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ELETRÓniCR
ETROniCR^
EDITORA SABER LTDA./umano
diretor diretor administrativoMonte um Freqüencimetro Digital(Conclusão) 2
diretor
de produção:
Hélio Pré-AmplificadorMisturador 24
diretor direton técnico: publicidade: gráneos: nacional: diretor Revista Saber ELETRÓNICA é uma publicação mensal daEditora Saber Ltda. 0 Volt 28 REVISTA SABER ELETRÓNICA W. Roth
& Cia. Ltda.
ABRILS.A. -Cultural e REDAÇÃO ADMINISTRAÇÃO E PUBLICIDADE: 03028 -S. Paulo -SP CORRESPONDÊNCIA: Endereçar à REVISTASABER ELETRÓNICA 03028 -,S.Paulo-SP InterruptorCrepuscular 29
"HOBBY": Sirenepara Sistemas de Alarme e
Brin-quedos 36
Voltímetro comFET.
ORIENTAÇÃO PARA OMONTADOR. Dissipadores de Calor
OOhm
Circuitos de Tempo Imunes aoRuído com
Elemen-tos LSL.
Ruído nasTelecomunicações
CURSODEELETRÓNICA(Lição 3)
42
47 47
48 54
CAPA:Aspectododesenvolvimento de um projeto e protótipos, su gestãoparaaplicação da Sirene (HOBBY) e flagrante de uma aula prática do CursodeEletrónicado Liceu Académi co SãoPaulo(ensino profissionalizante).
MONTE .. .
UM FRECUENCIMETRO
DIGITAL
JOSÉ CARLOS J.TELLES NELSON HOLZCHUH
CONCLUSÃO
Nesta última etapa (vejaas Revistas 46e
47),vamos explicar todos os estágios da
montagem; entretanto,antes de entrarmos em detalhes, faremos algumasobservações deordem prática;assim, temos oseguinte: por setratar de uma montagem onde a
maior partedos componentessão circuitos integrados, o soldador a ser usado deve ser de, nomáximo, 30 Watts; a soldatem
de ser do tipo especialpara placas de fia
ção impressa (0 1 mm- 60/40);nãode ve ser exagerada a quantidade de solda nos pontos desoldagem a fim de se evitar
curto-circuito entre "caminhos" do circui
toimpresso; depois de soldados, os com
ponentesdevem terseus terminais corta
dos o maisrente possível da solda. Obser ve com cuidadoa sequênciademonta
gem.
MONTAGEM DO PAINEL FRONTAL
A montagem do painel frontaldeve ser
dividida emduas partes, sendo a primeira
relativa à doscomponentesna placa de
fiação impressa ea segunda, aconfecção da placade acrílico.
Inicialmente coloque ostrês pedaços
defiode interligação do circuito impresso (lado dos componentes). Essefiodeveser
dotiporígido, # 24 ou # 26encapado, de preferência de cor pretapara evitar
reflexos no painel. Emseguida, coloque
os5 Cl numéricos (FND70)observando
a posição dos mesmos na placa (figura1). Os interruptores Ch1 e Ch2 devem ser encaixados naplaca de modo que suas basesfiquem perfeitamenteencostadas na
superfícieisolanteda placa. Note que a partedeacrílicodo painel será fixada através dasporcasdos interruptores; por tanto, éimportante que as mesmas sejam perfeitamente assentadas(ver figura 1).
O LED indicador de "estouro" da esca
la deve ser colocadoobservando-seasua
polaridade. Em seguida, coloque umtubo de fenolite de aproximadamente 7 mm de diámetro por 12mmde comprimento em tomodo LED colando-o com adesivo epoxi à placa de fiaçãoimpressa. Vejaos
detalhes dessa etapa na figura 2.
O último componente a ser colocado nesta placaé a tomada tipo "BNC".Para tal,énecessário confeccionar a peçame
tálica da figura3. A colocação da tomada
podeser vista também na figura 1.
Nota: Aperte muito bem a porcadatoma daBNC eraspe o vernizda placa de fiação
impressa no lugar onde for encostar as arruelas de pressãodosparafusos que fi
xam a peçadafigura 3.
PAINELDE ACRÍLICO
O acrílico usado deve ser do tipo "fumé" não muito escuro.Inicie a confecção desta peça cortando as partes deacordo com
asmedidas da figura 5. Os três furosdo painel (parte A) devem ser feitos cuida dosamente a fim denão se "lascar"o
acrílico.
As duas tirasmais estreitas (partes Be C) devem ser colocadas nos extremos e
pcrpendicularmenteà parte A com cola especial para acrílico ou então com cloro
fórmio. Veja osdetalhes da colagem na figura 6.
Apósa colagem, recorte dois pedaços de fita "crepe" sendo umde 17 mm x 70mm e um círculo de 7mmde diâmetro
Cole-osdo lado de dentro do painelna posiçãoindicada na figura7.
Emseguida, pinte o lado de dentrodo
painelcom tinta tipo "spray" preto fosco (figura 8). Apósa secagem datinta, retire
os dois pedaços de fita "crepe".
doispedaçosde fita "crepe" como foi feito anteriormente ecole-os nas janelas
deixadas pela pintura,porémagora,no lado dafrente do painel. Finalmente, pin
Figura 9 - Inscrições no painel
MONTAGEM DA PLACA DOSCIRCUITOS CONTADORES, MEMÓRIAE DECODIPICADORES A montagem desta placa, émais fácil que aanterior,uma vez que nelasóse
têm que colocar e soldaros fiosde inter
ligação, os circuitos integrados e doisre
sistores.
Inicialmente coloque os fios de inter ligação daplaca,observando muito bem
aposição dos mesmos no seu desenho
(encarte). 0fiousado nesta montagem
deve ser # 24ou # 26, flexívele c/isola- mento.
Comrelação à colocação dos circuitos
integrados,é recomendável o uso de so-
quetes,ou então,se preferir o leitor, os
mesmospoderão ser soldadosdiretamente naplaca.Vejano desenho da figura 10 a posição dosintegrados;note que,de
pendendo do integrado, o ponto derefe
rênciapode ser umrebaixo ou entãoum ponto em umdos extremosdos mesmos. No caso de se usaros soquetes observena
figura 11 o detalhe da colocação dos mes
mos.
Execute todasassoldas com cuidado
e corte as sobras dosterminaisdos com
ponentes e fios juntoaos pontos de solda. MONTAGEM DA PLACA
DOS CIRCUITOS DE ENTRADAEATRASO
Nesta placa temos circuitosintegrados, transistores, capacitores, resistores e alguns
fios de interligação do circuito.
Comece a montagem atravésda coloca
çãodos fios. Veja a posição dosmesmos nos desenhos mostrados nas páginas19,20, 21 e 22. Os circuitos integrados, assim comona montagemanterior, poderão ser
soldados diretamente naplacaou então
através de soquetes.
A montagem dos circuitos integrados e dos componentes discretos (transistores,
capacitores e resistores) deveráser feita segundo as indicações do desenho da figu ra12. Todavia, para ummelhoresclare cimento,vejana figura 13 a colocação
dos transistores comrelação ao posiciona
mento da base,emissor e coletor. Para finalizaramontagemdestaplaca, fixe a elaa cantoneira metálicacujo de
senho edimensões paraa sua confecção aparecem na figura14.
Detalheda colocação dos componentes da placa dos
MONTAGEM DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO
na figura14. Recomendamos que esta
peça seja confeccionada com alumínio de 1,5 mm de espessura a fimde que a mes
desta peça é de servir oomo dissipador
de calor.Assim sendo, depois depronta,
amesma deveráser pintada de preto fosco.
Observeentretanto, que atinta nolugar
onde for parafusado ocircuito integrado
estabilizadorda fonte de alimentação, deve
serraspada para quehaja um bom con
tacto térmico, empregando-se, entre o Cl e o suporte, umpouco de graxa de sili-cone.
Depois disso,monte os quatro diodos retificadores e ocapacitor eletrolítico.Ve ja,com cuidado,a posição dessescompo
nentes nosdesenhos apresentados nas pá
ginas 19, 20, 21 e 22.
Continueamontagem juntandoa peça metálica àplacadefiação impressa, pren
dendo junto aelas comparafusos eporcas
o transformadorde alimentação,o suporte
do fusívele ocircuito integrado estabiliza
dor.Coloqueos três terminais deste último nosseus respectivosfuros e solde-oscom cuidado.Veja os detalhes dessamontagem nos desenhos das figuras 16 e 17.
Parafinalizar amontagem da fonte,li
gueos fios dotransformador, do suporte
do fusívele do cabodealimentação con
formeindicação da figura 18.
MONTAGEM DOCONJUNTO
As duas peças metálicasqueserãocolo cadas naslaterais do conjunto devem ser feitas em alumínio. Observe na figura 20
assuas medidas enote que as dobras da peça da direita são invertidas com relação
àdaesquerda.
Figura17 - Detalhedacolocação do Clestabilizador da fonte de alimentação.
A cantoneira queservirácomosuporte
paraa placadoscircuitos de entrada e atraso também deve ser construida em aluminio. Veja as suas dimensões na figu ra21 e foto dafigura 23.
