2017
Relatório de atividades, gestão e contas
Centro Social Paroquial de Santo Aleixo
2017
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I – Introdução 2
II – Apresentação da Instituição 3
III – Constituição dos Órgãos Sociais 5
IV – Área de Intervenção Geográfica 5
V – Respostas Sociais 9
VI – Actividades realizadas 12
VII – Recursos Utilizados 20
VIII – Demonstrações Financeiras 22
IX – Anexo às demonstrações financeiras 25
X – Relatório de gestão 56
XI – Documentação de aprovação de contas 59
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Introdução
O presente relatório de atividades surge como um importante documento de análise e de avaliação da execução global do plano de atividades de 2017, tendo em conta as respostas sociais que promove:
Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e outros apoios sociais.
Trata-se de um instrumento que tem como finalidade sintetizar o trajeto efetuado ao longo do ano, justificar os desvios, avaliar os resultados e estruturar a informação relevante para a tomada de decisões futuras eficientes e adequadas às necessidades identificadas. É também objetivo do deste relatório espelhar a gestão que foi desenvolvida pela Direção.
Perante os constrangimentos económicos com os quais diariamente nos deparamos, o Centro Social e Paroquial de Santo Aleixo não poderia deixar de expressar o seu mais sincero agradecimento a todos os que de forma desinteressada dedicaram o seu tempo à nossa instituição, fizeram ofertas em géneros e donativos monetários e que em muito contribuíram para a realização das atividades planeadas.
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I - Apresentação da Instituição
Designação: Centro Social e Paroquial de Santo Aleixo - IPSS Endereço: Largo José Fernandes Tavares, 7450-222 Santo Aleixo Telefone:268 939 192 Telemóvel: 966123699
E-mail: [email protected]
Missão
O Centro prossegue o bem público eclesial na sua área de intervenção, de acordo com as normas da Igreja Católica, e tem como fins a promoção da caridade cristã, da cultura, educação e a integração comunitária e social, na perspetiva dos valores do Evangelho, de todos os habitantes da comunidade onde está situado, especialmente dos mais pobres.
Princípios Inspiradores
O Centro, na prossecução dos seus fins, deverá orientar a sua ação sócio caritativa à luz da Doutrina Social da Igreja tendo em conta, entre outros, os seguintes princípios inspiradores e objetivos:
a) A natureza unitária da pessoa humana e o respeito pela sua dignidade;
b) O aperfeiçoamento cultural, espiritual, social e moral de todos os paroquianos;
c) A promoção integral de todos os habitantes da Paróquia, num espírito de solidariedade humana, cristã e social;
d) A promoção de um espírito de integração comunitária de modo a que a população e os seus diversos grupos se tornem promotores da sua própria valorização;
e) O espírito de convivência e de solidariedade social como fator decisivo de trabalho comum, tendente à valorização integral dos indivíduos, das famílias e demais agrupamentos da comunidade paroquial;
f) O desenvolvimento do sentido de solidariedade e da criação de estruturas de partilha de bens;
g) A realização de um serviço da iniciativa da comunidade cristã, devendo assim proporcionar, com respeito pela liberdade de consciência, formação cristã aos seus beneficiários e não permitir qualquer atividade que se oponha aos princípios cristãos;
h) Um incentivo do espírito de convivência humana como fator decisivo do trabalho em comum tendente à valorização integral das pessoas e das famílias;
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4 i)
j) A prioridade à proteção das pessoas mais pobres e desfavorecidas ou atingidas por calamidades, mobilizando para tal os recursos humanos e materiais necessários à criação e manutenção de estruturas de apoio às famílias ou a determinados sectores da população, como aos idosos, aos jovens e às crianças;
k) A resposta possível a todas as formas de pobreza, exercendo assim a sua finalidade sócio- caritativa;
l) Os benefícios da cooperação com os grupos permanentes ou ocasionais que, no âmbito local ou regional, se ocupem da promoção, assistência e melhoria da vida das populações;
m) A utilidade de recurso a grupos de trabalho tecnicamente preparados e devidamente qualificados;
n) O seguimento, na sua atividade, os princípios católicos e não aceitar compromissos que de alguma forma condicionem a observância destes princípios;
o) O contributo para a solução dos problemas sociais, à luz da doutrina social da Igreja;
p) A participação na ação social de toda a comunidade paroquial, em estreita cooperação com outras instituições e grupos de ação social e com a entreajuda cristã de proximidade;
q) A escolha dos seus próprios agentes (funcionários, trabalhadores, colaboradores, auxiliares) de entre as pessoas que partilhem, ou pelo menos respeitem, a identidade católica das obras de caridade;
r) A procura em evitar financiamentos ou contribuições por entidades ou instituições que prossigam fins em contraste com a doutrina da Igreja;
s) A aceitação da coordenação do Bispo diocesano em compatibilidade com a sua autonomia jurídica de acordo com os Estatutos.
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II - Constituição dos Órgãos Sociais
Direção:
Presidente: Padre José Joanees Oliveira, pároco Vice-Presidente: Adélio Roberto Fialho Sardinha 1º Secretário: João António Cruz Barbas
2º Secretário: Joaquim Romão Barraco Piçarra Tesoureiro: José Leopoldo Miguel Sardinha Conselho Fiscal
Presidente: João Manuel Batista de Sousa Vogal: Ivone Sofia Sardinha Raimundo Vogal: Adelina Maria Pires Perleques
III - Área de Intervenção Geográfica
O Centro tem a sua sede em Largo Dr. º José Fernandes Tavares, s/n, freguesia de Santo Aleixo, Concelho de Monforte. Tem por âmbito de ação prioritária, embora não exclusivamente, o território da Paróquia de Santo Aleixo.
