• Nenhum resultado encontrado

Relatório de Gestão e Contas 2019

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Share "Relatório de Gestão e Contas 2019"

Copied!
60
0
0

Texto

(1)

Relatório de Gestão e Contas 2019

LISNAVE INTERNACIONAL

Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S. A .

(2)

Í N D I C E

Orgãos Sociais

1. Introdução

2. Situação Económica e Financeira 2.1. Situação Económica e Financeira 2.2. Agradecimentos

2.3. Proposta de Aplicação de Resultados

3. Balanço e Demonstração Individual dos Resultados

4. Demonstração das Alterações no Capital Próprio e Demonstração Individual de Fluxos de Caixa

5. Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados 6. Relatório e Parecer do Fiscal Único

7. Certificação Legal de Contas

(3)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

Í N D I C E

Orgãos Sociais

1. Introdução

2. Situação Económica e Financeira 2.1. Situação Económica e Financeira 2.2. Agradecimentos

2.3. Proposta de Aplicação de Resultados

3. Balanço e Demonstração Individual dos Resultados

4. Demonstração das Alterações no Capital Próprio e Demonstração Individual de Fluxos de Caixa

5. Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados 6. Relatório e Parecer do Fiscal Único

7. Certificação Legal de Contas

(4)

ÓRGÃOS SOCIAIS

Assembleia Geral:

Presidente: Dr. Manuel Joaquim Rodrigues

Vice-Presidente: Eng. José Luís Pinares Angelino Barbosa

Secretário: Dra. Ana Maria Morgado Mesquita da Silva

Conselho de Administração:

Presidente: Dr. Nelson Nunes Rodrigues

Administrador: Eng. José António Leite Mendes Rodrigues

Administrador: Dr. João Rui Carvalho dos Santos

Administrador: Eng. Manuel Serpa Leitão

Fiscal Único:

S.R.O.C. RSM & Associados, SROC, Lda.

Fiscal Efectivo: Dr. Joaquim Patrício da Silva

Fiscal Suplente: Dr. José Carlos Nogueira Faria e Matos

Contabilista Certificado: Sr. Manuel Jorge Bento

1

1. Introdução

A Lisnave Internacional que tem como actividades de continuidade a gestão de participações sociais, trading e prestações de serviços, foi condicionada pelos efeitos da economia internacional na actividade de reparação naval onde se encontram os seus clientes de referência.

Teve por isso no ano de 2019 um volume de negócios inferior a qualquer um dos dez últimos anos.

Duma forma geral a recessão internacional afectou o nosso principal cliente e originou uma quebra significativa nas suas aquisições internacionais e desde logo também à Lisnave Internacional.

A nossa companhia, por esta via, viu reduzido o seu volume de facturação com aquele destino.

Embora a nossa estrutura de custos seja razoavelmente flexível, não deixou de, pela parte fixa, se reflectir nos resultados líquidos.

Este resultado decorrente de actividades comerciais situou-se em 321 mil Euros.

O Resultado Liquido final situou-se em 663 mil Euros por efeitos da equivalência patrimonial com a nossa participada Dakarnave, Estaleiros Navais de Dakar.

Outras áreas de diversificação de negócios a que temos vindo a preconizar, não tiveram ainda desenvolvimento.

A actividade do ano 2019 originou um volume de negócios de 3,0 milhões de Euros contra 3,9 do ano anterior. Este volume de negócios teve em 99% o destino da exportação.

Deste valor 58% foram vendas de materiais e 42% prestação de serviços.

Nesta prestação inclui-se a facturação por utilização do nome Lisnave Internacional o que por sua vez depende da facturação da Dakarnave a clientes externos seus.

Esta participada teve um desvio ao seu orçamento de 14%, embora ainda assim um

resultado positivo que nos permitiu proveitos por equivalência patrimonial de 341 mil €.

(5)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

1

1. Introdução

A Lisnave Internacional que tem como actividades de continuidade a gestão de participações sociais, trading e prestações de serviços, foi condicionada pelos efeitos da economia internacional na actividade de reparação naval onde se encontram os seus clientes de referência.

Teve por isso no ano de 2019 um volume de negócios inferior a qualquer um dos dez últimos anos.

Duma forma geral a recessão internacional afectou o nosso principal cliente e originou uma quebra significativa nas suas aquisições internacionais e desde logo também à Lisnave Internacional.

A nossa companhia, por esta via, viu reduzido o seu volume de facturação com aquele destino.

Embora a nossa estrutura de custos seja razoavelmente flexível, não deixou de, pela parte fixa, se reflectir nos resultados líquidos.

Este resultado decorrente de actividades comerciais situou-se em 321 mil Euros.

O Resultado Liquido final situou-se em 663 mil Euros por efeitos da equivalência patrimonial com a nossa participada Dakarnave, Estaleiros Navais de Dakar.

Outras áreas de diversificação de negócios que temos vindo a preconizar, não tiveram ainda desenvolvimento.

A actividade do ano 2019 originou um volume de negócios de 3,0 milhões de Euros contra 3,9 do ano anterior. Este volume de negócios teve em 99% o destino da exportação.

Deste valor 58% foram vendas de materiais e 42% prestação de serviços.

Nesta prestação inclui-se a facturação por utilização do nome Lisnave Internacional o que por sua vez depende da facturação da Dakarnave a clientes externos seus.

Esta participada teve um desvio ao seu orçamento de 14%, embora ainda assim um resultado positivo que nos permitiu proveitos por equivalência patrimonial de 341 mil €.

5

(6)

2

Mantiveram-se as actividades de gestão de participações e de trading em materiais e serviços. Mesmo assim a empresa está atenta a outras oportunidades de negócio que possam ter desenvolvimento em exercícios futuros.

Os Resultados Líquidos do exercício representam uma remuneração de 3.5% dos capitais próprios, o que é razoável atendendo a que cerca de 60% dos seus activos são aplicações financeiras com baixas taxas de juro que o mercado oferece.

Temos desde o final do ano 2019 alguma preocupação com a nossa participada pelos rumores que se vinham fazendo sentir sobre desvalorização do FCFA, e que culminou com o anúncio da mudança de moeda, embora ainda sem desvalorização.

A nova moeda chamar-se-á ECO (Economic Community of African States) e poderá já entrar em circulação durante o ano 2020.

A provável desvalorização trará consequências gravosas para a Dakarnave pelos compromissos que tem em moeda externa.

O problema base é que quer no país quer no estrangeiro as empresas não podem ter contas em moeda externa.

3

Manteve-se a ligação à Dakarnave no âmbito do contrato de assistência técnica comercial e de produção e também na componente de prestação de serviços jurídicos e financeiros Os materiais vendidos pela Lisnave Internacional continuaram a ter como origem predominante os mercados europeus. O mercado nacional pratica geralmente margens mais elevadas e as operações de contentorização e transporte tornam-se mais caras e demoradas.

A política seguida na aplicação de recursos financeiros continuou assente em produtos de capital garantido embora com taxas de juros de insignificante remuneração.

O montante de ganhos financeiros foi de 9 mil Euros.

A Lisnave Internacional continuará em 2020 à procura de oportunidades de negócio nas áreas nucleares da sua actividade, nomeadamente na formação profissional, na gestão de unidades industriais do sector da indústria naval e em consultadoria.

Elaborará estudos de viabilidade económica e financeira para terceiros, ou para investimentos externos que possam ser atractivos para a própria empresa.

Dos resultados obtidos a Administração da Lisnave Internacional decidiu atribuir aos seus colaboradores e prestadores de serviços uma gratificação de balanço já incluída nos custos do exercício no valor de cinquenta mil Euros.

