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REGULAMENTO DE OBRAS OBRAS

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Academic year: 2021

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REGULAMENTO DE OBRAS DO RESIDENCIAL E COMERCIAL GÊNESIS II

1 – PARA APROVAÇÃO DE PROJETO

1.1 - Os proprietários e seus contratados (engenheiros e arquitetos) são obrigados a cumprir integralmente o Regulamento das Restrições do Loteamento Residencial Gênesis II - Capítulos 1 ao 9 - do “COMPROMISSO DE VENDA E COMPRA DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL E COMERCIAL GÊNESIS II”.

1.2 - Ficam permitidos, previamente à aprovação do projeto, o Levantamento Topográfico e Sondagem a Percussão do Solo mediante apresentação, por escrito, de solicitação assinada pelo proprietário interessado, informando o período previsto para a execução dos serviços, além do cadastramento do pessoal junto ao Departamento Técnico e Segurança da Associação.

1.3 - Após a aprovação do projeto pela Prefeitura de Santana de Parnaíba é obrigatória a apresentação, para arquivo, na Associação Gênesis II de 01 (uma) cópia do projeto aprovado com o respectivo carimbo da Prefeitura, 01 (uma) cópia dos memoriais descritivos e 01 (uma) cópia do Alvará de Construção, antes do início das Obras.

2 – A OBRA

2.1 - A obra somente poderá ser iniciada após expedição do Alvará de Construção, emitido pela Prefeitura de Santana de Parnaíba/SP.

2.1.1 - Caracterizará início de OBRA qualquer tipo de atividade no terreno como movimentos de terra, alteração de paisagismo ou intervenção outra que modifique as condições originais do LOTE, assim como a execução do abrigo para água e energia.

2.2 - Concomitantemente após o início dos serviços de terraplenagem do terreno, deverão ser executados os tapumes e telas de proteção, conforme estabelecido neste regulamento.

2.3 - Quando houver residências vizinhas em fase de acabamento ou concluídas, deverá ser instalada tela de proteção, na cor VERDE que impeça a passagem de resíduos, em toda a extensão da respectiva divisa do lote, com exceção da faixa do recuo de frente, com altura mínima de 2,00m acima da altura da própria obra, durante toda a obra.

2.4 - Não será permitido o início da concretagem das fundações da casa ou do muro sem as seguintes instalações:

2.4.1 - A partir da aprovação deste Regulamento, deverá ser colocado e mantido em perfeitas condições durante todo o período da obra, o tapume pintado na cor VERDE MUSGO, como proteção, com altura mínima de 2,00m (dois metros), recuado 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros) da guia em toda à frente da obra e no mínimo em 5,00m (cinco metros) de suas laterais, a partir do tapume de frente, com a mesma altura, e nos fundos para os lotes que fazem divisa com a faixa de segurança. O restante do perímetro deverá ser fechado com tapume ou tela estruturada na cor VERDE. Qualquer obra localizada em lote de esquina deverá ter tapume com altura de 2,00 m (dois metros) em toda extensão do lote junto às divisas com áreas verdes ou sistemas de lazer do loteamento. Vide croqui, anexo 02;

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2.4.2 - Barracão de Obras;

2.4.3 - Sanitários devidamente canalizados para fossa séptica, fossa esta que deverá estar a no mínimo 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) das divisas do lote e ser aterrada quando do término da obra. Pode-se pedir a ligação da rede de esgoto junto a Concessionária Local e efetuar a interligação da rede provisória dos sanitários do canteiro na rede pública de coleta de esgotos;

2.4.4 - Cavalete de água devidamente protegido com alvenaria;

2.4.5 - Caixa de medição de energia em conformidade às exigências da Concessionária Local; 2.4.6 - Proteção em caixotes limitantes para materiais a granel (terra, areia, pedra, etc.) para que não migrem para os lotes vizinhos e ou calçadas e sarjetas ou bocas-de-leão.

2.5 - A remoção do tapume só será permitida, se for imprescindível para a execução de pavimentação, rampas e paisagismo da respectiva obra, após vistoria efetuada pelo Departamento Técnico da Associação e estando a edificação provida de todos os caixilhos, vidros e portas externas, assim como a completa execução do tratamento arquitetônico dos muros de divisa e arrimo pelo lado externo da obra.

2.6 - Após a remoção do tapume a obra deverá ser provida com caçamba para depósito de restos de materiais e entulho.

2.7 - Quando houver concretagem, deverão ser protegidas as calçadas, guias, bocas-de-leão e a pavimentação da alameda, de forma a evitar o escoamento do concreto ou óleo sobre estes. No final destes serviços deverá a área pública estar completamente limpa de qualquer resíduo de óleo ou cimento.

2.8 - O início das concretagens somente serão permitidas de segunda à sexta-feira, das 8:00hs às 15:00hs, sem qualquer EXCEÇÃO. Após as 16:00h é vetada a entrada de caminhões betoneira carregados no Residencial.

2.9 - Quando for necessário o transporte de terra, areia, pedra, concreto ou qualquer elemento vazante, os veículos deverão estar devidamente protegidos a fim de que não sujem as vias e as áreas públicas. A limpeza das áreas afetadas é de única e exclusiva responsabilidade do proprietário da obra e deverá ser efetuada imediatamente.

2.10 - O encarregado da obra se responsabiliza pela limpeza dos pneus dos veículos de transporte de materiais ou de serviços, para que não sujem as alamedas.

2.11 - Nenhuma caçamba de entulho poderá ficar sobre o passeio público, sendo permitida a colocação de apenas 01 (uma) caçamba por obra. Ela deverá ser colocada dentro do próprio lote da obra, ou lote de apoio, e estar permanentemente coberta por tela ou lona plástica. A caçamba poderá ser colocada sobre a Alameda caso não seja viável sua colocação no lote da obra ou de apoio e após vistoria e autorização do Departamento Técnico. Após a capacidade de carga da caçamba ter sido atingida, esta deverá ser removida em até 48:00 hs (quarenta e oito horas). Fica proibido o depósito de qualquer tipo de lixo doméstico ou orgânico no interior das caçambas.

2.12 - Todos os serviços das obras deverão ser feitos dentro dos respectivos limites, ficando vetada à mistura de massa, dobras de ferro, carpintaria, etc., nas alamedas, passeios e jardins públicos.

2.13 - Será necessária a autorização prévia da Associação para a execução de serviços nos quais seja necessário o uso de equipamentos e maquinários pesados ou explosivos. O uso de explosivos de qualquer potência, visando a retirada de obstáculos para a execução da OBRA,

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só poderá ser feito por empresas especializadas, devidamente habilitadas, credenciadas para tal e junto as autoridades competentes. É necessária a entrega de documento atestando a legalidade da empresa. Deverá ser feita comunicação do procedimento com no mínino 72:00 hs (setenta e duas horas) de antecedência ao Departamento Técnico e Portaria do Residencial, por escrito, contendo o nome da empresa prestadora de serviço, bem como das pessoas que terão acesso ao canteiro de obras (nome completo e RG). Caso contrário, qualquer entrada de maquinário no loteamento será negada. Compete ao proprietário do LOTE e à empresa especializada todas as responsabilidades civis e/ou criminais oriundas de quaisquer danos causados a terceiros.

2.14 - Toda obra deverá permanecer com os portões fechados, para um maior controle interno e privacidade.

2.15 - A Associação não fornece energia elétrica para as obras. Caso seja necessário, a Associação poderá fornecer o abastecimento de água de reuso nos primeiros 15 (quinze) dias de trabalho, após o início da obra. Vale ressaltar que a água fornecida não é adequada para consumo humano.

2.16 - A execução da obra deverá obedecer fielmente o projeto aprovado pela Associação Gênesis II e Prefeitura de Santana de Parnaíba.

