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H CIGARRA 1 - Abri!"

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Academic year: 2021

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H CIGARRA 1 - Abri!"

ÜÜLLriüOimÇfr®

DAS LEITORfíS

pada fronte, longos cilios fazendo sombras a uns olhos castanhos que têm uma surprehendente expressão de altivez e doçura que a todos en-canta. Mas esses olhos avelludados e profundos estão sempre veiados por um par de oculos á Harold Lloyd.

Freqüenta o Cina e não perde as tnatinées dc domingo. Yejo-o sempre nas Fords 2 340 (sua legiti-ma propriedade I) e 6 . . ., nas quaes ftz todos os dias uma especie de corso em umas ruas ... e uma tai Avenida . . . mas. sómente era cer-tos trechos, dando prejuízo á pre-leitura, porque nesses lugares o cal-çamento se gasta irremediavelmente muito depressa.

Quanto ao seu coração é volu-vel e inconstante. Foi ferido de uma só vez por dois pares de traiçoeiros e arrebatadores olhos, sendo dois delies pequenos, castanhos claros e meigos e, os outros dois grandes, escuros, cheios de brilho, profundos e phosphorescentes. Ainda não sei o nome dessas jovens e peço, por-tanto, o quem o souber, de avisar á amiguinha e ccllega —- K. C. T.

Conservatorio

Por crdem da «Cigarra» ficam expressamente prohibidas: Baby Braz, de cortar o cabello; Syndoca, de usar brincos compridos; Olgui-nha, ser tão querida pelo F.; (Olha as invejosas). Santinha, de ser tão synipathica; Ziza.de ter olhos gran-des; Ztzé Peters, por ser faceira; Helena, de ser tão loira; Lucy Mes-terton, de ter deixado o Conserva-torio; (Ingrata 1) Adelina P , de pen-sar tanto nelle; Ecnilia M., de ter cabellos compridos; Marina H., de ter as sobrancelhas grandes; Vale-ria Tramonti, ser tão bonita; Car-reen, de ser tão altiva; O. N., de ser tão attrahente. Si acaso esta or-dem for desobedecida, «A Cigarra» saberá cartigar-vos severamente. Da amiguinha — Olhos de Velludo.

Aos meus queridos paes

(Campinas)

Faz hoje uma semana que estou longe de meus queridos paesl Quan-tas saudades!. . .

Dias antes, não sabia compre-hender a palavra Saudade. Agora digo que a saudade nos (az derra-mar sentidas lagrimas, principal-mente sendo saudades de pessoas que trazemos no coração I . . .

Feliz daquelle que vive só, sem ter por quem sentir saudades!...

Quando ouço da musica a har-monia sentimental de uai violino apaixonado, recordo-me de meus queridos paes! Porque a musica nos

traz recordações das pessoas ana-das ! ... Eu lhes tenho tanto amor, mas não ouso falar-lhe, porque, mesmo calada, sinto a effusão desse affecto fazer de mim uma feliz vi-ventt ! . ..

Si não tivesse meus paes, como poderia viver neste mundo engana-dor e perverso?

Oh! meu Deus, ouvi cs rogos meus.

Si um dia resolverdes tirar tr.eus paes deste mundo, tira a mim pri-rneiro, porque nâo terei coragem para supportar esse golpe

Hojs, que estou longe delies, i que sei avalibr quanto fazem falta os carinhos paternaes.

Da leiiora — Tcgrem.

Alguns perfis

Diana: — Moreninha muito sym-pathica e seduetora. Possue uma bella boquinha e 6 possuidora de

ração pertence a Figueiredo, por ella correspondido. , .

Da constante leitora • à0>i6"] nha — Travesso Cupido.

O que muitos rapaies devem deixar

Mareio : — Deixar de ser c" f vencido. Américo : — flbanu"n fervente paixão que o dot»'08 quando tròbalha. Não vês qlie ' ]t des varies dias de trabalho s«

^ j veres por alguns minutos a L- .|t Adolpho : — Deixar de ser n' ^ briguento. Será ciúme ? Ali'"* Nào te deves esquecer do, 'iUi

uc-bairro. Len bras-te ainda delia/

g>u. cas : — Deixa rde «ortejar a O. dações da amiguinha — Cigar

Celso Queiroz

E' o meu perfilado um bs>tí° ^ rosa entreabrindo se no jardim sua preciosa existencia. Celsinho foi dotado por tudo to é

_ bello ; seus cabellos, c°r p. azeviche, são caprichosamente P

iiiiiiiiiiHi irniTrfmn ! imnmr ! © I' 3U>i«tc ! , * ykiL CREME E ESMALTE

São os produetos

indispen-saveis em todo o fino

toucador. DEPOSITO Casa Tango Especialista em perfumarias finas. R. 5ta. Ephigenia, 112 Tel 6296 Cidade

muitos admiradores. Freqüenta assi-duamente o Cine-Republica e reside á Avenida Paulista n impar.

Zezé:— Clara, muito sysgpathica e amável e 6 possuidora dc bellos olhos castanhos. Possue vários ad-miradores.

Sarah:—Moreninha muito sym-pathica e muito bôa menina. E' amada por um menino chamado... (não serei indiscreta).

Fernandinho: — Claro e muito bonitinho. E' possuidor de bellos olhos e muito sympathico. Mora á Avenida Paulista, par.

Loirinha: — Clara e muito sym-pathica. E' possuidora de vários ad-miradores, sendo amada pelo... (não serei capaz de dizer tal).

Roberto: — Claro, typo de alie-mão, í muito sympathico. Seu

co-teados á poeta, seus olhos ir**9 tos e sonhadores são o espelho 0 de brilha a pureza da sua Ͱvei,j alminha. Alto, elegante, elle s* , captivar a sympathia de todos o conhecem. E' optimo danÇ8r,p admiravel cavalltiro e eximio W clista. Não sei si ama, pois & , cedo ! Porém sei que aprecia ® ir assado a letra I. Passa a t*8* parte do tempo estudando, mas nv ca deixou de vir passar as '®r' • oaquella pittoresca casa da A*'®, da. Da leitora e constante tw>S nha — Chá com Torradas.

Berlinda cm Cravinhcs

Estão na berlinda: Zenaide P® sas, por causa dos seus interess5" tes brinquedos. A Míbie, por *A prosa. R., por seu interminável C. R., porque ainda nâo aprende0

#» ir*-i >;

(2)

UAbrll. 1924

A CIGARRA 57

afc '^nacia, por ter cruelmente «U. n,°-ntd0 Cravinhos. Sinhá, pela moca ri**0 P.°.r • • • Elza> P°r ser B p«zes- nSu íc {'8 Cravinhos — Ra-ido' P°r 5#r 0 «terno parar Zezé R., por não sc se-e*t«r f* lín(*a capinha. Plínio, por nin|j0 "jando cada vez mais rr.ore-Sorríi»' Porque ainda não di,f«renoV?)<e}'V" (P°rque lT c°nst»„; ' JoSo- Por causa da Mario v presenÇa da moreninha. a|„., "*•' Por não ter dito adeus a p0ra

111

n® segunda feira. 0>waldo, sorr'u muito para as suas

«mi™ i ?' D* leitora constante • 'Sunha -

Houg-má mau.