Depois deconstruidas as peças comece a montagem do conjunto.Para uma melhor orientação, recomendamos que o leitor
veja comcuidado a vista explodidada figura 22.
Junte as peças conforme o desenho da figura22 usando parafusos
auto-atarra-chantes.A placados circuitos deentrada
deveráser colocadapor último, sendo que,
as duas saliências da cantoneira fixada a
ela devem ser encaixadasnosfuros das peçaslaterais de modo que a placatenha
movimento giratórioem torno doeixo for mado pela cantoneira (basculante).
Veja-este detalhe nafoto da figura 24. Apróxima etapa érelativa à soldagem entre a placa dos contadores (placa hori-
zontal) com as placasdo painelfrontal e placada fonte de alimentação(placas ver
ticais). Entretanto, antes de iniciar as sol
das, verifique a coincidência entreos "ca
minhos" impressos nas placas (ver figura
25). Neste caso,recomendamoso máximo
de cuidadonas soldas poisos "caminhos"
são muito estreitos epróximos unsdos outros. Para uma melhor ilustração veja
afoto da figura 26.
dobradainvertidamentel.
Figura 23 - Foto<
pontos E e F (Féa ligação de massa) devem ser interligados através de um fio
blindado.
Depois defeitastodasasligações, o freqúencímetroestá pronto para funcionar,
pois,como foidito no começo desta sé
rie de artigos, o mesmo não dependede
nenhum ajuste. Entretanto, antes de
ligá-lo, é recomendável que confira todasas
ligações, veja com cuidado se não existe
nenhum "curto" entre "caminhos"da fia
ção impressa, se as soldasestão bem fei
tas, etc..
Para prová-lo,injete, em suaentrada, umsinal alternado cuja frequênciaesteja dentro dabandadeoperação do frequên-címetro. Noteque aamplitude dosinal deve ser de nomínimo 1Vpp e no máxi mode 5 Vpp.
soquetes. Há também apossibilidade de umCl defeituoso; nestecaso, tente loca lizá-lo seguindo o circuitoatravés dodia
grama da figura26.
CONSTRUÇÃO DA CAIXA
Acaixado freqúencímetro poderá ser
construída com chapas de PVC de 3 mm de espessura. Inicialmente, recorte as par tes seguindo as medidasdafigura 27.
Executea fu ração paraaventilaçãoantes
de começar a montagem.
Depois depreparadas, as peças devem
ser coladas com cola especial para PVC.
Esta cola é fácilmente encontrada em ca sasde material de construção poisé a
cabasculante(levantada!.
Figura 25 -Detalhe da interligação das placas.
Na tampa do fundo, deverão serfixadas três pequenas placas de alumínioatravés de rebitesconforme se pode ver na figu
ra 29.
Trêsranhuras deverão serfeitasnacai xa, segundo osdetalhes da figura 30, a fim de que a tampa trazeira possaser
fixada a ela.
Para se proporcionar umperfeito aca
bamento àcaixa, passe massa usada em
pintura de automóvel nasemendas, lixe
bem com lixa fina e pinte com tinta
tipo "spray",de preferência cor cinzacla ro.
Ochassisdo freqúencímetro deverá ser
colocado pela partetrazeirada caixa, sen do fixado àmesma comdois parafusos
auto-atarrachantes. Estes parafusos deve
rão ser colocadosna parte inferior da caixa prendendo o chassisatravés do su
porte dafonte de alimentação.
OBSERVAÇÃO: Solicitamos aos nossos leitoresfazerem umacorreçãonapágina 22,
fim da segundacoluna, da Revista 47:
onde selê:
Ee2-1 = --- - ---Vcc R2+ RC1 +
RE RevistaSaber Eletrónica
Figura 29 - Detalhedacolagemda moldura.
Figura30 - Detalhe dacolocação das três plaquetas de
Figura 31- Detalhe das ranhuras feitas na parte do fundo da caixaafimdepermitir oencaixeda tam patrazeira.
FREQÚENCIMETRO DIGITAL -PLACASDE FIAÇÃO IMPRESSA {VISTAS DOS LADOS COBREADOS)
FREQÚENCIMETRODIGITAL - PLACAS DE FIAÇÃOIMPRESSA (VISTAS DOS LADOS DOS COMPONENTES)
FREQOENCIMETRODIGITAL - PLACASDÈFIAÇÃO IMPRESSA (VISTASDOS LADOS COBREADOS)
FREQÚENCIMETRO DIGITAL -PLACAS DEFIAÇAO IMPRESSA
(VISTAS DOSLADOSDOSCOMPONENTES)
RELAÇÃO DE COMPONENTES CIRCUITOS INTEGRADOS
c
c
c
c
c
c
c
c
1 FND 70 2 - FND 70 CI 9 - 7405 CI10 -7405 CI 11- 7405 CI 12 - 7405 CI 13 - 7405 CI14 - 7490 CI 15 - 7490 CI 16 - 7490 CI17 - 7490 CI18- 7490 CI 19 -7413 CI 20 - 7518 CI21- 7490 CI 22 - 7472 CI 23 - 7400 CI 24 - 7518 3 - FND 70 4 - FND 70 5 -FND 70 6 - 7474 7 - 7400 8 - 7472 DIODOS LED 1 — VermelhoTRANSISTORES CAPACITO RES D1- SKE - 1/0273 Q 1 - BC 208 C 1— 2200 pF @ 16 V — Eletrolítico D2 - SKE - 1/0273 Q2 - BC 208 C 2- 22 nF @ 125V - Flat-Foil D3 - SKE - 1/0273 Q3 - BC 208 C 3- 22 nF @125V - Flat-Foil D4 - SKE - 1/0273 RESISTORES Q4 - BC 208 c 4 C 5 C6 - 22 nF @125V - Flat-Foil — 22 nF @125V — Flat-Foil - 100 nF @125V - Flat-Foil DIVERSOS R1 - 1 kíl@1/8 W R10 - 820 O @ 1/8 W 1 —Cabodealimentação R 2-1 kíl@ 1/8 W R 11 -68Í1 @1/8 W 1 — Tomadatipo "BNC" R3-1 kíl@ 1/8 W 2—Interruptores reversíveis de
R4 - 10 kíl@1/8 W TRANSFORMADOR de 2secções,com alavanca.
R 5-1 kíl@ 1/8 W Prim. 110V tipo miniatura ("Joto" R6- 10kíl@1/8W Sec. 9 V @ 1A 1 — Porta fusívelminiatura R R R 7— 1 kíl@ 1/8 W 8 - 10kíl@1/8 W 9-1 kíl@1/8 W
IMIIHIIIIHJIA ®
IlIMIVill'.
AS EXCELENTES CARACTERÍSTICASDE BAIXO NI VEL DE RUÍDO DO TRANSISTOR BC549TORNAM- NO IDEALPARA APLICAÇÕES EM CIRCUITOS DE ENTRADA DE AUDIO,ESPECIFICAMENTENOS PRÉ-AMPLIFICADORES E MISTURADORES. NESTE ARTI GO DESCREVEMOS UM SIMPLES CIRCUITOQUE REU NEAS DUASPOSSIBILIDADESDESTE SEMICONDU TOR: UM MISTURADOR/PRÉ-AMPLIFICADOR DEAU DIO COM A VANTAGEM DE PODER SER UTILIZADO NAO SOMENTE COM TRESENTRADAS MASTANTAS MAIS QUANTAS O LEITOR NECESSITAR, SIMPLES MENTEPELA REPETIÇÃO DA ETAPA BASICA.
O transístor BC549 pode seranalisado como a "versão plástica" ouSOT54 do transístor BC 109, cujobaixonível de
ruído o tomou popular nos circuitosde entrada de áudio.
Nosso pré-amplificador misturador uti liza umtransístor BC549 em cada entrada
de modo aproporcionar um certo ganho
de sinal o que dá maiorversatilidade ao circuito, proporcionando-lhe a
possibilida-de possibilida-de amplificaçãodosinalo quenãoé possível com os misturadores passivos.
Assim, poderemosusá-lo não somente comfontes de sinais convencionais como
também comfontes de baixonível de sinal. Ocontrole independentede cada
entrada possibilita uma regulagem dosní veisde sinal de tal modoa haverum equilíbrio compatível coma aplicação do
circuito. Podemos então aplicá-lo simples
mente com a finalidade defazer gravações Figura 2
com fundos musicais,ou aindamisturar
sinaisdetrês fontes, obtendo equilíbrio perfeito de suas intensidades, comopor
exemplo emgravações deconjuntos musi
cais.
As possibilidades de aplicação, evidente mente, sósão limitadas pela capacidade
de imaginação do leitor.
| o
circuito]
O circuito básico émostrado com três
entradas (figura 1) e, portanto, três tran
sistores. Entretanto, outras etapasidênti cas podemser acrescentadas proporcio nando a possibilidadede se misturarem sinaisde outrasfontes.
Cada etapaconsiste num amplificador de emissor comum com umcontroleindi vidual de excitação o quepermite acomo
dar onível de sinal (excitação) de cada fontede modo ase conseguirem os efeitos
desejados. Para uma aparência profissional deste misturador/pré-amplificador, os con
troles de "mixagem" podemser feitos com potenciómetros deslizantes.