No Senegal DAKARNAVE

A Lisnave Internacional e o seu accionista também accionista de Dakarnave mantiveram- se disponíveis para ceder parte das suas participações a quem trouxesse valor e oportunidades de negócio. Tal não tem acontecido.

Assim, a Lisnave Internacional mantém-se como o maior accionista da Dakarnave, com 51% do capital.

A Lisnave Internacional continua por isso com uma posição relevante na Dakarnave, seja nos seus órgãos de gestão, seja na assistência técnica que contratualmente lhe assegura.

O ano de 2019 foi para a Dakarnave um ano modesto de facturação. O volume de negócios, no valor de 15,7 milhões de Euros, situou-se 14% abaixo do orçamento previsto para o ano, isto é, 19 milhões de Euros.

O Resultado Líquido foi de 670 mil Euros, e traduz uma remuneração de 5,4% dos capitais próprios.

6

(7)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

3

Manteve-se a ligação à Dakarnave no âmbito do contrato de assistência técnica comercial e de produção e também na componente de prestação de serviços jurídicos e financeiros Os materiais vendidos pela Lisnave Internacional continuaram a ter como origem predominante os mercados europeus. O mercado nacional pratica geralmente margens mais elevadas e as operações de contentorização e transporte tornam-se mais caras e demoradas.

A política seguida na aplicação de recursos financeiros continuou assente em produtos de capital garantido embora com taxas de juros de insignificante remuneração.

O montante de ganhos financeiros foi de 9 mil Euros.

A Lisnave Internacional continuará em 2020 à procura de oportunidades de negócio nas áreas nucleares da sua actividade, nomeadamente na formação profissional, na gestão de unidades industriais do sector da indústria naval e em consultadoria.

Elaborará estudos de viabilidade económica e financeira para terceiros, ou para investimentos externos que possam ser atractivos para a própria empresa.

Dos resultados obtidos a Administração da Lisnave Internacional decidiu atribuir aos seus colaboradores e prestadores de serviços uma gratificação de balanço já incluída nos custos do exercício no valor de cinquenta mil Euros.

No Senegal DAKARNAVE

A Lisnave Internacional e o seu accionista também accionista de Dakarnave mantiveram- se disponíveis para ceder parte das suas participações a quem trouxesse valor e oportunidades de negócio. Tal não tem acontecido.

Assim, a Lisnave Internacional mantém-se como o maior accionista da Dakarnave, com 51% do capital.

A Lisnave Internacional continua por isso com uma posição relevante na Dakarnave, seja nos seus órgãos de gestão, seja na assistência técnica que contratualmente lhe assegura.

O ano de 2019 foi para a Dakarnave um ano modesto de facturação. O volume de negócios, no valor de 15,7 milhões de Euros, situou-se 14% abaixo do orçamento previsto para o ano, isto é, 19 milhões de Euros.

O Resultado Líquido foi de 670 mil Euros, e traduz uma remuneração de 5,4% dos capitais próprios.

7

(8)

4

Numa perspectiva de alguma prudência foi previsto para 2020 um orçamento ligeiramente acima do real de 2019, no valor de 16,2 milhões de Euros.

No âmbito e enquadramento do contrato de assistência à Dakarnave, renegociado em Abril de 2019, a Lisnave Internacional foi também o seu principal consultor para os assuntos de maior especialização técnica, o que nalguns casos culminou na localização e selecção, a nível mundial, de especialistas que responderam a necessidades pontuais exigentes.

A Dakarnave continuou acções de manutenção, consolidação e evolução dos processos de certificação, que são os seguintes:

- Certificação da Doca Flutuante

- Classificação pela Agência Nacional de Negócios Marítimos de Conformidade de Instalação Portuária: ISPS

- Classificação OHSAS: 18001:2007, de Reparação e Conversão de Navios e Unidades Flutuantes-Prevenção e Segurança

- Certificação de Qualidade: ISO 9001-2015

A Lisnave Internacional continua muito empenhada no apoio à Dakarnave nos aspectos de segurança e higiene no trabalho, vigilância e segurança das instalações e de pessoas e bens tendo em conta a aplicação do código ISPS.

5

2. Situação Económica e Financeira

2.1- Situação Económica e Financeira

As vendas e prestações de serviços do ano situaram-se em 3,0 milhões de Euros.

Os resultados líquidos da actividade da sociedade (antes de equivalência patrimonial eram de 321 mil Euros.

Após equivalência patrimonial com a Dakarnave, os resultados líquidos situaram-se em 663 mil Euros.

A componente de venda de materiais foi de 1,8 milhões de Euros tendo a facturação em prestação de serviços atingido o montante de 1,3 milhões de Euros, que é equivalente ao verificado no ano anterior.

As nossas actividades comerciais destinaram-se em 99% ao mercado externo.

Aos proveitos comerciais juntam-se outros proveitos, nomeadamente de natureza financeira, de 24 mil Euros.

8

(9)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

5

2. Situação Económica e Financeira

2.1- Situação Económica e Financeira

As vendas e prestações de serviços do ano situaram-se em 3,0 milhões de Euros.

Os resultados líquidos da actividade da sociedade (antes de equivalência patrimonial eram de 321 mil Euros.

Após equivalência patrimonial com a Dakarnave, os resultados líquidos situaram-se em 663 mil Euros.

A componente de venda de materiais foi de 1,8 milhões de Euros tendo a facturação em prestação de serviços atingido o montante de 1,3 milhões de Euros, que é equivalente ao verificado no ano anterior.

As nossas actividades comerciais destinaram-se em 99% ao mercado externo.

Aos proveitos comerciais juntam-se outros proveitos, nomeadamente de natureza financeira, de 24 mil Euros.

9

(10)

6

Embora as aplicações de capital fossem equivalentes às do ano anterior, os juros foram de menor monta mercê das baixas taxas de juros oferecidas pela banca.

Os custos do exercício foram os necessários e proporcionais ao volume de negócios, não se tendo registado custos por imparidades, seja de participações, seja de saldos devedores.

Os custos de estrutura mantiveram-se com algum ajustamento, embora pela redução das vendas apresentem um rácio maior.

Os custos com pessoal mantiveram-se dada a estabilidade do quadro de pessoal.

Os factos expostos permitem-nos salientar um conjunto de indicadores expressos na nossa Demonstração de Resultados:

Mil Euros Proveitos das actividades comerciais ... 3.070 Proveitos financeiros e associados ... 24 Resultados Antes de Impostos ... 773 Resultados Líquidos do Exercício ... 663 Custo das mercadorias vendidas e consumidas ... 1.107 Fornecimentos e Serviços Externos ... 486 Encargos com Pessoal ... 1.034 Cash-Flow do Exercício ... 781 Valor Acrescentado Bruto ... 1.807 O indicador EBITDA com 765 mil de Euros evidencia um valor bruto de produção de 25%

do volume de proveitos.

Este indicador é praticamente igual ao EBIT já que a Lisnave Internacional precisa de escassos activos tangíveis para realizar as suas operações de “Trading” e de prestação de serviços.

O VAB de 1,8 milhões, mostra bem a importância do que a empresa acrescenta aos produtos e serviços que vende.

A situação financeira manteve-se sempre confortável durante o ano, pelas excelentes disponibilidades.

O total das disponibilidades era a 31 de Dezembro de 2019, de 12,0 milhões de Euros.

Nesta data a empresa tinha ainda como activos 206 mil Euros de pagamentos por conta feitos durante o ano.

Foi feita a distribuição de 1,5 milhões de Euros de dividendos, tal como deliberado na Assembleia Geral de aprovação de contas do ano de 2018.