Ao mcH coração

te íerdoas'® as palavras cruéis que f«1Í2,SSram' e a n>'nh'alma sente-se *idadC íi aSradccc. Pela tua gcnero-Be , 8'|9 «levou se um pouco mais Se ventarosa.Deus. Portanto,

considera-,0si of!reste muito, é verdade, mas tf® f*signado, e isto te dará a ali ^"IHade que um coração que hr,j en'ar ódios e vinganças nunca

Que' E na°

'* baSla '

ir COLLABOHAÇAÜ

DAS LEITORAS

isto?

cn, ,1ueres mais? Pobre martyr aíiol Da

leitora — Idressyr.

ás maneiras luteis da Capital, criedo conforme os austeros costumes do interior, onde rc-sideir», seus pães que são fazendeiros, já amava sincera-mente e sentiu.

Dias correram e parecia não existir mais lembrança do namoro.

Todavia, eis que elle é accom-mettido de forte doença.

Receios de todos, noites em vi-gilia, etc.

E, certa vez, eu, amiguinha de casa, enquanto elle dormia, embora sobresaltado e muito enfraquecido pela demora da cure, vi seus lábios mexerem-se e elle sonhando cha-mou-a: Eunice ... Eunice ! ..

Senti-me então verdadeiramente entristecida e constatei que não só-mente maltratavam o pobre rapaz enfermo as maldades da moléstia, mas principalmente as maldades da ingratidão feminina.

Da leitora — Zilah- Conselheira. ]osé Galvão da Cunha ftueno

A alguma das amiguinhas e gen-tis leitoras que souber a residencia

ORANDE successo literário

Os últimos exemplares do vtetorioso livro 'Caminhos

de minha vida"

de LAUR1NDO DE BRITO — 3.a edição,

acham-se á venda em todas as livrarias.

Paulo C F. Venho, a pedido do sr. Prefeito, tal U.nc'ar 9ue encontrada a

I S'rafa de raça inegualavei e que . r« um grande successo no novo Zoologico. Querida «Cigarra», s° Será

uma admiravel girafa? Da °nst#nte

leitora — Fascinação.

Ingratidão

(Paraizo) Vidui sc diariamente e parece-Yje que Cupido os havia pren-.''o, tão ternos eram os seus olha-fes.

Certa vez, por um motivo qual-íutil mesmo, ella zangou-se ü!*i elle e não

quiz mais vêl-o. .. Elle, correcto estudante, rapaz a,reito

e sobretudo sincero, alheio

desse rapaz, no Rio de janeiro ou em Gusratinguetá, pede-se por es-peciel obséquio indical-a no proximo numero da nossa querida «Cigurra», que é » sen pre será o balsamo ccnsolador para um coração soffre-dor. Da amiguinha e constante lei-tora — Londrina.

Perfil de F. Delia Penna

A minha perfilada é uma syra-palhica morena clara, estatura r: gu-lar, cabellos pretos, penteados para traz, olhos meigos, verdes, côr da esperança, bocca mimosa e sempre sorridente. Traja-se com apurado gosto. Consta que o seu coração já está ferido pelas settas do trsves&o Cupido. Reside no bairro da Conso-leção. D,- assídua leitora •> amigui-nha — Btlla Rosa.

Perfil do Isaac

Reside o meu perfilado num ad-miravel bungalow da Villa Buarque, do mais puro estylo colonial. Pos-sue um corpo robusto. E' um dos melhores nadadores sul-americanos e possue uma grande quantidade de bií dalhas de ouro. E* um rapas bo-rito e que chama a attenção por seu puro garbo. Para finalisar, aceres-centaret que elle é muito laborioso e trabalha num tabelliâo da rua do São Bento. Da leitora — Walkyria.

Nâo amo mais

Não amo mais. Hontem era feliz na minha innocencia Hoje estou convencida de que os homens nas-ceram exclusivamente para enganar as mulheres Considero-o uma sim-pies sombra que, passando ao pé de mim, conseguiu obscurecer a minha razftc, nào me permittindo ver através dequelles olhares a fal-sidade das suas intenções. Adeus, minha única amiguinha, minha que-rida «Cigarra», não te esqueças desta tua leitora eterna que tanto te adora — Ba-ta-clan.

Soffrendo

A' N.

Estava me resignando com a tua ausência cruél, quando fui attrahida pelo grande progromma que se le-vava no Republica : «Nos sertões do Avanhandava». Deparei, inespe-radaotente. na mesma frisa do nos-so primeiro encontro, o teu lindo porte insinuante que fez abrir a chaga do meu coração.—Da Maria.

Ao Medeiros

Caro amiguinho. Soube ha dias que estás namorando certa jovem cujo nome i Maria. Pois estas li-nhas são para que recebas os meus ardentes votos de felicidade. Faço votos a Deus para que os amigui-nhos sejam felicíssimos nutsa bar-quinha de rosas. Da amiguinha sin-cera — Fada Encantada.

Para Augusto B. lér

O coração que ama verdadeira-mente é tão nobre que, por mais envenado que sejam, n calumnir< e a inveja jániais o anniquilarlo El-le perdura sempre victorioso. Da amiguinha — Enati.

MELHOR AGUA MINERAL NATURAL PURGATIVA

&

(3)

58 A CIGARRA

1-Abril-—— CÜLLABQKftÇAO

—DAS LEITORAS

gravata nova do Sí i io

Buena-Dicha era Pinda

Por uma noite de chuva, na quietude de meu quarto, resolvi, pa-ra passar o tempo, ver o passado, presente e futuro das distirictas pin-denses, desvendando assim aos lei-tores alguns secredinhos occultos.

Alguém : — Teu passado sem-pre foi assim : festa e risos. Tens o don para isso. Brincas com o amor. No presente a mesma volubilidade, o mesmo folguedo Jures mil cou-s*s a alguém que na Paulicéa te ama com fervor, e a outros prendes com a luz de tau olhar. Porém, no futuro Mlle. Volubilidade, entre ri-sos, não demonstrará o que guar-dará o teu coração arrependido e despresado.

Zenaide : — No teu passado só diviso flores, risos, innuraeros brin-quedos, as paredes de um collegio onde formou ura coraçãosinho d* ouro, depois . . . um grande amor, expandido nos rodopios das dansas modernas. Na presente, uma sopa-ração, uma saudade ... o emblema da constancia. No teu futuro, Mlle. Sinceridade, roseo como tua boqui-nha em flor, eu vejo viagens, pas-seios, muita musica e nSo muito tarde um lar onde tudo reinará num mimo de graça.

Apparecida : — Foi tão triste o teu passado. Tào cheio de magnas e de descrenças. Poderias compor com tua historia de amor um pa-quenino poe v. e. Ainda no presente um resto de saudade que o tempo não conseguiu apagar de todo. Ris • choras, quere3 esquecei-o, mas trazes sempre na memória. E assim para teu futuro, Mlle. Tristeza, na-da valerão teus rogos, porque eu leio sóraente que ellc pertence a ura chuveiro de brilhante tendo ao centro uma esmeralda reluzente.