O importantea observar em relaçãoàs características elétricas deste circuito éque
ele está projetado de modo apoder fun cionarcom fontes de sinais de urna boa
gama deimpedâncias. Assim,paraasgra
vaçõescomuns, nãoprecisará haver uma preocupação excessiva com o casamento de impedânciade microfones,cápsulas ou outras fontes de sinais. Oúnico caso a ser
considerado é o daexcitação excessiva
que pode ocorrercomaligação direta
de um amplificador (saída do alto falante
à entrada) caso em queuma redeatenuar
dora, um potenciómetro para dosar osinal,
deveser acrescentado (figura2).
|
montagem]
Nafigura 3 temos a placadefiação
impressa usada para o caso do circuitode
3 entradas. Oreduzido número de compo
nentes não oferecerá maiores dificuldades
ao montadorexperiente.Os resistores po demserde 1/8 ou 1/4 W eoscapacitores eletrol (ticos são para uma tensão de isola-ção de 10 Volts. Devemos apenaslem brarque,como setrata de umcircuito
de entrada de áudio, suscetível à captação de ruído,deve-se tomar o máximo cuidado com as conexões de entrada e saída de sinaisque devem ser perfeitamente blin
Com relação à fonte dealimentação
paraeste circuito existem duas possibilida
des:pode ser usadauma bateria comum de9 Volts que durará bastantetempo, jáque o consumo da unidadeé bastante pequeno, ou aindapoderá ser aproveitada a própria fonte de alimentaçãodo am plificador com o qual este misturador pré-amplificador deverá operar.
COMO USARO
MISTURADOR-PRÉ-AMPLIFICADOR Nafigura 4temos ilustrada a utilização domisturadorpré-amplificador em conjun to comtrês fontesde sinais que são dois
microfonesde guitarra e um microfone comum. Com estaconfiguração pode-se
ajustarindividualmenteo nível de excita çãodecada microfone demodo a se obterperfeito equilíbrioda intensidade
decada instrumento e docantor. Com issonão teremosasuperposição de qual
quer uma das fontes "atrapalhando"o desempenho do sistema.
| RELAÇÃO DE COMPONENTES | 01,02, 03- BC549
R1 — 5 kí2 - potenciómetro log (entrada de baixa impedância).
R6 — 100 kí2 - potenciómetro log(entra da dealta impedância). R10— 100kí2 - potenciómetro log(entra
da dealta impedância). R2 - 2,7kn @ 1/8 W R3 - 180 kn@ 1/8 W R4- 39 kn @ 1/8 W R5 - 1,5 kn@ 1/8 W R7 - 22 kn @ 1/8 W R8 - 180 kn @ 1/8 W R9 - 39kn @ 1/8 W R11— 22 kn @ 1/8 W R12- 180 kn @ 1/8 W R13 -39 kn@ 1/8 W R14 - 330 kn @ 1/8 W Cl, C2, C3— 10 pF @ 12 V C4, C5- 100 pF @ 12 V B1 — Bateria de 9 Volts S1 — Interruptor Simples R
0
VOLT
A unidade de força eletromotriz, diferença que a eletricidade, ou seja, as cargas elétricas, de potencial ou tensão elétrica é o Volt que sãoimpulsionadas através docondutor. pode ser definido como adiferença de potencial
(d.d.p.) que existe entredois pontos deum fio
condutor, percorrido por umacorrenteconstante
de 1Ampere,quando a potência dissipada entre
dois pontosé igual a 1 Watt.
Para queo leitorentenda melhor osignificado
detensãoelétrica e de diferença de potencial, podemos compararessasgrandezas às equivalentes
de um circuito hidráulico, ouseja, de um circuito emque acorrente consiste na movimentação de
umamassa de' água.
Para que a água possacircular por umencana mento deve existir umaforça externa que a im
pulsione. Essa força éapressão estabelecida no reservatório. A grandezaelétricaequivalente à pressãoé justamenteatensãoelétrica. Os "Volts"
de um circuitomedem, portanto, a "pressão"_cqm
Por outro lado, se o encanamento for instalado entre dois locais emque existam reservatórios de água a circulação do líquidode um para o outro dependerá da diferençade nível. A água circulará
sempre domais elevado para o mais baixo ea
pressãoque impulsionaráo líquido através do en canamento dependerá da diferença de nível e que será,portanto, responsávelpela diferençade pres
são. Ao falarmos dediferençade potencial elétri
co entredois pontos deumcircuito, estamosex pressandoa diferença de"pressão" ou tensão que se manifesta nas cargas que sãoimpulsionadas, atra vésdo circuito.
Enquantoque a tensão é expressa emvalor absoluto, adiferença de potencial sempre é to mada entre dois pontos.
NEWTON C. BRAGA
DESCREVEMOSNESTE ARTIGO UM SIMPLES CIRCUI TO QUE, CONECTADOA UMA LAMPADA INCAN DESCENTE COMUM, FARA COM QUE ELA ACENDA TÃOLOGO A LUZ AMBIENTE CAIAABAIXO DE UM NIVEL PRÉ-DETERMINADO E APAGUE TAOLOGO A ILUMINAÇÃO AMBIENTE VOLTE AO NORMAL. APLICADO A LUZDA VARANDA, POR EXEMPLO, ESTE CIRCUITOPERMITE QUE VOCÉ A ENCONTRE ACESA QUANDOVOLTAR Â NOITE, ISSO SEMA PREOCUPAÇÃO DE TE-LA DE DEIXAR ACESAAO SAIR. AOAMANHECER, POROUTRO LADO, ELASE APAGARA SOZINHA.
Evidentemente, muitasoutras aplicações para este circuito podem ser imaginadas peloleitor. Partindo da idéia que podemos acionar umalâmpada quando a iluminação
sobre um elemento sensível cair abaixo de um certo nívelpodemos:
e apagada durante o dia, mesmo quando
estejamosfora, dandoa impressão deque
háalguém em casa;
b) ter um sistema automático de ope raçãopara as luzesda vitrine deuma loja,
c) ter um acendimentoautomático
das luzes de um jardimaoanoitecer e seu apagamento ao amanhecer, exatamen
te comofaz a iluminação pública com as luzes da rua;
d) usar o sistema parademonstrar em
salas deaula (cursos defísica, ciênciasou eletrónica) oprincípio de funcionamento
dos elementosfotosensíveis;
e) em qualqueraplicação em que va
riações do nível de iluminaçãodevaser
detectada com uma resposta imediata que consista no acendimentode uma lâmpada.
OPROJETO
Como todo projeto destinado ao princi
piante, umadescriçãopormenorizada de
sua construção,obtenção doscomponen
tes e princípio de funcionamento,assim
como possíveis aplicações será dada.Com isso, visamos fazer comque atémesmo'
os leitores que nenhuma experiênciate nham em montagens eletrónicas seani
mema executá-lo.Naverdade, o número reduzido de componentes, seu baixocus
to, não exigirá do leitormais do que
alguns Cruzeiros, uma boadose de aten ção às nossasexplicaçõese algumas ferra mentas básicas.Comrelação a essas ferra mentas, para montagens eletrónicas, cita moso soldador quenão deve ter mais do que 30 Wde dissipação, boa solda,um
alicate de pontas, um alicate decorte late
ral e uma chave de fendas.
Ao desenvolvermosestecircuito visamos
uma configuração que fosse capaz de unir
a simplicidade de operação aum desem
penhoquejustificasse sua montagem prá tica paradiversas finalidades. Entretanto,
como unir a simplicidade aum desempe nho excelente às vezes éimpossível,tive mos desacrificar alguns pontos de nossas exigênciasparapossibilitarmos ao monta dor menos experiente a sua execução.
Assim, se bemqueeste interruptor se ja bastantesensívelpara ser acionado até:
mesmo coma iluminação de umfósforo ou
uma velaaalguns metrosde distância, ele só poderá acionarlâmpadas incandescentes (ou cargas resistivas), numa potência total
deno máximo 100 Watts (rede de 110
Volts) ou 200Watts (redede 220Volts).
Diodos de maior corrente poderãoser opcionalmenteusados, caso em que a po
tência máximaficará limitadaapenas pelo
SCR, ou seja,400Wattsparaa redede
110 Ve 800 Wparaa redede 220 V. Entretanto para estas alterações, o leitor
deverá já ter certa experiênciaem eletró nica.
Como amontagem temcomoobjetivo uma aplicaçãodoméstica, acreditamos que
100 W (110 V)ou 200 W(220 V) será
mais doque suficiente para a maioria
dos casos; uma solução paracargas maio res consiste em se montar uma unidade para cada 100 ou200 W de lâmpadas.
Outra desvantagem quedeveser obser vada nestecircuitoé uma pequena oscila
ção queocorreno estado detransiçãodo
circuito.Quandoa transição da ilumina ção élenta, comonocasodo pordo sol, o circuito não dispara instantaneamente masdá algumas "piscadas"antes de haver
plena condução.
