Ano CLIII No- 251
Brasília - DF, sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
ISSN 1677-7042
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
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Sumário
.
PÁGINA
Atos do Poder Legislativo ... 1
Atos do Poder Executivo... 3
Presidência da República ... 181
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 186
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações .. 187
Ministério da Cultura ... 188
Ministério da Defesa ... 192
Ministério da Educação ... 195
Ministério da Fazenda... 211
Ministério da Integração Nacional ... 228
Ministério da Justiça e Cidadania ... 230
Ministério da Saúde ... 233
Ministério das Cidades... 327
Ministério das Relações Exteriores ... 333
Ministério de Minas e Energia... 336
Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário... 341
Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços ... 342
Ministério do Esporte... 344
Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão ... 345
Ministério do Trabalho ... 358
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil ... 380
Ministério Público da União ... 382
Poder Judiciário... 384 Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais . 384
Atos do Poder Legislativo
.
LEI COMPLEMENTAR No-157, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2016 Altera a Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003, que dispõe sobre o Im- posto Sobre Serviços de Qualquer Nature- za, a Lei no8.429, de 2 de junho de 1992 (Lei de Improbidade Administrativa), e a Lei Complementar no63, de 11 de janeiro de 1990, que "dispõe sobre critérios e pra- zos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidos, pertencentes aos Municípios, e dá outras providências".
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:
Art. 1oA Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 3oO serviço considera-se prestado, e o imposto, de- vido, no local do estabelecimento prestador ou, na falta do es- tabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XXV, quando o imposto será devido no local:
...
XII - do florestamento, reflorestamento, semeadura, aduba- ção, reparação de solo, plantio, silagem, colheita, corte, des- cascamento de árvores, silvicultura, exploração florestal e ser- viços congêneres indissociáveis da formação, manutenção e co- lheita de florestas para quaisquer fins e por quaisquer meios;
...
XVI - dos bens, dos semoventes ou do domicílio das pessoas vigiados, segurados ou monitorados, no caso dos serviços des- critos no subitem 11.02 da lista anexa;
...
XIX - do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo item 16 da lista anexa;
...
XXIII - (VETADO);
XXIV - (VETADO);
XXV - (VETADO).
...
§ 4o(VETADO)." (NR)
"Art. 6o...
...
§ 2o...
...
III - (VETADO).
§ 3o( V E TA D O ) .
§ 4o(VETADO)." (NR)
Art. 2oA Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 8o-A:
"Art. 8o-A. A alíquota mínima do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza é de 2% (dois por cento).
§ 1oO imposto não será objeto de concessão de isenções, incentivos ou benefícios tributários ou financeiros, inclusive de redução de base de cálculo ou de crédito presumido ou ou- torgado, ou sob qualquer outra forma que resulte, direta ou in- diretamente, em carga tributária menor que a decorrente da apli- cação da alíquota mínima estabelecida no caput, exceto para os serviços a que se referem os subitens 7.02, 7.05 e 16.01 da lista anexa a esta Lei Complementar.
§ 2o É nula a lei ou o ato do Município ou do Distrito Federal que não respeite as disposições relativas à alíquota mí- nima previstas neste artigo no caso de serviço prestado a tomador ou intermediário localizado em Município diverso daquele onde está localizado o prestador do serviço.
§ 3oA nulidade a que se refere o § 2odeste artigo gera, para o prestador do serviço, perante o Município ou o Distrito Federal que não respeitar as disposições deste artigo, o direito à res- tituição do valor efetivamente pago do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza calculado sob a égide da lei nula."
Art. 3oA lista de serviços anexa à Lei Complementar no11 6 , de 31 de julho de 2003, passa a vigorar com as alterações constantes do Anexo desta Lei Complementar.
Art. 4oA Lei no8.429, de 2 de junho de 1992 (Lei de Im- probidade Administrativa), passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Seção II-A
Dos Atos de Improbidade Administrativa Decorrentes de Concessão ou Aplicação Indevida de Benefício
Financeiro ou Tributário
Art. 10-A. Constitui ato de improbidade administrativa qual- quer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o capute o § 1odo art. 8o-A da Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003."
"Art. 12. ...
...
