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Captação de Recursos

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Academic year: 2021

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Controle de alterações

Revisão Data Local da

Revisão Descrição

0 01/03/2013 - Emissão inicial

1 05/04/2013

Item 3 – Referências

Exclusão na legislação: Decreto nº 44.090, de 28 de fevereiro de 2013.

Inclusão na legislação: Decreto nº 44.143, de 02 de abril de 2013.

Item 5 – Procedimentos

Atividade1

Exclusão do Registro “Ata de Reunião“. Item 6 –

Registros

Exclusão do Registro “Ata de Reunião“.

2 17/10/2013 Item 3 - Registros Inclusão do Decreto nº 44.428 de 11 de Outubro de 2013.

Lista de Distribuição

Função Subsecretário de Finanças

Superintendente da Superintendência de Captação de Recursos Coordenador da Coordenação de Captação de Recursos – COCAR Coordenador da Coordenação de Operações de Crédito – COPEC Elaborado/Revisado por:

Pablo Villarim Gonçalves, em 17/10/2013 _________________________________

Giovana dos Santos Itaborai, em 17/10/2013 _________________________________ Aprovado por:

Juliana Azevedo Cruz, em 17/10/2013 _________________________________

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1. Objetivo

Esta instrução de trabalho tem a finalidade de delimitar as atividades voltadas para a negociação e a captação de recursos.

2. Escopo

Esta instrução de trabalho abrange as atividades envolvidas no assessoramento técnico aos órgãos da Administração Direta e Indireta do Estado do Rio de Janeiro, no que tange à elaboração dos projetos e carta-consultas, em conformidade com a legislação aplicável à contratação de operações de crédito e em consonância com as diretrizes dos Organismos Internacionais e Instituições Nacionais pertinentes. A atividade envolve também o acompanhamento e monitoramento de projetos em execução. Engloba, outrossim, a legislação referente a convênios, quando a captação de recursos ocorrer por meio desses. Referências

NBR ISO 9001:2008 – Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

MQ-SGQ-SUBFIN – Manual do Sistema de Gestão da Qualidade da SUBFIN

MIP - Manual de Instrução de Pleitos da Secretaria do Tesouro Nacional Legislação:

Lei Federal

 Lei nº 9.496, de 11 de setembro de 1997

 Lei complementar nº 101, de 04 de maio de 2000 Lei Estadual

 Lei nº 287, de 04 de dezembro de 1979 Portaria

 Portaria do Ministério da Fazenda nº 109, de 08 de março de 2002  Portaria Interministerial MP/MF/MCT Nº 127, de 29 de maio de 2008  Portaria Interministerial CGU/MF/MP nº 507, de 24 de novembro de 2011 Resolução

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 Resolução do Senado Federal nº 43, de 21 de dezembro de 2001  Resolução do Senado Federal nº 48, de 21 de dezembro de 2007  Resolução BACEN nº 3751, de 30 de junho de 2009

 Resolução SEFAZ 602, de 28 de fevereiro de 2013 Decreto

 Decreto Federal nº 6170, de 26 de julho de 2007  Decreto Federal nº 7641, de 12 de dezembro de 2011  Decreto Federal nº 7568, de 16 de setembro de 2011  Decreto nº 44.143, de 02 de abril de 2013

 Decreto nº 44.428 de 11 de Outubro de 2013. 3. Definições e Siglas

ALERJ – Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro CI – Comunicação Interna

COCAR – Coordenação de Captação de Recursos

COPEC – Coordenação de Operações de Crédito

Lei Autorizativa – Lei que autoriza o Estado a contratar operação de crédito LOA – Lei do Orçamento Anual

MIP – Manual de Instrução de Pleitos da Secretaria do Tesouro Nacional

Operação de Crédito Externo – Operação de longo prazo e contratada com agências de países estrangeiros, organismos internacionais ou instituições estrangeiras não pertencentes ao Sistema Financeiro Nacional.

Operação de Crédito Interno – Operação de longo prazo e contratada com credores situados no País.

PAF – Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal PPA – Plano Plurianual

SUBFIN – Subsecretaria de Finanças

SEFAZ – Secretaria de Estado de Fazenda

UGP – Unidade Gestora do Programa 4. Procedimento

Item Responsável Atividade Descrição

1 Coordenador /Técnico da COCAR Mapear as linhas de financiamento existentes

Identificar as oportunidades de financiamento de projetos, por meio de pesquisa em sítios eletrônicos dos Organismos Internacionais e em entidades credoras nacionais. Caso sejam identificadas tais oportunidades, agendar reuniões com os órgãos, subsidiariamente, para realizar o mapeamento. 2 Coordenador/ Técnico da COCAR Efetuar a conexão entre as oportunidades de financiamento e as áreas fins

Após realizar o mapeamento das oportunidades existentes, identificar os possíveis órgãos ou entidades estaduais que possam ser elegíveis às modalidades disponíveis.

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Técnico da COCAR tecnicamente os órgãos em relação aos financiamentos elaboração de Cartas-Consultas, em consonância com as linhas de financiamento mapeadas. Intermediar o contato destes junto às instituições oficiais e privadas e organismos bilaterais, multilaterais, nacionais e internacionais, envolvidos nas operações de crédito.