Chiquinha: — Noiva no teu pas-sado ; gosaste toda a delicia de um noivado de amor ; depois que per-deste ... perdôa-me, mas tão rápido foi o esqnecimento. O coração que deveria fechar pcra o mundo abriu-se rapfdamente para receber outros amores. E assim, no presente, ama com o mesmo fervor de outróra. De Pertugel, onde ias passar a lua de mel, diz me o fuíuro que tu, Mlle. Esquecimento, irás cm uma rica gondolo nas aguas dc Veneza ao lado d« alguém.

Dalva : — Da todas silas és a única que quasi nada vejo em teu passado, a não ser a indiferença pelas cousas da terra. Porém maior contraste me revela o teu presente. U.« coração amante, sincero, quasi apaixonado, porém orgulhoso e in-vencivel. Amas com todo fervor, disseram-me as cartas e vejo em teu breve futuro, Mlle. Indiferença,

mo do Batalha, Nelson, Onolfre e outros, caus«raw ções Da leitora — Pro/eco/âl®

• s«bS''

Cupido quebrando de uma só vez a tua altivez e cingindo-lhe a fronte de uma grinalda de laranjeira em flor.

Por hoje aqui fico. As horas avançam Voltarei no proxitoo nu-mero. — Buena-Dicha.

Escola Normal da Praça

(3 o e 4 o annos)

Imaginem como anda isto : Nel-son, irritado porque o dinheiro não lhe chega. B. (chefe de pulicia)

fu-Casamentos

Si eu fess? padre, casaria os s«-Oi «u itas? yauí®, ^ guintes pares. : Qioconda _e

N* .

Yolanda e Guido, Argentina e c ter, Auize e Alfredo, Joanrw ( Machado, Rosa e José,

Protas, Thoivaz e AntoniítU, jP monia • Paulo, Ida e Pedro, y f e Alberto, Anne e Luiz, Ew' Joio, Raul e Lalia, Aurora e

n

rico, Edmundo e Lili, Paulo et ;fVÍ Abençoaria essas uniões e defj ¦ todos uma eterna lua de leitora — Elsiti Ferguson,

Boni

Áitii

O Bon Ami torno os vidraças invisíveis!

Quanto mais claro, alegre fica o quarto, depois dc sc terem limpo as vidraças com Bon i\mi! Lim-pa todas as manchas de grodura e embaciamento e deixa entrar o sol a jorros. O Bon Ami 4 quem na realidade faz todo o trabalho. A unlca coisa que ha a fazer é estender uma camada tenuc de espuma na superfície do vidro, e limpal-a depois de secca. Dei-xa as vidraças tio claras e transparentes que se tor-nam invisíveis.

Agentes geraes para o Brasil TELLES, IRMÃO & CIA.

Rua Flonntii di Abreu, 5 S. PAULO R. Vise. dl Inhaúma, 16 Rio d* Janeir o 9 UU*L»g«. TOOAfi I uiiramiu I KU TOCM MMrm»|

gindo das sabbatinas e da dona da pensão. Barbosa só depois dos 28 annos é que resolveu tornar-se «ro-rnancista». Djalma Forjez Filho dis-cutindo C'">m André Bataiha o res peito do Tribunal de Contas. A po-litica também já chega ahi, rapa-xes ? Hclio e Raul têm idéas sinis-tras, enforcando aulas e sabbati-nas ... Olhem que os exames estão pertos. Esqueleto cada vez cresetn-do mais ; a carreira de professor é bem comprida, não ? Daniel, depois que se tomou director da socieda-de dos «profecoiandos» anda enthu-siasmado. Os discursos conie-leguas proferidos pelo Braulio em honra í

Um lindo bouquet

Envio-te, querida «Cigarra», '** te lindo bouquet, colhido no j«rej? dos almofadinhas do Braz : —

"

Guerra, um formoso beijo. A. S«*|* tos, um elegante chrysanthemo. Cl"' quinho, um risonho amcr-perfeil" Juca, um cândido lyrio. T616, u® •ncantador cravo vermelho, B., um orgulhoso narciso. José T., um meigo jasmim. João Teix*"" ra, um triste cravo de defunto. Spigolon, um a|egre girasdl. leitora — lllu$So Cruil.

(4)

L: Abrtl-1924 59

nV™'nle querida palas suas amigui-n«. Freqüenta o Cine-Republica e j ®8P'ivou diversos corações.

Resi-tant n'-^a ^du'istn Dasuacons-P.^L,a^mirarad°ra e amiguinha —

mbinha Af[ectuosa.

Reunião familiar

„ depois de beijar a adorável

«Ci-no

>,*ou contar

0 que mais notei

ri.,TÍwsar!o t'a distincta senho-cia» * Cy ^laquer, em sua r«*Wen-. *¦ Aracy, a anniversariante,

en-tut ?ra" ¦^a"'a> utna loirinha ba-C

a*

L?rina» Pr<>sa. Ztlda, risonha. °?c«ita, engraçadinha. Lourdes, m"»s linda. * • ' 1 ' n,!-COLLABORAÇAO DAS LEITORAS pésinhos Amélia, risonha. urdes, a — Lola, attrahente. Alice, ®»vel

para com todos. NenÊ, ra-«nt«.

Olga, triste com a partida ¦ • • (não se assuste, eu não direi

B/®*'®)» Bijou, a um lado, triste e (Qual o motivo?) — Rapa-S: José,

agradável para com todas s ««nhoritas

João, dansando mnito r]0®8»»» (Nãoserei indiscreta) Hen-1'Je, muito alegre. Carmeliao, mau PSr« com «Ha.

(Não faça isso,

ra-da Alice, os cachos da todo seductor da Jacy, o retrahimcnto da Antonietta, a mi-mosa boquinha da Zenaide e iam-bem pux em leilão o meu—Suspiro.

A' Pola Bianca

Lendo no ultimo numero d'«A Cigarra» una pensamento dedicado ao joven Rubens Magalhães, venho avisal-a que jamais encontrará éco no coração desse distinetissimo joven, pois elle é noivo e adora sua noivi-nha. E querendo mais informações, estará serspre ás ordens^ a leitora e amiguinha — A Bella Diana.

Tristezas . ..

Por que havermos sempre de amar a quem não nos ama?... Por que nos havemos de illudir pela belleza, e não pelo caracter da

pes-Liaanç» iU do 10-7-13.1

PRISÃO DE VENTRE

Nho tome mais remedios

porque ia 6 ourado daide jâ

COM & & DELICIOSOS BONBONS prepartdot pelo PLabrl° Medioo-Pbarmacologico LAURIAT, Dlrector di VIGHY (França)

rlmile DELOUGHE, Reprtstntãnt*, Coocssionario exolusiyo

R.Uruguayanu 91-1", RIO-DE-JANEIRO

''*)•

Jorge, ferindo diversos cora-Pedro, satisfeitíssimo. (Pude-f®0

Arnaldo, garganta. Carocha, ,'*tlrou-s» cedo. (Por que seria?) Da «itora — Moreninha Volúvel.

YNK — Do velho faz no¬

vo.

