• Nenhum resultado encontrado

ATIROU-SE OU FOI JOGADA

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Share "ATIROU-SE OU FOI JOGADA"

Copied!
12
0
0

Texto

(1)

w

arfsryrmflr-rmp ** *, —__ »<¦ > *"w - — títt*t* « ^ ^ -, ¦„ -r,. .., ,yi*ir.Tr,. ., ^.r ^,^ • ~mffi

-..:¦)¦

¦letra

¦/¦/•w^v.' iwnüi' _r.A/w

A Câmara negaria licença para processar Tenório

^MWW«><<**»wy^^ .nn|, ^

— TEXTO NA M PAGINA

»l'>^<l>W*«*%*«|l**^**^^ti**»***^ti^**^*i^ti*^

Mistério na morte de MInervína

ATIROU-SE OU FOI JOGADA

DO 8.° ANDAR, EM COPACABANA

^JmT^V^a toWovmraaAvr Zacarias de Assunção - Esclarecimentos da se- cretária de Café Filho ás autoridades do 2.- D. P. sobre a vitima - (TEXTO NA PAGINA 11)

**d"^V*W1V'»'W*_#'___i|^_j't-_w m m m

"ANO

78 — BIO, QUARTA-FEffiA, 18DE NOVEMBRO DE 1953 -N. 285

i

DE NOTICIAS

Fundador: Ferreira de Araújo. Diretor: José Bogéa.

Il!e&l*v*l**v''**(*1^*^^

Com o revólver da amante alvejou o próprio peito

— TEXTO NA PAGINA 12 -

¦ÉttH*--

.v'j*x!^ü,eH ___¦___.''"'ffi':rj__________l _________Ri^ '•'¦•'^i!*^__________________b:'''í __Q__H__8rT.___________l _____________._____________r-4^___H ^^eScí-w •*•*•¦ ^^^^Hhm

llllilS

Mcula Augusta Vieira, a quase suicida

SE 0 POVO SOUBESSE

não comeria em restaurantes

*th,r Tarcitano, numa "pos.** especial pa» o, leltore, da GAZETA DE NOTICIAS, e com o vestido do b-úie da coroo^ào a^teon.em'r.alUod,

Esther aceita o desafio de Thais

'Miss

Objetiva de 1953 nào teme um con- fronto de plástica cem a candidata vencida

(TEXTO NA PAGINA 2)

VIUVA ALEMÃ procura um ma- rido brasileiro

Apareceu o primeiro candidato, o eletricista

Paulo Freire Sobral

(TEXTO NA 5.» PAG.I

PREÇO

GAZETA

DE NOTICIAS

C r $ 0,5 0

Não haverá mais greve na Canta- reira e na Frota

Carioca

IA INICIADOS. ONTEM A TAH-

•>¦-. OS PAGAMENTOS BELA- TIVOS ~>AUrtlOS AOS AUMENTOS DE E AOS ATRASADOS

•JEVIDOS AOS EMPRFGADOS

"--AU DUAS EMPRESAS 'THXTO N\ PAG'NA 2)

¦IIIIIIIIIIIH

_-_63__B§t*Í ** ->"*** !¦•"¦?•»

I ^| ___________________ _Bl____r:*i___l ______m^3^_fei_S_^______i_Wl __»•&____. M

"¦¦¦

ÍÍHfeAV**- íiíÇ*^: :*.»-|fl ____b->K-'

_&--^_cà_&*--'-«i. 4^_^kÍ*.<:*_____I

*^^*<^*s***s****^^^V+l***^t*^^*,

BOM DIA

VEREADOR

CASTRO MENEZES

Os moradores e proprietá- rios da rua Goiana, 93 no An- darni. puseram suas melhores esperanças na ação de V. S., que lhes prometcrn mandar Capinar os terrenos baldios do fim daquele logradouro, *a- pear um trecho do rio Joa-

(Conclui na t>á«*ina 2)

ilíifii

matou o irmão

0 assassino estava envol- vido no seqüestro de 3 jovens e não podia vêr

mulher

TEXTO NA S.« PAGINA

(TEXTO NA PAGINA 11)

GUNHEDEGRACfl

no Grande Concurso Mensal

Gazela ae Noticias

cs seguintes prêmios:

OFERTA MãfiMG

J.Isnard

& Cia. Ltda

Goríckf

O infeOi colhido pelo ônibus

Atirou-se à frente do ônibus

¦Tm prantos, dizia que sa mataria — E morreu nal úrceira tentativa — ivaio na v pagina -¦

jS| & Cia. Ltda MYfíTf',V^

^_^____^_-_3B^ "^^^no^^^

¦ £_; '^ JI

^m\-r.2y^^ ¦¦'-¦¦¦'j><y*Mmm

J 5

M ¦*»• ¦¦

K I

\\

Arno

C sorteio do Seri» P t~:à

raa -

l Treq^e SEIS CUPÔES po, < , T ** S,ri* P •*""•- um bilhete nomerodo , SSÍV " * ^^

i concorro ao no.se sen» de 19"- *"» «>™»e * «*-

¦ddOMl sorteie «nen.ol. ,Cr^,°

^^ Ccnc *¦*•**•

(/nííTttçôea na I0.a d ) d*

I?53, ** Ã"C:>,:*1"* ¦*-*•**"*

_____ de PiibHdtôi-cb t| -

sorteio deste concurso <? realizado

|x*la loteria Federal

' ¦:

te «_.« M-:•__.

(2)

wm

yw\ii?.

¦ - V .'

r: ....

1».

m

|||0 PRESIDENTE TRABALHAI |

O Presidente da República recebeu, ontem, no Palácio do Calele. para despacho» os ministros VI- cente Ráo, das Relações Exlerloroo 9 loão Cleolas.

da Agricultura: em conlerêncla. o Sr. Arizio de Viana, dirctor-geral do DASP; e, era audiência, di*

versos congressistas.

PRIORIDADE A 3 FERROVIAS PAHA ABAS- T E C1M E NTO DOS GRANDES

CENTROS O Presidente Gelúllo Vargas ccaba de aprovar exposição de mo- üves da Superintendência da Moe- àa e do Crédito justificando a prio- ridede para o reequlpamento de lerrcvias vitais para o abasteci- mento de qêneros alimentícios des grandes centros consumidores. Tra- ta-se da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, da Estrada de Ferro de Goiás e da Rede Viação Parcná-Santa Catarina.

* * *

DECRETO LANÇANDO

A CAMPANHA DE PROPAGAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO

Com o obietlTo de melhorar o ni- vel do ensino secundário em todo o país, o Presidente Getulio Var- gas assinou, ontem. Importante de- creto. instituindo a Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do En- sino Secundário.

