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Relatório estágio profissional

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Academic year: 2021

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Mestrado Integrado em Medicina Faculdade de Ciências Médicas Faculdade de Ciências Médicas Universidade Nova de Lisboa

Relatório Final

Thalia Mendonça Vaz Moço, nº 2008220 Ano letivo 2013-2014

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ÍNDICE

1.   INTRODUÇÃO   2  

2.   SÍNTESE  DAS  ATIVIDADES  DESENVOLVIDAS   3  

2.1.   ESTÁGIOS  PARCELARES   3  

2.1.1.   PEDIATRIA   3  

2.1.2.   GINECOLOGIA-­‐OBSTETRÍCIA   3  

2.1.3.   SAÚDE  MENTAL   4  

2.1.4.   MEDICINA  GERAL  E  FAMILIAR   5  

2.1.5.   MEDICINA   5  

2.1.6.   CIRURGIA   6  

2.2.   OUTRAS  UNIDADES  CURRICULARES   7  

2.2.1.   INTEGRADORA:  PREPARAÇÃO  PARA  A  PRÁTICA  CLÍNICA   7  

2.2.2.   ESTÁGIO  CLÍNICO  OPCIONAL:  REUMATOLOGIA  (HOSPITAL  ST.  OLAV,  TRONDHEIM)   7  

3.   REFLEXÃO  CRÍTICA  FINAL   8  

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1. INTRODUÇÃO

O 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina (MIM), nos últimos 20 anos, tem vindo a ser adaptado à realidade atual da rápida renovação de conhecimentos, do aparecimento das novas tecnologias e reforço das ciências de comportamento, sociais e comunicativas. Deste modo, tanto a Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Nova de Lisboa, onde termino o meu MIM, como as restantes faculdades de medicina europeias, procuram cada vez mais dar ênfase à prática clínica, à aprendizagem baseada por problemas e ao trabalho em equipa.

Tendo isto em conta, a educação médica pré-graduada deste ano tem caráter prático e profissionalizante de modo a: consolidar os conhecimentos adquiridos, desenvolver atitudes e comportamentos profissionais, aperfeiçoar aptidões clínicas e procedimentos práticos, promover aptidões interpessoais de comunicação e, por último, aptidões gerais como por exemplo a abordagem crítica construtiva num contexto permanentemente em mudança.

As duas áreas fundamentais das ciências médicas, a medicina interna e a cirurgia geral, perfazem um semestre na planificação de estudos, juntamente com a Unidade Curricular (UC) integradora designada por Preparação para a Prática Clínica. O semestre seguinte inclui os estágios profissionalizantes de: Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia, Saúde Mental e Medicina Geral e Familiar, bem como uma Unidade Curricular opcional. Os estágios são realizados em locais de prestação de saúde na comunidade (hospitais, centros de saúde, etc.).

A finalidade deste relatório é fornecer um enquadramento conceptual de orientação no que respeita à organização, aos principais objetivos e atividades desenvolvidas das UC, que apresento por ordem de realização.

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2. SÍNTESE DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 2.1. ESTÁGIOS PARCELARES

2.1.1. PEDIATRIA

O estágio parcelar de Pediatria é regido pelo Dr. Luís Varandas e realizei de 16 de setembro a 11 de outubro de 2013. Durante este período fui tutelada pela Drª Raquel Maia, no Hospital de Dona Estefânia. Este estágio incluiu as vertentes prática e académica. A primeira decorreu de forma preponderante da participação na equipa médica na enfermaria da Unidade de Hematologia Pediátrica, nas consultas correspondentes, no Hospital de Dia e no Serviço de Urgência. Ainda tive contacto com as consultas de Gastroenterologia pediátrica (e exames complementares), de Infeccio-ortopedia pediátrica e de Imuno-alergologia. A vertente académica traduziu-se nas aulas teórico-práticas de Imuno-alergologia e na formação contínua hospitalar. Finalizando o estágio, apresentei com a Sara Garrido e a Patrícia Marques o tema “Doença Celíaca, marcha diagnóstica” no seminário proposto.

O principal objetivo desta Unidade Curricular (UC) consistiu na compreensão da especialidade enquanto medicina holística e integral de um grupo etário específico, da concepção à adolescência. Deste modo, a integração dos conhecimentos adquiridos previamente ao longo do curso foi demonstrado em atitudes, aptidões e competências que se desenvolveram.

2.1.2. GINECOLOGIA-OBSTETRÍCIA

O estágio parcelar de Ginecologia-Obstetrícia é regido pelo Dr. Rui Costa. Realizei o estágio sob a tutela da Drª Paula Ambrósio no Hospital de Vila Franca de Xira (HVFX), de 14 de Outubro a 08 de Novembro de 2013. Da vertente médica da especialidade, participei ativamente na atividade da enfermaria Ginecológica e nas consultas de Ginecologia Geral e Oncológica, de Patologia do Colo e de Obstetrícia Geral. Para além destas, acompanhei as

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consultas complementares de Ecografia e de Histeroscopia. Da valência cirúrgica, participei como 2ª ajudante, nas cirurgias programadas e no Bloco de Partos (durante a urgência).

Para além da prática, realizou-se no último dia um workshop no qual em grupo com os meus colegas Joana Milho e João Rito apresentei um trabalho intitulado “Tiróide e Gravidez” onde foi criticada a importância de reconhecer a diferença entre o que está preconizado por um lado na teoria e por outro na prática.

Fizeram parte dos objetivos deste estágio a consolidação das competências, atitudes e conhecimentos adquiridos no 4º ano acerca da saúde da mulher. A prática de comportamentos e aptidões clínicas foi realizada através de um ensino profissionalizante, com o objetivo de preparar o aluno para a boa prática em especialidades com requisitos nesta área.

2.1.3. SAÚDE MENTAL

O estágio de saúde mental, sob a regência do Prof. Dr. Miguel Xavier, foi realizado durante o período de 11 de Novembro a 04 de Dezembro de 2013 sob a tutela do Dr. Miguel Talina no HVFX. O estágio consistiu no contacto com os doentes na enfermaria (Psiquiatria de Ligação), nas consultas de Psiquiatria e Pedo-psiquiatria, no Serviço de Urgência e nas reuniões multidisciplinares. Ademais, em conjunto com o meu colega Mark Germano renovei o modelo de História Clínica disponibilizado. Por último, ainda em grupo, expus um seminário intitulado “Demências potencialmente reversíveis”, que consistiu num trabalho de revisão sobre a matéria, incluindo 4 casos clínicos, um deles acompanhado na consulta do Dr. Miguel Talina.

Os objetivos desta Unidade Curricular concentraram-se na aquisição de conhecimentos, capacidades e atitudes necessárias ao médico independentemente da sua especialidade (com especial enfoque às áreas clínicas). Destaco, entre os objetivos mais específicos, saber realizar o exame do estado mental e avaliar a síndrome ponderando sobre as opções psicofarmacológicas e psicoterapêuticas no tratamento.

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2.1.4. MEDICINA GERAL E FAMILIAR

O estágio parcelar de Medicina Geral e Familiar (MGF) foi regido pela Prof. Doutora Isabel Santos, que cumpri durante o período de 09 de dezembro 2013 a 17 de janeiro de 2014. Mediante a opção de escolha, realizei o estágio em duas modalidades dentro da ARSLVT. As 2 primeiras semanas realizei na Unidade de Cuidados de Saúde Primários (CSP) de Corroios, sob a tutela da Drª Eugénia Silva, e as 2 últimas semanas na Unidade de Saúde Familiar Conde de Oeiras, orientada pela Prof. Doutora Isabel Santos. Esta UC pressupôs um ensino prático orientado com o acompanhamento próximo do médico assistente. Acompanhei as Consultas no Centro de Saúde (que incluem entre outros a consulta do adulto, da saúde da mulher, infantil e de planeamento familiar), os domicílios, visitas a lares, atividades na sala de tratamentos e ainda no secretariado para compreender a gestão do atendimento ao balcão.

Os objetivos gerais do contacto com os CSP envolvem: a contextualização dos problemas dos pacientes; o entendimento do perfil e âmbito da atuação do médico assistente; a discussão do diagnóstico e da gestão de problemas centrados na pessoa; a identificação holística das necessidades; o estabelecimento de uma relação empática com o paciente; perceber como utilizar os recursos existentes e entender a gestão de referenciação e de continuidade de cuidados.

2.1.5. MEDICINA

O estágio parcelar de Medicina, regido pelo Prof. Doutor Fernando Nolasco, realizei durante o período de 27 de janeiro a 21 de março de 2014 no Serviço de Medicina 1.2 do Hospital de S. José (HSJ), tutelada pelo Dr. Luís Dias. Este Serviço de Medicina incluiu formação prática e académica. A formação prática passou pela enfermaria, pelo Serviço de Urgência e pelas consultas de Medicina Interna, Risco Vascular, Diabetes e Doenças Cerebrovasculares. A formação académica, por seu lado, incluiu tanto seminários teórico-práticos na FCM como sessões diárias no HSJ, dirigidas a todos os profissionais de saúde, de diversas índoles

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(nomeadamente trabalhos de revisão e sessões de Neurorradiologia, de radiologia geral e de eletrocardiograma). Destaco um os componentes de avaliação, que foi a apresentação de um trabalho “Infeções do Trato Urinário”, que apresentei em conjunto com as minhas colegas Leonor Rebordão, Joana Milho e Sara Garrido.

O principal objetivo desta UC foi a integração na equipa hospitalar e a realização das atividades médicas o mais possível semelhantes a um jovem médico. O papel do aluno teve portanto impacto na resolução de tarefas necessárias, como a história clínica, o levantamento de hipóteses de diagnóstico e de possíveis abordagens terapêuticas.

2.1.6. CIRURGIA

O estágio parcelar de Cirurgia, regido pelo Dr. Rui Maio, realizou-se no período de 24 de Março a 23 de Maio de 2014. Realizei as 8 semanas no Hospital Beatriz Ângelo sob a tutela da Drª Rita Roque. Este período dividiu-se em 6 semanas na especialidade de Cirurgia e em 2 semanas na Unidade de Cuidados Intensivos e Intermédios (UCI). Durante o estágio, inseri-me na equipa de forma independente mas supervisionada, observei doentes e após a história clínica e o exame objetivo propus hipóteses de diagnóstico e abordagens terapêuticas que foram largamente discutidas. A atividade na enfermaria foi completada pela atividade no bloco operatório (onde colaborei como 2ª ajudante), no Serviço de Urgência, e na própria UCI. A juntar-se à formação prática, o estágio incluiu ensino teórico e teórico-prático no hospital, este último que visou ensinar a realização dos procedimentos cirúrgicos mais comuns.

No último dia organizou-se um mini-congresso. Em conjunto com as minhas colegas Andreia Correia e Ana Catarina Correia apresentei o tema “A dor também se opera? Um pâncreas intrigante”, que representou a revisão sobre a patologia pancreática na doença de Von Hippel Lindau, contextualizada a um caso clínico acompanhado durante o estágio de cirurgia.

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Os objetivos gerais desta UC pretendem a futura substituição do ano comum. Os objetivos são o aprofundamento, atualização e relacionamento dos saberes adquiridos nos anos anteriores específicos da cirurgia e complementares. É ainda espectável a aquisição de atitudes, valores, aptidões e o desenvolvimento de novos conhecimentos e competências.

2.2. OUTRAS UNIDADES CURRICULARES

2.2.1. INTEGRADORA: PREPARAÇÃO PARA A PRÁTICA CLÍNICA

A UC de Preparação para a Prática Clínica foi regida pelo Professor Doutor Roberto Palma dos Reis, que quinzenalmente reuniu um mínimo de 3 especialistas para expor e debater temas centrais nas ciências médicas. O ensino foi fundamentalmente baseado em problemas, com o objetivo principal de integrar os conhecimentos ministrados ao longo do Curso de Medicina. A avaliação incluiu a assiduidade e um teste de escolha múltipla baseado nas aulas.

