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ó-, /çã* ,%!). *, ,*",*)%,.%)- !*/2 !!% *!( #*-.* !!,-ã*"%)'!( /./,* ! ResumoPor definição da palavra, no dicionário, trabalho significa: esforço, tarefa, ocupação, profissão, serviço, obra, construção. Mas muitos estudiosos deste assunto nos ajudam a entender o pouco de cada um destes significados que são intrínsecos à palavra.
Em qualquer das situações podemos traduzir como algo operoso que nos leva ao cansaço, fadiga e outros sentimentos que possam decorrer dele. Temos várias fontes de informação acerca de trabalho; desde a citação bíblica sobre Adão e Eva quando foram expulsos do Jardim do Éden e por causa disso teriam trabalho para alcançar os seus objetivos, que, em princípio, eram apenas de sobrevivência e de reprodução da espécie; até outras experiências vividas e compartilhadas por nossos historiadores.
O que é ainda mais importante do que o seu significado, é lembrarmos que para executar qualquer trabalho precisamos do “ser humano”, sem o qual, aliás, nada faria sentido. Alguns personagens da nossa história como Taylor e Fayol trataram o indivíduo apenas como objeto de execução de tarefas, ou seja, quase um robô ou uma máquina, mas com o passar do tempo, houve a necessidade de criar uma nova forma de produção. A partir da experiência de Hawtorne de Elton Mayo, houve a preocupação com o ambiente que envolvia o indivíduo durante suas atividades e começou-se a analisar o grau de influência que o ambiente exercia sobre o indivíduo.
A partir daí, outros estudos foram realizados e, a cada dia que passa, o indivíduo tem sido mais valorizado; e nunca se falou tanto sobre esta preocupação de bem estar do homem para que produza mais e melhor; quer seja em
benefício próprio, ou de uma comunidade – família – de uma empresa ou da sociedade.
Introdução
Afinal de contas, trabalho é fardo? Mas se ele representa tanto suor, tanta luta, por que então, estamos cada dia mais envolvidos com ele? A palavra “Trabalho” sempre teve intrínseco em seu significado sinônimo de luta, adversidade, suor, renúncia; mas mesmo com todos estes atributos, o homem tem buscado se desenvolver e se aperfeiçoar em sua área, não só para ser bom, mas para ser o melhor.
Sempre ouvimos citações e ditos populares acerca deste tema como: “O trabalho enobrece o homem.”; ou: “O único lugar aonde sucesso vem antes de trabalho, é no dicionário.”; e tantos outros que crescemos ouvindo falar deles.
O próprio Criador quando faz a primeira menção da história sobre trabalho, quando expulsa Adão e Eva do paraíso diz a Adão: “Do suor do teu rosto comerás o teu pão.”; e a Eva diz: “Com dores darás à luz filhos; e nem a serpente foi dispensada da labuta”, e a ela Ele diz: “Sobre o seu ventre rastejarás e pó comerás todos os dias de sua existência”. E tem sido assim o sentido que atribuímos a esta palavra, mas há algo que nos impulsiona à conquista e sempre temos que dispensar muito de nossas energias para conseguir. Mas como já dizia Santos Dumont: “As invenções são resultado de um trabalho teimoso”. E é isso que somos: teimosos em nos esforçar mais e mais a cada dia em prol daquilo que acreditamos. Então, vamos ao trabalho!
A proposta desta apresentação é mostrar que o sentido da palavra “Trabalho” tem não só o lado árduo da luta, mas também os deleites da caminhada rumo à conquista daquilo pelo que se trabalha. O ser humano precisa ter um misto de todos estes significados para alcançar o que se propõe não só profissional, mas cultural, social, espiritual e emocionalmente. Este trabalho foi baseado em fatos históricos, relatos
e experiências através de publicações em livros, artigos e internet.
Afinal o trabalho é fardo ou prazer? Jean La Fontaine, em sua fábula “A Cigarra e a Formiga”, demonstra numa linguagem pura, e porque não dizer, infantil, que todo o esforço, todo trabalho é recompensado. E que, quem trabalha junta para si aquilo de que possa necessitar; e a Dona Cigarra, conforme relata o autor resolveu desfrutar somente do momento e não se importou em armazenar, pelo seu esforço, nem sequer o suficiente para sua sobrevivência.