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

7

A Dakarnave distribuiu dividendos do exercício e de resultados transitados aos accionistas, tendo, a Lisnave internacional encaixado 612 mil Euros.

No final do ano, o saldo corrente de clientes era contabilisticamente de cerca de 608 mil Euros, dos quais já estavam em transferência 554 mil Euros.

As dívidas a terceiros são resultado das condições de pagamento das actividades normais da companhia, com correlação com o saldo de clientes.

Os saldos nas contas relacionadas com o Estado reportam-se a débitos e créditos vincendos, pois resultam de impostos estimados sobre lucros, pagamentos por conta e retenções efectuadas, cujas regularizações já ocorrem em 2020.

O Imobilizado Financeiro da participação na Dakarnave tem, no nosso balanço, o valor de 6,5 milhões Euros sendo o valor inicial da participação de 1,399 milhões de Euros.

A Situação Líquida manteve-se estável com 19,2 milhões de Euros e evidencia uma excelente autonomia financeira. É agora equivalente a 7 vezes o capital social.

Os Capitais Próprios cobrem 98% do Activo Total, evidenciando também a excelente autonomia financeira.

O Activo é constituído maioritariamente por disponibilidades em 62% e 34% por imobilizações financeiras.

7

A Dakarnave distribuiu dividendos do exercício e de resultados transitados aos accionistas, tendo, a Lisnave internacional encaixado 612 mil Euros.

No final do ano, o saldo corrente de clientes era contabilisticamente de cerca de 608 mil Euros, dos quais já estavam em transferência 554 mil Euros.

As dívidas a terceiros são resultado das condições de pagamento das actividades normais da companhia, com correlação com o saldo de clientes.

Os saldos nas contas relacionadas com o Estado reportam-se a débitos e créditos vincendos, pois resultam de impostos estimados sobre lucros, pagamentos por conta e retenções efectuadas, cujas regularizações já ocorrem em 2020.

O Imobilizado Financeiro da participação na Dakarnave tem, no nosso balanço, o valor de 6,5 milhões Euros sendo o valor inicial da participação de 1,399 milhões de Euros.

A Situação Líquida manteve-se estável com 19,2 milhões de Euros e evidencia uma excelente autonomia financeira. É agora equivalente a 7 vezes o capital social.

Os Capitais Próprios cobrem 98% do Activo Total, evidenciando também a excelente autonomia financeira.

O Activo é constituído maioritariamente por disponibilidades em 62% e 34% por imobilizações financeiras.

10

(11)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

7

A Dakarnave distribuiu dividendos do exercício e de resultados transitados aos accionistas, tendo, a Lisnave internacional encaixado 612 mil Euros.

No final do ano, o saldo corrente de clientes era contabilisticamente de cerca de 608 mil Euros, dos quais já estavam em transferência 554 mil Euros.

As dívidas a terceiros são resultado das condições de pagamento das actividades normais da companhia, com correlação com o saldo de clientes.

Os saldos nas contas relacionadas com o Estado reportam-se a débitos e créditos vincendos, pois resultam de impostos estimados sobre lucros, pagamentos por conta e retenções efectuadas, cujas regularizações já ocorrem em 2020.

O Imobilizado Financeiro da participação na Dakarnave tem, no nosso balanço, o valor de 6,5 milhões Euros sendo o valor inicial da participação de 1,399 milhões de Euros.

A Situação Líquida manteve-se estável com 19,2 milhões de Euros e evidencia uma excelente autonomia financeira. É agora equivalente a 7 vezes o capital social.

Os Capitais Próprios cobrem 98% do Activo Total, evidenciando também a excelente autonomia financeira.

O Activo é constituído maioritariamente por disponibilidades em 62% e 34% por imobilizações financeiras.

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

7

A Dakarnave distribuiu dividendos do exercício e de resultados transitados aos accionistas, tendo, a Lisnave internacional encaixado 612 mil Euros.

No final do ano, o saldo corrente de clientes era contabilisticamente de cerca de 608 mil Euros, dos quais já estavam em transferência 554 mil Euros.

As dívidas a terceiros são resultado das condições de pagamento das actividades normais da companhia, com correlação com o saldo de clientes.

Os saldos nas contas relacionadas com o Estado reportam-se a débitos e créditos vincendos, pois resultam de impostos estimados sobre lucros, pagamentos por conta e retenções efectuadas, cujas regularizações já ocorrem em 2020.

O Imobilizado Financeiro da participação na Dakarnave tem, no nosso balanço, o valor de 6,5 milhões Euros sendo o valor inicial da participação de 1,399 milhões de Euros.

A Situação Líquida manteve-se estável com 19,2 milhões de Euros e evidencia uma excelente autonomia financeira. É agora equivalente a 7 vezes o capital social.

Os Capitais Próprios cobrem 98% do Activo Total, evidenciando também a excelente autonomia financeira.

O Activo é constituído maioritariamente por disponibilidades em 62% e 34% por imobilizações financeiras.

11

(12)

8 0

5.000 10.000 15.000 20.000 25.000

6,651 12,973 14,7

19,206 220 112

EM MILHARES DE EUROS

ACTIVO SIT.LIQ. E PASSIVO

FINANCIAMENTO DO ACTIVO LÍQUIDO EM 31 DEZEMBRO 2019

ACRÉSCIMOS E DIFER. PASSIVOS PASSIVO

CAPITAL PRÓPRIO

IMOBILIZAÇÕES CORP. E INCORP.

CIRCULANTE

INVESTIMENTOS FINANCEIROS

O Balanço consolidado mostra que a rentabilidade dos capitais próprios foi de 3,5%. Este resultado é bem apreciável já que a maioria dos recursos está em aplicações financeiras de baixa remuneração.

A aplicação prudente das disponibilidades em produtos sem risco moderou a rentabilidade daqueles activos, pelas modestas taxas de remuneração oferecidas no sistema bancário.

Os capitais permanentes evidenciam uma excelente liquidez capaz de assegurar a dinamização de novas oportunidades de negócio que se mostrem de interesse.

No final do exercício os colaboradores com vínculo contratual aos quadros da empresa eram em número de sete permanentes e oito em comissão de serviço no Senegal.

Em regime de prestação de serviços encontrava-se um colaborador.

Sempre que necessário são contratadas prestações de serviços técnicos especializados, quer empresariais quer individuais, para actividades comerciais, ou para tecnologias de gestão e estudos.

9

2.2- Agradecimentos

O Conselho de Administração expressa o seu agradecimento às pessoas e entidades que de forma directa e ou indirecta apoiaram a empresa na prossecução dos seus objectivos.

Em particular aos clientes e fornecedores pela forma como confiaram em nós.

Ao accionista pela colaboração e interesse no acompanhamento dos projectos e situações mais relevantes que lhe foram apresentadas.

Aos bancos pelo interesse que puseram na resolução das questões financeiras que lhes apresentamos.

Ao Fiscal Único pela forma colaborante e esclarecedora como desempenhou as suas funções.

O Conselho de Administração manifesta o seu especial apreço pelo esforço de todos os colaboradores na obtenção dos resultados do exercício, evidenciando aqueles que estão em comissão de serviço na Dakarnave, Senegal.

Agradece especialmente à Dakarnave pela preferência que nos tem dado nas suas aquisições num mercado que é concorrencial, e que por nós está sujeita ao regime de transparência fiscal.

2.3- Proposta de Aplicação de Resultados

Tendo-se em conta o Resultado Liquido apresentado, o Conselho de Administração considera justificar-se conceder uma gratificação de balanço aos seus colaboradores.