Baila Vista

Acham-se em leilão: o terno •íul-marinho do Américo, a altura Miguel, a voz de taquara do Hy0polito, a risada do Sylvio, o al-**oladismo do Quido, as botinas lurta-côr do Rodolpho, os olhos da Emilia, o americano da Hercilia, os

soa? Por que tão facilmente nos il-ludimos por dois olhos fascinante?, mas trahidores?... por una bocca pequena e bella, mas sempre proas-pta a nos enganar? E' da vida o nosso Destino... Mas ha de chegar o dia em que havemos de ser ama-das (modéstia á parte) e, então des-prezaremos. Da leitora — TihmMih.

Plfnio Ramos Nogueira

(Craoinhos)

De mediana estatura, talhe es-beltc», physionomia franca^ e agrada-vel. Cabellos pretos, lábios rubros, guarnecetn seu rosto moreno, rosa-do, que brilha como marfim. Jí dis-seram ser possuidor de uma colle-cção de olhinhos de todos os tons e de todos os paizes. Mas creio não

ser isso verdade, porque sei de fonte segura que meu joven perfi-lado nãu brinca cora o fogo. E'bon-doso, simples e amavel. Da amigui-nha e leitora constante que muito agradece — Aquella...

Em ume iesta

Eis querida «Cigarra», o que pu-de notar sm uma festa realisada cm casa da distineta benhorita Colom-ba, pela passagem do seu anniver-sario natalicio : Colomba estava ra-diante e amável para cora todos. Estella exhibindo-se com sua bella voz e .. . (não serei indiscreta.) Ri-na gostando de dansar com o B. Vicentina fazendo suas fitinhas com o A. Maria, alegre ao lado do seu noivinho. Dilecta formando um bel-lo par com um rapaz alto. Dirce divertindo-se muito e dansando com todos. (Muito bem !) Amélia dan-sando muito com o A. G. (Para-bens 1) Irene não perdendo uma con-tra-dansa. (Isso, menina) Rapazes : A. Ferrara bancando o sério. Hen-rique. bonitinho t amavel. José es-tava muito retraindo. (Seria a falta da noivinha ?) B. Biptista atlrahin-do a todos com sua linda dentadu-ra e mostrando sua voz quando dan-sou a valsa especi 1 com o anniver-saliente. Augusto bancando^ o pis-ca-pisca. Guido tocando muito bem o violino. Lourenço, o comico da festa. Alliguieri exhibindo-se na dan-sa. Felisberto não querendo dansar. Juiio, o bello loirinho da festa. Eu, finalmente, querida «Cigarra», tenho a dizer- te que a orchestra estava o succo ; não perdi uma contra-dansa e gostei muito do jogo do pisca-p'i3oa. — Reparadeira.

De Sanfrtnna

Noto com admiração: a gracinha da Edith, o moreno encaniador da Cynire, a tristeza da Ondina,

_ a sympathia da Cicilia, o melindrosis-mo da Nair, a elegancia da Anna, o noivado da Z., a paixonite aguda do Rogério, a pose do Venicio, os sapatos do Mario, a seriedade do Ditinho, o sorriso do Ariel, os bel-los dentes do Otto, o corado do Walter, a simplicidade do Moacyr, a tristeza do Floriano pela ausencia de sua querida C, Da amiguinha e leitora — Noztalgia do Campo.

Thereza S.

A minha perfilada _ i no todo deslumbrante. Corpo primoroso, fór-ma esculptural, olhos grandes, ex-pressivos, trahidores .. . Cabellos castanhos, ondeados, nariz egypcio, lábios coralinos a sisonhos More-na, de um moreno que prende e attrae. E' a personificação da belle-xa feminina. — Uma Leitora.

(5)

60 rt*CIGi\RRA

' „

1 -

Abril-COLLABOKAÇAO tanto I); L. Votta, com ares

dr»-DHS LEITORAS

O lindo baile do Harmonia

O que mais notei no lindo baile do Harmonia : Zizi Lion, graciosa bdndeija de balas : Ruth Penteado, elegantíssima pastora ; Maria Luiza Telles, linda en sua toilette rosa ; Lylia P., encantadora saraaritana ; Fili P. Queiroz, uma sombrinha ele-gante; Elza Geribello, riquíssima oriental; Conceição V. Carvalho, uma galante boneca Luiz XV ; Ma-ria A. Caldas, original pierrette; Maria Duarte, interessante chinezi-uha ; Odett* Lopes,

interessantissi-flirts do Walter, 250 do amor do Arnaldo, 400 da gentileza do Ànto-nio. Bate-se bem c unta-se com a gordura do Maneco e depois enfei-ta-se com o almcfadismo do Joa-quim. Depois de prompto será con-duzido ao sr. redactor, pela Nair, no seu inseparavel Ford, como prova de gratidão. — Colybri.

De Mineiros

«Cigarra» amiga. Daqui destas

plagas, onde <s muito lida e apre-ciada, onde gosas de imrnenso

con-8 maticos, ao lado de alguém ; »"* ro muito satisleito. Eis, agora, «'

exil" Herminia malhete de rosas ;

forçando-se muito para o bofl] da kermesse ; Nênê C. dep«'s "j oito horas deixou de pertencer correio elegante para falar de S{

^ amores; Conceição muito afflíV

para com o J. (cuidado...); , cia, melancólica ; Emma muito

J tisfeita por ter recebido um car

p do «34 e 45, D. Cerregos». Rota. . muito chic ; R. Santos, a ultim» ra ainda conseguiu um flirt cow Ary ; Pia com saudades de alíu' (console-se commigo); Tica, c°" quistando. — Pola Negri.

-LUBIN

Cj ^TICUj/Dcl3 I

PAR I S

ma; Nelson A. gostando de cesta de flores ; Pimenta Porchat, pierrot alegre ; João Lopes apreciando ro-sas; Dirceu Noronha prefere o Car-naval á paisana; Rudge gosla mui-to de brincar; Hélio P. Queiroz tem muito gosto; Theotonio L. Campos, garboso soldado ; Chinuta, moreni-nho lindo, e, finalmente, eu ape-nes — Piwretle.