O decreto assinado pelo Cheio (to Governo estabelece, nos deis primeiros dispositivos i

"Art. l.° — Fica instituída, na Diretoria do Ensino Secundário do Ministério da Sdueação e Cultura, O Campanha de Aperfeiçoamento e DiI-'-ã-) do Ensino Secundário (C A.D.ES).

Art 2.° — Caberá à Campanha promover, por todos os meios a seu alcance, as medidas necessárias à elevação do nível e à difusão do ensino secundário no país, tendo

*

AUMENTADO O LIMITE PARA COMPRA DE CASA PELOS INSTITUTOS

O Presidente Getulio Vargas sancionou decreto d o Congresso Nacional que altera o limite máxi- vio do valor do imóvel pa- ra financiamento de mo- radia dos associados de Institutos, Caixas de Apo- sentadoria e Pensões. Se- gundo estabelece o novo diploma legal aquele li- mite é elevado para 350 mil cruzeiros, o que virá facilitar a aquisição de casa própria pelos segura-*

dos das instituições dc previdência social.

Socorridos os flagelados das enchentes de Itaguaí

Indiferentes os lotéadores irmãos Martins com a sorte dos lavradores prejudicados

J\J\J\Tlfmf>fm~mmm^M*m~*^t~mm' * * * * * *A^^^ *t%m*\ ***+

per finalidade: a) tornar a educa- ção secundário mais ajustada aos interesses • possibilidades dos es- tudantes bem como às reais con- dições e necessidades do meio a que a escola serve, conferindo, assim, ae ensino secundário maior efcá- da e sentido sodal; b) possibilitar o maior némero de Jovens brasilei- res acesso à escola secundário."

* » X CREDENCIAIS DO LÍBANO

Realizou-se ontem, no Palácio do Catete, a cerimônia de entreua de credenciais do novo Ministro" do Líbano. Sr. Adb Nahas,

* *

NOVO DIRETOR DO INSTITUTO BENJAMÍN CONSTANT

O Presidente da República assinou decrelo nomeando, era comissão, diretor do Inrtiluto Reniamin Conslant. Henrique Beviláqua Frankel, em virtude da exoneração concedida a Ofélia Guimarães.

Se o povo soubesse, nâo comeria nos restaurantes

Imundície nas casas de pasto-Denunciam os "garçons"

ITAGUAI, (Do correspondente da GAZETA DE NOTICIAS) — Quando so dirigia a Mangara- tiba, o governador Amaral Poi- xoto, parou alguns minutos nes- ta cíílacc; visitando a Casa üc Caridade local, onde iniciou a distribuição de roupas aos flagc- lados das enchentes dos rios Ca- ç.ão e Mazomba, nos terrenos da Fazenda Arapucaia-Guassu, üc propriedade dos irmãos Martins.

O governador fluminense íoi u\- íonúácto pelo p: efeito Vicente C.çarlrio; das providencias que foram tomadas para proteger e auxiliar as 50 famílias, que f'ea- rai-i sem teoto e completam?.-'!- td desprovidas de recui-òos. A Legião Brasileira de Assistência representada peia fia. Elviru, Ciuffo Cicarino e \áiias senha- | rus c senhoritas da sociedade u- j táyáró em plena :.uv.dade.

Un ocasião da díitiibuiçfio de I r .upas o secretario de Saúde e Assistência informou ao prefeito Cicar'Íio que o goypmr estadual, no próximo exercicio; estará è'i'i'uí;)fedo com veroa paia a coiic- ufuçãó de um hj-;i,i'.ü à al-uta das necessidades do múnicii»tò.

sbi.dò quc em dezembro próximo, será iniciada a sui construção.

Cun pre notar o esfwço e a de- d:caifo do dr. Teici de Azevedo Py diretor do Porto de Saude .òcaí; que chamou i atenção das J at;-.ndades pa.a o crtado í.e abi'ivdoho em que se encontra a p-spi- ação no Cütof dc assisten- cia médica, por falta de mate- rial e local apropriado para in- ttii.-umentu e rçf.-mo para casos de cirurgia de emc.gtncla. O pí.vo desta :iJ>.le está conísr.- f.ndc o frieaa e dc .interesse dos lotéadores irmãos Martins [

no sentido dc cooperar com as lutoridade» inuhlcipais e esta- duais, nesta hora aflita para aqueles quo com es foiço enorme construíram seus modestos Ures.

BOM DIA, VEREADOR

CASTRO MENEZES

(Conclusão da Ia página)

na, e remover os montes de torra existentes, para a passagem dn veículos. Todos os moradores ficaram entusiasmados quando a turma da capina chegou á rua, e limpou tudo, de forma satisfa- tória. Sc naquela altura, hou- vesse eleição, V. S. teria mais duzentos ou trezentos votos so- puros. Mas depois da capina, na- da ninls aconteceu. A terra não foi retirada c há o silencio do abandono no local. Os moradores estão inquietos e receosos de quc mula mais seja feito naquela rua. Por tudo que nos contaram é quc vimos saber de V. S. se vão uer feitas as obras seguin- tes: remoção da terra dos bal- dios e capeamento de um trecho do rio Joana. Desejamos pedir a V. S. que não esqueça aquela coletividade, que esta com a maior simpatia por V. S. e dis- posta a lhe dar votação maciça na primeira oportunidade. Bom dia, vereador Castro Menezes.

O Sr. Manoel Silverio, pre- sideme do Sindicato dos Em.

pregades n0 Comércio Hotelei- ro, prestando, ontem, declara- çõès às autoridades do Minis- téno d0 Trabalho, sobre a si- tuação de higiene dos restau- rantes, barcs e cafés da ci- dade. afirmou que a mesma é das mais clamorosas possíveis, adiantando que os menores pre- ceilos tíe limpeza não são le- vados em conta.

Frisou, ainda, que se o pú- blico tivesse conhecimento di que realmente são as cozinhas e dependências internas desses estabelecimentos teria escrúpu- lo em fazer suas refeições e

PAGAMENTOS

wfTÜoOTq

O Tesouro Nacional efetuará, h"je, dia 18, o pagamento do fun- cional ismo puül co federal, refe- ienie ao 1° dia uill. deste mês, ou seja: Presldsncla da Republica, Poder Judiciário, Puder Legislati- Vo, .Supremo Tr bunal Federal. Ml- nlstcro da Fazenda e órgãos su- bordinados.

