Informativo Capal Edição 39 02/ outubro/2015

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Texto

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Hoje a Fazenda Santa Cruz conta com 270 hectares plantados, grande parte irrigados.

O trigo, já no final da colheita, teve ótimos resultados, e para o feijão, em crescimento, o

produtor tem boas expectativas.

Alguns hectares são dedicados ao cultivo da batata e o produtor também investe em suinocultura. Roque Bezerra Dantas afirma: “A Capal trouxe novo ânimo para o produtor rural da região de Taquarivaí”.

Roque é associado desde 2011 e o amor pelo cultivo da terra já vem de família. A fazenda Santa Cruz, em Paranapanema, era do seu pai, e hoje é administrada por ele com muito orgulho.

Para ele, a instalação da Cooperativa naquela região fortaleceu a atividade. “Gostaria que a Capal tivesse vindo antes para cá, pois estaríamos ainda mais desenvolvidos e o trabalho estaria bem avançado. Logo após a chegada da Capal em Taquarivaí, em 2010, Roque teve a indicação de um amigo produtor, que já havia se associado, e então, “foi um período de namoro”, diz. “Por um tempo fiquei analisando a proposta de me associar à Capal. Foram várias visitas da equipe da Cooperativa até que senti que era o momento, e desde então a parceria se fortaleceu”, conta o produtor.

O acompanhamento diário das atividades garante ao produtor melhor gerenciamento da fazenda e também evita surpresas.

A proximidade com o corpo técnico da Cooperativa é outro ponto que traz grandes benefícios. Para o produtor a assistência técnica da Capal é fundamental, pois direciona o produtor e ajuda na otimização dos recursos, além de favorecer a produtividade.

O agrônomo Humberto Dalcin, que presta assistência na propriedade, explica que o trabalho feito em conjunto tem dado bons resultados. “O cooperado entende que a rotação de culturas, as aplicações no tempo certo e a escolha das melhores sementes são pontos indispensáveis para uma boa produtividade”, conta Humberto.

No que diz respeito à comercialização de grãos, Roque se sente seguro pois entende que com a Cooperativa pode negociar com garantia e mais facilidades.

O cooperado também é um grande parceiro da Fundação ABC, cedendo áreas da propriedade para ensaios e pesquisa.

“Eu tenho muita confiança na Capal.

Com ela temos uma experiência nova

de cooperativismo”, conclui Roque.

O cooperado Roque e o agrônomo Humberto, na lavora de trigo

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Entramos no mês de

outubro, e a Capal

novamente vai promover o

Outubro Rosa.

O mês todo será dedicado

para lembrarmos da

importância da prevenção

do câncer de mama e

doenças femininas.

Faça parte dessa

campanha!

O câncer de mama é a maior causa de morte por câncer nas mulheres em todo o mundo, com cerca de

520 mil mortes estimadas por ano.

É a segunda causa de morte por câncer nos países desenvolvidos, atrás somente do câncer de pulmão, e a

maior causa de morte por câncer nos países em desenvolvimento.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima para 2014 e 2015, que sejam diagnosticados 57.120 novos

casos de câncer de mama no Brasil com um risco estimado de 56,09

casos a cada 100 mil mulheres.

Apesar de ser considerado um câncer de relativamente bom prognóstico, se diagnosticado e tratado

oportunamente, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no Brasil,

muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.

Este é o terceiro ano que a Capal promove a campanha, sempre

com objetivo de dar destaque a esse assunto tão importante.

Os funcionários vestem a cor rosa com o intuito de levar a

mensagem da prevenção, e são incentivados a conversar sobre

o assunto em suas casas e grupos de convivência.

Muitas

pessoas

foram

impactadas, através de panfletos

informativos e demais ações.

Mas sabemos que ainda há

muito mais a fazer. Contamos

com a colaboração de todos para

que o assunto chegue muito

mais longe!

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8° Encontro de Mulheres

A tarde do último sábado, 26, foi de interação e descontração para as mulheres da Capal. Foi realizado o 8° Encontro de Mulheres, reunindo 160 participantes em Arapoti (PR).

O evento, organizado pelo Departamento de Recursos Humanos da Capal, contou com a participação de funcionárias, associadas e familiares de funcionários e associados e teve a presença do presidente da Capal, Erik Bosch, que saudou as mulheres e ressaltou a importância delas no desenvolvimento da Cooperativa, além de afirmar que encontros como este fortalecem os vínculos com a Cooperativa.

Em seguida as convidadas puderam relembrar as últimas ações de responsabilidade social promovidas pela Capal, e também conhecer os principais números de 2015, apresentados pelo Gerente Comercial, Eliel Magalhães Leandro.