Desta forma o Conselho de Administração propõe aos senhores accionistas que:

1- Seja ratificada a decisão do Conselho de atribuir uma gratificação de balanço à generalidade dos colaboradores da empresa, no montante de cinquenta mil Euros, já incluída nos resultados líquidos do exercício e que,

2- Os resultados líquidos do exercício, no valor de Euros: 663 673.80 (seiscentos e sessenta e três mil seiscentos e setenta e três euros e oitenta cêntimos), tenham a seguinte aplicação:

- Distribuição Dividendos Euros: 500 000,00 € - Resultados Transitados: Euros: 163 673,80 €

12

(13)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

9

2.2- Agradecimentos

O Conselho de Administração expressa o seu agradecimento às pessoas e entidades que de forma directa e ou indirecta apoiaram a empresa na prossecução dos seus objectivos.

Em particular aos clientes e fornecedores pela forma como confiaram em nós.

Ao accionista pela colaboração e interesse no acompanhamento dos projectos e situações mais relevantes que lhe foram apresentadas.

Aos bancos pelo interesse que puseram na resolução das questões financeiras que lhes apresentamos.

Ao Fiscal Único pela forma colaborante e esclarecedora como desempenhou as suas funções.

O Conselho de Administração manifesta o seu especial apreço pelo esforço de todos os colaboradores na obtenção dos resultados do exercício, evidenciando aqueles que estão em comissão de serviço na Dakarnave, Senegal.

Agradece especialmente à Dakarnave pela preferência que nos tem dado nas suas aquisições num mercado que é concorrencial, e que por nós está sujeita ao regime de transparência fiscal.

2.3- Proposta de Aplicação de Resultados

Tendo-se em conta o Resultado Liquido apresentado, o Conselho de Administração considera justificar-se conceder uma gratificação de balanço aos seus colaboradores.

Desta forma o Conselho de Administração propõe aos senhores accionistas que:

1- Seja ratificada a decisão do Conselho de atribuir uma gratificação de balanço à generalidade dos colaboradores da empresa, no montante de cinquenta mil Euros, já incluída nos resultados líquidos do exercício e que,

2- Os resultados líquidos do exercício, no valor de Euros: 663 673.80 (seiscentos e sessenta e três mil seiscentos e setenta e três euros e oitenta cêntimos), tenham a seguinte aplicação:

- Distribuição Dividendos Euros: 500 000,00 € - Resultados Transitados: Euros: 163 673,80 €

13

(14)

10

O Conselho de Administração

____________________________________

Dr. Nelson Nunes Rodrigues Presidente

______________________________________

Engº. José António Leite Mendes Rodrigues Administrador

______________________________________

Dr. João Rui Carvalho dos Santos Administrador

______________________________________

Engº. Manuel Serpa Leitão Administrador

14

(15)

3. BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL

DOS RESULTADOS

(16)

12 PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2019

2019 2018

A C T I V O ACTIVO NÃO CORRENTE

Activos fixos tangíveis 8 14.675,08 5.806,06

Outros Investimentos Financeiros 9.2 9.848,00 6.824,20

Participações financeiras-Equivalência patrimonial 9.1 6.529.361,19 6.817.738,65 6.553.884,27 6.830.368,91 ACTIVO CORRENTE

Clientes 16.1 608.502,02 378.423,74

Estado e outros entes públicos 18.1 241.791,90 268.443,89

Outros créditos a receber 16.2 11.588,71 317.799,87

Diferimentos 18.2 32.261,55 70.412,39

Caixa e depósitos bancários 4 12.078.005,73 12.871.518,82

12.972.149,91 13.906.598,71

TOTAL DO ACTIVO 19.526.034,18 20.736.967,62

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO

Capital subscrito 16.5 2.750.000,00 2.750.000,00

Reservas legais 18.3 572.752,20 572.752,20

Ajustamentos/outras variaçoes no capital próprio 18.3 906.635,43 925.008,69

Resultados transitados 18.3 14.300.701,19 14.072.729,61

18.530.088,82 18.320.490,50

Resultado líquido do período 18.3 663.673,80 1.727.971,58

19.193.762,62 20.048.462,08 Interesses minoritários

TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO 19.193.762,62 20.048.462,08

PASSIVO CORRENTE

Fornecedores 16.3 74.823,93 254.056,98

Estado e outros entes públicos 18.1 144.892,36 279.781,91

Outras dividas a pagar 16.4 112.555,27 154.666,65

Diferimentos 0,00 0,00

TOTAL DO PASSIVO 332.271,56 688.505,54

TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E DO PASSIVO 19.526.034,18 20.736.967,62

ANOS

Valores em Euros

RUBRICAS NOTAS

BALANÇO

(17)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

12 PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2019

2019 2018

A C T I V O ACTIVO NÃO CORRENTE

Activos fixos tangíveis 8 14.675,08 5.806,06

Outros Investimentos Financeiros 9.2 9.848,00 6.824,20

Participações financeiras-Equivalência patrimonial 9.1 6.529.361,19 6.817.738,65 6.553.884,27 6.830.368,91 ACTIVO CORRENTE

Clientes 16.1 608.502,02 378.423,74

Estado e outros entes públicos 18.1 241.791,90 268.443,89

Outros créditos a receber 16.2 11.588,71 317.799,87

Diferimentos 18.2 32.261,55 70.412,39

Caixa e depósitos bancários 4 12.078.005,73 12.871.518,82

12.972.149,91 13.906.598,71

TOTAL DO ACTIVO 19.526.034,18 20.736.967,62

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO

Capital subscrito 16.5 2.750.000,00 2.750.000,00

Reservas legais 18.3 572.752,20 572.752,20

Ajustamentos/outras variaçoes no capital próprio 18.3 906.635,43 925.008,69

Resultados transitados 18.3 14.300.701,19 14.072.729,61

18.530.088,82 18.320.490,50

Resultado líquido do período 18.3 663.673,80 1.727.971,58

19.193.762,62 20.048.462,08 Interesses minoritários

TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO 19.193.762,62 20.048.462,08

PASSIVO CORRENTE

Fornecedores 16.3 74.823,93 254.056,98

Estado e outros entes públicos 18.1 144.892,36 279.781,91

Outras dividas a pagar 16.4 112.555,27 154.666,65

Diferimentos 0,00 0,00

TOTAL DO PASSIVO 332.271,56 688.505,54

TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E DO PASSIVO 19.526.034,18 20.736.967,62

ANOS

Valores em Euros

RUBRICAS NOTAS

BALANÇO

17

(18)

13 PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2019

2019 2018

VENDAS E SERVIÇOS PRESTADOS 12 3.070.751,73 3.946.473,42

GANHOS/PERDAS IMPUTADOS DE SUBSIDIÁRIAS E ASSOCIADAS 18.8 341.995,80 951.511,03 CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS 11 -1.107.283,39 -1.407.624,44

FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS 18.4 -485.958,99 -490.313,90

GASTOS COM O PESSOAL 17 -1.034.607,05 -1.036.291,60

OUTROS RENDIMENTOS 18.5 24.150,02 23.518,56

OUTROS GASTOS 18.6 -28.547,18 -13.047,31

Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos 780.500,94 1.974.225,76

GASTOS/REVERSÕES DE DEPRECIAÇÃO E DE AMORTIZAÇÃO 18.7 -7.451,38 -3.004,03

Resultado antes de impostos 773.049,56 1.971.221,73

IMPOSTO SOBRE OS RENDIMENTOS DO PERÍODO 15 -109.375,76 -243.250,15

Resultado Líquido do período 663.673,80 1.727.971,58

Resultado das actividades descontinuadas (líquido de impostos) incluído no resultado líquido do período