2.17 - Finalizada a implantação do gabarito de locação da construção, o profissional responsável técnico pela OBRA deverá agendar em conjunto com o Departamento Técnico, a vistoria do mesmo, assim como antes da concretagem de pisos e lajes para conferência conjunta dos respectivos níveis em comparação com o projeto aprovado na Associação Gênesis II e Prefeitura de Santana de Parnaíba.

2.18 - A Associação Gênesis II não autoriza nenhum de seus funcionários a receber ou a conferir materiais destinados a obras.

2.19 - Fossas, cisternas, poços, piscinas e casa máquinas deverão estar a, no mínimo, 1,50 (um metro e cinqüenta centímetros) das divisas, não podendo ocupar o recuo frontal, conforme rege o Código de Obras da Prefeitura de Santana de Parnaíba.

2.20 - São proibidas brincadeiras ou jogos, sons de equipamentos eletrônicos ou instrumentos , não pertinentes ao serviços executados em obra, para que não perturbem a tranqüilidade dos demais moradores.

3 – PASSEIO PÚBLICO

3.1 - A faixa do passeio público deverá ser mantida sempre limpa e livre de materiais.

3.2 - Não será permitido nenhum tipo de construção sobre a faixa do passeio público, exceto a Caixa da Telefônica, que deverá ser construída junto ao alinhamento do terreno, numa das extremidades do lote, conforme padrão estipulado pela concessionária.

3.3 - Cestos de lixo e caixas do correio deverão estar fixados no tapume da obra, não sendo permitidas suas instalações no passeio público.

3.4 - Qualquer intervenção paisagística em áreas públicas, inclusive passeios, deverão ter autorização prévia da Associação.

3.5 - Caso haja execução de calçada, pela Associação Gênesis II, na faixa de passeio público, fica estabelecido que:

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3.5.1 - Toda obra que necessitar de remoção de parte da calçada deverá solicitar a sua retirada e armazenamento na Administração da Associação. A sua recolocação deverá manter os mesmos padrões de instalação inicial sendo esta de responsabilidade do proprietário da obra, como também a reposição de peças perdidas ou danificadas;

3.5.2 - Toda rampa ou degrau de acesso à residência deverá ser compatível com o calçamento padrão do residencial e terá como ponto de referência para o piso acabado 0,12m acima da guia e 3,00 metros distante desta;

3.5.3 - Não será permitida a substituição dos blocos intertravados do passeio público por outro padrão assim como a sua pintura ou revestimento.

4 - PESSOAL DA OBRA (EMPREGADOS, EMPREITEIROS, PRESTADORES DE SERVIÇOS E OUTROS)

4.1 - Objetivando a segurança dos moradores do Residencial Gênesis II, todo e qualquer cidadão que venha a prestar algum tipo de serviço na obra, seja ele empregado, empreiteiro, prestador de serviços avulsos, etc, deverá ser, obrigatoriamente, cadastrado junto ao Departamento de Segurança antes de adentrar a obra. O não cumprimento desta exigência implicará na responsabilidade civil do proprietário da obra, por quaisquer danos causados, no futuro, a terceiros, por um desses serviçais.

4.2 - O proprietário compromete-se, ainda, a comunicar o desligamento dos empregados citados no item 4.1. O mesmo procedimento deverá ser adotado ao término da obra.

4.3 - Fica proibido o pernoite em obra.

4.3.1 - Para obras que já possuem a liberação do pernoite de no máximo 03 (três) funcionários, até a presente data, fica estabelecido que o pernoite destes, inclusive o vigia da obra, não será permitido nos feriados (Municipais, Estaduais e Federais, reconhecidos por Lei) e finais de semana (das 18:00hs de sexta-feira até às 8:00hs da segunda-feira), período este em que a obra deverá permanecer totalmente fechada. Estes alojamentos destinam-se exclusivamente ao pernoite de funcionários, não podendo ser utilizados como residência de famílias ou caracterizando domicílio. A responsabilidade pelos funcionários pernoitantes é exclusiva do proprietário da obra.

4.4 - É proibido a existência de armas, entorpecentes, bebidas alcoólicas e animais domésticos (mesmos estes sendo fornecidos pelo proprietário da obra) nos locais das obras, podendo a vigilância proceder a vistorias e apreensão destes, devendo o proprietário ser informado do fato. A desobediência a este item é passível de multa.

4.5 - Os funcionários devem estar adequadamente trajados no interior das obras bem como nas áreas externas a estas.

4.6 - Deverá ser mantida na obra uma cópia das Normas de Conduta na Obra, para conhecimento dos funcionários e responsáveis pela respectiva obra.

4.7 - É proibida a entrada, saída e circulação nas áreas comuns e alamedas do Residencial, de funcionários das obras, fora do horário estabelecido no item 5.1.

4.8 - A Associação Gênesis II não permite a entrada de menores para trabalho em obra.O Proprietário da obra assume o compromisso de não utilizar trabalho infantil; cumprindo o que determina a CONVENÇÃO INTERNACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA (ONU 1989),

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CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA (1988) e ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (1990).

5- HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA OBRA

5.1 - O funcionamento da obra será somente de segunda a sexta-feira, das 8:00h às 18:00h. 5.2 - Fica, portanto, PROIBIDO o trabalho em obra aos sábados, domingos e feriados (Municipais, Estaduais ou Federais considerados por Lei). A não observância deste dispositivo acarretará em MULTA no valor de 05 (cinco) mensalidades da taxa de manutenção relativa ao lote padrão (420m²), vigente a época da infração, por dia irregular.

6– DOS BARRACÕES PARA GUARDA DE MATERIAL

6.1 - O galpão de obra deverá ser erguido exclusivamente dentro do lote destinado a esta, ou no lote de apoio, podendo ter no máximo 01 pavimento, não podendo ter nenhum tipo de abertura para área pública e prevendo a existência de sanitário (com vaso sanitário, ducha e pia) canalizado para rede pública de esgoto ou fossa séptica (fossa esta que deverá estar localizada no lote da obra, a 1,50m das divisas e ser aterrada quando do término da obra). 6.2. - O galpão deverá ser pintado e mantido nas mesmas condições estabelecidas para o tapume.

7 – LOTE DE APOIO

7.1 - Para a execução da obra será permitido o uso de um único lote de apoio, lindeiro ao lote da obra e devidamente autorizado pelo proprietário. Vide modelo de autorização, anexo 01. 7.2 - No lote de apoio poderá ser construído barracão para guarda de material. Neste caso devem ser observados os recuos obrigatórios e, ser construído o tapume de acordo com o Regulamento de Restrições.

7.3 - É proibido no lote de apoio:

7.3.1 - A construção de banheiros e fossas;

7.3.2 - Modificar sua topografia por quaisquer meios.

7.4 - O lote de apoio deverá ser demarcado com tapume nas mesmas condições do lote principal.

7.5 - O lote de apoio deverá, ao final da obra ou quando solicitado pelo proprietário, ser entregue LIMPO de todo o detrito e ter sua GRAMA replantada.

7.6 - A retirada do tapume somente poderá ocorrer após limpeza total do lote e replantio da grama.

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8 – MATERIAL DE CONSTRUÇÃO PARA USO DA OBRA

8.1 - É proibida a entrada de material no Residencial, sem que a obra a que se destina, de morador ou proprietário, esteja regularmente aprovada pela Associação e Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba e, conste em relação de obras na Portaria.

8.2 - Todo material de construção somente poderá ser armazenado no lote do proprietário ou no lote de apoio. É expressamente vetado utilizar ou manter quaisquer materiais de construção ou preparo desses materiais, em qualquer outro terreno, especialmente no passeio público, jardim público ou faixa de segurança, alamedas ou qualquer área comum do Residencial.

8.3 - O horário permitido para entrada e saída de material no Residencial é de segunda a sexta-feira, das 8:00hs às 17:00hs, sendo expressamente proibido aos sábados, domingos e feriados.

