A EQUIPE DE AGM
RODUÇAO
Hyde unais Dordo
(*)
Ivyde
Drado ta
(**)
É fora de dúvida que s enfermeirs., n o mundo inteiro, reco menm que seja coninumene anaisada a faixa de atribuições de cada ocupação de enfermagem. (1)
No Relatório da Comissão de Peritos em Ensino de Enfermagem, da
O�,
que se reuniu em Genebra,m
1953, com a participação da Dra. Glete de Ancântra, está contido o seguinte : "no país em que a evolução da enfermagem se encontra nos primeiros estágios, a formação básica profissional da enfermeira incluir. preparo para ensino e supervisão. Ao desenvolver-se mais, a assistência de en femagem e a relação enfermeira/paciente receberão maior ênfse na formação da enfermeira".Em suma, continuamente devemos analisar e corrigir s faixas de funções de todas as cupações de enfermagem. A enfermeira está se tornando cada vez mais um profissional que aende O cliente.
A EQIPE DE EFERMAGEM
Para utilizar-se o pesoal de enfermagem COm o máximo de eco nomia e eficiência tem sido demonstrado (") que o cuida.o cen tralizado no paciente dado por equipe de enfermagem é a melhor
e
rpectiva.Por equipe entende-se um grupo social, unido por um obj etivo comum, em que caa um deve saber o papel a executar, deve estar
< * ) feme"a, Cnto de Estuds, Fundação Hospitalar do
D
istrito Fdr.EITA BRSLERA DE
RAGM
3famiiarizado com as regras do funcionmento da equipe e, volun tatamente, aceitar a direção do lidero
EQUISITOS LEGAIS E CARACERíSTICAS ESSENCIAIS S PARTICIPANTES DA EQUPE DE ENFRMAGM
Exemplo de membros da equipe de enfermagem para um hos
ii
tal brasileiro: enfemeira chefe da uidade, enfemeira · lider a equipe, técnicos de enfermagem, auxliares de enfermagem e aen denes.EQUISITS LEGAIS
Os exercentes de enfermagem - efermeira, técnico de enfer-• 7, magem e auxiliar de enfermagem - devem estar decidamente s-critos no órgão fiscalizador competente, de acordo com as leis em vigor. Os atendenes de enfermagem, que não são registradOS,
pres
tall também seu concurso útil à equipe.EEMPLO DO FUNCIONMENTO DE QUIPES DE ENERMAGM
Para esclarecimento de como age uma enfermeira espeCialistl, no hospital, o seguinte relato mostra pontos que as enfermeiras têm por meta e esperam atingir. Uma enfermeira norte-americana, Catrarine Killourie (3) , bem sucedida em seu trabalho no Centro Médico da Universidade da Califórnia, relata as seguintes condições; São 50 os pacientes das áreas de cirurgia geral e plástica, obste�
trícia com complicações e ginecologia. Com a 1 .a assistente ( ainda tem uma 2 .a para sua substituição, à tarde) , divide, no horário a manhã, ao meio, o total dos 50 p,cientes para a resposabilidade de coordenar o diagnóstico das necessidades de enfermagem e o plano individual de cuidado de enfemagem. Todas as enfermeiras, técnic9S de enfermagem e estudantes da área dão sugestões.
No horário da manhã ( 7.30 s 16 horas ) há pelo menos oito enfermeiras outras para 50 pacientes, e esse número é acrescido dos referidos técnics e estudantes, que se encarregam dos cuidados pes-80ais ao paciente. Quinzenalmente, s médicos respectivos dos pacien tes a serem vistos comparecem às sessões de estudo de enfemagem, explanando seus diagnósticos, tratamento e prognósticos. Totaliza trinta o número de médicos nessa clínica, que é aberta. Continua a descrição da enfermeira, discriminando em seis sub-áreas seu desempenho profissional a saber :
.REITA BRSEA DE NAGEM
' ."
coordena o cuidado , dos pacientes, inclusive prestando suapae nesse cuidado ;
- minstra a educação em serviço ao nível da clínica ;
. ... �vália;
- desempenha a gerência da Unidade de Enfemagem tela
c'op�d� :
• . ." l) !com a Umpeza, suprmentos e estoque., equipamentos e sua
verificação e . obtenção da roupa necessária ;
b) com a comunicação com a divisão de nutrição
.