Resultado por acção básico 1,21 3,14

ANOS

DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZA

Valores em Euros

RENDIMENTOS E GASTOS NOTAS

18

(19)

4. DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO E DEMONSTRAÇÃO

INDIVIDUAL DE FLUXOS DE CAIXA

(20)

15

PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2019

DESCRIÇÃO CAPITAL RESERVAS RESULTADOS AJUSTAM./OUT. VAR. RESULTADO

SUBSCRITO LEGAIS TRANSITADOS NO CAPITAL PROPRIO LÍQUIDO TOTAL POSIÇÃO EM 01/01/2018 2.750.000,00 572.752,20 13.924.337,63 925.008,63 2.148.391,98 20.320.490,44

ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO 1.727.971,58 1.727.971,58

OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL PRÓPRIO

DISTRIBUIÇÕES -2.000.000,00 -2.000.000,00

OUTRAS OPERAÇÕES 148.391,98 0,06 -148.391,98 0,06

0,00 0,00 148.391,98 0,06 -420.420,40 -272.028,36

POSIÇÃO NO FIM DO EXERCÍCIO-2018 2.750.000,00 572.752,20 14.072.729,61 925.008,69 1.727.971,58 20.048.462,08

DESCRIÇÃO CAPITAL RESERVAS RESULTADOS AJUSTAM./OUT. VAR. RESULTADO

SUBSCRITO LEGAIS TRANSITADOS NO CAPITAL PROPRIO LÍQUIDO TOTAL POSIÇÃO EM 01/01/2019 2.750.000,00 572.752,20 14.072.729,61 925.008,69 1.727.971,58 20.048.462,08

ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO 663.673,80 663.673,80

OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL PRÓPRIO

DISTRIBUIÇÕES -1.500.000,00 -1.500.000,00

OUTRAS OPERAÇÕES 227.971,58 -18.373,26 -227.971,58 -18.373,26

0,00 0,00 227.971,58 -18.373,26 -1.064.297,78 -854.699,46 POSIÇÃO NO FIM DO EXERCÍCIO-2019 2.750.000,00 572.752,20 14.300.701,19 906.635,43 663.673,80 19.193.762,62

CAPITAL PRÓPRIO ATRIBUIDO AOS DETENTORES DO CAPITAL DA EMPRESA-MÃE

CAPITAL PRÓPRIO ATRIBUIDO AOS DETENTORES DO CAPITAL DA EMPRESA-MÃE

DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES DO CAPITAL PRÓPRIO

Valores em Euros

(21)

LISNAVE INTERNACIONAL

– Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

15

PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2019

DESCRIÇÃO CAPITAL RESERVAS RESULTADOS AJUSTAM./OUT. VAR. RESULTADO

SUBSCRITO LEGAIS TRANSITADOS NO CAPITAL PROPRIO LÍQUIDO TOTAL POSIÇÃO EM 01/01/2018 2.750.000,00 572.752,20 13.924.337,63 925.008,63 2.148.391,98 20.320.490,44

ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO 1.727.971,58 1.727.971,58

OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL PRÓPRIO

DISTRIBUIÇÕES -2.000.000,00 -2.000.000,00

OUTRAS OPERAÇÕES 148.391,98 0,06 -148.391,98 0,06

0,00 0,00 148.391,98 0,06 -420.420,40 -272.028,36

POSIÇÃO NO FIM DO EXERCÍCIO-2018 2.750.000,00 572.752,20 14.072.729,61 925.008,69 1.727.971,58 20.048.462,08

DESCRIÇÃO CAPITAL RESERVAS RESULTADOS AJUSTAM./OUT. VAR. RESULTADO

SUBSCRITO LEGAIS TRANSITADOS NO CAPITAL PROPRIO LÍQUIDO TOTAL POSIÇÃO EM 01/01/2019 2.750.000,00 572.752,20 14.072.729,61 925.008,69 1.727.971,58 20.048.462,08

ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO 663.673,80 663.673,80

OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL PRÓPRIO

DISTRIBUIÇÕES -1.500.000,00 -1.500.000,00

OUTRAS OPERAÇÕES 227.971,58 -18.373,26 -227.971,58 -18.373,26

0,00 0,00 227.971,58 -18.373,26 -1.064.297,78 -854.699,46 POSIÇÃO NO FIM DO EXERCÍCIO-2019 2.750.000,00 572.752,20 14.300.701,19 906.635,43 663.673,80 19.193.762,62

CAPITAL PRÓPRIO ATRIBUIDO AOS DETENTORES DO CAPITAL DA EMPRESA-MÃE

CAPITAL PRÓPRIO ATRIBUIDO AOS DETENTORES DO CAPITAL DA EMPRESA-MÃE

DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES DO CAPITAL PRÓPRIO

Valores em Euros

21

(22)

16

PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2019

2019 2018

FLUXO DE CAIXA DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS

RECEBIMENTO DE CLIENTES 2.848.718,53 3.727.430,14

PAGAMENTO A FORNECEDORES -1.815.004,99 -1.859.696,17

PAGAMENTO A PESSOAL -1.059.521,97 -967.225,68

CAIXA GERADA PELAS OPERAÇÕES -25.808,43 900.508,29

PAGAMENTO/RECEBIMENTO DO IMPOSTO SOBRE RENDIMENTO -209.969,88 -440.513,09

OUTROS RECEBIMENTOS/PAGAMENTOS DA ACTIV. OPERACIONAL 27.863,25 36.600,97

FLUXO DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS (1) -207.915,06 496.596,17 FLUXO DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO

RECEBIMENTOS RESPEITANTES A:

ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS

JUROS E RENDIMENTOS SIMILARES 15.263,27 19.670,00

DIVIDENDOS 918.000,00 637.500,00

PAGAMENTOS RESPEITANTES A:

ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS -16.452,97 -14.408,20

FLUXO DAS ACTIVIDADES DE INVESTIMENTOS (2) 916.810,30 642.761,80 FLUXO DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO

PAGAMENTOS RESPEITANTES A:

JUROS E GASTOS SIMILARES -2.408,33 -3.409,75

DIVIDENDOS -1.500.000,00 -2.000.000,00

FLUXO DAS ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO (3) -1.502.408,33 -2.003.409,75

VARIAÇÃO DE CAIXA E SEUS EQUIVALENTES -793.513,09 -864.051,78

(4) = ((1) + (2) + (3)

EFEITO DAS DIFERENÇAS DE CAMBIO 0,00 0,00

CAIXA E SEUS EQUIVALENTES NO INÍCIO DO PERÍODO 12.871.518,82 13.735.570,60

CAIXA E SEUS EQUIVALENTES NO FIM DO PERÍODO 12.078.005,73 12.871.518,82

-793.513,09 -864.051,78 PERÍODO

DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DE FLUXOS DE CAIXA

Valores em Euros

22

(23)

5. ANEXO AO BALANÇO

E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

(24)

18

ANEXO

(Quantias estão expressas em Euros

excepto quando expressamente indicado de outra forma)

1. Identificação da Empresa

A Empresa foi constituída por escritura pública lavrada em 09 de Julho de 1993 com a designação comercial de LISNAVE INTERNACIONAL-ENGENHARIA, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO, S.A.

A empresa está registada na Conservatória do Registo Comercial de ALMADA sob o Nº 503 022 020.

O seu objecto social principal é a prestação de serviços de engenharia, concepção, planificação, gestão e projecto de todo o tipo de empreendimentos, o exercício de representações comerciais, importação e exportação, para além do desenvolvimento e transacção de processos tecnológicos e de métodos de estudo económico, incluindo a promoção da respectiva utilização.

Tem a sua sede social na Rua da Bela Vista, 110-5º B Monte de Caparica – 2825-165 CAPARICA Almada.