Desde que autorizado pelo Ordinário do lugar, pode abrir, para a realização dos seus fins estatutários, delegações e respostas sociais na área das paróquias vizinhas.
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IV - Recursos Humanos
4.1 Quadro de Pessoal 2017
N.º Nome Categoria Habilitações Vinculo
Contratual
Afetação
1
Maria da Conceição Sadio da
Silva Diretora Técnica Licenciatura em Serviço
Social
Contrato sem
termo 100%
2 Vitor Bruno de Elvas Carreiras Técnica de Desporto
Licenciatura em Desporto Contrato a termo
100%
3 Antónia Maria Bruno Garcia Ajudante de Acção Directa
12ª Ano – Técnico de Hotelaria Restauração
Contrato sem
termo 100%
4 Joaquina M. Cavaco de Jesus Ajudante de Acção Directa
4ª Classe Contrato sem
termo 100%
5 Margarida Maria Cunha Oliveira Ajudante de Acção Directa
4.ª Classe Contrato sem
termo 100%
6 Maria Antónia Magessi Dragão Ajudante de Acção Directa
5º Ano Contrato sem
termo 100%
7
Maria da Encarnação C. V.
Belchior Rita
Cozinheira de 1.ª 4ª Classe Contrato sem
termo 100%
8 Maria de Fátima Junceiro Nisa Ajudante de Acção
Directa 9.º Ano Contrato sem
termo 100%
9
Joana Sofia de Castro Barroso Bagorro
Auxiliar de Serviços Gerais
12.º Ano Contrato sem
termo 100%
10 Rute Isabel Baltazar Carola Auxiliar de Serviços Gerais
12.º Ano Contrato de
substituição 100%
11 Alexandre José Balixa Coelho Auxiliar de Serviços Gerais
6.º Ano Medida CEI
Emprego - IEFP 100%
12 Adelina Maria Pires Perleques Técnico administrativo
12.º ano Medida CEI
Emprego - IEFP 100%
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4.2 Formação
ÁREA HORAS N.º DE
FUNCIONÁRIAS
Categoria
Liderança 7h30 horas 1 Directora Técnica
Abordagem centrada na pessoa com demência
4 Horas 1 Directora Técnica
Combate à solidão e aos maus
tratos na terceira idade 8 Horas 1 Directora Técnica
(Des)Igauldades Exclusões e Politicas Públicas em territórios de baixa densidade
4 horas
1 Directora Técnica
Envelhecer com qualidade 3 horas 1 Directora Técnica
Reabilitação no doente com AVC 7h 1 Directora Técnica
Projectos educativos para Séniores 7 horas 1 Directora Técnica
Serviços Sociais 7 horas 1 Directora Técnica
Saúde e Socorrismo 25 horas 1 Directora Técnica
4.3 Sessões de Esclarecimento
Assunto Data Local Presenças
POAPMC
09/03/2017
Centro Distrital de Portalegre do Instituto da Segurança Social, I.P.
Maria Silva - Directora Técnica
PROCOOP
30/03/2017 CCDRA Évora Maria Silva - Directora Técnica--
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4.4 Reuniões
Assunto Data Local Presenças
Reuniões de Direcção 1x p/mês CSPSA Órgãos Sociais; Directora Técnica
Reuniões Técnicas 1x p/mês
CSPSA Directora Técnica e
Funcionárias
Reunião de CLAAS 07/02/2017 Município de Monforte Maria da Conceição Silva – Directora Técnica
Visita de
acompanhamento S.S.
- Dra. Ana Maria Antunes
28/03/2017 Centro de Dia de Santo Aleixo
Maria da Conceição Silva – Directora Técnica
Reunião de CLAAS 18/04/2017 Município de Monforte Maria da Conceição Silva – Directora Técnica
Reunião de CLAAS
11/05/2017 Biblioteca Municipal de Monforte
Maria da Conceição Silva – Directora Técnica
Reunião de CLAAS
15/11/2017 Biblioteca Municipal de Monforte
Maria da Conceição Silva – Directora Técnica
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V - Respostas Sociais 5.1 Centro de Dia
5.1.1 FREQUÊNCIA DE UTENTES 2017
Admissões Saídas Motivo (s)
3 5 Falecimento; Institucionalização em ERPI
Total de utentes à data de 31 de Dezembro de 2017: 6 Total de Utentes apoiados em 2017: 11
5.1.2 SERVIÇOS ASSEGURADOS EM CENTRO DE DIA
Descrição N.º de pessoas
abrangidas
% Comparticipação familiar Refeições e apoio na alimentação 11
Cuidados de higiene e de conforto pessoal 11 50%
Tratamento de roupas 11
Higiene habitacional 2 5%
Transporte a freguesias vizinhas do
Concelho (ida e volta) 0 5%
Transporte na Freguesia de Santo Aleixo
(De e para o CD) 11 Gratuito
Acompanhamento ao Hospital em situações de emergência, consultas ou exames, na ausência de familiares
11 Gratuito
Apoio social
11 Gratuito
Acompanhamento e transporte, a consultas
ao Centro de Saúde de Santo Aleixo 11
Gratuito
Acompanhamento à Cabeleireira
11 Gratuito
Administração da medicação prescrita
11 Gratuito
Rastreio de Hipertensão, Diabetes, SPO2,
Obesidade 11
Gratuito
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10 Aquisição de géneros alimentícios e outros
artigos de 1ª necessidade 11 Gratuito
Actividades de animação e socialização
11 Gratuito
5.2 Serviço de Apoio Domiciliário
5.2.1 FREQUÊNCIA DE UTENTES 2017
Admissões Saídas Motivo (s)
3 5 Falecimento; Centro de Dia; ERPI
Total de utentes à data de 31 de Dezembro de 2017: 22 Total de Utentes apoiados em 2017: 27