VJP

r sàmmj^m^mT^mrmmt^^^mmmrmmTmmt^mMmmm^mrmmr*mmm

i 9 fi 9 VA i n \

FIO"

UlretorSubstltuto JOSÉ BUSTAMANTE

Vice-Presidente PAULO PARISI

Reriator-Chefe MANUEL CAETANO

Secretário EUY DE SANTA CRUZ

Gerente

HUGO PODDA

Chefe de Publ cidade

Ludovjlo Nola Machado

Chefe do Departamento de Propaganda CRISTÓVÃO MALIIEIROS Diretoria

Gerencia Publicidade ...

Redator Chefe Esporte e Policia

•Jfioinn

lanches. Quanto à parte profis.

sional denunciou aa péssimas condições de trabalho nos esta- belecimentos que servem «ca- fezinho», onde os empregadas de diversas casas permanecem em locais encharcados, sem existir, em muitos casos, um estrado que os resguarde da umi- dade.

UNIÃO GEOGRÁFICA INTERNACIONAL

Às^ 17 horas de amanhã, cm sessão solene, a realizar-se no Palácio Itamnrati, instalar-se-ã a Comissão Nacional da União Oco- gráfica Internacional que, em 195G; fará realizar no Rio de Ja- neiro, a convite do Governa do Brasil o XVIil Congresso Inter- nacional de Geografia ao qui:]

deverão comparecer mais de dois mil geógrafos de todo o mundo.

CENTENÁRIO DO MARECHAL TAUMATURGO

13 4;:i„J 43 3305/

23 2-7*/

43-.100' / 43.784' íí 43-3r,?0» í O finlco cr>bmdor autorizad' '.

ê o Sr WILTON GALDINt DA ROCHA

O Jornal no se rpír>'.n*íih Um petas op ni.Vs emliidat em matérias assinadas.

¦

Várias e expressivas solenida- des assinalaram, ontem, o trans- curso do centenário de nasci- menlo do marechal Gregorio Taumaturgo de Aicvedo.

As 8 horas, de ontem, com a presença do ministro da Justi- ça, realizou-se uma romaria sc, túmulo do marechal, no cemiU:- rio de São João Batista, cori to- que de sentido e de silencio. Em seguida, o ministro Tancrcdo Neves depositou uma coroa dc flores sobre a sepultura do ma- rechal. As 10 horas, foi celjbra

da missa solene na igreja de Santa Cruz dos Militares As lõ horas, no Salão K.-brc do Xl-iri- mento de Cavalaria, da Policia Militar do -Distrito Federal, rea- lizou-se a solenidade tíe inaugu- ração do retrato.

Inicialmente, foi lido o Bole- Mm do Comando Gcrril aa Prli- cia Militar, alusivo co ato e as- s'£zdo pelo coronel João Ururai ds Magalhües.

Finda a leitura do Boletim, no qual foi feito nm ,-U?tórioo sobre a vida do Marechal, cora dados b:r gráficos, prin''''.* 11 tlinç."^

desempenhadas e .¦.tur/if» na Ti- 0.1 pública do pais. prOPPdeU-te í inauguraç&o di n 'rpto pela f»*hi mais velha 1o rr:.rcchal, dr Altalr Tauirm-.Tgo dc Souza

1' Carvalho.

MORREU

JORGE DE LIMA

As 11 horas 3 25 minutos de I

domi n g i, fa- I leceu Jorge de Lima, cuja saú- de já vinha de há muitos me- | ses, preocupan- 1 do os s.c us i amigos e ad- miradores. I

Submetido a.

Jorge de Lima várias opera-j ções sem qual- , quer êxito, seu estado se agra- vou ultimamente, acabando por não mais suportar os padeci- mentos.

Seu corpo, transportado para a Câmara Municipal, ali perma- neceu até o meio dia, quando foi levado para o Cemitério de São João Batista,

Figuras de todas as classes so- ciais, da política, do Legislativo, do Judiciário e da Administra- ção, prestaram ao extinto sig- nificativas homenagens.

Poeta, romancista, ensaísta, pintor, novelista, cientista, hls- toriador, médico e professor, Jorge de Lima era considerado, l sem favor, um dos mais positl-

vos valores de sua geração.

Parnasiano a principio, mo-1 dernista depois, o grande poeta ! de "Nega Fulô" viu o seu nome j projetado no cenário literário' internacional, uma vez que mui- I

t

tas de suas obras foram tradu- ! zidas e largamente comentadas, j Também fer política, tendo sido ' veraader e presidente da Cá- mara Municipal. Aliás, foi nessa ! casa do Legislativo Municipal I que recebeu as últimas homena- gens. No saguão, ao ser fecha- do o seu caixão, falaram, além de outros, o vereador Pascoal Carlos Magno, Io secretário da j Câmara, e um representante de '

Alagoas, Estado Natal do Uus- tre desaparecido.

Jorge de Lima deixa viúva a Sra. Adila Alves de Lima e dois filhos: Jorge Alves de Lima, en- genheiro ,e Sra. Terczinha Al- ves de Lima Torres, esposa do Sr. Alberto Torres

DIA DA BANDEIRA

Estão sendo preparadas as mais expressivas solenidades pú- blicas em homenagem ao Pavi- lhão Nacional, pelo Ministério da F/lucaçüíi e Cultura, atravís da Divisão de Educação Extra- Escolar a serem realizadas às 12 horas de amanhã, no páteo do Palácio da Educação.

As ditas comemorações a qv.e deverão comparecer alias auto- ridades, serão presididas r«io Ministro Antrm'n Balbioi. oue pronunciará o discurso nlusivo, por ocasião da cerimonia de .ve- mação de bandeiras usadas, per- tencentes aos colégios locais, ans quais, em troca, o Ministério da Educação ofertará novas.

GAZETA 4-Meira' U '« Nerembro 4e 1953

aCQQQHi Poliu»

JANGO VISITOU O CAIS DO PORTO

O ministro do Trabalho, visi- tou, ontem, a convite dos Sindi- entos de classe, a zona portuá- ria do Rio de Janeiro, desde o Pier, até o último armazém, em São Cristóvão.

Durante a sua permanência na- quclas dependências, o Sr. João Coulnrt se fez acompanhar do3 diretores dos Sindicatos dos Es- ti\ adores, dos Knsacadores de Sal e Cafc, dos Confercntcs, dos Tra- balhadores no Comércio Armaze- nador, dos Portuários, dos Esti- vr.dores de Minérios, dos Vigias Portuários, dos Carregadores c no Sr. Zenite Aguiar, Superin- tendente do Cais do Porto.

FOI COLHER

AS ESPIGAS E SAIU

"CHUMBADO"

Ontem à tarde, deu entrada no Hospital Getulio Vargas, o lavrador Jonas Antônio Tiinda- de, brasileiro, branco, sòltvrtrp, de 28 anos de idade, residente à rua da Matriz, sem número, cm Agostinho Porto, apresentando ferimentos nas costas, com per- furacões até o abdome, protiuzi- dos por carga de chumbo ae uma espingarda.