O capital da Empresa é detido a 100% pela Navalset-Serviços Industriais e Navais, S.A., que é a Empresa Mãe.

Sita na Rua da Bela Vista, 110-5ºA Monte da Caparica 2825-165 CAPARICA.

2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009 de 13 de Julho, foi revogado o Plano Oficial de Contabilidade (POC) e as Directrizes Contabilísticas com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2010. Assim, após essa data a empresa passou a fazer o relato contabilístico das suas contas de acordo com as Normas de Contabilidade e Relato Financeiro (NCRF) que fazem parte integrante do SNC.

cumprindo o estipulado na Portaria 220/2015, na apresentação das declarações financeiras.

Com a entrada em vigor a 01 de Janeiro de 2016 do Decreto-Lei 98/2015, sendo a empresa pertencente ao “Grupo Lisnave”

optou pelo regime geral na divulgação das demonstrações financeiras, sendo considerada como grande empresa.

3. Principais políticas contabilísticas

3.1 Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras

Na preparação das demonstrações financeiras a que se referem as presentes notas, a empresa adoptou:

• As Bases de Preparação das Demonstrações financeiras constantes do anexo ao Decreto-Lei nº 158/2009, de 13 de Julho, que instituiu o SNC, cumprindo o estipulado na Portaria 220/2015;

• As NCRF em vigor na presente data.

• Assim, as demonstrações financeiras foram preparadas tendo em conta as bases da continuidade, do regime do acréscimo, da consistência de apresentação, da materialidade e agregação, da não compensação e da informação comparativa.

Tendo por base o disposto nas NCRF, as políticas contabilísticas adoptadas pela empresa foram as seguintes:

(a) Activos Fixos Tangíveis

Os Activos Fixos Tangíveis referem-se a bens utilizados na produção, na prestação de serviços ou no uso administrativo.

Com excepção dos Terrenos que não são amortizáveis, os Activos Fixos Tangíveis são amortizados durante o período de vida económica esperada e avaliados quanto à imparidade sempre que existe uma indicação de que o activo pode estar em imparidade. As amortizações são calculadas numa base duodecimal, a partir do momento em que os bens estão disponíveis para a utilização para a finalidade pretendida, utilizando os seguintes métodos:

(25)

LISNAVE INTERNACIONAL

Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A .

18

ANEXO

(Quantias estão expressas em Euros

excepto quando expressamente indicado de outra forma)

1. Identificação da Empresa

A Empresa foi constituída por escritura pública lavrada em 09 de Julho de 1993 com a designação comercial de LISNAVE INTERNACIONAL-ENGENHARIA, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO, S.A.

A empresa está registada na Conservatória do Registo Comercial de ALMADA sob o Nº 503 022 020.

O seu objecto social principal é a prestação de serviços de engenharia, concepção, planificação, gestão e projecto de todo o tipo de empreendimentos, o exercício de representações comerciais, importação e exportação, para além do desenvolvimento e transacção de processos tecnológicos e de métodos de estudo económico, incluindo a promoção da respectiva utilização.

Tem a sua sede social na Rua da Bela Vista, 110-5º B Monte de Caparica – 2825-165 CAPARICA Almada.

O capital da Empresa é detido a 100% pela Navalset-Serviços Industriais e Navais, S.A., que é a Empresa Mãe.

Sita na Rua da Bela Vista, 110-5ºA Monte da Caparica 2825-165 CAPARICA.

2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009 de 13 de Julho, foi revogado o Plano Oficial de Contabilidade (POC) e as Directrizes Contabilísticas com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2010. Assim, após essa data a empresa passou a fazer o relato contabilístico das suas contas de acordo com as Normas de Contabilidade e Relato Financeiro (NCRF) que fazem parte integrante do SNC.

cumprindo o estipulado na Portaria 220/2015, na apresentação das declarações financeiras.

Com a entrada em vigor a 01 de Janeiro de 2016 do Decreto-Lei 98/2015, sendo a empresa pertencente ao “Grupo Lisnave”

optou pelo regime geral na divulgação das demonstrações financeiras, sendo considerada como grande empresa.

3. Principais políticas contabilísticas

3.1 Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras

Na preparação das demonstrações financeiras a que se referem as presentes notas, a empresa adoptou:

• As Bases de Preparação das Demonstrações financeiras constantes do anexo ao Decreto-Lei nº 158/2009, de 13 de Julho, que instituiu o SNC, cumprindo o estipulado na Portaria 220/2015;

• As NCRF em vigor na presente data.

• Assim, as demonstrações financeiras foram preparadas tendo em conta as bases da continuidade, do regime do acréscimo, da consistência de apresentação, da materialidade e agregação, da não compensação e da informação comparativa.

Tendo por base o disposto nas NCRF, as políticas contabilísticas adoptadas pela empresa foram as seguintes:

(a) Activos Fixos Tangíveis

Os Activos Fixos Tangíveis referem-se a bens utilizados na produção, na prestação de serviços ou no uso administrativo.

Com excepção dos Terrenos que não são amortizáveis, os Activos Fixos Tangíveis são amortizados durante o período de vida económica esperada e avaliados quanto à imparidade sempre que existe uma indicação de que o activo pode estar em imparidade. As amortizações são calculadas numa base duodecimal, a partir do momento em que os bens estão disponíveis para a utilização para a finalidade pretendida, utilizando os seguintes métodos:

25

(26)

19 As taxas de amortização estão definidas tendo em vista amortizar totalmente os bens até fim da sua vida útil esperada e são as seguintes:

2019 2018

Edifícios e outras construções

Equipamento Básico 5.00%-12,5% 5,00%-12,5%

Equipamento de Transporte 25,00% 25,00%

Equipamento Administrativo 6,25% - 33,33% 6,25% -33,33%

Outros Activos Tangíveis

Considera-se que o valor residual é nulo pelo que o valor depreciável sobre o qual incidem as amortizações é coincidente com o custo.

Os métodos de amortização, a vida útil estimada e o valor residual são revistos no final de cada ano e os efeitos das alterações são tratados como alterações de estimativas i.e. o efeito das alterações é tratado de forma prospectiva.

O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos / Reversões de Depreciação e Amortização.

Os custos de manutenção e reparação correntes são reconhecidos como gastos no período em que ocorrem.

Qualquer ganho ou perda resultante do desreconhecimento de um activo tangível (calculado como a diferença entre o valor de venda menos custos da venda e o valor contabilístico) é incluído no resultado do exercício no ano em que o activo é desreconhecido.

Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente amortizados quando se encontram disponíveis para uso.

Imparidade

A Empresa avalia se existe qualquer indicação de que um activo possa estar com imparidade no final do ano. Se existir qualquer indicação, a Empresa estima a quantia recuperável do activo (que é a mais alta entre o justo valor do activo ou de uma unidade geradora de caixa menos os custos de vender e o seu valor de uso) e reconhecem nos resultados do exercício a imparidade sempre que a quantia recuperável for inferior ao valor contabilístico.