9 – TERRAPLENAGEM, ESTAQUEAMENTO, FUNDAÇÕES

9.1 - Esses tipos de serviços obedecem aos horários citados no item 8.3, que determina a execução de tais serviços somente de segunda a sexta-feira, das 8:00hs às 17:00hs, sendo expressamente proibido aos sábados, domingos e feriados.

9.2 - Todas as obras de aterro, desaterro, estaqueamento, fundações, deverão resguardar as normas de segurança e manter a topografia original com relação aos lotes lindeiros.

9.3 - A topografia da faixa de passeio público deverá ser mantida em sua forma original, não sendo permitidos aclives, declives ou obstáculos.

9.4 - Caso esse tipo de serviço suje as alamedas do Residencial, deverá o proprietário providenciar, ao final de cada dia de trabalho, a completa limpeza dos locais afetados.

9.5 - Para os serviços descritos neste e outros itens deste Regulamento, fica expressamente proibido o trânsito de veículos e máquinas sobre as áreas comuns e jardins do Residencial.

10 – INTERRUPÇÃO DE OBRAS

10.1 - Obra não iniciada: Todo material existente no lote e no lote de apoio deverá ser retirado do Residencial, pelo proprietário, que sobre esse fato será intimado, via postal com aviso de recebimento, constando à necessidade de regularização em 15 (quinze) dias.

10.2 - Obra Paralisada: o proprietário deverá comunicar, por escrito, a Associação e tomar as seguintes providências:

10.2.1 - Retirar todos os restos de material, detritos e lixo, existentes em seu lote e no lote de apoio;

10.2.2 - Demolir banheiros e vasos sanitários; 10.2.3 - Aterrar fossas e outras escavações;

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10.2.5 - Execução completa do tratamento arquitetônico nos muros de divisa e de arrimo pelo lado externo da obra;

10.2.6 - Regramar o lote de apoio e retirar tapumes; 10.2.7 - Fechamento de toda a obra no andar térreo.

10.3 - Todos os serviços descritos acima devem ser providenciados pelo proprietário da obra, que sobre esse fato será intimado, via postal com aviso de recebimento, constando à necessidade de regularização em 15 (quinze) dias.

10.4 - Pelo não cumprimento dos itens 10.1 e 10.2, caberá a aplicação de uma multa no valor correspondente a 05 (cinco) mensalidades da taxa de manutenção da Associação vigente à época da infração, relativa ao lote padrão (420,00m2).

10.5 - Após a multa, e não ocorrendo o cumprimento do disposto referido, sendo devidamente notificado o proprietário do imóvel, conforme disposto no item 10.3, serão tomadas as medidas administrativas pertinentes, sendo que os serviços descritos nos itens 10.1 e 10.2 serão executados pela Associação Gênesis II, ou profissional por ela indicado,e posteriormente cobrados do adquirente, acrescidos de multa de 20% (vinte por cento), juros moratórios e correção monetária.

10.6 - A Associação ficará isenta de toda e qualquer responsabilidade, na eventual perda, furto, quebra ou deterioração de materiais existentes na obra.

11 – LIGAÇÕES DE ÁGUA , LUZ e TELEFONIA

11.1 - Todas as ligações de água, luz e telefonia devem ser executadas de acordo com as normas das respectivas concessionárias.

11.2 - A ligação de águas pluviais deverá ser feita na “boca-de-leão” mais próxima, devidamente canalizada, sob a calçada, com um mínimo de 0,60m de profundidade no sentido perpendicular à guia ou rente a esta, se necessário.

11.3 - Todas as instalações de luz e telefone deverão ser subterrâneas.

11.4 - Como as ligações pelas concessionárias demandam longo prazo, há necessidade da agilização dos pedidos para tais ligações.

11.5 - É expressamente proibido utilizar energia e água de outros lotes e residências, que exijam cruzar as alamedas para esse fim.

11.6 - A utilização de energia e água de outros lotes e residências lindeiros à obra, deverão observar as Normas Técnicas de Segurança pertinentes aos Órgãos Competentes.

12 – FOSSA SÉPTICA E REDE DE ESGOTOS

12.1 - O associado deverá seguir as normas e posturas da engenharia sanitária e as estabelecidas pela ABNT, para a execução do sistema de esgoto.

12.2 - É expressamente proibido o lançamento de efluentes ou detritos na rede coletora de águas pluviais.

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12.3 - Durante a escavação da fossa, ao final de cada dia de trabalho, essa deverá ser coberta para evitar acidentes.

13 – RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO

13.1 - O PROPRIETÁRIO responderá civil e criminalmente perante a Associação Gênesis II e perante terceiros por eventuais danos causados, seja pela utilização de veículos de entrega de materiais, betoneiras, escavadeiras, guindastes, bate-estacas, e outros equipamentos, assim como por atos e atitudes de empregados prepostos, empreiteiros, prestadores de serviços e quaisquer outras pessoas ligadas, direta ou indiretamente à obra.

14 – INSPEÇÃO DAS OBRAS

14.1 - É reservado o direito à ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II de realizar inspeções em quaisquer das OBRAS em andamento ou paradas dentro do loteamento, sempre que for necessário, mediante prévia convocação por escrito endereçada ao proprietário, visando o cumprimento das obrigações contratuais e o cumprimento quanto à execução do Projeto Arquitetônico e Regulamento de Obras.

14.1.1 – Comunicado o proprietário para que compareça em dia e hora deliberados pela Associação para acompanhamento da inspeção, e em ele não comparecendo ou não designando pessoa para que o faça em seu lugar será a Associação autorizada a realizar a inspeção, sem a sua presença sendo que neste caso a inspeção será acompanhada por 02 (duas) testemunhas.

14.2 - Caberá à segurança efetuar vistorias nas Obras sem prévio aviso, desde que seja necessária a fiscalização quando eminente risco de dano aos demais moradores e a própria Associação. Encontrando-se tais irregularidades, o responsável pela OBRA será notificado, com conhecimento do proprietário, arcando automaticamente com a responsabilidade do fato. Na reincidência, seu causador será excluído da base cadastral e/ou impedido de ingressar no Residencial.

14.3 - Quando for solicitado pela fiscalização da Associação ou da Prefeitura, o encarregado da obra deverá acompanhar o técnico e fornecer todas as informações e instrumentos necessários para checagem de medidas e níveis pertinentes.

14.4 - Durante o curso da construção, para efeito de fiscalização, deverá ser mantida cópia integral da planta aprovada pela Associação e Prefeitura, cópia do Alvará de Construção, bem cópia de todas as comunicações, autorizações e instruções baixadas pela Associação, incluindo o presente Regulamento.

14.5 - Na frente da obra, em local visível, deverá ser fixada apenas uma placa de, no máximo, 0,80m X 0,80m indicando:

14.5.1 - Nome do Autor do Projeto, seu CREA, número do registro na Prefeitura de Santana de Parnaíba, número da ART e telefone;

14.5.2 - Nome do Responsável Técnico, seu CREA, número do registro na Prefeitura de Santana de Parnaíba, número da ART e telefone;

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14.5.3 - Número do Alvará emitido pela Prefeitura de Santana de Parnaíba; 14.5.4 - Endereço da obra (Alameda, número, quadra e lote).

14.6 - É proibida a fixação de cartazes, placas, faixas ou pintura sobre o tapume e/ou muros com propaganda de qualquer natureza, inclusive fornecedores de materiais de obra, prestadores de serviços diversos e qualquer outro tipo de placa ou imagens.