A maior vantagem destecircuito,além
da simplicidade, é o fato dele permanecer
sem consumir corrente, mesmo quando
ligado, quando a lâmpada se encontra apagada. Assim,comalâmpadaapagada o circuito, propriamente, nãoconsome
energia. E, mesmo quando ligado, toda energiaé consumida pela lâmpada
A descrição da montagemé feita em
função da utilização deuma barra de ter
minais como base de montagemde modo
a torná-la mais didática;os leitores mais
habilidosospoderão usar a técnica dapla
ca de fiação impressa,o que tornará o
dispositivobastantecompacto.
OS COMPONENTES Todos os componentes para estamonta gem podemserencontradosem boas casas
dematerial eletrónico, poissão bastante
comuns.
O "coração" da montagem é um SCR (díodo controlado desilício). Esse SCR
é de um tipo que pode operartanto na
rede de 110 como 220 V, suportando
correntes de até 4 A. Diversos são os tipos que podem ser usados nesta monta gem, sendo os indicados: C106, TIC106,
e MCR106.
Esse SCR deveser montadonum peque no dissipador de calor que poderá ser feito com uma folha de alumínio dobrada em U, conforme mostra a figura 2,comárea
de cerca de100 cm2.
Figura 2
Se o aparelhofór usado com finalidade
Um segundo componente bastante im portante e umpouco mais crítico,éo
elemento sensível, denominado LDR ou
foto-resistor, queé um dispositivocuja resistência dependedaluz incidente eque
realiza odisparodo circuito em função,
daluzquenele incide. Esse LDR é de um tipo normalmente usado em controles
automáticos de brilho de alguns tipos de
televisores e podeser encontrado com fa
cilidade. Na nossamontagem originaluti lizamos um LDRdotipo B8 731 0302 (IBRAPE), mas equivalentes poderão ser
usados, como o RPY-58ou qualquer ou tro (figura 3) já quesuacaracterística
poderá sercompensadapor um correto ajuste docontroledesensibilidade.
Os outros componentessão bastante fáceis de serem obtidos. Os diodos semi condutores, porexemplo, sãodo tipo
BY127 ou 1N4004, mas qualquer diodo
para 1 A@400 V serve.
Os resistores,assimcomo o trim-pot,
ondeseráajustadaa sensibilidadedo. cir cuito não oferecem dificuldade quanto à
aquisição. O capacitor pode serde óleo ou poliester com uma tensão de isolamen
to de, pelo menos, 400V.
MONTAGEM
Como dissemos, de modo afacilitar o montador inexperiente, descrevemos a
ra os leitores dotados de maior experiên
cia a sugestão é a utilização deuma placade fiação impressa que não oferece rádificuldadesde projeto dado o reduzido
número de componentes deste circuito.
Uma vez de posse de todos os compo
nentese umavez determinado o tipo de
aplicação a queserá dada ao circuito, o leitor deve começar porcortar a ponte
de terminais que normalmente éadquirida
em pedaços de meio metro ou um metro
de modo a ter o númerode terminaiscons tante do desenho (19terminais) e, em
seguida,por meio dedois parafusos, deve
fixar essa ponte numa base de madeira ou outro material isolante (figura 4).
Depois de examinar odiagrama(figu ra5) enquanto o soldador se aquecebem,
poderá passarà elaboração do circuito. Comece por soldar os4 diodos(D1 a
D4) observando cuidadosamente sua pola ridade (figura6) já que qualquer inversão
poderácausarsua queima no momento da
ligação. A identificaçãodospolos dosdio dos éfeitaatravés do anel em torno de
seucorpo que indicao ladodo cátodo ou
ainda pelo própriosímbolo docompo nente gravado em seucorpo.
Em seguida, cuidadosamente,com um alicate de pontas separe osterminais do SCR de modo que possam ser soldados em cada terminalcorrespondente da pon te. Aposição do SCR é importantejá que o ladochanfrado(gate) deve ficar
do lado direito da ponte. A soldagem deve ser rápida paraque o calor excessivo
não venhadanificar essecomponente.
Emseguida,solde o quintodiodo(D5) nacomporta doSCR observando atenta
Passe agoraà soldagem dos resistores,
do capacitor e do trim-pot. Os resistores
devem seridentificados por seus anéis coloridos.Para oprincipiante, damosas cores dos trêsprimeiros anéis eos valores
correspondentes:
1 MS2 - marrom, preto, verde 100kíl - marrom, preto, amarelo
10 kS2 - marrom, preto, laranja
Completeas conexõesda pontefazendo as interligações dos componentespormeio
de fio rígido #20 óu #22. Dois pedaços defiosão necessários.
Em seguida, passe às ligações externas. Se amontagem forexperimental faça
aconexãocorrespondente ao soquete da
lâmpada quedeveráser acionada pelo cir
cuito.Se ele for utilizadopara a alimen
tação da lâmpada da varanda ou uma lâmpada distante, deixe dois pedaçosde
fio soltoscorrespondentesa essa ligação para fazer nofinal da montagem a co
nexão aos cabosdessalâmpada. Outra ligaçãoexterna a ser feita éa. correspondente ao cabo de alimentação. Sea montagem forexperimental, use um pedaçode dois metros de comprimento, dotipo que pode ser adquirido em qual
quer casa de material eletrónico.
Seo circuito for usado paraa alimen
tação de umalâmpada numa instalação
embutida, deixe apenasumpardefios
soltos para posteriorconexão à rede de
alimentação.
A última ligaçãoexterna é a correspon dente ao elemento sensível, ou seja, o LDR. O comprimentodo cabo a ser usado dependerádolocal em que o LDRdeve
serinstalado. Observamos que o LDR não devereceber diretamente a iluminação da lâmpadaqueelepróprio acionará pois, pelo contrário,haverá uma realimentação
de'luz que provocaráuma desagradável
Na nossa montagem experimental,usa mos um par de fios de meio metro de comprimento soldando seus extremosdi
retamenteaos terminais do LDR. Devemos observarque os terminais do LDR, con forme o tipo, são bastante delicados,de vendoasoldagem ser feita com o má ximo decuidado, usando umalicate de
pontasparasegurar seusterminaise assim dissipar o calor.
RELAÇÃODECOMPONENTES SCR - TIC106, MCR106ou C106
D1 a D5 - BY127 ou 1N4004
C1 - 0,001pF @400V(capacitor a óleo oupoliesteri R1 - 1MS2@1/4 W R2 - 100 kS2@1/4W R3- 10kR@1/4W R4 -470 kiZ- trim-pot LDR - Ver texto OPERAÇÃODO CIRCUITO Uma vez conferidas as conexões, cons tatando-seque não há nenhumerro, co
loque uma lâmpada no soquete corres
pondente, afaste o LDR da lâmpada de
modo que ele não possa receber sua ilu minação, mastão somente a daluz am bientee ligue o dispositivoà rede de ali
mentação (tomada). Em seguida, ajuste otrim-pot comuma chave de fendas paraumponto emque a lâmpada se apa
gue com a iluminação ambiente.Passe agora a mãona frente doLDR interrom
pendo sua iluminação. A lâmpada deve
acender automaticamente. Se isso não o-
correr, tenteum novo ajuste doLDR.
O ajuste do LDR é função da ilumina ção ambiente devendoser sempre feito
quando houvermudança de local oude
condições defuncionamento para o apa relho.
COMOFUNCIONA
O princípio defuncionamentodo SCR jáé conhecido do leitor, pois já tivemos
oportunidade de analisá-lo em outras oca
siõesem que usamoseste componente
(veja o número 47no artigo "Lâmpada
Mágica"). Basicamente podemoslembrar
que se tratadeumdispositivo que deixa
a corrente passar quando oseu terminal de comporta (gate) é excitado e que acondução da corrente por esse compo nente se faz num único sentidojá que setrata de um díodo (figura8).Quando
alimentado por corrente alternada ou quan do alimentado por uma corrente contínua
pulsante,como a obtida neste circuito pelos 4 díodos, sem haver filtragem, o
díodo deixa de conduzir tão logo o estí mulode comporta deixe de ocorrer. Na alimentação com correntecontínua pura
o SCRcontinuaconduzindo mesmo de pois de cessado o estímulo.
Nestecircuito operamoscom corrente
contínuamas, não sendo esta filtrada, o SCRdeixadeconduzir tão logo o estímu loem sua comporta deixe de ocorrer.
Ora, oLDRé um dispositivoque apre
senta umaresistência elevada quando se encontra noescuro e que apresenta uma resistência muito baixaquando iluminado.
O LDRé, portanto, um dispositivo cuja
Figura 9
resistência éinversamente proporcionalao gráu de iluminação: quanto maior for a iluminação, menora resistência.