Ao avaliar se existe indicação de imparidade são tidas em conta as seguintes situações:

• Durante o período, o valor de mercado de um activo diminuiu significativamente mais do que seria esperado como resultado da passagem do tempo ou do uso normal;

• Ocorreram, durante o período, ou irão ocorrer no futuro próximo, alterações significativas com um efeito adverso na Empresa, relativas ao ambiente tecnológico, de mercado, económico ou legal em que a Empresa opera ou no mercado ao qual o activo está dedicado;

• As taxas de juro de mercado ou outras taxas de mercado de retorno de investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afectarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor de uso de um activo e diminuirão materialmente a quantia recuperável do activo;

• A quantia escriturada dos activos líquidos da entidade é superior à sua capitalização de mercado;

• Está disponível evidência de obsolescência ou dano físico de um activo;

• Alterações significativas com um efeito adverso na entidade ocorreram durante o período, ou espera -se que ocorram num futuro próximo, até ao ponto em que, ou na forma em que, um activo seja usado ou se espera que seja usado. Estas alterações incluem um activo que se tornou ocioso, planos para descontinuar ou reestruturar a unidade operacional a que o activo pertence, planos para alienar um activo antes da data anteriormente esperada;

20

• Existe evidência nos relatórios internos que indica que o desempenho económico de um activo é, ou será, pior do que o esperado.

Independentemente de haver indicações de estarem em imparidade, os bens que ainda não estão disponíveis para uso são testados anualmente.

As reversões de imparidade são reconhecidas em resultados e são efectuadas apenas até ao limite que resultaria se o bem nunca tivesse sido sujeito a imparidade.

(b) Activos e Passivos por Impostos Diferidos e Imposto sobre o Rendimento do Período

(b.1) Activos e Passivos por Impostos Diferidos

Os Activos e Passivos por Impostos Diferidos resultam do apuramento de diferenças temporárias entre a base contabilística e a base fiscal dos activos e passivos da Empresa.

Os Activos por Impostos Diferidos reflectem:

• As diferenças temporárias dedutíveis até ao ponto em que é provável a existência de lucros tributáveis futuros relativamente ao qual a diferença dedutível pode ser usada;

• Perdas fiscais não usadas e créditos fiscais não usados até ao ponto em que seja provável que lucros tributáveis futuros estejam disponíveis contra os quais possam ser usados.

Diferenças temporárias dedutíveis são diferenças temporárias das quais resultam quantias que são dedutíveis na determinação do lucro tributável/perda fiscal de períodos futuros quando a quantia escriturada do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada.

Os Passivos por Impostos Diferidos reflectem diferenças temporárias tributáveis.

As Diferenças temporárias tributáveis são diferenças temporárias das quais resultam quantias tributáveis na determinação do lucro tributável/perda fiscal de períodos futuros quando a quantia escriturada do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada.

Não são reconhecidos impostos diferidos relativos às diferenças temporárias associadas aos investimentos em sucursais e associadas e interesses em empreendimentos conjuntos por se considerar que se encontram, satisfeitas, simultaneamente, as seguintes condições:

• A Empresa seja capaz de controlar a tempestividade da reversão da diferença temporária; e

• Seja provável que a diferença temporária não se reverterá no futuro previsível.

A mensuração dos Activos e Passivos por Impostos Diferidos:

• É efectuada de acordo com as taxas que se espera que sejam de aplicar no período em que o activo for realizado ou o passivo liquidado, com base nas taxas fiscais aprovadas à data de balanço e

• Reflecte as consequências fiscais que se seguem da forma como a Empresa espera, à data do balanço, recuperar ou liquidar a quantia escriturada dos seus activos e passivos.

(b.2) Imposto sobre o Rendimento

O Imposto sobre o Rendimento do Período engloba os impostos correntes e diferidos do exercício.

26

(27)

LISNAVE INTERNACIONAL

Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A.

19 As taxas de amortização estão definidas tendo em vista amortizar totalmente os bens até fim da sua vida útil esperada e são as seguintes:

2019 2018

Edifícios e outras construções

Equipamento Básico 5.00%-12,5% 5,00%-12,5%

Equipamento de Transporte 25,00% 25,00%

Equipamento Administrativo 6,25% - 33,33% 6,25% -33,33%

Outros Activos Tangíveis

Considera-se que o valor residual é nulo pelo que o valor depreciável sobre o qual incidem as amortizações é coincidente com o custo.

Os métodos de amortização, a vida útil estimada e o valor residual são revistos no final de cada ano e os efeitos das alterações são tratados como alterações de estimativas i.e. o efeito das alterações é tratado de forma prospectiva.

O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica Gastos / Reversões de Depreciação e Amortização.

Os custos de manutenção e reparação correntes são reconhecidos como gastos no período em que ocorrem.

Qualquer ganho ou perda resultante do desreconhecimento de um activo tangível (calculado como a diferença entre o valor de venda menos custos da venda e o valor contabilístico) é incluído no resultado do exercício no ano em que o activo é desreconhecido.

Os Activos Fixos Tangíveis em Curso dizem respeito a bens que ainda se encontram em fase de construção ou desenvolvimento e estão mensurados ao custo de aquisição sendo somente amortizados quando se encontram disponíveis para uso.

Imparidade

A Empresa avalia se existe qualquer indicação de que um activo possa estar com imparidade no final do ano. Se existir qualquer indicação, a Empresa estima a quantia recuperável do activo (que é a mais alta entre o justo valor do activo ou de uma unidade geradora de caixa menos os custos de vender e o seu valor de uso) e reconhecem nos resultados do exercício a imparidade sempre que a quantia recuperável for inferior ao valor contabilístico.

Ao avaliar se existe indicação de imparidade são tidas em conta as seguintes situações:

• Durante o período, o valor de mercado de um activo diminuiu significativamente mais do que seria esperado como resultado da passagem do tempo ou do uso normal;

• Ocorreram, durante o período, ou irão ocorrer no futuro próximo, alterações significativas com um efeito adverso na Empresa, relativas ao ambiente tecnológico, de mercado, económico ou legal em que a Empresa opera ou no mercado ao qual o activo está dedicado;

• As taxas de juro de mercado ou outras taxas de mercado de retorno de investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afectarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor de uso de um activo e diminuirão materialmente a quantia recuperável do activo;

• A quantia escriturada dos activos líquidos da entidade é superior à sua capitalização de mercado;

• Está disponível evidência de obsolescência ou dano físico de um activo;

• Alterações significativas com um efeito adverso na entidade ocorreram durante o período, ou espera -se que ocorram num futuro próximo, até ao ponto em que, ou na forma em que, um activo seja usado ou se espera que seja usado. Estas alterações incluem um activo que se tornou ocioso, planos para descontinuar ou reestruturar a unidade operacional a que o activo pertence, planos para alienar um activo antes da data anteriormente esperada;

LISNAVE INTERNACIONAL

Engenharia, Gestão e Desenvolvimento, S.A .

20

• Existe evidência nos relatórios internos que indica que o desempenho económico de um activo é, ou será, pior do que o esperado.

Independentemente de haver indicações de estarem em imparidade, os bens que ainda não estão disponíveis para uso são testados anualmente.

As reversões de imparidade são reconhecidas em resultados e são efectuadas apenas até ao limite que resultaria se o bem nunca tivesse sido sujeito a imparidade.

(b) Activos e Passivos por Impostos Diferidos e Imposto sobre o Rendimento do Período

(b.1) Activos e Passivos por Impostos Diferidos

Os Activos e Passivos por Impostos Diferidos resultam do apuramento de diferenças temporárias entre a base contabilística e a base fiscal dos activos e passivos da Empresa.

Os Activos por Impostos Diferidos reflectem:

• As diferenças temporárias dedutíveis até ao ponto em que é provável a existência de lucros tributáveis futuros relativamente ao qual a diferença dedutível pode ser usada;

• Perdas fiscais não usadas e créditos fiscais não usados até ao ponto em que seja provável que lucros tributáveis futuros estejam disponíveis contra os quais possam ser usados.

Diferenças temporárias dedutíveis são diferenças temporárias das quais resultam quantias que são dedutíveis na determinação do lucro tributável/perda fiscal de períodos futuros quando a quantia escriturada do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada.

