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O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

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O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS

OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

Ricardo Zerinto Martins

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, Paulo César Ribeiro Quintairos

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Mestrando em Gestão e Desenvolvimento Regional da Universidade de Taubaté - UNITAU/PPGDR, Rua Visconde do Rio Branco, 210 – Taubaté/SP, zerinto@gmail.com

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Professor do Programa de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional da Universidade de Taubaté UNITAU/PPGDR, paulo.quintairos@unitau.com.br

Resumo – O objetivo do estudo é verificar qual o critério adequado para o cálculo da depreciação de ativos

operacionais a partir do efeito produzido no fluxo de caixa líquido de um projeto. A depreciação representa a alocação do custo de um ativo com base em sua vida útil, para fins operacionais, gerenciais ou fiscais, podemos dizer que a rentabilidade líquida, independente da origem de financiamento, é mensurada a partir da rentabilidade líquida do investimento total, ou seja, dos ativos envolvidos, também denominada rentabilidade do ativo operacional. A metodologia será confrontar o fluxo de caixa projetado do mesmo projeto utilizando critérios diferentes de depreciação, avaliando o efeito comparativo na rentabilidade líquida de cada um. O resultado esperado é comparar e identificar qual a alternativa adequada, considerando a hipótese de que o cálculo do Imposto de Renda da empresa será sobre o lucro real.

Palavras-chave:

Depreciação de ativos; Residual de ativos; Análise de projeto; Imposto de Renda sobre

projetos; Lucro líquido de projeto.

Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. Introdução

Diante do acirramento da concorrência, as empresa devem buscar maximizar seus resultados controlando e monitorando seus investimentos com o uso de ferramentas eficazes na gestão financeira empresarial. A sobrevivência e o crescimento patrimonial das empresas são consequência de um planejamento financeiro eficaz mesmo quando esse investimento esteja na sua fase inicial, nos primeiros meses de atividade ou até mesmo na sua fase pré-operacional.

O estudo aborda os diferentes impactos do Imposto de Renda sobre o lucro tributável, calculado a partir do fluxo de caixa gerado por um investimento operacional. Segundo Padoveze (2012, p. 147), “Um investimento caracteriza-se por ser um gasto não consumido imediatamente, cujos resultados virão dos benefícios futuros”. Os investimentos são apresentados dentro do conceito de fluxos de caixa, e a análise deve ser feita à luz do conceito de valor do dinheiro no tempo, retorno e riscos esperados

O objetivo principal desse estudo é demonstrar comparativamente o efeito da depreciação no resultado líquido de um projeto, a partir da hipótese que o cálculo do Imposto de Renda seja com base no lucro real. Nesse contexto, e diante da relevância do tema, o planejamento financeiro passa a ser de vital importância para minimizar o impacto dessa tributação encontrando o critério de

cálculo mais adequado da depreciação dos ativos operacionais envolvidos em um determinado projeto.

Metodologia

Este estudo foi desenvolvido com base em bibliografias recentes que abordam a análise de investimentos e principalmente o cálculo do Imposto de Renda sobre lucro, simulando diferentes critérios de cálculo da depreciação de ativos operacionais.

Os cálculos demonstrados simulam diferentes critérios de depreciação dos ativos operacionais sendo todos os critérios aceitos pela fiscalização. Ehrhardt e Brigham (2012, p. 71), “Com relação ao Sistema de Imposto de Renda Federal, o valor de qualquer ativo real, tais como plantas ou mesmo empresas inteiras, depende do fluxo de caixa após os impostos produzidos”.

Ehrhardt e Brigham (2012), acrescenta ainda que, o imposto de pessoa jurídica incide sobre o lucro tributável, ou seja, a taxa de imposto marginal é a taxa paga sobre todo o lucro. Para exemplificar, o autor apresenta uma tabela de cálculo do Imposto de Renda pessoa jurídica com vários enquadramentos tendo como base o lucro tributável.

A metodologia utilizada pode ser considerada adequada, pois permite simular diferentes critérios de depreciação, já que as fontes pesquisadas para

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o cálculo do Imposto de Renda são atuais, dessa forma, os objetivos propostos serão atingidos considerando a hipótese de que a empresa seja tributada com base no lucro real.

Planejamento Financeiro

O planejamento financeiro pode ser considerado de vital importância para as organizações, permitindo acompanhar e monitorar as diretrizes, visando não comprometer as metas previamente estabelecidas.

Nesse contexto, planejamento financeiro é um processo formal que permite a alta direção e todos os executivos diretamente envolvidos, a monitorar e propor ajustes e mudanças sempre que necessário. Padoveze (2012), esclarece que o orçamento de investimentos é decorrente dos planos operacionais que se originam do Planejamento Estratégico.