Regina Vaz, especialista em relacionamentos, foi quem assumiu a palavra para a palestra da tarde. “Desperte a mulher maravilha que há em você” foi o tema, que se desdobrou abordando a vida profissional, familiar, relacionamentos e maternidade. A principal mensagem de Regina foi sobre a persistir nos seus sonhos. “Toda mulher é capaz de realizar os seus sonhos, basta ter fé e coragem para superar os obstáculos”, reforça a palestrante.

Edimara Cristina Prado, funcionária da Capal de Arapoti ficou muito feliz em participar. Para ela foi uma tarde muito gostosa, onde tudo foi preparado cuidadosamente para agradar as mulheres. “Além de todo o clima do evento, que estava maravilhoso, a palestra também trouxe uma mensagem importante. Regina relatou muitas de suas experiências de vida, que também são a nossa realidade. Pudemos refletir sobre o nosso dia a dia”, afirma Edimara.

Da mesma forma, Irma Gobbo Dognani, da cidade de Taquarituba, gostou muito do encontro. “O evento foi muito bom. Gostei muito de participar. Já estive em outras edições e sempre vale a pena”, reforça.

REUNIÃO TÉCNICA

Os agrônomos da Capal reuniram-se nesta sexta-feira

para atualização e alinhamento, tratando principalmente

de culturas de inverno e verão.

Hoje o DAT Capal conta com 35 agrônomos. A busca

pelo aperfeiçoamento é constante, por isso são

realizadas reuniões técnicas periodicamente, além dos

encontros técnicos e palestras realizados na Fundação

ABC.

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CLASSIFICADOS

VENDA

Uno Mille Way 4 portas, modelo 2010, vermelho. R$14.000,00

Fiat Strada CE, modelo 2012, branca. R$24.000,00 Tratar com Albert Salomons - 43 35571241. VENDA - S10 modelo 2011, cabine dupla executive, diesel turbo, 4x4, cor preta, completa

VENDA - vacas e novilhas holandesas no leite (Registradas com controle leiteiro oficial, produzindo entre 25 a 60L diários, 2 ordenhas., sistema pasto + cocho)

Tratar : Sergio Bressan Martins – 14 998572286 - 11 998572287 VENDA - Caminhão Ford Motor: MWM, Carroceria Graneleiro

Valor: 11.000,00 - Peso De Carga 7 Toneladas Tratar - Carlos Aguera Garcia (43) 8807-2037 VENDA - Feno de tifton e pré-secado. Tratar com Pieter Vogelaar - 43 9929 6382

VENDA

• Pulverizador AD18 2003 • S10 cabine simples 2008 4x4

• Trator Valtra BM 100 - 2012 - 2850 horas. Adilson Gomes - 14-99746-8326 – Taquarituba-SP

VENDA - Novilhas jersolandas. Tratar com Marcelo Trenti (043) 9186-2454

VENDA - 20 cabeças de novilhas jersey e jersolanda, 15 meses a 2 anos de idade, todas c/ inseminação artificial. Preço tratar c/ Benedito ou Douglas 14 997555253 / 14 996343683

Coleta Descarte Certo

A próxima coleta do Programa Descarte Certo será

nos dias 13, 14 e 15 de outubro, somente nas

unidades do Paraná.

Fique atento aos pontos de coleta – veja o

cronograma na sua filial.

Organize desde já os seus materiais para entrega.

Unidade

Data

Arapoti

13/10 – terça-feira

Wenceslau /Santana

14/10 – quarta-feira

Joaquim Távora/Carlópolis

15/10 – quinta-feira

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DÓLAR - O dólar fechou em alta com investidores adotando posturas mais defensivas em meio às incertezas políticas e econômicas do país. No dia anterior, a moeda norte-americana recuou mais de 2%, reagindo a esperanças de menos tensão entre o Palácio do Planalto e o Congresso, mas ainda marcou em setembro a terceira alta mensal consecutiva. As recentes turbulências financeiras levaram investidores a reduzirem suas posições no mercado, o que acentua a volatilidade do mercado. O nervosismo nesta quinta foi motivada pela notícia de que o Congresso adiou para a próxima terça-feira a análise dos vetos presidenciais, que têm impacto sobre o reequilíbrio das contas públicas. Os atritos entre o Legislativo e o Executivo têm deixado o mercado nervoso, principalmente em meio aos esforços da oposição pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. O BC reagiu às turbulências recentes reforçando sua intervenção no câmbio com leilões de venda de dólares com compromisso de recompra, conhecidos como leilões de linha, e de novos swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares. Nesta sessão, deu início à rolagem dos swaps que vencem em outubro. Se mantiver esse montante e vender sempre a oferta total, realizando leilões até o penúltimo pregão de outubro, a autoridade monetária vai rolar integralmente o lote do mês que vem, como fez nos últimos dois meses.

INDICADORES FINANCEIROS

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC TJLP

R$ 4,00 - 01/10 0,6915 % a.m. - 01/10 14,25 % 5,00 % a.a.

MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega outubro/2015 e pagamento novembro/2015

Comprador: R$ 36,20 Vendedor: sem indicação CIF Guarujá entrega novembro/2015 e pagamento dezembro/2015

Comprador: R$ 36,70 Vendedor: sem indicação CIF Guarujá entrega setembro/2016 e pagamento outubro/2016

Comprador: R$ 37,00 Vendedor: sem indicação

MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 31,00 Vendedor: R$ sem indicação W.Braz-Pr Comprador: R$ 30,50 Vendedor: R$ sem indicação SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa R$ 80,00 Entrega abril/2016 e pagamento

maio/2016 - CIF Ponta Grossa/PR R$ 79,50

TRIGO (nominal) Superior R$ 720,00 FOB Intermediário R$ 650,00 (T-2) PADRÃO R$ 550,00 (T-3) MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 30,00 Vendedor: R$ sem indicação Taquarituba/Taquarivaí-Sp

Comprador: R$ 31,00 Vendedor: R$ 32,00

SOJA

Disponível CIF Santos R$ 80,00 Entrega março/2016

pagamento abril/2016 – CIF Guarujá

R$ 83,00 Entrega abril/2016

pagamento maio/2016 – CIF Guarujá R$ 83,70 TRIGO (nominal) Superior R$ 720,00 FOB – SP

(falling number mínimo de 250) Intermediário

R$ 560,00 (T-2) R$ 530,00 (T-3)

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

Variedade Carioca 28/09/15 Min. Máx. 29/09/15 Min. Máx. 30/09/15 Min. Máx. 01/10/15 Min. Máx. 02/10/15 Min. Máx. Pérola/Gol 10 – 10 S/Cot 160,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Pérola 9,5 – 10 S/Cot 153,00 S/Cot 153,00 S/Cot 153,00 S/Cot 153,00 S/Cot 153,00 Pérola 9 – 9 S/Cot 143,00 S/Cot 143,00 S/Cot 143,00 S/Cot 143,00 S/Cot 143,00 Bola Cheia/ Pérola 8,5 – 8 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Pérola/ Bola Cheia 8 – 8 133,00 135,00 133,00 135,00 S/Cot 135,00 S/Cot 135,00 S/Cot 135,00 Pérola/Bola Cheia 7 – 7 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot S/Cot Pérola/Bola Cheia 6 – 7 S/Cot 100,00 90,00 95,00 90,00 95,00 90,00 95,00 S/Cot S/Cot Pérola/Bola Cheia 5 – 7 S/Cot 60,00 S/Cot 60,00 S/Cot 60,00 S/Cot 60,00 S/Cot S/Cot

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Mercado de suínos apresentou uma semana de pouca movimentação nas cotações, com o comércio parecendo-se muito mais com final de mês do que com começo, pois os compradores continuaram efetivando pedidos em quantidades que não interferissem em seus estoques. O fato é que ainda não dá para apostar no consumo, uma vez que não houve a entrada efetiva dos salários, ficando as expectativas de maiores movimentações para a semana que vem.

INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO

SUÍNOS

De acordo com os dados preliminares divulgados pela Secretária do Comércio Exterior (SECEX), nesta última quinta-feira (01), o volume parcial de exportação com a carne in natura totalizou 45,2 mil toneladas no mês de setembro, avanço de 7,2% se comparado a agosto e crescimento de 31,2% se comparado ao mesmo período de 2014. Em receita a soma ficou em US$ 112,6 milhões, com média diária de US$ 5,4 milhões, crescimento de 6,3% se comparado aos dados de agosto.

MILHO

Os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago finalizaram mais um pregão com pequenas variações. Aqueles vencimentos que encerraram do lado positivo foram motivadas por compras técnicas e reflexos do mercado de trigo. De certa forma, as preocupações sobre a seca na região de grãos no Mar Negro, Ásia e Austrália estão ressaltando suporte a ambos os mercados. Dados de exportação nos EUA associada a desvalorização do dólar frente às demais moedas globais também deram suporte, mas o avanço da colheita norte-americana de milho e os elevados estoques do cereal também acabam limitando os ganhos e gerando cautela e lentidão.

No Brasil, o dólar ainda segue como principal protagonista na formação dos preços assim como na intensidade do volume de negócios. No disponível, os exportadores dão preferência por operações com entrega e pagamento nos meses de novembro e dezembro em função da falta de espaço em suas programações de escoamento nas próximas semanas. Ao mesmo tempo, os compradores nacionais se ausentaram dos negócios de olho na paridade de exportação e menor atuação das tradings. Neste contexto, as indicações de compra ficaram mais acomodadas, condição que afastou a ponta vendedora dos negócios. Por sua vez, o dia foi marcado por movimentação limitada de negócios e preços predominantemente estáveis.

