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FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 28 HIDROSTÁTICA: CONCEITOS E PRINCÍPIO DE STEVIN

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Academic year: 2021

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FÍSICA - 3

o

ANO

MÓDULO 28

HIDROSTÁTICA:

CONCEITOS E

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(3)
(4)
(5)
(6)
(7)

Como pode cair no enem

(ENEM) Um dos problemas ambientais vivenciados pela agricultura hoje em dia é a compac-tação do solo, devida ao intenso tráfego de máquinas cada vez mais pesadas, reduzindo a produtividade das culturas. Uma das formas de prevenir o problema de compactação do solo é substituir os pneus dos tratores por pneus mais:

a) largos, reduzindo a pressão sobre o solo; b) estreitos, reduzindo a pressão sobre o solo; c) largos, aumentando a pressão sobre o solo; d) estreitos, aumentando a pressão sobre o solo; e) altos, reduzindo a pressão sobre o solo.

(8)

Fixação

1) (UERJ) Dois corpos homogêneos, A e B, de mesma massa, têm volumes VA e VB e densidades dA e dB. A alternativa que apresenta a correta correlação destas grandezas é:

a) dA > dB se VA > VB b) dA > dB se VA < VB

c) dA > dB independente de VA e VB d) dA < dB independente de VA e VB e) dA = dB independente de VA e VB

(9)

Fixação

1) (UERJ) Dois corpos homogêneos, A e B, de mesma massa, têm volumes VA e VB e densidades dA e dB. A alternativa que apresenta a correta correlação destas grandezas é:

a) dA > dB se VA > VB b) dA > dB se VA < VB c) dA > dB independente de VA e VB d) dA < dB independente de VA e VB e) dA = dB independente de VA e VB Fixação

2) (UERJ) A razão entre a massa e o volume de uma substância, ou seja, a sua massa especí-fica, depende da temperatura. A seguir, são apresentadas as curvas aproximadas da massa em função do volume para o álcool e para o ferro, ambos à temperatura de 0°C.

Considere ρF a massa específica do ferro e ρA a massa específica do álcool. De acordo

com o gráfico, a razão

r

F

r

A é igual a:

a) 4 c) 10

(10)

Fixação

3) (ENEM) Um consumidor desconfia que a balança do supermercado não está aferindo corre-tamente a massa dos produtos. Ao chegar a casa resolve conferir se a balança estava descali-brada. Para isso, utiliza um recipiente provido de escala volumétrica, contendo 1,0 litro d’água. Ele coloca uma porção dos legumes que comprou dentro do recipiente e observa que a água atinge a marca de 1,5 litro e também que a porção não ficara totalmente submersa, com 1/3 de seu volume fora d’água. Para concluir o teste, o consumidor, com ajuda da internet, verifica que a densidade dos legumes em questão é a metade da densidade da água, onde,

r

água= 1 g

cm3.

No supermercado, a balança registrou a massa da porção de legumes igual a 0,500 kg (meio quilograma). Considerando que o método adotado tenha boa precisão, o consumidor concluiu que a balança estava descalibrada e deveria ter registrado a massa da porção de legumes igual a: a) 0,073kg b) 0,167kg c) 0,250kg d) 0,375kg e) 0,750kg

(11)

Fixação

3) (ENEM) Um consumidor desconfia que a balança do supermercado não está aferindo corre-tamente a massa dos produtos. Ao chegar a casa resolve conferir se a balança estava descali-brada. Para isso, utiliza um recipiente provido de escala volumétrica, contendo 1,0 litro d’água. Ele coloca uma porção dos legumes que comprou dentro do recipiente e observa que a água atinge a marca de 1,5 litro e também que a porção não ficara totalmente submersa, com 1/3 de seu volume fora d’água. Para concluir o teste, o consumidor, com ajuda da internet, verifica que a densidade dos legumes em questão é a metade da densidade da água, onde,

r

água= 1 g

cm3.

No supermercado, a balança registrou a massa da porção de legumes igual a 0,500 kg (meio quilograma). Considerando que o método adotado tenha boa precisão, o consumidor concluiu que a balança estava descalibrada e deveria ter registrado a massa da porção de legumes igual a: a) 0,073kg b) 0,167kg c) 0,250kg d) 0,375kg e) 0,750kg Fixação

4) (ENEM) Os três recipientes da figura têm formas diferentes, mas a mesma altura e o mesmo diâmetro da boca. Neles são colocados líquido até a metade de sua altura, conforme indicado nas figuras.