15 – FIM DA OBRA – “HABITE-SE”

15.1 - A Carta Liberatória de “Habite-se da Associação Gênesis II” só será emitida com a conclusão das seguintes etapas:

15.1.1 - Ligação de energia elétrica, água, esgoto e pluviais; 15.1.2 - Pintura de toda a área externa;

15.1.3 - Caixilharia;

15.1.4 - Acabamento e pintura da face externa dos muros de divisa; 15.1.5 - Caixa do correio, numeração externa da casa;

15.1.6 - Lote de apoio limpo, livre de entulhos, materiais e equipamentos, regramado e reconstituído em seu estado original;

15.1.7 - Pagamento de todas as multas que por ventura tenham sido aplicadas; 15.1.8 - Limpeza de todos os restos de materiais, detritos e lixo da obra;

15.1.9 - Execução de acordo com o projeto aprovado pela Associação Gênesis II e Prefeitura; 15.1.10 - Alvará de Instalação e Funcionamento de Elevadores. Caso a Prefeitura de Santana de Parnaíba não possa fornecer o Alvará poderá ser apresentado um Laudo Técnico da Empresa Fabricante referente a Instalação e Funcionamento do equipamento, contendo o modelo, nº de série, ART (apresentar cópia autenticada da ART assinada e recolhida) e se necessário a documentação dos ensaios executados no mesmo.

15.2 - As datas para mudanças deverão ser informadas à Associação e, somente poderão ocorrer após cumprimento do item 15.1 e liberação por escrito da Administração.

16 – USO DE ÁREAS COMUNS 16.1 - É vetada a incorporação da área comum aos lotes.

16.2 - É vetado o acesso provisório e posteriormente o definitivo pelos sistemas de lazer, áreas verdes, áreas institucionais ou jardins.

16.3 - É vetado o acesso de funcionários das obras, empreiteiros e prestadores de serviço, em todas as dependências do Centro de Convivência e das Áreas de Lazer.

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17.1 - Poderá a Associação Gênesis II, baseada no presente Regulamento, demandar junto as Autoridades Competentes o embargo à obra sem prejuízos às multas estabelecidas em cada item.

17.2 - O embargo à obra será precedido de aviso ao proprietário, por via postal, o qual terá o prazo determinado para efetuar as regularizações necessárias.

17.3 - Durante o embargo não será permitida a entrada ou saída de materiais da obra. 17.4 - Durante o embargo não será permitida a entrada de funcionários.

18 – MODIFICAÇÃO DO PROJETO E REFORMAS

18.1 - Qualquer alteração do projeto, durante a obra ou qualquer reforma a ser realizada na residência, deverá ser devidamente aprovada pelo Departamento Técnico da Associação Gênesis II e pela Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba/SP.

18.2 - Para todo e qualquer tipo de reforma em residências finalizadas, com ou sem Carta de Habite-se, é obrigatório o cumprimento integral do presente "Regulamento de Obras" e do "Regulamento das Restrições do Loteamento Residencial e comercial Gênesis II".

19 – TAXAS, MULTAS E PENALIDADES

19.1 - O valor da taxa cobrada para aprovação de projeto pelo Departamento Técnico da Associação Gênesis II, ou para aprovação de Projeto Modificativo (cuja área modificada seja superior a 50% da área total da residência), será de R$ 0,50 (Cinquenta Centavos) por m² de lote acrescido de R$ 0,50 (Cinquenta Centavos) por m² de área construída total da residência (incluindo piscinas e espelhos d'água). No caso de aprovação para Projeto Modificativo cuja área modificada seja inferior a 50% da área total da residência será cobrada uma taxa de R$ 150,00 (Cento e Cinquenta Reais) . Estes valores serão corrigidos anualmente pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM - FGV) ou por outro índice que vier a substituí- lo.

19.2 - A infração de qualquer dos itens deste Regulamento acarretará em respectiva multa, podendo, inclusive, ocasionar o embargo da obra, até sua efetiva regularização, sendo que toda e qualquer responsabilidade será exclusivamente do proprietário do lote.

19.3 - Pelo não cumprimento dos itens: 2 ; 3 ; 4 ; 6 ; 7 ; 8 ; 11; e 18, caberá ao Departamento Técnico proceder à devida Comunicação de Irregularidades de Obra. O não atendimento do referido comunicado gerará a Notificação de Irregularidades ao proprietário, na qual se estabelecerá o prazo para atendimento das solicitações, sendo que o não atendimento da Notificação, no prazo estabelecido, implicará na aplicação de multa no valor correspondente a 01 (uma) mensalidade da taxa de manutenção da Associação vigente à época da infração, relativa ao lote padrão (420,00m2) e a reincidência implicará em multa no valor do dobro da inicial e embargo da obra.

19.4 - Pelo não cumprimento dos itens 9; 12; 14; e 16, caberá ao Departamento Técnico proceder à devida Comunicação de Irregularidades de Obra. O não atendimento de referido comunicado gerará a Notificação de irregularidades ao proprietário, na qual se estabelecerá o prazo para atendimento das solicitações, sendo que o não atendimento da Notificação, no prazo estabelecido, implicará na aplicação de multa no valor correspondente a 01 (uma)

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mensalidade da taxa de manutenção da Associação vigente à época da infração, relativa ao lote padrão (420,00m2) e a reincidência implicará em multa no valor do dobro da inicial e embargo da obra.

19.5 - O Proprietário será comunicado via postal do prazo para regularização da infração.

19.6 - Uma vez detectada irregularidade de execução, ferindo as NORMAS e RESTRIÇÕES que regem esta ASSOCIAÇÃO, o responsável terá a obrigatoriedade de efetuar as devidas alterações “in loco” mesmo que estas tenham como conseqüência uma DEMOLIÇÃO de OBRA já executada.

ELABORADO POR DATA APROVADO POR DATA

CONSELHO DE 02/07/11 ASSEMBLÉIA GERAL 13/07/11

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ANEXO 01: MODELO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO LOTE DE APOIO

AUTORIZAÇÃO PARA USO DO LOTE DE APOIO

Pelo presente instrumento, o(a) Sr(a). _________________________, portador(a) do RG n.º ________________ e do CPF nº ___________________, residente a _______________________ titular dos direitos sobre o Lote (s) ___ da Quadra ___, autoriza o Sr(a). _____________________________, portador(a) do RG n.º __________________ e do CPF nº __________________ residente a __________________________, a usar o Lote ___ da Quadra ___ como apoio a construção de sua residência na Alameda __________________ Quadra ___ Lote ___ deste Residencial.

A previsão de devolução do lote de apoio será em ___ / ________.

Tal uso está subordinado ao "Regulamento de Obras" - conforme capítulo 7, cláusulas 7.1 a 7.6 e capítulo 19, cláusula 19.3 - e "Regulamento das Restrições do Loteamento Residencial e Comercial Gênesis II" constante no Termo de Compromisso de Compra e Venda dos Lotes do Residencial e Comercial Gênesis II - conforme capítulo 5, cláusula 5.3 . O autorizado compromete-se, a promover a recuperação do gramado de acordo com o tamanho do lote de apoio, bem como o passeio público, na ocasião da devolução do lote.

Salientamos que, a qualquer tempo, o proprietário do lote que está sendo utilizado como apoio poderá solicitar a desocupação de seu lote, solicitação esta que deverá ser cumprida no prazo máximo de 20 (vinte) dias úteis de uma solicitação formal e o seu lote entregue nas condições originais (limpo e gramado).

Se por qualquer razão, decorrido o prazo, o associado que utilizou o lote como apoio não o entregar nas condições originais conforme previsto acima, a Associação Genesis II fica, desde já, autorizada a proceder os serviços, cobrando do autorizado o custo destes acrescido de multa de 20% (vinte por cento), juros moratórios e correção monetária, não passíveis de impugnação.

Santana de Parnaíba, _____ de _______________________ de _________.

