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Aula 18 09 2015 Auditoria em Enfermagem

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AUDITORIA EM ENFERMAGEM

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HISTÓRICO

• A auditoria tem sua origem na área contábil, cujos fatos e seus registros datam do ano 2600 a. C, do LATIM “AUDIRE”- OUVIR. Porém é a partir do século XII d. C, que esta técnica passa a receber o nome de auditoria, sendo na Inglaterra o seu maior desenvolvimento. Com a revolução Industrial no século XVII, a prática da auditoria recebe, novas diretrizes, na busca de se atenderem às necessidades das grandes empresas.

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• Na área de saúde, a auditoria aparece pela primeira vez no trabalho realizado pelo médico George Gray Ward, nos Estados Unidos, em 1918, onde foi feito a verificação da qualidade da assistência prestada ao paciente através dos registros em seu prontuário. Um dos primeiros trabalhos de auditoria em enfermagem data de 1955, foi desenvolvido nos Estados Unidos.

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• No Brasil, a auditoria vem tomando impulso nos últimos cinquenta anos, necessitando ainda de arranjos que melhor adaptem o processo à nossa realidade. Essa necessidade tem conduzido alguns profissionais a realizarem estudos visando identificar os objetivos, a metodologia e a validade da auditoria.

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• Verifica-se na área da saúde, a existência de experiências isoladas, como, por exemplo, no Hospital de Ipanema, no Rio de Janeiro.

• Uma outra experiência é a do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, que tem um processo de auditoria em enfermagem determinados na instituição, que são normas do Sistema de Assistência de Enfermagem (SAE).

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• Araújo e colaboradores fizeram um levantamento em que foi observada grande motivação para a realização de auditoria em enfermagem junto aos profissionais da área, faltando às instituições, por outro lado, conhecimento teórico e condições estruturais para a implantação do processo.

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DEFINIÇÕES

• Auditoria é a avaliação formal e sistemática de uma atividade, por alguém não envolvido diretamente na sua execução, para determinar se essa atividade está sendo levada a efeito de acordo com seus objetivos.

• Dunn e Morgan, de modo sucinto, definem auditoria como sendo “a comparação entre a assistência prestada e os padrões de assistência considerados como aceitáveis”.

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• Auditoria em Enfermagem é a avaliação sistemática da qualidade da assistência prestada ao cliente, sendo esta realizada por meio de observações das anotações de enfermagem no prontuário ou das próprias condições deste. Compreende-se que a auditoria em enfermagem visa o controle de custos, a qualidade do atendimento ao cliente, pagamento justo da conta hospitalar, a transparência da negociação, fundamentada na conduta ética.

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• De acordo com Motta auditoria de enfermagem é a avaliação sistemática da qualidade da assistência prestada ao cliente pela análise dos prontuários, acompanhamento do cliente in loco e verificação da compatibilidade entre o procedimento realizado e os itens cobrados na conta hospitalar, visando garantir justa cobrança e pagamento adequado.

• A auditoria de enfermagem pressupõe avaliação e revisão detalhada de registros clínicos selecionados por profissionais qualificados para verificação da qualidade da assistência, sendo, portanto, uma atividade dedicada à eficácia de serviços, que utiliza como instrumentos o controle e análise de registros.

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FINALIDADES

• Identificar as áreas (unidades) deficiente do serviço de enfermagem, auxiliando, para que as decisões quanto ao remanejamento e aumento de pessoal sejam tomadas com base em dados concretos.

• Identificar áreas de deficiência em relação a assistência de enfermagem prestada, percebendo-se, defasagem no atendimento da área psicoespiritual.

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FINALIDADES

• Fornecer dados para melhoria dos programas de enfermagem.

• Fornecer dados para melhoria da qualidade do cuidado de enfermagem.

• Obter dados para programação de reciclagem e atualização do pessoal de enfermagem.

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BENEFÍCIOS

• Num processo de auditoria em enfermagem instalado e bem conduzido dentro de uma instituição, podem-se obter benefícios para os clientes, para a equipe de enfermagem, para instituição e para a profissão.

