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Propriedades. 1) Combinação linear de linhas duma matriz soma de uma linha com outra linha multiplicada por um factor multiplicativo

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Academic year: 2021

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Propriedades

11 12 13 14 11 12 13 14 31 32 33 34 31 32 33 34 41 4 21 22 23 24 21 22 23 24 21 22 23 2 43 44 41 42 24 43 44 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a m m m m a m       =                   + + + +           

( )

1 1 1 AB − =B A− −

Exemplo: Adicionar à linha 3, a linha 2 multiplicada por um factor multiplicativo m

2) Inversa do produto

1) Combinação linear de linhas duma matriz – soma de uma linha com outra linha multiplicada por um factor multiplicativo

(2)

Método de Gauss

(1) 1 1 1 1 1 2 2 1 1 A A= =          (1) (1) (2) M A = A 21 31 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 2 2 1 0 1 2 1 1 0 1 2 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0 m m ⇔    =   =                   −        − − (2) (2) (3) M A = A 32 1 2 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 2 1 0 1 2 1 2 1 3 0 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 m     ⇔    =   = −        −  ou seja (1) (1) (1) (2) (2) (1) (3) (2) (2) (3) M A A M A A M M A A M A A  =  = =  =  (3) M A A=

(3)

Método de Gauss

M A U=

( )

32 1 (2) 1 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 2 0 0 1 0 1 0 m M  =            

A(3) é triangular superior, i.e., (3)

0 0 0 1 1 1 2 1 3 2 A =U =   −     −     Então  A M U= −1

(

)

1 1 (2) (1) M− = M M − =

( ) ( )

M(1) −1 M(2) −1

( )

21 ( ) 1 1 3 1 1 1 1 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 2 m m M − =  =           

( ) ( )

1 1 1 (1) (2) M− = MM − 21 21 31 32 31 32 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1 2 2 1 1 0 1 1 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 m m m m m m   =    =   =                    

(4)

Método de Gauss

Então A M U= −1 ⇔ A L U= 21 31 32 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 2 0 0 2 m m L m M− = =   =         

Ou seja, através do método de Gauss podemos obter uma factorização A=LU.

Depois de se obter uma factorização A=LU (que requer um número de operações da ordem de n3) o sistema de equações é resolvido mediante uma substituição descendente seguida

duma substituição ascendente (que requerem um número de operações da ordem de n2)

M–1 é triangular inferior i.e.,

↑ ↑     ⇔   =   −               

Matriz dos factores Matriz do final da multiplicativos factorização de Gauss

1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 2 1 3 2 1 1 2 1 2 0 0 0 0 0 2 0

(5)

Factorização A=LU – Resolução do sistema

i) L y = b – substituição descendente

( )

( )

y Ax b= ⇔ LU x b= ⇔ L Ux =b 1 2 3 1 1 1 4 1 1 2 4 2 1 1 5 x Ax b x x             = ⇔    =            1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 2 1 3 2 1 1 2 1 2 0 2 0 0 0 0 0 A LU          −      = ⇔  =           L y b U x y =    =  1 2 3 0 0 0 1 4 1 1 4 1 5 2 1 2 y L y b y y           = ⇔    =               1 1 2 2 1 1 2 3 3 1 2 4 4 4 0 1 1 2 5 5 2 3 2 2 y y y y y y y y y y y = + =  = − = + + =  = − = −

{

4 0 3

}

T y = −

(6)

Factorização A=LU – Resolução do sistema

ii) U x = y – substituição ascendente

1 2 3 1 1 1 4 2 0 0 1 0 2 0 3 3 x U x y x x          = ⇔    =       − −         3 3 3 2 3 2 1 2 3 1 2 3 3 3 2 2 2 0 1 2 4 4 1 x x x x x x x x x x x x − = −  = − − + =  = = − + + =  = − − = 1 Solução final, 1 2 x     =      