Ligamos o LDR na comporta do SCR
de talmodo que ele desvie acorrente de
comportaparaterra quando se encontrar iluminado (baixa resistência)e que deixe a corrente chegar àcomporta quando no
escuro(altaresistência) figura 9.Comisso temos o comportamento desejado: rece
bendo acorrente de disparo,no escuro, oSCR dispara e acendea lâmpada.Quan
do iluminado, oLDR não deixa a corren
te de disparo chegar aoSCR e a lâmpada permaneceapagada. O momento em que
ocorre o disparoéajustado pelarelação
existente entre a resistência do LDR com determinadailuminaçãoe a resistência em
série, ou seja,a resistência formada R4 e
R1. Por meio de R4 (trim-pot)podemos,
portanto, ajustar o circuito para operar exatamente com o gráu de iluminação
SIRENE
0 SOM PRODUZIDO POR ESTA SIRENE PODE SERVIR PARA AS MAIS DIVERSAS FINALIDADES; DESDE SISTEMASDE ALARME, CASOSEM QUE É NECES SÁRIAUMA POTÊNCIA RELATIVAMENTE ALTA,ATÉ BRINQUEDOS E DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO, EMQUE UMA POTÊNCIA MENORJA É SUFICIENTE. DAMOS, NESTE ARTIGO, AS DUASVERSÕES:DE ALTA POTÊNCIA QUE PODE FORNECER UM SINAL DAORDEM DE 5 WATTS E UMA DE MENOR POTÊN CIA FORNECENDO UM SINAL DE 400 mW. TODOS OS COMPONENTESSAO DE FACIL OBTENÇÃO E PODEM SER FEITAS MUITAS VARIAÇÕES EM TOR-NODO ÇIRCUITOORIGINAL._________________*______
PARA
SISTEMAS
DE
ALARME
E
BRINQUEDOS
0 somproduzido pela sirene também pode ser alterado comalgumas modifica
ções. Pelo acréscimo dedois componentes
aocircuito original podemos obter um
som variável dealtura crescente, seme lhante ao de uma sirenedefábrica ecom
modificações nos valores dos componentes podemosalterar a tonalidadedo som emi
tido.Comisso conseguem-se efeitos bas tante interessantes que podemser usados
em espetáculos teatrais, festas, etc. A alimentaçãopara o circuito pode ser
feita de diversas maneiras. Para aversão de baixa potência podemos usar pilhas, bate ria, ou mesmo a fontedescritaque permi
tesua ligação na rede dealimentação de 110 ou 220 Volts. Para a versão de maior
potência podemos usar 6 ou12 Volts de uma bateriade automóvel, deuma bateria formadapor pilhas grandes,ou ainda a fontedealimentaçãoquedescrevemos, pa
ra autilização da rede de110 ou 220Volts. Comose trata deum circuito relativa mente simples, temos diversas possibilida
des de montagem. Podemos usarumapla
ca de fiaçãoimpressa que deve sercon
feccionada pelo próprio montador segun do as técnicas convencionais.Tambémé possível o emprego de uma ponte de ter minais que é atécnica recomendada para osprincipiantesaindasemo domínio da técnica de confecção de placasde fiação impressa. Damos pormenoresa respeito desta segunda versão porque facilmente se podemontar o dispositivo simplesmen
te pelaobservação do diagrama.
de sepoderobter uma distribuição muito
mais compacta para os componentes o que facilita sua instalação numa caixa de
reduzidasdimensões.
OS COMPONENTES
Todos os componentessão comuns em
nosso mercado, havendo ainda apossibili dade deutilização de uma grandequanti
dade de equivalentes sobre os quaisfaze mosalgumas observações.
Comrelação aos transistores Q1, 02 e Q3,por exemplo, recomendamos para a montagem originalostiposBC548. Entre tanto, são diversos os equivalentes para
estetransístor que podem ser utilizados,
como: BC547, BC549, BC107, BC108,
BC237, BC238, etc. Na verdade, qualquer transistorNPN para uso geral de baixa
potência pode ser utilizadoneste circuito. O transístor de potência édotipo
2N3055, para a versão de maior potência. Essetransistor pode ser encontradocom
facilidade pois diversos são os fabricantes
que o têmna sualinha. Na sua aquisição o leitordeve também pedir pelo dissipa dor de calore pelos seus acessóriosde montagem que consistem emlâmina ¡so lantede micaou plástico,buchas de fibra
ou plásticoeparafusos defixação. É importante observarqueesse transis
tor tem o coletoreletricamente conectado ao seu invólucro; seeleformontadodireta
deveserlevadoemconta na instalação eventual dosistema num veículo. 0dissi padornão poderá encostar em nenhum
pontode seu chassi I
0 transformadorusado na versão de baixa potência é um de saída para rádio- receptores transistorizados, de 400 ou 500 mW, com um primário de 100a 200Ohms eum secundário com
impedân-ciade acordo como alto-falante, este
podendo serde qualquer tipo, estando seu tamanho limitado apenas pela instalação
desejada,isto é, pela disponibilidade de
espaço. Não existerestrição quanto ao seu tamanho.
Com relação à versão dealta potência, o alto-falante deve ser capaz de suportar
a potência fornecida pelo transístor. Deve,
portanto,ser usado um alto-falante "pesa
do" para, pelo menos, 10Watts, sendo seutamanhotambém escolhido em fun çãodadisponibilidade de espaço para ins
talação.
MONTAGEM Na figura 1 vemos o diagrama paraa
versão de baixa potência, enquanto a figu ra 2 ilustra odiagramaparaaversão de alta-potência. Afigura 3 mostra a fonte de alimentaçãoque permitea ligação da
sirenena rede decorrentealternadade
Na figura 4 temos a montagemdos
componentes para as duas versões, na ponte de terminais. Os principaispontos
a serem observadosnestamontagem é em
relação à disposição dos terminais dos transistores que deve ser feita comparando-
a com o desenho e em relação aoscapa citores eletrolíticos que são componentes polarizados.
Figura 3
Comecea montagem soldando,nos lo
cais correspondentes, os transistores de pequena potência (Q1, Q2e Q3), usando
umsoldador de, nomáximo 30 W e soldadeboaqualidade (60/40).
Em seguidasolde os capacitores e os resistores fazendosua identificaçãopelo códigode cores.
Para osprincipiantes que ainda têm di ficuldadenaleitura de valores através do
códigode coresdamos aidentificação dos componentesusados nesta montagem.
* Resistores (3 primeiros anéis): 1 kn- marrom, preto evermelho 56 kn-verde,azul e laranja
22kn -vermelho, vermelho epreto * Para os capacitoresde poliester, o códi gode cores também éusado,sendo a seguinteacorrespondência comos valores da montagem:
330nF- laranja, laranja, amarelo 470 nF- amarelo, violeta, amarelo
680 nF- azul, cinza, amarelo Os anéisseguintesindicam a tolerância e a tensão deoperação,não precisando ser observados nestamontagem.
Depois da soldagem dos componentes,
faça sua interconexãousando fiorígido
#20 ou #22. Finalmente coloque otrans
formador de saída (versão de baixa po
tência) prestando atenção para não inverter suas ligações (primário com secundário).
O enrolamento debaixaimpedância deve serconectadoaoalto-falante. Se a versão
fora dealta potênciacomplete a monta
gem com a ligação do transistor Q4.
Afontede alimentaçãoéa última parte
da montagem.Se for formadapor pilhas
use umsuporte apropriado. Se for a bate
ria do automóvel use um conector ade
quado e,se for a fonte paraa rede,
monte-a com cuidado.
COMO FUNCIONA Abasedeste circuitoé um multivibra-
dos astável,ou seja, um circuitoformado por dois transístores os quais trocam de
estado constantemente.Quandoum deles está conduzindo o outroestá desligado e vice versa.Avelocidade de comutação
depende fundamentalmente de dois fato res: do valordos resistores ligadosà base
do transistor(R1 e R2)e dos capacitores
ligados aessas mesmas bases(CleC2). Alterando, portanto, o valor dos capacito
res, dentro de certos limites, podemos modificara freqiiênciado multivibrador
e,portanto, a tonalidade dosom emitido.
Se aumentarmos ovalor do capacitor obtemos som mais grave ese diminuirmos
sua capacitância obtemos sons mais agu dos.Por esse motivo, damostambémos
códigosde cores para os capacitores de
330e 680 nF quepodem ser experimen
tados no mesmo circuito para obtenção
de sons diferentes.
O transístorQ3 paraa versãodebaixa
potência atuacomo amplificadorde áudio,
sendoacoplado pelo emissor (seguidor de
emissor) ao transformador de saída.Com isso, a potência obtida é daordemde 200 a 400mW o que corresponde ao som de um rádio-réceptorportátil no máximo volume.
No caso daversãodealta potência usamos umsegundo transístor Q4 que é acopladodiretamenteaQ3 de modo a se obter uma potênciabem mais elevada.
Esse acoplamento Darlington, com uma
tensão dealimentação de 12Volts, per
miteaobtenção de uma potência daor dem de5 Wattso que é maisdo que
suficiente paraas aplicações a que o des
tinamos.0 acoplamentodacargaao emis sor permite a obtenção deuma baixa im-
pedância de saída, eliminando a necessi dadedotransformador de saída.
VARIAÇÕES A primeira variação(figura 5) permite
a obtenção de um som crescente,o que épossível pelo efeito do capacitorC3
quese carrega através do potenciómetro,
alterandolentamenteatensão de alimen
taçãodo multivibrador. Apertando-seSI, ocapacitorcarrega-se lentamente alteran do atensão nesse multivibrador e,portan
to,sua freqüéncia. Com isso o efeitoobti do é semelhante ao deuma sirene mecâ nicaemque a alteração de tom é dada pela mudança de sua rotação.O poten ciómetro permitecontrolara variaçãodo
tom.