IV - na hipótese prevista no art. 10-A, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 5 (cinco) a 8 (oito) anos e multa civil de até 3 (três) vezes o valor do benefício financeiro ou tributário concedido.
..." (NR)
"Art. 17. ...
...
§ 13. Para os efeitos deste artigo, também se considera pes- soa jurídica interessada o ente tributante que figurar no polo ativo da obrigação tributária de que tratam o § 4odo art. 3oe o art. 8o- A da Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003." (NR) Art. 5oO art. 3oda Lei Complementar no63, de 11 de janeiro de 1990, passa a vigorar acrescido dos seguintes §§ 1o-A e 1o-B:
"Art. 3o...
...
§ 1o-A. Na hipótese de pessoa jurídica promover saídas de mercadorias por estabelecimento diverso daquele no qual as tran- sações comerciais são realizadas, excluídas as transações comer- ciais não presenciais, o valor adicionado deverá ser computado em favor do Município onde ocorreu a transação comercial, des- de que ambos os estabelecimentos estejam localizados no mesmo Estado ou no Distrito Federal.
§ 1o-B. No caso do disposto no § 1o-A deste artigo, deverá constar no documento fiscal correspondente a identificação do estabelecimento no qual a transação comercial foi realizada.
..." (NR) Art. 6oOs entes federados deverão, no prazo de 1 (um) ano contado da publicação desta Lei Complementar, revogar os dispo- sitivos que contrariem o disposto no capute no § 1odo art. 8o-A da Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003.
Art. 7oEsta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
§ 1oO disposto no capute nos §§ 1oe 2odo art. 8o-A da Lei Complementar no116, de 31 de julho de 2003, e no art. 10-A, no inciso IV do art. 12 e no § 13 do art. 17, todos da Lei no8.429, de 2 de junho de 1992, somente produzirão efeitos após o decurso do prazo referido no art. 6odesta Lei Complementar.
§ 2o O disposto nos §§ 1o-A e 1o-B do art. 3o da Lei Complementar no63, de 11 de janeiro de 1990, produzirá efeitos a partir do primeiro dia do exercício subsequente ao da entrada em vigor desta Lei Complementar, ou do primeiro dia do sétimo mês subsequente a esta data, caso este último prazo seja posterior.
Brasília, 29 de dezembro de 2016; 195oda Independência e 128oda República.
MICHEL TEMER Henrique Meirelles Marcos Pereira
Primeira Parte
Av i s o
Esta edição é composta de um total de 384 páginas, dividida em 2 partes.
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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
ANEXO
(Lista de serviços anexa à Lei Complementar no11 6 , de 31 de julho de 2003)
"1 - ...
...
1.03 - Processamento, armazenamento ou hospedagem de dados, textos, imagens, vídeos, páginas eletrônicas, aplicativos e sistemas de informação, entre outros formatos, e congêneres.
1.04 - Elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos, independentemente da arquitetura constru- tiva da máquina em que o programa será executado, incluindo tablets,smartphonese congêneres.
...
1.09 - Disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet, respeitada a imunidade de livros, jornais e periódicos (exceto a distribuição de conteúdos pelas prestadoras de Serviço de Acesso Condi- cionado, de que trata a Lei no12.485, de 12 de setembro de 2011, sujeita ao ICMS).
...
6 - ...
...
6.06 - Aplicação de tatuagens, p i e rc i n g s e congêneres.
7 - ...
...
7.16 - Florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação, reparação de solo, plantio, silagem, colheita, corte e descasca- mento de árvores, silvicultura, exploração florestal e dos serviços congêneres indissociáveis da formação, manutenção e colheita de florestas, para quaisquer fins e por quaisquer meios.
...
11 - ...
...
11.02 - Vigilância, segurança ou monitoramento de bens, pessoas e semoventes.
...
13 - ...
...
13.05 - Composição gráfica, inclusive confecção de impres- sos gráficos, fotocomposição, clicheria, zincografia, litografia e fotolitografia, exceto se destinados a posterior operação de co- mercialização ou industrialização, ainda que incorporados, de qualquer forma, a outra mercadoria que deva ser objeto de pos- terior circulação, tais como bulas, rótulos, etiquetas, caixas, car- tuchos, embalagens e manuais técnicos e de instrução, quando ficarão sujeitos ao ICMS.