Representando por V1, V2 e V3 o volume de líquido em cada um dos recipientes, tem-se: a) V1 = V2 = V3

b) V1 < V3 < V2 c) V1 = V3 < V2 d) V3 < V1 < V2 e) V1 < V2 = V3

(12)

Proposto

1) (UERJ) Ao comprar uma barra de ouro, com 2 kg de massa, um investidor desconfiou haver também prata em sua composição. Para certificar-se, mergulhou a barra em um recipiente contendo água e verificou que o deslocamento da água correspondeu a um volume de 140 cm3.

Sabendo que as massas específicas do ouro e da prata são, respectivamente, 20 g x cm-3

e 10 g x cm-3, o investidor pode concluir que há, na barra, uma massa em prata equivalente,

em gramas, a: a) 600

b) 800 c) 1000 d) 1200

(13)

Proposto

1) (UERJ) Ao comprar uma barra de ouro, com 2 kg de massa, um investidor desconfiou haver também prata em sua composição. Para certificar-se, mergulhou a barra em um recipiente contendo água e verificou que o deslocamento da água correspondeu a um volume de 140 cm3.

Sabendo que as massas específicas do ouro e da prata são, respectivamente, 20 g x cm-3

e 10 g x cm-3, o investidor pode concluir que há, na barra, uma massa em prata equivalente,

em gramas, a: a) 600 b) 800 c) 1000 d) 1200 Proposto 2) (ENEM)

Um tipo de vaso sanitário que vem substitu-indo as válvulas de descarga está esque-matizado na figura. Ao acionar a alavanca, toda a água do tanque é escoada e aumenta o nível no vaso, até cobrir o sifão. De acordo com o Teorema de Stevin, quanto maior a profundidade, maior a pressão. Assim, a água desce levando os rejeitos até o sistema de esgoto. A válvula da caixa de descarga se fecha e ocorre o seu enchimento. Em relação às válvulas de descarga, esse tipo de sistema proporciona maior economia de água.

(Faça você mesmo. Disponível em: http://www.facavocemesmo.net. Acesso em: 22 jul. 2010.)

A característica de funcionamento que garante essa economia é devida: a) à altura do sifão de água;

b) ao volume do tanque de água; c) à altura do nível de água no vaso; d) ao diâmetro do distribuidor de água;

(14)

Proposto

3) (UERJ) Para um mergulhador, cada 5m de profundida-de atingida corresponde a um acrés-cimo de 0,5atm na pressão exercida sobre ele. Admita que esse mergulhador não consiga respirar quando sua caixa torácica está submetida a uma pressão acima de 1,02 atm.

Para respirar ar atmosférico por um tubo, a profun-didade máxima, em centímetros, que pode ser atingida pela caixa torácica desse mergulhador é igual a:

a) 40 c) 20

(15)

Proposto

3) (UERJ) Para um mergulhador, cada 5m de profundida-de atingida corresponde a um acrés-cimo de 0,5atm na pressão exercida sobre ele. Admita que esse mergulhador não consiga respirar quando sua caixa torácica está submetida a uma pressão acima de 1,02 atm.

Para respirar ar atmosférico por um tubo, a profun-didade máxima, em centímetros, que pode ser atingida pela caixa torácica desse mergulhador é igual a:

a) 40 c) 20

b) 30 d) 10

Proposto

4) (UERJ) Um submarino encontra-se a uma profundi-dade de 50 m. Para que a tripulação sobreviva, um descompressor mantém o seu interior a uma pressão constante igual à pressão atmosférica ao nível do mar. Considerando 1 atm = 105 Pa, a diferença entre a pressão, junto

a suas paredes, fora e dentro do submarino, é da ordem de: a) 0,1

b) 1,0 c) 5,0 d) 50,0

(16)

Proposto

5) (UERJ) Num frasco são derramados dois líquidos, A e B, não miscíveis. O líquido A, de massa específica 0,8g/cm3, é derramado primeiro até atingir 1/4 do volume do frasco.

Em seguida, o líquido B, de massa específica 0,5g/cm3, é derramado até encher o frasco.

A B

Sendo MA e MB as massas dos líquidos A e B contidos no frasco, a relação vale: a) 5/8

b) 8/15 c) 4/3 d) 3/8 e) 4/5

(17)

Proposto

5) (UERJ) Num frasco são derramados dois líquidos, A e B, não miscíveis. O líquido A, de massa específica 0,8g/cm3, é derramado primeiro até atingir 1/4 do volume do frasco.

Em seguida, o líquido B, de massa específica 0,5g/cm3, é derramado até encher o frasco.