Os Passivos por Impostos Diferidos reflectem diferenças temporárias tributáveis.

As Diferenças temporárias tributáveis são diferenças temporárias das quais resultam quantias tributáveis na determinação do lucro tributável/perda fiscal de períodos futuros quando a quantia escriturada do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada.

Não são reconhecidos impostos diferidos relativos às diferenças temporárias associadas aos investimentos em sucursais e associadas e interesses em empreendimentos conjuntos por se considerar que se encontram, satisfeitas, simultaneamente, as seguintes condições:

• A Empresa seja capaz de controlar a tempestividade da reversão da diferença temporária; e

• Seja provável que a diferença temporária não se reverterá no futuro previsível.

A mensuração dos Activos e Passivos por Impostos Diferidos:

• É efectuada de acordo com as taxas que se espera que sejam de aplicar no período em que o activo for realizado ou o passivo liquidado, com base nas taxas fiscais aprovadas à data de balanço e

• Reflecte as consequências fiscais que se seguem da forma como a Empresa espera, à data do balanço, recuperar ou liquidar a quantia escriturada dos seus activos e passivos.

(b.2) Imposto sobre o Rendimento

O Imposto sobre o Rendimento do Período engloba os impostos correntes e diferidos do exercício.

27

(28)

21 O Imposto Corrente é determinado com base no resultado contabilístico ajustado de acordo com a legislação fiscal em vigor a que está sujeita cada uma das empresas englobadas na consolidação.

A Empresa é tributada em sede de Imposto sobre o Rendimento à taxa de 21%, acrescida da Derrama até à taxa máxima de 1,5%

sobre o Lucro Tributável, e da taxa de Derrama Estadual, de onde resulta uma taxa agregada máxima de 22,5%.

Nos termos da legislação em vigor, as correspondentes declarações fiscais estão sujeitas a revisão por parte das autoridades fiscais durante um período que varia entre 4 e 5 anos, o qual pode ser prolongado em determinadas circunstâncias, nomeadamente quando existem prejuízos fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações.

O Conselho de Administração, suportado nas posições dos seus consultores fiscais e tendo em conta as responsabilidades reconhecidas, entende que das eventuais revisões dessas declarações fiscais não resultarão correcções materiais nas demonstrações financeiras consolidadas.

(c) Inventários

Os inventários incluem as matérias-primas que estão valorizadas ao custo de aquisição ou valor realizável líquido, dos dois o mais baixo, sendo o método de custeio o custo médio.

O custo dos inventários inclui:

• Custos de compra (preço de compra, direitos de importação, impostos não recuperáveis, custos de transporte, manuseamento e outros directamente atribuíveis à compra, deduzidos de descontos comerciais, abatimentos e outros items semelhantes);

• Outros custos incorridos para colocar os inventários no seu local e condições pretendidos;

• Variações de justo valor, no caso de os inventários terem associados a si instrumentos derivados de cobertura (§37 b) da NCRF 27).

Sempre que o valor realizável líquido é inferior ao custo de aquisição ou de produção, procede-se à redução de valor dos inventários, mediante o reconhecimento de uma perda por imparidade, a qual é revertida quando deixam de existir os motivos que a originaram.

Para este efeito, o valor realizável líquido é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos necessários para efectuar a venda. As estimativas tomam em consideração as variações relacionadas com acontecimentos ocorridos após o final do período na medida em que tais acontecimentos confirmem condições existentes no fim do período.

(d) Activos Financeiros não incluídos nas alíneas acima

Os Activos Financeiros são reconhecidos quando a Empresa se constitui parte na respectiva relação contratual.

Os Activos financeiros não incluídos nas alíneas atrás e que não são valorizados ao justo valor estão valorizados ao custo ou ao custo amortizado líquido de perdas por imparidade, quando aplicável.

No final do ano a empresa avaliou a imparidade destes activos. Sempre que existia uma evidência objectiva de imparidade, a empresa reconheceu uma perda por imparidade na demonstração de resultados.

A evidência objectiva de que um activo financeiro ou um grupo de activos poderia estar em imparidade teve em conta dados observáveis que chamassem a atenção sobre os seguintes eventos de perda:

• Significativa dificuldade financeira do devedor;

22

• Quebra contratual, tal como não pagamento ou incumprimento no pagamento do juro ou amortização da dívida;

• A Empresa, por razões económicas ou legais relacionados com a dificuldade financeira do devedor, oferece ao devedor concessões que de outro modo não consideraria;

• Tornar -se provável que o devedor irá entrar em falência ou qualquer outra reorganização financeira;

• Informação observável indicando que existe uma diminuição na mensuração da estimativa dos fluxos de caixa futuros de um grupo de activos financeiros desde o seu reconhecimento inicial.

Os activos financeiros individualmente significativos foram avaliados individualmente para efeitos de imparidade. Os restantes foram avaliados com base em similares características de risco de crédito.

A imparidade apurada nos termos atrás referidos não difere daquela que é apurada com critérios e para efeitos fiscais.

Seguem-se algumas especificidades relativas a cada um dos tipos de Activos Financeiros.

(d.1) Clientes

As contas a receber de Clientes são mensuradas, aquando do reconhecimento inicial, de acordo com os critérios de mensuração de Vendas e Prestações de Serviços descritos na alínea k) sendo subsequentemente mensuradas ao custo menos imparidade.

A imparidade é determinada com base nos critérios definidos na alínea d).

(d.2) Outros Créditos a Receber

Os outros créditos a receber encontram-se valorizados da seguinte forma:

• Pessoal – ao custo menos imparidade;

• Devedores por acréscimos de rendimentos - ao custo menos imparidade;

• Outros devedores - ao custo menos imparidade.

• Adiantamentos a Fornecedores - ao custo menos imparidade

• Accionistas

A imparidade, em ambos os casos é determinada com base nos critérios definidos na alínea d).

(d.3) Caixa e Bancos

Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e Bancos correspondem aos valores de caixa e outros depósitos, vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com risco insignificante de alteração de valor.

Estes saldos estão mensurados ao custo.

Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de ‘‘Caixa e equivalentes de caixa’’ compreende, além da Caixa e Bancos, também, quando aplicável:

• Os descobertos bancários incluídos na rubrica de Financiamentos Obtidos do Balanço; e

• Os saldos de Caixa e equivalentes de caixa incluídos na rubrica de Activos Não Correntes Detidos para Venda.

28

Referências

Documentos relacionados

Após o seu reconhecimento inicial, os activos financeiros ao justo valor com reconhecimento em resultados são valorizados ao justo valor, sendo as suas variações

Os activos financeiros disponíveis para venda são valorizados ao justo valor, sendo as variações reconhecidas em capital próprio até ao momento da anulação do reconhecimento, ou

Os activos financeiros disponíveis para venda são valorizados ao justo valor, sendo as variações reconhecidas em capital próprio até ao momento da anulação do reconhecimento,

milhões de conexões; em junho de 2009, 11,3% dos municípios brasileiros já possuíam a possibilidade da realização de acesso à banda larga através de algum tipo

As perdas por impairment com ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidas transferindo-se a diferença entre o custo de aquisição amortizado e o valor justo atual,

Não ia pra fora pra não se sujar Não tomava sopa pra não ensopar Não tomava banho pra não descolar Não falava nada pra não engasgar Não ficava em pé com medo de cair..

4 A existência de um “grupo” – ou até de um “movimento” – no âmbito da Poesia Experimental Portuguesa não é consensual, pelo que usamos aqui esse termo para sinalizar

Os activos financeiros disponíveis para venda são valorizados ao justo valor, sendo as variações reconhecidas em capitais próprios até ao momento da anulação do reconhecimento,