5.2.2 SERVIÇOS ASSEGURADOS EM SAD
Descrição N.º de pessoas
abrangidas
% Comparticipação familiar
Fornecimento e apoio nas refeições 26 40%
Cuidados de higiene e conforto pessoal 4 5%
Higiene Habitacional 5 10%
Tratamento das roupas 4 10%
Apoio Social
27 Gratuito
Visitas Domiciliárias (mensais)
27 Gratuito
Acompanhamento ao Hospital em situações de emergência, consultas ou exames, na ausência de familiares
27 Gratuito
Acompanhamento à Cabeleireira 27 Gratuito
Administração da medicação prescrita 27 Gratuito
Aquisição de géneros alimentícios e outros artigos de 1ª necessidade
27 Gratuito
Actividades de animação e socialização
27 Gratuito
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5.3 Cantinas Sociais
FREQUÊNCIA DE BENEFICIÁRIOS 2017
Entradas Saídas Motivo (s)
12 19 Alteração da Situação Económica
Total de beneficiários à data de 31 de Dezembro de 2017: 8 Total de Utentes apoiados em 2017: 29
Total de refeições fornecidas em 2017: 10 478
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VI - Actividades Planeadas e Executadas
Jogos tradicionais Aniversários
Dois Dedos de Conversa - Loto de Memória
Cantar as Janeiras
Dia da Mulher
Dia do Pai
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13 Dia Mundial da actividade física
Dois Dedos de Conversa - Ateliê de Culinária Dia da Mãe Festa Páscoa
Santos Populares Oficina de Artes
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Dia dos Avós Festas de Verão Santo Aleixo
Dia do Idoso
Mercado de São Martinho
Festa de Natal e Comemoração dos 25 anos do CSPSA
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VII- Actividades Planeadas e Não Executadas
Actividades Descrição Desvio/Justificação
Celebração do Carnaval Lanche de Convívio
Ausência de recursos humanos para realizar a actividade
Bingo de Memória - Dois
Dedos de Conversa Jogo de estimulação cognitiva
Não comparência das Técnicas por falta de transporte
Quinta-feira de Ascenção
Ir à “Marcela” a típica apanha da espiga tradicional no nosso meio
Ausência de recursos humanos para realizar a actividade
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VIII - Actividades Não Planeadas e Executadas
8.1 Á semelhança do ano passado, voltámos a estar presentes na Monforte Ex Libris 2017.
8.2 O Centro de Dia de Santo Aleixo passou a disponibilizar apoio técnico na área da psicomotricidade, privilegiando a intervenção/estimulação do utente quer a nível psíquico quer nível físico com a dinamização de actividades do dia a dia.
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8.3 Lançamento da primeira pedra para a construção do Lar de Idosos de Santo Aleixo.
8.4. Proporcionámos no dia 6 de Setembro uma Sessão de Beleza, graças à generosidade da empresa Lojas JCasado, que disponibilizou um dos seus técnicos para mimar as nossas utentes.
8.5. Começámos, também, a proporcionar sessões de cinema aos nossos utentes em Centro de Dia, com filmes à sua escolha.
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8.6. Festejámos Halloween num convívio intergeracional com a visita dos alunos da Escola Básica de Santo Aleixo.
8.7. No dia 22 de Novembro estivemos novamente presentes no II Festival de Sopas Solidárias em Monforte. Actividade promovida pelo Operação Agir3G/Monforte (CLDS - Contratos Locais de Desenvolvimento Social), com o apoio do Município de Monforte, cujo lucro efectuado reverteu a favor das IPSS´s participantes.
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8.8 O CSPSA teve o privilégio de receber mais um convívio intergeracional, desta vez no âmbito da comemoração da época Natalícia.
IX. Outras actividades
o Manutenção do Sistema de HACCP – Empresa Papelpack;
o Controlo de Pragas e desratização;
o Serviço de Higiene e Segurança no Trabalho;
o Manutenção de Extintores; Manutenção da Central de Incêndio, de Bocas de-Incêndio e verificação de Iluminação de Emergência.
XI– Recursos Utilizados
Humanos:
Direcção;
Directora Técnica;
Psicomotricista;
Ajudantes de Acção Directa/Empregadas auxiliares;
Familiares;
Técnicas de Animação Sociocultural da Câmara Municipal de Monforte;
Professor de Ginástica;
Idosos;
Estudantes da Escola Básica de Santo Aleixo;
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Meios externos à Instituição.
Materiais
Materiais de desperdício (materiais de desenho, materiais de pintura; materiais de modelagem, colas, tecidos, entre outros).
Materiais recicláveis;
Material audiovisual;
Livros/revistas/jornais;
Carrinhas;
Autocarro.
Estratégias e Meios de Divulgação
Convites, cartazes em Jornais Locais, via email, Página do Facebook;
A calendarização mensal de actividades está afixada na Recepção do CSPSA.