(7)

i) Factorização A = L D U, com L e U de diagonal unitária

iii) Por definição, uma matriz [A] diz-se definida positiva se

{ } { } { }

x ≠ 0 , x T

[ ]

A x

{ }

>0 iv) Na factorização A = L D U, se a matriz A for simétrica definida positiva, prova-se que

as entradas da diagonal de D são positivas, ou seja dii > 0

v) Neste caso, duma matriz simétrica definida positiva,

(

1/2 1/2

) (

1/2

)(

1/2

) ( )

* * T

T T T

A L D L= =L D D L = L D D L =L L

onde L* é uma matriz de diagonal NÃO unitária

Nota: Para o caso duma matriz diagonal (mas apenas para este caso)

11 22 nn d d D d     =     11 1/2 22 nn d d D d     =         

Factorização de Choleski

– matrizes simétricas definidas positivas

(8)

vi) As entradas da matriz L* podem ser obtidas através das condições

( )

2 1/2 1 1 1 1 , j j j jj j ij ij im jm jj m j m m l a l l l l a l i j − = − =   = −  >   = −  

 

( )

11 11 11 21 31 41 21 22 21 22 22 32 42 * * 31 32 33 31 32 33 33 43 14 42 43 44 41 42 43 44 44 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 T a l l l l l a a l l l l l A L L a a a l l l l l a a a a l l l l l                = ⇔  =             ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) = = = + = = + = + + = = + = + + = + + + 2 11 11 2 2 21 21 11 22 21 22 2 2 2 31 31 11 32 31 21 32 22 33 31 32 33 2 2 2 2 41 41 11 42 41 21 42 22 43 41 31 42 32 43 33 44 41 42 43 44 a l a l l a l l a l l a l l l l a l l l a l l a l l l l a l l l l l l a l l l l ou seja ( ) ( ) [ ]

(

( ) ( )

)

[ ] ( )

(

( ) ( ) ( )

)

1/2 11 11 1/2 2 21 21 11 22 22 21 1/2 2 2 31 31 11 32 32 31 21 22 33 33 31 32 1/2 2 2 2 41 41 11 42 42 41 21 22 43 43 41 31 42 32 33 44 44 41 42 43 l a l a l l a l l a l l a l l l l a l l l a l l a l l l l a l l l l l l a l l l =   = =   = = − = − +     = = − = − + = − + +  

(9)

Método de Gauss – escolha de Pivot

−        −             =               1 2 3 4 4 1 3 0 2 0 0 1 1 0 0 2 2 4 4 0 1 0 1 0 x x x x Resolva pelo método de Gauss o sistema de equações

  ⏐ = ⏐ =         =  = −  (1) (1) (2) (2) 32 42 4 0 1 1 0 2 2 4 4 1 0 2 0 1 0 1 3 0 2 0 0 0 1 0 A A m b m b ? ? i) Condensação Troca de linhas

(ou seja de equações)

para que o pivot não seja nulo

  ⏐ =        −    (2) (2) 2 2 4 4 0 1 4 1 3 0 2 0 0 0 1 0 1 0 1 0 A b =   ⏐ =     −       (2) (2) 42 2 2 4 4 0 1 1 0 1 0 1 0 4 1 3 0 2 1 0 0 0 2 A m b ⏐ =          − − − −   (3) (3) 2 2 4 4 0 1 4 1 3 0 2 0 0 0 1 0 0 1 1 2 A b

(10)

Método de Gauss – escolha de Pivot

−   ⏐ =         − − −   = − 43 (3) (3) 4 1 3 0 2 0 2 2 4 4 1 0 0 1 0 1 1 2 0 0 1 1 A m b ⏐ = −          − −   (4) (4) 4 1 3 0 2 0 2 2 4 4 0 0 1 1 0 0 0 0 2 2 A b − ⋅ = − 2 x4 2 x4 =1

ii) Substituição ascendente

−                    =−                 1 2 3 4 0 0 0 0 0 4 1 3 0 2 2 2 4 4 1 0 1 0 2 2 x x x x − =  = = 3 4 0 3 4 1 x x x x − ⋅ + ⋅ ⋅ + ⋅ + ⋅ =  = 3 4 = − 2 3 4 2 4 (2 4 ) 2 2 4 4 1 2 x x x x x x − − ⋅ ⋅ + − ⋅ =  = 2 3 = 1 2 3 1 2 ( 3 ) 3 4 3 2 4 2 x x x x x x

