GESTÃO DA INFORMAÇÃO
VALOR ESTRATÉGICO DOS SISTEMAS
DE INFORMAÇÃO
Qualquer empresa precisa definir seus objetivos.
O planejamento necessita da definição de objetivos; a
eleição dos objetivos implica na visão do que se
deseja para a empresa, que é a sua missão.
Torna-se
necessário
então,
criar
uma
rotina
permanente e flexível dentro de um plano de ação,
que possibilite consolidar a estratégia.
Desenvolver a visão estratégica é antecipar
tendências, verificar como o mundo irá progredir,
perceber novos nichos de mercado, descobrir novas
oportunidades dentro da missão da empresa.
VALOR ESTRATÉGICO DOS SISTEMAS
DE INFORMAÇÃO
Para saber se a visão estratégica adotada foi
planejada corretamente, são necessários indicadores
de desempenho.
Os sistemas de informação, ao serem planejados,
devem propor ferramentas que traduzam a visão e a
estratégia de negócios, propiciando assim elementos
de controle para a tomada de decisão.
Independente do sistema que usa, uma empresa
possui
identidade
própria,
pessoas
diferentes
envolvidas na missão da empresa e na maneira como
participa do mercado.
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Então, como traduzir uma visão estratégica de
negócio de uma empresa que compete no mercado
com tantas outras e que utiliza sistemas de
informação
que
integram
todos
os
seus
departamentos?
Diversos fabricantes de Sistemas de Informação
Integrados oferecem uma nova abordagem com foco
estratégico do negócio para seus clientes:
VALOR ESTRATÉGICO DOS SISTEMAS
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BSC
Metodologia idealizada em 1992, por Robert Kaplan e David
Norton;
Tem o objetivo de prospectar elementos indicadores de
desempenho das organizações por meio de ferramentas de software;
Baseada em dados financeiros e não financeiros,
proporciona, aliada a diversas tecnologias da informação, a perspectiva da visão estratégica nos diversos setores de uma organização, buscando a realização de metas estratégicas.
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Estratégia – determinação dos objetivos e metas básicas a
longo prazo (cinco ou mais anos), a adoção de cursos de ação e a alocação de recursos necessários à consecução desses objetivos.
Por isso a necessidade da criação de um Planejamento
Estratégico.
O perfil de uma gerência renovadora sinaliza a visão
estratégica como a capacidade de enxergar a empresa em sua totalidade.
Visão é diferente de estratégia. Juntas elas são o todo. A
primeira é a percepção que orienta os caminhos e as decisões, e a segunda é a visão transformada em ação.
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O BSC colabora para o delineamento do planejamento da
visão estratégica.
Ele tem como propósito a mensuração de importantes
atributos estratégicos: Medir para controlar; Medir visão;
Mensurar a estratégia que for relevante para a empresa.
Essas medidas podem ser tantas quantas sejam necessárias,
devido à flexibilidade e potencialidade do BSC em função da natureza do negócio da empresa, seus objetivos, sua atuação no mercado e seu desenvolvimento social.
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Os indicadores de desempenho do BSC fornecem condições
para um planejamento de curto, médio e longo prazo e, pela sua dinâmica, o planejamento da visão estratégica pode ser revisto e ajustado dia a dia, mês a mês, ano a ano.
O BSC ajuda a apontar o diferencial competitivo da empresa,
possibilitando que esforços seja dirigidos para suas áreas de maior competência e ainda explicitando área com determinados graus de incompetência.
Para a implantação da metodologia é necessário:
Estágio avançado dos sistemas de informação da empresa; Mentalidade de mudar e alinhar-se dos recursos humanos;
Pré-disposição de altos recursos financeiros para a implantação do indicadores de gestão empresarial.
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Forças externas que impulsionam a empresa
O Planejamento estratégico da informação (PEI) tem como
elemento essencial o conhecimento.
Esse conhecimento diz respeito a situações internas mas
também a tudo o que, externamente, de alguma forma, posso influenciar a organização, como:
Os clientes exigindo novos produtos e serviços a fim de manterem
sua lealdade à empresa;
Os concorrentes trazendo inovações;
Os fornecedores impondo políticas de venda; Os acionistas pressionando por mais dividendos; As organizações trabalhistas fazendo exigências; O governo estabelecendo e alterando leis;
As mudanças climáticas e ambientais, afetando fontes de
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Devido a esse e a vários outros fatores, as informações
exercem um papel cada vez mais importante, pois sem informações confiáveis, a empresa não consegue evoluir, nem mesmo sobreviver.
Pesquisas feitas sobre o que torna uma empresa vencedora
apontam uma série de características comuns: São ágeis nas decisões;
Estão sempre procurando inovar (em processos e produtos); Estão buscando melhoria contínua;
Procuram acompanhar a evolução tecnológica;
Preocupam-se com o meio-ambiente e a preservação ambiental; Reconhecem o alto valor estratégico dos sistemas de informação; Investem na disseminação e utilização dos Sis.
CICLO DE VIDA DOS SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Os sistemas apresentam o seguinte ciclo de vida:
São planejados; Desenvolvimento; Implantação;
Processo de evolução; e Chegam ao fim.
CICLO DE VIDA DOS SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Um sistema de informação tem um ciclo de vida curto,
de no máximo, 5 anos, quando não sofre alteração.
Na visão geral de um sistema, observam-se três
momentos bem distintos:
Planejamento: leva em consideração todas as informações
estratégicas sobre a empresa, bem como informações sobre a situação atual e necessidades dos futuros usuários. O produto desta fase é um plano de sistemas.
Desenvolvimento: envolve todas as atividades
necessárias para se construir cada sistema previsto no plano de sistemas.
CICLO DE VIDA DOS SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Evolução: abrange todas as atividades necessárias para
manter o sistema correto e atualizado, ao longo de toda sua vida. Essas atividades podem ser colocadas em dois grupos:
Avaliações – têm por objetivo verificar certos fatores de qualidade dos sistemas, tais como: nível de satisfação dos usuários, qualidade das informações geradas, etc.
Manutenções: podem ser corretivas(erros ocorridos nos programas do sistema), adaptativas(alterações decorrentes de mudanças nas regras do negócio, na legislação, etc) ou otimizações(melhorias no sistema).
CICLO DE VIDA DOS SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Visão detalhada do processo de desenvolvimento
A quantidade de fases e seus nomes podem varias de acordo com
a metodologia de desenvolvimento adotada pela empresa, mas algumas fases refletem bem o processo de desenvolvimento:
Estudo preliminar – onde são definidos o escopo do sistema, os objetivos,
os benefícios esperados e é elaborado um modelo preliminar do sistema.
Análise – aprofundamento do modelo construído na fase anterior,
obtendo-se um modelo lógico do sistema. Está voltada para o problema e a busca de solução ótima: o que o sistema deve fazer? Quais funções deverão existir?
Projeto físico – transformação do modelo lógico do sistema em um
modelo físico pronto para ser implementado. Aborda os aspectos físicos do sistema: como as funções serão construídas? Como os dados serão armazenados?
PARTICIPANTES NO
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
Usuário
É a pessoa ou grupo de pessoas para quem o sistema é
construído.
É necessário que o analista estabeleça um contato direto
com o usuário para o sucesso do sistema.
O ideal é ter usuários dedicados integralmente ao projeto.
Gestor do projeto
Suas principais funções são:
Gerir e alocar recursos de toda a equipe técnica; Prestar contas à administração superior;
PARTICIPANTES NO
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
Auditores
São os responsáveis por garantir que o sistema seja
desenvolvido de acordo com vários padrões internos e externos da organização, especialmente aqueles focados na segurança e no controle da qualidade do produto final.
Alguns problemas com relação aos auditores:
Normalmente não se envolvem no projeto até que ele seja concluído. Nesse ponto as modificações são muito mais difíceis; Às vezes, não estão habituados à notação utilizada;
PARTICIPANTES NO
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
Analista de sistemas
Desempenham as seguintes funções:
Documentar as atividades cujos detalhes passam de geração em geração de utilizadores;
Ajudar a encontrar funções do sistema;
Usar da arte de diplomacia e negociação com os utilizadores, que podem não chegar a um consenso;
Torna-se o líder do projeto.
Um analista deve ter:
Habilidade com pessoas;
Conhecimento de aplicações; Habilidade em tecnologia; Mente lógica e organizada.
PARTICIPANTES NO
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
Projetista de sistemas
Tem a função de transformar os requisitos num projeto
implementável num computador.
Normalmente o analista e o projetista são a mesma pessoa,
ou membros de um mesmo grupo.
Se não forem a mesma pessoa, devem se comunicar
PARTICIPANTES NO
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
Programador
Responsável por codificar e testar os módulos dos sistemas. Num cenário ideal, o programador não deveria ter contato
com o analista, já que se baseia apenas no trabalho feito pelo projetista.
Operador
Pessoa responsável por operar os computadores, da rede, da
segurança, do hardware e das bases de dados, da execução dos programas e da saída das impressoras.
PROBLEMAS RELACIONADOS AOS
SISTEMAS
A área responsável pelos sistemas enfrenta uma série
de problemas no que se refere ao desenvolvimento e
manutenção desses sistemas.
Exemplos de problemas ligados à qualidade dos
produtos:
Sistemas que não contribuem para os objetivos da
organização nem satisfazem às necessidades dos usuários;
Sistemas não confiáveis; Sistemas ineficientes;
PROBLEMAS RELACIONADOS AOS
SISTEMAS
Exemplos de problemas ligados à produtividade dos
processos:
Prazos não cumpridos;
Exemplo: o cronograma do projeto foi elaborado com excesso de otimismo ou então foi feito um aumento no escopo do projeto sem um reajuste dos prazos.
Custos acima da previsão;
Perdas de oportunidade;
Aumento do backlog documentado e invísivel.
Backlog – fila de espera existente na área de sistemas de uma empresa decorrente do fato de que a demanda por novos sistemas cresce mais depressa que a capacidade de atendimento da área.
PROBLEMAS RELACIONADOS AOS
SISTEMAS
PROBLEMAS RELACIONADOS AOS
SISTEMAS
PROBLEMAS RELACIONADOS AOS
SISTEMAS
Causas dos problemas
Ausência de planejamento;
Falta de integração do planejamento de sistemas com o
planejamento estratégico da empresa;
Não utilização de métodos e técnicas formais de
desenvolvimento de sistemas;
Adoção de metodologias não ambientadas à realidade da
empresa;
Não utilização de ferramentas de produtividade;
Falta de definição precisa dos objetivos e requisitos do
sistema;
Dificuldade de comunicação e/ou falta de entrosamento
entre os envolvidos no processo;
Falta de precisão e clareza dos textos narrativos utilizados
PROBLEMAS RELACIONADOS AOS
SISTEMAS
Como reduzir os problemas
Os riscos devem ser cuidadosamente considerados
enquanto se decide que projetos podem ser iniciados.
Deve-se procurar técnicas, métodos e metodologias que
visam minimizar os problemas e tornar os projetos de sistemas menos artesanais e mais próximos da engenharia.
Modelagem de dados; Análise estruturada;
Essas técnicas devem ser aplicadas corretamente e por
pessoas bem treinadas, dessa forma vão ajudar na obtenção de sistemas de melhor qualidade e que contribuem para uma maior produtividade.