A segundavariação (figura 6) mostra
o modo de seligarasirene aumsistema
dealarme ou aviso.
FONTE DE ALIMENTAÇÃO A fonte de alimentação (figura4) que
permite a ligação daunidade à rede, utili za um transformador que deve fornecer,
pelo menos,uma corrente de 1A a uma
tensão de 6 ou 9 V. Um díodo (1N4002 ou1N4004 ou aindaBY127) éusado na
retificação. 0 capacitor usado nesta fonte
é um eletrolítico de500 a 2 200 gFcom tensão mínima deoperação de 15 V.
RELAÇÃO DE COMPONENTES a) Versão debaixa potência
Q1, 02e Q3 - BC548ouequivalente RI, R4- 1 kn @ 0,5 W
R3, R2- 56 kn @ 0,5 W
C1,C2 - 330 nF(poliesterou cerâmica) T1 -Transformador de saída (ver texto)
FT - Alto-falante (vertexto)
Diversos: ponte de terminais, fios, solda, interruptor depressão, etc. b) Versão dealta potência
Q1,02 eQ3 - BC548 ouequivalente Q4 - 2N3055 R1, R4 -1 kfi @0,5W R2, R3 - 56 kn @ 0,5W R5 - 22 kn @ 0,5 W C1, C2 - 330 nF (poliesterou cerâmica) FTE-Alto-falante 8 Ohms (vertexto)
Diversos: ponte de terminais, dissipador, fios, solda,interruptor simples, etc. c) Fonte de alimentação T1 - Transformador: primário 110 ou 220 Volts; secundário6 ou 9 V @ 1 A D1 - Díodo 1N4002 ouequivalente (vertexto) C1 -500 a2 200 gF @12 Volts.
VOLTÍMETRO com FET
©
ASCARACTERISTICAS DE ELEVADA RESISTÊNCIA DE ENTRADA DOS TRANSISTORES DE EFEITODE CAMPO (FET)TORNAMA APLICAÇÃODESSECOM PONENTE ESPECIALMENTEATRAENTE EM CIRCUI TOSDE MEDIÇÃO EM QUE A INFLUÊNCIA DO INS TRUMENTONA GRANDEZA MEDIDA DEVESER A MENOR POSSÍVEL.
Os transístores de efeito de campoainda não são muito populares entre osexperi mentadores eprojetistas nacionais. Entre
tanto, diversos tipos apreços acessíveisjá
são disponíveis em nosso mercado, o que
nos leva a publicar este artigo muitomais informativo do que realmenteprático, é
preciso lembrar que os transístores de efei
to de campo são bastante sensíveis, princi
palmenteàs cargasestáticas, pelo que de vem ser tomadas precauções especiais quan
dodoseu manuseio.
Conforme dissemosna introdução desse
artigo, os transístoresde efeito de campo setomam importantes em aplicações em que uma altaimpedância de entrada seja
requisito básico docircuito, comoocorre em instrumentos de medida. Nesses, essa característicaé absolutamente necessária
de modo a sereduzir ao máximo a influên cia do instrumento no circuito que está sendo medido e, com isso, obter-se preci são compatívelcom as necessidades.
Neste artigo fazemos consideraçõesso
breoprojeto de um simples voltímetro
com transístor de efeito de campo, o que pode servir de base para aelaboração de
um projeto mais completo, com diversas escalasdetensões.
COMO FUNCIONA Para explicaras possibilidades deapli
caçãodo transístor de efeito de campo nestetipo decircuito,analisemos a confi
guração da figura 1. Nela encontramos
uma fonte de tensãocontínua de 1 V
que possui uma resistência interna de 500 kíí. Queremosmedir a tensão da fon te comumvoltímetroque apresenta uma
resistência de entrada’de 5 MQ. Podemos
calcular a corrente circulante pelo circuito pela seguinte expressão:
"V
I = corrente U = tensão da fonte R. = resistência total
Com os valores adotados nocircuito
obtemosa seguinte corrente:
I = ---1--- = 18x10’5 A 5x1O6 + 5x1O5
Na resistência interna da fonte teremos uma quedade tensão que pode ser calcula dapela seguinte expressão:
Ui - IR, Uj = quedade tensão na fonte I = correnteno circuito
r
. =
resistênciainternaNo caso do nosso circuito essaqueda
de tensão vale:
U. - ---1--- 5x105 = 0,09 V
' 5x106 +5x103
Deste modo, independentemente da pre cisão do instrumento, estaremos de qual
quer maneira cometendo um erro de me didada ordem de 9%.
Perceba o leitor que, quanto maior for a resistênciainterna da fonte a ser medida e quantomenor for a resistência apresen tada peloinstrumento,maior será o erro introduzido pela ligação do instrumento
ao circuito.Poresse motivo, instrumentos
comuns, multímetros de resistência deen trada relativamente baixa (sensibilidademe norque100 000 Ohms por Volt)de modo
algum fornecemsegurança na medida de
tensões baixas sobre resistências elevadas. Na figura 2 temos ilustrado oque ocor
1 Volt sobreuma resistência de 1 Mn no circuito indicado.
Entretantoalimitação das resistências de entrada dos multímetros comuns está relacionada com a própriasensibilidade
do instrumento usado já que nenhuma
etapa amplificadoraé usada. Coma uti lização de válvulas e, mais recentemente, de transistores deefeitode campo,pode-se
aumentar essa resistência interna de tal modo a obter-se a menor influência possí
vel do instrumento sobrea tensão ou
qualqueroutra grandeza medida.
O CIRCUITO
O nossovoltímetro básico consistenuma etapa amplificadora com drenocomum e realimentação reforçada de modo que,mes
Colocando-se em curto os terminais de
entrada,ou seja,estabelecendo-se uma ten
são de entradade referência de 0 Volt, com o potenciómetro pode-se ajustara correntepara o meio da escala do instru mento, ou seja, umacorrente de0,25 mA.
Na figura 3 damosentão acorrespondên
cia das tensõesde entrada com a corrente
no instrumento.
Figura 3
Como existe uma pequena variação de características entre os transistores deum mesmo tipo, devido às tolerânciasde fabri
cação, aspendentes obtidas podemvariar
sensivelmente,o que exige uma calibração individual para cada caso.
A calibração pode ser feitacom uma pilha comum de 1,5 Volt.A corrente indi
cada pelo instrumentocorresponderá en
tãoa uma tensão de 1,55Volt (f.e.m. de umapilha nova, já que, parauma corrente
de cargadesprezível, a tensão sobre a
carga pode ser aproximada igual à f.e.m.).
CUIDADO NO MANUSEIO DOFET Ostransistores de efeito de campo do
tipo MOS (Metal-Oxido-Semicondutor)exi
gemprecauções muito especiaisdurante
o seu manuseio, principalmente se não possuírem proteção de comporta, pois a
fina camada isolantede óxido podeperfu
rar com facilidade simplesmentedevido àscargas acumuladas em nosso corpo quan do tocamos em seusterminais.
Os transístores desse tipo são normal
mente adquiridos com uma bucha prote tora que,emhipótese alguma, deveser'
removida quando do manuseiodotransís tor.
Somente depoisdecompletada a solda
gem de todos osoutroscomponentes do circuito, passe ao transístor de efeito de campo. Para isso, em primeiro lugar, enro le umfio fino condutorem torno de
seus terminais e, em seguida, retire a bucha protetora. Somente entãoproceda à dobra e corte dosterminais.
Tanto o soldador como apessoaque
manusear o transístor devem estar bem conectadosà terra. Nocasoda pessoa bastará que ela segure algum fio ligado
àterradurante esta operação.
R1 - 100 kn @ 1/8 W R2 - 5,6 kn @ 1/8 W R3- 10 kn- potenciómetroajustável M1 -0-0,5 mA - miliamperímetro debo bina móvel 81 - Bateria de12 Volts
Q1 - Qualquer transístor de efeito decam po.
orientação
para
o
montador
— Como obter os componentes
— Custo aproximado
— Cuidadosespeciais
— Tempo de montagem
SIRENE PARASISTEMAS DE ALARME
Esta sirene, recomendada para os principiantes, inclusive, não usa componentes carose nemde difícil obtenção. Ostransistoressãobastante comuns no nosso i mercadoespecializado, estandoocusto das unidadesde pequena potência em | torno de Cr$5,00. Ostransístores de maior potência estão em torno de Cr$ 15,00. O que podemos, então, concluir é que o custo do projeto,excluindo- ; sea caixa, estará em tornodosCr$ 60,00. Nenhum cuidado especial deve ser tomado com amontagem a nãoser coma soldagem dossemicondutores que são । sensíveis ao calor.