Ao ser medicada, a vitimn con- tou quc fora a Xcrêm, ao sitio de um tal Antoninho, a Iim de comprar espigas de milho verdo.

Lá, náo encontrou o prowlotA- rio da lavoura. Diante disso, penetrou na plant-.-ção c iniciou a colheta das espigas. De rc- pente, ouviu um tiro de ésplh- garda, sentlndo-?e fendu. Gôn- clulndo, Jonas Antônio dcclAtoü que presume tenha sido Antor.i- nho o autor dos disparos, toman- do-o, oor '«rto cjmc ladrin.

O lávradcr após ser medicado, ficou Internado naquele nosouV mio, tendo o ínvestlgaour, ali de serviço, comunicado n ocor- rencia às autoridades polviirs do Estado do Hio para os de- vidos fina.

Não haverá mais greve na Cantareira e na Frota Carioca

Apit os cntrndlmeatos man- t.do». ontem, pja manhã. en.

tre o Ministro José Amcrico c os d.retires da Cai.tarcira c da Frota Carioca, ficou ]»rati- camente lolucii n;.do dend* lo- ro o assunto da projetada jrre- vc dos marítimos dcquclas duas emprerar..

Saindo dessa reanISo. o titu- Ur (*» Viaçio foi ao Catete ona» pediu mn presidente Var- ca» ft mm€ml.mmj* ••lOrÍMtAa •-

rn quc o Ministro da Fazenda adiantasse aa Importâncias cor.

respondenlcj aos paKaiftonto.i

«le novembro e dezembra doj i.t mentos do salários e d03 atrasados devido* aos emprega- uos daijucias empresas.

Aliás, essa providencia fora Igualmente, antecipada pcl0 ti- tular do Trabalho.

Assim. foi. felizmente, afasta- do o perigo de irrrve na Ca»- uraura a aa VreU Carioca.

MMm^mmWmm^mmmmlmlm^mmm^mm^mmmmmmmmmMm^^^

O CONGRESSO '•:'•£&

ttft''.'?^^

CÂMARA

w %

wms ¦¦¦¦¦. í %

mm

Nereu Ramos

HOMENAGENS

A JORGE

DE

LIMA

&

A

primeira jij hora da sessão

| de ontem foi I consagrada ao cinqüentenário do Tratado de

?etrópolis. Fa- lou o deputado José Guiomard dos Santo s, 2 x a lt ando as figuras do Ma- rechal Tauma- turgo de Azo- vedo, de Placi- do de Castro e do Barão do Rio Branco; a seguir, o deputado Hugo Carneiro pediu à Mesa que mandasse à publicação, como se lido fora, um discurso que o ge- neral Lima de Figueiredo pre- tendia pronunciar sobre a data.

Por seu turno, o mesmo depu- tado homenageou a memória dns pioneiros que lutaram na defesa

do Território.

Iniciada a Ordem do Dia, o sr. Nereu Ramos designou os oradores para o expediente da sessão de hoje, quando será ho- menageada a memória do poeta e político Jorge de Lima Fo- ram designados os deputada Mendonça Júnior, Freitas Cavai- canti, Menottl Del Picchía e Os- valdo Orlco. Foram apresenta- dos vários requerimentos de ur- gencla apresentados pelos se- guintes deputados: Nestor Jost, Raul Pila, Dilermando Cruz, VI- eira Lins; Afonso Arinos e Ar- mando Falcáo em favor do pro- jeto que regula as vantagens aos militares da FEB; falaram ainda, sobre o projeto que altera os va- lores dos símbolos referentes ao pagamento de vencimentos tíe (CONCLUI NA PAG. 11)

SENADO

Álvaro Adoljo

A UNIVERSIDADE RURAL

DE MINAS

O

Senado

inseriu, nos Anais, uni voto de pesar pelo falecimento do Sr. Corrêa e Castro, ex-Mi- nistro da Fa- zcncla, ontem f a 1 c c i d o, ao aprovar um re- querimento que nesse sentido foi apresentado pelo senador Alfredo Neves.

Justificando a Iniciativa, o se- nador Alfredo Neves ocupou a tribuna para fazer o necrológio do ex-titular da pasta da Fa- zenda, descrevendo em largos traços a personalidade do ex- Ministro.

Solldarlzando-se com essa ho- menagem póstuma, falou, a se- guir, o senador Álvaro Adolfo, após o que o requerimento foi aprovado.

Seguiu-se na tribuna o sena- dor Joaquim Pires que assinalou a passagem, do centenário de nascimento do Marechal Gre- gorio Taumaturgo de Azevedo.

O orador seguinte foi o sena- dor Anísio Jobim, que falou so- bre a passagem do cinquentená- rio do Tratado de Petrópolls.

Na Ordem do Dia teve a dis- cussão encerrada e voltou ás comissões em virtude de emen- das, o projeto de lei que dispõe sobre o provimento de cargos da carreira de Detetive, do Quadro Permanente do Ministério da Justiça.

Em segunda discussão foi (CONCLUI NA PAG. 11)

:•¦•.¦¦•¦:¦:¦:»—————p— —————— •:•¦¦••¦;¦:¦:

/¦•-. ;;y'd-. ¦¦:¦¦¦

política federal

O CATETE

E OS GOVERNADORES PAULO DE OLIVEIRA

Evidentemente — mi falo lá reconhecido pela Imprensa oposlcloniaía m círculos políticos antl-gelulisla» — o Catete conseguiu superar a crise esboçada por alguns Governadores, te- (ativamente à abertura do debate, desde logo, em torno à sucessão presidencial. A célebre Getulio Vargas fórmula Etelvlno Lins surgiu como o estopim, o rastilho, que chegou, em determinado momento, a provocar, como observamos, opiniões iavoráveli. O Palácio das Águias, repentinamente, viu-se a braços com êsses sucessivos pro- nunciamentos, largamente explorados, em lom sensadonallsla, pelos Jornais e correntes adversas do Presidente da República,

Sustentamos, nestas colunas, aue o Catete dominaria a contra- vérsla e ficaria senhor do terreno, desde que os Srs. luscellno Kubtla- chelc, Lucas Careci e General Ernesto Dorneles, o segundo mudando, aliás, de pensamento, se definiram, abertamente, eentra a tese pw nambucana, considerando demasiadamente cedo para tratar-se do assunto. Restavam, porém, outros selores, principalmente, Pernambuco e Bahia, a Insistir naquele propósito, através do seus respectivos Chefes de Executivo.

