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VOLEISHOW-#6

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Academic year: 2021

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SUPERLIGA

SUPERLIGA

ELES QUEREM MAIS

ELES QUEREM MAIS

EMAGREÇA JOGANDO VÔLEI

EMAGREÇA JOGANDO VÔLEI

DICAS E TEXTOS SOBRE TREINAMENTO,

DICAS E TEXTOS SOBRE TREINAMENTO,

FISIOTERAPIA,

FISIOTERAPIA,

MEDICINA, ESTA

MEDICINA, ESTA

TÍSTICA,

TÍSTICA,

E MUITO MAIS.

E MUITO MAIS.

#6

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A revista digital VOLEISHOW é uma publicação trimestral do site VOLEISHOW.

DIREÇÃO GERAL

Marcel EickhoffMatz CREF 006871-G/RS

EDITOR RESPONSÁVEL

Marcel EickhoffMatz

 JORNALISTA RESPONSÁVEL

Marcilênio Arruda DRT/SC 01685

PROJETO GRÁFICO e DIAGRAMAÇÃO

Jair Figueiredo de Sena www.jairsena.com.br

A VOLEISHOW não se responsabiliza por informações, conceitos e opiniões emitidos em artigos assinados por colaboradores, bem como pelo conteúdo de anúncios publicitários.

Manter o foco em um trabalho cada vez mais qualificado, conseguir trazer para vocês os melhores e mais variados profissionais com suas opiniões e experiências, acertar na diagramação da revista, coletar fotos que expressem o sentido de cada matéria, captar investidores, ou melhor, parceiros que acreditem na ideia deste projeto. Isso tudo realmente me toma um bom tempo do dia.

Dia este em que preciso estar presente nos treinamentos da equipe profissional na qual sou assistente técnico e, em uma Superliga muito disputada, está fazendo um ótimo papel. Ainda preciso, há 7 meses, ser um bom pai e um bom marido, afinal estou passando pelo melhor momento da minha vida. Se sobrar um tempinho, ainda preciso manter a forma, porque sem um bom condicionamento, não é possível dar treinos no nível masculino do vôlei brasileiro. Ainda tenho a esperança de a terra demorar mais para dar uma volta no próprio eixo e o dia ter pelo menos umas 30 horas. Isso me ajudaria muito.

Essa revista está muito rica. São vários textos muito interessantes para você que gosta de vôlei e, principalmente, para você que dedica a sua vida formando jovens jogadores. O f oco mais uma vez foi muito técnico. Muitas informações do mais alto nível. Palavras escritas por quem tem uma longa história no voleibol farão você pensar a respeito da modalidade.

Está pronto? Então boa leitura. As próximas páginas estão esperando por você com craques, histórias, perfis, matérias e, é claro, muito voleibol. O vôlei do Brasil está cada vez mais sensacional!

Um grande abraço a todos Marcel EickhoffMatz

(6)

VOLEINEWS ... 6 SELEÇÃO VOLEISHOW ... 8 AQUECIMENTO ... 5 VOLEISHOW ESTILO ... 16 HISTÓRIAS DO VÔLEI ... 18 ESSE É CRAQUE ... 20

SUPERLIGA ATRAINDO MAIS ESTRANGEIROS ... 24

ENTREVISTA COM MARCELO MENDEZ ... 31

ENTREVISTA COM KARIN LUNDQVIST ... 35

EMAGREÇA JOGANDO VÔLEI ... 40

TOQUE DE CAMPEÃ ... 43

MEU TREINADOR... 44

ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO DA CORTADA ... 46

AS DIFERENÇAS ENTRE VOLEIBOL MASCULINO E FEMININO ... 48

LEVANTAMENTO NO VÔLEI DE PRAIA ... 50

ENTENDENDO O PROCESSO DE LEVANTAMENTO ... 53

VOLEIBOL E SEUS COMPLEXOS, UMA ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA ... 56

A NOVA REGRA SOBRE A RECEPÇÃO ... 58

O ENTRA E SAI DOS PATROCÍNIOS NO VÔLEI ... 59

O PAPEL DA FISIOTERAPIA ESPORTIVA NO VOLEIBOL ... 60

LESÕES TRAUMÁTICAS NO VOLEIBOL ... 62

ARQUIBANCADA ... 64

INDICE

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SUPERLIGA B CONTA COM

A PARTICIPAÇÃO DAS SELEÇÕES DE BASE.

A segunda divisão do campeonato nacional de clubes masculinos deste ano conta com a participação das duas seleções de base do Brasil. O time infanto está participando como Brasil e a base da seleção juvenil joga pelo time do Olympico Club, de Belo Horizonte. Para o técnico Percy Oncken, a participação é importante para “dar experiência de jogo em competições já que não temos mais campeonatos, comparado com os europeus. Outro ponto importante é a evolução significativa que a equipe teve de um circuito para o outro. E é exatamente isso que pensávamos como objetivo secundário”.

BRASILEIROS SÃO ESCOLHIDOS MELHORES DO MUNDO.

O site italiano volleyball.it mais uma vez desenvolveu a sua tradicional pesquisa de opinião para apontar os melhores do mundo em cada posição e o levantador Bruninho, o técnico Bernardinho e a oposta Sheilla venceram. A final da competição dos levantadores foi contra o também brasileiro Raphael Vieira que defende, há alguns anos, o time do Trentino. No duelo entre Zé Roberto e Bernardinho venceu o técnico da nossa seleção masculina. A oposta Sheilla venceu a americana Hooker, que no ano passado ocupava a posição da própria Sheilla no time do Sollys.

RÚSSIA CONTINUA COMO FORTE MERCADO,

PRINCIPALMENTE DEPOIS DO TÍTULO OLÍMPICO.

O país mantém o nível de importação nos clubes e leva importantes competições para serem disputadas em seus domínios As finais da Champions League, melhor e mais forte campeonato de clubes da Europa, além da Universíade que será disputada na cidade de Kazan, no mês de julho. O país ainda tentou levar a fasefinal da Liga Mundial, porém a FIVB oficializou a disputa para a cidade de Mar del Plata, na Argentina. A fasefinal acontece do dia 17 ao dia 21 de julho.

(8)

FIVB CRIA NOVA CATEGORIA.

A partir deste ano a FIVB oficializa mais uma categoria de disputa para campeonatos mundiais de base. A categoria U-23 (Under-23) será para  jovens de até 23 anos. O objetivo é dar mais oportunidade para uma faixa etária que ainda tem pouco espaço nas seleções de seus respectivos países. Os campeonatos estão marcados para o mês de outubro, com a disputa do masculino aqui no Brasil e do feminino, no México. Com isso, a faixa etária de competições oficiais vai de U-16 até U-23, ou seja, dos 16 aos 23 anos existem competições oficiais da FIVB. A nossa seleção deverá ser uma das mais favorecidas, visto a grande formação de atletas no país e a falta de espaço para grandes competições.

BRASIL TEM DUAS BOLAS OFICIAIS NA QUADRA.

Com a entrada da MIKASA em competições nacionais (CBV), os clubes que participam deste tipo de competição receberam da própria CBV bolas para o treinamento e também para os jogos. Porém nos estaduais, a bola continuará sendo a Penalty e isso acarretará, além de um custo maior para os clubes, um rendimento inferior em quadra, pois a alternância da bola nos treinamentos prejudica o desenvolvimento do atleta.

CBV CRIA SELEÇÃO DE VÔLEI DE PRAIA

E JOGADORES JÁ TREINAM EM SAQUAREMA.

A confederação criou duas seleções permanentes de vôlei de praia, com o objetivo de escolher entre os participantes os jogadores(as) que vão representar o Brasil nas principais competições do calendário mundial. A seleção masculina é treinada pela experiente técnica Letícia Pessoa,  já a feminina tem o comando do técnico Marcos Miranda, que está feliz e motivado com o novo projeto. Ele diz ao site da CBV que “o objetivo é dar a melhor estrutura e a melhor qualidade de treinamento para que as atletas possam representar o Brasil da melhor maneira possível nas competições internacionais”. Vamos aguardar e ver o resultado deste novo modelo. Os jogadores já começam a mostrar certo desapontamento com a mudança.

(9)

ADENÍZIA

É um sucesso de simpatia com a torcida e de belas atuações na quadra. A central do time do Sollys deverá se manter como umas das principais centrais do Brasil nos próximos anos.

 JULIANA CARRIJO

Foi umas das maiores revelações em uma temporada onde novas levantadoras deram as caras. Levou o time do Praia Clube a sua melhor participação da história, um quinto lugar.