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X – Parcerias
Entidades:
Farmácia de Santo Aleixo
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Demonstrações
Financeiras 2017
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Contribuinte: 502051663 Moeda:EUR
BALANÇO (Individual ou consolidado) em 15 de 2017
Rubricas Notas 2017 2016
A T I V O Ativo não corrente
Ativos fixos tangíveis 3 323,27 4 671,04
Investimentos financeiros 688,50 372,07
Subtotal 4 011,77 5 043,11
Activo corrente
Inventários 390,31 265,62
Estado e outros entes públicos 0,00 487,35
Diferimentos 364,01 278,42
Outros ativos correntes 11 770,13 11 770,13
Caixa e depósitos bancários 62 217,63 48 688,13
Subtotal 74 742,08 61 489,65
Total do ativo 78 753,85 66 532,76
F U N D O S P A T R I M O N I A I S E P A S S I V O Fundos Patrmoniais
Fundos 5 909,42 5 909,42
Reservas 1 643,14 1 643,14
Resultados transitados 33 672,40 11 504,66
Subtotal 41 224,96 19 057,22
Resultado líquido do período 12 726,82 22 167,74
Total do capital próprio 53 951,78 41 224,96
Passivo
Passivo não corrente
Subtotal 0,00 0,00
Passivo corrente
Fornecedores 2 168,70 1 054,04
Estado e outros entes publicos 2 899,73 3 544,57
Financiamentos obtidos 5 370,07 5 284,31
Outros passivos correntes 14 363,57 15 424,88
Subtotal 24 802,07 25 307,80
Total do Passivo 24 802,07 25 307,80
Total dos fundos patrimoniais e do passivo 78 753,85 66 532,76 Contabilidade - (c) Primavera BSS
A Administração/Gerência ____________________________
O Contabilista Certificado ____________________________
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Moeda:EUR Contribuinte:502051663
Demonstração dos resultados por naturezas em 15 de 2017
(ESNL)
Rendim entos e Gastos Notas 2017 2016
Vendas e serviços prestados 48 416,33 54 995,42
Subsídios, doações e legados à exploração 146 816,88 150 534,81
Variação nos inventários da produção 0,00 0,00
Trabalhos para a própria entidade 0,00 0,00
Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas -42 185,41 -41 951,07
Fornecimentos e serviços externos -23 342,58 -19 989,09
Gastos com o pessoal -113 748,24 -112 555,61
Ajustamentos de inventários (perdas/reversões) 0,00 0,00
Imparidade de dívidas a receber (perdas/reversões) 0,00 0,00
Provisões (aumentos/reduções) 0,00 0,00
Provisões especificas (aumentos/reduções) 0,00 0,00
Outras imparidades (perdas/reversões) 0,00 0,00
Aumentos/reduções de justo valor 0,00 0,00
Outros rendimentos 2 281,11 14,00
Outros gastos -2 899,30 -457,00
Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos 15 338,79 30 591,46
Gastos / reversões de depreciação e de amortização -2 611,97 -8 423,13
Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) 12 726,82 22 168,33
Juros e rendimentos similares obtidos 0,00 0,00
Juros e gastos similares suportados 0,00 -0,59
Resultado antes de impostos 12 726,82 22 167,74
Impostos sobre o rendimento do período 0,00 0,00
Resultado líquido do período 12 726,82 22 167,74 Contabilidade - (c) Primavera BSS
0,00 0,00
A Administração/Gerência ____________________________
O Contabilista Certificado ____________________________
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Anexo às
demonstrações
financeiras 2017
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Anexo às demonstrações financeiras para o período findo em 31 de Dezembro de 2017
1-Introdução
O anexo, visa complementar a informação financeira apresentada noutras demonstrações financeiras, divulgando as bases de preparação e políticas contabilísticas adotadas e outras divulgações exigidas pelas Normas de contabilidade e relato financeiro.
O presente documento não constitui um formulário relativo às notas do anexo, mas tão só uma compilação das divulgações exigidas pelas normas referidas, aplicáveis á entidade.
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1.1 – Identificação da entidade.
Designação da entidade: Centro Social Paroquial Santo Aleixo
Sede: Largo Dr.º José Fernandes Tavares
Contribuinte: 502 051 663
Natureza da actividade: Outras actividades de apoio social sem alojamento n.e.
CAE 88990
N.º Médio empregados 10
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2 – Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras.
2.1- Referencial contabilístico adotado
Em 2017 as Demonstrações Financeiras foram elaboradas no pressuposto da continuidade das operações a partir dos livros e registos contabilísticos da Entidade e de acordo com a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as Entidades do Sector Não Lucrativo (NCRF-ESNL), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 98/2016, de 2 de Junho.
Esta Norma substituí a NCRF-ESNL – Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro para as Entidades do Setor Não Lucrativo constante do Aviso n.º 6726-B/2011, publicada no Diário da República, 2.ª Série, n.º 51, de 14 de Março de 2011.
A adoção da NCRF-ESNL ocorreu pela primeira vez em 2012.
As demonstrações financeiras foram elaboradas com um período de reporte coincidente com o ano civil, no pressuposto da continuidade de operações da Entidade.
2.2 – Derrogação das disposições do SNC
Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas demonstrações financeiras, quaisquer casos excecionais que implicassem diretamente a derrogação de qualquer disposição prevista pelas disposições da normalização contabilística para as entidades do sector não lucrativo (ESNL), tendo em vista a necessidade de estas darem uma imagem verdadeira e apropriada do ativo, do passivo e dos resultados da entidade.
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2.3 – Comparabilidade das demonstrações financeiras
Os elementos constantes nas presentes demonstrações financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior.
3 – Principais políticas contabilísticas
As principais políticas contabilísticas adotadas pela Entidade na preparação das demonstrações financeiras anexas foram as seguintes:
3.1 - Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras:
As demonstrações financeiras anexas foram preparadas de acordo com as Bases de Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF).