Os encontros recentes do Sr. Getulio Vargas com os Governado- res do São Paulo, Minas, R. G. do Sul, Bahia, Paraná, Ceará, R. G. do Norte e Espírito Santo, inegavelmente, foram bastante proveitosos aquele desígnio, sabendo-se que poderosas forças ocultas plane*

lavam levar o país à coniusão. lançando a campo os Governadores, à sombra dum plano diabólico, ousado, contra o Catete, a fim de paralisar a ação do Executivo, agravando, assim, os delicadoi pro- blemas deste instante dramático.

Os Governadores foram suficientemente alertados quanto ao sl- nistro Intuito e, dessa forma, à exceção dos Srs. Régls Pacheco • Etelvlno Lins, Iodos os demais se declararam francamenie. partidários do ponto de vista de Vargas, para que. somente em melados de 195J, se Iniciem as demarches sucessórias. O Sr. Raul Barbosa, do Ceara, em declarações, ontem, à reportagem, situou, multo bem, o esquema sucessório:

Acho cedo demais para se tratar dessa assunto, mesmo por qua oa partidos que devem articular os movimentos po'íticos destinados a encaminhar a questão alada não a* reuniram para enlrentar o problema.

Acentuou, a seguir.

Entendo qua os ttmoa politicos talão na eslera doa partidos m. portanto, aguardarei o momento em que o PSD, o Mau partido, lulgue oportuno • convoque-me para tal fim.

Nettas condições, voltou tudo à «ataca tero. Feneceu, melanci- Hcamente, como prevíramoa, a rota pirotécnica da Ifcaula Elelvino Uni...

"Sp retomando

suas atividades, o Se- ü PSD do Distrito Fodoral rea- nador Mctart Lago. recém-che- Ilzará. hc)o, sua primeira Con- gado dos Estados Unidos, onde vowrão, Inclusive, para escolha ai fora integrando a representação a!gun3 de sous candidates ao brasileira ao Congresso Interpor- pleilo do 1954. para as Càraams lamentar Mundial, que so rounlu Municipal e Federal. am Washington.

* * *

DESMENTIDO foram para cumprimentá-lo

O Sonador Waldemar Pedrosa, numerosas delegações do socieda- pessedista dissidente, porguntodo des beneficentes, recreativas e cul- por nós, a propósito da notícia turals. alé.-n do amigos e admi- veiculada por um vespertino, do. ' . raderes do llurtro e eporeso ro-. . „ _ que seu nome seria lançado à su

eescao governamental do Ama- lonas. dlEse-noe. simplesmente:

— Não há nada a re«nello. E' boato sem fundamento. Alnda-núo cogitamos de nomes.

* * * MOZART

presontanto cailcca.

Disso-ncs o Sr. MoiotI Lago tjue vai prenunciar uma série do dis- cursos sobre o Conclave era que lemeu parte e cs serviços pú"

fcllcos norte-nmetlcanos m cana- Compareceu, oiitom. ac Sf<1htyo, denaes que tava ocasião ám vlatlf.

(3)

>f V *, •,,>.}*" 4- - •¦; '..--.<": ?5^v-'VrVT:*"V-- ,..,t^V(,.x;.

«í

Fundada

4"ãU*ê'ê('4fM >ãt ,87Sí

PARA

GIOCONDA

g-M**]^^

CONQUISTA DE MERCADOS

ESTAMOS

em uma época em que as condições de sobrevivência são muito diferentes das do passado recente. Hoje, as nações não podem mais se fixar cm normas rígidas de relações internacionais, pois estão sujeitas a sofrer prejuízos de vária natureza cotn a con- íinuidade de certos aspectos de uma mesma política.

Isso não significa que nos princípios básicos de política exterior se façam alterações, caso em que teríamos de mudar os nossos próprios destinos, o que não é possível e muito menos desejável. Entretanto, em alguns pontos devemos ter a coragem e a iniciativa de fazer modifica- ções, a menos que persistamos no erro ou em situação de prejuízo constante. O Brasil não está com sua pro- dução em nível de pretender conquistar mercados ou ampliar a penetração em outros. Entretanto, uma reor- ganização geral no seu ecquema de comércio exterior poderá dar ensejo a que possa penetrar cm outros mer- cados com vantagens m&is aoreciáveis, da mesma forma que poderá importar em melhores condições o que vem importando atualmente. Quando o Sr. João Alberto, depois rie sua longa viagem à Europa, advoga o reata- mento de nossas relações comerciais com várias nações européias, não faz mais que acentuar uma necessidade que precisa ser compreendida e que nsda tem com pro- blemas especificamente políticos. Podemos comprar e vender dos e aos mercados da "cortina de ferro", e con»

tinuarmos vigilantes de armas nas mãos para esmagar o bolcbevismo onde quer que se faça éle presente a nos ameaçar. Mas «uma coisa é comércio e outra política.

Assim entende o ministro João Alberto e por isso ( - fende uma nova política de expansão comercial do Bra- sil. talvez com isso objetivando um estímulo nmior para nós mesmos, um tanto madraços no esforço de dar maior rend; mento.

Somente o comércio em sua estrutura complexa é que oferece campo para o preerresso. e é tempo de olharmos prática e racionalmente para o problema, tendo om vista nossas condições e daoueles cnm os queis ne- gociamos, nem semnre de maneira vantajosa para nós, mas sempre para eles. Nada disso porém, poderá sigríi- ficar oue o Brasil esteja modificando sua linha de cnn- duta nas relações internacionais, muito menos suas con-

«•opções de vida moral, espiritual, polílica e social. Mas certos espíritos retrógrados e sempre dispostos à in- triqa e à confusão gritam logo, quando se fala em reatar relações comerciais com o grupo da "cortina de ferro", que estamos assumindo atitude contra os Estados Unidos

•e a Inglaterra, como se esses dois países não fossem

•excelentes vendedores e compradores de coisas da Rússia e seus satélites. Eles ganham dinheiro, e nós devemos ficar atrelados a uma mentalidade idiota que só bene- fida aos norte-americanos e outros e só nos traz pre- juízos e mais prejuízos ? Nem os Estados Unidos têm

•coisa alguma a ver com nossas decisões em matéria de

«expansão comercial e mesmo política, pelo reatamento de relações, porque somos adultos bastante e temos força suficiente para dizermos o que queremos e o que não queremos. Nunca pretendemos modificar nosso espírito de boa vizinhança e nossos laços de sólida amizade com

•os Estados Unidos, mas também nunca pretendemos permanecer corno Porto Rico ou qualquer outra repu- bliqueta que age em função de suspiros ou arrotos do Departamento de Estado. E nesse ponto, os americanos são suficientemente esclarecidos para desejar que an- demos como temas sempre andado, livremente, pois ne- oessitam do Brasil forte, rico e poderoso para sustentar a política democrática do Hemisfério ao lado das demais Nações Unidas livres e realmente democráticas. Essa é a verdade que precisamos compreender, não nos interes- sando o juízo dos outros.