• Os clientes serão beneficiados com a possibilidade de receber uma assistência de melhor qualidade, a partir de um serviço oferecido de maneira mais segura e eficaz.

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• Os benéficos para a equipe de enfermagem advindo da utilização da auditoria relacionam-se ao fornecimento de subsídios que, não sendo utilizados como ameaça, estimularão a reflexão profissional.

• Para a instituição, os principais benefícios encontram-se no fato de a auditoria ser um meio de verificar o alcance dos seus objetivos, constituindo base para a continuidade da programação e forma de auxilio no controle de custos.

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• A profissão de enfermagem tem na auditoria a possibilidade de desenvolvimento de indicadores de assistência, estabelecimento de critérios de avaliação e consequentemente geração de novos conhecimentos.

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OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO

• A análise constitui a essência da ação auditorial. • Verificar sem interpretar, criticar e orientar é

tarefa ineficaz e não interessa aos métodos científicos.

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Requisitos

• Filosofia e estrutura administrativa compatíveis com a proposta da enfermagem.

• Padrão de assistência desejado, estabelecido e conhecido por todo o pessoal do serviço de enfermagem.

• Recursos humanos com adequado treinamento técnico e capacidade como auditor.

• Instrumentos contendo os itens que deverão ser observados na auditoria.

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Tipos

Auditoria retrospectiva

• É feito após a alta do paciente, que se utiliza o prontuário após a avaliação. Tem a desvantagem de não permitir

saber-se o que foi feito e não foi anotado.

• Seu primeiro passo é o estabelecimento do número de prontuários que devera ser analisados em função de um padrão. Para isso pode ser seguida as regras internacional:

Até 50 altas/mês: todos prontuários.

Mais de 50 altas/mês: 10% dos prontuários.

Todo prontuário de óbito deve constar na auditoria, fora os 10%.

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Ressaltasse a importância de que a comissão decida qual é a sua capacidade de trabalho. Os elementos básicos para a utilização da auditoria são:

• livros de registro de prontuários na unidade para sorteio.

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O estabelecimento de padrão é uma das grandes dificuldade que se tem encontrado para a realização da auditoria. Alguns fatores específicos que podem ser verificados no prontuário:

• Condições do paciente no ato da internação • Método de admissão

• Atendimento das prescrições médicas

• Sistema de elaboração do plano de cuidados individuais

• Sistema de elaboração de plano de serviço para cada funcionário dos diversos plantões

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• Relatório de enfermagem

• Chamada do medico de plantão • Sinais vitais

• Anotações quanto a pequenas alterações dos pacientes

• Descrição dos sinais e sintomas • Transferência e suas causas

• Condições de altas • Orientações

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Auditoria operacional ou concorrente: É feita

enquanto o paciente está hospitalizado ou em atendimento ambulatorial.

Pode ser realizada das seguintes maneiras:

• Exame do paciente e confronto das necessidades levantadas com a prescrição de enfermagem e ou avaliados dos cuidados in

loco.

• Entrevista feita com paciente e sua família. • Pesquisa junto a equipe medica.

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Relatório

• Em qualquer um dos tipos o procedimento básico da auditoria é a elaboração de um plano auditorial que propõe a forma de realização da auditoria, ou seja, coleta de dados que em seguida vão ser analisados frente aos padrões estabelecidos, e por fim, elaborado relatório.

• O relatório constitui um documento analisado que apresenta o parecer técnico sobre o que foi auditado e sugestões que visam aperfeiçoamento ou mesmo correção de problemas na assistência de enfermagem prestada.

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Encaminhado normalmente:

• A chefia do departamento de enfermagem • Unidades de trabalho

• Serviço de educação continuada.

Sá, citado por Araújo, recomenda que o relatório tenha: • Período a que se refere

• Data da sua elaboração • Número de ordem

• Descrição dos casos auditados • Conclusões e assinatura.

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Classificação

Apresenta uma forma de classificação de auditoria quanto:

• Forma de Intervenção • Tempo

• Natureza • Limite.

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FORMA

Auditoria interna

• É realizada por elementos próprios da instituição. • Vantagem: maior profundidade no trabalho.

• A sua vinculação funcional permite sugerir soluções apropriadas.