Para Groppelli e Nikbakht (2006), “[...] com o planejamento e controle, a administração pode avaliar se os padrões existentes de financiamentos e os fundos gastos são coerentes com as metas gerais da companhia”, complementando, Gitman (2006, p. 434), “O processo de planejamento financeiro começa com planos financeiros a longo prazo, ou estratégicos, que por sua vez guiam a formulação de planos e orçamentos de curto prazo ou operacionais”

Os planejamentos financeiros e orçamentos fornecem informações para auxiliar seus gestores na tomada de decisão durante todo o projeto. Dessa forma, poderá a administração visualizar com antecedência possíveis problemas, permitindo ajustes minimizando seus efeitos ou potencializando oportunidades para novos investimentos visando a maximização de lucros e a minimização de riscos.

O planejamento financeiro de longo prazo conduzem a elaboração de planos de curto prazo operacionais, representado pelo ciclo operacional conforme Figura 1.

Figura 1 – Ciclo Operacional

Fonte: Padoveze (2012, p. 153)

A lucratividade da empresa está relacionada com o ciclo operacional representado pela quantidade de vezes que a empresa repõem seus estoques. Nesse contexto, o fluxo de caixa tem se apresentado como uma da ferramentas mais importantes na gestão financeira da empresa, bem como a gestão do capital de giro.

Fluxo de Caixa

Para Groppelli e Nikbakht (2006), fluxo de caixa de um projeto, representa a medida de liquidez de uma empresa, que consiste na renda líquida mais os dispêndios que não representaram saída de caixa como a depreciação. Trata-se de um relatório utilizado na gestão financeira empresarial, tendo como objetivo demonstrar, com antecedência, quando serão os momentos com falta ou sobra de caixa, permitindo ao gestor financeiro, estabelecer planos adequados de decisão buscando diminuir ao máximo os desencontros dos fluxos positivos versus os fluxos negativos produzidos conforme Figura 2.

Figura 2: Fluxo de Caixa

Fonte: Gitman (2006, p. 301)

Segundo Padoveze (2012), “[...] a gestão do capital de giro vem da visão circular do processo operacional de geração de lucros, que seja: comprar estoques, produzir e vender/receber”.

Uma das responsabilidades do gestor financeiro é acompanhar os fluxos de caixa, dimensionando um capital de giro adequado destinado as eventualidades para não comprometer o movimento operacional da empresa.

Fluxo de Caixa de um Projeto Operacional

Um projeto é naturalmente um gerador de fluxos de caixa e todo o controle orçamentário a ser realizado poderá alterar o funcionamento do sistema de planejamento financeiro e orçamento.

Segundo Padoveze (2012), os investimentos possíveis e disponíveis são apresentados dentro do conceito de fluxo de caixa, e a decisão deve ser feita à luz do conceito de valor do dinheiro no tempo. Os critérios mais utilizados são o Valor Presente Líquido (VPL) a Taxa Interna de Retorno (TIR) e o Período de Payback, permitindo ao

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investidor avaliar os resultados de dois ou mais projetos, auxiliando a tomada de decisão equilibrando as variáveis risco e retorno esperados.

Gitman (2006), define Valor Presente Líquido (VPL), como o valor atual líquido (VAL) ou método do valor atual, é a fórmula matemático-financeira capaz de determinar o valor presente de pagamentos futuros descontados a uma taxa de juros apropriada, menos o custo do investimento inicial. Basicamente, é o calculo de quanto os futuros pagamentos somados a um custo inicial estariam valendo atualmente.

A Taxa Interna de Retorno (TIR), é uma taxa de desconto hipotética que, quando aplicada a um fluxo de caixa, faz com que os valores das despesas, trazidos ao valor presente, seja igual aos valores dos retornos dos investimentos, também trazidos ao valor presente.

Payback é o tempo decorrido entre o

investimento inicial e o momento no qual o lucro líquido acumulado se iguala ao valor desse investimento. Podemos entender que o período de

Payback representa quanto tempo um determinado projeto retornará o investimento feito. Com o uso dessa técnica, o projeto que apresentar um tempo mais curto, indicará menos risco desde que seu retorno seja equivalente.

Branco (2010), considera que um projeto pode ter várias análises, ora pelo Valor Presente Líquido (VPL), ora pela Taxa Interna de Retorno (TIR), ora pelo Período de Payback, portanto, o correto é fazer a análise considerando as três técnicas. Por esse motivo, elaboramos uma tabela comparativa considerando as três técnicas, já que cada uma fornece uma informação diferente.

Para uso das duas primeiras técnicas é necessário estabelecer um parâmetro denominado, custo de oportunidade ou de capital que Groppelli e Nikbakht (2006), definem como a taxa requerida de retorno que uma empresa deve obter a fim de cobrir o custo médio de captação de fundos junto ao mercado, passando a ser o parâmetro para medir as rentabilidades de diferentes investimentos.

Nesse contexto, os gestores passam a ter importantes ferramentas que auxiliarão o processo decisório da seguinte forma:

Aceitar o projeto quando o resultado for:

VPL maior ou igual a zero

TIR maior ou igual ao custo de capital

Payback o menor período quando os resultados VPL e TIR não forem determinantes.