Em aritmética em ponto flutuante, devido aos arredondamentos, em geral a escolha de pivot é vantajosa mesmo quando o pivot não é nulo

(11)

Método de Gauss – importância da escolha de Pivot

b) Resolva agora efectuando escolha de pivot (na mesma com uma mantissa com 4 dígitos) a) Resolva o sistema pelo método de Gauss utilizando uma mantissa com 4 dígitos, ou seja, simulando os cálculos em FP(10,4,2,A)

      =             1 2 0.0003 1.246 1.249 0.4370 2.402 1.968 x x   ⏐ =     2 ) ( 1 (1 1) 0.0003 1.246 1.249 0.4370 2.402 1.968 A m b

Considere o sistema de equações

  ⏐ =    (2) (2)  (2) (2) 22 2 0.0003 1.246 1.249 0 a b A b = − × = − − × (2) (1) (1) 22 22 21 12 2.402 1457 1.246 a a m a = −2.402 1815. 422− = −1817. 402 = − × = − × (2) (1) (1) 2 2 21 1 1.968 1457 1.249 b b m b =1.968 1819.793− =1.968 1820− = −1818. 032 = −2.402 1815− Nota: solução exacta, x1=10, x2=1 i) Condensação a) = = → = 21 21 0.4370 1456.6(6) 1457 0.0003 m m

(12)

  ⏐ =     (2) (2) 0.0003 1.246 1.249 0 1817 1818 A b − = = → = − 2 2 1817 1.00065 1.001 1818 x x

ii) Substituição ascendente

      =            1 2 0.0003 1.246 1.249 0 1817 1818 x x − ⋅ ⋅ + ⋅ =  = 2 1 2 1 1.249 1.246 0.0003 1.246 1.249 0.0003 x x x x = 1.249 1.246 1.001− × 0.0003 − = 1 1.249 1.247 246 x 0.0003 = 0.02 0.0003 = 6.666(6) A solução obtida é x1=6.667, x2=1.001, enquanto a solução exacta é x1=10, x2=1.

Comparando com a solução exacta verifica-se que o valor obtido para x1 possui 33% de erro.

= 6.667

Método de Gauss – importância da escolha de Pivot

(13)

Método de Gauss – importância da escolha de Pivot

−   ⏐ =     2 ) ) 1 (1 (1 0.4370 2.402 1.968 0.0003 1.246 1.249 A m b ⏐ = −     2(2) (2)  (2) (2) 2 2 0.4370 2.402 1.968 0 a b A b − − = = × 4 → = × 4 21 21 0.0003 6.8649886 10 6.865 10 0.4370 m m − = − × = − × ×− (2) (1) (1) 4 22 22 21 12 1.246 6.865 10 2.402 a a m a =1.246 0.001648973+ = 1.248 − = − × = − × × (2) (1) (1) 4 2 2 21 1 1.249 6.865 10 1.968 b b m b =1.249 0.001351 032− =1.246 0.001649+ b) Uma forma de minimizar os problemas numéricos é efectuar escolha de pivot

  ⏐ =     (1) (1) 0.0003 1.246 1.249 0.4370 2.402 1.968 A b i) Condensação −   ⏐ =     (1) (1) 0.4370 2.402 1.968 0.0003 1.246 1.249 A b Troca de linhas

(ou seja de equações)

= 1.247649

=1.249 0.001351− = 1.247649 = 1.248

para que o pivot tenha maior valor absoluto

(14)

