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ORGANIZAÇÃO BÁSICA DA MARINHA

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Academic year: 2021

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ORGANIZAÇÃO BÁSICA

DA MARINHA

MARINHA

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ORGANIZAÇÃO BÁSICA DA MARINHA

Material:

- Constituição da Rep. Federativa do Brasil de 1988 - Título V - Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999 – Cap. I e II

- Decreto nº 6.703, de 18 de dezembro de 2008 (Estratégia Nacional de Defesa) – Cap. I - Material de Apoio (PDF) -Introdução -LC 97/1999 -Decreto 6.703/2008 – END -Conclusão Lei Complementar nº 097/99

- Alterada pela LC nº 117, de 2 de setembro de 2004 e pela LC nº 136, de 25 de agosto de 2010; -Dispõe sobre as Normas Gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. -Cap. I – Disposições Preliminares

-Cap. II – Da Organização

CAP I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Da destinação e atribuições

Art. 1º – As forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob autoridade suprema do Presiden-te da República e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes contitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da Lei e da Ordem.

Parágrafo único. Sem comprometimento de sua destinação constitucional, cabe também às Forças Armadas o cum-primento das atribuições subsidiárias explicitadas nesta Lei Complementar.

DAS DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES

Art. 16. Cabe às Forças Armadas, como atribuição subsidiária geral, cooperar com o desenvolvimento nacional e a defesa civil, na forma determinada pelo Presidente da República.

Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, integra as referidas ações de caráter geral a participação em cam-panhas institucionais de utilidade pública ou de interesse social. (Incluído pela Lei Complementar nº 117, de 2004)

Do Assessoramento ao Comandante Supremo

Art. 2o O Presidente da República, na condição de Comandante Supremo das Forças Armadas, é assessorado: I - no que concerne ao emprego de meios militares, pelo Conselho Militar de Defesa; e

II - no que concerne aos demais assuntos pertinentes à área militar, pelo MD.

§ 1o O Conselho Militar de Defesa é composto pelos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e pelo Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

§ 2o Na situação prevista no inciso I deste artigo, o Ministro de Estado da Defesa integrará o Conselho Militar de Defesa na condição de seu Presidente.

DA ORGANIZAÇÃO Das Forças Armadas

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tro de Estado da Defesa e nomeado pelo Presidente da República, o qual, no âmbito de suas atribuições, exercerá a direção e a gestão da respectiva Força. (Redação dada pela Lc nº 136, de 2010).       

Art. 3º A (Todo incluído pela LC nº 136, de 2010) - O EMCFA, órgão de assessoramento permanente do MD, tem como chefe um oficial-general do último posto, da ativa ou da reserva, indicado pelo MD e nomeado pelo PresRep, e dis-porá de um comitê, integrado pelos chefes de Estados-Maiores das 3 (três) Forças, sob a coordenação do CEMCFA. § 1o  Se o oficial-general indicado para o cargo de CEMCFA estiver na ativa, será transferido para a reserva remunera-da quando empossado no cargo.

Art. 3º A ...

§ 2o  É assegurado ao CEMCFA o mesmo grau de precedência hierárquica dos Comandantes e precedência hierárqui-ca sobre os demais oficiais-generais das 3 (três) Forças Armadas.

§ 3o  É assegurado ao Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas todas as prerrogativas, direitos e de-veres do Serviço Ativo, inclusive com a contagem de tempo de serviço, enquanto estiver em exercício.    

Art. 5o Os cargos de Comandante da Marinha, do Exército e da Aeronáutica são privativos de oficiais-generais do último posto da respectiva Força.

§ 1o É assegurada aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica precedência hierárquica sobre os de-mais oficiais-generais das três Forças Armadas.

§ 2o Se o oficial-general indicado para o cargo de Comandante da sua respectiva Força estiver na ativa, será trans-ferido para a reserva remunerada, quando empossado no cargo.

§ 3o São asseguradas aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica todas as prerrogativas, direitos e deveres do Serviço Ativo, inclusive com a contagem de tempo de serviço, enquanto estiverem em exercício.

Art. 6o O Poder Executivo definirá a competência dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica para a criação, a denominação, a localização e a definição das atribuições das organizações integrantes das estruturas das Forças Armadas.

Art. 7o  Compete aos Comandantes das Forças apresentar ao Ministro de Estado da Defesa a Lista de Escolha, elab-orada na forma da lei, para a promoção aos postos de oficiais-generais e propor-lhe os oficiais-generais para a no-meação aos cargos que lhes são privativos. (Redação dada pela Lei Complementar nº 136, de 2010).

Parágrafo único. O Ministro de Estado da Defesa, acompanhado do Comandante de cada Força, apresentará os no-mes ao Presidente da República, a quem compete promover os oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos.