3.1.1 – Pressuposto da continuidade
No âmbito do pressuposto da continuidade e com base na informação disponível e nas expectativas futuras, a Entidade continuará a operar no futuro previsível, assumindo que não há a intenção nem a necessidade de liquidar ou de reduzir consideravelmente o nível das suas operações. Para as Entidades do Sector Não Lucrativo, este pressuposto não corresponde a um conceito económico ou financeiro, mas sim à manutenção da atividade de prestação de serviços ou à capacidade de cumprir os seus fins.
3.1.2 – Pressuposto do acréscimo
Os efeitos das transações e de outros acontecimentos são reconhecidos quando eles ocorram (satisfeitas as definições e os critérios de reconhecimento de acordo com a estrutura conceptual, independentemente do momento do pagamento ou do recebimento) sendo registados
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contabilisticamente e relatados nas demonstrações financeiras dos períodos com os quais se relacionem. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes rendimentos e gastos são registados nas respetivas rubricas “Devedores e credores por acréscimos” e “Diferimentos”
3.1.3.- Consistência de apresentação
As Demonstrações Financeiras estão consistentes de um período para o outro, quer a nível da apresentação quer dos movimentos contabilísticos que lhes dão origem, exceto quando ocorrem alterações significativas na natureza que, nesse caso, estão devidamente identificadas e justificadas neste Anexo. Desta forma é proporcionada informação fiável e mais relevante para os utentes.
3.1.4. – Materialidade e Agregação
A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou do erro, ajuizados nas circunstâncias que os rodeiam. Considera-se que as omissões ou declarações incorretas de itens são materialmente relevantes se puderem, individual ou colectivamente, influenciar as decisões económicas tomadas por parte dos utentes com base nas demonstrações financeiras. Um item que não seja materialmente relevante para justificar a sua apresentação separada na face das demonstrações financeiras pode porém ser materialmente relevante para que seja apresentado separadamente nas notas do presente anexo.
As demonstrações financeiras resultam do processamento de grandes números de transações ou outros acontecimentos que são agregados em classes de acordo com a sua natureza ou função. A fase final do processo de agregação e classificação é a apresentação de dados condensados e classificados que formam linhas de itens na face do balanço, na demonstração dos resultados, na demonstração de alterações no capital próprio e na demonstração de fluxos de caixa ou no anexo.
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31 3.1.5. - Compensação
Os ativos e os passivos, os rendimentos e os gastos, não são compensados exceto quando tal for exigido. Assim, o rédito deve ser mensurado tomando em consideração a quantia de quaisquer descontos comerciais e abatimentos de volume concedidos pela Entidade. A Entidade empreende, no decurso das suas atividades ordinárias, outras transações que não geram rédito mas que são inerentes às principais atividades que o geram, os resultados de tais transações são apresentados, quando se reflita a substância da transação ou outro acontecimento, compensando qualquer rendimento com os gastos relacionados resultantes da mesma transação.
Os ganhos e perdas provenientes de um grupo de transações semelhantes são relatados numa base líquida.
3.1.6. – Informação comparativa
A informação é comparativa com respeito ao período anterior para todas as quantias relatadas nas demonstrações financeiras. A informação comparativa foi incluída para a informação narrativa e descritiva quando é relevante para uma compreensão das demonstrações financeiras do período corrente.
A comparabilidade da informação inter-períodos é continuamente objeto de aperfeiçoamento com o intuito de ser cada vez mais um instrumento de ajuda aos utentes permitindo-lhes tomar decisões económicas e avaliar as tendências na informação financeira para finalidades de previsão.
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32 3.2. – Políticas de reconhecimento e mensuração
3.2.1 – Investimentos financeiros
Os investimentos financeiros que constam nas demonstrações financeiras foram registados pelo justo valor, compreendendo os valores a totalidade de comparticipação que a entidade teve que efetuar para o Fundo de Reestruturação do Sector Solidário, designado de FRSS, instituído pelo Decreto-Lei n.º 165-A/2013 de 23 de dezembro de 2013, e pela Portaria n.º3/2014 de 5 de fevereiro.
Esta divulgação engloba também as entregas efetuadas ao Fundo de Compensação de Trabalho, denominado FCT.
O FCT é um fundo de capitalização individual, que visa garantir o pagamento até metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho, calculada nos termos referidos para a compensação por despedimento coletivo, e que responde até ao limite dos montantes entregues pelo empregador e eventual valorização positiva.
Trata-se de um fundo de natureza mutualista, que visa garantir o valor necessário à cobertura de metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho calculada nos termos referidos, subtraído do montante já pago pelo empregador ao trabalhador.
O valor do fundo corresponde à entrega por parte do empregador do valor de 0,925% de retribuição base e diuturnidades durante o período de execução do contrato, exceto nos períodos em que não ocorra contagem de antiguidade
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33 3.2.2.- Ativos fixos tangíveis
Os ativos fixos tangíveis são inicialmente registados ao custo de aquisição ou produção, o qual inclui o custo de compra, quaisquer custos diretamente atribuíveis às atividades necessárias para colocar os ativos na localização e condição para operarem da forma pretendida.
Os ativos fixos tangíveis são apresentados pelo respetivo valor líquido de depreciações acumuladas. As depreciações são calculadas, após a data em que os bens estejam disponíveis para serem utilizados, pelo método da linha reta em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens.
As vidas úteis e método de depreciação dos vários bens são revistos anualmente. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido prospectivamente na demonstração dos resultados.