LORENA

é a sensação por onde passa. Liderando os contra-ataques do time da capital de SP ele é a paixão da torcida vermelha. O canhoto mais uma vez é destaque nos números da CBV.

GABI

Ela é comparada pelos técnicos como o Giba entre as mulheres. A ponteira está tendo uma oportunidade no time do Unilever devido à lesão que está afastando das quadras a americana Logan Tom. Voa Gabi!

MÁRIO JR

Mais uma vez figura entre os principais líberos do Brasil. Ele dá as cartas na zona de defesa do time do RJX e provavelmente deverá figurar com a camisa verde e amarela nos próximos anos.

LEAL

Quem conhece ou teve a oportunidade de vê-lo jogar sabe que é uma máquina de saque e ataque. Com muito treinamento para o passe, um dos fundamentos que tem mais dificuldade, ele promete que vai atacar muitas bolas no Brasil. Tem contrato de mais um ano com o SADA.

SELEÇÃO VOLEISHOW

GUSTAVO ENDRES

O que falar deste central que é um professor quando o assunto é bloqueio. Com estratégias definidas a partir da sua leitura, ele sai da situação de passividade do bloqueio para agredir os adversários e ajudar o time de Canoas.

    F     O     T     O     S     D     I     V     U     L     G     A     Ç     Ã     O     C     B     V        C        B        V        C        B        V        C        B        V        C        B        V        C        B        V        C        B        V        C        B        V

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(11)

MARINA DONATI DALOCA

A meio de rede do SESI-SP, Marina Donati Daloca, nasceu no dia 08/08/1979, em Jundiaí, na grande São Paulo. Ela adora ouvir música e uma de suas preferidas é “Better Sweet Simphony”, do The Verve. Sua banda favorita é Red Hot Chilli Peppers. Uma viagem considerada perfeita por Marina é conhecer o arquipélago de

Fernando de Noronha, em Pernambuco, acompanhada de seu noivo. Em momentos de folga, a atleta costuma ir para a casa dos pais, em Jundiaí, e não pode faltar seu noivo e seu cachorro. Seus planos para o futuro são terminar a faculdade e formar sua família.

VOCÊ TEM ALGUM AUTOR PREFERIDO? QUAL?

Não tenho um único autor, costumo ler biografias.

VOCÊ TEM O COSTUME DE LER SEMPRE

OU SÓ QUANDO ESTÁ NO MOMENTO DE DESCANSO?

Tenho o habito de ler sempre. Dou uma parada em semana de provas, na verdade mudo de leitura, né!

SE VOCÊ PUDESSE SER UM PERSONAGEM

DE UMA HISTÓRIA, QUAL SERIA? POR QUÊ?

Muita gente vai rir, mas queria ser o Harry Potter! Rsrs.

ESTÁ LENDO ALGUM LIVRO NESTE MOMENTO?

QUAL? FALA SOBRE O QUÊ?

Estou lendo “O Efeito Sombra”, que fala sobre um lado oculto que temos, que escondemos de nós mesmos por julgarmos ser errado, mas que a melhor maneira de lidar com isso é aceitando que todos temos defeitos e medos. Estou achando bem interessante.

VOCÊ TEM ALGUM LIVRO PARA INDICAR? QUAL?

Para as mulheres, indico a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” e também “Scar Tissue - A Vida Alucinada do Vocalista do Red Hot Chili Peppers”.

UM RECADINHO DE MARINA PARA OS FÃS:

“Só quero agradecer por todo o carinho ao longo da minha carreira, vocês são muito importantes para o crescimento e formação de cada um de nós, atletas.”

(12)

DANILO GELINSKI

Levantador do UFJF, nasceu dia 13/03/1990, em Guarapuava, Paraná. Quando está de folga gosta de viajar com a família, amigos e a namorada. Um lugar onde gostaria de ir é para a Califórnia, Estados Unidos. Danilo adora ouvir músicas de pagode, sertanejo e samba, gosta defilmes de suspense e seu livro preferido é “Uma vida sem limites”, de Nick Vujicic. Para o futuro, deseja continuar evoluindo na carreira e conquistar todos os seus objetivos.

QUAL A SUA BANDA PREFERIDA?

Não tenho uma banda especí fica favorita, gosto muito de sertanejo e ouço muitas duplas e bandas desse gênero.

VOCÊ JÁ FOI A ALGUM SHOW DESTAS BANDAS? O QUE ACHOU?

 Já fui a alguns shows, como Victor e Léo, Guilherme e Santiago, Gustavo Lima, Cesar Menoti e Fabiano, todos muito bons, mas o que mais gostei foi o da dupla Cesar Menoti e Fabiano, em Pará de Minas, MG.

QUAL SHOW QUE VOCÊ FOI E FICOU MARCADO

COMO O MELHOR DA SUA VIDA?

Apesar de não ser uma banda do gênero sertanejo, o show que posso dizer que foi o melhor da minha vida foi o do grupo Sambô, em Juiz de Fora, MG. A banda toca vários sucessos nacionais e internacionais em ritmo de samba, outro gênero que gosto muito.

VOCÊ TEM O COSTUME DE FREQUENTAR GRANDES SHOWS OU

PREFERE ALGO MAIS CALMO, EM BARES E CASAS NOTURNAS?

Gosto muito de ir a grandes shows, mas muitas vezes não tenho oportunidade de frequentá-los. Costumo, então, ir a bares e casas noturnas, onde ocorrem shows menores e onde consigo me divertir com meus amigos e escutar música boa.

PARA VOCÊ A SEGURANÇA E O CONFORTO EM GRANDES SHOWS

SÃO FUNDAMENTAIS?

Com certeza a segurança e o conforto são fundamentais, assim é possível aproveitar e se divertir muito mais nesses eventos.

MENSAGEM DA DANILO GELINSKI PARA OS FÃS:

“Gostaria de agradecer o apoio de todos, principalmente da minha família. Continuem torcendo porque eu vou dar sempre o meu melhor.”

(13)

ARY NOBREGA

O ponteiro do Sesi-SP, Ary Nobrega, nasceu no dia 10/07/1991, em Recife, Pernambuco. Com 21 anos, Ary gosta de jogar videogame nas horas vagas e assistir a um bomfilme de ação ou drama. Na sua lista de favoritos está “Forrest Gump”. Além disso, gosta de ler e o livro que ele indica é “A Cabana”. Uma viagem considerada perfeita seria uma praia acompanhada de uma boa companhia, de preferência, que esta companhia seja sua namorada. Seu plano para o futuro é conseguir ter estabilidade financeira.

QUAL O GÊNERO DE FILME QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE ASSISTIR?

Drama e ação.

SE PUDESSE VIVER UMA HISTÓRIA, QUAL VOCÊ GOSTARIA DE VIVER?

Nofilme “Sem Limites”, com Bradley Cooper.

MUDARIA O FINAL DE ALGUM FILME QUE VOCÊ ASSISTIU E DEIXOU A

DESEJAR?

“O Dia Em Que A Terra Parou”, com Keanu Reeves.

TEM ALGUM FILME QUE ESTÁ COM VONTADE

DE ASSISTIR E QUE NÃO CONSEGUIU VER AINDA? QUAL?

Sim, vários. Com o calendário da Superliga, não sobra muito tempo para ir ao cinema. Gostaria de ver “Django Livre”, do Tarantino.

QUAL A GULOSEIMA QUE VOCÊ MAIS GOSTA

DE COMER QUANDO ESTÁ ASSISTINDO ESTE TIPO DE FILME?

Quando vejo em casa costumo fazer um brigadeiro de panela, no cinema é a tradicional pipoca.

PREFERE ASSISTIR EM CASA, SOSSEGADO OU IR AO CINEMA?

Depende do filme. Acho que vale a pena ir ao cinema pela qualidade, ainda mais quando é um filme com efeitos especiais.

QUAL A MELHOR COMPANHIA QUE SE PODE

TER PARA ASSISTIR ESTE TIPO DE FILME?

Minha namorada.

MENSAGEM DO ARY PARA SEUS FÃS:

“Um abraço para quem me acompanha e gosta do meu vôlei e um abraço especial para meu Fã Clube no Twitter!”