Art. 8o A Marinha, o Exército e a Aeronáutica dispõem de efetivos de pessoal militar e civil, fixados em lei, e dos mei-os orgânicmei-os necessárimei-os ao cumprimento de sua destinação constitucional e atribuições subsidiárias.

Parágrafo único. Constituem reserva das Forças Armadas o pessoal sujeito a incorporação, mediante mobilização ou convocação, pelo Ministério da Defesa, por intermédio da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, bem como as organizações assim definidas em lei.

Da Direção Superior das Forças Armadas

(Redação incluída pela Lei Complementar nº 136, de 2010).

Art. 9o  O MD exerce a direção superior das Forças Armadas, assessorado pelo Conselho Militar de Defesa, órgão permanente de assessoramento, pelo EMCFA e pelos demais órgãos, conforme definido em lei. 

§ 1o  Ao MD compete a implantação do Livro Branco de Defesa Nacional, documento de caráter público, por meio do qual se permitirá o acesso ao amplo contexto da Estratégia de Defesa Nacional, em perspectiva de médio e longo prazos, que viabilize o acompanhamento do orçamento e do planejamento plurianual relativos ao setor.

§ 2o  O Livro Branco de Defesa Nacional deverá conter dados estratégicos, orçamentários, institucionais e materiais detalhados sobre as Forças Armadas, abordando os seguintes tópicos:

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I - cenário estratégico para o século XXI; II - política nacional de defesa; 

III - estratégia nacional de defesa; IV - modernização das Forças Armadas;

V - racionalização e adaptação das estruturas de defesa; VI - suporte econômico da defesa nacional;

VII - as Forças Armadas: Marinha, Exército e Aeronáutica; VIII - operações de paz e ajuda humanitária.

§ 3o  O Poder Executivo encaminhará à apreciação do Congresso Nacional, na primeira metade da sessão legislativa ordinária, de 4 (quatro) em 4 (quatro) anos, a partir do ano de 2012, com as devidas atualizações:

I - a Política de Defesa Nacional;  II - a Estratégia Nacional de Defesa; III - o Livro Branco de Defesa Nacional.

Art. 11.  Compete ao Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas elaborar o planejamento do emprego conjunto das Forças Armadas e assessorar o Ministro de Estado da Defesa na condução dos exercícios conjuntos e quanto à atuação de forças brasileiras em operações de paz, além de outras atribuições que lhe forem estabelecidas pelo Ministro de Estado da Defesa. (Redação dada pela Lei Complementar nº 136, de 2010).

 Art. 11-A.  Compete ao Ministério da Defesa, além das demais competências previstas em lei, formular a política e as diretrizes referentes aos produtos de defesa empregados nas atividades operacionais, inclusive armamentos, munições, meios de transporte e de comunicações, fardamentos e materiais de uso individual e coletivo, admitido delegações às Forças. (Incluído pela Lei Complementar nº 136, de 2010).

Decreto nº 6.703/2008

18 de dezembro de 2008; Estratégia Nacional de Defesa; Capítulo 1 (Formulação Sistemática).

Estratégia Nac. de Defesa vs Estratégia Nac. de Desenvolvimento

- Estratégia nacional de defesa é inseparável de estratégia nacional de desenvolvimento; - Defendido, o Brasil terá capacidade para construir seu próprio modelo de desenvolvimento; Projeto forte de defesa favorece projeto forte de desenvolvimento.

Natureza e âmbito da Estratégia Nacional de Defesa

-A END é o vínculo entre o conceito e a política de independência nacional, de um lado, e as FFAA para resguardar essa independência, de outro;

-A Estratégia Nacional de Defesa será complementada por planos para a paz e para a guerra, concebidos para fazer frente a diferentes hipóteses de emprego.

-A END organiza-se em torno de três eixos estruturantes:

1) Como as FFAA devem se organizar e orientar para melhor desempenharem sua destinação constitucional e suas atribuições na paz e na guerra (aborda-se o papel de três setores decisivos para a defesa nacional: o espacial, o

ci-bernético e o nuclear);

2) Reorganização da indústria nacional de material de defesa (Para que as necessidades de equipamento das FFAA apóie-se em tecnologias sob domínio nacional);

3) Composição dos efetivos das FFAA e, consequentemente, sobre o futuro do Serviço Militar Obrigatório.