As despesas de manutenção e reparação (dispêndios subsequentes) que não são suscetíveis de gerar benefícios económicos futuros adicionais são registadas como gastos no período em que são incorridas.
O ganho ou a perda resultante da alienação ou abate de um ativo fixo tangível é determinado como a diferença entre o justo valor do montante recebido na transação ou a receber e a quantia escriturada do ativo e é reconhecido em resultados no período em que ocorre o abate ou a alienação.
As taxas de depreciação utilizadas corresponde ao período de vida útil estimada em anos, que se encontram definidos no Decreto Regulamentar 25/2009, de 14 de Setembro, cuja ultima alteração foi efetuada com a Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro.
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34 3.2.3.- Custos dos empréstimos obtidos
Os encargos financeiros relacionados com empréstimos obtidos são geralmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos.
Os juros de empréstimos obtidos diretamente atribuíveis à aquisição ou construção de ativos são capitalizados como parte do custo desses ativos. A Entidade considera que um ativo elegível para capitalização é um ativo que necessita de um período de tempo substancial para estar disponível para uso ou para venda.
3.2.4.- Inventários
Os inventários são registados pelo custo ou valor realizável liquido, dos dois o mais baixo. O valor líquido de realização representa o preço de venda estimado deduzido de todos os custos estimados necessários para concluir os inventários e para efetuar a sua venda. Nas situações em que o valor de custo é superior ao valor líquido de realização, é registado um ajustamento (perda por imparidade) pela respetiva diferença.
A entidade utiliza o regime de inventário intermitente, de acordo com o disposto no n.º 2 do artigo 12º do Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho.
3.2.5.- Reconhecimento do rédito
O rédito compreende o valor da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviços decorrentes da atividade normal da Entidade. O rédito é reconhecido líquido de abatimentos e descontos.
A Entidade reconhece o rédito quando este pode ser razoavelmente mensurável, seja provável que a Entidade obtenha benefícios económicos futuros, e os critérios específicos descritos a seguir se encontrem cumpridos.
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Os rendimentos são reconhecidos na data da realização da prestação dos serviços, ou seja quando incorre nos gastos necessários para a execução dos mesmos.
O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas:
- A quantia do rédito possa ser fiavelmente mensurada;
- É provável que benefícios económicos futuros associados à transação fluam para a Entidade;
- Os custos suportados ou a suportar com a transação podem ser valorizados com fiabilidade.
Os juros recebidos são reconhecidos atendendo ao pressuposto do acréscimo, tendo em consideração o montante em dívida e a taxa efetiva durante o período até à maturidade.
O montante do rédito não é considerado como razoavelmente mensurável até que todas as contingências relativas a uma venda estejam substancialmente resolvidas. A Entidade baseia as suas estimativas em resultados históricos, considerando o tipo de utente, a natureza da transação e a especificidade de cada acordo.
O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas:
- A quantia do rédito possa ser fiavelmente mensurada;
- Seja provável que os contributos para o desenvolvimento das atividades presentes e futuras da entidade associados à transação fluam para a entidade;
- A fase de acabamento da transação à data do balanço possa ser fiavelmente mensurada;
e
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- Os custos incorridos com a transação e os custos para concluir a transação possam ser fiavelmente mensurados.
3.2.6. – Subsídios
A entidade reconhece os subsídios para compensar gastos como contas a receber por contrapartida de rendimentos apenas quando existe a segurança de que:
- A entidade cumprirá as condições a eles associadas; e - Os subsídios serão recebidos.
Neste caso os subsídios são reconhecidos como uma conta a receber na proporção dos gastos incorridos e financiados.
Um subsidio pode tornar-se recebível por uma entidade como compensação por gastos incorridos num período anterior. Um tal subsidio é reconhecido como rendimento do período em que se tornar recebível com a divulgação necessária para assegurar que o seu efeito seja claramente compreendido
3.2.7. – Fundadores/beneméritos/patrocionadores/doadores/associados/membros As quotas, donativos e outras ajudas similares procedentes de fundadores / beneméritos / patrocinadores / doadores / associados / membros, que se encontram com saldo no final do período sempre que se tenham vencido e possam ser exigidas pela entidade estão registados no ativo pela quantia realizável.
3.2.8. - Clientes e outras contas a receber
Nos termos da NCRF 27 a entidade utiliza o método do custo para valorizar as contas de clientes e de outros terceiros, e são apresentadas no balanço, deduzidas de eventuais perdas por imparidade, de forma a refletir o seu valor realizável.
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Estas rubricas são apresentadas no Balanço como Ativo Corrente, no entanto nas situações em que a sua maturidade é superior a doze meses da data de Balanço, são exibidas como Ativos não Correntes.
3.2.9. - Fornecedores e outras dívidas a terceiros
As dívidas a fornecedores e a outros terceiros são registadas ao custo, o seu desreconhecimento só ocorre quando tiver havido lugar a liquidação, cancelamento ou expiração.
As dívidas a fornecedores ou a outros terceiros são registadas pelo seu valor nominal dado que não vencem juros e o efeito do desconto é considerado imaterial.
3.2.10. - Caixa e depósitos bancários
Os montantes incluídos na rubrica caixa e seus equivalentes correspondem aos valores em caixa e depósitos bancários, ambos imediatamente realizáveis e sem perda de valor, se o seu vencimento for inferior a 12 meses, são reconhecidos no ativo corrente, caso contrário são reconhecidos no ativo não corrente. Os descobertos bancários são apresentados no Balanço, no Passivo corrente, na rubrica de Financiamentos obtidos.