14 - ...
...
14.05 - Restauração, recondicionamento, acondicionamento, pintura, beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, galva- noplastia, anodização, corte, recorte, plastificação, costura, aca- bamento, polimento e congêneres de objetos quaisquer.
...
14.14 - Guincho intramunicipal, guindaste e içamento.
...
16 - ...
16.01 - Serviços de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário, ferroviário e aquaviário de passageiros.
16.02 - Outros serviços de transporte de natureza municipal.
17 - ...
...
17.25 - Inserção de textos, desenhos e outros materiais de propaganda e publicidade, em qualquer meio (exceto em livros, jornais, periódicos e nas modalidades de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita).
...
25 - ...
...
25.02 - Translado intramunicipal e cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos.
...
25.05 - Cessão de uso de espaços em cemitérios para se- pultamento.
...
LEI No-13.412, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2016 Dispõe sobre a remuneração dos cargos de Natureza Especial de Defensor Público-Ge- ral Federal e de Subdefensor Público-Geral Federal e sobre o subsídio dos membros da Defensoria Pública da União; e altera o Anexo I da Lei no11.526, de 4 de outubro de 2007.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1oA remuneração dos cargos de Natureza Especial de Defensor Público-Geral Federal e de Subdefensor Público-Geral Fe- deral passa a ser a especificada no Anexo I desta Lei.
Art. 2oO subsídio dos membros da Defensoria Pública da União é o constante do Anexo II desta Lei.
Art. 3oO Anexo I da Lei no11.526, de 4 de outubro de 2007, passa a vigorar na forma do Anexo III desta Lei.
Art. 4oAs despesas resultantes da aplicação desta Lei cor- rerão à conta das dotações orçamentárias consignadas à Defensoria Pública da União.
Art. 5oNão será admitido pagamento retroativo.
Art. 6oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 29 de dezembro de 2016; 195oda Independência e 128oda República.
MICHEL TEMER Alexandre de Moraes ANEXO I
REMUNERAÇÃO DOS CARGOS DE NATUREZA ESPECIAL DE DEFENSOR PÚBLICO-GERAL FEDERAL E DE SUBDEFENSOR PÚBLICO-GERAL FEDERAL
Em R$
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE
DENOMINAÇÃO 1oDE AGOSTO
DE 2016
1oDE JANEIRO DE 2017
1oDE JANEIRO DE 2018
1oDE JANEIRO DE
2019
Defensor Público-Geral Federal 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Subdefensor Público-Geral Federal 14.742,78 15.479,92 16.215,22 16.944,90
ANEXO II
SUBSÍDIO DOS MEMBROS DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO
Em R$
EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE C AT E G O R I A 1oDE JANEIRO DE
2015
1oDE JANEIRO DE 2017
1oDE JANEIRO DE 2018
1oDE JANEIRO DE 2019
Especial 22.516,94 27.905,25 29.230,75 30.546,13
Primeira 19.913,33 25.008,15 26.196,04 27.374,86
Segunda 17.330,33 22.197,67 23.252,06 24.298, 40
ANEXO III
(Anexo I da Lei no11.526, de 4 de outubro de 2007)
"...
a) ...
VALOR UNITÁRIO (EM REAIS)
DENOMINAÇÃO ATÉ 31 DE JU-
LHO DE 2016
A PARTIR DE 1o DE AGOSTO DE
2016
A PARTIR DE 1o DE JANEIRO DE
2017
A PARTIR DE 1o DE JANEIRO DE
2018
A PARTIR DE 1o DE JANEIRO DE
2019
Comandante da Marinha 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Comandante do Exército 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Comandante da Aeronáutica 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Secretário-Geral do Ministério da Defesa 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65 Chefe do Estado-Maior Conjunto das For-
ças Armadas
14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Secretário-Geral de Contencioso 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Secretário-Geral de Consultoria 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Presidente da Agência Espacial Brasileira 14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65 Demais cargos de natureza especial da es-
trutura da Presidência da República e dos Ministérios
14.289,85 15.075,79 15.829,58 16.581,49 17.327,65
Assessor Chefe da Assessoria Especial do Presidente da República
13.974,20 14.742,78 15.479,92 16.215,22 16.944,90
..."
