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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

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Academic year: 2021

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Expectativas

Cenário continua favorável

Fonte: Focus BCB

Fonte: Focus BCB

Informativo Assessoria Econômica 04 a 11 de janeiro de 2019 | www.abbc.org.br

Fonte: Anbima

As projeções para inflação, no Boletim Focus, apresentaram poucas mudanças em relação à semana anterior. A mediana para o IPCA de janeiro segue em 0,37%, enquanto que a de fevereiro caiu 0.01 p.p.. para 0,43%. Para o fechamento de 2019, a expectativa subiu 0,01 p.p. para 4,02%, ainda abaixo da meta e de 2020 manteve-se em 4,00%. Observou-se uma alta de 0,15 p.p. da inflação implícita para 12 meses nas negociações de títulos públicos, fechando em 4,28%. A mediana das projeções para a evolução do PIB recuou 0,02 p.p. para 1,28% em 2018 e aumentou 0,04 p.p. para 2,57% em 2019. A cotação do dólar manteve-se em R$ 3,80 para os fechamentos de 2019 e 2020. Com relação à taxa Selic permaneceu em 7,0% a.a. para 2019 e em 8,0% a.a. para 2020.

Os indicadores continuam favoráveis para o apetite ao risco. Em um ambiente de baixa pressão inflacionária, a disposição do Federal Reserve em manter a política monetária flexível às condições da inflação e atividade fortaleceu as apostas da manutenção da taxa básica de juros por um período mais extenso, ainda que não tenha sinalizado alteração no cronograma de redução do seu balanço. Persistem as incertezas quanto ao ritmo de desaceleração da economia global, evidenciadas no corte nos depósitos dos compulsórios na China e nas disputas comerciais com os EUA. Assim, o prêmio do CDS de cinco anos do Brasil recuou 10,40 pts. para 184,40 pts. e a cotação do dólar caiu 0,04% para R$ 3,70. Com o otimismo com a evolução da reforma da previdência, o spread entre as taxas de juros de um e cinco anos, caiu 0,15 p.p. na semana. No lado real da economia: (1) a inflação de 2018 ficou abaixo do centro da meta (3,75%); (2) os indicadores de atividade continuam frustrantes como aponta a alta em novembro de apenas 0,11% da produção industrial na série dessazonalizada; e (3) a estabilidade em 2018 do número de requerimentos de recuperação judicial em relação ao ano de 2017.

Inflação

11/01/2019 Há 1 semana Há 4 semanas jan/19 0,37 0,37 0,39 fev/19 0,43 0,44 0,45 2019 4,02 4,01 4,07 2020 4,00 4,00 4,00 IPCA (%) Mediana - agregado 4,28% 3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 5,5% ju l/18 ag o /18 se t/1 8 o u t/1 8 n o v/18 d e z/18 jan /19

Inflação Implícita

Em 12 meses 1,30% 1,30% 1,28% 2,55% 2,53% 2,57% 14/12/2018 03/01/2019 11/01/2019

PIB - Mediana das Projeções

Variação anual

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Taxa de Juros

Fonte: B3 Fonte: B3

Fonte: Ambima

A taxa de juros do swap DI prefixado de 360 dias aumentou 0,09 p.p. para 6,53% a.a., após bater 6,56% a.a. na quinta feira (10/01). A redução na sexta coincidiu com a divulgação do IPCA de dezembro, confirmando a inflação de 2018 em 3,75%, bem abaixo do centro da meta de 4,50%. O indicador confirma o entendimento da manutenção da taxa Selic por um período razoável. No menor nível desde meados de mai/18, a taxa real de juros ex-ante ficou em 2,38% a.a., com uma ligeira queda de 0,01 p.p. e uma alta de 0,09 p.p. da inflação esperada para os próximos 12 meses. Com o otimismo de mercado com a evolução da reforma da previdência, o spread entre as taxas de juros de um e cinco anos caiu 0,15 p.p. na semana, encerrando em 2,18 p.p..

Informativo Assessoria Econômica 04 a 11 de janeiro de 2019 | www.abbc.org.br

6,53% 6,2% 6,4% 6,6% 6,8% 7,0% 7,2% 7,4% 7,6% 7,8% 8,0% 8,2% 8,4% 8,6% ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 a.a.

Swaps DI Pré - 360

2,38% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19 a.a.