3.2.11. - Fundos Patrimoniais
A rubrica “Fundos” constitui o interesse residual nos ativos após dedução dos passivos.
Os “Fundos Patrimoniais” são compostos por:
Fundos atribuídos pelos fundadores da Entidade ou terceiros;
Fundos acumulados e outros excedentes;
Subsídios, doações e legados que o governo ou outro instituidor ou a norma legal aplicável a cada entidade estabeleçam que sejam de incorporar no mesmo.
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38 3.2.12. Financiamentos Obtidos
Os “Empréstimo Obtidos” encontram-se registados, no passivo, pelo valor nominal líquido dos custos com a concessão desses empréstimos. Os “Encargos Financeiros”, quando existentes, são reconhecidos como gastos do período, constando na Demonstração dos Resultados na rubrica “Juros e gastos similares suportados”.
3.2.13. – Principais estimativas e julgamentos apresentados
As estimativas e os pressupostos subjacentes foram determinados com base no melhor conhecimento existente à data de aprovação das demonstrações financeiras dos eventos e transações em curso, assim como na experiência de eventos passados e/ou correntes. Contudo, poderão ocorrer situações em períodos subsequentes que, não sendo previsíveis à data de aprovação das demonstrações financeiras, não foram consideradas nessas estimativas. As alterações às estimativas que ocorram posteriormente à data das demonstrações financeiras serão corrigidas de forma prospectiva. Por este motivo e dado o grau de incerteza associado, os resultados reais das transações em questão poderão diferir das correspondentes estimativas.
3.2.14 – Benefícios dos empregados
A Entidade reconhece, um passivo quando um empregado tiver prestado serviços rm troca de benefícios a pagar no futuro, e reconhece um gasto quando consumir um beneficio económico proveniente do serviço proporcionadao por um empregado em troca desses benefícios.
4 – Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros:
4.1 – Alterações das políticas contabilísticas:
Utilizando como referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras o instituído pela Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as Entidades do Sector Não Lucrativo (NCRF-ESNL), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2012 de 9 de Março não se verificou nas demonstrações financeiras qualquer reajustamento relacionado com o período.
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39 4.2 - Alteração nas estimativas contabilísticas:
Utilizando como referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras o instituído pela Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as Entidades do Sector Não Lucrativo (NCRF-ESNL), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2012 de 9 de Março, não se verificou nas demonstrações financeiras qualquer reajustamento relacionado com o período.
5 – Investimentos Financeiros
5.1 – Investimento Fundo de Reestruturação do Sector Solidário
O valor que consta da rúbrica de investimentos financeiros é fruto do instituído pelo Decreto-Lei n.º 165-A/2013 que criou o Fundo de Reestruturação do Sector Solidário, e a portaria n.º 31/2014.
Este Fundo de Reestruturação do Setor Solidário (FRSS) destina-se a apoiar a reestruturação e a sustentabilidade económica e financeira das Instituições Particulares de Solidariedade Social e equiparadas, permitindo a manutenção do regular funcionamento e desenvolvimento das respostas e serviços sociais que estas entidades prestam.
5.2 – Fundo Compensação no Trabalho.
O FCT é um fundo de capitalização individual, que visa garantir o pagamento até metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho, calculada nos termos referidos para a compensação por despedimento coletivo, e que responde até ao limite dos montantes entregues pelo empregador e eventual valorização positiva.
Trata-se de um fundo de natureza mutualista, que visa garantir o valor necessário à cobertura de metade do valor da compensação devida por cessação do contrato de trabalho calculada nos termos referidos, subtraído do montante já pago pelo empregador ao trabalhador.
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O valor do fundo corresponde à entrega por parte do empregador do valor de 0,925% de retribuição base e diuturnidades durante o período de execução do contrato, exceto nos períodos em que não ocorra contagem de antiguidade
6 – Ativos fixos tangíveis
6.1 - Divulgações sobre ativos fixos tangíveis:
a) Bases de mensuração usados para determinar a quantia escriturada bruta;
Os ativos fixos tangíveis foram mensurados pelo seu custo de aquisição, tendo sido considerado todos os custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo na condição necessária para o mesmo ser capaz de funcionar de forma pretendida, deduzindo as depreciações e quaisquer perdas por imparidade.
b) Métodos de depreciação usados;
O método de depreciação utilizado nos ativos fixos tangíveis relevados nas demonstrações financeiras é o método da linha reta. De acordo com este método, a depreciação é constante durante a vida útil do ativo se o seu valor residual não se alterar.
c) Vidas úteis ou as taxas de depreciação usadas;
As depreciações do período são calculadas tendo em consideração as seguintes vidas úteis ou taxa de depreciação média.
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Ativos Tangíveis Taxa de depreciação
Terrenos e recursos naturais --
Edifícios e outras construções 2%
Equipamento básico 100,00%
Equipamento de transporte --
Equipamento administrativo --
Equipamentos biológicos --
Outros ativos fixos tangíveis --
d) Quantia escriturada bruta e depreciação acumulada (agregada com perdas por imparidade acumuladas) no início e no fim do período; e
e) Reconciliação da quantia escriturada no início e no fim do período mostrando as adições, as revalorizações, as alienações, os ativos classificados como detidos para venda, as amortizações, as perdas de imparidade e suas reversões e outras alterações, de acordo com o seguinte quadro.
A alínea d) e e) estão refletidas no quadro anexo da página seguinte.