ISSN 1677-7042
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1
LEI No-13.413, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2016 Altera a Lei no5.700, de 1ode setembro de 1971, que "dispõe sobre a forma e a apre- sentação dos Símbolos Nacionais, e dá ou- tras providências", para determinar que o Hino Nacional seja executado na abertura das competições esportivas nacionais que especifica.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O inciso IV do art. 24 da Lei no 5.700, de 1ode setembro de 1971, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 24. ...
...
IV - nos casos de simples execução instrumental ou vocal, o Hino Nacional será tocado ou cantado integralmente, sem re- petição." (NR)
Art. 2oO art. 25 da Lei no5.700, de 1ode setembro de 1971, passa a vigorar acrescido dos seguintes inciso III e § 5o:
"Art. 25. ...
...
III - na abertura das competições esportivas organizadas pelas entidades integrantes do Sistema Nacional do Desporto, conforme definidas no art. 13 da Lei no9.615, de 24 de março de 1998.
...
§ 5o Em qualquer hipótese, o Hino Nacional deverá ser executado integralmente e todos os presentes devem tomar ati- tude de respeito, conforme descrita no caput do art. 30 desta Lei." (NR)
Art. 3oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 29 de dezembro de 2016; 195oda Independência e 128oda República.
MICHEL TEMER Roberto Freire
Atos do Poder Executivo
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MEDIDA PROVISÓRIA No-765, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2016 Altera a remuneração de servidores de ex- Territórios e de servidores públicos fede- rais; reorganiza cargos e carreiras, estabe- lece regras de incorporação de gratificação de desempenho a aposentadorias e pensões, e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
CAPÍTULO I
DA CARREIRA DE PERITO MÉDICO PREVIDENCIÁRIO E DA CARREIRA DE SUPERVISOR MÉDICO-PERICIAL
Art. 1oA Lei no11.907, de 2 de fevereiro de 2009, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 38. Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade de Perícia Médica Previdenciária - GDAPMP, devida aos titulares dos cargos de provimento efetivo da Carreira de Perito Médico Previdenciário e da Carreira de Supervisor Mé- dico-Pericial, quando em efetivo exercício nas atividades ine- rentes às atribuições do respectivo cargo no Ministério da Fa- zenda ou no INSS, em função do desempenho individual do servidor e do alcance de metas de desempenho institucional.
§ 1oA GDAPMP será paga observado o limite máximo de cem pontos e o mínimo de setenta pontos por servidor, cor- respondendo cada ponto, em sua respectiva jornada de trabalho semanal, ao valor estabelecido no Anexo XVI a esta Lei.
..." (NR) Art. 2oOs Anexos XV e XVI à Lei no11.907, de 2009, passam a vigorar, respectivamente, na forma dos Anexos I e II a esta Medida Provisória.
CAPÍTULO II
DAS CARREIRAS TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DE AUDITORIA-FISCAL
DO TRABALHO
Art. 3oA Lei no11.457, de 16 de março de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 1oA Secretaria da Receita Federal passa a denominar- se Secretaria da Receita Federal do Brasil, órgão essencial ao funcionamento do Estado, de caráter permanente, estruturado de forma hierárquica e diretamente subordinado ao Ministro de Es- tado da Fazenda, tem por finalidade a administração tributária e aduaneira da União.
Parágrafo único. São essenciais e indelegáveis as atividades da administração tributária e aduaneira da União exercidas pelos servidores dos quadros funcionais da Secretaria da Receita Fe- deral do Brasil." (NR)
"Art. 14. ...
Parágrafo único. Sem prejuízo das situações existentes na data de publicação desta Lei, os cargos em comissão e as funções de confiança a que se refere o caput são privativos de ser- vidores:
I - ocupantes de cargos efetivos da Secretaria da Receita Federal do Brasil ou que tenham obtido aposentadoria nessa con- dição, hipótese esta restrita à ocupação de cargo em comissão; e ..." (NR) Art. 4oA Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil, de que trata o art. 5oda Lei no10.593, de 6 de dezembro de 2002, passa a ser denominada Carreira Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil, composta pelos cargos de nível superior de Au- ditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil e de Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil.