Concomitante à elaboração das Cartas-Consultas, prestar assessoria sobre os procedimentos legais necessários, tais como: a necessidade de elaboração de Projeto de Lei e a inclusão dos projetos no PPA e na LOA. Registro: Carta-Consulta. 4 Coordenador/ Técnico da COCAR Auxiliar e acompanhar os órgãos na preparação de missões de pré-avaliação dos projetos

Auxiliar e acompanhar as missões de pré-avaliação dos Organismos Internacionais e Entidades Credoras Nacionais que tenham o intuito de financiar projetos do Estado do Rio de Janeiro. Registro: Ajuda-memória. 5 Coordenador/ Técnico da COCAR Preparar missões de pré-avaliação dos projetos se a SEFAZ for a executora

Preparar as missões de pré-avaliação e envolver as subsecretarias da SEFAZ.

Registro: Ajuda-memória 6 Coordenador/ Técnico da COCAR Intermediar o contato entre o organismo e a SEFAZ se esta for a

executora

Encaminhar as demandas dos Organismos Internacionais e das Entidades Credoras Nacionais às áreas competentes da SEFAZ.

Registro: E-mail SEFAZ. 7 Coordenador/ Técnico da COCAR Fornecer à UGP informações do projeto quando a SEFAZ for a executora

Sendo a SEFAZ a executora ou uma das executoras do projeto, fornecer as informações pertinentes à UGP, responsável por executar as ações pactuadas durante a negociação.

Registro: Atas das reuniões. 8 Coordenador/ Técnico da COCAR Acompanhar e monitorar a execução do projeto.

Quando o financiamento obtido pelo Estado for na modalidade “apoio orçamentário”, promover o acompanhamento de indicadores e elaborar o relatório de conclusão, com o fim da execução do programa.

Nota: Nos casos em que a SEFAZ for a executora do projeto, o acompanhamento e

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monitoramento da execução será realizado quando a operação de crédito for na modalidade “apoio orçamentário”.

Registro: Planilha de Acompanhamento de indicadores.

Relatório de conclusão do programa. 9 Coordenador/ Técnico da COCAR Identificar e mapear as oportunidades de captação de recursos de Transferências voluntárias do Governo Federal

Identificar as oportunidades de financiamento de projetos, por meio de pesquisa na Lei Orçamentária Anual aprovada do Governo Federal, fontes oficiais de informação (sítios eletrônicos e o Diário Oficial da União) e a relação dos programas disponíveis no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV. 10 Coordenador/ Técnico da COCAR Mapear as possibilidades de firmar convênios de receita

Identificar as oportunidades de firmar convênios, por meio de informações obtidas junto aos Ministérios. Caso sejam identificadas tais oportunidades, agendar reuniões com os órgãos, subsidiariamente, para realizar o mapeamento.

Registro: Atas de reuniões 11 Coordenador/ Técnico da COCAR Informar às Secretarias as oportunidades resultantes do mapeamento

Elaborar um relatório com as informações pertinentes às possibilidades de convênio de receita e encaminhar aos órgãos do governo do Estado.

Registro: Relatório de Convênios 12 Coordenador/ Técnico da COCAR Assessorar tecnicamente os órgãos em relação aos convênios

Prestar auxílio técnico aos órgãos na elaboração dos projetos e planos de trabalho. Concomitante à elaboração dos projetos e plano de trabalho, prestar assessoria aos órgãos sobre os procedimentos legais necessários, tais como: inclusão do convênio no SICONV e disponibilidade de contrapartida, em casos de captação direta de Recursos Federais.

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5. Registros

Este procedimento é suportado por registros que atendem aos requisitos da Tabela 2 abaixo:

Identificação Armazenamento Proteção Recuperação Retenção Disposição

Nome / Código (quando aplicável) Responsável Local Tipo

Acesso Cuidado Indexação

Digital Físico

Carta Consulta Coordenador/T

écnico-COCAR F:\00 SUBFIN\Macro processos\Con trole Captação de Recursos\Cart a Consulta X Restrito a Servidores da SUBFIN

Normal Por nome do

projeto Permanent e (a partir de março de 2013) Digital: não há Ajuda-memória Coordenador/T écnico-COCAR F:\00 SUBFIN\Macro processos\Con trole Captação de Recursos\Ajud a memória X Restrito a Servidores da SUBFIN

Normal Por nome do

Projeto. Permanent e (a partir de março de 2013) Não há

E-mail SEFAZ Digital:

Coordenador/T écnico-COCAR Digital: F:\00 SUBFIN\Macro processos\Con trole Captação de Recursos\E-X Digital: Restrito a Servidores da SUBFIN

Normal Digital: Por nome do projeto Digital: Permanent e (a partir de março de 2013) Não há

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Planilha de Acompanhamento de indicadores Digital: Coordenador/T écnico-COCAR Digital: F:\00 SUBFIN\Macro processos\ Controle Captação de Recursos \Acompanham ento de indicadores X Restrito a Servidores da SUBFIN

Normal Por nome do

projeto Permanent e (a partir de março de 2013) Não há Relatório de Conclusão do Programa Digital: Coordenador/T écnico - COCAR Digital: F:\00 SUBFIN\Macro processos\ Controle Captação de Recursos \Relatório de Conclusão X Restrito a Servidores da SUBFIN

Normal Por nome do

projeto Permanent e (a partir de março de 2013) Não há

Relatório de Convênios Digital e Físico: Coordenador/T écnico-COCAR Digital: F:\00 SUBFIN\Macro processos\Con trole Captação de Recursos\Rela tórios Convênios Físico: Pasta Convênio X X Digital: Servidores da SUBFIN Físico: Restrito a SUCAR

Normal Por nome do

convênio Digital: Permanent e (a partir de março 2013) Físico: Até o término da vigência do contrato Digital: Não há Físico: Descartar

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6. Anexos

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Referências

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