• Desvantagem: a dependência administrativa limitando a amplitude das conclusões e das recomendações finais do trabalho.

• Pode ter envolvimento afetivo do auditor com os elementos realizadores do trabalho, invalidando-o.

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FORMA

Auditoria Externa

• Realizada por elementos que não pertencem a

instituição, contratado pra realização da

auditoria.

• Vantagem: gozar da independência administrativa e afetiva.

• Desvantagem: o auditor não vivenciam a realidade da instituição.

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TEMPO

Pode ser classificada em contínua e periódica. • Auditoria continua: avalia em períodos

determinados, sendo que a revisão seguinte inicia-se depois da última.

• Auditoria Periódica: examina também o tempo estabelecido, porém não se prende à continuidade.

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NATUREZA

Pode ser normal e especifica.

• Auditoria normal: realizada em período determinados com objetivos regulares de comprovação.

• Auditoria específica: atende a necessidade do momento.

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LIMITE

Pode ser total e parcial.

• Auditoria total: abrange todos os setores da instituição.

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RECURSOS

Há dois tipos de recursos: • Humanos

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RECURSOS HUMANOS

• A comissão de auditoria deve estar ligada ao departamento de enfermagem. O número de membros depende do tamanho e tipo do hospital. • Foi verificado o tempo de vinte a trinta minutos

para a realização de auditoria de um paciente, lembrando que este tempo também irá variar com o tipo de instrumento utilizado para a realização da auditoria e o tamanho do prontuário.

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Segundo o estudioso Ribeiro é apresentado para a composição da comissão de auditoria, um modelo americano:

• O diretor-assistente do serviço de enfermagem • O diretor da divisão de escriturários

• O diretor-assistente da divisão de educação em serviço

• Um auxiliar de enfermagem

• Três líderes da equipe de enfermagem • Duas enfermeiras-chefes

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E Feldmam propõe que seja composta pelas: • Enfermeiras-chefes de unidades

• Quatro a doze enfermeiras de serviço (dependendo do tamanho e do tipo de hospital).

Kurcgant acredita que a comissão não deva ter menos de cinco enfermeiros.

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A experiência tem mostrado que a comissão de auditoria deve ser constituída considerando-se a realidade da instituição e suas possibilidades de ter enfermeiras disponíveis para a realização dessas atividades, e assegurando-se sempre que possível a representatividade das unidades envolvidas no processo, o que poderá levar a um maior envolvimento com o processo. É importante ressaltar que é a partir do número de elementos e da dinâmica das ações da comissão que será determinada sua capacidade de trabalho.

Esses autores ainda indicam que entre os membros da comissão deve haver um coordenador e um secretário.

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Características dos membros: • Ter noção básica de auditoria; • Conhecer a instituição;

• Interesse e compromisso pelo assunto e pelo desenvolvimento do trabalho;

• Envolvimento com o cuidado do paciente; • Capacidade de trabalhar em grupo.

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Funções da comissão

• Elaboração de normas e objetivos;

• Elaboração e revisão do instrumento de auditoria; • Aplicação do instrumento;

• Tabulação e análise dos dados; • Elaboração do relatório.

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RECURSOS MATERIAIS

Para a realização da auditoria a comissão deve possuir:

• Um local no hospital especialmente destinado a ela ou em setor comum a outras atividades que se coadunem.

• Faz-se necessário que o grupo possua independência e privacidade para a realização do seu trabalho, tendo em vista suas características sigilosas.

• O local ainda deve possuir arquivos, escrivaninha e outros materiais indispensáveis.

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• Um outro recurso material imprescindível são os formulários nos vários modelos que serão utilizados.

• A existência de microcomputadores com programas específicos facilita o trabalho estatístico e de elaboração de relatórios

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LIMITAÇÕES

A auditoria em enfermagem não avalia a assistência total ao paciente, pois o cuidado total ao paciente inclui a atuação de outros profissionais que participam desse cuidado. Para a avaliação da assistência total, seria necessária uma auditoria integrada. A auditoria de enfermagem limita-se portanto, à avaliação do cuidado de enfermagem prestado ao paciente.