___________________________ ____________________________ Proprietário 1 Proprietário 2

_______________________ ASSOCIAÇÃO GENESIS II

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TERMO DE RESPONSABILIDADE

Eu,Sr(a)____________________________________________________________________ adquirente do Lote ______, da Quadra ______, recebi, nesta data, o REGULAMENTO DE OBRAS DO RESIDENCIAL E COMERCIAL GÊNESIS II, em 02 (duas) vias, publicado pelos

responsáveis pela Associação Gênesis II, bem como os seguintes anexos:

Regulamento das Restrições do Loteamento Residencial e Comercial Gênesis II, na sua íntegra;

Normas de Conduta na Obra;

Declaro estar ciente e de acordo com o presente Regulamento e, assumo a responsabilidade de edificar conforme as condições nele descritas.

Nome do associado:__________________________________________________________ Telefone para contato:________________________________________________________ E-mail para contato: __________________________________________________________

Nome do Responsável Técnico:_________________________________________________ Telefone para contato: ________________________________________________________

Endereço da Obra: ___________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Santana de Parnaíba, _____ de ___________________ de ______. Associado _________________________________________________ Responsável Técnico _________________________________________________ Associação Gênesis II _________________________________________________

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R E G U L A M E N T O D A S R E S T R I Ç Õ E S

D O L O T E A M E N T O R E S I D E N C I A L E C O M E R C I A L “ G Ê N E S I S I I ”

CAPÍTULO 1 Generalidades

1.1 Estas limitações são supletivas e prevalecem após o cumprimento das legislações federais, estaduais e municipais, tanto quanto ao uso e ocupação do solo, como quanto à aprovação de projetos. 1.2 As condições seguintes, de normas de proteção, restrições e uso adequado, têm a finalidade precípua de assegurar o uso apropriado do imóvel e atender aos princípios básicos de habitabilidade, com a finalidade de:

a) proteger os adquirentes contra o uso indevido e danoso dos imóveis, assegurando o valor de sua propriedade;

b) assegurar um desenvolvimento planejado de construções dentro do loteamento, garantindo a qualidade de seu investimento.

1.3. Neste Regulamento é designada por VENDEDORA a empresa GÊNESIS EMPREENDIMENTOS S/A.,

com sede e foro no Município de Barueri, Estado de São Paulo, na Alameda Madeira, nº 222– 14º andar – Alphaville, inscrita no CNPJ sob nº 04.850.670/0001-58.

CAPÍTULO 2

Restrições de Uso dos Lotes Residenciais

2.1 As restrições aqui descritas não se aplicam ao lote 1 da quadra 1 (destinado à portaria do loteamento), ao lote 1 da quadra 2 (destinado à infra-estrutura do loteamento), ambos pertencentes à

“ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, que após regularmente constituída, receberá daVENDEDORA o domínio dos referidos lotes, que poderão ter atividades comerciais e terão restrições de acordo com as normas da Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba.

2.2 Não será permitida a construção de mais de uma residência e respectiva edícula por lote prometido; ela se destinará exclusivamente à habitação de uma única família e seus funcionários.

2.3 Fica, portanto, determinado que não será permitida a construção de prédio não residencial, prédios de apartamentos para habitação coletiva, prédios para fins comerciais, industriais e de escritórios, de forma a nunca se exercerem neles atividades de: comércio, indústria, todo e qualquer tipo de estabelecimento de ensino, hospital, clínica, consultório, atelier para prestação de serviços, templos, cinema, teatro, hotel, motel, pensão, clubes e associações recreativas, etc.

2.4 Não será permitida, mesmo em caráter privado (doméstico e sem finalidade comercial), a criação de toda e qualquer espécie de animais e aves, de tal forma que o volume e condições de higiene interfiram na vizinhança.

2.5 Todo e qualquer ADQUIRENTE será obrigado a dar servidão para passagem de águas pluviais e esgotos, na faixa de recuo lateral livre, desde que devidamente canalizados. Correrá por conta do usuário da servidão toda e qualquer despesa inerente a este serviço, inclusive reconstituição de locais danificados no imóvel serviente, bem como sua manutenção. Afora tais ônus, nenhum outro será devido pelo adquirente do imóvel beneficiado. Fica, outrossim, estabelecido que a localização da faixa de servidão dentro do lote serviente deverá já estar prevista no projeto de construção a ser submetido à

VENDEDORA e posteriormente à “SOCIEDADE GÊNESIS II”, ficando facultado a estes alterar o

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2.6 Nos lotes com ou sem direito de uso de servidão, ficam os seus adquirentes obrigados e por sua conta e responsabilidade, providenciar a instalação de bombas de recalque para águas pluviais e de esgotos, quando suas instalações estiverem abaixo do nível necessário para que se atinjam as redes coletoras.

CAPÍTULO 3 Afastamento de Divisas

3.1 A construção principal obedecerá aos seguintes recuos mínimos obrigatórios: a) recuo de frente: 5,00m (cinco metros) a partir do alinhamento do lote;

b) recuo de fundos: 3,00m (três metros), medidos da divisa de fundos do lote;

c) recuos laterais: 1,80m (um metro e oitenta centímetros) de cada lado das divisas, medido da alvenaria e 1,00m (um metro) medido do beiral;

d) nos lotes situados nos extremos das quadras e que fazem divisa lateral com jardim público, as edificações deverão ter recuo mínimo de 2,00m (dois metros) a contar da aludida divisa, no restante dos recuos, obedecerão aos itens acima dispostos e devem ter seu acesso unicamente pela frente, sendo proibido o acesso pelas áreas públicas;

e) todos os recuos mencionados nas alíneas "a", "b", "c" e "d" serão contados a partir do revestimento externo da alvenaria dos imóveis até as respectivas divisas. As sacadas, jardineiras, dutos de lareira, forno e churrasqueira entre outros elementos arquitetônicos não deverão avançar sobre qualquer recuo. Deverá ser respeitado o recuo mínimo de 1,00m (um metro) entre os beirais da construção principal e as divisas laterais do lote e entre beirais da edícula e da construção principal; f) No caso de existência de abrigos para veículos, será permitido encostar a sua construção numa das divisas laterais até o máximo de 7,00m (sete metros) de extensão, respeitando-se o recuo de frente de 5,00m (cinco metros) conforme item 3.1 alínea a, não podendo a altura do abrigo ultrapassar 4,50m (quatro metros e cinqüenta centímetros), do nível do piso deste abrigo, até o ponto mais alto de sua cobertura, na faixa de recuo lateral (item 3.1 alíneas c e d);

g) A faixa de recuo de frente só poderá ser usada como jardim, não podendo ter outra utilização. Neste recuo permite-se apenas a construção de abrigo único para os medidores de água, luz e telefone; é vedada a construção de abrigo para cilindros de gás;

h) No caso de fechamento frontal do lote, deverá ele ser executado obrigatoriamente, obedecendo-se o recuo de 5,00m (cinco metros), com altura máxima de 2,00m (dois metros) a partir da topografia original do lote;

i) Não poderão ser direcionadas diretamente aos lotes circunvizinhos as águas pluviais, de limpeza ou de irrigação provenientes de qualquer sistema de cobertura ou de áreas internas, devendo ser feito sistema apropriado de captação de águas (calhas, condutores, etc.) nas edificações do próprio lote, ressalvado o disposto nos itens 2.5 e 2.6.

3.2. Para os lotes com divisas que confrontam com a faixa de segurança do loteamento, os adquirentes deverão obrigatoriamente providenciar, sob suas custas, a construção de muros de fechamento com as seguintes restrições:

[i] Nenhum ressalto, nervura, aba ou qualquer detalhe da construção do muro poderá ultrapassar o limite da divisa do lote;

[ii] O muro deverá obrigatoriamente ser chapiscado pelo lado da faixa de segurança;

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[iv] Não será permitido o despejo de águas pluviais na faixa de segurança do loteamento, devendo, no caso de lotes em declive, o seu adquirente providenciar, às suas custas à canalização destas águas na respectiva faixa, providenciando para que estas águas não causem danos aos taludes da faixa de segurança;

[v] O muro de divisa, com a faixa de segurança, deverá ser de, no mínimo, 1,00m (um metro) e, no máximo, de 2,00m (dois metros) medidos do lado externo à divisa do lote junto à faixa de segurança, exceto, no caso de muros de arrimo conforme disposto no capítulo 4 abaixo, e no caso de construção de edícula.