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-Pauta-se a Estratégia Nacional de Defesa pelas seguintes diretrizes:

1) Dissuadir a concentração de forças hostis nas fronteiras terrestres, nos limites das águas jurisdicionais brasilei-ras, e impedir-lhes o uso do espaço aéreo nacional;

2) Organizar as Forças Armadas sob a égide do trinômio monitoramento/controle, mobilidade e presença;

3) Desenvolver as capacidades de monitorar e controlar o espaço aéreo, o território e as águas jurisdicionais brasilei-ras;

4)Desenvolver, lastreado na capacidade de monitorar/controlar, a capacidade de responder prontamente a qualquer ameaça ou agressão: a mobilidade estratégica;

5) Aprofundar o vínculo entre os aspectos tecnológicos e os operacionais da mobilidade, sob a disciplina de obje-tivos bem definidos;

6) Fortalecer três setores de importância estratégica: o espacial, o cibernético e o nuclear;

7) Unificar as operações das três Forças, muito além dos limites impostos pelos protocolos de exercícios conjuntos; 8) Reposicionar os efetivos das três Forças;

9) Adensar a presença de unidades do Exército, da Marinha e da Força Aérea nas fronteiras; 10) Priorizar a região amazônica;

11) Desenvolver, para fortalecer a mobilidade, a capacidade logística, sobretudo na região amazônica;

Diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa

-Pauta-se a Estratégia Nacional de Defesa pelas seguintes diretrizes:

12) Desenvolver, para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e presença, o conceito de flex-ibilidade no combate;

13) Desenvolver, para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e presença, o repertório de práticas e de capacitações operacionais dos combatentes;

14) Promover a reunião, nos militares brasileiros, dos atributos e predicados exigidos pelo conceito de flexibilidade; 15) Rever, a partir de uma política de otimização do emprego de recursos humanos, a composição dos efetivos das

três Forças, de modo a dimensioná-las para atender adequadamente ao disposto na Estratégia Nacional de Defesa;

16) Estruturar o potencial estratégico em torno de capacidades;

17) Preparar efetivos para o cumprimento de missões de garantia da lei e da ordem, nos termos da Constituição Federal

18) Estimular a integração da América do Sul

19) Preparar as FFAA para desempenharem responsabilidades crescentes em operações de manutenção da paz 20) Ampliar a capacidade de atender aos compromissos internacionais de busca e salvamento

21) Desenvolver o potencial de mobilização militar e nacional para assegurar a capacidade dissuasória e operacional das Forças Armadas

22) Capacitar a indústria nacional de material de defesa para que conquiste autonomia em tecnologias

indis-pensáveis à defesa; e

23) Manter o Serviço Militar Obrigatório.

Marinha do Brasil: a hierarquia dos objetivos estratégicos e táticos

Tarefas estratégicas: -Negação do uso do mar -Controle de áreas marítimas -Projeção de poder

... a MB se pautará por um desenvolvimento desigual e conjunto

A prioridade é assegurar os meios para negar o uso do mar a qualquer concentração de forças inimigas que se

aprox-ime do Brasil por via marítima.

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-A prioridade é assegurar os meios para negar o uso do mar a qualquer concentração de forças inimigas que se aprox-ime do Brasil por via marítima.

Essa prioridade tem implicações para a reconfiguração das forças navais.

A Marinha se reconstruirá, por etapas, como uma arma balanceada entre o componente submarino, o componente de superfície e o componente aeroespacial.

A negação do uso do mar, o controle de áreas marítimas e a projeção de poder devem ter por foco, sem hierarquização

de objetivos e de acordo com as circunstâncias:

(a) defesa pró-ativa das plataformas petrolíferas;

(b) defesa pró-ativa das instalações navais e portuárias, dos arquipélagos e das ilhas oceânicas nas águas jurisdicio-nais brasileiras;

(c) prontidão para responder a qualquer ameaça, por Estado ou por forças não-convencionais ou criminosas, às vias marítimas de comércio;

(d) capacidade de participar de operações internacionais de paz, fora do território e das águas jurisdicionais brasilei-ras, sob a égide das Nações Unidas ou de organismos multilaterais da região;

-A construção de meios para exercer o controle de áreas marítimas terá como focos as áreas estratégicas de acesso marítimo ao Brasil.

-Duas áreas do litoral continuarão a merecer atenção especial, do ponto de vista da necessidade de controlar o aces-so marítimo ao Brasil:

1) a faixa que vai de Santos a Vitória; e 2) a área em torno da foz do rio Amazonas. 

Marinha do Brasil: a hierarquia dos objetivos estratégicos e táticos

-Para assegurar o objetivo de negação do uso do mar, o Brasil:

1) contará com força naval submarina de envergadura, composta de submarinos convencionais e de submarinos de propulsão nuclear;

2) manterá e desenvolverá sua capacidade de projetar e de fabricar tanto submarinos de propulsão convencional como de propulsão nuclear;

3) Acelerará os investimentos e as parcerias necessários para executar o projeto do submarino de propulsão nuclear; 4) Armará os submarinos, convencionais e nucleares, com mísseis e desenvolverá capacitações para projetá-los e fabricá-los;

5) Cuidará de ganhar autonomia nas tecnologias cibernéticas que guiem os submarinos e seus sistemas de armas e que lhes possibilitem atuar em rede com as outras forças navais, terrestres e aéreas. 