Peter F. Drucker um Teórico da Administração, diz que os planos são apenas boas intenções, salvo quando degenerem imediatamente em trabalho duro.
Confúcio, Filósofo chinês, diz que “ a escolha de um trabalho deve ser pautada pelo que você ama, pois não terá que trabalhar apenas um dia de sua vida”. Quando trabalho é prazer, a vida é uma alegria. Quando trabalho é dever, a vida é uma escravidão, dizia Máximo Gorki – escritor russo. O ator Anthony Robbins diz que costuma dizer que tem sorte, e quanto mais se prepara, mais sorte eu tem.
Afinal, como é que pode trabalho parecer algo tão pesado e ao mesmo tempo nos dar tanto prazer, quando na tentativa de melhorarmos nossa posição profissional, buscamos cada vez mais o aperfeiçoamento daquilo que executamos?
Eu aprendi com meus pais que eu deveria estudar, pra conseguir um bom trabalho, ser alguém na vida. E eu ensino o mesmo aos meus filhos, que, aliás, são os que mais assistem e sofrem as conseqüências de minha dedicação ao trabalho.
Não que sejamos “nada” quando não estamos trabalhando, mas o fato é que sempre estamos trabalhando em algo; ao menos deveríamos, nos ocupar com nossos planos. Talvez seja isso que faça muita diferença, nós sempre nos pré-ocupamos com os acontecimentos, ou seja, antecipamos
possibilidades e muitas vezes começamos a sofrer antes do tempo por algo que nem ao certo sabemos se acontecerá. O trabalho sempre traz o significado de algo árduo, difícil.
Quem nunca ouviu falar na história da mitologia dos doze trabalhos de Hércules, feitos heróicos não alcançados por homens normais. E fazer uma arca, será que dá trabalho? Alguém sabe em quanto tempo foi construída a arca de Noé? Alguém se arrisca? Pois bem, Noé levou mais de cem anos para construir a arca que Deus ordenara que ele construísse para salvar sua família e um casal de cada espécie animal, do dilúvio que seria mandado a Terra, como sinal do descontentamento de Deus com o ser humano.
Afora o trabalho da construção Noé ainda devia enfrentar todo tipo de zombaria do povo. E sabem quantos anos tinha Noé? Quase quinhentos. Sim 500 anos quando começou a construir a arca e o dilúvio só aconteceu quando ele já estava com seiscentos anos, um mês e dezessete dias, pra ser mais exato. E então, hoje em dia quando chegamos aos 40 e muitos já sofremos a discriminação pela idade para ingressar em alguma atividade.
E quando estudamos, lá vem mais o quê? Isso mesmo, trabalho. Cada dia um diferente, com uma exigência diferente, um grupo diferente, um assunto diferente. E é essa diferença que valoriza cada atividade, essa pitada do trabalho de cada um da equipe. Mas, pra falarmos um pouco da história do trabalho, podemos fazer algumas menções, por exemplo: A primeira citação sobre trabalho de que se tem notícia, vem desde a criação, quando Deus expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden, lugar onde tinham tudo a sua disposição em troca de total obediência. Porem eles não mantiveram esta condição e, tendo sua curiosidade instigada pela astúcia da serpente, transgrediram a única regra, e, desta maneira desagradaram ao Criador que, como punição os expulsou daquele paraíso dizendo a Eva: “...Com sofrimento você dará à luz filhos...” - e a Adão disse: “...Com o suor do seu rosto, você comerá o seu pão...”. Até à serpente seria operoso o viver, pois a ela disse:
“Sobre o seu ventre rastejará, e pó comerás todos os dias da sua vida.”
De qualquer maneira, o castigo imposto a ambos tratava de lida por algum motivo em favor de suas existências. Podemos pensar que esta foi a primeira ideia de trabalho como sacrifício de que se tem conhecimento.
No Brasil, com o passar do tempo, podemos agregar outras histórias como a da escravidão, por exemplo, que era o mais rude e brutal abuso daqueles que não tinham, em suas mãos, nem armas, nem cultura, nem poder social para lutar por direitos, que, na verdade, nem sabiam que um dia viriam a ter.
“Lerê, lerê, lerê, lerê, lerê...” Quem não conhece esta vinheta? Ela sozinha já sugere Trabalho. E do tempo da escravidão temos relatos dos mais onerosos à dignidade do ser humano de que se tem notícia. Negros africanos foram trazidos, em princípio pelos portugueses para trabalharem como escravos nas lavouras de cana-de-açúcar, mas nem ao menos eram questionados se aceitariam trabalhar em troca do que lhes era oferecido. E lhes era oferecido casa e comida em troca de mão-de-obra. Falando assim parece até justo não é? Porém a história não é bem assim. A casa era a senzala onde todos os negros viviam juntos, em condições insalubres, ambientes sem a menor higiene e privacidade; e a comida era jogada ao chão.
Segundo o escritor Ademar Vidal a condição em que viviam esses escravos era de uma injustiça inigualável quando relata que dever-se-ia de justiça e caridade providenciar sobre o bárbaro e cruel e inaudito modo como a maior parte dos senhores tratam os desgraçados escravos de trabalho. Tais há que não lhes dando sustento algum lhes facultam somente trabalharem no domingo ou dia santo, em um pedacinho de terra a que chamam “roça” para daquele trabalho tirar seu sustento para toda a semana acudindo somente com alguma gota de mel, o mais grosseiro, se é tempo de moagem.
A respeito da comida, baseado em relatos de testemunhas da época, dizia: A comida era jogada ao chão. Seminus, os escravos dela se
apoderavam num salto de gato, comida misturada com areia, engolindo tudo sem mastigar porque não havia tempo a esperar diante dos mais espertos e vorazes.
A jornada de trabalho diária dos escravos era de quatorze a dezesseis horas. Isso sem falarmos das mulheres escravas que eram destinadas aos trabalhos domésticos, porém, também enfrentavam, sem o menor direito de defesa, a servidão sexual aos seus senhores. Para completar a brutalidade e crueldade da situação, estes escravos eram vendidos, trocados, castigados, torturados; e muitas vezes mortos por seus senhores ou capitães-do-mato quando, num surto de ousadia, tentavam escapar de sua triste condição. Nesta época, sabe-se que os negros trabalhavam e os seus senhores enriqueciam e se fartavam nas suas riquezas. Refletindo a esse respeito, disse Martin Luther King. ‘O que me preocupa não é o clamor dos maus, é o silêncio dos bons' Nos países árabes e muçulmanos a escravidão existe até hoje, porém é a chamada escravatura branca de mulheres para prostituição forçada e de crianças para trabalharem como escravos.
A Revolução Industrial trouxe novas perspectivas ao trabalhador; começou no século XVIII na Inglaterra, mas no Brasil, mesmo havendo incentivos fiscais para a indústria têxtil, não era motivo suficiente para se desenvolver, pois por causa da escravidão, faltavam trabalhadores livres e assalariados para construir a base do mercado consumidor.
Em 1850 a Lei Eusébio de Queirós proibia o tráfico de escravos e com isso, houve o interesse por parte dos senhores de aplicarem capitais para a indústria. Também por decorrência desta proibição, houve uma entrada considerável de imigrantes, que foi a primeira classe assalariada no país e passaram a constituir um mercado consumidor, bem como força de trabalho.
Olhando além das fronteiras temos os exemplos de nomes marcantes na história do trabalho que são Taylor e Ford. O primeiro assistia a empregado tendo até certa iniciativa em relação à sua produção. Já, para Ford, o que importava era produzir cada vez mais,
transformando os empregados quase em máquinas. Henry Ford chegou a ser citado pelo autor James C. Hunter no livro “Como se tornar um líder servidor” nestas palavras: “Porque é que eu tenho que ficar com a pessoa inteira, quando quero apenas um par de mãos?”
Elton Mayo começou a olhar para o “ser humano” como participante direto da produção e sofrendo de todos os males e sentimentos pertinentes a ele. E estudou o comportamento na experiência de Hawtorne, para entender o efeito das condições físicas sobre a produtividade. E depois vieram outros que passaram a olhar o indivíduo como efetivo participante do processo de produção, dependendo dele o sucesso ou fracasso deste processo.
Dietmar Kamper, em seu livro “Trabalho como vida” faz citações de vários personagens em relação ao trabalho. Walter Benjamin, filósofo e sociólogo judeu alemão do século XVIII diz que o trabalho é fogo consumidor. Friedrich Nietzsche diz que deixamos o sacrifício obrigatório e optamos pelo sacrifício voluntário; e que o ócio é vergonhoso. Fazemos tudo olhando para o relógio, nos escravizamos pelo tempo e pelo trabalho. Ernest Junger chega a dizer que a felicidade do homem consiste em ser sacrificado. Ele diz também que o trabalho não é uma atividade por excelência, mas expressa um modo de ser especial à procura de preencher o seu espaço de tempo; e o contrário do trabalho não é o ócio, mas uma perspectiva.
Enfim, o fato é que depois de tanta escravidão, nos deparamos hoje com uma busca frenética por melhores posições; e para alcançá-las é necessário buscar com a mesma intensidade, uma especialização.
Corremos frequentemente por melhores condições de sustento de nossas famílias, mas, em contra-partida temos que nos afastar delas, para conseguir conquistar esta melhoria.
Poderíamos citar várias histórias de trabalhos bem sucedidos, mas por hora escolheremos apenas dois exemplos que tiveram grande reflexo e representam grandes exemplos.
O primeiro é o de Soichiro Honda, que acredito, dispensa apresentações.
A história de um sonho
Em 17 de novembro de 1906, nascia na aldeia de Komyo, na cidade de Hamamatsu, no Japão, o filho mais velho de um ferreiro. Seu nome, Soichiro Honda.
Era uma criança curiosa, que desde muito cedo ficava observando os motores, encantado com seus barulhos, cheiros e segredos! Nunca foi um bom aluno, pois não se interessava pelas teorias dos livros, preferindo a prática das coisas.
Aos 8 anos, já havia construído uma bicicleta e, aos 13 já tinha uma série de pequenas "invenções". Aos 16 anos, Honda vai para Tókio como aprendiz numa oficina mecânica, e poucos anos mais tarde, volta para Hamamatsu e abre a sua própria oficina. Trabalha dia e noite inclusive dormindo na própria oficina. Empenha as jóias da própria esposa para continuar nos negócios. Quando apresentou o resultado de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido.
Mas ele não desiste e volta à escola por mais dois anos e poucos anos depois a empresa que o recusou o chama para fechar um contrato, mas durante a guerra sua fábrica é bombardeada duas vezes e tem grande parte destruída.
E, novamente ele insiste, reconstrói sua fábrica; mas vem um terremoto e a arrasa novamente, mas, para este guerreiro não havia
impedimento; e após a guerra, por causa do racionamento de combustível, não se podia sair de casa. E, o que aos olhos de muitos era um problema, para Soichiro era uma nova fonte de criatividade; e ele adapta um pequeno motor às bicicletas e sai às ruas.
E todos passam a querer as “bicicletas motorizadas” e ele, com a ajuda de mais ou menos cinco mil lojas espalhadas pelo país inicia o que hoje, é um dos maiores impérios da indústria automobilística do Japão e respeitada no mundo inteiro.
E tudo isso porque Sr. Soichiro não desistiu diante de tantas adversidades e tanto trabalho.
Infelizmente, nada é eterno. Em 5 de agosto de 1991, Soichiro não resiste aos sérios problemas hepáticos, e deixa, aos 84 anos, o mundo do motociclismo órfão. Foi uma vida inteira dedicada aos projetos audaciosos. "Eu vivo no presente, para construir o futuro, com a experiência do passado" Soichiro Honda (1906 - 1991).
E nesta história o que mais se viu foi trabalho, sempre muito trabalho.
Outro exemplo de persistência de quem acredita, de fato naquilo que executa é o de Steve Jobs, um dos fundadores da Apple. Steve Jobs iniciou a Apple na garagem da casa de seus pais em parceria com Steve Wozniack quando tinha apenas 20 anos. Juntos, trabalharam duro, e em 10 anos a Apple passou de apenas dois em
uma garagem para uma companhia de 2 bilhões de dólares com 4 mil empregados.
Conta Jobs que eles criaram o Macintosh e aos 30 anos, foi demitido. Como você pode ser demitido de uma empresa que você criou? Ele relata: Bom, conforme a Apple crescia, nós contratamos alguém para dirigir a companhia. E pelo primeiro ano ou mais as coisas foram bem. Mas então nossas visões começaram a divergir, e eventualmente tivemos uma discussão. Foi quando o nosso quadro de diretores o escolheu, e aos 30, eu estava fora, muito publicamente fora. Tudo em que eu me foquei a minha vida adulta inteira foi tirado de mim. E foi devastador. Eu realmente não soube o que fazer por alguns meses. Eu senti como se tivesse falhado com a geração anterior de empresários, como se eu tivesse derrubado o bastão quando foi passado para mim. Mas ele conta que continuava amando aquilo que fazia, mesmo tendo sido rejeitado. E decidiu começar de novo e, por incrível que pareça, ter sido demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido. O peso de ser vitorioso foi substituído pelo vazio de ser um iniciante outra vez, sem muita certeza sobre nada.
E nos cinco anos seguintes criou uma companhia chamada Next, outra companhia chamada Pixar, e se apaixonei por uma mulher incrível que se tornou sua esposa. A Pixar seguiu e criou o primeiro grande filme de animação por computadores, Toy Story, e hoje é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma incrível sucessão de eventos, a Apple comprou a Next e Jobs voltou à Apple, e a tecnologia desenvolvida na Next é o coração da atual recuperação da Apple.
Convenceu-se de que a única coisa que o fez seguir em frente foi que ele amava o que fazia. Você tem que achar o que ama – diz Jobs. E isso é tão verdade para o trabalho, quanto é para as pessoas que ama. Seu trabalho vai preencher boa parte da sua vida, e a única maneira de ser verdadeiramente satisfeito, é fazer o que acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um ótimo trabalho, é amar o que você faz. Se você não achou isso ainda, continue procurando; como todos os
assuntos do coração, você saberá quando encontrar; e como toda grande relação, só tende a melhorar com o passar do tempo. Então continue procurando! Como dizia Santos Dumont: “As invenções são fruto de um trabalho teimoso.”
Considerações finais
Alguns dizem: “Quem trabalha não tem tempo de ganhar dinheiro”; ou: “O trabalho enobrece o homem”; ou: “O único lugar que sucesso vem antes de trabalho é no dicionário”. Ou seja, hoje o trabalho, mesmo significando sacrifício, privações, solidão, stress e tudo o mais que dele demanda, optamos por nos dedicar cada vez mais a ele.
E assim evoluímos em todas as áreas de nossa vida, na minha, pelo menos, sempre com muito trabalho, e sabem de uma coisa? Ou seja, teimosamente, nos entregamos às nossas atividades em busca daquilo que almejamos e que traçamos como nossas metas.
Pedindo licença ao McDonald’s, quero declarar que “ EU AMO MUITO TUDO ISSO”. Há de se amar o que se faz, para ter o maior passo dado rumo ao sucesso, como conta Jobs e como vimos na história de Soichiro Honda. O amor ao que faziam os conduziram ao sucesso, à persistência e a esse testemunho de que nos servimos para este trabalho.
E, com estes testemunhos, vamos ser melhores e deixar filhos melhores que saibam dar e ensinar valores; e não permitir que desvalorizem o seu trabalho.
Porém não podemos nos dedicar demasiado à uma só tarefa, devemos procurar o equilíbrio e a ordem das coisas, pois: “Há tempo para todas as coisas debaixo do sol.” – Eclesiastes 3:1. E sendo fardo ou prazer; ou ainda fardo e prazer, unimos estes sinônimos tão distintos para definir o que Ernst Junger traduz como trabalho: fogo que nos consome, mas precisamos dele para completar nossa felicidade. Afinal, o que é a vida senão um balanço das nossas obras, do nosso esforço, do nosso trabalho?
Referências Bibliográficas
(1)www.motosclassicas70.com.br@soichiro_hon da – 16.11.09 escrito em 2002
(2) www.sua.pesquisa.com.br – revolução industrial – 13.11.09
(3) www.terrabrasileira.com.br – “O negro escravo” – 13.11.09
(4) www.ronaud.com.br - acesso em 09.11.09
(5) KAMPER, Dietmar. Trabalho como vida. São Paulo: Annablume, 2000.
(6) GLADWELL, Malcolm. Fora de Série –
Outliers. São Paulo: Editora Sextante, 2008
(7) HUNTER, James C. Como se tornar um líder
servidor. São Paulo: Editora Sextante, 2006
(8) A Bíblia Sagrada (9) www.ronaud.com.br