'ffie£eàW$fâffl§l

BATENDO PERNAS... |

(Charge ãc Michel Simão) §

m ¦ ^» >* 9mamamm >*ms*vi m^amamêa*********

Sorrir

f)0%$t

omm

• - - iZilSawSmT*

:'/

Sôbre a entrevista de Aranha

«XARUTO»,

Já no tempo

est

que

ara apenas grafico, Henrique Cam- pus, o conhecido «Z<ü Maear.», ae fazia notado e notável pelo Seu pouco amor á pureza idio- matica. Pertencendo a uma classe de trabalhadores que precisam ser rigorosamente ai- fabetizados, o .sósia do famoso companheiro da Faustlna do

«Tico-Tico» jamais se pre ocupou em ler, em aprimorar conhecimentos. Daí, o cometer fincadas que figuram, hoje. no aiiedotítrio de sua profissão, donde jã saíram excelentes re- datores, ihcltsivo o próprio

mestre Macrindo «le Assis.

Vm belo din, por artes do Walter Pinto. que o fe?. CtvTe de Publicidade do TeV.ro Ile- creio e pr^r Inveja rio êxito Íor- naligtlco d<- sen antisro relega.

R.-netiito Mcrjrultlão, o nosso 7.é *!ac:i«*o «teixoii a pa^ln.T-ão, jutssoti a olhar eo"t Bnneriori- d.-.ile dc «doutor*» os ro*.)s ariti- pos rompünbeiros tle trabalho

— fil*:'«s. mnito mais alfa!>ctlza*

«tos «lo que ele — e entron a

«lar nor psus e bt pedras, fa- zendo — pobre Testro nacio- nal! — tar.rnãn Critica «le ne—

ras n>» recentemente falecida

<cA Manha».

Foi a( n«o ocorreu o po^nln- le caso narrado pelo 1'nnstir»»

Passarei!! numa roda de »;en«e da jornal <• palco, A nort-i do Serrailor. Henrlono que estava

«redigindo» nanlfior ro!«a e. a folhas tantn««, levantou a ca- li»''*a paru inqnerir, em vos

n!ta:

-~ Cnc'.inrro eserevé-se <*«*"*

Tf.

O f-e-rctárlo Tt»n«* Dcslandèü Ihttou o lápis o?."l ro-n «•tte es- Inva retrancãn«tt) originais;

franziu «> scbrollin e obter*1**";- rou, verdadeiramente èsCanda- lixado:

Oh Zé Macaco, cachorro com X7

Compreendendo que cometera mais uma tolice, o bravo «cri- ttlco» das ribaltos procurou

consertar:

K* mesmo, i mesmo! Tem razão, é com ch.

E dando outra topada»

—- Esta ortografia fonetlc»

me atrapalha sempre! Estou confundindo a grafia de ca- chorro com a de «xorutr«>*...

grrmmw MANOEL CAETANO rm3

\: lia raiz de toda essa celeuma le- g vantada tm torno da entrevista con- I cedida pelo Ministro Oswaldo Aranha j ao cormpondenle do "New York

| Times" nesta Capital, se encontra a i.i.uiuiliuüMiiiiiiiiiwuiiuiiliiiiiiK aÇão sol«.rU: doa "tubarões" do§ Jrurros excessivos. Publicada de torna-viagem, através àa um te- legrama da United Press, íoi a entrevista evidíínterntnte requentada ao gc-sto americano, como para 'acentuar uma certa animosidade do Ministro em relação á -/.-ande Re- pública do Norte.

Nâo se declarou, entretanto, Aranha rontrário aos empréstimos ou Inversões de capital estrangeiro. Tam- pouco afirmou ele que as ínversões estrangeira.-; em nada contribuíram até agora para o desenvolvimento do pais.

Seria absurdo admiti-lo. Nessa marcha em que vão o*

grupos c "trusts",

empenhados era manter a cscra/i/acãc da economia nacionai acabariam por acoimar de russo- íilo ou mesmo de comunista um homem público, um lid^-r um estadista, que sempre íoi tido e provado, e até cri- ticado, cemo dos melhores amigos dos Estados Unidos, Não se precisa acrescentar que, com essa amizade, e e:-S3 política, o antigo Presidente da Assembléia Geral da O.

N. U. não fez senão lncarnar, admiravelmente, <j estado rle espirito da grande maioria do povo brasileiro.

Onde, então, o espirito hcstil a Tio Sam que atribui ao Ministro a entrevista', polo menos a parte aqui publi- cada depois de traduzida pela "U. P." a versão nova- yorkina? Parece demasiada coincidência que os mais es- forçados nessa versão sejam justamente conhecidos fi- lipincs ou "testas de ferro** de "trusts" e tíe podero;aí firmas capitallsticas. Tais grupos .naturalmente, se jpõem.

com todo o poder de que dispõem, aos propósitos do Ml- nistro de taxar-lhes o.s ganhos extraordinários.

E ei-!os os füipinos, soberbo gado, apavorados com as perspectivas de taxação dos ganhos ilícitos dos "tu- barões". Então, passam a chorar as dôrcs destes ;omo próprias. E o são, realmente, em certa medida, quer dizer, na medida das gorjetas que percebem.

Ora, o.Brasil está naquele mesmo dilema que lhe es- cavou Euclídes da Cunha: progredir ou desaparecer. Para os que nos querem desaparecidos como nação soberana, como Estado eqtüübrador do progresso das Américas, como cultura e civilização eminentemente humana ou univer- salista, para esses que tais, nenhuma mossa faz a reação

— (Conclui na 4a página) —

livro didático

A

Tfi hoje não honre «o»

lução para o livro didati- eu no pais. Tocíus que sa.o editados servem e tem o beneplácito daa autoridades.

l'or ígso, proliferam 03 auto- res, assim corno a industria do livro se beneficia com 03 pre- Ços que impõe para a obra í\- liatica, cada vez maia cara a todos. O problema vive a me- lecer estudos, conceituações e exames, mas solução alguma surgiu até hoje. Enquanto isso;

um eume sobre a questãü r.rs revela as incongruências que existiu e que precisam ser pos- tas fora. Estamos no momento agudo do problema, c devemos, aproveita-lo para que a que3- feja, reexaminada e soluciona-

<ia de vez.

187-7 «a»

?lv -^t ^E*«—'««¦¦ «I *. ¦«- • 1

êÚaUuIlMiiM

^SSS.£SSÍú^ÍÜ>__xx '¦¦.:

(Tem causado a piar <

impressão a falta de \ lugares, no Hospital ; dos Servidores do Ks- tado, para o recolhi- • mento. de funcionários

«enfermos.)