-Para assegurar sua capacidade de projeção de poder, a Marinha possuirá meios de Fuzileiros Navais, em perma-nente condição de pronto emprego.

-Meios de FN são também essenciais para:

1) defesa das instalações navais e portuárias, dos arquipélagos e ilhas oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras; 2) atuar em operações internacionais de paz, em operações humanitárias, em qualquer lugar do mundo; e

3) nas vias fluviais, para assegurar o controle das margens durante as operações ribeirinhas.

- A força naval de superfície contará tanto com navios de grande porte, capazes de operar e de permanecer por longo tempo em alto mar, como de navios de porte menor, dedicados a patrulhar o litoral e os principais rios navegáveis brasileiros.

- Requisito para a manutenção de tal esquadra será a capacidade da Força Aérea de trabalhar em conjunto com a Aviação Naval para garantir superioridade aérea local em caso de conflito armado. 

- A MB dedicará especial atenção ao projeto e à fabricação de navios de propósitos múltiplos que possam, também, servir como navios-aeródromos.

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- A Marinha contará, também, com embarcações de combate, de transporte e de patrulha, oceânicas, litorâneas e fluviais. Serão concebidas e fabricadas de acordo com a mesma preocupação de versatilidade funcional que orien-tará a construção das belonaves de alto mar.

-- A Marinha adensará sua presença nas vias navegáveis das duas grandes bacias fluviais, a do Amazonas e a do Paraguai-Paraná, empregando tanto navios-patrulha como navios-transporte, ambos guarnecidos por helicópteros, adaptados ao regime das águas. 

-A Marinha trabalhará com a indústria nacional de material de defesa para desenvolver um avião versátil, de defesa e ataque, que maximize o potencial aéreo defensivo e ofensivo da Força Naval.

- A Marinha iniciará os estudos e preparativos para estabelecer, em lugar próprio, o mais próximo possível da foz do rio Amazonas, uma base naval de uso múltiplo, comparável, na abrangência e na densidade de seus meios, à Base Naval do Rio de Janeiro.

- A Marinha acelerará o trabalho de instalação de suas bases de submarinos, convencionais e de propulsão nuclear.

QUESTÕES

PS-SMO RM2 / 2017

1) O desenvolvimento do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz) atende a qual das diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa?

(A) Dissuadir a concentração de forças hostis nas fronteiras terrestres, nos limites das águas jurisdicionais brasileiras, e impedir-lhes o uso do espaço aéreo nacional.

(B) Desenvolver as capacidades de monitorar e controlar o espaço aéreo, o território e as águas jurisdicionais brasileiras.

(C) Aprofundar o vínculo entre os Aspectos tecnológico e os operacionais da mobilidade, sob a disciplina de obje-tivos bem definidos.

(D) Desenvolver, lastreado na capacidade de monitorar/controlar, a capacidade de responder prontamente a qualquer ameaça ou agressão: mobilidade estratégica.

(E) Unificar as operações das três Forças, muito além dos limites impostos pelos protocolos de exercícios conjun-tos.

2) De acordo com as Diretrizes da Estratégica Nacional de Defesa, o Brasil deve fortalecer três setores de im-portância estratégica para a defesa nacional. Assinale a alternativa que representa tais setores.

(A) Espacial, cibernético e nuclear. (B) Nuclear, econômico e social. (C) Econômico, social e militar.

(D) Educacional, militar e tecnológico. (E) Educacional, tecnológico e pesquisa.

3) A construção de meios para exercer o controle de áreas marítimas terá como focos as áreas estratégicas de acesso marítimo ao Brasil. Duas áreas do litoral continuarão a merecer atenção especial, do ponto de vista da necessidade de controlar o acesso marítimo ao Brasil, quais são essas áreas?

(A) a faixa que vai de Fortaleza a Natal e a área que contém os afluentes do rio Amazonas. (B) a faixa que vai da Bahia ao Rio de Janeiro e a área em torno da foz do Rio da Prata. (C) a faixa que vai de Santos a Vitória e a área em torno da foz do rio Amazonas.

(D) a faixa que vai do Rio de Janeiro a Florianópolis e a área que contém os afluentes do rio Paraguai. (E) a faixa que vai de Porto Alegre ao Chuí e a área em torno da hidrovia do Paraná-Tietê.

4) De acordo com as Diretrizes da Estratégica Nacional de Defesa, a organização das Forças Armadas está ba-seada sobre a égide do trinômio:

(A) deslocamento, concentração e permanência. (B) surpresa, preparo e unidade de comando. (C) manobra, prontidão e segurança.

(D) monitoramento/controle, mobilidade e presença. (E) simplicidade, flexibilidade e mobilidade.

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ORGANIZAÇÃO BÁSICA

DA MARINHA

MARINHA

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