PRÉ-AMPLIFICADOR MISTURADOR DE AUDIO
Estamontagemé bastante simples e o texto suficientemente pormenorizado paranão se necessitar demuitas explicações adicionais. Com relação aos componentes,como setratam de transistores bastantecomuns, o leitor não terá dificuldades comsua ob
tenção. 0preço desses mesmos transistoresébastante acessível, estando em torno de
Cr$5,00aunidade, oque significa que, sem incluirmos a caixa e afonte dealimen tação, ocusto total do projeto será daordem de Cr$ 80,00. Devemosainda observar, em relaçãoà montagem, que, como se trata de um circuito de áudio de pequenossi
VOLTÍMETRO COM FET
Esteartigo não trata, propriamente, de umamontagem, mas sim de informação técnica deonde se pode partirparaa realização práticaposterior de um instru mento de medida. O leitor que nelese basear para aconstruçãode um instru mentodeve ter em mente os cuidadosnecessários parao manuseio deste tipo de componente. Com relação ao transistor, informamosque pode-se partir de qual quertipo deFET. O custo dependerà, portanto, de suas características situándo se entre Cr$20,00e Cr$ 50,00.
FREQÜENCÍMETRO DIGITAL
Neste númerç temos a conclusão desteartigo,destinado ao montadorexperiente, con
forme tivemos oportunidade de alertar logo deinício. De fato,o grandenúmerode componentese aprópria complexidade do circuito exigem urna certa experiência por
partedo montador, principalmente no que serefere ao trato de circuitosintegrados. A obtenção doscircuitos integrados utilizados nestamontagem não oferecerá maiores
dificuldades, já que se tratam de tipos facilmente encontradosnomercadoespecializa
do,inclusivecompossibilidades de substituiçãopor equivalentes. Evidentemente, neste
caso, a substituiçãodeverá ser feita com perfeito conhecimento da funçãoenvolvida,
pois pelo contrário o desempenho doequipamento poderá ser sériamente comprometido. Com relação ao custodo projeto, devemos observar que dependerá muito de como foremobtidosos componentes;emSão Paulo o gastoserá daordemdeCr$ 1 600,00, excluindo-se aparte mecânica, ou seja, caixa, interruptores, tinta, cola, etc; para isso umacréscimode uns Cr$600,00 deve ser feito. O custo do instrumento completo fi caráem tomodos Cr$ 2 200,00 portanto, o que, evidentemente, é bem menos do
que um equivalente importado.
Com relaçãoàsplacas de fiação impressao leitor poderáobtê-lasprontas,bastan do pedir informações pelo telefone 221-3993 (São Paulo).
PRÉ-AMPLIFICADOR MISTURADORDE AUDIO Esta montagemébastantesimples eo texto suficientemente pormenorizadopa ra não se necessitar de muitas explicações adicionais.Com relação aoscompo nentes, como setratam de transistoresbastantecomuns,o leitor não terádifi culdades com sua obtenção. O preço desses mesmostransístores é bastante aces sível, estando em tomo de Cr$ 5,00 a unidade,o que significa que, semincluir mosa caixae afonte de alimentação, o custototal do projeto seráda ordem de Cr$ 80,00. Devemos ainda observar, em relaçãoà montagem,que, como se trata de um circuito deáudio de pequenossinais,os cabos deentrada e de saí da devem ser blindadosparase evitar acaptação de zumbidos. A alimentação poderá ser feita apartir dopróprio equipamentoamplificador com o qual a uni dadedeverá operar se sua tensão forcompatível, ou feitoapartir debaterias.
INTERRUPTOR CREPUSCULAR
Esta montagem, destinada ao principiante, temum texto suficientemente pormenori
zado para não exigirmuitasexplicaçõesadicionais. Assim, em nossa orientação,da
remos apenasconselhosde como se obteroscomponentes assimcomo seu custo
a-proximado. OSCR, por exemplo, que éo componente fundamental, tem um custo da ordem de Cr$20,00, dependendo da procedênciae do local onde seja adquirido. Os diodos semicondutores são bastantecomuns,podendo ser encontrados com facili
dade em qualquerboacasa dematerialeletrónico aum custo em torno de Cr$ 2,50 aunidade. Com relação ao LDR, como praticamente qualquertipopode ser experi mentado nesta montagem, sua obtenção não será das mais difíceis. O custo aproxi mado deste componente está em torno de Cr$15,00 dependendo, evidentemente, do
tipo daprocedência. Considerando os demaiscomponentes, exceto as instalações,lâm pada e fios, o projeto ficaráem tomo de Cr$ 100,00.
DISSIPADORESDE CALOR sua superfície de contacto com esse meio
ambien-FATOR DE IMPORTÂNCIA NOS CIRCUITOS DEPOTÊNCIA
te. Devemos, portanto, observar para queo dissi pador seja instalado em local queseja bem ven
tilado de modo a permitir a circulação doar
aquecido, levando-o para longe do componente
Todo ocalor desenvolvido num componente,
pela circulação de uma correnteelétrica, deve ser transferido ao meio ambiente de modo a haver uma temperatura constante,dentro dos limites
especificadoscomo seguros. Se houveruma difi culdade natransferência desse calor gerado, o re
sultadode seu acúmulo no componenteserá uma elevação excessivadatemperatura que poderá ultrapassar os limites consideradosseguros e o
componente poderá danificar-se.
e permitindo que oarfrio chegue atéele
rapida-Com relação aos dissipadores, devemosainda observar que oscorposnegrosirradiammelhor o
calor do que oscorpos deoutras cores. Assim,
os dissipadores demetal anodizado em negro são
mais eficientes queos de metalbrilhante. O OHM
O máximocuidadodeve sertomadocom a instalação detransistores, diodos ou outros semi
condutoresdepotência nosseus dissipadores deca lor,principalmente quandoestes tiverem de ope rar nos limites de suas tolerâncias.
A unidade de resistência elétricaé o Ohm que
pode ser definidocomoa resistênciaelétrica que existe entredois pontos de um fiocondutor, quandouma diferença de potencialde1 Volt,
Paraa instalação dos transistores e outros semi
condutoresem dissipadores de calor, devemos
observarquehaja um perfeito contacto térmico en tre oinvólucrodocomponente e o irradiador. Normalmente, folhasde mica ou plástico especial
separamo invólucro docomponente do irradiador,
provendo um isolamento elétrico entreambos.
Essasfolhas,entretanto, não devem se constituir num isolamento térmico.Aconduçãodecalorde
ve sera melhor possívele isso pode ser melhorado
pelo emprego depastas à base de silicone.
aplicada entreesses doispontos, produz nocon dutor, umacorrente de 1 Ampère, não sendo o
condutor sede de alguma força eletromotriz. Aresistência elétrica é, narealidade,a oposi
ção que a corrente encontraao circularnúm meiocondutor. Essa dificuldadequeacorrenteen contra em circular,podesercomparada à dificul
dade ouoposiçãoque aágua encontraaotentar
fluir por um encanamento mais estreito ou de
paredes internasrugosas.
Nadefinição dizemos que o condutor em ques-Poroutro lado, a escolhadoformato e do
tamanhododissipador também é importante.
A quantidade de calor transferidaéfunção tanto da diferença detemperatura entre o irradiador e
o meio ambiente (gradiente térmico)bem comoda
tão não é sededenenhumaforça eletromotriz no sentidodequenenhuma força adicionalque
"empurre" as cargas elétricas é aplicada, ou seja,
a correntecirculante sedeve exclusivamente à ação
circuitos
de
tempo
imunes
ao
ruído
com
ELEMENTOS LSI®
OS ELEMENTOS IMUNES A RUÍDOS LSL (LOW SPEED LOGIC) APRESENTAM A VANTAGEM DE SEUS TEM POS DE COMUTAÇÃOPODEREM SER REDUZIDOS POR MEIODE UM CAPACITOR EXTERNO,O QUE AS SEGURATAMBÉM UMA IMUNIDADE AOS RUÍDOS. ESSAPOSSIBILIDADE PODESER APROVEITADA COM VANTAGENS NOS CIRCUITOS DE TEMPO ONDEHA JA PRESENTE UM ELEVADO NÍVEL DE RUÍDO.
Figura 1 - Circuitosupressorpara umaporta
LSLNAND.
Neste artigo, baseados no"SiemensElec
tronic Components Bulletin" (VII -1972
-número 4), descrevemoscircuitos de tem po (figura 1)que usam portas NAND LSL (FZH 111) e quepodemser empregados com asseguintes finalidades:
— Ecurtamento depulsos
-Retardamento de pulsos
- Monitoração de largura depulsos — Monitoração de freqüéncia de pulsos
ELEMENTOS DERETARDO
Na figura 2 ilustramos um circuito ele mentarnoqual se obtémum retardamen to no disparo, (a) ou um retardamento nodesligamento (comutação LO-HI e HI-LO).
Figura 3- tempo decrescimento tTLH para docapacitor de retardo.Parâmetro: os elementos da retardo dafigu- tensãode alimentação Ug.
ra 2 em função dacapacitância Cd, A figura 3 mostraa relação entreo ■tempode retardoeo valor do capacitor
Cd, assimcomo o tempode crescimento
TLH. O tempo tdde aproximadamente
50%, corresponde à excursão doelemento
seguinte docircuito lógico, e docresci
mento linear de ty^pjcom o tempo (TLH = tempo de transição LQ-HI).
ENCURTAMENTOOU
ALONGAMENTO DE PULSOS Nocircuito dafigura4, o capacitor Cd encurta os pulsos aplicados ao pontoB
e prolonga a duração dos pulsosaplicados ao ponto D, conforme mostram os gráficos correspondentes.