Parágrafo único. Os ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil são autoridades tributárias e aduaneiras da União.
Art. 5o Ficam instituídos o Programa de Produtividade da Receita Federal do Brasil e o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira, com o objetivo de incrementar a produtividade nas áreas de atuação dos ocupantes dos cargos de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil e de Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil.
§ 1o O Programa de que trata o caput será gerido pelo Comitê Gestor do Programa de Produtividade da Receita Federal do Brasil, composto por representantes do Ministério da Fazenda, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e da Casa Civil da Presidência da República, nos termos a serem definidos em ato do Poder Executivo federal.
§ 2oO valor global do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira será definido pelo Índice de Eficiência Institucional, mensurado por meio de indicadores de de- sempenho e metas estabelecidos nos objetivos ou no planejamento estratégico da Secretaria da Receita Federal do Brasil.
§ 3oAto do Comitê Gestor do Programa de Produtividade da Receita Federal do Brasil será editado até 1ode março de 2017, o qual estabelecerá a forma de gestão do programa e a metodologia para a mensuração da produtividade global da Secretaria da Receita Federal do Brasil e fixará o Índice de Eficiência Institucional.
§ 4oA base de cálculo do valor global do Bônus de Efi- ciência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira será composta pelo valor total arrecadado pelas seguintes fontes inte- grantes do Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização - FUNDAF, instituído pelo Decreto- Lei no1.437, de 17 de dezembro de 1975:
I - arrecadação de multas tributárias e aduaneiras incidentes sobre a receita de impostos, de taxas e de contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil a que se refere o art. 4o da Lei no 7.711, de 22 de dezembro de 1988, inclusive por des- cumprimento de obrigações acessórias; e
II - recursos advindos da alienação de bens apreendidos a que se refere o inciso I do § 5odo art. 29 do Decreto-Lei no1.455, de 7 de abril de 1976.
§ 5oO valor global do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira a ser distribuído aos benefi- ciários do Programa corresponde à multiplicação da base de cálculo do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira pelo Índice de Eficiência Institucional.
§ 6oO valor global do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira não poderá ultrapassar o valor da base de cálculo de que trata o § 4o.
Art. 6o Os servidores terão direito ao valor individual do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Adua- neira por servidor na proporção de:
I - um, para os Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil; e II - seis décimos, para os Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil.
§ 1oOs servidores ativos em efetivo exercício receberão o bônus proporcionalmente ao período em atividade, de acordo com os percentuais de bonificação definidos na Tabela "a" do Anexo III, aplicáveis sobre a proporção prevista no caput.
§ 2o Os aposentados receberão o bônus correspondente ao período em inatividade, de acordo com os percentuais de bonificação definidos na Tabela "a" do Anexo IV, aplicáveis sobre a proporção prevista no caput.
§ 3o Os pensionistas farão jus ao Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira da seguinte forma, aplicável sobre a proporção prevista no caput:
I - para as pensões instituídas em decorrência do falecimento do servidor na atividade, o valor do bônus será pago observado o disposto na Tabela "a" do Anexo III, aplicando-se o disposto na Tabela "a" do Anexo IV para fins de redução proporcional da pensão a partir do momento em que for instituída; e
II - para as pensões instituídas em decorrência do faleci- mento do servidor na inatividade, o mesmo valor de bônus pago ao inativo, observado o tempo de aposentação, conforme o disposto na Tabela "a" do Anexo IV.
Art. 7o Os valores globais e individuais do Bônus de Efi- ciência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira serão apurados nos meses de janeiro, abril, julho e outubro de cada ano, considerando-se os três meses imediatamente anteriores.
Art. 8o O valor do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira será pago em parcelas mensais e su- cessivas, de igual valor, a partir do mês posterior ao de sua apuração.
Art. 9oOs servidores ativos somente perceberão o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira quan- do em efetivo exercício no cargo durante, pelo menos, metade do período de apuração.
§ 1oPara fins da apuração do tempo mínimo de que trata o caput, não serão considerados os afastamentos ou as licenças:
I - para atividade política;
II - para exercício de mandato eletivo; e III - não remuneradas.