TRIGO

O trigo encerrou as operações desta quinta-feira na Bolsa de Chicago com preços mais altos. O mercado foi sustentado pelo indicativo de estoques trimestrais de trigo dos Estados Unidos abaixo do esperado. O desempenho das vendas líquidas semanais do cereal, contudo, foi

decepcionante. Conforme o

Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os estoques de trigo em 01/setembro/2015 ficaram 10% mais altos com relação ao ano anterior.

O mercado brasileiro de trigo no decorrer do mês de setembro

apresentou melhora considerável na liquidez do mercado, devido ao

maior volume ofertado, recorrente da evolução da colheita no estado do

Paraná. No Rio Grande do Sul a colheita apresenta apenas 2% do volume

estimado. Com um volume de negócios crescente no Paraná, a indústria

que estava retraída aproveitou a oportunidade para elevar seus estoques,

comprando grande parte do trigo que estava sendo colhido,

antecipando-se as elevações nas cotações internas, puxadas pela forte valorização do

dólar, que elevou as paridades de importação, aumentando a

competitividade do cereal brasileiro. Ainda existe a preocupação com o

clima no Paraná, devido a previsão de chuvas para as próximas semanas,

que podem afetar ¼ da produção do estado, que estão em fase de

maturação e podem ser prejudicadas pelas chuvas.

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SOJA

Os valores dos contratos futuros de soja na bolsa de Chicago registraram quedas de dois dígitos nesta quinta-feira depois de operar nos primeiros dias da semana em terreno positivo. No início da sessão, o mercado chegou a testar os US$ 9,00/bushel, repercutindo os dados de menores estoques e ajustes nos números de produção nos EUA por parte do USDA em seu relatório trimestral. Por outro lado, os agentes do mercado optaram por liquidar posições visando embolsar lucros e ajustar posições compradas.

Além dos fatores técnicos, o mercado foi pressionado pelo rápido avanço da colheita da safra de soja nos EUA em um cenário climático favorável também à maturação das plantas que segue com registro de bons rendimentos.

No Brasil, embora os valores da oleaginosa tenham recuado nesta quinta-feira na bolsa norte-americana, a pressão baixista foi, de certa forma, limitada pela escassez de lotes remanescentes posto à venda.

De maneira geral, a chegada do período de entressafra no Brasil fez com que as indicações de compra se desvinculasse da paridade, movimento típico da época, num momento onde a disputa pelas ofertas da safra velha ficou acirrada entre exportadores e indústrias nacionais dada a velocidade em que se deu a saída de produto ao exterior. O ritmo das exportações brasileiras em 2015 enxugou os estoques nacionais ao mesmo tempo em que as processadoras esgotaram parte de seus estoques. De certa forma, a cautela entre ambas as pontas limitou as negociações.

LEITE

Depois de seis meses de altas consecutivas, o preço do leite pago ao produtor registrou queda em todas as regiões que compõem a “média Brasil” (MG, PR, RS, SC, SP, GO e BA), de acordo com pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

O valor líquido (sem frete e impostos) recebido pelo produtor (“média Brasil”, ponderada pelo volume captado em agosto nos sete estados) recuou 1,2% de agosto para setembro, fechando a R$ 0,9844/litro. Na comparação com setembro/14, o preço está 9,9% inferior em termos reais (deflacionados pelo IPCA de agosto/15). O preço bruto médio (inclui frete e impostos) pago pelos laticínios/cooperativas foi de R$ 1,0667/litro, redução de 1,62% em relação ao mês anterior.

Conforme pesquisadores do Cepea, as quedas foram influenciadas, principalmente, pelo aumento da captação em todos os estados que compõem a “média Brasil” e

também pela demanda

enfraquecida por derivados lácteos. Em algumas praças, no entanto, há competição entre laticínios por produtores e isso ajudou a manter a estabilidade ou mesmo a proporcionar elevação dos preços nessas localidades.

Em agosto/15, o Índice de Captação do Cepea (ICAP-L/Cepea) teve alta de 4,62% em relação a julho e de 8,0% na comparação com agosto/14. Santa Catarina teve o maior aumento de captação, de 12,3%, seguido por Goiás (8,1%), Paraná (6,2%), São Paulo (4,2%), Bahia (2,8%), Rio Grande do Sul (2,5%) e Minas Gerais (1,5%).

Para o próximo mês, a expectativa da maior parte dos

representantes de

laticínios/cooperativas é de queda nos preços. Entre os compradores consultados pelo Cepea, 85,4% deles, que representam 93,9% do leite amostrado, acreditam que haverá novo recuo em outubro, enquanto apenas 14,6% dos agentes, que representam 6,1% do volume captado, sinalizam estabilidade para o próximo mês.

Essas expectativas refletem o aumento da disponibilidade de leite nas principais regiões produtoras, principalmente nos estados da região Sul.

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Referências

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