CAPÍTULO 4

Restrições de Construção

4.1 A área de projeção horizontal da construção principal somada à área de projeção da edícula e do abrigo para autos, não poderá ultrapassar 55% (cinqüenta e cinco por cento) da área total do lote. 4.2. Nenhuma habitação poderá ter mais que três pavimentos, dos quais, no máximo, dois pavimentos estarão acima do nível da rua (térreo e superior).

4.2.1 É permitido o escalamento de quaisquer dos pavimentos respeitados os seguintes limites máximos:

I. a inclinação da topografia original do lote para os fundos e para lateral no caso de lotes com aclive, cujo pavimento térreo não poderá estar situado, em qualquer ponto, acima de 1,40m (um metro e quarenta) da topografia original do lote.

II. a inclinação da topografia original do lote para os fundos e para lateral no caso de lotes com declive, cujo sub-solo não pode estar em nenhum ponto acima de 1,00m (um metro) do nível médio da guia e seu pé-direito não poderá ser superior a 4,00m (quatro metros), respeitando as demais restrições à que o sub-solo e a edificação estão sujeitos.

III. Os pavimentos escalonados, ou com diferença de níveis, serão considerados do mesmo pavimento quando a diferença de cotas entre eles não ultrapassar 2,00m (dois metros) de desnível e quando a área de construção de cada nível possuir, no mínimo, 20% da área total do pavimento;

IV. O escalonamento de pavimentos será admitido, desde que em nenhum ponto da construção haja sobreposição de mais de 03 (três) pavimentos, incluindo o subsolo, que poderá aflorar a sua cobertura, no máximo, 1,00m (um metro) do nível médio da guia.

4.2.2. Em qualquer ponto da projeção vertical das edificações, a altura do ponto mais alto da cobertura (telhado) deverá ser sempre menor do que:

(a) 13,00m (treze metros) em relação à cota do piso do pavimento inferior (subsolo); e

(b) 10,00m (dez metros) em relação à cota do piso do pavimento térreo.

4.2.3. Para o caso de habitações com três pavimentos (térreo, superior e subsolo), o nível do piso do térreo deverá estar no máximo 1,00m (um metro) acima do ponto médio da guia fronteira ao lote e para o subsolo nenhum ponto da laje de sua cobertura poderá aflorar mais de 1,00m (um metro) do ponto médio da guia.

4.2.4. Será admitida a construção de sótãos no interior das edificações desde que altura total da construção do piso do pavimento térreo ao ponto superior do telhado não ultrapasse a 10,00m (dez metros), e pelo menos duas águas do telhado estejam a 0,50m (cinqüenta centímetros) de altura em relação ao piso deste sótão.

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4.3. A edícula terá sempre um único pavimento, não podendo ultrapassar a altura de 4,50m (quatro metros e cinqüenta centímetros) do nível do piso desta até o ponto mais alto da sua cobertura. Deverá, ainda, ser construída na faixa de recuo de fundos afastada, no mínimo, 3,00m (três metros) da construção principal, podendo estar encostada em uma das divisas laterais do lote, e na outra afastada do recuo lateral mínimo exigido no lote, conforme disposto no item 3.1. Em caso de lotes em extremos de quadra, será obrigatório recuo lateral da edícula para o jardim público;

4.4. Não serão permitidas pergolas ou construções similares invadindo os recuos, ressalvado o disposto nos itens 4.3 e 3.1 alínea f.

4.5 Não será permitida a construção de muros de divisas laterais na faixa compreendida pelo recuo de frente; sua altura máxima poderá ser de 2,00m (dois metros) no trecho restante, contada a partir da topografia original do lote, seguindo eventuais desníveis, inclusive nos fundos.

4.6. Será permitida a construção de muros de arrimo internos ao lote, no recuo de frente, desde que os mesmos, não ultrapassem a altura de 0,50 m em relação à altura do ponto mais próximo da guia a este muro (ou a 0,50 m da cota da linha horizontal perpendicular à guia).

4.7. No que se refere a muros de arrimo de divisa para suportar aterros devido à elevação da topografia original do lote, estabelece-se que:

[i] No caso de lotes em declive, será permitida, a partir do alinhamento da frente do lote, até 0,50m (cinqüenta centímetros) acima do nível da guia fronteira à divisa do lote, a execução de muros de arrimo laterais, sobre os quais podem ser executados muros de divisa até uma altura máxima de 2,00 (dois metros), a partir do recuo de frente.

[ii] Ainda, no caso de lotes em declive, será permitida a construção de muros de arrimo de fundo, cuja altura máxima é aquela formada pelo alinhamento dos muros de arrimo laterais, sobre os quais podem ser executados muros de divisa até uma altura máxima de 2,00 (dois metros).

[iii] Os muros de arrimo laterais e de fundo quando da existência de vizinhos não poderão ultrapassar a 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) de altura da topografia original do lote, onde este será executado. No entanto, poderão ser executados muros de arrimo internos, desde que à distância de recuo do outro muro seja, no mínimo, idêntica à sua altura – máximo 2,00m (dois metros) –, ou que apresentem inclinação máxima de 450

(quarenta e cinco graus) com cobertura vegetal adequadamente protegida.

[iv] Caso não haja vizinhos de fundo, os muros de arrimo laterais e de fundos poderão ter, no máximo, a altura de 5,50m (cinco metros e cinqüenta centímetros) em relação à topografia original do lote onde este será executado. Contudo, poderão ser executados muros de arrimo internos, desde que à distância de recuo do outro muro seja, no mínimo, idêntica à sua altura – máximo 2,00m (dois metros) –, ou que apresentem inclinação máxima de 450 (quarenta e cinco graus) com cobertura vegetal adequadamente protegida.

4.8. Para muros de arrimo para suportar cortes feitos na topografia original do lote, com a finalidade de rebaixamento do terreno, não há restrições para a altura máxima destes arrimos.

4.9. As coberturas das edificações dos lotes não poderão ser executadas com telhas fabricadas com compostos de fibrocimento ou amianto.

4.10. As ligações externas de água, energia elétrica, telefone, campainha ou similares, serão obrigatoriamente subterrâneas, entre o abrigo e a edificação principal.

4.11. Toda edificação deverá ter reservatório de água tratada capaz de garantir o consumo durante o prazo mínimo de 48 (quarenta e oito) horas.

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4.12 A captação de águas pluviais das edificações deverá ser conduzida por tubulações embutidas no passeio, descarregando na guia de fronte do lote ou na guia fronteira ao lote da servidão destinada para o lote objeto do presente contrato, de acordo com os itens 2.5, 2.6 e 3.2.4. Toda e qualquer despesa decorrente dessa ligação correrá por conta exclusiva do usuário.

4.13. Para todos os efeitos, as regras contidas no capítulo 4, exceto os itens 4.1 e 4.2 (que tratam da taxa de ocupação do lote e do número de pavimentos), poderão ser modificadas por uma decisão tomada em uma Assembléia Geral designada especificamente para essa finalidade, indicando, quando da sua convocação, os itens que se pretende alterar e seus respectivos motivos. Tais modificações, se ocorrerem, devem ser, obrigatoriamente, anuídas pela VENDEDORA, para que seja garantida a manutenção da

qualidade das edificações do projeto.

4.14. Fica desde já ressaltado que todas os itens constantes dos capítulos 1, 2 e 3 não podem sofrer modificações sem aprovação prévia e por escrito da VENDEDORA.