Taxa Real de Juros

Ex- ante 2,18 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Spread da Taxa de Juros

Diferença entre as taxas de 1 e 5 anos (p.p.)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg

Câmbio

Fonte: Bloomberg

Fonte: J.P. Morgan

Na semana, o dólar chegou a ser negociado abaixo de R$ 3,70, mas fechou cotado a R$ 3,71 (-0,04%). No mês, recua 5,1% ante o real. O BC manteve a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em fevereiro e a sua exposição em derivativos permaneceu US$ 68,8 bilhões. A trajetória do real teve desempenho inferior ao das demais moedas emergentes, cujo índice que mede a sua performance subiu 0,37% em relação ao dólar para 63,34 pts.. Por sua vez, o Dollar Index, que mede a variação do dólar em relação a uma cesta de moedas de países desenvolvidos, caiu 0,53% fechando em 95,67 pts.. Apesar da indicação de Jerome Powell de uma política monetária mais flexível nos EUA, alimentando a hipótese de que a taxa do Fed

Funds seja mantida por um período mais longo,

ainda persistem as incertezas quanto ao ritmo de desaceleração da economia global e aos riscos de uma eventual guerra comercial.

*Cesta de Moedas:

Lira turca, Rublo russo, Rand sul-africano, Florim húngaro, Real, Peso mexicano, Peso chileno, Reminbi chinês, Rupia indiana e Dólar de Singapura.

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3,71 3,60 3,70 3,80 3,90 4,00 4,10 4,20 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Real/US$

95,67 93 95 97 99 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 no v/18 d e z/18 jan /19

Dollar Index

63,34 60 61 62 63 64 65 66 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

Índice Emergentes*

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg Fonte: Federal Reserve

Fonte: Blommberg

Aversão ao Risco

Apesar das incertezas em relação à economia global, os sinais emitidos pelo Federal Reserve propiciaram o aumento do apetite ao risco. O prêmio do CDS de cinco anos do Brasil teve uma retração de 10 pontos na semana, alcançando 184 pts. Em linha o EMBI, que mede o spread dos retornos dos títulos soberanos de países emergentes, caiu 6 pts. para 258 pontos. Por sua vez, o retorno da T-note com vencimento em 10 anos subiu 0,04 p.p. na semana, fechando em 2,71% a.a..

Por fim, a cotação do petróleo tipo Brent subiu 5,9% na semana e fechou em US$ 60,48, diante das expectativas de redução da oferta geradas pelas notícias de que a Arábia Saudita poderá reduzir suas exportações do óleo.

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2,71 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 3,0 3,1 3,2 3,3 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 jan /19

T-Note 10 anos

(%) 184,40 160 180 200 220 240 260 280 300 320 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 no v/18 d e z/18 jan /19

Credit Default Swap (CDS)

Pontos-base 60,48 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/1 8 n o v/18 d e z/18 jan /19

Petróleo

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IGBE Fonte: IBGE

Fonte: IBGE

IPCA – dez/18

Em dezembro, o IPCA subiu 0,15% ante deflação de 0,21% em novembro. O resultado refletiu, principalmente, o avanço de 0,44% nos preços de alimentação e bebidas. Por outro lado, houve queda nos preços dos transportes (-0,54%) e habitação (-0,15%). Em 2018, o indicador cresceu 3,75%, abaixo da meta oficial de 4,5%, porém, acima do resultado de 2017 (2,95%), influenciado pelos preços de habitação (4,72%), transportes (4,19%) e alimentos e bebidas (4,04%). O comportamento benigno deriva da lenta recuperação da economia em meio ao elevado nível de ociosidade dos fatores. Os preços administrados subiram 6,22% no ano refletindo as altas de 11,8% de energia elétrica residencial e 5% da gasolina. Por sua vez, os preços livres fecharam em 2,91% a.a.. Com relação às medidas de preços subjacentes, a média dos núcleos (IPCA-EX, IPCA-MS e IPCA-DP) em 12 meses caiu para 2,96%, enquanto a inflação dos preços dos serviços subjacentes retraiu para 2,59% a.a..

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0,44% 0,29%0,32% 0,09% 0,22% 0,40% 1,26% 0,33% -0,09% 0,48% 0,45% -0,21% 0,15% d e z/17 ja n/18

fev/18 mar/18 abr

/18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Variação Mensal

3,75% 6,22% 2,91% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% d e z/16 fev/17 abr/ 17 ju n /17 ag o /17 o u t/1 7 d e z/17 fe v/18 ab r/ 18 ju n /18 ag o /18 o u t/18 d e z/18

Evolução em 12 Meses

IPCA Administrados Livres

2,96% 2,59% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% d e z/15 mar/16 ju n /16 se t/16 d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/18 d e z/18

Evolução em 12 Meses

Média de núcleos (IPCA-EX, IPCA-MS E IPCA-DP) e serviços subjacentes

Média dos núcleos Serviços subjacentes

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: FGV

Fonte: FGV Fonte: FGV

IGP-DI – dez/18

Em dezembro, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,45%, ante uma deflação de 1,14% no mês anterior. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,82% no mês, movimento acompanhado pelos produtos industriais 0,85%) e produtos agropecuários (-0,73%). Os demais sub índices do IGP-DI apresentaram elevações. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,29% após recuar 0,17% em novembro, influenciado, principalmente, pelo setor de habitação (-0,94% para +0,20%). Neste grupo, o destaque refere-se a desaceleração da deflação da tarifa de energia residencial, que passou de -5,98% para -1,27% em dezembro. O Índice Nacional da Construção Civil (INCC) manteve a alta de 0,13% no mês. No acumulado em 12 meses, o IGP-DI registrou alta de 7,10% em 2018, após auferir deflação de 0,42% um ano antes, sendo que o IPA cresceu 8,75%, o IPC 4,32% e o INCC 3,84%.