No dia-a-dia, grande parte de seu tempo é dado para recolher
informs e dar relatos aos médicos, além de seu intercâmbio com
ir
�
gids e com a família do paciente, fora o tempo referido paraS .
p
lno
s de cuidado'
de enfermagem.Terminamos aqui a infomação obtia a
auora nore-ameri
cna. Nós
enfermeiras neste pas, não ns sentimos Olicitada..c
m
o espe
C
ialistas, na medida em que j á soms capazes de conrl.buir. s causas? Aqui citamos uma : no passado a fomação inade
qU,ada
,d
em
nmero grande de enfermeirs. Outra causa : é grandea proporção de atendentes
( * )
em nso pesoal de enfema
gtm.
Q
, aendente, entre tods os que dão assistência de enfermagem,tem a
parecido na proporção incidental de 70% a 47% . É fácl fa�er-se a suposição de que os médicos, muitas vezes, achem que não
vale a pena contar com o concurso iPico de profssionas de nível
superior
m
seu trabaho como enfemeirs, no hspital. uando elassão , capazes, o médico se interrelaciona muito bem, buscando uma
boa contribuição da enfermagem. O que nos ocorre é que talvez
hbuvesse meios de institucionalizar-se melhor esa contribu
i
ção.
Ésabido que as próprias enfetmeiras realizam menos do que o fariam,
se houvesse mehors condi
ç
ões.m
rs
umo, a reflexão atual degrande ' número de noss
a
s colegas é que terâ que haver enfermeiraassistindo cada doente
,
com a perspectiva da equipe. Isto é, umaenfermeira seria respoável, a princípio por 10 a 20 ou mais pa cients inernados, auxiliada por técnicos e auxiliares de enfemagem .
. <II) · A proorção de atendenes no grup, dos que dão ssistência de enfer magem, na ndação Hospialar do Distr
it
o Federal, aprovado, praEISTA BRSILEIRA DE ERAGM
CARACTERSTICAS ESSENCIAIS DOS PARTICPATES DE EQUPE
Para constituir equipe, a enfermeira - chefe e as líderes, em decisão conj unta, designam os participantes, em cada período de trabalho, - manhã e tarde.
A líder da equipe, na qualidade de especialista clínica, também dá CUidados dires aos pacientes.
s caracteristicas essenci.is das �nfermeiras devem ser : có�e-. cimento, destreza, capacidade e atitude profissional, inclusive com preensão humana. Quanto à sua função, convem recorrer ao que está descrito em cinco iens à p.
26
da obra citada, de Lambertsen. Sumarizando, uma enfermeira (que poderá ser a enfermeira chefe da unidade ou a líder) é responsável pela formulação escrita do plano, que deve ser por ela assinado. Distinguirá todos s pec .. ' tos dos cuidados a serem prestados, e os delegará devidamente. Di rigirá a execução, e em seguida avaliará e registrará OS resltados dos cuidados de enfermagem.Além de agir · como e6pecialista, é importante que a lider trans .. mita aos membrs da equipe, em seu devido tempo, informações pertinentes ao que se espera de cada m, à maneira de aperfeicoa, mento da habilitação que todos j á possuem. Em nosso pais, por : e encontrar ainda e m desenvolvimento, é d e grande oportuniade a enfermeira atuar nesse ensino continuo. Para
ods
os membros:da,
equipe, a competência e habilidade no desempenho técnicode
suas atribUições é esencial.Por último, não o último em importância, as qualiade éticas , e humanas de todos são tlvez a chave para o suceso do trabalhot· · boa vontade de cada m é o fundamento, ma vez que tudo · ·mais pode ser mehorado e aprendido. O pensamento único, a
haiola'
e moivação do grupo são essencias.Adotar a perspectiva de equipe não será diticU, � o .mpn .
e
é exercitar. A prátca irá produzindo nossa pericia ou · tarmba para passarmos, no Brasil, adotar em todos os bon� hospitais o trabalho de eqUipe.R�NCIS BmIOGRAICAS
(1) Oficna Intenacional deI trabajo - mpleo y coniciones ie
tabajo
deI ronel de enfemerta, Gnebra, 1960, p. 13.(2) BRTSN, lanor C. - Equie de agem - Rslds
e um estudo da Divisão de nsino de nfermgem, chs Colleg, Columbia Uuversity, trad. de Agiar, H. D. Ferri, CD.T. e us,
Rio e Jneo, Serviço cal de SaÚde ública, 1958, 14 p.
(3) LLOE, C. W., Relatiohip of the head nurse to em n;ing.