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• A auditoria não tem finalidade punitiva.

• A auditoria não tem como objetivo primordial a melhoria dos registros de enfermagem.

• A auditoria não tem por finalidade avaliar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo.

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A QUESTÃO DA QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

• Processo de auditoria – importante: crença do grupo na necessidade desse processo.

• Grupo – deve estar esclarecido de que a auditoria não avalia uma pessoa, mas sim o conjunto de atividades desenvolvidas pela equipe de trabalho.

• A percepção da auditoria com restrições prejudicará o resultado final.

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• Necessidade do envolvimento de todo pessoal de enfermagem na criação e desenvolvimento do processo de auditoria (determinação dos critérios).

• Futuro – “... a avaliação qualitativa dos cuidados de saúde simultaneamente como uma obrigação pessoal em face de um benefício e como meio de descobrir e dar a conhecer o seu próprio papel na equipe de saúde e na sociedade” – compromisso profissional dos enfermeiros com a sociedade; luta pela garantia da qualidade da assistência à saúde.

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PERFIL DO ENFERMEIRO AUDITOR

• Com o aumento das exigências dos clientes com a melhoria dos cuidados a eles oferecidos, houve a necessidade de um controle de qualidade nas organizações hospitalares.

•Auditoria em enfermagem – avaliação da qualidade da assistência ofertada aos clientes – possibilidade de obtenção de melhores resultados relacionados à qualidade da assistência.

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• AUDITORIA – atividade diversificada, estando sob constante modificação, requerendo dos órgãos responsáveis por essa área, a padronização e estabelecimento de procedimentos, a fim de estabelecer o sistema de auditoria e mercado de capitais e melhorar a segurança dos investidores.

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A intervenção deve ser realizada com ênfase na? • Eficiência

• Eficácia

• Efetividade

Direcionada para o controle, possibilitando uma visão geral e objetiva, diagnosticando pontos importantes que envolvem falhas e irregularidades, nos resultados, nos impactos das políticas públicas e o curso do processo.

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AUDITORIA EM ENFERMAGEM – reconhecida pela Resolução COFEN n0 266/2001.

O enfermeiro auditor tem uma participação importante na administração de um hospital:

• Dá mais ênfase ao paciente

• Verifica a qualidade dos serviços prestados e satisfação dos mesmos

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Segundo Motta (2003) a enfermeira auditora inserida dentro de uma instituição hospitalar deve:

[...] desenvolver seu trabalho com senso crítico, explorando o que há de mais digno em auditoria, não se passando por instrumento de correção manual de problemas burocráticos e si atuando como orientadora da equipe interdisciplinar dentro do processo que envolve a intervenção e cobrança hospitalar.

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Assim, faz-se necessário que este profissional: • Atue de maneira ética;

• Tenha conhecimento técnico-científico; • Acompanhe a saúde em âmbito geral;

• Saiba os deveres e direitos de todos os envolvidos no processo de auditagem, reconhecendo seus erros e tendo humildade de aprender com os outros;

• Mantenha uma postura educadora caso necessário, sendo tolerante a todo momento.

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Junqueira (2001) define alguns princípios básicos do auditor em relação a execução de seus trabalho. São eles:

• Independência • Soberania

• Imparcialidade • objetividade

• Atualização e conhecimento técnico • Cautela e zelo profissional

• Comportamento ético • Sigilo e discrição

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Motta (2003) descreve o perfil da enfermeira auditora com as seguintes características:

• Trabalhar tendo sempre a ética como referência. Os princípios éticos devem predominar.

• Ter conhecimento técnico-cientifico, acompanhando todo o desenvolvimento tecnológico na saúde em geral e principalmente nas especialidades de enfermagem que audita

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• Conhecer os estudos atuais práticos baseados em evidencias.

• Desenvolver a capacidade de persuasão pela experiência anterior, conhecimento e expressão. • Ter disciplina, não violando os direitos dos outros.

• Ter humildade para reconhecer erros e aprender.

• Agir como educadora • Ser tolerante.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

KURCGANT, Paulina. et al. Administração em Enfermagem. São Paulo: EPU, 1991.

Referências

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