42
QUANTIAESCRITURADAE MOVIMENTOS DO PERÍODO EM ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS
DESCRIÇÃO
Terrenos e recursos naturais
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
Equipamento de transporte
Equipamento administrativo
Equipamentos biológicos
Outros AFT AFT em curso
Adiant ament os por
conta de AFT
Total
1 Quantia bruta escriturada inicial 67 388,51 28 953,29 26 538,41 10 566,97 0,00 3 578,67 137 025,85
, Depreciações acumuladas iniciais 62 717,47 28 953,29 26 538,41 10 566,97 0,00 3 578,67 132 354,81
3 Perdas por imparidade acumuladas iniciais 0,00
4 Quantia líquida escriturada inicial (4 = 1 - 2 – 3) 4 671,04 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4 671,04
5 Movimentos do período: (5 = 5.1 - 5.2 + 5.3 + 5.4 + 5.5 + 5.6) -1 347,77 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -1 347,77
5.1 Total das adições 0,00 909,96 0,00 354,24 0,00 0,00 0,00
Aquisições em 1.ª mão 909,96 354,24 0,00 1 264,20
Aquisições através de concentrações de actividades empresariais Outras aquisições
Estimativa de custos de desmantelamento e remoção Trabalhos para a própria entidade
Acréscimo por revalorização Outras
5.2 Total das diminuições 1 347,77 909,96 0,00 354,24 0,00 0,00 2 611,97
Depreciações 1 347,77 909,96 0,00 354,24 0,00 0,00 2 611,97
Perdas por imparidade 0,00
Alienações 0,00
Abates Outras
5.3 Reversões de perdas por imparidade 5.4 Transferências de AFT em curso
5.5 Transferências de/para activos não correntes detidos para venda 5.6 Outras transferências
6 Quantia líquida escriturada final ( 6 = 4 + 5) 3 323,27 0,00 0,00 0,00 0,00 3 323,27
7 Quantia da garantia de passivos e/ou titularidade restringida
AdiçõesDiminuições
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43 8 – Custos de empréstimos obtidos
8.1 - Política contabilística adotada nos custos dos empréstimos obtidos.
Os encargos financeiros relacionados com os financiamentos obtidos são usualmente reconhecidos como gastos à medida que são incorridos.
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CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS OBTIDOS CAPITALIZADOS POR TIPO DE EMPRÉSTIMO
Corrente Não corrente Total
Dos quais: Juros suportados Empréstimos genéricos:
Instituições de crédito e sociedades financeiras Mercado de valores mobiliários
Participantes de capital:
Empresa-mãe - suprimentos e outros mútuos Outros participantes - suprimentos e outros mútuos
Dos quais: Empresas participantes
Subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos
Outros financiadores 5 370,07 5 370,07
Empréstimos específicos:
Instituições de crédito e sociedades financeiras Mercado de valores mobiliários
Participantes de capital:
Empresa-mãe - suprimentos e outros mútuos Outros participantes - suprimentos e outros mútuos
Dos quais: Empresas participantes
Subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos
Outros financiadores 0,00
TOTAL 5 370,07 5 370,07 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Dos quais: não residentes
Custos de empréstim os obtidos capitalizad
Custos de empréstimos obtidos levados a
gasto (se diferente do valor contratual) anuais suportados
DESCRIÇÃO Valor contratual do
empréstimo
Valor do Empréstimo Custos de empréstimos obtidos
Dispêndios com o activo
Taxa capitalizaç
ão usada
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45 9 – Inventários:
9.1 - Políticas contabilísticas adotadas na mensuração dos inventários e fórmula de custeio usada.
Os inventários encontram-se valorizados pelo custo ou pelo valor realizável líquido, no caso de este ser inferior. O custo inclui todos os custos de compra, custos de conversão e outros custos incorridos para colocar os inventários na sua condição atual.
Os custos de compra incluem o preço de compra, os direitos de importação e outros impostos, os custos de transporte e manuseamento, descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes.
9.2 - Quantia de inventários reconhecida como um gasto durante o período.
APURAMENTO DO CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS
Mercadorias
Matérias primas, subsidiárias e de
consumo
Total
1 Inventários iniciais 0,00 265,62 265,62
2 Compras 0,00 42 310,10 42 310,10
3 Reclassificação e regularização de inventários 0,00 0,00 0,00
4 Inventários finais 0,00 390,31 390,31
5 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas (5=1+2+3-4) 0,00 42 185,41 42 185,41 Outra informação relativa a mercadorias, matérias primas, subsidiárias e de consumo:
6 Ajustamentos/perdas por imparidade do período em inventários 7 Ajustamentos/perdas por imparidade acumuladas em inventários
DESCRIÇÃO
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46 10 – Rédito
10.1 - Políticas contabilísticas adotadas para o reconhecimento do rédito incluindo os métodos adotados para determinar a fase de acabamento de transações que envolvem a prestação de serviços.
A empresa reconhece os réditos de acordo com os seguintes critérios:
a) – Prestações de serviços – são reconhecidos nas demonstrações de resultados quando a entidade presta o serviço aos seus utentes, quando o montante dos réditos possa ser razoavelmente quantificado, quando seja provável que os benefícios económicos associados com a transação fluam para a entidade e quando os custos incorridos ou a serem incorridos referentes à transação possam ser fiavelmente mensurados.
10.2 - Quantia de cada categoria significativa de rédito reconhecida durante o período incluindo o rédito proveniente de:
a) Prestação de serviços;
O rédito reconhecido no exercício findo a 31 de Dezembro de 2017 e de 2016, apresenta a seguinte decomposição: