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A normalização no setor químico ABNT/CB-10

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(1)

no setor químico

Resumo Anual

2007

Resumo Anual

2007

ABNT/CB-10

ABNT/CB-10

(2)

A importância da normalização brasileira no setor químico 03

Palavras do Comitê Brasileiro de Química 03

Âmbito de Atuação 05

Estrutura organizacional do ABNT/CB-10

Segmentos que compõem o setor químico brasileiro

06 05

Dados sobre a coletânea de Normas do ABNT/CB-10 10

Comissão de Estudo de Informações de Segurança, Saúde e Meio Ambiente

Relacionadas a Produtos Químicos 12

Comissão de Estudo de Cloro-Soda 15

Comissão de Estudo de Defensivos Agrícolas 18

Comissão de Estudo de Desinfestantes 21

Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto 24

Comissão de Estudo de Metrologia Básica - Laboratório 28

Comissão de Estudo de Óxido de Eteno e seus Derivados 31

Comissão de Estudo de Adesivos 34

Comissão de Estudo de Espumas Flexíveis de Poliuretano 37

Comissão de Estudo de Cera de Carnaúba 40

Outras atividades realizadas pelo ABNT/CB-10 43

ABNT/CB-10 04 Visão Missão Metas 04 04 04

Lista dos participantes das Comissões de Estudo em 2007 08

(3)

Palavras do Comitê Brasileiro de

Química – ABNT/CB-10

A Química é uma ciência exata e todos os que dela vivem, e com ela convivem, têm consciência da necessidade de informações precisas e confiáveis sobre diferentes aspectos técnicos ligados a substâncias e a processos de fabricação, análise e manuseio dos produtos que dela advém.

Uma grande gama de fontes de informação está disponível para os profissionais da indústria, da academia e de centros de pesquisa, porém deve-se destacar as normas técnicas como o principal instrumento para a padronização de procedimentos. O processo de elaboração desses documentos tem por filosofia a democracia na participação de todos os interessados nos temas em discussão, com o intuito de oferecer a oportunidade para a troca e homogeneização dos conhecimentos, que resulta em um documento final com a maior qualidade e representatividade possíveis.

Muitos técnicos se envolvem anualmente nos processos de elaboração de normas no Comitê Brasileiro de Química, o ABNT CB 10, e todo o setor lhes é imensamente grato por seu trabalho! As normas técnicas do CB 10 ajudam na fabricação de produtos com maior qualidade e segurança, nivelando o mercado e aumentando a confiança dos consumidores em relação ao que estão adquirindo. Sem elas, a indústria estaria muito mais exposta a condições de competição desleais e, certamente, veria o mercado nacional como um território com regras técnicas claras apenas nos casos em que estas estivessem fixadas em regulamentos compulsórios, estabelecidos por organismos governamentais.

A normalização técnica na área da química é fundamental em todo o ciclo de vida dos produtos químicos, e por essa razão, as associações, empresas, entidades e pessoas físicas que, em conjunto com a Abiquim atuam no CB10 confiam que os recursos e o tempo aqui investidos dão retorno certo ao setor como um todo e à sociedade em geral.

Um ano de perdas que abalaram profundamente as estruturas do ABNT/CB-10 e de sua mantenedora, a Abiquim. A frase resume a infeliz realidade enfrentada em 2007 quando ocorreram os falecimentos da Superintendente do nosso Comitê, Marta Maria Franco Laudares de Almeida e do representante da Abiquim no Conselho Deliberativo da ABNT, Guilherme Duque Estrada de Moraes.

Contudo, não podemos deixar de destacar o excepcional esforço dos muito envolvidos para o cumprimento das metas que haviam sido estabelecidas para o ano. Por esse motivo, agradecemos. Clovis Sanchez

Gestor do ABNT/CB-10 Marcelo Kós Silveira Campos

Diretor Técnico de Assuntos Industriais e Regulatórios Associação Brasileira da Indústria Química - Abiquim

(4)

Comitê Brasileiro de Química

MISSÃO

OBJETIVOS VISÃO

Ser reconhecido por todas as empresas do setor químico como um fórum estratégico indispensável na proteção de mercados, superação de barreiras não tarifárias e acomodação de legislação às condições da indústria química instalada no Brasil.

Analisar, planejar e coordenar as atividades de normalização para produtos, processos e serviços no setor químico.

Aumentar a quantidade de Normas atualizadas no acervo do Comitê.

Remodelar a página do Comitê na internet para melhorar a divulgação dos trabalhos das Comissões de Estudo; dar facilidade de acesso para pesquisas nas diversas coletâneas de Normas da ABNT; e facilitar a participação da sociedade nos procedimentos de consulta nacional de Normas.

Atender a sociedade em suas demandas por novas Normas brasileiras. Elaborar o relatório de atividades de 2007.

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Âmbito de atuação

Segmentos que compõem o setor químico brasileiro

Faturamento líquido da indústria brasileira - 2007

Normalização no campo da química, compreendendo produtos químicos inorgânicos, produtos químicos orgânicos, produtos e preparados químicos diversos no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.

NOTA: Este âmbito de atuação, estabelecido pela ABNT em setembro de 2000, visa contemplar a atual classificação internacional para a indústria química, presente na International Standard Industry Classification – ISIC, da Organização das Nações Unidas – ONU, e está amparada pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Outros: US$2,7

Tintas, esmaltes e vernizes: US$ 2,4 Sabões e detergentes: US$ 5,5 Defensivos agrícolas: US$ 5,4 Adubos e fertilizantes: US$ 9,0

Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos: US$ 8,8 Produtos farmacêuticos: US$ 14,6

Produtos químicos de uso industrial: US$ 55,1

US$ bilhões

Fonte: Abiquim e associações de segmentos específicos

(6)

ABNT

Abiquim

Mantenedora

Comitê Brasileiro de Química - ABNT/CB-10

Superintendência

Secretaria

Assistência

Comissões de estudo

Total de 32 comissões de estudo aprovadas no

ABNT/CB-10, considerando as ativas e

as não ativas em 2007

Proprietária

(7)

Comissões de Estudo do ABNT/CB-10 em atividade¹

CE 10:101.05 Comissão de Estudo de Informações de Segurança, Saúde e Meio Ambiente Relacionadas a Produtos Químicos

CE 10:102.01 Comissão de Estudo de Cloro-Soda

CE 10:103.02 Comissão de Estudo de Defensivos Agrícolas CE 10:103.03 Comissão de Estudo de Desinfestantes

CE 10:105.07 Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto CE 10:201.01 Comissão de Estudo de Materiais de Referência

CE 10:202.01 Comissão de Estudo de Óxido de Eteno e seus Derivados CE 10:301.02 Comissão de Estudo de Adesivos

CE 10:501.03 Comissão de Estudo de Espumas Flexíveis de Poliuretano CE 10:601.01 Comissão de Estudo de Cera de Carnaúba

Observações

• A CE 10:102.01 - Comissão de Estudo de Defensivo Agrícola representa, também, a Comissões 10:401.03 – Terminologia para Defensivos Agrícolas.

A CE 10:202.01 - Comissão de Estudo de Óxido de Eteno e seus Derivados representa, também, as CE 10:102.03 - Nonilfenol Etoxilado; CE 10:202.01 - Derivados de Óxidos de Eteno; e CE 10:202.02 - Glicóis Etilênicos.

(8)

3M CRST – SANTO AMARO

ABAS DAE JUNDIAÍ

ABCON DEGUSSA

ABES DOW AGROSCIENCES

ABES/CTCQA-AESBE DOW

ABICLOR DUPONT

ABIPLA EKA CHEMICAL

ABPC ENVIRON

ABRAFATI ESPECIALISTAS

AENDA FMC

ÁGUAS DE LIMEIRA FORD MOTOR COMPANY

AKZO NOBEL GENERAL MOTORS

ANHEMBI GUAIBA QUÍMICA

APPC – OPTIMIZA CONSULTORIA HENKEL

AQUALIT HEXION

ARYSTA LIFESCIENCE HIDROALL

ASSOCIQUIM ICAL INDÚSTRIA DE CALCINAÇÃO

BASF IF/USP

BASF POLIURETANOS IHARABRAS

BAYER INDÚSTRIA CARNAÚBA DO BRASIL

BAYER CROPSCIENCE INDÚSTRIA NATURA WAX

BERACA SABARÁ INDÚSTRIA QUÍMICA CATAGUASES BIOAGRI AMBIENTAL INDÚSTRIA QUÍMICA CUBATÃO

BIOENSAIOS INER

BRASCOLA INSTITUTO ADOLFO LUTZ

BRASKEM INSTITUTO BIOLÓGICO

CANEXUS INT

CARBOCLORO INTERTOX

CARBOTEX IND E COM CAL IPEN/CNEN-SP

CAUSTICLOR IPT

CERA VEGETAL DO CEARÁ ITAL/CTC

CESAN ITAL/QUÍMICA

CETESB KEM WATER

CHEMINOVA KRATON POLIMERS

CIBA MANNES

CIMIL MAPA

CLANOX MELLO E ROZIN

CLARIANT MILENIA AGRO CIÊNCIAS

CLEAN ENVIROMENT MINISTÉRIO DA SAÚDE / CGVAM /SVS COORDENADORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

COPASA MONSANTO DO BRASIL

CRQ - 10ª REGIÃO NHEEL QUÍMICA

(9)

NSF NUTEC OXITENO OXYCHEM SANKO ESPUMA SEMAE-PIRACICABA SHERWIN WILLIAMS SINDAG PERÓXIDO SINDICARNAÚBA PETROBRAS SINPROQUIM PEUGEOT STOLLER PLURIQUÍMICA SUALL PQU SUCEN

PRODUTOS QUÍMICOS GUAÇU SULFATO RIO GRANDE

QUIMISA SYMRISE/ABIFRA

RBR SYNGENTA

RHODIA POLIAMIDA TINTAS CORAL RODOLFO G. MORARES & CIA TOYOTA

SABESP VIGNA

SAMARITÁ VOLKSWAGEM

SANEPAR

O ABNT/CB-10 conta com a colaboração de mais de cem pessoas-jurídicas entre entidades, institutos e organizações governamentais e não governamentais. Foram listadas apenas aquelas que tiveram participação presencial nas reuniões realizadas em 2007.

(10)

A Figura apresenta, os dados das Comissões de Estudo que foram priorizadas no programa de revisão de Normas do ABNT/CB-10. Algumas Comissões de Estudo que foram criadas em 2007 não foram utilizadas para a composição da Figura. O resultado da soma de Normas apresentado na Figura representa, aproximadamente, 75% das Normas da coletânea do ABNT/CB-10 no final de 2007.

41 31 26 24 19 6 5 1 1 98 86 41 29 27 27 27 4 Fertlizantes Tintas Termofixos Elastômeros Defensivos agrícolas Termoplásticos Pigmentos Plastificantes Óleos essenciais Produtos químicos para tratamento de água Cloro e álcalis Adesivos Cera de carnaúba Materiais de referência Sabões Desisfestantes Segurança, saúde e meio ambiente

Número de normas em 2007 Composição parcial da coletânea do ABNT/CB-10

Comissões inativas em 2007 Comissões ativas em 2007 COLETÂNEA DO ABNT/CB-10 EM 2007¹ 2007 Total de Normas em 2006 643 649 75 +1% 11,5% Total de Normas em 2007

Total de Normas brasilerias com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

(11)

Dados sobre as atividades do ABNT/CB-10

¹ Alguns fóruns técnicos representaram mais de uma Comissão de Estudo. O total real de Comissões de Estudo no ABNT/CB-10 era de 45 Comissões em 2006 e 39 Comissões em 2007.

² Consideradas todas as Comissões que tiveram atividade no ano, independentemente do número de reuniões realizadas. ³ Considerando a soma das presenças em todas as reuniões de todas as Comissões de Estudo.

Fóruns Técnicos em 2007

Reuniões e participações em 2007

2007

2007

Total de fóruns técnicos no ABNT/CB-10 (em recesso e em atividade)¹

Quantidade de reuniões realizadas pelas Comissões de Estudo do ABNT/CB-10

29 53 10 680 34,5% 4 13 3 0 8 Fóruns que tiveram atividade no ano²

Quantidade de presenças em reuniões das Comissões de Estudo do ABNT/CB-10³ Percentagem de Comissões do ABNT/CB-10 que tiveram atividades

Média mensal de reuniões

Média de participação, por reunião, considerando todas as Comissões de Estudo em atividade

Quantidade de Normas canceladas da coletânea do ABNT/CB-10

Quantidade de Normas transferidas da coletânea do ABNT/CB-10 para outro Comitê Quantidade de Normas transferidas para a coletânea do ABNT/CB-10

Programa de Normalização Setorial – PNS/2007 do ABNT/CB-10

Informações diversas

2007

2007

Projetos de Norma previstas no PNS/2007 65

29 452 8 1 14% 0,8% 45% 1,2% Projetos de Norma do PNS/2007 que foram efetivamente estudados no ano

Quantidade de páginas que foram efetivamente estudadas no ano Projetos de Norma revisados e publicados

Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma publicados, em relação ao PNS/2007

Percentagem das Normas retiradas da coletânea do ABNT/CB-10 Cumprimento do PNS/2007

(12)

COMISSÃO DE ESTUDO DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA,

SAÚDE E MEIO AMBIENTE RELACIONADAS A PRODUTOS QUÍMICOS

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Padronizar as metodologias necessárias ao atendimento do Decreto nº 2.657, de 3 de julho 1998, que promulga a convenção nº. 170 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) relativa à segurança na utilização de produtos químicos no trabalho e do sistema de harmonização global de fornecimento de infomações sobre produtos químicos (GHS – Global Harmonization System).

São evitadas imposições técnicas e burocráticas que podem se transformar em barreiras à competitividade de produtos brasileiros.

A Comissão foi aprovada pela ABNT em março de 1999 e instalada no ABNT/CB-10, em maio de 1999.

Padronização da forma de apresentação de informações sobre segurança, saúde e meio ambiente relacionadas a produtos químicos, incluindo a padronização dos itens e as instruções para a sua aplicabilidade e utilização.

Bayer (coordenação)

Geraldo Andre Thurler Fontoura Associquim (secretaria) Glória Santiago Marques Benazzi

Akzo Nobel

Nelson Luiz Guimenez Wanda Prado

Nelson Luiz Gimenez Basf

3M Jairo Andrade Junior

Berenice V. Vidotto Fior

Michela Denobile Bioagri Ambiental Paulo R. Deuber Pedro Antonio Zagatto

Abipla Ciba

Verônica M. Horner Hoe Miriam Frugis Neli Magnanelli

Abrafati Vanessa Macedo

Luiz Alberto Delbuque Baccaro

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PLANO DE TRABALHO

Clariant Oxiteno

Flavio Farias De Almeida Iride Maria Alago

CRQ-IV Petrobras

Andrea de Batista Mariano Ricardo Da Silva Brasil Ligia Maria Sendas Rocha

Peugeot

CRST – Santo Amaro Luiz Alberto Dos Santos Isaura Lúcia G. Rodrigues

Rhodia Poliamida Maria Luiza V. A. Mariani

Fernando Zanatta Dow Brasil

Sherwin Williams Adriana M. Mechetti La Barbera

Margaret Souza Simis Fábio Gostynski

Sandra Mara Quinanilha Ford Motor Company

Symrise/Abifra Raissa F. Carrile

Marco Antônio Matavelli Eliane Mesquita D'aprile

Tintas Coral General Motors

Lilian Cristina Cheles Fernando de Siqueira Sampaio

Marcia Araujo Larios Toyota do Brasil João Isidoro Fioucci Intertox

Fabriciano Pinheiro Vigna Brasil

Vanessa Nunes da Silva Mello e Rozin

Vera Léa Lessa Volkswagem do Brasil Janaina Pessoa Oliveirra Ministério Público do Trabalho

Gilberto S. Carletti Inicio de estudo Publicação Início de consulta nacional Número Título 29/09/2005 20/12/2007 09/11/2000 20/12/2007 ABNT NBR 14725 10:101.05-002 10:101.05-003 10:101.05-004

Produtos químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente - Parte 4: Ficha de informação de segurança de produtos químicos (FISPQ)

Produtos químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente - Parte 3: Rotulagem

Produtos químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente - Parte 1: Terminologia

Produtos químicos - Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente - Parte 2: Sistema de classificação de perigo

09/11/2000 20/12/2007

30/11/2006 20/12/2007

(14)

COLETÂNEA DA CE EM 2007

ATIVIDADES DA CE EM 2007

REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

INFORMAÇÕES DIVERSAS

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007 Quantidade de Normas em 2006

Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s) Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no

Projetos de Norma do que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no , os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no , os quais foram publicados como Norma brasileira Cumprimento do PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 1 1 1 -100% 0,15% 8 117 0,7 14,6 0 0 0 -4 4 181 4 0 0 100% -100%

(15)

COMISSÃO DE ESTUDO DE CLORO-SODA

Possibilitar que o segmento padronize as suas metodologias e especificações de qualidade necessárias às orientações voltadas para o uso adequado e seguro de seus produtos no mercado.

Ter um documento oficial brasileiro, reconhecido pelas organizações nacionais e internacionais de comércio e, sendo assim: pode proteger efetivamente as empresas fabricantes contra prejuízos advindos do uso indevido de seus produtos; pode salvaguardar a imagem do segmento; e pode demonstrar publicamente uma ação concreta de atuação responsável na indústria.

A Comissão de Estudo foi reativada em junho de 2001, com a colaboração da Abiclor (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados).

Normalização no campo da química, compreendendo cloro, ácido clorídrico, hipoclorito de sódio e soda cáustica no que concerne a terminologia, métodos de ensaio, requisitos e generalidades.

OBJETIVO

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Carbocloro (coordenação) Walter Otto Pereira Barty

Canexus Elcio Shoda Abiclor (secretaria) Consultora

Nelson Felipe Junior Viviane de Cássia Oliveira Gilberto Marronato

Anhembi Celso Lima

Sergio Luiz da Silva Antonio Fernandes Sales

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PLANO DE TRABALHO Inicio de estudo Publicação Início de consulta nacional Número Título 01/09/2006 02/10/2006 ABNT NBR 9850 10:102.01-018 10:102.01-019 10:102.01-021 10:102.01-020

Ácido clorídrico - Determinação de arsênio - Método espectrofotométrico visível com dietilditiocarbamato de prata

Cloro líquido – Determinação da pureza – Método gasométrico

Cloro líquido – Determinação de resíduo não volátil – Método gravimétrico

Cloro líquido - Determinação de ferro - Método espectrofotométrico visível com ortofenantrolina (método A) e tiocianato de potássio (método B)

Cloro líquido- Determinação de triclorato de nitrogênio - Método espectofotométrico visível com Nessler (método A) e HPLC (método B) COLETÂNEA DA CE EM 2007 DIVERSIDADE DA COLETÂNEA Hipoclorito de sódio Ácido clorídrico Soda cáustica 24 24 22 0% 92% 3,7 6 8 10 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em em 2007 Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

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INFORMAÇÕES DIVERSAS

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no

Projetos de Norma do que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no , os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no , os quais foram publicados como Norma brasileira Cumprimento do PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 PNS/CE/2007 0 0 0 -5 1 5 1 0 0 20% -20% ATIVIDADES DA CE EM 2007 REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES 2 20 1,6 10 Quantidade de reuniões realizadas

Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

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COMISSÃO DE ESTUDO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS

Estabelecer especificações e metodologias padronizadas para regulamentação, avaliação e manutenção da qualidade dos produtos agrotóxicos utilizados no país.

Determinar a metodologia a ser utilizada quando no registro e na fiscalização; salvaguardar segredos de produção; preservar a saúde e o meio ambiente; facilitar a disseminação da informação; auxiliar a pesquisa nacional; os produtores podem estabelecer seus próprios parâmetros de qualidade, ditando padrões mínimos para a competitividade do segmento no país; demonstrar incrementos de tecnologia ao mercado e promover a aproximação com as áreas técnicas do governo; e estabelecer padrões de qualidade facilitando a fiscalização e o registro de produtos.

Não existe registro preciso, porém indícios mostram atividades desde a década de setenta.

Normalização no campo da química, compreendendo defensivos agrícolas no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.

OBJETIVO

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Consultora (coordenação) Maria Fuentes Piedade Samaritá (secretaria)

Paula A. Gabbai Dow Agrosciences Alexandre Eduardo Diogo Dupont

Flávia Alice Praça Nogueira FMC

Luis Donizete Borges Iharabras

Olha Shideo Morimoto Vitório Giovanni Zanetti Ferraz Instituto Adolfo Lutz

Maria Celeste Cardeal de Oliveira Instituto Biológico

Coordenadoria de Defesa Agropecuária Antonio C. Genca

Marilda Tedesco

Arysta Lifescience Richard Feliciano Basf

Carlos Tadeu de Paula Marcelo Morais Márcia Fernandez Silva Bayer Cropscience

Alexandre Machado de Souza Glória Tavares

Cheminova Pádua

(19)

Mapa

Arminda Maria Pereira Hachem Milenia Agro Ciências Marcelo Toledo

Sindag

José Roberto P. de Pádua Stoller

Paulo José F. Ribeiro

Priscila Francelino de Paiva Grivol Monsanto

José Benedito de Macedo Syngenta

Ricardo Costa da Silva Oxiteno

Carolina Coimbra Nunes

Listadas apenas aquelas que participaram de, pelo menos, uma reunião ordinária em 2007.

PLANO DE TRABALHO Número ABNT NBR 10436 ABNT NBR 13229 ABNT NBR 13241 ABNT NBR 13826 ABNT NBR 13238 ABNT NBR 13452 ABNT NBR 13313 ABNT NBR 13827 ABNT NBR 13875 ABNT NBR 13075 ABNT NBR 13830 ABNT NBR 13828 Título

Requisitos de segurança na manipulação de produtos agrotóxicos em laboratório

Agrotóxico - Coleta de amostra de agrotóxico para fins de fiscalização – Procedimento

Agrotóxicos – Determinação da granulometria através de peneiramento via seca e teor de pó

Agrotóxicos e afins - Nomenclatura

Agrotóxico - Determinação da mobilidade Agrotóxico - Determinação da tensão superficial

Agrotóxico - Determinação da densidade

Agrotóxico - Determinação da volatilidade do solvente

Agrotóxico - Determinação da estabilidade da emulsão Agrotóxico - Determinação da suspensibilidade

Agrotóxico - Determinação da estabilidade da dispersão

Agrotóxico - Avaliação de compatibilidade físico-química

Inicio de estudo 14/06/2002 13/07/2007 01/02/2006 20/10/2006 14/05/2004 Início de consulta nacional 26/09/2007 01/10/2007 15/09/2007 09/02/2007 11/08/2006 Publicação 05/04/2007 17/09/2007 11/01/2007 COLETÂNEA DA CE EM 2007 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10 30 30 17 56% 4,6%

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INFORMAÇÕES DIVERSAS

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira Cumprimento do PNS/CE/2007 1 0 0 2% 12 6 121 2 3 0 16,6% 25% 50% ATIVIDADES DA CE EM 2007 REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

9 98 0,7 11,8

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COMISSÃO DE ESTUDO DE DESINFESTANTES

Padronizar metodologias destinadas ao controle da qualidade das diversas formulações de desinfestantes no Brasil.

Aplicação de metodologia oficial de ensaios químicos e físico-químicos para padronização do controle da qualidade dos produtos desinfestantes no Brasil, visando a proteção à saúde pública e à segurança do consumidor. As Normas também estabelecem regras para a competitividade do segmento no país, subsidia órgãos governamentais para fiscalização de desinfestantes e contribui para promover ações voltadas para o desenvolvimento sustentável da indústria.

Oficialmente instalada no ABNT/CB-10 em dezembro de 2005.

Normalização no campo da química, compreendendo produtos químicos desinfestantes, no que concerne a terminologia, métodos de ensaio, requisitos e generalidades.

OBJETIVO

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

CRQ-IV (coordenação) Carsten Wolfgang Taeger

Abas

Ubiracir F. Lima Instituto Biológico Rita De Cassia B. Prisco Vera Lúcia Tedeschi Savoy RBR

Simone Mendes Sucen

Magda Regina Santiago Moreira Ricardo Ciaravolo

Coordenadoria de Defesa Agropecuária Antonio Choei Genca

Marilda Tedesco Abipla (secretaria)

Verônica Holner Hoe Instituto Adolfo Lutz

Maria Celeste Cardeal de Oliveira

Aenda Raquel Barcci Simone Mendes Consultora

Maria Fuentes Piedade

(22)

PLANO DE TRABALHO Número 10:103.03-001 10:103.03-002 10:103.03-004 10:103.03-003 10:103.03-006 10:103.03-005 10:103.03-008 10:103.03-007 Título

Desinfestantes - Determinação da granulometria através de peneiramento via seca e teor de pó

Desinfestantes - Determinação da granulometria através de peneiramento úmido

Desinfestantes - Produtos técnicos e formulações - Terminologia

Desinfestantes - Características físicas

Desinfestantes - Determinação da molhabilidade

Desinfestantes - Preparação da água padrão para ensaios

Desinfestantes - Determinação da espuma persistente Desinfestantes - Determinação da suspensibilidade

Inicio de estudo 10/02/2006 06/07/2007 Início de consulta nacional 13/12/2006 06/07/2007 Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 0 1 1 -100% 0,15% ATIVIDADES DA CE EM 2007 REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

9 64 0,7 7,1 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(23)

INFORMAÇÕES DIVERSAS

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

0 0 0 8 2 5 1 1 1 12,5% 12,5% 12,5%

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(24)

COMISSÃO DE ESTUDO DE PRODUTOS QUÍMICOS PARA

SANEAMENTO BÁSICO, ÁGUA E ESGOTO

Estabelecer padrões e metodologias para a avaliação da qualidade dos diversos produtos químicos utilizados para tratamento de água e estabelecer metodologias para ensaios comparativos de eficácia entre eles, facilitando o atendimento da legislação vigente.

Em consenso, os fabricantes dos diferentes produtos químicos utilizados no tratamento de água podem estabelecer regras para a competitividade de seus produtos no mercado.

Transferida oficialmente do Comitê Brasileiro da Construção Civil – ABNT/CB-02, para o ABNT/CB-10, em março de 2004.

Normalização de produtos químicos para saneamento básico, água e esgoto, no que concerne a aspectos de saúde e meio ambiente, terminologia, requisitos, critérios de desempenho, especificação, metodologias de ensaio e generalidades.

OBJETIVO

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Abes/ctcqa-aesbe (coordenação) Maria Cristina Coimbra Marodin Vasti Ribeiro Facincani

Bioensaios Clanox (secretaria) Ellen Martha Pritsch Rogério Joroski

Braskem

Antonio Fernandes da Silva Sales Giovane França

Carbocloro

Paulo Fernando F. Castagnari Walter Otto Pereira Barty Carbotex Ind e Com Cal Ernanda Fernandes O. Garcia

Causticlor Indústria e Com. Impo e Expo Liana Gorczak

Beraca Sabará

Claudio Truchlaeff Águas de Limeira

Abcon

Paula A. B. Costa Violante ABPC

Rubens Donizeti Gomes Águas De Limeira Cleber Eliéser Ribeiro Salvi APPC – Optimiza Consultoria Alexandre Garay

(25)

Cesan

Eduardo José Alvarenga Taveira Maria Letícia de Abreu Faria Rocha Nadja Lima Gorza

Nheel Química André B. Rosati NSF

João Ruocco Junior Cimil

Oxychem Belmira B. de Lima

Lisio Alfredo S. Cesar Clean Enviroment Brasil Roberto Bernardique Kleber Vasconcelos Amedi

Peróxido do Brasil Copasa Afonso Shoiti Matsuda Herbert Luis Ribeiro Moacir Mondoni

Luiz Alberto Cesar Teixeira Dae Jundiaí

Tania Rita Gritti Ferrareto Pluriquímica Eduardo Ramos Degussa Brasil Ltda

Regina Tie Kawai Produtos Químicos Guaçu Ind. E Com. Paula F. Bueno

Eka Chemical

José Eduardo Gobbi Quimisa

Antonio Irineu de Moura Guaiba Química Juliano Amâncio Alexandre Wajcman Valmir Sdrigotti

Hidroall Sabesp

Edilene Lucas Cotrim Ivana Wuo Pereira Maria Célia Goular Ical Indústria De Calcinação Ltda

Mercedino Carneiro Filho Rosilene Esteves Pereira

Odair Katsotomu Augusto Indústria Química Cataguases

Sanepar Anderson Alves Sene

Carlos Rattmann Luiz Sérgio Vieira

Marylya de Moura Ramos Marco Aurelio Venditti

Semae Indústria Química Cubatão

Elaine Contiero Ribeiro Jorge Tissot

Antonio Carlos Ferreira José Roberto Hernandes

Wilmar Weigert Sual Lind Com. Benedito Ayres Neto IPT

Ludimile P. Branco Silva Maria Filomena de A. Rodrigues

Sulfato Rio Grande Kem Water

Karine de Souza Pedro Luiz Pappiani de Miranda

Michele Bittencourt

Ministério Da Saúde / CGVAM /SVS Maria de Lourdes Fernandes Neto

(26)

PLANO DE TRABALHO

Número Título

Critérios para avaliação de produtos químicos utilizados em sistemas de água para consumo humano –

efeitos relacionados à saúde.

Produtos à base de ortopolifosfatos em sistemas de água potável - Parte 1: Requisitos e critérios para avaliação de desempenho.

Produtos à base de ortopolifosfatos em sistemas de água potável - Parte 3: Métodos para avaliação dos critérios de desempenho.

Produtos à base de ortopolifosfatos em sistemas de água potável - Parte 2: Procedimentos para manuseio, preparo e aplicação.

Cal virgem e cal hidratada para tratamento de água de abastecimento público. Inicio de estudo Início de consulta nacional Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 26 26 4 -15% 4% DIVERSIDADE DA COLETÂNEA

Cal virgem e cal hidratada Sulfato de alumínio Carvão ativado Ortopolifosfatos Hipoclorito de cálcio

Hipoclorito de sódio e cloro¹.

5 5 7 3 6 -10:103.03-001 15/04/2004 ABNT NBR 15007-1 ABNT NBR 15007-2 ABNT NBR 15007-3 ABNT NBR 10790 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(27)

ATIVIDADES DA CE EM 2007

REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

8 277

0,7 34,3

INFORMAÇÕES DIVERSAS

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

0 0 0 -5 1 42 0 0 0 -20%

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(28)

COMISSÃO DE ESTUDO DE METROLOGIA BÁSICA - LABORATÓRIO

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Possibilitar a produção de materiais de referência certificados no brasil e não depender da importação desses materiais a um preço que possa comprometer o custo final dos produtos brasileiros, bem como os processos de certificação.

Ficar em consonância com processos de metrologia, utilizados na maioria dos países desenvolvidos, os quais também utilizam ISO/Guias traduzidos em suas línguas para a certificação de materiais de referência.

Esta comissão foi reativada pela ABNT, em 1999, para traduzir, inicialmente, os ABNT ISO-Guias de números 30 a 35.

Normalização no campo da metrologia química, no que concerne aos processos e produtos, sobre os quais o conhecimento da ciência da química seja indispensável para a condução da normalização.

INT (coordenação) Sônia Elisa Pereira

IPEN/CNEN-SP (secretaria) Edson Gonçalves Moreira

Instituto Adolfo Lutz Carmen Silvia Kira ITAL/CTC

Luciana Miyagusku

Cetesb ITAL/Química

Neusa Akemi Niwa Dilza Maria Bassi Mantovani

IF/USP Oxiteno/Sinproquim

Roseli Fernandes Gennari Heliara Lopes Nascimento

OBJETIVO

(29)

PLANO DE TRABALHO

Número Título

Certificação de Materiais de Referência - Princípios estatísticos e gerais

Inicio de estudo Início de consulta nacional Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 5 5 3 60% 0,77% ABNT ISO GUIA 35 16/08/2005 ATIVIDADES DA CE EM 2007 REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

2 14 0,2 7 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(30)

INFORMAÇÕES DIVERSAS 0 0 0 -PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

1 1 66 0 0 0 -100%

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(31)

COMISSÃO DE ESTUDO DE ÓXIDO DE ETENO E SEUS DERIVADOS

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

Possibilitar a padronização de procedimentos no controle de qualidade de oxido de eteno e seus derivados, mantendo, ao mesmo tempo, conexão com as melhores práticas realizadas na comunidade internacional.

A padronização de procedimentos de forma a prover o mercado com uma linguagem precisa e comum respaldada pelas práticas adotadas na comunidade internacional.

Reativada no âmbito do ABNT/CB-10 em abril de 2004.

Normalização no campo da química, compreendendo óxido de eteno e seus derivados no que concerne à terminologia, requisitos e generalidades.