* * «.

O pohrc «lo funcionário, Que já vive descontente, Numa fila hospitalária Fica muito maia doente...

•V^>AAAM>M^>^l^«AAAA^.^>AAl*.^A.AMVVV^/|||l-««

ABONO

Paj«íco crua não pa»sa monrn»

o abono, de auloria de meu quo- rido Gurgel do Amaral (êlo gostou do minha prima Cousuolo; era lempos do solteiro, é claro) não obstante os esforços desenvolvidos om lavor dos "Barnabós".

E não passa o Abono por vários motivos conhecidos. Israol

Pinheiro não quer. Capanama não quer. Z Lauro topes, o simpático "Cofcundiuha Verde" da Comis- são de Finanças lambera não quer.

Papai Getúlio quei.

* »

CONFUSÃO

E' claro quo Tilio Vúvit n5o dlasò o cruo lho aíribuiu o jornulista amoricano Samuel Bop Brower, (sai, b-:bol) om entrevista ao "New Ycrk Times".

A meu vor devia s«?r imedlatumento expulso do pais o audacioso gringo cpjo trcnuraltiu purn o exterior tópicos do uma simples conversa, conlun- dirido-os lntendonalmente.

O mesmo êlo ii Hz cem Pupcl Geiúiíc, lüinpijs.

* 11

"TEU ROSTO"

Eis aqui, com a epígrale aclmu. mais um ox- certo do belo livro d»conhcço-o) de pounias, ainda Bem titulo do Ivan Alvos t

"O tou roslo iluminada Deixa-me a peito gelada Palpitante de emoção:

Vê-lo assim oscanhoado.

C:m esse ar sublimiaado.

E' ulinjir a Redenção I"

» * •

's*jr s ss ss£=s s

=ss ÍMsÊW-ê &

CAM ;nüa

V. Exa. tem passeado muito.

E\ E, nesse pc«.-»so, vou até Honolulu...

Osório Bcit^t e.»'á ra batendo «jrJcrcs<^r.c.-.'9 ro.a autonomia do H*:i:'e.

— O Borlia. cem ousa campanha, scr.na sor Frekitc de nessa Capital, mas n.la o »e;«i — Jísío- -mo onlom o dinâmico larbas M«aianhão.

* *

EXPLICAÇÃO

Estou lniormcda que a einpàlKi de Ivan Alves quanto aos próprios méritos de adepto du Judô sa deva a ensinamentos que lha ministrou Aiuixlo Accíoly.

Aluísio. como se sabe, «4 prclss^at (Interino) da Escola d* Educação Física, além de tr.e<Üi.:>.

* •

ICnOE DE UVA

Cem a merto do Íor-;*» «Je Lltnu, rx*rii» o Brasil um de seus mc!or«ís p-**<=!• \haa vos \0o cox-íim!

«remo n do conter d-t "Essa N»».irci rulô" e. ro n«»sm«.» tempo, tão mls!«?rlí»9a. C: .-> ansiesa da Pi*

vindado erní «í«i "Tempc o DfinJtHd*»" o "la"

vux_ão is OtiuM*! lõv co»io nü-. csivüeiao*

CLAUDIA RODRIGUES

ESCLARECIMENTO

Manoel Caetano Eandi»lia de Mello dcixcu-rnS êste bilhete para "Do Camarote" 1

"Cláudia,

peço noticiar que. ae contrário do crua.

alguém anda divulgando, não Hs. em tempo aicjum.

quaisquer restrições a lutadores ou atletas nacionais ou estrangeiros. Sempre os apredei a todos, nsslni como admiro a dedicação que rwtam co esircrto.

Grato. M. C."

Ai fica o asdarocimâiito, -Jr * * PRONUNCIA MDlTO

A prcr»ísito do luta-livr». covsc-a rcns--;;"-o o pronunciamento «tjo o Icmcüstu Ivan Ai-.-es fè»

quanlo ci loven; Barreto. IrinSa da preitísser da Acuden.la Gracio quo dorreteu Mesalct S**3i:r:Jo Ivan declarou na redação do "Radico!", onde bo oncenrra tôJcs cs no:t«3s às cito heros, Sar.-v.-to não devia ter recorrido ao ln.:ãc aüeta.

— "So è'.o tivesse «rcracem mtwrr.c or.lrentana Masnick cil om cima da bucha. Nãc la buscar o L-mãa E' o q*js eu lhe diria do cura so o er*«TC-n- tresse" — ccnckilu o levem I\-an. ora t„n csaa- fiador.

•» » »

1EV1STA

Está muilo bom o ú'Hmo numere do rertsla TN". de Genival Rabelo. Melo Lima, Vasconcelos a outros competentes profissionais.

Só não gostei dos ataques à Liçht, que con- siderei' rloler.tos demais e sobremodo intuitos.

Mesmo poi que. cemo Titlo Vá»á n«jo sou conha

• capital estrangeiro.

Sábado, *

17 de Nove.;iúro;

tu /,:,'> hit.MiAii'.:,, ~~:

O tollti-ttn "Stattara A:u'.

eirotcvt', \

"O unnc mtá « «x Int lar s<

silliuio a;i»piro t  n<rurul»ó.t!, Tudo o dia erre. o tuinifur. «a t»eBo r dnde da /,'ic de J<tn:.-i ru. /.' ii *«~i. {iínu> n,u> tn,á a\

pestef t;'.n nhi o que. uiu> at if.J inam c outro» wi-juui, ma»

ave U COirtr jirtrlnrtli.

Km canto alyum. dl xe.ti «111- vmu i Üava tão aini/ruxo pii de seve /ithog, cumo 11 e« t CXpléudldO JfU, de Jane rn.

Aiial é QUC *e pods dutr q <:

não temos p'*r wt>* êSHÜ** u Pro-çiilencUi que *e faz dluX-J.

OU è'jl pijrti H('tr#0 Ocrti K *v ftntnnto G'p.tl é ^í*r <r ndmi- nialraçào pul.lica trabalha u huuf cUi d.a, a p€non«fir a de notí*. ãetiefando-ae vetes c no bilhar do

dourados.' .... c

'/ certo é g»T? * CrtHO ab r >

rcci<ío tít t«ír de eticar ti c.i-(

Ti'íl«í titã atacado, vor U*>t mesmo, tt* convulsões; e tetej o dia referem ou jimiaes m M uwu noi<nA<iil«i « de tez em]

q

çae atia.i.