Fonte: Gitman (2006, p. 289)

Segundo Padoveze (2012), um investimento é feito no pressuposto de gerar um resultado que

supere o valor investido assim com o custo de capital, para compensar o risco de trocar um valor certo por um valor futuro com risco de sua recuperação. Padoveze (2012), acrescenta qinda, que a superação desse parâmetro, representa o prêmio que o investidor obtém por assumir riscos e apresentar ao mercado produtos e serviços competitivos.

Projetos A e B

Dois projetos com valores iniciais iguais serão avaliados. Para o primeiro, a depreciação será de 10% ao ano e para o segundo 20% ao ano, representando uma vida útil de 10 e de 5 anos respectivamente. O período comparativo será de três anos de forma que no final do terceiro ano o residual do projeto A será de 70% e para o projeto B 40%. Os fluxos gerados durante os projetos serão iguais e no terceiro ano o valor residual deverá ser somado ao último ano para que os cálculos sejam desenvolvidos. Como parâmetro foi utilizado a taxa de 18% ao ano, denominado custo de oportunidade ou de capital conforme demonstra a Tabela 1. Fluxos de Caixa Projeto A Projeto B Fluxo Inicial -100,00 -100,00 Fluxo 1º ano 34,80 34,80 Fluxo 2º ano 34,80 34,80 Fluxo 3º ano 34,80 34,80 Residual 70,00 40,00 Custo de Oportunidade 18% aa 18% aa VPL 18,27 0,00 TIR 27,08% aa 18% aa

Payback 2,9 anos 2,9 anos

Tabela 1- Elaborado pelo autor.

Resultados

Conforme podemos observar, o projeto A apresenta um retorno superior, Taxa Interna de Retorno (TIR) superior ao custo de oportunidade: 27,08% ao ano e um Valor Presente Líquido (VPL) de 18,27. Os dois projetos por apresentarem os mesmos valores ao longo dos três anos possuem o mesmo período de Payback 2,9 anos, sendo a única diferença o valor residual gerado em função do cálculo diferenciado para a depreciação.

Mantida a hipótese inicial sobre a tributação do Imposto de Renda, ou seja, o critério de cálculo é com base no lucro real, podemos observar que o projeto B apresentará uma base menor de tributação comparativamente ao projeto A,

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indicando que a melhor alternativa para o cálculo da depreciação é a que foi utilizada no projeto B.

O cálculo do Imposto de Renda pessoa jurídica é desenvolvimento com base na Tabela 2, que demonstra diferentes lucros tributável de uma empresa.

Lucro Tributável Taxa Média de Impostos

até 50.000 15% de 50 até 75 mil 18,3% de 75 até 100 mil 23,3% de 100 até 335 mil 34% de 335 até 10.000 mil 34% de 10.000 até 15.000 mil 34,3% de 15.000 até 18.333 mil 35% acima de 18.333 mil 35%

Fonte: Ehrhardt e Brigham (2012 p. 71)

Discussão

Para ativos operacionais que apresentem uma necessidade com maior frequência de renovação, e ao mesmo tempo possuem uma depreciação também maior, podem gerar um lucro não operacional, sendo este, igualmente tributado pelo Imposto de Renda.

Em situações em que a empresa possa estar próxima do equilíbrio para cálculo do Imposto de Renda, ou seja, lucros reduzidos, talvez seja interessante quando a vida útil dos ativos ultrapasse 10 anos, diminuindo menos o redutor da base de cálculo do Imposto de Renda.

Existem situações que os ativos operacionais apresentam grande desgastes de seus componentes e peças, que o cálculo da depreciação acelerada pode favorecer.

Em qualquer das possibilidades durante a vida de um projeto, o cálculo da depreciação, acelerado ou não, deve ser verificado se estão dentro dos critérios aceitos pela legislação fiscal.

Conclusão

Foram apresentados dois critérios de cálculo extremos da depreciação de ativos operacionais, destacando o efeito na base de cálculo do importo de renda. Diante das duas possibilidades, podemos adequar o critério de depreciação de ativos operacionais entre os dois extremos, diminuindo a base cálculo do Imposto de Renda.

Vale ressaltar que as possibilidades de cálculos apresentadas, são aceitas pela fiscalização, porém, quando determinados ativos ou situações, estiverem fora dos procedimentos aceitos pela fiscalização os procedimentos devem ser reavaliados.

Considerando a hipótese inicial, as condições apresentadas, podemos concluir que a depreciação por não ser um fluxo financeiro,

poderá interferir no cálculo do Imposto de Renda, podendo a empresa, desembolsar mais que o necessário por estar desatenta com pequenas mudanças no cálculo da depreciação para cálculo do lucro consolidado da empresa.

Podemos considerar também que o modelo apresentado é bastante simplista e numa situação real, devemos avaliar cuidadosamente três base de informações: Critério de cálculo do Imposto de Renda, verificar se a empresa apresenta uma base positiva para cálculo do Imposto de Renda sobre Lucros e se o critério da depreciação dos ativos operacionais envolvidos podem ser modificados sem ferir as normas vigentes do Imposto de Renda.

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