(14)

SAMARA DE ALMEIDA COELHO

É a promessa do voleibol, nasceu em 16/07/1992, em São Paulo, capital. Com 20 anos,

atualmente joga na equipe Sollys/Nestlé e é ponteira. Samara gosta de viajar, e os

lugares que ela adoraria conhecer são Amsterdã e Roma. Nas horas vagas aproveita

para ler livros, na lista dos seus preferidos o espaço é de “Nunca Deixe de Tentar”,

de Michael Jordan. Falando de música, a ponteira do Sollys é muito eclética, mas

entre suas preferidas está “Sorrir”, de Chitãozinho & Xororó. Nas suas folgas gosta

de rever os amigos e curtir a família. Seus planos para o futuro são se estabilizar

nanceiramente, casar e ter seus

lhos.

VOCÊ GOSTARIA DE TER COMPOSTO ALGUMA MÚSICA? QUAL?

Não possuo esse dom.. (risos)

QUAL A BANDA QUE MAIS GOSTA DE OUVIR ANTES DE UMA PARTIDA?

“Seu Jorge”, porque sua voz me tranquiliza e consequentemente me faz concentrar, e

Djavan, por ser a paz em pessoa.

ALGUMA MÚSICA FAVORITA DESTAS BANDAS?

Seu Jorge: “Tive Razão” e Djavan: “Samurai” e “Já Não Somos Dois”.

VOCÊ TEM PREFERÊNCIA POR ALGUM

ESTILO MUSICAL? SE FOR MAIS DE UM, QUAIS?

Minha preferência é o MPB e samba de raiz, mas quando se faz parte de um grupo

grande de pessoas, você acaba ouvindo o gosto de todos e acaba gostando de tudo um

pouco. Posso dizer que sou sertaneja, pagodeira e até funkeira, às vezes.. (risos)

SE VOCÊ PUDESSE TOCAR ALGUM INSTRUMENTO

EM UMA BANDA, QUAL SERIA ESTE INSTRUMENTO E A BANDA?

Tocar violão com Nando Reis seria fantástico! Ser uma das violinistas do Sinfônico do

Chitãozinho & Xororó também não seria nada mal. Eu também poderia tocar pandeiro

pros mestres Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Jorge Aragão.. (risos)

QUAIS AS CINCO MÚSICAS QUE NÃO

PODEM FALTAR NA SUA PLAYLIST?

“Sorrir” - Chitãozinho & Xororó e Djavan | “É isso aí” - Ana Carolina e Seu Jorge

“Ela une todas as Coisas” - Jorge Vercillo | “Espelho” - Diogo Nogueira

“Por onde andei” - Nando Reis

MENSAGEM DA SAMARA PARA OS FÃS:

(15)
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(18)

Assessoria Financeira para Atletas Profissionais

www.topconsulting.com.br

Desculpem-nos pelo transtorno.

Espaço insuficiente para a grandeza

e talento de nossos atletas.

(19)

VENDE

SE

 Jogador quer vender seu carro Fiat muito antigo.

Coloca um papel no vidro do carro com o dizer:

VENDE-SE

.

Um colega do time vê o anúncio e coloca outro papel embaixo do vidro:

DUVIDO

.

BRINCADEIRA

O técnico pergunta a um dos jogadores em teste, em que posição ele jogava.

O jogador responde:

- Eu brinco nas seis.

E o treinador:

- Então você está no lugar errado. O parque de diversões é do outro lado da cidade.

BREAKFAST

Na apresentação de uma equipe masculina em junho, contrataram um jogador

canadense para integrar o grupo.

No terceiro dia de treinos, pela manhã, o estrangeiro fala para os companheiros:

- I am going eat my breakfast.

Todos os outros jogadores se entreolharam e um perguntou para o colega do lado:

- O que é breakfast?

Sem pestanejar e achando que sabe tudo da língua estrangeira, responde:

- PRETO RÁPIDO.

ZERO GRAU

A delegação prestes a pousar na Itália, ouve o piloto dizer:

Em 10 minutos estaremos pousando no aeroporto de Roma.

A temperatura é de zero grau.

A jogadora fala para a companheira ao lado:

-Graças a Deus, não está quente nem frio.

INGLÊS DE PRIMEIRA

No aeroporto de Chicago, o supervisor da equipe juvenil, para agilizar porque

tinha pouco tempo, resolveu dar só um tipo de comida para toda a delegação.

Decidiu que seria risoto de frutos do mar.

Quando chegou a comida, um jogador vendo que tinha Polvo no seu prato

comentou com o colega de mesa:

- Cara, eu não como estas coisas. Eu não falo nada de inglês e como vou trocar

este prato sem o chefe saber?

O colega querendo ajudar:

- Pede para o garçom para tirar o Polvo.

- E como se fala Polvo em inglês?

E o colega sem pestanejar:

- Acho que é PEOPLE!

Mais uma vez foi um prazer contar algumas das histórias engraçadas que vivenciei

ou ouvi dizer neste longo tempo em que trabalho com o vôlei. Abraços!

Rommel Milagres

Preparador Físico do Minas e da Seleção Infanto Feminina do Brasil. Escritor nas horas vagas.

(20)
(21)

Thaisa

é unanimidade entre a torcida do Sollys/Osasco e lógico entre todos que entendem de voleibol. A força no ataque desta central de 1,96m nascida em 1987 é um dos seus pontos fortes. Jogando no melhor time do Brasil, a central conquistou, já nesta temporada, o título mundial de clubes e, com a seleção, foi campeã olímpica. Além da qualidade no ataque e no bloqueio ela tem um dos melhores saques do mundo, o que causa um verdadeiro desespero em qualquer linha de passe, pois o seu flutuante vem literalmente de cima

para baixo.

       C        B        V

(22)

Fofão

é a história do vôlei feminino no Brasil. Presente durante tantos anos na nossa seleção ela já havia parado de jogar profissionalmente e por um pedido especial voltou a defender um time profissional. O comando do técnico Bernardinho e a dupla formada com a jovem Roberta são os fatores que dão condição da craque atuar durante praticamente toda a Superliga. Perfeita tecnicamente e muito experiente taticamente, ela é o cérebro do time carioca. Completou 43 anos recentemente.

      U       N       I       L       E       V       E       R

ESSA É CRAQUE

(23)

Wallace

é assustador. Claro que não estamos falando de beleza, essa linha não é nossa responsabilidade. Atualmente, os jovens  jogadores devem tentar reproduzir os seus ataques pelo Brasil

afora, porém as cenas que vemos pela televisão são feitas por um profissional, não devem ser executadas por qualquer um. ELE VOA. No auge fisicamente, ele já tem um lugar na seleção e está sendo uma referência no time do SADA em mais uma temporada. Tem 26 anos, 1,98m e chega aos 3,50m quando ataca.

ESSE É CRAQUE

       C        B        V

(24)

Dante

sempre foi assim. Tranquilo, sereno e na quadra muito eficiente. Ele é craque no sentido literal da palavra. Quem conhece sabe da facilidade com que ele executa os fundamentos do vôlei, muitas vezes parece que ele está brincando de jogar. O atacante do RJX está brilhando nesta Superliga. O jogador, que está no Brasil há dois anos, depois de uma longa carreira internacional, acredita que ainda é possível jogar mais uma olimpíada. A torcida do vôlei brasileiro é total para que ele esteja na seleção do Brasil no Rio em 2016. Está com 32 anos e tem 2,01m.

ESSE É CRAQUE

       C        B        V

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SUPERLIGA

SUPERLIGA

A

A

TRAINDO

TRAINDO

MAIS

MAIS

ESTRANGEIROS

ESTRANGEIROS

O vôlei do Brasil vem tendo bons resultados a nível mundial há pelo menos 20

O vôlei do Brasil vem tendo bons resultados a nível mundial há pelo menos 20

anos. Esse fator promoveu um crescimento do esporte e uma profissionalização

anos. Esse fator promoveu um crescimento do esporte e uma profissionalização

do mesmo. Há alguns anos o sucesso da modalidade gerou uma “exportação”

do mesmo. Há alguns anos o sucesso da modalidade gerou uma “exportação”

de talentos para o vôlei mundial. Nos anos 90, os principais craques da seleção

de talentos para o vôlei mundial. Nos anos 90, os principais craques da seleção

masculina atuavam, na sua maioria, na Europa, mais precisamente na Itália. Os

masculina atuavam, na sua maioria, na Europa, mais precisamente na Itália. Os

investimentos nas equipes nacionais não tinham como se equipararem com os

investimentos nas equipes nacionais não tinham como se equipararem com os

investimento

(26)

Com a criação da Superliga e o aumento da visibilidade

Com a criação da Superliga e o aumento da visibilidade

no esporte nos últimos anos, principalmente pelo canal

no esporte nos últimos anos, principalmente pelo canal

fechado Sportv, os investimentos foram aumentando e

fechado Sportv, os investimentos foram aumentando e

com isso as nossas grandes estrelas voltaram a atuar

com isso as nossas grandes estrelas voltaram a atuar

no país. Hoje aproximadamente 90% dos integrantes das

no país. Hoje aproximadamente 90% dos integrantes das

nossas seleções principais atuam em casa. O modelo de

nossas seleções principais atuam em casa. O modelo de

pontuação que a CBV usa para equilibrar os times (veja a

pontuação que a CBV usa para equilibrar os times (veja a

explicação no quadro abaixo) fez como que, não só por

explicação no quadro abaixo) fez como que, não só por

opção técnica, os times importassem bons jogadores de

opção técnica, os times importassem bons jogadores de

todas as partes do mundo. Com a utilização de jogadores

todas as partes do mundo. Com a utilização de jogadores

estrangeiros, a possibilidade de melhorar o time sem

estrangeiros, a possibilidade de melhorar o time sem

somar pontos é uma ótima opção.

somar pontos é uma ótima opção.