CAPÍTULO 5

Restrições na Execução de Obras

5.1. As edículas não poderão ser edificadas antes do início da construção principal; todavia, após a expedição do Alvará de Licença do Poder Público, será permitida a construção de um barracão provisório para depósito de materiais de construção ou uso de guarda da obra; esse barracão deverá ser demolido se a obra não for iniciada dentro do prazo de 120 (cento e vinte) dias a contar da data da expedição do referido Alvará.

5.2. Os barracões, banheiros e privadas destinados aos operários da obra deverão ser construídos respeitando-se o recuo mínimo de 1,50 (um metro e cinqüenta centímetros) da guia e obedecendo-se as condições mínimas de higiene e segurança. As portas e janelas deverão estar voltadas para o interior do lote, de modo a não oferecer visão às vias públicas e residências lindeiras. Os banheiros e privadas também não poderão estar localizados junto às divisas do Loteamento e divisas das residências lindeiras. 5.2.1. A utilização de quaisquer instalações, definitivas ou provisórias, como alojamento para operários da obra poderá ser feita, desde que não haja, no total por obra no lote, mais de três pessoas ali alojadas, os quais devem respeitar as regras impostas pelo loteamento, sobretudo no que se refere a convivência harmônica com os seus moradores ou visitantes, evitando, assim, qualquer tipo de perturbação. Caso ocorra qualquer tipo de transgressão a esta cláusula, fica desde já o executante da referida obra obrigado a promover a remoção dos operários ali residentes.

5.3. Para execução da obra, será permitido o uso de um único lote lindeiro como apoio, desde que o interessado ofereça, no ato do pedido de aprovação do projeto, autorização por escrito do titular do lote lindeiro que será utilizado. O interessado fica obrigado a entregar o lote lindeiro utilizado limpo e livre de qualquer entulho, materiais e equipamentos de obra, sob pena de não obter a carta liberatória do “Habite-se”.

5.4. O início da obra somente será autorizado após a demarcação do lote de apoio com sarrafos e pontaletes, formando uma cerca de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) de altura nas divisas laterais e de fundos.

5.5. Deverá ser colocado um tapume pintado, como proteção, com altura mínima de 2,00m (dois metros), recuado 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) da guia em toda à frente da obra e no mínimo em 7,00m (sete metros) de suas laterais, a partir do tapume de frente. Qualquer obra localizada em lote de esquina deverá ter tapume com altura mínima de 1,10m (um metro e dez centímetros) em toda extensão do lote junto às divisas com áreas verdes ou sistemas de lazer do loteamento. É vedado, ainda, o acesso provisório e posteriormente o definitivo pelos sistemas de lazer, áreas verdes, áreas institucionais ou jardins.

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5.6. A topografia da faixa do passeio público, definida com largura de 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros), deverá ser mantida na sua forma original, sendo que a calçada fronteira ao lote deverá ser executada conforme exigências da VENDEDORA e, posteriormente, da “SOCIEDADE GÊNESIS II”, porém

com material de revestimento a critério do ADQUIRENTE somente nas entradas de veículos.

5.7. O ADQUIRENTE ou titular de direitos sobre o lote sobre o qual esteja sendo executada a

construção responderá perante a VENDEDORA e, posteriormente, perante a “SOCIEDADE GÊNESIS II” e

perante terceiros, pelos eventuais danos causados, seja por falta de adequada proteção dos locais perigosos que possam oferecer riscos a terceiros, principalmente a crianças, (fossas, escavações, ferragens com pontas sem a devida proteção, fios elétricos desencapados, etc.) ou pela má utilização de veículos de entrega de materiais, betoneiras, escavadeiras, guindastes, bate-estacas, explosivos, seja por quaisquer outros danos que equipamentos, empregados, prestadores de serviços ou outras pessoas ligadas à obra venham a causar, direta ou indiretamente, reservado, eventualmente, o direito de regresso contra o detentor da culpa.

5.8. Havendo paralisação da obra causada por motivo de força maior, tal fato deverá ser comunicado à VENDEDORA, ou posteriormente, à “SOCIEDADE GÊNESIS II”, ficando o adquirente ou titular de

direitos sobre o lote de apoio obrigado, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, a: 1) remover restos de materiais ou detritos;

2) providenciar a demolição de banheiros e privadas do alojamento; 3) fechar convenientemente a fossa e outras escavações;

4) restaurar o gramado na frente do lote na faixa de 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros); 5) agrupar convenientemente o material remanescente; e

6) fechar toda a obra com tapumes.

5.8.1. O não cumprimento do disposto neste item, após notificação feita ao adquirente por escrito, implicará na tomada de providências em seu nome, sendo os serviços acima executados e posteriormente cobrados do adquirente, acrescidos de multa de 20% (vinte por cento), juros moratórios e correção monetária, isentando-se a VENDEDORA, ou posteriormente a “SOCIEDADE GÊNESIS II”, de qualquer

responsabilidade por perdas e danos.

5.9. O ADQUIRENTE declara-se ciente, desde já, que a carta liberatória para a expedição do "habite-se" somente será fornecida pela VENDEDORA, ou posteriormente pela “SOCIEDADE GÊNESIS II”

após a verificação do integral cumprimento de todas as normas estabelecidas pelos Poderes Públicos e das constantes do presente Regulamento, especialmente as que se referem à limpeza da obra e do lote de apoio.

5.10. Fica expressamente vedada à utilização de jardins, áreas verdes, sistemas de lazer ou quaisquer outras áreas comuns do loteamento, para a deposição de materiais, entulhos ou detritos.

5.11. As ligações de água e esgoto dos barracões de obra deverão ser executadas antes do início efetivo da obra; o lixo deverá ser acondicionado em sacos plásticos apropriados e colocados em lixeira suspensa para coleta.

5.12. Poder-se-ão unir ou recompor dois ou mais lotes contíguos, de modo a formar um ou mais lotes. Todas as obrigações nestas cláusulas pactuadas continuarão a ser aplicadas a esses novos lotes resultantes, além das seguintes restrições específicas para composição e/ou desmembramento de lotes contíguos, abaixo listadas:

(a) frente mínima de um lote: 12,00m (doze metros);

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(c) para lotes contíguos por divisa lateral, haverá obrigatoriamente que se manter a profundidade padrão da quadra em que estão situados, podendo a sua recomposição ser feita unicamente por testada de frente;

(d) para lotes contíguos por divisa de fundos, só será permitida a sua união para obtenção de um único lote, com duas frentes, tendo cada frente, no mínimo, 12,00m (doze metros). No lote assim resultante só será permitida a construção de uma única habitação e respectiva edícula, devendo esta última respeitar os afastamentos, laterais e de frentes, estabelecidos para construção principal;

(e) não será permitida, em hipótese alguma, a abertura de vielas, ruas, praças ou passagens de pedestres, quando da união ou recomposição de lotes.

5.13. Não será permitida, em hipótese alguma, a utilização dos lotes vizinhos para depósito de materiais de construção, ou preparo desses materiais, ficando restrita a sua localização dentro do próprio lote em que está sendo edificada, exceto pelo disposto item 5.3.

5.14. São proibidos letreiros e anúncios de qualquer natureza nos lotes, nas edificações ou em quaisquer das áreas públicas.

5.14.1. Somente será permitido o anúncio de revenda de terrenos em quadros colocados nas portarias respectivas, ficando desde já autorizada a VENDEDORA ou posteriormente a “SOCIEDADE GÊNESIS II”, a

retirar qualquer placa de anúncio ou de venda nos respectivos terrenos.

5.15. Não poderão ser feitas no terreno qualquer terraplenagem, desaterro ou extração de material, sem prévio consentimento escrito emitido pela VENDEDORA, e, posteriormente, pela “SOCIEDADE GÊNESIS II”.