2.2.2. ESTÁGIO CLÍNICO OPCIONAL: REUMATOLOGIA (HOSPITAL ST. OLAV, TRONDHEIM)

A formação prática do Curso de Medicina terminou com a realização da UC Opcional Integrada, regida pelo Prof. Doutor Fernando Nolasco, de 26 de maio a 08 de junho de 2014. Dada a escolha entre um estágio clínico opcional e alguns cursos teóricos (e tendo em conta as minhas preferências) optei pelo primeiro. Realizei o estágio na especialidade de Reumatologia, no Hospital de St. Olav em Trondheim, na Noruega, integralmente na língua norueguesa. Os objetivos principais enquadraram-se na formação avançada na especialidade hospitalar, na aquisição de experiência clínica relevante e na minha integração no Serviço Clínico.

As atividades desenvolvidas consistiram no acompanhamento dos assistentes na consulta de Reumatologia e na realização de ecografia (durante a mesma), na enfermaria e no acompanhamento dos médicos e enfermeiros no hospital de dia. A formação teórico-prática passou pelos cursos de imagiologia na Espondilite Anquilosante Axial e de ecocardiografia, com a duração de 4h e 1h respectivamente, e por sessões da indústria farmacêutica.

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3. REFLEXÃO CRÍTICA FINAL

O 6º ano do MIM na FCM encontra-se numa fase de transição do plano de estudos. Este está adaptado às exigências atuais e prima pela sua índole prática e profissionalizante.

Considero a organização do ano curricular bem estruturada. Os estágios fundamentais de medicina interna e cirurgia geral, foram desenvolvidos durante um período de tempo suficiente para a integração na equipa de profissionais de saúde e no próprio sistema de saúde nacional. As restantes especialidades, representadas pelos estágios parcelares, foram bem selecionadas tendo em conta a necessidade do seu domínio enquanto médica.

Comum a todos os estágios parcelares, mas que especialmente verifiquei nos estágios fundamentais, foi a autonomia em tarefas como a observação de doentes no serviço de urgência, na enfermaria e no centro de saúde (em MGF). Senti responsabilidade relacionando-me com os pacientes, tomando decisões, comunicando más notícias e, em relacionando-menor grau mas também, gerindo as decisões preventivas, terapêuticas ou paliativas tomadas.

Apesar dos constrangimentos que limitam o rácio assistente : aluno atualmente, foi conseguida a educação pelos pares com a aprendizagem contínua de aptidões e procedimentos práticos. Garantiu-se, assim, a possibilidade de discussão de problemas clínicos, cirúrgicos ou envolvendo outras esferas sócio-culturais, com o assistente responsável.

A UC integradora colmatou o prévio ensino baseado na exposição teórica. Primando pela aprendizagem por problemas, esta UC integrou de facto todas as especialidades abordadas em estágio e necessárias para o futuro médico. Congratulo todos os médicos, e em particular o Prof. Doutor Roberto Palma dos Reis, que conseguiu reunir diferentes especialistas reconhecidos e dedicados ao ensino para contribuir para a minha formação.

Os trabalhos de revisão realizados permitiram-me desenvolver aptidões interpessoais de comunicação bem como consolidar conhecimentos adquiridos durante os anos precedentes.

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A UC opcional foi relevante nos meus estudos pré-graduados. Pude aproximar-me do sistema de saúde de outro país, treinar a comunicação interpessoal inserida noutras cultura e língua e adquirir conhecimentos e aptidões técnicas numa área clínica que me apresa, a Reumatologia.

A excelência da organização pedagógica permite-me refletir acerca das necessidades a colmatar pelo programa curricular. A criação de uma UC anual ou semestral, na área da investigação, com eventual publicação científica, poderia ser benéfica a longo prazo. Esta permitiria encarar a decisão na prática clínica através de um entendimento claro dos estudos científicos que corroboram a mesma, na atual medicina baseada na evidência.