O superintendente da CBV Renato D’Avila acredita que

O superintendente da CBV Renato D’Avila acredita que

“a chegada de atletas estrangeiros é uma questão de

“a chegada de atletas estrangeiros é uma questão de

mercado. Os clubes brasileiros conseguiram atingir

mercado. Os clubes brasileiros conseguiram atingir

patamares de investimento comparáveis aos da Europa.

patamares de investimento comparáveis aos da Europa.

Sendo assim, foi possível o repatriamento de diversos de

Sendo assim, foi possível o repatriamento de diversos de

nossos jogadores e

nossos jogadores e a contratação de alguns a contratação de alguns estrangeirosestrangeiros”.”.

Quando perguntado sobre a diminuição do espaço para os

Quando perguntado sobre a diminuição do espaço para os

 jogador

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é, de acordo com os clubes, manter um pequeno limite

é, de acordo com os clubes, manter um pequeno limite

de jogadores estrangeiros (1 ou 2) por temporada em

de jogadores estrangeiros (1 ou 2) por temporada em

cada equipe. Entendemos que dentro desse limite não

cada equipe. Entendemos que dentro desse limite não

estaremos prejudicando a formação e o amadurecimento

estaremos prejudicando a formação e o amadurecimento

dos nossos jogadores”. O fator que levou o Brasil, que é

dos nossos jogadores”. O fator que levou o Brasil, que é

conhecido no mundo do vôlei como um país formador, a

conhecido no mundo do vôlei como um país formador, a

atrair jogadores é o atual momento político, econômico e

atrair jogadores é o atual momento político, econômico e

de desenvolvimento do país,

de desenvolvimento do país, fifinaliza ele.naliza ele.

Esse é o foco principal dessa matéria. Há algum tempo

Esse é o foco principal dessa matéria. Há algum tempo

o modelo das equipes e da competição realizada aqui no

o modelo das equipes e da competição realizada aqui no

Brasil é compatível com os melhores campeonatos do

Brasil é compatível com os melhores campeonatos do

mundo, o que acaba atraindo alguns bons jogadores e

mundo, o que acaba atraindo alguns bons jogadores e

técnicos estrangeiros. Os valores investidos aqui no Brasil

técnicos estrangeiros. Os valores investidos aqui no Brasil

competem com os principais países como, por exemplo,

competem com os principais países como, por exemplo,

Rússia, Turquia, Japão, Itália, Azerbaijão ou algum outro

Rússia, Turquia, Japão, Itália, Azerbaijão ou algum outro

país referência no vôlei como a atual Polônia.

país referência no vôlei como a atual Polônia.

Nessa temporada temos jogando na Superliga masculina

Nessa temporada temos jogando na Superliga masculina

5 estrangeiros e na Superliga feminina temos, inscritas, 7

5 estrangeiros e na Superliga feminina temos, inscritas, 7

 jogadoras. Temos dois t

 jogadoras. Temos dois técnicos arécnicos argentinos digentinos dirigindo trigindo timesimes

mineiros e uma jogadora atuando no circuito BB de vôlei

mineiros e uma jogadora atuando no circuito BB de vôlei

de praia. Ou seja, no total são 15 pro

de praia. Ou seja, no total são 15 profifissionais atuandossionais atuando

por aqui, o que signi

por aqui, o que signififica aproximadamente 5% do mercadoca aproximadamente 5% do mercado

de jogadores. O percentual de vagas ocupadas, já que a

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CBV permite dois estrangeiros em cada equipe já

CBV permite dois estrangeiros em cada equipe já aumentaaumenta

para 20% no masculino e

para 20% no masculino e 30% no feminino. A 30% no feminino. A confederaçãconfederaçãoo

permite no masculino, onde temos 12 times na disputa, 24

permite no masculino, onde temos 12 times na disputa, 24

estrangeiros e no feminino 20 “gringas”, onde compõem a

estrangeiros e no feminino 20 “gringas”, onde compõem a

tabela 10 equipes.

tabela 10 equipes.

Comparando o Brasil com a Itália, que sempre foi o

Comparando o Brasil com a Itália, que sempre foi o destinodestino

para onde a maioria dos

para onde a maioria dos nossos craques migrava, o nossonossos craques migrava, o nosso

país ainda tem poucos jogadores “importados”. Na Itália

país ainda tem poucos jogadores “importados”. Na Itália

o número de estrangeiros, somente na liga masculina,

o número de estrangeiros, somente na liga masculina,

está em torno de 70 jogadores, uma média de quase 6

está em torno de 70 jogadores, uma média de quase 6

estrangeiros por time. Claro que estamos falando de um

estrangeiros por time. Claro que estamos falando de um

país acostumado a vender a ideia de

país acostumado a vender a ideia de um campeonato comum campeonato com

as maiores estrelas do mundo em quadra.

as maiores estrelas do mundo em quadra.

Voltando ao mercado nacional, hoje o país que mais

Voltando ao mercado nacional, hoje o país que mais

fornece jogadores para o Brasil, tanto no masculino, quanto

fornece jogadores para o Brasil, tanto no masculino, quanto

no feminino é Cuba. O projeto político do país mantém os

no feminino é Cuba. O projeto político do país mantém os

 jogador

 jogadores es “presos” “presos” em em um um mercado mercado internointerno, o , o que que acabaacaba

rendendo pouco dinheiro para os atletas. Em

rendendo pouco dinheiro para os atletas. Em função disso,função disso,

Cuba está sendo abandonada pelos jogadores, que

Cuba está sendo abandonada pelos jogadores, que fificamcam

pelo menos 2 anos sem atuar para poder ter o seu passe

pelo menos 2 anos sem atuar para poder ter o seu passe

livre. Com esse abandono ao país, os jogadores entram

livre. Com esse abandono ao país, os jogadores entram

em um mercado mundial e são, pelo menos em termos

em um mercado mundial e são, pelo menos em termos

numéricos, os preferidos pelos técnicos

numéricos, os preferidos pelos técnicos brasileiros. Alémbrasileiros. Além

dos cubanos, temos dois jogadores da Europa e outras

dos cubanos, temos dois jogadores da Europa e outras

duas da América do Norte. No vôlei de praia, a sueca

duas da América do Norte. No vôlei de praia, a sueca

Karin Lundqvist, é a representante estrangeira dentro do

Karin Lundqvist, é a representante estrangeira dentro do

universo formado pelos brasileiros. Conheça mais sobre

universo formado pelos brasileiros. Conheça mais sobre

ela em uma entrevista muito

ela em uma entrevista muito legal na seção Vôlei de praia.legal na seção Vôlei de praia.

MODELO DE PONTUAÇÃO

MODELO DE PONTUAÇÃO

A CBV estabelece uma pontuação que vai de zero até

A CBV estabelece uma pontuação que vai de zero até

7 pontos. Todos os anos cada time dá uma nota para os

7 pontos. Todos os anos cada time dá uma nota para os

 jogadore

 jogadores, s, queque fificam com uma média que será a suacam com uma média que será a sua

pontuação para a próxima temporada. Cada time tem a

pontuação para a próxima temporada. Cada time tem a

possibilidade de montar um time com o máximo de 32

possibilidade de montar um time com o máximo de 32

pontos. Os estrangeiros que vem para o Brasil, quando

pontos. Os estrangeiros que vem para o Brasil, quando

pela primeira vez, tem a

pela primeira vez, tem a pontuação zerada.pontuação zerada.

A partir de agora você terá a opinião dos principais atletas

A partir de agora você terá a opinião dos principais atletas

estrangeiros sobre diversos fatores a respeito do Brasil.

estrangeiros sobre diversos fatores a respeito do Brasil.

Sobre a nossa competição, sobre a estrutura dos clubes,

Sobre a nossa competição, sobre a estrutura dos clubes,

sobre os tipos da escola brasileira e outros detalhes que

sobre os tipos da escola brasileira e outros detalhes que

chamam a atenção aqui no nosso p

(27)

O que oportunizou a

O que oportunizou a

vinda ao Brasil?

vinda ao Brasil?

A primeira coisa é que para mim tudo isso é uma grande aventura. Saber que o

A primeira coisa é que para mim tudo isso é uma grande aventura. Saber que o

Zé Roberto seria o técnico do time também me ajudou a tomar a decisão de

Zé Roberto seria o técnico do time também me ajudou a tomar a decisão de

 jogar aqui no Brasil.

 jogar aqui no Brasil.

Quais eram as expectativas e o

Quais eram as expectativas e o

que está achando d

que está achando d

o vôlei brasileiro?

o vôlei brasileiro?

Eu achava que era um campeonato forte, mas agora com a experiência de jogar

Eu achava que era um campeonato forte, mas agora com a experiência de jogar

aqui eu posso dizer que é um campeonato mais forte do que eu estava esperando.

aqui eu posso dizer que é um campeonato mais forte do que eu estava esperando.

O que tem achado do modelo

O que tem achado do modelo

de competição do Brasil, a Superliga?

de competição do Brasil, a Superliga?

Eu estou gostando. O modelo de dois jogos na semana não dá muito tempo para

Eu estou gostando. O modelo de dois jogos na semana não dá muito tempo para

descansar, mas eu estou gostando, estou achando muito bom. Eu não tenho

descansar, mas eu estou gostando, estou achando muito bom. Eu não tenho

problema com dois jogos por

problema com dois jogos por semana, tenho só 22 semana, tenho só 22 anos. anos. Além disso, na SuperligaAlém disso, na Superliga

feminina existe um equilíbrio muito grande, todos podem ganhar ou perder.

feminina existe um equilíbrio muito grande, todos podem ganhar ou perder.

Onde mais já jogou?

Onde mais já jogou?

Só joguei na Itália.

Só joguei na Itália.

O que tem achado da estrutura dos clubes?

O que tem achado da estrutura dos clubes?

Eu não posso falar sobre os outros clubes, mas aqui na AMIL é muito bom, melhor

Eu não posso falar sobre os outros clubes, mas aqui na AMIL é muito bom, melhor

que na Itália. Nós temos um ótimo ginásio, academia e moramos perto. Sobre os

que na Itália. Nós temos um ótimo ginásio, academia e moramos perto. Sobre os

ginásios dos adversários, onde nós jogamos, eu achei todos bons. Sempre com torcida,

ginásios dos adversários, onde nós jogamos, eu achei todos bons. Sempre com torcida,

isso é ótimo.

isso é ótimo.

O que pensa sobre

O que pensa sobre

a escola do

a escola do

vôlei do Brasil?

vôlei do Brasil?

Eu acho que se joga com menos tática que na Itália, por exemplo. Lá tínhamos

Eu acho que se joga com menos tática que na Itália, por exemplo. Lá tínhamos

que estudar muitas coisas antes do jogo.

que estudar muitas coisas antes do jogo.

Como está sendo

Como está sendo

a comunicação entre o time?

a comunicação entre o time?

Está bem agora, no início todas as companheiras me ajudaram. Quando cheguei,

Está bem agora, no início todas as companheiras me ajudaram. Quando cheguei,

conversava em italiano com as mulheres que já haviam jogado na Itália e algumas

conversava em italiano com as mulheres que já haviam jogado na Itália e algumas

vezes em inglês. Mas busquei aprender rápido o português.

vezes em inglês. Mas busquei aprender rápido o português.

Qual a opinião sobre

Qual a opinião sobre

imprensa, arbitragem e torcida aqui?

imprensa, arbitragem e torcida aqui?

Eu acho que aqui no Brasil existe um bom espaço do vôlei na TV e nos jornais, pelo

Eu acho que aqui no Brasil existe um bom espaço do vôlei na TV e nos jornais, pelo

menos mais que na Europa. A arbitragem eu acho boa, mas a minha opinião é que

menos mais que na Europa. A arbitragem eu acho boa, mas a minha opinião é que

deve ser inserido no jogo o uso de imagem. Uma bola pode mudar tudo! A torcida

deve ser inserido no jogo o uso de imagem. Uma bola pode mudar tudo! A torcida

aqui é muito legal, quando está a favor é incrível. O importante é que o ginásio é cheio.

aqui é muito legal, quando está a favor é incrível. O importante é que o ginásio é cheio.

Em sua opinião, qual

Em sua opinião, qual

o ponto forte do j

o ponto forte do j

ogador brasileiro?

ogador brasileiro?

O coração! Eles têm muita paixão quando jogam. Eles têm muita vontade.

O coração! Eles têm muita paixão quando jogam. Eles têm muita vontade.

O comportamento deles no jogo chama a atenção, não desistem nunca.

O comportamento deles no jogo chama a atenção, não desistem nunca.

Tem expectativa de

Tem expectativa de

fifi

car por aqui

car por aqui

por mais tempo?

por mais tempo?

Aprovou o vôlei brasileiro?

Aprovou o vôlei brasileiro?

Tenho sim! Eu tenho vontade de

Tenho sim! Eu tenho vontade de fificar, se tiver oportunidade.car, se tiver oportunidade.

ELISA

ELISA

VASILEVA

VASILEVA

AMIL

AMIL

 Jogador

 Jogador

a búlgara

a búlgara

que atua

que atua

como ponteira. Jovem com

como ponteira. Jovem com

apenas 22 anos. Tem o ataque

apenas 22 anos. Tem o ataque

como seu ponto forte. Mede

como seu ponto forte. Mede

1,94m e pesa 72kg.

(28)

O que te motivou a jogar no Brasil?

Eu estava jogando na Grécia. Joguei com um brasileiro lá e ele me disse que aqui o nível era muito bom e, principalmente, que o mercado era seguro, correto. O nível do vôlei brasileiro eu  já conhecia pela seleção. Eu vim para cá para melhorar o meu nível de jogo.

Quais eram as tuas expectativas

com relação ao vôlei brasileiro?

Eu sabia muita coisa como, por exemplo, que era um esporte muito adorado pela população. O trabalho técnico era bem feito desde as categorias de base, a parte física muito valorizada. Até agora o vôlei brasileiro tem se mostrado muito organizado.

O que você tem achado

do modelo das competições no Brasil?

Eu estou achando muito bom, porém eu penso que poderíamos ter mais competições durante o ano. Não entendendo por que aqui não temos uma Copa do Brasil. A Superliga poderia demorar mais durante o ano.

Onde já jogou?

Eu joguei alguns anos na Grécia e o restante da minha carreira foi na seleção Cubana.

O que tem achado da estrutura dos clubes aqui no Brasil?

Aqui na Medley a estrutura é muito boa. Aqui dá paraficar tranquilo, jogar tranquilo e pensar

somente em vôlei.

O que você acha da escola brasileira?

Eu acho que realmente aqui se tem uma escola, pois os jogadores fazem de tudo muito bem. Os jogadores aqui não só atacam ou sacam, por exemplo, eles são completos. Eu tenho certeza que isso é o trabalho com a base.

Como é a escola cubana de vôlei?

É muito boa, lá no início passamos por todas as posições. Quando estamos com mais ou menos 14 anos somos direcionados para uma posição. Se der errado ainda podemos trocar. Eu comecei tarde com 14 anos, mas as aulas para o vôlei começam com 6 ou 7 anos. O modelo de vôlei cubano é trabalhado em todos os clubes e escolas da mesma maneira. A federação criou um modelo e os técnicos aplicam em seus locais de trabalho.

O modelo é muito bom.

Como foi e como está sendo a comunicação com o time?

Eu não tive problema. Eu falo 5 línguas e aqui temos jogadores que já haviam jogado na Itália, outros falam inglês, eu falo espanhol também. Não tive problema. Hoje já falo um portunhol.

O que você acha do espaço que

o vôlei tem na mídia aqui no Brasil?

Eu acho que é muito bom, mas ainda existe espaço para crescer mais.

E sobre a arbitragem?

Como em tudo na vida acho que dá para melhorar. Acho que os juízes que comandam o jogo em cima precisam confiar mais nas suas marcações. Não depender tanto dos auxiliares.

Todos precisamficar muito atentos, o jogo está muito rápido e uma bola pode mudar o rumo

da partida.

O que achou da torcida brasileira?

Eu acho que aqui a torcida é apaixonada. Estou gostando muito. A torcida da Medley é incrível, nos ajuda o tempo todo.

Qual o ponto forte do jogador brasileiro?

Eu já falei que eles são completos, na grande maioria. Mas o ponto que mais me chama a atenção é que não desistem nunca. Nós cubanos não sabemos jogar atrás.

Pretende

car aqui por mais tempo?

Sim, se tiver oportunidade sim. Gostei muito daqui.

Eu sempre falo que podemos ser melhores, claro que com certo sacrifício. É esse o meu toque aos leitores! Eu agora sou mais brasileiro do que todos os outros da Superliga, meufilho

nasceu aqui, durante esta temporada! Abraços.

ROLANDO

 JURQUIN

DESPAIGNE

MEDLEY

 Jogador cubano que atua como

ponteiro. Ele tem um ataque

digno dos nascidos em Cuba.

Com 26 anos, 2,03m e 103kg

garante poder de fogo

ao time onde joga.

(29)

O que oportunizou a tua vinda para o Brasil?

O que me trouxe, além da vontade de atuar aqui, foi o convite do SADA e a

negociação do meu empresário Alessandro Lima.

Quais eram as suas expectativas com o vôlei

daqui e o que está achando do vôlei brasileiro?

As minhas expectativas eram bastante boas. Estou achando o vôlei brasileiro

muito bom.

O que você tem achado do modelo

de competição do Brasil, a Superliga?

Eu estou gostando muito de jogar a Superliga. É uma ótima competição.

Onde mais já jogou?

Só tinha jogado em Cuba, por muitos anos, pela seleção nacional.

Como você vê o seu time?

É muito bom, todos temos o mesmo objetivo, de ser cada dia melhores, além de

sermos bons companheiros.

O que pensa sobre a escola do vôlei do Brasil?

Acho que os brasileiros são muito bons no passe e na defesa. Outro fator é que

não desistem nunca.

Como está sendo a comunicação entre o time?

No início foi bem difícil, mas com o tempo as coisas foram melhorando e hoje

está muito bom.

Qual a opinião sobre imprensa,

arbitragem e torcida aqui?

Eu acho que a TV mostra bastante jogos. Sobre os árbitros, acho que podem

melhorar. A torcida, a nossa torcida do Cruzeiro, é muito boa. Eu

co muito feliz

de jogar para essa torcida.

Tem expectativa de

car por aqui

por mais tempo? Aprovou o vôlei brasileiro?

Sim, eu tenho mais um ano de contrato com o SADA/CRUZEIRO. Quero

car por

mais tempo aqui, pois temos um ótimo campeonato, de alto nível. Atuando

nesse nível posso melhorar ainda mais o meu jogo.

YOANDY

LEAL HIDALGO

SADA/CRUZEIRO

Outro canhão! O ponteiro cubano

vice-campeão mundial em 2010

com a seleção de Cuba é muito

forte no ataque e no saque. Tem

24 anos, 2m e 104kg.

(30)

Quais os motivos que te trouxeram ao Brasil?

Eu queria muito jogar em uma liga de alto nível, achei que teria isso no Brasil

e por esse motivo estou aqui.

Quais eram as tuas expectativas com relação

ao vôlei do Brasil e o que tu projeta para o futuro?

Eu sabia que o nível era muito alto e eu acho que isso só tende a aumentar no

futuro. Um parâmetro são as seleções do país que sempre tem ótimos resultados

pelo mundo.

Por onde já jogou além da República Tcheca?

Além do meu país, eu joguei alguns anos na França.

O que achou da estrutura do Minas?

Eu acho a estrutura ótima, temos tudo o que precisamos para desenvolver

o melhor no clube. É um ótimo clube.

O que acha da arbitragem e das torcidas?

Acho a arbitragem boa. Sobre as torcidas, posso a

rmar que são as mais

vibrantes que eu conheço.

Qual o ponto forte do jogador brasileiro?

Eu acho que é a parte física, estão sempre muito bem

sicamente.

Está gostando daqui? Pretende

car por mais tempo?

Eu pretendo sim, gosto muito daqui.

FILIP

REJLEC

VIVO/MINAS

 Jogador tcheco que está na

segunda temporada aqui no

Brasil. Um oposto e

ciente

nos números e muito bom

tecnicamente. Tem 31 anos,

1,97m e 85kg.

       C        B        V

(31)

O que oportunizou a vinda ao Brasil?

Hoje a Superliga é uma das quatro ligas mais importantes do mundo, foi isso que me motivou a vir jogar no Minas.

Quais eram as expectativas

e o que está achando do vôlei brasileiro?

Esperava um vôlei muito potente, sobretudo em ataque e saque. Afirmo que é uma das ligas mais competitivas do mundo porque você pode ganhar e perder de qualquer time.

O que tem achado do modelo

de competição do Brasil, a Superliga?

Acho muito bom o sistema de dois jogos por semana. Estava acostumado a jogar só um jogo por semana na Europa, desse jeito a semana fica muito longa.

Onde mais já jogou?

Joguei cinco anos na Itália e um ano na Grécia.

O que tem achado da estrutura dos clubes?

As estruturas acho que são muito boas, principalmente a estrutura do Minas, que é uma das melhores que eu conheço no mundo intero. O Minas é um clube impressionante e estou muito contente por jogar aqui.

O que pensa sobre a escola do vôlei do Brasil?

A escola sem dúvida alguma é a primeira do mundo em formar jogadores. Acho que é por isso que Brasil ganhou tudo nos últimos 11 anos.

Como está o trabalho em equipe?

O time é ótimo, um grupo de jogadores muito profissional e também são pessoas muito boas. Isso é muito importante para trabalhar.

Qual a opinião sobre imprensa,

arbitragem e torcida aqui?

Acho que a imprensa faz um trabalho ótimo, sempre focado em todos os times e  jogadores, acho isso legal. A arbitragem sempre foi muito correta, não tenho muito

para falar dos árbitros, estão fazendo um ótimo trabalho. A torcida do Clube é muito importante pra nós, eles motivam a gente para tentar ganhar todos os jogos, eles são o sétimo jogador na quadra.

Em sua opinião qual o ponto forte do jogador brasileiro?

Acho que o brasileiro é muito forte no ataque, sempre os jogadores brasileiros atacam muito bem. Mas resumindo, o brasileiro sabe jogar muito bem.

Tem expectativa de

car por aqui por mais tempo?

Aprovou o vôlei brasileiro?

Eu gostaria de permanecer aqui no Brasil muitos anos, vamos ver se consigo isso. Acho a Superliga muito competitiva e de altíssimo nível, gostaria muito de ficar.

RODRIGO

QUIROGA

VIVO/MINAS

 Jogador argentino que atua

como ponteiro. Tem 26

anos e uma longa carreira

internacional. Tem como seu

ponto forte a qualidade e o

equilíbrio nos fundamentos.

Mede 1,90m e pesa 78kg.

       F        I        V        B

(32)

ENTREVISTA COM

MARCELO

MENDEZ

O que os jogadores pensam sobre o nosso

vôlei no momento atual é importante, porém

a análise do técnico campeão brasileiro com

 passagens pelo vôlei da Itália, da Argentina e

da Espanha é fundamental. Com esse objetivo,

trazemos para vocês o que pensa o técnico

argentino Marcelo Mendez sobre diversos

 fatores a respeito do nosso vôlei. Marcelo é

técnico do time do SADA/CRUZEIRO, está na

sua quarta Superliga e é o atual campeão da

competição, além de vice-campeão do Mundo

com a equipe mineira.

O QUE TE TROUXE PARA O BRASIL?

Eu estava já há algum tempo na Espanha, com a seleção e com o clube. A situação não estava muito boa e minha vontade era de voltar a ficar mais perto da família. Sempre me entusiasmou trabalhar com o vôlei brasileiro, um vôlei campeão do mundo, campeão olímpico e com jogadores muito bons tecnicamente.

SEMPRE ACOMPANHOU

O VÔLEI BRASILEIRO?

Sim, sempre acompanhei. Desde o tempo que era  jogador, fui central, e joguei no vôlei argentino e na

série A2 da Itália. Na primeira equipe que eu comandei aqui no Brasil, que foi Montes Claros, e também

no início no SADA/Cruzeiro, os jogadores ficavam impressionados com o conhecimento que eu tinha de todos os jogadores e do vôlei brasileiro. Antes de vir para o Brasil tive a oportunidade de trabalhar com muitos jogadores brasileiros, como o oposto Bob, com o ponteiro Digão, o central Levi, entre outros.

       C        B        V

(33)

EM SUA OPINIÃO, O VÔLEI

 JOGADO AQUI NO BRASIL, PELOS

CLUBES, TEM DIFERENÇA DO VÔLEI

DO RESTANTE DO MUNDO?

Sim, tem diferença. Tem muita diferença. Eu creio que o jogador brasileiro é muito mais completo do que outros jogadores. Aqui eu peço um saque flutuante para qualquer jogador, de qualquer posição para qualquer direção e eles executam muito bem. Em outros lugares isso é mais difícil.

VOCÊ ACHA QUE ESSA

HABILIDADE VEM DA BASE

DA ESCOLA BRASILEIRA?

Sim, isso é o trabalho com a base. Não posso afirmar agora, mas grande parte dos jogadores que hoje têm 30 anos foram muito bem trabalhados na base. Estes  jogadores são muitos completos. Porém agora, nestes

3 anos e pouco, já recebi alguns garotos que estão aparecendo com algumas deficiências que até então não havia encontrado. Acho que a grande diferença do Brasil para os outros países é isso, aqui os jogadores são completos. Quando o jogador é bom tecnicamente, fica mais fácil de trabalhar taticamente.

QUAIS ERAM AS TUAS

EXPECTATIVAS COM RELAÇÃO

AO VÔLEI BRASILEIRO

E O QUE ESTÁ ACHANDO?

Eu gosto muito daqui. Sabia e agora afirmo que aqui os  jogadores gostam de trabalhar, o que é muito difícil na

Europa. Na Europa tive a oportunidade de trabalhar com grandes jogadores, mas aqui esta vontade de trabalhar facilita a vida do treinador. A disposição que tem o  jogador brasileiro para trabalhar é impressionante em

relação aos outros.

O QUE VOCÊ ACHA DO MODELO

DE COMPETIÇÕES DE CLUBES

AQUI NO BRASIL?

Eu gosto desse modelo. Eu gosto da Superliga, mas acho que ela deveria ocupar mais tempo. Deveriam dar a ela ainda mais importância. Aqui temos um período muito longo de seleção e um período muito curto de Superliga. A Superliga é muito forte, mas deveria começar antes. Isso seria bom também para o patrocinador. Para que quem esteja investindo no esporte fique mais tempo aparecendo. Poderíamos fazer torneios nacionais também.

(34)

NO SADA/CRUZEIRO E NOS

OUTROS TIMES AONDE VÃO

PARA JOGAR, COMO VOCÊ VÊ AS

ESTRUTURAS AQUI NO BRASIL?

A nossa estrutura é muito boa, mas os ginásios precisam melhorar. Na Europa, nas principais ligas, os grandes  jogos são feitos em ginásios melhores do que os daqui.

Porém, quanto à estrutura de trabalho dos clubes brasileiros eu acho que estão melhores ou pelo menos iguais aos clubes europeus. No nosso clube temos tudo: temos o ginásio para treinar, temos academia, temos fisioterapia, temos restaurante. E encontrar tudo isso em algum clube pelo mundo é muito difícil. Na Europa tem a academia em um lugar, treina em outro e joga em um ginásio diferente.

ALGUM OUTRO FATOR CHAMA

A TUA ATENÇÃO AQUI NO BRASIL?

Uma coisa importante aqui é a quantidade de

profissionais em cada comissão técnica. Na Europa isso não é normal. O técnico que é contratado tem que fazer praticamente tudo. O normal é ter uma pessoa da própria cidade, que gosta de vôlei, para ajudar em todos os assuntos. Aqui temos gente disposta a trabalhar para o vôlei.

O QUE ACHA DO MODELO

DO VÔLEI BRASILEIRO?

COMO TRABALHA COM SEU TIME?

Eu acho que o jogador brasileiro trabalhou durante muito tempo na repetição para chegar à perfeição técnica. Na Itália, por exemplo, existe outra cultura de trabalho. Eu acho os jogadores ótimos tecnicamente. Eu trato de incorporar questões táticas, que aprendi na Europa, no meu time, mas que não atrapalhe o desempenho técnico dos jogadores.

COMO VOCÊ CONSTRÓI

UM TIME PARA TER SUCESSO

AQUI NO BRASIL?

Eu quero jogadores que joguem bem. Não me adianta muito um monstro que ataque forte. Quando tenho um  jogador tecnicamente bom, todos os demais fatores

ficam muito mais fáceis de serem trabalhados. Ter  jogadores muito segmentados, mesmo que no vôlei

exista a especialização das funções, eu acho que dificulta o desenvolvimento da equipe. Os jogadores que têm esse desenvolvimento técnico me permitem criar um jogo tático mais rico.

      R       F       E       V       B

(35)

COMO FOI A COMUNICAÇÃO COM

O TIME NO INÍCIO E COMO ESTÁ

SENDO ATUALMENTE?

Foi e é boa. Eles me compreendem bem. Entendem o meu portunhol. Quando existe alguma dúvida paramos e esclarecemos logo as coisas.

O QUE ACHA DA IMPRENSA?

DO ESPAÇO DO VÔLEI

NA MÍDIA AQUI NO BRASIL?

Eu acho que temos um ótimo espaço, ocupamos um bom espaço na televisão. O único problema que eu vejo é que este período de exposição é muito curto. Ficamos 6 meses treinando para aparecer 3 ou 4 meses. Se fosse patrocinador, iria querer muito mais espaço, claro que sem atrapalhar a seleção.

VOCÊ ACHA QUE PODERÍAMOS

TER ALGUM EVENTO DIFERENTE

NO PRIMEIRO SEMESTRE DE CADA

TEMPORADA?

Eu acho que sim. Alguma copa. Algo mais festivo. Que poderia ser melhor comercializado. Temos um bom exemplo na Itália, com a Copa de lá. A quadra fica com as cores da bandeira italiana e cheia de patrocínios. Aqui poderíamos fazer a mesma coisa. Imagina uma quadra verde e amarela em um grande evento. Seria muito bom! Quem sabe até paralelamente a Superliga, que se define em duas ou três semanas. Isso daria mais tempo de exposição aos times e ao vôlei.

O QUE ACHA DA ARBITRAGEM

AQUI NO BRASIL?

Eu acho que isso é difícil. Falta profissionalismo. Penso que precisam de mais ajuda. O jogo está muito veloz. Precisam usar a imagem para ajudar nas decisões. Mas não pode ser como na Polônia, que pode pedir este auxílio a todo o momento. Acho que o ideal seria como no tênis.

O QUE ACHA DAS TORCIDAS?

O meu time é privilegiado. Temos o apoio da torcida fanática do Cruzeiro. Eu acho também que estamos no principal estado brasileiro com relação à paixão pelo vôlei. Os mineiros gostam muito de vôlei.

QUAL A TUA EXPECTATIVA

PARA O FUTURO?

Eu quero muito continuar aqui. Gostaria de ficar muito tempo. Me sinto bem aqui!

QUEM É O MARCELO

MENDEZ FORA DAS QUADRAS?

(36)

ENTREVISTA COM

KARIN

LUNDQVIST

Continuando com a busca pelos

 gringos que atuam por aqui,

con

fi 

ra a seguir uma super 

entrevista com a sueca Karin

Lundqvist, que atua no Circuito

Banco do Brasil, ou seja, no

campeonato brasileiro de vôlei 

de praia. Ela também faz parte

do grupo de estrangeiros que

atuam no país.

QUANDO SURGIU A PAIXÃO

PELO VÔLEI E COMO VOCÊ

SE TORNOU ATLETA?

Quando eu tinha 6 anos de idade minhas duas irmãs mais velhas começaram a jogar vôlei. Resolvi seguir os seus passos e acabei me apaixonado pela modalidade como o passar do tempo.

QUE LEMBRANÇAS VOCÊ TEM

DO INÍCIO DE SUA CARREIRA?

As memórias mais fortes são do trabalho construído em equipe. Via nos olhos das minhas companheiras de treino uma grande vontade de crescer através do esporte.  Joguei durante quatro anos nos Estados Unidos, quando

estudei na Universidade do Havaí, e vi o quanto o voleibol de quadra é forte e pode construir uma base sólida para qualquer atleta.

(37)

QUE PROFISSÃO VOCÊ

SEGUIRIA CASO NÃO SE

TORNASSE JOGADORA DE VÔLEI?