5.16. Os adquirentes de lotes obrigar-se-ão a mantê-los sempre limpos e sua vegetação aparada, tendo em vista o alto nível do loteamento, a valorização dos lotes e a poluição visual. O cumprimento desta obrigação, como de todas as demais constantes do Regulamento, poderá ser exigido pela VENDEDORA

ou, posteriormente, pela “SOCIEDADE GÊNESIS II”, bem como por qualquer proprietário ou promitente ADQUIRENTE de lotes do loteamento.

CAPÍTULO 6 APROVAÇÃO DE PROJETOS

6.1 Todas as plantas de construção, modificação ou acréscimos deverão ser previamente apresentadas, analisadas e aprovadas pela VENDEDORA, e posteriormente pela

“ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, que verificará a obediência aos afastamentos de divisas,

uso adequado de área ocupada, localização da faixa de servidão para passagem de águas e esgotos, para que tenham um uso conforme as restrições de uso do solo impostos no LOTEAMENTO. Após a aprovação das plantas pela VENDEDORA, e

posteriormente, pela “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, deverão ser elas submetidas às

autoridades competentes, cujo trâmite será conduzido pelo próprio adquirente. 6.2. Para a aprovação pela VENDEDORA, e posteriormente pela “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS

II”, ser-lhe-ão fornecidas 4 vias das respectivas plantas, acompanhadas das

considerações necessárias ao perfeito entendimento do projeto, e memorial descritivo. 6.3. Aprovada a planta, a VENDEDORA, e posteriormente a “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”,

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6.4. Não serão aprovadas plantas de edificações cuja construção seja pré-fabricada, quaisquer que sejam os materiais empregados.

6.5. Para a aprovação de plantas, serão devidos à VENDEDORA, e posteriormente, à

“ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, o equivalente a R$ 270,00 (duzentos e setenta reais) por

lote da planta original, a ser reajustado todo dia 01 de janeiro cada ano, de acordo com a variação do Índice Geral de Preços – Mercado, apurado pela Fundação Getúlio Vargas (IGP-M/FGV) nos 12 (doze) meses anteriores, ou outra periodicidade permitida por lei.

6.6. Nos casos de alteração de projeto será cobrado o equivalente a 1/3 (um terço) do valor previsto para a aprovação de planta original, vigente na data do pagamento; alterações de projeto que atinjam mais de 50% (cinqüenta por cento) da área previamente aprovada serão consideradas como novo projeto, ensejando, em tal hipótese, a cobrança de nova taxa de aprovação.

CAPÍTULO 7 Despesas

7.1. O adquirente, ainda pelo presente instrumento e na melhor forma de direito, e como condição deste negócio, por si e seus sucessores, obriga-se a concorrer com todas as despesas relativas à limpeza dos lotes e serviços de vigilância da área, manutenção do loteamento, portaria, barragem, Estação Elevatória de Esgoto (E.E.E.), matas que pertençam ao loteamento e conservação do muro ou cerca de segurança, BEM COMO A MANUTENÇÃO DA AVENIDA GEMINI E DA AVENIDA DELPHINUS, nos trechos lindeiros ao LOTEAMENTO.Estão excluídos da obrigação de pagar tais despesas o lote 1 da quadra 1 (destinado à portaria do loteamento), o lote 1 da quadra 2 (destinado à infraestrutura do loteamento), ambos pertencentes à

VENDEDORA e posteriormente à “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”.

7.2. As atividades previstas neste item serão prestadas pela VENDEDORA e,

posteriormente, pela “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, a quem a VENDEDORA poderá ceder

todos os direitos e obrigações referentes aos serviços contratados, independentemente da anuência do ADQUIRENTE ou seus sucessores.

7.3. As atividades a que se refere este item serão cobradas a partir da ocasião em que as obras do Loteamento forem recebidas pela Prefeitura Municipal de Santana de Parnaíba.

7.4. As atividades de limpeza dos lotes excluem a remoção de entulhos e detritos provenientes de obras.

7.5. O preço estipulado para atividades de limpeza, de manutenção e de vigilância será de R$ 0,70/m² de lote (setenta centavos por metro quadrado de área do lote) por mês, com reajuste anual a partir da data base de Maio de 2003 pelo IGP-M/FGV, até a entrega para a “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, que a partir daí determinará em

assembléia o valor da referida taxa de manutenção e vigilância, pagável até o dia 05 do mês vincendo. Enquanto a “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II” não estipular novo valor,

poderá continuar reajustado anualmente pelo índice retro estabelecido (IGP-M/FGV), tomando-se por data base o mês de Maio de 2003.

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7.5.1. O valor estabelecido deve ser suficiente para garantir um nível de limpeza, manutenção e vigilância compatível com as características de um loteamento residencial de alto padrão.

7.5.2. O adquirente declara-se ciente de que os valores retro referidos, a partir do mês base, são variáveis, tendo feito os cálculos para aquilatar o quanto montam nesta data. No caso de falta ou extinção do IGP-M, ou haja impossibilidade de aplicá-lo, o reajuste será pelo IGP aferido pela Fundação Getúlio Vargas, ou IPC apurado pela FIPE, ou INPC do IBGE, optando-se, então, pelo maior índice, ou outro índice que porventura venha substituí-los.

7.5.3. Qualquer atraso implicará no pagamento de multa no percentual máximo permitido por lei, atualmente de 2,0% (dois por cento), acrescidos de juros moratórios de 0,034% (trinta e quatro milésimos de ponto percentual) ao dia, limitados a 1% (um por cento) ao mês.

7.5.4 Todos os preços e valores, inclusive de multas, poderão ser revistos mediante aprovação da maioria dos presentes em Assembléia Geral convocada com 8 (oito) dias de antecedência, através de edital publicado em jornal do município de Santana de Parnaíba. Enquanto estiver aos cuidados da VENDEDORA as atividades previstas

neste Regulamento, a revisão dar-se-á por Assembléia entre os adquirentes. A Assembléia ora referida instalar-se-á em primeira convocação com todos os adquirentes ou promitentes compradores, cessionários de direitos ou promitentes cessionários de direitos de lotes do LOTEAMENTO, e, em segunda convocação, com qualquer número. O decidido obriga a todos, mesmo os ausentes. Após a

“ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II” sub-rogar-se-á nos direitos e obrigações da VENDEDORA,

as revisões serão feitas em Assembléia Geral realizada pela referida “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”.

7.6. Os serviços de vigilância e portaria compreendem, no mínimo, dois veículos (um automóvel e uma motocicleta) e quatro homens, pelo sistema de revezamento.

7.7. Os lotes que tiverem sua construção concluída com "habite-se" expedido pela Prefeitura Municipal de Santana de Parnaíba, terão o preço estipulado neste item reduzido em 10% (dez por cento).

7.8. A realização ou contratação de serviços de vigilância e portaria não implica a assunção de qualquer responsabilidade por parte da VENDEDORA, ou, posteriormente,

da “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II”, quer sejam eles decorrentes de atos delituosos ou não,

caso fortuito, acidentes, etc.

7.9. O ADQUIRENTE se obriga a sub-rogar a terceiros, a quem venha a ceder ou prometer

ceder seus direitos sobre o imóvel adquirido, as obrigações assumidas neste Regulamento, sob pena de, não o fazendo, responder pelo pagamento dos valores devidos. Da mesma forma terceiros adquirentes deverão, sob a mesma pena, sub-rogar estas obrigações àqueles a quem alienarem o imóvel.

7.9.1 Herdeiros ou sucessores do ADQUIRENTE, por outros títulos que não os mencionados neste Regulamento, sub-rogar-se-ão automaticamente nas obrigações ora assumidas. 7.9.2 Se o ADQUIRENTE não comunicar à “ASSOCIAÇÃO GÊNESIS II” a sub-rogação de suas

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