MEMBROS

Oxiteno (coordenação e secretaria) Alberto B Nunes de Cerqueira Carla Maggi Barboza

Heliara Nascimento

Environ

Antonio César de Macedo Silva PQU

Antonio Terentin Braskem

Giovane França

OBJETIVO

(32)

PLANO DE TRABALHO Número ABNT NBR 5758 ABNT NBR 5769 ABNT NBR 7140 ABNT NBR 6309 ABNT NBR 7142 ABNT NBR 7141 ABNT NBR 7343 ABNT NBR 8675 ABNT NBR 7342 ABNT NBR 7453 Título

Monoetileno glicol – Determinação da condutividade específica

Monoetileno glicol – Determinação do tempo de permanganato

Monoetileno glicol – Determinação do teor de cloretos

Desinfestantes - Determinação da granulometria através de peneiramento úmido

Água – Determinação usando o reagente de Karl Fischer – Guia geral

Líquidos límpidos – Determinação da cor – Escala platina-cobalto

Monoetileno glicol – Determinação da transmitância no ultravioleta

Glicóis etilênicos – Determinação do teor de aldeídos e cetonas

Monoetileno Glicol – Determinação da Cor Pt-Co após aquecimento durante quatro horas

Monoetileno glicol – Determinação da cor Pt-Co após aquecimento com ácido clorídrico

Inicio de estudo 16/07/2004 16/07/2004 16/07/2004 Início de consulta nacional Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 33 33 0% 100% 5,0% Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(33)

ATIVIDADES DA CE EM 2007

REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

1 6 0,1

6

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

10 3 10 0 0 0 -30% INFORMAÇÕES DIVERSAS 0 0 0 -Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(34)

COMISSÃO DE ESTUDO DE ADESIVOS

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Possibilitar que o segmento padronize, no mercado, as metodologias de qualidade e especificações necessárias às orientações voltadas para o uso adequado de seus produtos.

Padronizar oficialmente as metodologias de ensaio e as especificações de seus produtos, considerando as necessidades dos diversos mercados clientes, evitando que cada mercado produza a sua própria exigência de especificação.

A Comissão foi aprovada pela ABNT em março de 2006 e instalada no ABNT/CB-10, em setembro de 2006.

Normalização no campo da química, compreendendo adesivos e selantes, no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.

Henkel (coordenação) Elaine C. P. Chaves Roberto Sérgio Moutinho Brascola (secretaria) Wanderley da Costa

Hexion Marcelo Utida Kraton Polimers

Lucas Oviedo D´almeida Nitriflex

Bayer Beatriz Vieira de Lima Renata Cardoso Fróes

PQU

Clariant Elias S. Ferreira Cláudia Bocciarelli

Raphael A. da Costa

OBJETIVO

(35)

PLANO DE TRABALHO Número ABNT NBR 9908 ABNT NBR 9684 ABNT NBR 9278 ABNT NBR 9683 ABNT NBR 9239 ABNT NBR 9277 ABNT NBR 9224 ABNT NBR 8877 ABNT NBR14674 ABNT NBR 9223 ABNT NBR 8916 Título

Adesivos - Determinação do teor de cinzas

Adesivos - Determinação do teor de sólidos Adesivos para calçados e correlatos – Procedimento de amostragem

Adesivos - Determinação do tempo de escoamento através do copo DIN

Adesivos - Determinação da densidade via picnômetro Adesivo de base elastomérica - Determinação da força de adesão - Cisalhamento

Adesivos de base elastomérica - Determinação do tempo em aberto

Adesivos à base de elastômeros - Determinação do tempo de escoamento através do fluxômetro de pressão Adesivos de fusão e selantes - Determinação da densidade relativa

Adesivos para calçados e correlatos - Terminologia Adesivos - Determinação da viscosidade Brookfield

Inicio de estudo 01/06/2007 20/09/2007 20/09/2007 07/02/2007 13/08/2007 13/08/2007 13/08/2007 13/08/2007 20/09/2007 07/02/2007 07/02/2007 07/02/2007 04/05/2007 02/02/2007 19/01/2007 16/07/2007 19/01/2007 01/12/2006 02/03/2007 10/11/2006 Início de consulta nacional Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 13 13 4 -31% 2,0% Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(36)

ATIVIDADES DA CE EM 2007

REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

10 65 0,8 6,5

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

11 9 19 4 4 0 36,4% 36,4% 82% INFORMAÇÕES DIVERSAS 0 0 0 -Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(37)

COMISSÃO DE ESTUDO DE ESPUMAS FLEXÍVEIS DE POLIURETANO

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Elaborar uma coletânea de normas que possibilite a análise das características químicas e físico-químicas das espumas flexíveis de poliuretano - PU produzidas no país.

Permitem que sejam criados selos de qualidade de produtos. Além disso, são documentos aceitos e normalmente utilizados pelas organizações governamentais de controle e de certificações de produtos no Brasil.

A Comissão foi reativada pela ABNT em maio de 2006 e instalada no âmbito do ABNT/CB-10 em julho de 2006.

Normalização no campo da química, compreendendo produtos químicos para obtenção de espumas flexíveis de poliuretanos no que concerne a terminologia, requisitos, métodos de ensaio e generalidades.

Sanko Espuma (secretaria) Eduardo Zanini

Iner (coordenação) Rodolfo Pizzignacco

Dow Brasil Weber Daniel Felipe Mannes

Dayse Teles Furtado Basf Poliuretanos

Kleber B. Peres

OBJETIVO

(38)

PLANO DE TRABALHO

Número

ABNT NBR 14961

Título

Espuma flexível de poliuretano - Determinação do teor de cinzas Inicio de estudo 03/07/2006 12/03/2007 09/05/2007 Início de consulta nacional Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 12 12 11 92% 1,8% ATIVIDADES DA CE EM 2007 REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

1 5 0,1 5 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(39)

INFORMAÇÕES DIVERSAS 1 0 0 0,15% -PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007

1 1 2 0 1 0 -100% 100%

Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(40)

COMISSÃO DE ESTUDO DE CERA DE CARNAÚBA

VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DE NORMAS PARA ESTA COMISSÃO

INÍCIO DAS ATIVIDADES

ÂMBITO DE ATUAÇÃO

MEMBROS

Estabelecer um padrão de normas brasileiras com base nas normas utilizadas pelo mercado mundial.