−   ⏐ =     (2) (2) 0.4370 2.402 1.968 0 1.248 1.248 A b = = → = 2 2 1.248 1 1.000 1.248 x x

ii) Substituição ascendente

−       =             1 2 0.4370 2.402 1.968 0 1.248 1.248 x x + ⋅ ⋅ − ⋅ =  = 2 1 2 1 1.968 2.402 0.4370 2.402 1.968 0.4370 x x x x =1.968 2.402 1.000+ × 0.4370 + = 1 1.968 2.402 0.4370 x = 4.370 0.4370 = 10

A solução obtida é x1=10, x2=1, igual à solução exacta

(15)

Tipos de Pivot

− − − − − − − =                                      ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , , 0 0 0 0 0 0 0 k k k k k k k k k p q n k k k k k k k k k k p k q k n k k k k k k k p k q k n k k k k p k p p p q p n q k a a a a a a A a a a a a a a a a a a a a a                                               ( ) ( ) ( ) ( ) , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , 0 0 k k k k q p q q q n k k k k n k n p n q n n a a a a a a a

Tipos de pivot: - pivot parcial - pivot total - pivot diagonal

- pivot parcial com patamar

submatriz activa

(16)

Pivot parcial

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , , 0 0 0 0 0 0 0 k k k k k k k k k p q n k k k k k k k k k k p k q k n k k k k k k k p k q k n k k k k p k p p p q p n q k a a a a a a A a a a a a a a a a a a a a a − − − − − − − =                                      ( ) ( ) ( ) ( ) , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , 0 0 k k k k q p q q q n k k k k n k n p n q n n a a a a a a a                                              

pivot parcial– os candidatos a pivot são os elementos da coluna k da submatriz activa

( ) ( )

Escolher: max ikk pkk

i ka a

→ =

Trocar linha com linha p k

linha p linha k

(17)

Algoritmo pivot parcial

# inicialização # linha pi

para # para to

vot

# escolha do elemento pivot

# para todos as entradas aba

1 até

ixo de

das as colunas a conde

1 para 1 até s nsar kk kk k n p k pivot a k k n a i = = − = = = + # 1. escolher pivot # linha pivot # troca de linhas

# se , então trocar linha com a

e então

se então para até

linha

# para todas as entradas não nulas das linhas a trocar

ik ik a pivot p i pivot a p k p k p k k j k n>  =     =   = ≠ = ≠

# para todas as linhas abaixo da linha # factor multiplicativo

# pa

para 1 até /

para 1 até ra todos as entradas não nulas dessa

kj kj pj pj ik ik kk aux a a a a aux i k n m a a j k n k   = =  =   = + = = + # 2. condensação linha ij ij ik kj a a m a                              = −     

(18)

Pivot total

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , , 0 0 0 0 0 0 0 k k k k k k k k k p q n k k k k k k k k k k p k q k n k k k k k k k p k q k n k k k k p k p p p q p n q k a a a a a a A a a a a a a a a a a a a a a − − − − − − − =                                      ( ) ( ) ( ) ( ) , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , 0 0 k k k k q p q q q n k k k k n k n p n q n n a a a a a a a                                              

pivot total – os candidatos a pivot são todos os elementos da submatriz activa

( ) ( )

,

Escolher: max ikk pqk

i j ka a

→ =

Trocar linha com linha e trocar coluna com coluna p k q k

linha p linha k

coluna q coluna k

(19)

Pivot diagonal

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , , 0 0 0 0 0 0 0 k k k k k k k k k p q n k k k k k k k k k k p k q k n k k k k k k k p k q k n k k k k p k p p p q p n q k a a a a a a A a a a a a a a a a a a a a a − − − − − − − =                                      ( ) ( ) ( ) ( ) , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , 0 0 k k k k q p q q q n k k k k n k n p n q n n a a a a a a a                                              

pivot diagonal – os candidatos a pivot são os elementos da diagonal da submatriz activa