A aprendizagem contínua pré-graduada e pós-graduada torna-se atualmente imperativa. Assim, a importância das tecnologias na partilha de informação a nível internacional afirma-se. Juntamente com a reconhecida necessidade de relação para com o próximo, esta tomará um papel fundamental no futuro a curto ou médio prazo, provavelmente recriando este ano profissionalizante.

Termino agradecendo a todos os profissionais de saúde que contribuíram para o meu ensino pré-graduado oferecendo-me oportunidades de aprendizagem de valor imensurável.

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Certificado de Frequência de Formação Profissional

Certifica-se que Thalia Moço , natural de ______________, nascido/a a ___/___/_____, nacionalidade ______________, portador do bilhete de identidade nº ______________ emitido pelo Arquivo de Identificação de ______________ em ___/___/_____, participou no Curso de Formação Profissional Jornadas do Departamento de Cirurgia do HBA que decorreu de 16/05/2014 a 17/05/2014 no/a Hospital Beatriz Ângelo com a duração total de 14 horas.

Lisboa, 17 de Maio de 2014

O Responsável pela ADVITA - Associação para o Desenvolvimento Novas Iniciativas para a Vida

(Assinatura e selo branco ou carimbo da entidade formadora Certificada)

Certificado n.º 1924/2014

De acordo com o modelo publicado na Portaria n.º 474/2010

ADVITA/05_v02

África  do  Sul              11      04      1989  

portuguesa   13624561  

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EBAC CERTIFICATE OF ATTENDANCE

The European Board for Accreditation in Cardiology (EBAC) has granted Miss Thalia MENDONCA VAZ MOCO

1 external CME credits for participation in the

Norwegian Society of Cardiology Polish Cardiac Society Portuguese Society of Cardiology Romanian Society of Cardiology Slovenian Society of Cardiology Spanish Society of Cardiology Swedish Society of Cardiology Swiss Society of Cardiology Turkish Society of Cardiology German Cardiac Society

Hellenic Cardiological Society Hungarian Society of Cardiology Irish Cardiac Society

Italian Federation of Cardiology Lebanese Society of Cardiology Lithuanian Society of Cardiology Luxembourg Society of Cardiology Netherlands Society of Cardiology Albanian Society of Cardiology

Austrian Society of Cardiology Belgian Society of Cardiology British Cardiovascular Society Croatian Cardiac Society Cyprus Society of Cardiology Danish Society of Cardiology Finnish Cardiac Society French Society of Cardiology

List of institutions officially recognising the competence of EBAC in international accreditation: CardioVasculair Onderwijs Instituut (NL), Österreichische Akademie der Ärzte (AT).

List of National Cardiac Societies officially recognising the competence of EBAC in international accreditation:

The How to manage the NOACS in clinical practice has been accredited by EBAC for 0 hours of external CME credits. Each participant should claim only those hours of credit that have actually been spent in the educational activity.

The European Board for Accreditation in Cardiology is responsible for Accreditation of international CME programmes in cardiology for the European medical community. EBAC is one of the European Specialty Accreditation Boards (ESAB) of UEMS and belongs to ECSF (European Cardiology Section Foundation), a foundation of UEMS - Cardiology Section.

How to manage the NOACS in clinical practice, a case-based approach

Professor Frieder Braunschweig Scientific Course Director

taking place on 25 September 2013

Each participant should claim only those hours of credit that have actually been spent in the educational activity. EBAC works according to the quality standards of the European Accreditation Council for Continuing Medical Education (EACCME), which is an institution of the European Union of Medical Specialists (UEMS).

How to manage the NOACS in clinical practice has been accredited by EBAC for 1 hour of external CME credit

The European Heart House - 2035, Route des Colles - Les Templiers - BP 179 - 06903 Sophia Antipolis Cedex - France Tel. +33 (0)4 92 94 76 00 - Fax. +33 (0)4 92 94 76 01

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Referências

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