varilink II (Ivoclar, Vivadent,

Schaan, Liechtenstein), subdividido em II A (sem utilização de adesivo) e II B (condicionamento com ácido fosfórico a 37% e aplicação de adesivo autopolimerizável). As raízes foram seccionadas, as fatias receberam forças de compressão em uma máquina de teste universal a partir da porção apical até o deslocamento da estrutura do pino, e foram avaliadas as forças de fixação utilizando os testes de comparação múltipla de Turkey e 2- way A NOVA, e também houve avaliação sob microscopia eletrônica em exemplares que não foram sujeitos ao teste. Concluíram que somente o procedimento de cimentação influenciou nos resultados da força de fixação, e que a utilização de adesivos previamente â cimentação não teve importância significativa na retenção dos pinos.

Monticelli et al. (2005) avaliaram os efeitos dos sistemas adesivos e agentes cimentantes na adesão dos pinos de fibra à dentina radicular dividindo 30 raizes em 6

grupos de 5 dentes cada, de acordo com os materiais selecionados. Os grupos foram

Multilink (Ivoclar, Vivadent, Schaan, Liechtenstein) e Clearphil Photo Core (Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan). Três sistemas adesivos (Multilink Primer, Ivoclar, Vivadent,

Schaan, Liechtenstein; Clearfil Photo Bond, Kurakay Medical Inc., Tokyo, Japan e Clearfil New Bond„ Kurakay Medical Inc., Tokyo) foram utilizados em combinação com estes

dois cimentos, resultando num total de 6 grupos: 1 A (Multilink + Multilik Primer); 2A

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Photocore + Multilink Primer); 2B (Clearfil Photocore + + Clearfil Photo Bond) e 3B Clearfil Photo Core + Clearfil New Bond). Depois da aplicação dos materiais, os espécimes

foram cortados e os palitos foram posicionados em uma máquina de teste, e os dados de força de adesão foram analisados. Os autores verificaram que os cimentos

autopolimerizáveis reduzem o estresse na interface de adesão, por polimerizarem-se mais lentamente, agregando mais água, porém, esta umidade pode interferir na adesão. Os adesivos ácidos afetam negativamente a polimerização por luz, então houve pouca adesão no grupo Multilink Primer + Clearfill Photo Core. Por outro lado, o Multilik Primer obteve os melhores resultados quando combinado com o seu próprio cimento, devido A sua compatibilidade química. A aplicação do agente silano aumentou a força de adesão na interface pino / cimento, uma vez que a maioria das falhas mostrou cimento remanescente

na superfície do pino. Os resultados dos testes de microtração adesiva, medidos em MPa, apresentaram os seguintes resultados: Clearfil Photo Bond: 11.89 ± (4.34) com Clearfil

Photo Core e 11.37 ± (5.20) com Multilink Cement; Clearfil New Bond: 13.02 ± (3.39) com Clearfil Photo Core e 9.57 ± (1.34) com Multilink Cement; Multilink Primer: 10.75 ± (2.95) com Clearfil Photo Core e 15.33 ± (1.95) com Multilink Cement. Também relataram que no teste de microtensão realizado, durante a preparação das seções seriadas, algumas foram perdidas antes e então não puderam ser testadas, elas foram classificadas como adesão zero para considerações estatísticas.

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Co., Tokyo, Japan) e também uma resina composta dual (DC Core, Kuraray Medical Co., Tokyo, Japan), e concluíram que, para os dois materiais testados, não houve diferenças

significativas na resistência de união à microtração entre as regiões coronal e apical da raiz. Também não foram registradas diferenças importantes entre os grupos de polimerização

dual e os auto polimerizáveis, nem tampouco entre as resinas compostas para núcleo independente de a polimerização ter sido ativada foto ou quimicamente. A maioria dos palitos sofreu falhas adesivas, e não coesivas. Excluindo a adesão zero, a força de adesão medida em MPa, para o Unifill Core, foi: para o terço coronal, 32.7 ± 13.0 (com

polimerização por luz) e 37.4 -± 17.0 (autopolimerização), e no terço apical, 30.4 ± 9.7 (com

polimerização por luz) e 32.3 ± 18.4 (autopolimerização). Para o DC Core, para o terço

coronal, 24.8 ± 8.8 (com polimerização por luz) e 29.3 ± 10.4 (autopolimerização), e no

terço apical, 17.8 ± 15.9 (com polimerização por luz) e 13.9 '10.00 (autopolimerização).