A B

Sendo MA e MB as massas dos líquidos A e B contidos no frasco, a relação vale: a) 5/8 b) 8/15 c) 4/3 d) 3/8 e) 4/5 Proposto

6) (UERJ) Num experimento, coloca-se na superfície da água de uma piscina uma seringa contendo 6 cm3 de ar, como mostra a figura. Mergulha-se, então, lentamente, a seringa a 5m

de profundidade.

Dados: Pressão atmosférica = 1,0 x 105 N/m2

Massa específica da água = 1,0 x 103 kg/m3

g = 10 m/s2

Admite-se que:

I) Toda a água da piscina está à temperatura ambiente; II) O ar comporta-se como um gás perfeito;

III) O êmbolo tem massa desprezível e move-se sem atrito.

Pode-se, assim, afirmar que o volume final do ar confinado na seringa é:

a) 3 cm3 c) 5 cm3 e) 2 cm3

(18)

Proposto

7) (UERJ) A maior profundidade de um determinado lago de água-doce, situado ao nível do mar, é igual a 10,0 m.

A pressão da água, em atmosferas, na parte mais funda desse lago, é de cerca de: a) 1,0

b) 2,0 c) 3,0 d) 4,0

(19)

Proposto

7) (UERJ) A maior profundidade de um determinado lago de água-doce, situado ao nível do mar, é igual a 10,0 m.

A pressão da água, em atmosferas, na parte mais funda desse lago, é de cerca de: a) 1,0

b) 2,0 c) 3,0 d) 4,0

Proposto

8) (ENEM) Para realizar um experimento com uma garrafa PET cheia d´água, perfurou-se a lateral da garrafa em três posições a diferentes alturas. Com a garrafa tampada, a água não vazou por nenhum dos orifícios, e, com a garrafa destampada, observou-se o escoamento da água conforme ilustrado na figura.

Como a pressão atmosférica interfere no escoamento da água, nas situações com a garrafa tampada e destampada, respectivamente?

a) Impede a saída de água, por ser maior que a pressão interna; não muda a velocidade de escoamento, que só depende da pressão da coluna de água.

b) Impede a saída de água, por ser maior que a pressão interna; altera a velocidade de escoa-mento, que é proporcional à pressão atmosférica na altura do furo.

c) Impede a entrada de ar, por ser menor que a pressão interna; altera a velocidade de escoa-mento, que é proporcional à pressão atmosférica na altura do furo.

d) Impede a saída de água, por ser maior que a pressão interna; regula a velocidade de es-coamento, que só depende da pressão atmosférica.

e) Impede a entrada de ar, por ser menor que a pressão interna; não muda a velocidade de escoamento, que só depende da pressão da coluna de água.

(20)

Proposto

9) (UERJ) A figura a seguir representa um fio AB de comprimento igual a 100 cm, formado de duas partes homogêneas sucessivas: uma de alumínio e outra, mais densa, de cobre.

Uma argola P que envolve o fio é deslocada de A para B.

Durante esse deslocamento, a massa de cada pedaço de comprimento AP é medida. Os resultados estão representados no gráfico abaixo:

A razão entre a densidade do alumínio e a densidade do cobre é, aproximadamente igual a: a) 0,1

b) 0,2 c) 0,3 d) 0,4

(21)

Proposto

9) (UERJ) A figura a seguir representa um fio AB de comprimento igual a 100 cm, formado de duas partes homogêneas sucessivas: uma de alumínio e outra, mais densa, de cobre.

Uma argola P que envolve o fio é deslocada de A para B.

Durante esse deslocamento, a massa de cada pedaço de comprimento AP é medida. Os resultados estão representados no gráfico abaixo:

A razão entre a densidade do alumínio e a densidade do cobre é, aproximadamente igual a: a) 0,1

b) 0,2 c) 0,3 d) 0,4

Proposto

10) (ENEM) Para oferecer acessibilidade aos portadores de dificuldades de locomoção, é uti-lizado, em ônibus e automóveis, o elevador hidráulico. Nesse dispositivo é usada uma bomba elétrica, para forçar um fluido a passar de uma tubulação estreita para outra mais larga, e dessa forma acionar um pistão que movimenta a plataforma. Considere um elevador hidráulico cuja área da cabeça do pistão seja cinco vezes maior do que a área da tubulação que sai da bomba.

Desprezando o atrito e considerando uma aceleração gravitacional de 10 m/s2, deseja-se

elevar uma pessoa de 65 kg em uma cadeira de rodas de 15 kg sobre a plataforma de 20 kg. Qual deve ser a força exercida pelo motor da bomba sobre o fluido, para que o cadeirante seja elevado com velocidade constante?

a) 20N b) 100N c) 200N d) 1.000N e) 5.000N

Referências

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