§ 2o Na hipótese de mudança de nível de percentual nas Tabelas dos Anexos III e IV durante o período de apuração, o valor individual do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tri- butária e Aduaneira será pago com base no percentual correspondente ao nível de percentual em que tenha permanecido a maior parte do período, ou, em caso de empate, o nível de maior percentual.
Art. 10. Para os meses de dezembro de 2016 e janeiro de 2017, será devida aos ocupantes dos cargos da Carreira Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil parcela do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira nos valores de:
I - R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais), para os ocu- pantes do Cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil; e
II - R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais), para os ocu- pantes do cargo de Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil.
§ 1oOs valores constantes do caputserão concedidos a título de antecipação de cumprimento de metas, para este período, fixadas pelo Secretário da Receita Federal do Brasil e sujeitas a ajustes no período subsequente.
§ 2oA partir das competências subsequentes às referidas noca - putaté o mês de produção dos efeitos do ato referido no § 3odo art. 5o, serão pagos, mensalmente, os valores de R$ 3.000,00 (três mil reais), aos ocupantes do Cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, e de R$ 1.800,00 (mil e oitocentos reais) para os ocupantes do cargo de Analista Tributário da Receita Federal do Brasil, concedidos a título de antecipação de cumprimento de metas, sujeitos a ajustes no período subsequente.
§ 3oOs valores previstos no capute no § 2oobservarão as limitações constantes dos Anexos III e IV.
§ 4o O resultado institucional nos períodos de que trata o caput e o § 2o será considerado para a instituição do Índice de Eficiência Institucional de que trata o § 2odo art. 5º.
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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
Art. 11. O Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira não será devido aos Auditores-Fiscais da Re- ceita Federal do Brasil e aos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil cedidos a outros órgãos.
Parágrafo único. O disposto no caputnão se aplica aos ser- vidores em exercício nos órgãos com competência sobre Previdência e Previdência Complementar, nos termos do parágrafo único do art.
19 da Lei nº 13.341, de 29 de setembro de 2016, e aos servidores nas situações mencionadas nos incisos I e V, alíneas "a" a "e", do caput do art. 4oda Lei no11.890, de 24 de dezembro de 2008.
Art. 12. O somatório do vencimento básico da Carreira Tri- butária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil com as demais par- celas, incluído o Bônus de que trata o art. 5o, não poderá exceder o limite máximo disposto no inciso XI do caput do art. 37 da Constituição.
Art. 13. O valor do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tributária e Aduaneira não integrará o vencimento básico, não servirá de base de cálculo para adicionais, gratificações ou qual- quer outra vantagem pecuniária e não constituirá base de cálculo de contribuição previdenciária.
Art. 14. O Decreto-Lei no1.437, de 17 de dezembro de 1975, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 6o...
Parágrafo único. ...
...
c) Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Tri- butária e Aduaneira, destinado à Carreira Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil." (NR)
"Art. 6o-A. A gratificação de presença a que se refere a alínea "a" do parágrafo único do art. 6otambém será devida aos conselheiros representantes dos contribuintes do Conselho Ad- ministrativo de Recursos Fiscais - Carf nas seguintes hipóteses:
I - impedimento, em razão de caso fortuito ou de força maior, de comparecer à reunião de julgamento, devidamente comprovado e homologado pelo Carf; e
II - cancelamento ou suspensão de sessão de julgamento por iniciativa do Carf." (NR)
Art. 15. Ficam instituídos o Programa de Produtividade da Auditoria-Fiscal do Trabalho e o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho, com objetivo de incre- mentar a produtividade nas áreas de atuação dos ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho.
§ 1oO Programa de Produtividade da Auditoria-Fiscal do Trabalho será gerido pelo Comitê Gestor do Programa de Produ- tividade da Auditoria-Fiscal do Trabalho, composto por representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério do Planejamento, Desen- volvimento e Gestão e da Casa Civil da Presidência da República, nos termos a serem definidos em ato do Poder Executivo federal.
§ 2oO valor global do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho será definido pelo Índice de Eficiência Institucional, mensurado por meio de indicadores de desempenho e metas, estabelecidos nos objetivos ou no planejamento estratégico do Ministério do Trabalho.