Gaston et al. (2005) avaliaram a força de adesão regional dos cimentos resinosos superfície endodõntica e testaram 2 cimentos resinosos (Panavia 21, Kurakay Co., Osaka, Japan, e C&B Metabond, Sun Medical Co., Moriyama, Japan) na dentina interna radicular

através do teste de microtração em três diferentes regiões da raiz: cervical, média e apical. Prepararam 20 caninos que, posteriormente preenchidos com os 2 cimentos resinosos, foram divididos em 2 grupos. Não houve diferenças entre a adesão dos materiais entre si se comparados entre as mesmas regiões, porém, ocorreram diferenças entre a retenção para cada cimento nos diferentes terços da raiz, ou seja, houve maior retenção no taw apical e menor retenção no terço cervical, sendo que o terço médio apresentou retenção média. Excluindo a adesão zero, a força de adesão medida em MPa, para o C&B Metabond foi: para o terço cervical, 18.79 ± 8.86, para o terço médio, 19.95 ± 6.66 e, para o terço apical,

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14.05 ± 10.51 e, para o terço apical, 16.28 ± 12.17. Também observaram, durante avaliação

da força de adesão em diferentes regiões dos cimentos resinosos à superfície endod6ntica, que houve perda de secções seriadas que não puderam ser testadas, também classificadas

como adesão zero para o propósito de estatística.

Mallmann et al. (2005) avaliaram a força de adesão de sistemas adesivos auto e fotopolimerizáveis à diferentes áreas da dentina intrarradicular (terços cervical, médio e

apical). Vinte dentes unirradiculados com canal tratado foram instrumentados e suas raizes

foram preparadas para receber pinos de fibra translúcidos (Light Post) e divididos em dois

grupos, que foram tratados com dois sistemas adesivos diferentes: Single Bond (3M ESPE,

St Paul, MN, USA), fotopolimerizável e Scothbond Multi-Purpose Plus (3M ESPE, St Paul,

MN, USA), auto-polimerizável. Para evitar a polimerização dos materiais através das

paredes laterais dos canais, os dentes foram incluídos em moldes de silicone. 0 cimento

resinoso utilizado foi o Rely-X ARC (3M ESPE, St Paul, MN, USA). As raizes foram

seccionadas perpendicularmente em fatias de 1 mm, resultando em aproximadamente 4

fatias por regido e foram preparadas com broca até atingir o pino e submetidas a testes de microtração, tendo sido pressionadas em uma máquina de teste universal (Kratos Industry, São Paulo, Brazil) até a fratura. Concluíram que nenhuma diferença significante foi

encontrada entre os sistemas polimerizados por luz ou autopolimerizáveis. No sistema de adesão autopolimerizável, foram encontrados valores de adesão médios mais altos na regido

cervical, quando comparados aos terços médio e apical da dentina radicular. A força de adesão, medida em MPa, resultou nestes números: para o Scothbond Multi-Purpose Plus,

10.8 ±- 2.60 no terço cervical, 7.9 ± 1.57 no terço médio e 7.1 ± 1.60 no terço apical; para o

Single Bond, 8.1 ± 4.10 no terço cervical, 6.0 ± 3.67 no terço médio e 7.0 ± 4.11 no terço

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Sarac et al. (2005) avaliaram o efeito de diferentes técnicas de limpeza da dentina e a

força de adesão de um agente resinoso cimentante em trinta terceiros molares extraídos. Estes dentes tiveram as porções coronária cortadas no sentido mésio-distal e posteriormete

foram restaurados com material provisório (Coldpac Tooth Acrylic; Motloid Co., Chicago, USA) e posteriormente cimentadas com material provisório contendo eugenol (Temp