Ter documentos oficiais no Brasil, os quais, de acordo com a Legislação brasileira, são utilizados para a resolução de disputas judiciais.

A Comissão foi reativada pela ABNT em agosto de 2007.

Normalização no campo da química, compreendendo cera de carnaúba brutas e beneficiadas que concerne a terminologia, processos de extração e beneficiamento, requisitos/especificações técnicas, classificação dos diversos tipos de cera, métodos de ensaio e generalidades.

Nutec (coordenação) Ieda Nadja Silva Montenegro Sandra Lúcia Pinheiro Fraga Sindicarnaúba (secretaria) Marco Anotnio Melo Pessoa

Indústria Carnaúba do Brasil Gerardo Avezado

Marina Mapurunga Azevedo Osman Rufino de Souza Indústria Natura Wax Ana Izabel Barbosa Pereira Cera Vegetal do Ceará Ismênia de Andrade Oliveira José Fonteles de Moraes

Rodolfo G. Morares & Cia

CRQ - 10ª Região/uece Francisco Vitrício Fonteles de Moraes Cláudio Sampaio Couto

OBJETIVO

(41)

PLANO DE TRABALHO Número Projeto 10:601.01-001 Projeto 10:601.01-005 Projeto 10:601.01-010 Título

Cera de carnaúba - Determinação do índice de acidez, índice de saponificação e índice de éster

Cera de carnaúba - Determinação do ponto de fusão Cera de carnaúba - Determinação do ponto de fulgor e ponto de combustão

Inicio de estudo 18/09/2007 10/12/2007 10/12/2007 10/12/2007 18/09/2007 18/09/2007 Início de consulta nacional Publicação COLETÂNEA DA CE EM 2007 0 3 3 100% 0,5% ATIVIDADES DA CE EM 2007 REUNIÕES E PARTICIPAÇÕES

Quantidade de reuniões realizadas Quantidade de presenças em reuniões Média de reuniões em 12 meses Média de participação, por reunião

3 23 0,3 7,7 Quantidade de Normas em 2006 Quantidade de Normas em 2007

Quantidade de Normas com até cinco anos

Percentagem da variação da quantidade de Normas no ano Percentagem de Normas com, no máximo, 5 anos

Percentagem da participação da coletânea de Normas da CE em relação à coletânea de Normas do ABNT/CB-10

(42)

PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO SETORIAL DA COMISSÃO DE ESTUDO – PNS/CE/2007 3 3 8 3 0 100% -100% 100% INFORMAÇÕES DIVERSAS 0 0 0 -Quantidade de Normas canceladas da coletânea da CE

Quantidade de Normas transferidas da coletânea da CE para outro(s) Comitê(s), Quantidade de Normas transferidas para a coletânea da CE

Percentagem das Normas retiradas da coletânea da CE Percentagem das Normas incluídas na coletânea da CE Projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007

Projetos de Norma do PNS/CE/2007 que foram estudados no ano Quantidade de páginas de Normas que foram estudadas no ano Projetos de Norma que foram publicados em consulta nacional Projetos de Norma revisados e publicados como Norma brasileira Novas Normas publicadas

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados em consulta nacional

Percentagem dos projetos de Norma previstos no PNS/CE/2007, os quais foram publicados como Norma brasileira

(43)

Home Page ABNT/CB-10:

EXPONORMA

- Em 2007, a página do Comitê Brasileiro de Química – ABNT/CB-10, residente na página da Associação Brasileira da Indústria Química - Abiquim, recebeu mais de 20800 acessos, o que demonstrou o grande interesse do público pelos assuntos da normalização no setor químico. Mais que isso, a opção “fale conosco” permitiu à sociedade obter informações sobre atividades e produtos gerados no Comitê, estabelecendo uma via confiável e dinâmica para sanar dúvidas e solicitar ações.

- A secretaria do ABNT/CB-10 participou, em outubro, do evento EXPONORMA, promovido pela ABNT. Exponorma foi objetivado como sendo um programa de difusão e conscientização de toda a sociedade sobre a importância das normas técnicas para o desenvolvimento tecnológico do país.

Durante o congresso, foram apresentadas palestras mostrando o panorama brasileiro e internacional da normalização, painéis sobre a importância da normalização para as micro e pequenas empresas, o comércio exterior e o consumidor. Regulamentos técnicos obrigatórios também foram temas do congresso, em painéis que envolverão os órgãos regulamentadores brasileiros como Inmetro, Anvisa e Mapa, entre outros.

(44)

Elaboração:

Aprovação:

Colaboradores:

Apoios:

Clovis Sanchez

Assessor da Equipe de Assuntos Legislativos da ABIQUIM Gestor do Comitê Brasileiro de Química ABNT/CB-10 Sylvia Talyta S. Ferreira Alves

Assistente do Comitê Brasileiro de Química ABNT/CB-10

Nelson Pereira dos Reis

Vice-Presidente Executivo da Abiquim Membro do Conselho Deliberativo da ABNT

Marcelo Kós Silveira Campos Diretor Técnico da Abiquim

Associação Brasileira da Indústria Química – ABIQUIM Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT

Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados

(45)

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