§ 3oAto do Comitê Gestor do Programa de Produtividade da Auditoria-Fiscal do Trabalho será editado no prazo de sessenta dias, contado da data de entrada em vigor desta Medida Provisória, o qual estabelecerá a forma de gestão do Programa e a metodologia para mensuração da produtividade global da Secretaria de Inspeção do Trabalho e da rede descentralizada de atendimento no exercício da Atividade de Auditoria-Fiscal do Trabalho e fixará o Índice de Efi- ciência Institucional.
§ 4o A base de cálculo do Bônus de Eficiência e Produ- tividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho será composta por cem por cento das receitas decorrentes de multas pelo descumprimento da legislação trabalhista, incluídos os valores recolhidos, administra- tiva ou judicialmente, após inscrição na Dívida Ativa da União.
§ 5o O valor global do Bônus a ser distribuído aos be- neficiários do Programa corresponde à multiplicação da base de cál- culo do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria- Fiscal do Trabalho pelo Índice de Eficiência Institucional.
§ 6oO valor global do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho não poderá ultrapassar o valor da base de cálculo de que trata o § 4o.
Art. 16. Os ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal do Tra- balho terão direito ao valor individual do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho por servidor, na proporção de um inteiro.
§ 1oOs servidores ativos em efetivo exercício no cargo de Au- ditor-Fiscal do Trabalho receberão o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho proporcionalmente ao período em atividade, de acordo com os percentuais de bonificação definidos na Tabela "b" do Anexo III, aplicáveis sobre a proporção prevista no caput.
§ 2o Os aposentados receberão o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho correspon- dente ao período em inatividade, de acordo com os percentuais de bonificação definidos na Tabela "b" do Anexo IV, aplicáveis sobre a proporção prevista no caput.
§ 3o Os pensionistas farão jus ao Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho da seguinte forma, aplicável sobre a proporção prevista no caput:
I - para as pensões instituídas em decorrência do falecimento do servidor na atividade, o valor do bônus será pago observado o disposto na Tabela "b" do Anexo III, aplicando-se o disposto na Tabela "b" do Anexo IV para fins de redução proporcional da pensão a partir do momento em que for instituída; e
II - para as pensões instituídas em decorrência do faleci- mento do servidor na inatividade, o mesmo valor de bônus pago ao inativo, observado o tempo de aposentadoria, conforme o disposto na Tabela "b" do Anexo IV.
Art. 17. Os valores globais e individuais do Bônus de Efi- ciência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho serão apurados nos meses de janeiro, abril, julho e outubro de cada ano e serão considerados os três meses imediatamente anteriores.
Art. 18. O valor do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho será pago em parcelas men- sais e sucessivas, de igual valor, a partir do mês posterior ao de sua apuração.
Art. 19. Os servidores ativos somente perceberão o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho quando em efetivo exercício durante, pelo menos, metade do período de apuração.
§ 1oPara fins da apuração do tempo mínimo de que trata o caput, não serão considerados os afastamentos ou as licenças:
I - para atividade política;
II - para exercício de mandato eletivo; e III - não remuneradas.
§ 2o Na hipótese de mudança de nível de percentual nas Tabelas dos Anexos III e IV durante o período de apuração, o valor individual do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade de Auditoria-Fiscal do Trabalho será pago com base no percentual cor- respondente ao nível de percentual em que tenha permanecido a maior parte do período, ou, em caso de empate, o nível de maior percentual.
Art. 20. Para os meses de dezembro de 2016 e janeiro de 2017, será devida aos ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal do Tra- balho parcela do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho no valor de R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais).
§ 1oO valor constante do caputserá concedido a título de antecipação de cumprimento de metas, para este período, fixadas pelo Secretário de Inspeção do Trabalho, e sujeito a ajustes no período subsequente.
§ 2oA partir das competências subsequentes às referidos no caputaté o mês de produção dos efeitos do ato referido no § 3odo art. 15, será pago, mensalmente, o valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) aos ocupantes do cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho, con- cedido a título de antecipação de cumprimento de metas e sujeito a ajustes no período subsequente.
§ 3oOs valores a que se referem o capute o § 2oobservarão as limitações constantes dos Anexos III e IV.