Bolo appetitoso '

200 grammas da bellêza da Ba-by, 600 do doce sorriso da Petrina, 150 da sympathia da Alice, 180 da ingenuidade da Myrthes, 800 dos

ceito, envie-te" e»t»« ramalhetes de adoradores da deusa <Hebe>, que consegui colher nos dias 22 e 23 dc Março, no jardim onde fôra promo-vida a kermesse. — Cravos : Eu-clydes bancando o ciumento sem ter amor, sd para ser agradavol a E. Není X., muito alegre. (Por que teria ?) J. Soreto, aborrecido. Boa-ventura, apaixonado por uma senho-rita que ama outro ; M. C., muito bom ; J. Cocitto conquistando a J.; Celso muito bonitinho ; Salim fa-zendo economia; Theophilo queren-do fazer as pazes (agora t tarde); Cid o mais fiteiro de todos ; Ary, despeitado sem razSo (a N. quer

Club Base-ball

Notinhas apanhadas ne vesp*r'J do dia 21 do mez p.p. no Trianof' judith M., formando um lindo Paf' zinho com o R. . . . flnnita, at'r?' hindo alguém. Clariaha, achando falta em alguém. Marina Carvalho» retirou-se cedo. (Por que?) Ru1^ Sodré, contentissima. (Era natural) Apparecida, flirtando dois ao mes®0 tempo. Margarida Lima, contente *° lado do noivinho. lida Simões, graçadinha. — Rapazes: Humberto dansando muito com o L (Ji eS queceu a outra? Jo8o P. Ferreir». como sempre, uma teUia. Dorival

(6)

A CKiflRKH '' 6t COLLABOHflÇAO ——- DAS LEITORAS tlfibrlU¦ !Q24 pfw.i c®ns«Kuiu

o que mais desejava, da ? s Botelho, exímio profesor d»«, sa< Sylvio Carvalho, não ra:

40"

Quasi nada. Rodolpho

Pe-<lu ?» n 2ueiroz> nâo dansou. (Por W 11 . ('Uií se passou na alma do fO^ 1ue nâo Q11'2 'r " *esla ** banv',una') °utros rapazes eram »o n S' maS '8noro os seus no" tor»'

"^eus'ihol Dd constante lei-a — Ba-ta-clan

Lindíssima.

Notas dc Cananéd

Ti« o

prazer de notar: a sym-il ™a da Maria Lucia F; Zéiê Coe-. ' 3 Leone dc Cananéa; a

d« Pmu-8 t'a ^wenayde L., a tristeza ;

"'Ininha,

a franqueza da Marietta

Club Internacional

^ Notei nos bailes do Carnaval: encantadoramente baila nas suas

| ^r,ginaes phantasias, não perdeu Mirai, disfarçando sua tristeza. . «cema, prendeu o coração de um

£rÇado n.o 13 (Bravo pela captura) Í * com sua finíssima phantasia bailarina, astava encantadora, querendo conquistar tres cora-Wes ao mesmo tempo. (Quem tudo 1u®r... tudo perde). Fernando, repaz aprecia todas mas não ama ne-n{iutna.

José Paschoal deixou o aca-| Jhdmento de lado e dansou muito. I Manoel, um noivo timido. J. C.,

cs-quecendo-se que i noivo. Furquim, ref rada rio ao flirí. O apaixonado ]. C. era e mais bonito rajah. Eduar-do, deu preferencia aos bailes da Sociedade Italiana. Da assídua lei-tora — Apaixonada C. J.

Perfil de MUe. H. Ferreira

Vou traçar pallidamente o perfil da joven uiais sympathica que co-nheço. De estatura regular, a minha genlil perfilada conta apenas 17 ri-sonhas primaveras. Morena, de um moreno côr de jambo. Cabellos

cas-nariz pequeno, olhos castanhos, boc-ca pequena, traja-se muito bem, 6 amante de regatas e freqüentador do Club Esperia. Reside á rua São João. Da amiguinha e constante lei-tora —Rei Boneco.

Desengano e o meu coração.. .

A'. . .

Ohl como o sinto bater no peito, arfar em brandos arquejos! E tudo por que? Porque meus olhos te vi-ram e te amei.. . Começou então o nosso anaor, delirante, terno, ar-dente, mas... uma chuva de dissa-bores e lagrimas cahiu sobre elle e apagou-o sem dó nem piedade.

Porque o nosso amor era um fogo vivo e acceso demais ... Hoje nem cinzas restam delle. Apenas saudade pequenina ...

E recito cí, sommigo, dentro de minh'alma:

Murchou-se o nosse amor, febril, insano, Como o esfolhar de rosas já esquecidas, Murchou-se na haste cruel do desengano Com as peta!as assetinadas... amarellecidas...

E sinto os olhos arrasarem-ie de agua, e aperto os lábios trêmulos, numa cruel recordação I. .. Amor I Amor! Palavra rapida, mas que ex-prime um mundo de venturas e fe-licidades roseas ... Mas que nos deixa curvados sob nm peso de amarguras, com o fel n'alma e a saudade pequenina no coração . . . Beijos, querida «Cigarra», da tua leitora — Desdemona.

Perfil de O. G.

O meu perliiado é a expressão maxima da distineção e os seus lin-dos olhos traduzem as suas grandes qualidades moraes e bondade. Resi-de í Rua Santa Magdalena, e, se-guuíio me informaram, já foi quasi noivinho de uma sua conterranea, também distineta como elle. JDetes-ta os bailes, porém adora os Hirt». Depois que foi abandonado pela sua anada, anda triste e despresa a to-das as suas apmiradoras, inclusive eu, bue não tenho merecido nem si-quer um seu olhar e que pretendia adificar em seu coração a minha eterna morada — Corina.

HiRVOtO

NEUROSINE

PRUNIER

RECONSTITUINTE ENÉRGICO Rua de U Tacharia, PABIS^

$ Pharmacias.

Approvado pelo D. "N. de Saúde Publica, sob n. 121, em 8 de Julho de 1895

Werda, a elegância da Dadá C.,

IIh jda Yvonne C., a amabi-."'de da Joanninha LisbOa, a bon-.ac<» da Conceição Fraga, o modo

eS«nte

de dansar dn Enedína S., . <>Jodestia

da Dorothéa C , o ca-'"inho

da Maria Belmira —

Rapa-d8': ftroldo Lacerda, apaixonado i ® Z ; a ausência do Ulysses S., . *ympathia do Juca L., a belleza

0 Janguinho, o noivado do Livio, elegância do J Rornão, o andar-•nho d0 dr> Moreira, a bondade do h'i<naco M , os oculos do Paulo /j?vier, a delicadeza do dr. R. Ga-«''«no, a tristeza do Arlindo Xavier,

'erninho marron do

J. M. Pedro-0 * a altura do Jamar. Da leitora ®°"ga — Alma

que suspira.

tanhos, cortados á «bébé>, o que muito lhe orna, olhos da mesma cór dos cabellos, bocca regular, nariz pequenino, corpo bem feito Traja-se com apurado gosto, preferindo a côr branca. Não sei se ama, mas sei que conta innumeros admirado-res. Náo é uma belleza rara, mas t de uma amabilidade extraordinaria e dc uma sympathia irresistível, attra-hente a todos que têm a felicidade de a conhecer. O seu único defeito é ser muito volúvel. Da amiguinha e leitora — Y looe.

Perfil de Raphael C.

O meu perfilado conta 20 prima-veras. E' de estatura regular, cabel-los castanhos penteados para traz,

actxxxxx300e0000cxxxxxxxx300000cxx>00000000000000000000

Academia de Dansa

DE

EUGENIE DE VILLENEUVE

Professora do Conservatorio Dramatico de São Paulo

Dansas Erytimicas e Classicas, Gymnôstica educ ticativa e Pbysiologia, Sentimento esthetico, h rmvnia de gestos e altitude, Comportação e Edu-cação cívica. — Dansa na ponta dos pés. — Bailes de Salão por Professor diplomado em Paris e Londres. — Licções particulares podem ser dadss fora do curso, pessoalmente, por Snra. de Villeneuve ou

por uma dc suas assistentes. — Classe especial para meninas.

(7)

62 /. ¦ i A CIGARRA l-AbriM^i COLLHBOR/iÇftQ DflS LEITORAS — Questionando brin-Quem toma o amor por queclo? E' a Carolina.

Por que Paula anda tão triste? Porque seu amor não existe.

Qual 6 a mais estudiosa? E' a Mcnininha Barboza.

Por que Maria é tão quieta? Cupi-do nio lhe atirou a setta.

Por que, co.m sua graça, a Isa muitos corações pisa?

Por que Nicia entristeceu? De saudades do Romeu.

De Fifa, qual 6 o ideal? Casar-se com um official.

Por que Antonina è tão bondo-sa? Por ser meiga e carinhosa.

Quem 6 o bemzinho do Garret? E' e Conceição, não 6?

Por que Ditinho i tão titeiro? Porque ama o mundo inteiro.

Por que Ernani í conquistado? Por ser muito delicado.

E o Barboza sabe amar? flma todas que encontrar.

O olhar mais feiticeiro? Possue o Nelson Ribeiro.

Então o amor t assim? Suspira o Zóca Alvim.

<D« Sant'Anna sou o ®#is bel-Io», diz convicto o Mario Mello.

Quem anda sempre contente? E' o Luizinho, certamente.

Da leitora — Cascata de Rosas.

Rosa de Amor

No jardim de minha vida, Ha Ildres cheias de olôr, No coração, jaz nascida, A flôr ardente do amôr.

E' flôr que, nessa guarida, Nasceu dum olhar sonhador ... No jardim de minha vida, Nasceu a Rosa do Amôr.

Mas, eis que, num rijo açoite, Na verde haste pendeu, Sob a rajada da noite ...

E a Rosa desfalleceu, Numa lagrima sentida, No jardim de minha vida.

Betly Dalva.

Pallas Clube

Chamaram a minha attenção: a sympathirdc Olga C., a modéstia da Beatriz, a elegancia do Olinto, a delicadeza d» Roraero Silva, a bel-leia de Rente Magalhães, o olhar

attrahente de Judith M., o rostinho encantador de Alcinda, a raeiguice de Rosa, a simplicidade da linda Leonor França, a melancolia do Carlos D., (seria a ausência delia?.. ) a pose do Blois, o olhar trefego do Marcial, a bondade do Messias, o reapparecimento do J. Caielli, a constância dc Adelina e, finalmente, notei a ausência do P. Caielli e do ). Correia. Da leitora e amiguinha grata — Ruth das Rochas.

Saudades

Ã' inesquecível Daiva R.

Nas horas de solidão, nos mo-mentos tristes, em que a alma, ab-sorta, parece deixar o envolucro para adejar através do espaça eta busca de remotos piramos que o viajor

monioso que o gorgeio dos P*^s. s nhos e tem as côres do c(fu • f os encantos da Natureza 1 linguagem desconhecida « ^ sn que muitos corações não Vo . . traduzir!.., O aisor i a vida m'1*

q o encanto de todos os encantos^, amor 6 grandioso, o amor é, s" , mel Da tua sempre amigu,ntI leitora — Navalsi.

Nair Fernandes

Os seus cabellos são loiros» casta-gost";

cor-tados á ultirea moda, olhos nhos. Traja-se erm muito o-Freqüenta o Cine-America. . tJ, & rua Frei Caneca numero >®P Da leitora — Violeta Verde.

Perfil de Carmeiiano ScarteZi'"

Carmeliano 6 o nome do gentil períilado. E' um n,orcl!'i;n. extremamente sy»pathico, seus

sS^

Phosograplila Qiaaag

O. R. QÜBHS PHOTOtíRHFHCJ

Rua d»» Palmeiras, S9 --S. PAÜLO Tclophonc N. VJbQ

TRABALHOS MODERNOS

i i-euiluSa com Medalha áe Ouro e Prata na* Ex-pesíçOag uo Ria fio Janeiro 1908 a Turim 1911

sspstial ptri Saabwrfiis ¦ Criüiti:

abandonou, a saudade, que i agui-lhão, deixa de o ser, para tornar-se a companheira consoladora, a agra-davel miragem em que revemos epi-sodios tristes ou scenas de alegrias reproduzidas com fidelidade. São cambiantes que se nos apresentam, envolvendo em suas entranhas, fa-ctos de uma éra de contentamento ou de período de lagrioeas, mas sempre agradaveis ao pensamento I Da collaboradora — Neve.

A' senhorinha Dulcinéa M.

Sentir-se amada í a suprema fe-licidade, porque o amor 6 o melhor, i a mais deliciosa das sensações, 6 o anseio que purifica a alma e en-grandece o coração. O amor ê bran-co como as pétalas do lyrio, perfu-mosú como as campinas florescente e meigo e risonho como as doces manhãs de Maio. Elle canta, e o seu canto 6 muito mais doce e

har-dos olhos verdes traduzem bondade que o seu nobre corí^.D encerra, seus cabellos castanhos s penteados com todo o esmero ja-se com muito gosto e tan>|b« não deixa de ser um perfeito »J"? fadinha. E' dotado de finas quali»^ des e de uma delicadeza

Penso que o seu coração perten a uma sympathica moreninha • ¦' Quer que eu diga o nome ? . ¦ • v leitora — Flor de Maio.

Notinhas do meu bairro

(Cambucy)

Peço-te, «Cigarra» araavel, P"' bliear esta listinha. Sinhá, import#® te. Inah, com seu andarzinho gra( ciosamente saltitante. Rosita ^ moça mais linda que até hoje f , nheci. Aracy, distineta e diverti®

Nina, sympathica e attrahente. A"1 lia, santinha. Angela, será que n® me conhece ? Sarah, satisleitissi® '

OLITÂRIâ

TRATAMENTO EFFICAS

en duas horas com os

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Farmaúas e j. UOGEAIS, 30, rue Chaillot, PARIS

(8)

Ubrll- 1924 A CIGARRA 63

d ^a' sempra muito roraantica. —

to pes.:

Benedicto subindo de

pos-c«í. ni' a'8ueal desejaria conhe-nL*®*

^ífcdo, inconstante.

Nenzi-i* ¦ na(aorador. Renato, apesar de t: sy™Psthic°, tem um ar tào al-nsn'j ' a imponente. ítalo tem "ipo "'"ima da sua conquista. E' perdido ! Não ves que não correspondido

? Da leitora assi-^ falladeira do bairro. Em um anniversario

, Querida «Cigarra». Revestiu-se

c•nInui'0 brilhantismo a lesta dan-nK« .. °Herecida pala distincta se-an„-nwergario Falconi, festejando o seu natalicio no dia 29 de

^

1rÇo. Notei:

creio na existencia ® anjos

quando ouço os sons har-r»kn!?Sos *un voz> Leleta; os e'los loiros e huidios da H«l?na, '"do sorriso

da Yivina, os olhos

maveras marcam a sua idade. Seu nariz 6 afilado, seus purpurinos Ia-bios entreabrem-se de vez em quan-do para nos mostrar um meigo sor-riso, seus olhos são capazes de fe-rir o coração mais rebelde, seus ca-bellos são pretos « cortados á «bé-bé». Reside na rua Pedro Vicente. Da leitora — Theda Bara.

Mysterio

(Ao R. V aliar do)

Rompia clara c poética a ma.-nhã. O céu era mais azul, o sol ti-nha mais brilho, ns flores mais per-lume e a natureza méis encanto ; minha nliaa, cheio de alegria, rece-bia esta lesta, que traduzia alguma ventura, algum contentamento. So*-ri alegremente ante esta epopla su-blime que a naturexa me olferecia, cantando hymnos no meu coração • abrindo um poema que eu não

M. da Oliveira

E' uma morena muito bonita, cabellos e olhos pretos. Altura re-guiar, gosta immensamente de dan-sar. Mora no bairro da Consolação. Da amiguinha grata e constante leitora — Valsa.

Carta ao E. G. da Silva

Meu bom amigo. Partirei em bre-ve, ou antes, algumas centenas de horas mais e estarei longe de ti. Como deve ser triste esse dia, pois nada pôde haver mais horrivel do que a cruel partida, quando esta tem cm vista separar dois entes que se ama». Tu terás talvez mais animo para supporlar a despedida, mas eu r.âo sei se deva ou não dizer-te. Sinto que me vae laltando a cora-g?m para tal momento. Confiemos, meu amigo, no futuro, pois só elle

Finíssimo sorílmento em

meios íe sedo e

R. 15 de Novembro, 16

EWS.V ••••X •••/•

Teleph. Cent. 54

Penetrantes da Maria de Lourdes F., *s risadinhas

provocantes da Yolan-B., o Iallar meigo e harmonioso Qa Lili, a

graça da Nera, a gentile-*.a da Aurora

e da Mafalda B., as iradas da Martha, o lindo perfil da J-ais. a franqueza da Lydia, os em-[Óbidos olhos da Accacia, a enesn-Jadora boquinha da Nênfi e o ga-j*n!e porte da Lourdes P. Rapazes: \rof. Gino, ama, si a vida te enlas-e cativa. Dr. Miguel, fallas-m* em saudides...

sentil-as á por ven-•ura ?

Esculptor firmando : o amor ® um fogo suave, meu amiguinho. Uamosthenes,

quem adora o ímpos-»wel, viva

pensando até morrer. Mario, depois de me haver dado tão Kfande prova de affecto, encerrou-Slfi na maior indifferença. Poderei s«ber

qual a causa desse procedi-'Honto

? João L., commigo, raeu

c«-fo, ou tudo ou nada, ouviu ? Car-'°s L., seulenent Ia raort

peu vain-cfa 1'dmour. Da leitora constante

Lingua Ferina.

Perill O. Ciovannetti

,A minha perfilada 6 muito jovem ainda,

pois só.-nente 14 ou 15

pri-comprehendia. Eram duas festas que eu experimentava nesta manhã mysteriosa, a dos astros e a minha, qu».reinavam nos lugares mais in-tireos que possue o ente humano e perguntei a mim mesma: Meu Deus, por que vejo tudo em festa ? E, de olhos fitos no azul do céu, como que interrogando esse dia estranho, ouvi uma voz que me segredava: Tudo isto í porque rompia a aurora do nosso amor, querida. Da leitora assídua — Iilusão que aassãJShi^!

s/aCASAPASTEUR Secçaok Óptica TRABALHO — GARANTIDO ¦ iO" f Rua S. Bento,32 J 1 S.Paulo J Gr j i iWWj jJliiÉ-U__ ij_. , >V

nos dará conforto na esperança de dias mais ditosos. Não poderia eu partir ser» que primeiro te fizesse saber qual a tristeza que reina em meu coração, já tãq victimado pelo implacável destino. Na escuridão da noite, quando todos os que me ro-deiam dormem e sonham, talvez com seus ideaes, eu medito durante longos momentos na nossa separa-ção. Bam razão têm estes versinhos que dizem :

Quem inventou a partida Não sabia o que era amor,

8iiem

parte, parte sen vida, uem fica morre de dor.

Oh 1 Sim. Quem parte, como eu vou partir, letra, naturalmente, a morte n'alma, tendo sómente como único raio de esperança o cumpri-mento da tua promessa. Cumpril-a-ás ? Só Deus o sabe e sómente a bca saudad?, companheira insepara-vel dos que soffrem, me consolará. Que a meiga «Cigarra», confi-dente carinhosa de muitos corações, faça chegar ás tuas mãos esta, pa-ra que lendo- a tu possas pensar ea quem pede que jámais a esqueças. Sou, como sempre, a tua — Ãracy.

(9)

64 • ' A CIGARRA i-AMLi2?í COLLflBORftÇAO - DflS LEITORAS 5 Do <Quadrado>

Phrases apanhadas : Ao pronun-ciar as cinco l«trinhas suaves da-quelle anjinho vestido da cor ceies-te, minha alma estremecei (Renato). Gosto delie, mas... parece que não gosto... emfim... gosto I... (Elza). Agora . .. deixemos de namoros. (Gomes). Esta vida é um sonho t fAdelia). Nào gosto de dar reea-dos... (O.). Querida, s6 me casarei quando criarei juixo. (U.) Aprestn-to-Ihe a minha nova paquena. Que tal, hein ? (Carlito). São dois I O que for mais esperto será meu elei-to I .. . (Z ). A doença atacou-me o coração 1... (I.) Como «u amo, meu Deus I o... Paulisti Futebál Clube. (Jandyra). Por hoje é só e até bre-ve — Uma amlguinha esquecida.

C. D. H Royal

O que notei no salão deste syre-pathico Centro : Pompeu já nào usa sua medalha de professor de dança. A elegancia do J^yme quando dança com certa pequena. A pose do Carlito. A camaradagem do Edmundo com certa senhorita. J. Martins querendo bancar gente gran-d*. F. Galdi muito apaixonado pela D. Florindo B. anda muito aborre cido. (Será paixão ?) Bernardo G. sempre mettido no seu terno bran-co. O desapparecimento rio Luiz G. Attllio U. apesar de ter sido prohi-bido pela pequena ainda continúa a dansar. Antonio C. desprezando certa pessoa. Da amiguinha e leito-ra — lerybá.

Na minha zona

Querida «Cigarra», outro dia, em uma reunião, notei que certas pes-soas discutiam sobre os moços e moças mais bellas da zona. Eis o que diziam : merecem o l.o luguar, por belleza, syrapathin e bondade : Moça : Nair. Moço: Paulo R E por belleza : Moças : Dodo, Adalgisa, Dora, Alice, Violets, Mathilde, Ma-fia • Julia. Moços : Zezinho, Juqui-nha, Edmundo, Oswaldo, Armando e Antonio, Da constante smigui-nha e leitora — Morertinha.

Club de Regatas Tietê

Eis, querida «Cigarra», o que pude notar por occasião do baile realisado neste Club : Carmen, ale-gre e prazenteira. (Assim i que eu gosto) Cnrdelia, graciosa no fox-trot. Aluilde, como sempre, engrn-çadioha. Angela estaca muito pen-sativa. (Por que seria ?) Alcinda, amavel para com todos. Dolores, muito delicada. Rapazes : Carlinhot um verdadeiro gentleuian. Agenor n3o dançou quasi. Os Margaridos

muito gentis e attenciosos para com todos. E, finalmente, eu, querida «Cigarra», tudo vendo e ouvindo para te contar. Da eterna aicigui-nha — Curiosa e Linguaruda.

O. S P.

Reside este jovem á Avenida Angélica. Extremamente syrapathi-co, possuidor de usa cutis morena, cjbellos castanhos, búcca pequena. De olhar sincero, coração bondoso e esmerada delicadesa, cnptiva a to-dos que têm a ventura de o

conhe-Brilham ainda mais e 1u ,.r silenciosos, ente a sua immensa o < sem uma queixa, sem um ,ca E o coração parece que s°luç baixinho ,

Rosas, ás vezes ainda em boli°i que dtsfolham ao sopro da me» colia I . . .

Tudo passa . . . mas a d®'".8 grande dôr, como um cancro

'

cada vez parece maior. . Olhar que és o balsamo ,Pw esse soffrer, por que és assim m ferente e não vens dar-lhes um P queno allivio?

f •: ? ^

Grande alma que soffres cal"'* o teu mortyriol

Olhos scccos e ebrazecYs 1ue

:T'li•>Ebb

Producto de toucador de superior rjuaiidade indispeníQve/para as senhoras a 03 cavalheiro-}

|

Fardí.Preparações

para as unhas ProductaxJt Belkta ~*vnda em iodai as boas caias do Brazil

ccr. Estatura medir,na, trajs-se com apurado gosto. Vejo-o quasi sempre derigindo n sua «Jordan». Tem ir:-numeras admiradoras, mas se mos-tra indifferente c todas. Freqüenta as matinées do Republica e do Pau-listano. Tua sempre — Mãgnolia,

Fragmentos d'alma

Ao H. G F.

Ha muita magua no pranto dos olhos doridos de uma alma que soffre . . .

Muitas vezes esses olhos ma-guados encontram o riso da indilfe-rença.

não falam e que ficam nessa mude* que mais nos narlyrisal

Mergulhada na dôr, 6 alma, tra-zes sempre o sorriso nos lábios carmezins!

Escondes o teu soffrer c todos dizem que és feliz 1

Sorris, esse serriso de fel e de angustia, que todos traduzem como prazer1

? • *

Foge do mundo, abriga-te na so-ledadet

Risos e flôres lá encontrarásl E, tenta esquecer essa grande loucura que foi o teu sonhol

(10)

FOGAREIROS ELECTRICOS

qu<1'lV10cente que és e sabes o susTé

o soflrerl Ses

raz®

0 pensamento distante des-sonhos

que já se Foram ... I|0r Qri2fl uma nova illusão, deixa da . saudade...'r u«na nova esperança, foge j

^Judade é uma triste recordação tia felicidade morta ... cJ"® "PllDO.sempre amiguinha —Pássaro

i Do

De São Carlos

Perfil de M. P. L.

Bodo que (jei,—¦ mesmo cr: o ri o que o i c botão de rosa entreaberto * Iuí ao despertar, assim \

mais re-ao despertar, assim

tam-como discípula exemplar, se não foram os doces sonhos côr de rosa em que vive e <S. Aí- Cupido». Gosta immensamente de baile, 6 dansarina eximia, sendo muito acla-mada. Minha perfilada pertence a uma distineta familia de São Carlos e é estimsdissisma pelas amigas e collegas. Da leitora — Zethus.

Perfil de Miquelina D.

E' de estatura regular a rainha gentil perfilada, contando 16 floridas primaveras. Possue uma linda tez clara, cabellos loiros cortados á «bíbé», olhos castanhos e

sedueto-act 08$^ Dese I EIOS nooloidos, fisconstituiríos, "* Aformozearios, Fortificados PiluSes Òrientales O uuico produeto que em doi3 mezes assegura o desenvolvimento e a fxrmo7..i do peito sem causar duimio algum à faude. Approvado pelt>3 notnbilidndea médicas. J. RATIE,Phco ,45,r.de 1'Echinuier, Pari»

São-Paulo : lt.YRUKL & c» ^ todas pharmaciae

J*®1® sorri para as 15 primaveras a "Jjnha

perfilada de hoje. Enormes ®'hos

vivos e fulminadores realçara-em seu rostinho côr de jambo. olhar estontêa um «bonequi-Jiho>... (Minha amiga, não sou tão ""discreta).

Lindos fios castanhos 'Parados

á ingleza enfeitam sua-Cab3cita.

Seu nariz 6 pequeno e 'íuilino, sendo seduetora sua bo-luinha rosea. Consola um coração ''fido

sua voz suave e doce. Sua Viatura 6 regular c seu corpinho ','egante.

Simples é seu

trajar;_vae-jhs muito bem o branco. Activa e '"Wlligente, sonseguiria se impor

res, nariz bem afilado, bocca peque-nina, deixando ver, quando sorri, alvissimos dentes. Tem um coração bondoso que ainda não foi possuido. Traja-se com apurado gosto e ele-gancia. Da amiguinha o constante leitora — Rosa flzuh

Perfeição

Para ser um rapaz perfeito, no alto meio social, 6 necessário pes-suir os seguintes predicados: dansar como Theotonio Lara, jogar lennis como Nelson Cruz, foot-ball como

o Mario Andrade, nadar como Ina-cio Veiga, vestir-se como José La-cerda, cavalgar como Paulo de Sou-za, elegante como Marinho Cintra, guiar automóvel como NenÊ Lara, ser forte como Amadeu Saraiva, alegre como Marlinbo Meira e bom-zinho cop-o Chico Baruel Da lei-tora — Obseroadora.

Procurn-se' uma noiva

(Rio Preto)

Procura-se uma noiva que pos-sua ps seguintes dons e predicados: o olhar meigo e tristonho, de um verde cinza, da Cezarina, o nariz de Elza, a boquinha rosea e suave de Lebia Costa, n voz terna de Car-lota Costa, o moreno romântico d« Iracema Spinola, a cabelleira on-dcüda e negra de Jenny Pimentel, as mãos de pianista da Nena Cor-tese, a dentadurg de marfim da Si-Sinhá, a modéstia e a simplicidade de Geny Borges de Carvalho, o bo-nito proposito da Zuila Barbosa Li-ma, a gracinha da Tirinfca de S. Pimentel, d sinceridade de Idy Poc-cini, a bondade de Lôla Gomes, _a meiguice da Nair P. Mattos, a si-lhueta de Bartyra Viegas, os finos pesinhos de Carraen F. M., a rainha syrapalhia e a belieza altiva e des-lumbrante de Anna M. Da amigui-nha • leitora — Nita.

Salve 22-4-1924!

Ao R. E S.

E' com alegria n'alma que venho trazer-te as rainhas effusivas saúda-ções pela data gloriosa dc teu an-niversario natalicio. E peço ao bom Deus que esta data se repita por muitos e muitos annos em compa-nhia dos que te são caros. São os votos sinceros da amiguinha e col-lega. flqutlla que chamas — Fittira.

Referências

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