«<>*' «'<r-j -te talões]

pvr

«7«

d,

O palhaço do dia

tifindo mais u»ia irayttha J Ha pouco foi um &úldaão\

que matou o superior, hn)t i um Títando que atiro-vf enhr, oh dois Ladrões da sua hoA.rn.

C jmo ss dramas dc carne «•

osso na txíín são diffcrcntei dos drtima'; funido^ dr* tablado dou thtatros.

O d^ttmto Sr Carlos fer- rsi.o ceiu »ào /w v,uüo du província d. S, Pauto, sõh.a- çaidf) um Jnowjí^crif/fn. Bto nada rnr.KOt qur utr. drama, <

no i/uaí. a/mui, perdoa o mil rido á na,.,a cm.^oMi, se ter etnivencida dt

"r<uHh> era doença" e phytríco

K o publfro applatttfhtí ÇorTKvain alguns dia* c um marido cihou qne a d»""»!«/a "<i tua (jrposa nãt, postura d-

«./ia aí'ro*ro, e cmn «m cam- r-tíí^ de&afroiftvu^st d'eíla i ão "outro"!

Agora o que dirá o publico:

O Ur, Carlat ferreira bits.

fii!/'U o seu drama o — Sta- rido úa Doída"; vem o i*t,,l,z

Santos *C,

com o scu prwtití- mento, parece dizer quc u *i- fuio qu* devera caber ao dnt- ma era a — "Uiill.fr d- Itoido!"

\ão parer*» çu* a "rfalián dt'" cxxá sempre a nrjfifttr a*

obro» d.; imaginação dos ho- n.mst

ho eipaço d* d.e#*s€i$ utr ces quanto drtt-maa nu dtnli- nsda repila, «io irt.j.-rriu O, ítrersir

—O

tlMPB OS 0GÜL08 -

".Sú hon-.csn lemos nus entrei nkados do "Jornal do Comer- cio" o :dit i-iel do "IHarii do Mo de Janeiro' de ante-hm,- tem t«n que ee %é o seguinte q„c transcrcvemoas

"A Gazeta ãc .Vofir-.a crfí!-rf;u,f- em exea-t-açõe» com que encrclenhti ->t-us leitores t realmente admirável, acertou no dia 13 «io corrente, com ien

an go, que fruuscrciTn, d,i Provincia", folha de Pcntam- buco, no qual tio-ura textual- mente o curioso periodo dr

«Uí.iu c&i'to, aitr-íhu ^a an huu ¦ rado cuii^clüeiro Oioi/o r,;:hs a propósito da nomeação dt Costa e para o ioear d~

escrivão do otei da capitai da rsnsma provindo.

Ânus de prosseguir convém asíinaiar, embora sen: cotn- tneiitarios, a slngu a'iJade d só ter a "Gazeta ,te tSotic as feto a transcrição —¦ kow metes depois que a "Pre vinda fizera a publicação t*

Pedimos ao rosao ilhi&tradi c crit-riosr, crtllena áo "I):ario rfo A'.u" que '„„-.• cs seu.:

t?n.iM.

«> artige a qu* te refere, 1 pelo qiml tn-etende fazer-uo:

caroa, fiA publicado etn nossa folha, i verdade, mas na "par- te ineditorial "

GALI DE RUA — "Peta rua da Henaao cowíhJííi ca, ante-JiOUÍ«rm, c»i<t f>a.«so c-urro c ligeiro, uma gcnttldama. Ah- tonio Uoueaivcf, ove é um

"oeiU-.n" que niii« perde oc o»

*i«i<» de M mostrar aniuvei com o bello »cro, dírt«;ii«-iiU a [.aíaiTa. KUo... woiío.

t. Ue arisfo de noto mw phrcse íísiít/i.-oltva

Kiía. .. nrtn p;w «í

K:le avança de nt.»'0 ti,««» >""«

tro phrtt!)*-,

Si mpre í muito atret-tdo responde eütl

H depois tia t-oea dt alot.

«*•-«.< poiatrras, ello pntara t»

«JÍÍ»l«ÍO &Ot~CCTTO.

.-tendi* a poHeíit e prmdev o palan que desta ce» pareci,, um tyrannn".

—«>-

Vlt IsSTADlSrA — ftegut

na áa SO para Pcrnaml u,„ ••

Xr. COnamlh0ÍTQ João Atfrrd^

¦VM*iw«»*'

SSUS

Entra ho'». cijBuíkIo nas rnãs*»

volumesas mais um cfc©<j»ie pojpudo a sacar silbro o Tascuro Noccncl, o Deputado Vieiia Lins i^S*-, oruilcaj do VTo dc rairnvi cjue to prestou.

mei'.»T!c»*>iÍ!-amen*e. a «*ncai*«jar a ver-

«jenh:.sa manobra de -xnvcva<-ãc cx- tav>i«Jji!&!n. crçar.irada p*lo insaetóvei Feiii VoW-is.

Vaieis fà estava muilo "manJaiJa*. asas ^«ira LIí»í deivou t-sjoru cai! c at^scerra Sal. bufão I S<á, gordo l Sj!. ntônsts^o da eielanto 1 Sei. lalso tra- balhlsta I O povo, «t-io rxrssa «ema, «rf ^ter c.10- t:a cos võol m. cpi» »l éB4

í^A

XM\ DIHOJE

>,«>riliiat>i., tjscetdt

p a, ri li m «1* . do lariito.s í

¦v^>-v-S'S.'S^i.**««««i.^»s.s*«,^^V'-v

,~. .x-^., »*i.

Referências

Documentos relacionados

Em 1919, Freud fundou sua editora, Internationaler Psychoanalytischer Verlag, de grande importância na formação analítica, pois, por ser uma editora psicanalítica, dava a Freud

Para um é válido reclamar os direitos; para o outro essa reclamação não procede..

“Há, eu creio, na raça negra, muita variedade ainda que na raça branca. Sem as discussões realizadas no segundo capítulo acerca dos estudos científicos realizados pela

APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS. DIREITO LÍQUIDO E CERTO INEXISTENTE. 9o da Lei no 10.520/2002, qualquer modificação no edital exige divulgação pela mesma forma que se deu o

O presente artigo objetiva estabelecer uma relação entre a formação e a existência dos partidos políticos no Brasil e a teoria de Robert Michels, analisando, para tanto, desde

leprae através do consumo da carne de tatu, principalmente, nos hansenianos sem história de contatos com outros pacientes portadores de hanseníase antes do seu

A cabeça estava com muita pressa para chegar a casa e nem olhou para Antónia?. Ele acenou-lhe com o pano

Porém, com o anúncio de que o Ministério da Saúde vai distribuir tablets e smartphones para todos os agentes comunitários e agentes de combate às endemias para que eles