( ) ( )

Escolher: max iik qqk

i ka a

→ =

Trocar linha com linha e trocar coluna com coluna q k q k

linha q linha k

coluna q coluna k

Com pivot diagonal, a simetria duma matriz simétrica é mantida

(20)

Pivot parcial com patamar

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 1, 1 1, 1, 1, 1, ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , , 0 0 0 0 0 0 0 k k k k k k k k k p q n k k k k k k k k k k p k q k n k k k k k k k p k q k n k k k k p k p p p q p n q k a a a a a a A a a a a a a a a a a a a a a − − − − − − − =                                      ( ) ( ) ( ) ( ) , , , ( ) ( ) ( ) ( ) , , , , 0 0 k k k k q p q q q n k k k k n k n p n q n n a a a a a a a                                              

pivot parcial– os candidatos a pivot são os elementos da coluna k da submatriz activa

( ) ( )

Escolher: max ikk pkk

i ka a

→ =

( ) ( )

Trocar linha com linha se: p k τ apkk akkk , 0 τ 1

→ > ≤ ≤ linha p linha k coluna k Com patamar, a troca só é efectuada se “valer a pena”, i.e., se apkfor francamente superior a akk τé o valor do patamar

(21)

Propriedades

1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 I       =    

(1) A troca de 2 linhas duma matriz A pode ser traduzida pela pré-multiplicação duma matriz de permutação elementar P(e)

(2) A matriz de permutação elementar P(e) pode ser obtida a partir da matriz identidade à

qual é efectuada as correspondentes trocas de linhas

Ex: matriz 4x4, matriz elementar de troca das linhas 1 e 3

( ) 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 e P       =     Linhas 1 2 3 4 3 2 1 4

Ex: troca das linhas 1 e 3 duma matriz A (4x4)

11 12 13 14 31 32 21 22 23 24 21 22 23 24 ( ) 31 32 33 34 41 42 43 44 41 42 43 44 11 12 1 3 34 3 1 3 4 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 P e a a a a a a a a a a a a A P A a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a                   = =  =           

(22)

Propriedades

(4) As matrizes de permutação elementar P(e) possuem as seguintes propriedades:

( ) ( )

) e e

i PP =I ii)

( )

P( )e T =P( )e

(3) A troca de 2 colunas duma matriz A pode ser traduzida pela pós-multiplicação duma matriz de permutação elementar P(e)

Ex: troca das colunas 2 e 3 duma matriz A (4x4)

11 12 13 14 11 14 21 22 23 24 21 24 ( ) 31 3 13 23 2 33 34 31 34 41 42 43 12 22 3 44 41 44 33 43 2 42 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 P e a a a a a a a a a a a a a a A A P a a a a a a a a a a a a a a a a a a                = = =            1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 I       =    

Ex: matriz 4x4, matriz elementar de troca das colunas 2 e 3

( ) 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 e P       =     Colunas 1 2 3 4 1 3 2 4

(23)

Propriedades

               =   = −      − − −    −   21 31 21 ( ) (1) 31 41 41 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 ) 0 0 0 0 1 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 e m m M m m m i P m

(5) Troca de 2 linhas duma matriz de factores multiplicativos

21 (1) 31 41 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 m M m m       = −   −   Ex: Seja

e considere-se a troca das linhas 2 e 3

Linhas 1 2 3 4 1 3 2 4       =     ( ) 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 e P

(24)

Propriedades

−       =    − ( ) (1) ( ) 41 3 21 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 e e m P m m M P ou seja

pelo que P(e)M(1)P(e) corresponde a trocar os factores multiplicativos das linhas 2 e 3

            =   −     −     21 ( ) (1) ( ) 31 41 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 ) 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 1 e e m ii P M P m m 41 3 21 21 1 3 41 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 1 0 0 1 1 1 1 1 m m m m m m  −               =  = −      − −      −