Afigura5 vemos um gráfico emque é representada a duração do pulso desaí da (tb) em função dacapacitância Cd.
Figura 5 -duração dos pulsos tB para ocircui
to mostradoda figura 4 em função da capacitância Cddo capacitor Cd de retardo.
MONITOR DA LARGURA DEPULSOS
No circuito ilustrado na figura 6, adu ração do pulso na entrada A éresponsável
pelo aparecimento de umpulso no pon
to D. Para uma determinadaduração do pulsode entrada ta(figura 4b),a duração (tb) do pulso invertido permanece cons
tante.Com oaumento da duração do pul
so deentrada (ta), os pulsos sofrem na saídaum mesmo acréscimode duração
T
d=
ta- tb, aparecendo noponto D. Quando,entretanto,T
d excede determinado valor,um sinal Hl aparece nasaída.
A saídapode serem seguida comutada
aonívelLOpor meio do interruptor S.
Figura6- Circuito LSL para monitoração de
larguradepulsos. Sfaz contacto (rearmapara o nívelLO).
MONITORAÇÃODE FREQÜÉNCIA
Atuando semelhantemente aum filtro de banda passante, o circuito dafigura7a pode serusado namonitoração de uma
freqüéncianominal entre dois limites pré- estabelecidosde tolerância.
Na saídaZ obtém-se um sinal Hlpara
uma determinada gamade freqüéncias que
podeser estabelecidaem função dos valo resdos capacitores Cd1eCd2, aparecendo
um sinal LOpara freqüéncias fora dessa gama.
O "flip-flop" Ireduz a sériede pulsos
na entrada E deuma relação de2:1 (figu
ra8, linhas E eA). Se afrequência muda deum valormais elevado paraumvalor
maisbaixo(aumento da duração do pe
ríodo T, figura8, linhaE), a duração ta dos pulsos naentrada Adoelemento
LSL II aumenta deta = tb (tb é a duração do pulso invertido emB).
Figura 8 - Características dos pulsos para o cir X, Y - ñas saldas X eY dos elemen-cuito da figura7.
E: Nasalda E do flip-flop I
A, B, D: nos pontos A, Be Ddo
elemento LSL II.
Illa, IIIb, IVa e IVb- ñas saldas a e b
dosflip-flopde rearme III e IV.
tos exclusiveORV (Illa eIVb de termina X, e IIIb e IVadetermina Y). Z', Z,Z : nassaídas Z'. (sem retardo, ou seja, sem o capacitorCd3)Zcom
retardo (ou séja com ocapacitor
Cd3) e Z (salda principal). Acima de certo valor deta, tbperma
nece constante. Quando ta cresce mais pulsos LO de duraçãotD =ta - tbapare cemno ponto D, como explicamos na conexãocorrespondentepara amonitora
ção de largura de pulsos (figura8, linha
E,A e D). Parata = tbe para T2, tb é também constante, eta >
tb-As saídas B e D são ligadas a dois
"flip-flop" de rearmação ("reset") III e IV,
umdos quais é retardado. Os dois"flip-
flop" são definitivamente armadospelos
pulsos em B (figura8, linhas Ha e b; IVa
e b, para T1).
Dependendoda duração do pulso ta, as seguintesdas três opções de saída em D
são disponíveis:
1. Sinal Hl - (ta = tb,duração T1na figu ra 8) os estados dos dois "flip-flop" se mantém inalterados;
2. Pulso LO decurta duração- (ta > tb,
duração T2 e T3 na figura 8);ponto b no"flip-flop" IV é lavado ao nível Hl e o estado do "flip-flop" III permanece inalterado(figura8, linhas lia e b, IVa e b, para T2 e T3);
3. UmpulsoLO de longa duração (ta> tb; duração T4 na figura 8,ambosos "flip- flop"mudam de estado -figura8, linhas
IIla e b, IVae b para T4).
Se a frequência for muito alta ou muito baixa (1/T1ou1/T4 na figura 8)ambos 52 Revista Saber Eletrónica
os"flip-flop" têm a mesma forma dein
formação desaída. Informação diferente
aparece somente numa determinada faixa (T2 e T3 na figura8) que é ajustávelpor meio do capacitor Cd2.
0 nível lógico Hl aparece na saídaZ
de um elemento exclusive OR Vquando
a informaçãofornecida pelos "flip-flop" III eIV nos quaisé conectado não for
idêntica. O ponto a do "flip-flop" III estáentãono nível LOe opontob do
"flip-flop" IV estará nonívelHl (figura 8, linhas IIlae IVb para T2e T3). Istore sulta em saídas Hl tanto na saída XeY como na saída Z (figura8, linhas X, Y eZ).
CAPACITANCIADOS CAPACITORES
Cd1, Cd2 e Cd3
O limite superior paraa gama de fre quênciasdeoperaçãoé,comojá foi obser
vado,feitopelo capacitor Cd1. 0diagra ma mostradonafigura 9 é usado para
determinar a capacitância requerido por Cd1 para certo limite defreqüénciade corte.
Figura 9- Diagrama determinado o limitesupe rior da frequência de corte (1/T) pa
ra ocircuito dafigura 7 em função
da capacitancia Cd1 do capacitorde
retardoCd1.
A capacitância Cd2determinaa fre quênciainferior de corte; Cd2 deve ter
uma capacitância aproximadamentede1/5 de Cdl. De modoa assegurar uma saída
estável,éconveniente fixar Cd3de modo
quetenhauma capacitância aproximada mente 3vezesmaior que Cdl.
O
AMPERE
A unidadedecorrente elétrica é o Ampère
que pode ser definido como aintensidade de uma
correnteconstante que, mantida emdois conduto res paralelos,retilíneos, decomprimento infinito.
de e colocados a uma
distânciade 1 metro um do outro, novácuo, produz entreesses condutoresuma força de 2x107 Newton por metro decomprimento.
Sebem queesta seja a definição legal de Ampè
re, podemos melhor estendê-lo dizendoque 1 Am
père éacorrente que circulanum condutor de 1 Ohm de resistência quando entre seus extremos
A intensidade deuma corrente mede a quan
tidadede cargas elétricasquesãotransportadas por um condutor em cada segundo. Intensidadede cor rente é, portanto, a quantidadedecargas por
unidadede tempo.
Comparando ao circuito hidráulico, podemos
dizer quea corrente elétricacorresponde ao fluxo
de água,ou à quantidade de água que passa em
cada segundo por um ponto do encanamento. A corrente só podecircular atravésde um circuito sehouver,para isso, uma causae esta causaéa tensão elétrica.Só existefluxo de águanumencanamento se houver pressão. Apres
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RUÍDO NAS TELECOMUNICAÇÕES
J.C Costa
INTERESSE DORUÍDO A palavra ruído é conhecida e utilizada na linguagem diária, o que traduz a exis
tência de uma noção intuitiva sobreo ru ído.
De fato,quando duas pessoasconversam, cada umarecebeatravés dos seus meios auditivos uma informaçãovinda do seu
interlocutor e um som complicado que
podemosdesignarpor "barulhode fundo"
Exemplo:composição dosdiversos sons
originados pelasmáquinas de uma fábrica;
a soma dos sons emitidos por carros, ôni-bus, motores, businas, numa estrada, etc.
E istoé conhecido por todos nós. De umamaneira geral esse barulho de
fundo é suficientemente baixo paraque
cadainterlocutorentenda o outro; mes moassim as pessoas procuram locais pou
coruidosos.Masé doconhecimento geral que, se a "barulheira" forforte,acon
versa só é possível"berrandono ouvido do parceiro".
Torna-se evidente que o ruído perturba as comunicações e tanto mais quanto mais
forteele for mais fraco seráo nível da informação. É esta a noção comumde ru ído.
Maso ruído não é so áudioenão temsó
origemnacomposiçãoaleatóriade diversas fontessonoras.
Vejamos umexemplo histórico que expli ca os dois diferentesgrupos de ruídonas comunicações.
É sabido que,na antiguidade, secomuni cavaà distância transmitindo uma infor
mação (notícia)decasteloemcastelo (já nessaalturaseprocuravam os pontosal tos)por meio de fogos ou reflexões em
espelhos.
Suponhamos que do castelo Asequeria enviar uma mensagem para ocastelo B.
Em A acendia-se uma fogueira e, com um
refletor metálico,provoca-se uma feixe lu
minoso dirigidopara B. Atravésde inter
rupções no feixe, de acordocom um códi go pré-estabelecido, podia-se enviar a men
sagem.
Mas,chegaria amensagem corretamentea
B? Vejamos quevárias causas podiam impedir a recepção total ouparcial da notícia.
a) Se a distância fossemuito grande era
evidente que a luzchegaria a B muito
fraca.
b) Nevoeiros, chuvas,etc., podiam ate
nuar de tal forma aluz queem B não se
receberia sinal nenhum.
c) Uma tempestade com trovoadas po
deria confundiro indivíduo encarregado dereceber a mensagem.
d) Outras fontesluminosas próximas po diam por em dúvida qual a fonteA.
e) Se a comunicaçãofossefeita de dia (emgeral não o era) a luz solar,evidente mente,enfraqueceria o brilho da fonte A.