Sou formada em Ciências Biológicas Marinhas, mas, se não tivesse me tornado uma atleta profissional, teria estudado Medicina. Sempre quis de alguma forma ajudar ou até mesmo salvar vidas. Entretanto, escolhi a Biologia devido à beleza inconfundível e fenomenal do Havaí.

QUAIS FORAM AS MAIORES

DIFICULDADES QUE VOCÊ

ENCONTROU PARA SE

TORNAR UMA ATLETA?

Ainda muito jovem tive duas lesões seguidas.

Primeiro rompi o ligamento cruzado do joelho direito e um ano depois, o do esquerdo. Entretanto, minha paixão pelo vôlei me fez forte o suficiente para superar essas dificuldades e retornar, com o apoio da família, para o esplêndido mundo do voleibol.

QUAIS FORAM AS PESSOAS

MAIS IMPORTANTES

AO LONGO DE SUA CARREIRA?

Minha família e meu ‘’marido/treinador’’ Wesley Pinheiro sempre foram meus maiores alicerces ao longo da minha carreira.

COMO VOCÊ LIDA COM

O CALOR DA TORCIDA

DURANTE UMA PARTIDA?

O vôlei de praia no Brasil é um esporte muito forte e já vem formando campeões por muitos anos. Enfrentar os melhores times do mundo é sempre muito emocionante. A torcida no Brasil não é leiga, entende da modalidade e participa ponto a ponto fazendo uma grande festa. Hoje, me sinto em casa e tenho conquistado o carinho de muita gente de diferentes cidades por onde o Circuito Banco do Brasil é realizado.

(38)

A ALIMENTAÇÃO E O ESTILO

DE VIDA INFLUENCIAM NO

RENDIMENTO DE UM ATLETA?

Com certeza. O vôlei de praia é muito desgastante, o

nível técnico das atletas é muito alto, fazendo de cada

 jogo uma batalha. Se você não mantiver uma dieta

regrada e uma forte fonte de suplementação, você

provavelmente não conseguirá acompanhar o ritmo do

alto nível. O alto rendimento depende de alimentação,

treino e descanso.

E FORA DA QUADRA, QUAIS

SÃO SEUS HOBBIES?

Eu amo a natureza! O Brasil é lindo e rico em belezas

naturais de tirarem o fôlego. Adoro manter contato com

a natureza, estar e compartilhar momentos com minha

família e viajar para conhecer novos lugares.

QUAL SUA OPINIÃO

SOBRE TRABALHOS

SOCIAIS LIGADOS AO VÔLEI?

Acho fantástico. A CBV (Confederação Brasileira de

Voleibol) vem trabalhando nesta área através do projeto

Viva Vôlei que conta com a participação de vários

atletas da praia e da quadra para disseminar para os

 jovens do Brasil novas oportunidades em detrimento da

prática do voleibol.

QUAL A SUA META

DAQUI PRA FRENTE?

A meta sempre é evoluir. Tentar tornar-me uma jogadora

e um ser humano melhor a cada ano.

VOCÊ TENTARÁ JOGAR OS

 JOGOS OLÍMPICOS NO RIO

2016

DEFENDENDO AS CORES

DO BRASIL OU DA SUÉCIA?

O Brasil é a maior força do vôlei de praia no mundo.

Quem não queria fazer parte disso? Seria uma honra.

Mas o Brasil tem um grande celeiro de jogadores e

a CBV já vem trabalhando com algumas duplas as

olimpíadas do Rio de Janeiro. Irei ficar na torcida para

que todos que estão lá façam o seu melhor. E não tenho

dúvida que farão. Treino e jogo contra elas o ano todo

e sei o quanto se dedicam e superam sacrifícios para

representarem sua nação. O Brasil estará muito bem

representado por qualquer que seja a dupla em 2016.

O QUE TORNA O CIRCUITO BANCO

DO BRASIL UM DOS MELHORES

CAMPEONATOS DO MUNDO?

É um conjunto de fatores. O presidente Ary Graça, levou

o vôlei brasileiro para um nível muito profissional, a

organização dos torneios é impecável. Existem atletas

que treinam o ano todo em alto nível e profissionais

das mais variadas formações (médicos, fisioterapeutas,

preparadores físicos, psicólogos e outros) envolvidos.

de

projeto

s

ra os

ento da

 jogadora

6

do.

onra.

s e

s

(39)

COMO É SER A ÚNICA

ESTRANGEIRA JOGANDO

O CIRCUITO BANCO DO

BRASIL? EXISTE DIFERENÇA

PARA AS OUTRAS ATLETAS?

Confesso que foi difícil no início, mas ganhei

o respeito e o meu espaço com muito suor.

Comecei do zero, foi tudo passo a passo, passei

por todas as etapas sem pular nenhuma e entrei

no ranking das sete melhores recentemente. Com

isso, as jogadoras me tratam respeitosamente.

Sinto-me muito a vontade e feliz de fazer parte do

Circuito Banco do Brasil com tantas estrelas do

esporte. Mas isso tudo só foi possível por conta

do Presidente Ary Graça. Sou muito agradecida

por ele me deixar exercer minha profissão

de atleta de Vôlei de Praia. Hoje, com alguns

resultados, é simples dizer que tenho um nível

de jogo competitivo com as demais atletas do

circuito, mas o Ary Graça teve essa visão há três

anos e agradeço imensamente a ele por isso.

CONCORDA QUE O VÔLEI

BRASILEIRO É O MELHOR

DO MUNDO?

Não existe nenhum lugar no mundo com o

profissionalismo que existe aqui no Brasil. Há

uma estrutura física muito boa, um conhecimento

do esporte grandioso e atletas com determinação

e superação gigantesca. Com todo esse

suporte não poderia ser diferente, o Brasil vem

dominando na quadra e na praia nas últimas

décadas. SIM O VÔLEI DO BRASIL É O MELHOR.

QUE DICA VOCÊ DARIA

PARA QUEM DESEJA SER UM

VENCEDOR NO VÔLEI?

Coloque seus objetivos em mente, treine forte

e coloque muita paixão naquilo que você faz.

Nunca deixe ninguém duvidar que você é capaz de

realizar seus sonhos e objetivos.

       C        B        V

(40)

NOVA

EMBALAGEM

AEROSOL

Do sol,

somente

aquilo que

faz bem

dahuer.com.br

(41)

técnico e estabelecer um processo de recuperação entre as

sessões de treinamento e também entre as partidas.

O treinamento aeróbio é bom para o desenvolvimento

do sistema cardiovascular. Ele permite que os atletas se

recuperem de atividades de alta intensidade e ajuda na

capacidade de aumentar o número de repetições exigidas

durante o processo de treinamento. É importante levar em

consideração durante este processo a especi

cidade do

treinamento, a solicitação dos grupamentos musculares

exigidos pelo desporto e com isso criar exercícios voltados

ao voleibol.

Veja a seguir algumas dicas de treinamentos anaeróbico e

aeróbico que vão melhorar a capacidade física de qualquer

atleta. Melhorando a condicionamento você poderá executar

por mais tempo os exercícios que daremos ênfase no

nal

da matéria.

O vôlei é o nosso esporte e amamos bater uma bolinha

quantas vezes por semana nossos compromissos

permitirem. Melhorar o condicionamento físico, a força, a

agilidade, entre outras características, todos nós sabemos

que o vôlei melhora. Mas como podemos melhorar

o gasto calórico e, com isso, ajudar no processo de

emagrecimento? Com esse objetivo, consultamos um

preparador físico experiente, que dará uma explicação

sobre o tipo de atividade que é o vôlei e depois algumas

dicas que, se implementadas no treinamento, poderão

ajudar no gasto calórico. Com a palavra o preparador físico

do time do RJX e da seleção brasileira juvenil, Filipe Costa.

O Sistema Anaeróbio é o predominante no voleibol.

Considerando os estímulos especí

cos da modalidade, os

saltos e os deslocamentos rápidos de curta duração e alta

intensidade. Temos 2 tipos de capacidade anaeróbia:

A Anaeróbia Alática: sem a produção do ácido lático, com

duração de 5 a 10 segundos, que ocorre durante as ações

de um rally simples, decidido no primeiro ataque.

A Anaeróbia Lática: com a produção do ácido lático, com

duração de até 40 segundos, que ocorre durante as ações

em que temos um rally mais demorado na partida.

Porém, não podemos eliminar o Sitema Aeróbio no

processo evolutivo do trabalho. A sua contribuição vem

direcionada ao recebimento e ao suporte da carga de

treinamento e da manutenção do rendimento ao longo

do trabalho, que pode variar de acordo com o objetivo

PERDENDO

MAIS CALORIAS

NO TREINO

Referências

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