(25)

Condensação de Gauss com pivot parcial

(1) (1 ) (1) (1) (2) (1) (1 ) (1) (1) (1) P P A A A P A A M A M P A = = = = (1) 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 P     =      

Ex: Seja A uma matriz (4x4) e considere-se o processo de condensação de Gauss com troca das linhas 1 e 3 na primeira fase da condensação, troca das linhas 2 e 3 na segunda fase e troca das linhas 3 e 4 na terceira fase da condensação

Fase 1 – troca das linhas 1 e 3 seguida de condensação

Fase 2 – troca das linhas 2 e 3 seguida de condensação

(2) (1) (1) (1) (2 ) (2) (2) (2) (1) (1) (1) (3) (2) (2 ) (2) (2) (1) (1) (1) P P A M P A A P A P M P A A M A M P M P A = = = = = (1) 21 31 41 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 m M m m   −   =       (2) 1 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 P     =       (2) 32 42 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 M m m     =       11 12 13 14 21 22 23 24 31 32 33 34 41 42 43 44 a a a a a a a a A a a a a a a a a     =   

(26)

Condensação de Gauss com pivot parcial

Atendendo a que P(2)P(2) = I, podemos reescrever A(3) na forma

(1) (2) (21) Corresponde a trocar os factores multiplicativos de devido a , ou seja, a trocar os coeficientes (3) (2) (2) (1) (1) (1) ( das linhas 2 e 3 3) (2) (2) (1) (2) (2) (1) (1) M P P A M P M P A A M P M P P P A = =   Linhas 1 2 3 4 3 2 1 4 3 1 2 4 (21) (2) (1) 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 P P P     = =     

Fase 3 – troca das linhas 3 e 4 seguida de condensação

(3) (2) (2) (1) (2) (2) (1) (1) (3 ) (3) (3) (3) (2) (2) (1) (2) (2) (1) (1) (4) (3) (3 ) (3) (3) (2) (2) (1) (2) (2) (1) (1) P P A M P M P P P A A P A P M P M P P P A A M A M P M P M P P P A = = = = = (3) 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 P     =       (3) 43 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 M m     =      

(27)

Condensação de Gauss com pivot parcial

Atendendo a que P(3)P(3) = I, podemos reescrever A(4) na forma

Linhas 1 2 3 4 3 2 1 4 3 1 2 4 (321) (3) (2) (1) 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 P P P P     = =     

Ou seja, a partir do método de Gauss com pivot parcial, podemos obter uma factorização

PA = L U, onde P é a matriz que considera todas as permutações efectuadas e L é a matriz dos factores multiplicativos tendo em consideração as trocas de linhas efectuadas à posteriori (2) (3) Corresponde a trocar os factores multiplicativos de devido a , ou sej (4) (3) (3) (2) (2) (1) (2) (2) ( a, a trocar os coeficientes das linhas 3 e 1) (1) (4) (3) (3) (2) (3) ) (2) (1) (2 4 (3 M P A M P M P M P P P A A M P M P P P M P = =  (1) (3) (321) Corresponde a trocar os factores multiplicativos de devido a , ou seja, a trocar os coeficientes das linhas ) (3) (3 (2) (1) ( e 4 1 ) ) 3 P M P P P P P A      3 1 4 2

(

)(

)(

)

(321) (4) (3) (3) (2) (3) (3) (2) (1) (2) (3) (3) (2) (1) (1) P P M A M P M P P P M P P P P P A = =   (4) A M P A= 1 (4) M AP A=L U P A=

(28)

Normas de matrizes

Normas de vectores = 1 + 2 + + 1 n x x x x

(

)

= 2 + 2 + + 2 12 1 2 2 n x x x x norma Euclideana ∞ = =max1,, i i n x x norma 1

norma do máximo (ou do infinito)

Normas de matrizes (mxn) ≤ ≤ = =

1 1 1 max m i j j n i A a≤ ≤ = =

1 1 max n i j i m j A a

( )

= =     =



 1 2 2 1 1 m n i j F i j A a norma de Frobenius

(29)

Número de condição (de matrizes)

Admitindo que existem perturbações nos valores da matriz A e do vector b, então resultam perturbações na solução do sistema x

[ ]

A

{ } { }

x = bA x b⋅ = A x b ⋅ =  ⇔

(

AA

) (

⋅ +x δx

)

= +b δb

(i) Admitir que apenas existem perturbações no 2º membro (e consequentemente na solução)

(

δ

)

δ ⋅ + = + A x x b bA x A⋅ + ⋅δx b= +δb δ δ ⋅ =    ⋅ =  A x b A x b ⋅ = A x bb = ⋅ ≤A x Axbx A (*) δ δ δ − δ ⋅ =  = 1 A x b x A b  δx = A−1⋅δbA−1 ⋅ δb  δxA−1 ⋅ δb x x

(30)

Número de condição (de matrizes)

Tendo em atenção (*),

(ii) Perturbações na matriz A(e consequentemente na solução)

δ δ δ ≤ 1 ⋅ ≤ 1 ⋅ x b b A A b x x Ab x A δ δ   con 1 d A x b A A x b δ δ  x cond A b x b − = ⋅ 1 cond A A A

O número de condição duma matriz traduz, em termos relativos, a relação entre as perturbações na solução x e as perturbações no segundo membro b.

Analogamente se demonstra que a relação entre as perturbações na solução x e as perturbações da matriz A também dependem do número de condição da matriz

Um número de condição elevado indica que as perturbações do segundo membro são ampliadas sobre a solução do sistema

(31)

Efeito dos erros de arredondamento

(i) Pivot parcial – em certos casos patológicos γ pode ser muito elevado podendo atingir o valor máximo de 2n – 1. Contudo, estes casos patológicos são raros e na prática a factorização

com pivot parcial é em geral numericamente estável

Na resolução dum sistema (de dimensão n) em ponto flutuante, devido aos arredondamentos, a factorização obtida não é exactamente igual à matriz original

Pode demonstrar-se que os elementos da matriz erro são majorados por:

matriz dos erros L U A E ↑ ⋅ = +   1 ij e ≤ ⋅ ⋅ ⋅n u γ α 1

- constante da ordem da unidade de arredondamento - maior elemento (em módulo) de

- factor de crescimento dos coef. de durante factorização

ij u A A α γ

(ii) Pivot total – o majorante de γ cresce lentamente (com o aumento da dimensão do sistema) não se conhecendo casos para os quais seja superior a n. Logo a utilização de pivot total é numericamente estável.

(32)

Efeito dos erros de arredondamento

Introduzindo o conceito de resíduo,

Atendendo a que

r b A x= − ⋅ 

onde o número de condição surge novamente como factor de ampliação

(

)

r b A x= − ⋅ = ⋅ − ⋅ = ⋅ − = ⋅ A x A xA x xA δx 1

r = ⋅A δx  δx = A− ⋅r  δx = A−1⋅r  δxA−1 ⋅ r

(de fácil cálculo após se obter )x

1 x r A x x δ −  b A x b A x b x A ⋅ =  Então x A 1 r x A 1 r b x x x A δ δ ≤ ⋅  δ  con 1 d A x r A A x b δ ≤cond ⋅ x r A x b Ou seja

Resumindo, o número de condição da matriz desempenha um papel fundamental nos erros existente na solução do sistema de equações

(33)

Matriz em banda

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X A X X X X X X =                                      

largura de banda superior: número de diagonais não nulas, acima da diagonal principal

largura de banda inferior: número de diagonais não nulas, abaixo da diagonal principal

largura de banda = largura de banda superior + largura de banda inferior + 1 ou seja, largura de banda é o numero total de diagonais não nulas

Referências

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