Bond.Kerr Corp., Orange, Calif), depois todo o material foi removido, a dentina foi limpa e

lavada. Então as amostras foram divididas em 6 grupos com dez espécimes. Grupo S

(friccionados com bolinhas de algodão com um agente de limpeza (Sikko Tim, Voco,

Cuxhaven, Alemanha) por 15 segundos), Grupo C (friccionados com bolinhas de algodão com outro agente de limpeza (Cavity Cleanser; Bisco, Schaumberg, USA) por 15

segundos), Grupo 0 (tratados com instrumento rotatório (OptiClean, KerrHawe SA,

Bioggio, Suíça) por 15 segundos), Grupo OS (tratados com instrumento rotatório por 15

segundos e friccionados com Sikko Tim por 15 segundos), Grupo OC (tratados com com instrumento rotatório por 15 segundos e friccionados com Cavity Cleanser por 15

segundos) e Grupo CT — controle (não receberam tratamento). As superfícies dentindrias

foram posteriormente condicionadas com ácido fosfórico a 37% (Total Etch; Ivoclar

Vivadent, Schaan, Liechtenstein), receberam aplicação de primer (Syntac Primer, Ivoclar

Vivadent, Schaan, Liechtenstein), adesivo dentindrio (Syntac Adhesive, Ivoclar Vivadent,

Schaan, Liechtenstein) e agente adesivo (Heliobond, Ivoclar Vivadent, Schaan,

Liechtenstein). Os resultados apresentaram os seguintes resultados para a força de resistência ao cisalhamento, em MPa: S (15.9), C (11.0), 0 (9.7), OS (14.4), OC (10.1) e

CT (10.9). Ao analisar os resultados em microscopia eletrônica, observaram que

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utilizado o instrumento rotatório do que no grupo controle, o uso do Cavity Cleanser

produziu uma superfície mais limpa do que o grupo controle, apesar da formação de grande

quantidade de partículas na superfície, o uso de instrumento rotatório e Cavity Cleanser

proporcionou uma superfície difusa, e o uso de Sikko Tim, sozinho, produziu a menor

quantidade de remanescentes de cimento, mas a superfície da dentina estava mais irregular

do que a apresentada pelo uso do Sikko Tim após o uso do instrumento rotatório.

Cocncluiram que o uso do agente de limpeza Sikko Tim foi significantemente mais efetivo

na remoção dos resíduos de material cimentante temporário do que os demais métodos

testados, e que o instrumento rotatório utilizados na pesquisa foi o método menos efetivo

para a remoção dos remanescentes de cimento temporário.

Goracci et al. (2005) mediram a adesão entre dois tipos de pinos translúcidos

pré-fabricados: FRC Postec (Ivoclar, Vivadent, Schaan, Liechtenstein) e Light Post (RTD, St. Egève, França), e dois tipos de comp6stitos do tipo "flow" utilizados como agente

cimentante o UnifilFlow (GC, Tokyo, Japan) e o Tetric Flow (Ivoclar, Vivadent, Schaan,

Liechtenstein), com e sem a aplicação de um agente de unido silano, Monobond-S (Ivoclar,

Vivadent, Schaan, Liechtenstein), na superfície dos pinos. Após a seleção de 28 pinos FRC

Postec e 12 pinos Light Post, silanizaram a metade dos pinos de cada grupo com

Monobond-S, aplicaram os agentes cimentantes UnifilFlow e Tetric Flow e,

posteriormente, incluíram as amostras em uma matriz cilíndrica plástica opaca e

promoveram a fotopolimerização, para executar os testes de microtensão. Os pinos foram

divididos nos seguintes grupos: Grupo 1.1 (FRC Postec e Uniflow), Grupo 1.2 (FRC Postec

silanizado e Uniflow), Grupo 1.3 (FRC Postec e Tetric Flow), Grupo 1.4 (FRC Postec

silanizado e Tetric Flow), Grupo 2.1 (Light Post e Uniflow), Grupo 2.2 (Light Post

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14

silanizado e Tetric Flow). Os resultados médios obtidos foram distruibuidos desta forma,

em MPa: : Grupo 1.1 (9.05), Grupo 1.2 (11.11), Grupo 1.3 (10.74), Grupo 1.4 (12.88),

Grupo 2.1 (8.36), Grupo 2.2 (12.22), Grupo 1.3 (7.87), Grupo 1.4 (13.43). Na média

comparada independente do material utilizado, os pinos que receberam tratamento de

superfície com agente silano obtiveram média de resistência à microtensão de 12.52 MPa, e

os pinos que não receberam o tratamento obtiveram média de 8.92 MPa. Concluíram que a

silanização das superfícies dos pinos translúcidos pré-fabricados, em combinação com os

materiais testados, aumentou de forma significativa as forças de adesão nos pinos.

Akgungor e Akkayan (2006) avaliaram os efeitos de diferentes agentes de adesão

dentinária no modo de polimerização na força de adesão de pinos de fibra translúcidos e da

dentina radicular em diferentes regiões dos espaços dos pinos. Selecionaram 40 caninos, os

seccionaram na junção amelo-cementdria e obturaram os canais radiculares, posteriormente

preparando os espaços dos canais para a acomodação dos pinos. Os pinos de fibra de vidro

utilizados no estudo (DT Light-Post, Dentaires, St. Egrève, França) foram cimentados com

os adesivos dentindrios Excite (Ivoclar Vivadent, Schaan, Liechtenstein), Excite DSC

(Ivoclar Vivadent, Schaan, Liechtenstein), Clearfil Liner Bond 2V (Kurakay Co Ltd,

Osaka, Japão) e com o cimento resinoso Panavia F (Kurakay Co Ltd, Osaka, Japão).

Dividiram o estudo em quatro grupos: EX (condicionamento com Acido fosfórico a 37%,

agente de união Excite e polimerização por luz), EX-DSC (condicionamento com ácido

fosfórico a 37%, agente de união Excite DSC e polimerização por luz), CL-LC (Primer

A+B, Bond A do agente de unido Clearfil Line Bond 2V e polimerização por luz) e CL-DC

(Primer A+B, Bond A+B do agente de união Clearfil Line Bond 2V e polimerização dual).

Posteriormente, todos os pinos foram cimentados com o cimento resinoso Panavia F. Os

(22)

formando assim discos prontos para o teste do tipo "push-out". A média dos valores para a resistência ao teste push-out foram, em MPa: EX (12.7 -± 5.0), EX-DSC (13.5 i 5.3), CL-LC

(18.3 ± 4.1) e CL-DC (13.2 ± 2.5). Para as diferentes regiões da raiz, os resultados foram,

em MPa, EX (16.7 ± 3.2 para o terço cervical, 14.2 ± 2.9 para o terço médio e 7.1 ± 2.6 para

o terço cervical), EX-DSC (17.8 ± 3.3 para o terço cervical, 15.1 ± 3.5 para o terço médio e

7.6 -± 2.5 para o terço cervical), CL-LC (19.4 -± 4.9 para o terço cervical, 18.3 ± 3.9 para o

terço médio e 17.1 -I. 3.6 para o terço cervical) e CL-DC (14.4 ± 2.0 para o terço cervical,

13.0 ± 2.4 para o terço médio e 12.2 ± 2.7 para o terço cervical). Concluiram que,

comparado aos agentes adesivos de frasco único, o sistema com primer autocondicionante e agente de unido polimerizado por luz proporcionou maior força de adesão de forma significativa no espaço do pino com uma camada híbrida relativamente fina; que a

polimerização dual não proporcionou valores de adesão para os agentes de união de frasco

único e tiveram redução significante nas forças de adesão em combinação com o primer

autocondicionante, que os valores de adesão com os agentes de união de frasco único foram

significativamente baixo no terço apical, onde a densidade dos nibulos dentindrios é menor,

(23)

16

3 DISCUSSÃO

Para Vongphan et al. (2005), a irrigação com hipoclorito de sódio reduz

significativamente a resistência As forças de microtensão e que o tratamento com ascorbato

de sódio forneceu signficante força de adesão A dentina tratada com hipoclorito de sódio,

após avaliar as forças de microtensão de sistema de adesivos com tratamento da parede pulpar com diferentes agentes de irrigação.

Após avaliarem o efeito de diferentes técnicas de limpeza da dentina e a força de

adesão de um agente resinoso, Sarac et al. (2005) concluiram que o uso do agente de

limpeza Sikko Tim (Vocco, Cxhaven, Alemanha) foi o mais efetivo método testado na

remoção de resíduos do material cimentante temporário utilizado, e que o uso do

instrumento rotatório OptiClean (KerrHawe AS, Bioggio, Suíça) foi o método menos

efetivo para a remoção destes resíduos.

Aksornmuang et al. (2004), ao avaliarem a força de adesão por microtração de uma

resina de cura dual em diferentes pinos de fibra de vidro e quartzo, utilizaram diferentes

tratamentos de superfície, descreveram que houve efeitos significativos para diferentes

tratamentos de superfície, e concluíram que o uso de um agente de unido silano aumentou

significativamente a força de adesão aos pinos de fibra com base em silica. Goracci et al.

(2005) testaram a adesão de pinos de fibra de vidro transláciodos pré-fabricados, com e

sem aplicação de agente silano, e concluíram que a silanização das superfícies dos pinos

aumentou de forma significativa a força de adesão nos pinos. Da mesma forma, houve

relato do fortalecimento na interface pino / cimento devido A aplicação do agente de união

silano na superfície do pino nos estudos realizados por Monticelli et al. (2005). Akgungor e

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único utilizados em seu estudo são menores no terço apical, porém, quando foi utilizado um primer autocondicionante, não foi observada diferença nos valores de adesão para os diferentes terços dos espaços dos pinos cimentados. Já Gaston et al. (2005), relataram que houve diferenças entre a retenção para cada cimento nos diferentes terços da raiz, ou seja, houve maior retenção no terço apical e menor retenção no terço cervical, sendo que o terço médio apresentou retenção média, após avaliarem a força de adesão regional de dois cimentos resinosos (Panavia 21, Kurakay Co., Osaka, Japan; e C&B Metabond, Sun Medical Co., Moriyama, Japan) na dentina interna radicular através de teste de microtensão

nos três terços radiculares.

Aksornmuang et al. (2004) obtiveram resultados semelhantes, tendo observado que

a força de adesão entre o pino de fibra e o material resinoso de cura dual depende mais do tipo de pino e superfície de tratamento, não tendo havido diferenças regionais nos testes de

microtensão entre o pino e o adesivo. Foxton et al. (2005) testaram a resistência de união

tração à dentina radicular e afirmaram que, para os dois materiais utilizados no teste, não

houve diferenças significativas na resistência de união ã microtração entre as regiões

coronal e apical da raiz.

Mallmann et al. (2005) concluíram que a adesão nos terços cervical, médio e apical

é indiferente quando utilizados cimentos fotopolimerizáveis, mas há maior adesão no terço

cervical quando os cimentos autopolimerizáveis são utilizados, ao avaliarem a força de adesão de sistemas adesivos auto e fotopolimerizáveis à diferentes áreas da dentina

intrarradicular. Akgungor e Aklcayan (2006) avaliaram os efeitos de diferentes agentes de

adesão dentindria no modo de polimerização na força de adesão de pinos de fibra

translúcidos, e concluíram que o sistema com primer autocondicionante e agente de união

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uma camada híbrida relativamente fina, sendo que o sistema de polimerização dual não

proporcionou bons resultados. Já Monticelli et al. (2005) verificaram que houve redução do estresse na inferface de adesão com a utilização de cimentos autopolimerizáveis devido a este material polimerizar-se mais lentamente.

Foxton et al. (2005) notaram que uma resina composta de dupla polimerização

oferece resistência de unido A tração estatisticamente semelhante tanto quando fotopolimerizada ou não. Porém, Gaston et al. (2005), não observaram diferenças

estatísticas significantes dos cimentos auto e foto polimerizáveis entre si quando

comparados os terços cervical, médio e apical das raizes utilizadas no estudo. Já Mallmann

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4 CONCLUSÃO

A partir do levantamento de informações realizado sobre os sistemas de adesão A

dentina de pinos intra-radiculares, conclui-se que:

- A aplicação de um agente de união silano aumenta a adesão dos cimentos

resinosos aos pinos intra-radiculares que tenham silica em sua composição

devido A compatibilidade química destes materiais;

- Não há convergência nos estudos avaliados sobre a influência da região

radicular em relação A adesividade dos cimentos resinosos;

- A utilização de cimentos autopolimerizáveis, de presa dual e fotopolimerizáveis

nos estudos relacionados não permite concluir qual é o melhor método para a

cimentação de pinos intra-radiculares, uma vez que as conclusões dos autores

(27)

20

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Referências