§ 4oO resultado institucional nos períodos de que trata o caput e o § 2o será considerado para a instituição do Índice de Eficiência Institucional de que trata o § 3odo art. 15.
Art. 21. O Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho não será devido aos Auditores Fiscais do Trabalho cedidos a outros órgãos.
Art. 22. O somatório do vencimento básico da Carreira de Auditoria-Fiscal do Trabalho com as demais parcelas, incluído o Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho, não poderá exceder o limite máximo estabelecido no inciso XI do caputdo art. 37 da Constituição.
Art. 23. O valor do Bônus de Eficiência e Produtividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho não integrará o vencimento básico e não servirá de base de cálculo para adicionais, gratificações ou qualquer outra vantagem pecuniária e não constituirá base de cálculo de contribuição previdenciária.
Art. 24. A Lei no10.887, de 18 de junho de 2004, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 4o...
...
§ 1o...
...
XXII - a Gratificação de Raio X;
XXIII - a parcela relativa ao Bônus de Eficiência e Pro- dutividade na Atividade Tributária e Aduaneira, recebida pelos servidores da Carreira Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil; e
XXIV - a parcela relativa ao Bônus de Eficiência e Pro- dutividade na Atividade Auditoria-Fiscal do Trabalho, recebida pelos servidores da Carreira de Auditoria-Fiscal do Trabalho.
..." (NR) Art. 25. A Lei no10.593, de 2002, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 3o...
...
§ 4º Para fins de investidura nos cargos das Carreiras Tribu- tária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil e de Auditoria-Fiscal do Trabalho, o concurso público será realizado em duas etapas, sendo a segunda constituída de curso de formação, de caráter eli- minatório e classificatório ou somente eliminatório." (NR)
"Art. 4o...
...
§ 4o Os critérios e procedimentos específicos para o de- senvolvimento nos cargos das Carreiras Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil e de Auditoria Fiscal do Trabalho serão regulamentados por ato do Poder Executivo federal, observados os seguintes requisitos:
I - para fins de progressão funcional:
a) cumprir o interstício de doze meses de efetivo exercício em cada padrão; e
b) atingir percentual mínimo na avaliação de desempenho individual, nos termos de ato do Poder Executivo federal; e
II - para fins de promoção:
a) cumprir o interstício de doze meses de efetivo exercício no último padrão de cada classe;
b) atingir percentual mínimo na avaliação de desempenho individual realizada no último padrão da classe, nos termos do regulamento; e
c) acumular pontuação mínima mediante participação em cursos de aperfeiçoamento e especialização, além da compro- vação de experiência profissional e acadêmica em temas rela- cionados às atribuições do cargo, nos termos do regulamento.
§ 5oO regulamento de que trata o § 4opoderá prever regras de transição necessárias para a progressão e a promoção nas Carreiras Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil e de Auditoria-Fiscal do Trabalho.
§ 6oNão haverá progressão funcional ou promoção dos ser- vidores das Carreiras Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil e de Auditoria-Fiscal do Trabalho durante o período de estágio probatório." (NR)
Art. 26. Os titulares dos cargos integrantes das Carreiras Tributária e Aduaneira da Receita Federal do Brasil e de Auditoria- Fiscal do Trabalho, de que trata a Lei no10.910, de 15 de julho de 2004, passam a receber vencimento básico e demais parcelas pre- vistas em lei.
§ 1oNão são devidas aos titulares dos cargos a que se refere ocaput:
I - Gratificação de Estímulo à Fiscalização e à Arrecadação - GEFA, de que tratam o Decreto-Lei no2.357, de 28 de agosto de 1987, e o Decreto-Lei no2.371, de 18 de novembro de 1987;
II - o subsídio de que trata a Lei no10.910, de 2004;
III - Gratificação de Atividade Tributária - GAT, de que trata o art. 3oda Lei no10.910, de 2004;
IV - Gratificação de Incremento da Fiscalização e da Ar- recadação - GIFA, de que trata o art. 4º da Lei no10.910, de 2004;
V - Vantagem Pecuniária Individual - VPI, de que trata a Lei no10.698, de 2 de julho de 2003.
VI - Gratificação de Desempenho de Atividade Tributária - GDAT, de que trata o art. 15 da Lei no10.593, de 2002;