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-0,45% -0,82% 0,29% 0,13% -1,14% -1,70% -0,17% 0,13% IGP-DI IPA IPC INCC

Variação Mensal

nov/18 dez/18 0,74% 0,58% 0,15% 0,56% 0,93% 1,64% 1,48% 0,44% 0,68% 1,79% 0,26% -1,14% -0,45% d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 r/ab 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Variação Mensal

7,1% 8,8% 4,3% 3,8% -6% -3% 0% 3% 6% 9% 12% 15% d e z/15 mar/16 ju n /16 se t/16 d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/18 d e z/18

Evolução Anual

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

PIM – nov/18

Pela pesquisa industrial mensal, em termos dessazonalizados, a produção cresceu apenas 0,11% em novembro, completando o quinto mês consecutivo de fracos resultados. Esse cenário ratifica a lenta recuperação da economia associada ao elevado nível de capacidade ociosa dos fatores, agravada pelo efeito da crise na Argentina no setor automobilístico e pela crise dos caminhoneiros. No mês, a indústria extrativa mineral recuou 0,57%, enquanto a de transformação apresentou estabilidade. Considerando-se a evolução da produção acumulada em 12 meses, observa-se uma desaceleração do crescimento que encerrou novembro em 1,76% a.a.. Na abertura por categoria de uso e na mesma base anualizada, os bens de consumo duráveis cresceram 10,9%, bens de capital 8,6%, bens de consumo 2,3%, bens intermediários 1,0% e bens de consumo semi e não duráveis 0,2%.

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1,76% -15,0% -12,0% -9,0% -6,0% -3,0% 0,0% 3,0% 6,0% n o v/15 mar/16 ju l/16 n o v/16 mar/17 ju l/17 n o v/17 mar/18 ju l/18 n o v/18

Variação Anual

Variação anual Acumulado em 12 meses 0,57% 2,82% -2,19% 0,00% -0,11% 0,90% -11,01% 12,75% -0,22%-0,78%-1,68%-0,11% 0,11% n o v/17 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai /18 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18

Variação Mensal

Série com ajuste sazonal

8,16% 0,60% 1,91% 9,51% 0,01% 1,50% Capital Intermediários Consumo Consumo Duráveis Cons. Semi e não

duráveis PIM

Variação Acumulada

jan-nov18/jan-nov17

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Anfavea

Fonte: Anfavea Fonte: Anfavea

Veículos - dez/18

De acordo com a ANFAVEA, em dezembro foram produzidos 183,2 mil veículos, ante 251,2 mil no mês anterior. Na série com ajuste sazonal, o 4T18 encerrou com recuo de 4,3%, contra uma elevação de 3,4% no 3T18. Considerando-se a evolução anual da produção acumulada em 12 meses, o ritmo de crescimento apresentou desaceleração, saindo de 8,6% em novembro para 7,0% em dezembro. Os números reforçam as perspectivas de um ritmo mais lento de retomada da atividade econômica. Em consonância, as exportações acumuladas em 12 meses reduziram-se a um ritmo de 17,7% a.a., essencialmente influenciadas pela crise na Argentina, que corresponde por cerca de 70% do total embarcado.

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216221217 273 271 217 262 252 298 229 271 251 183 150 170 190 210 230 250 270 290 310 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/1 8 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Produção Mensal

Em mil unidades 4,50% 0,54% -2,30% 3,39% -4,31% -5,0% -4,0% -3,0% -2,0% -1,0% 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 4T17 1T18 2T18 3T18 4T18

Variação Trimestral

Série dessazonalizada -17,71% -60% -40% -20% 0% 20% 40% 60% d e z/14 mar/15 ju n /15 se t/15 d e z/15 mar/16 ju n /16 se t/16 d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/18 d e z/18

Exportações

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: BCB

Fonte: BCB Fonte: BCB

Caderneta de Poupança – dez/18

Em dezembro, a caderneta de poupança registrou captação líquida de R$ 14,60 bilhões, decorrente de R$ 223,32 bilhões em depósitos e de R$ 208,71 bilhões em retiradas. Assim, o seu saldo fechou o mês com R$ 797,28 bilhões, com avanço de 2,2% na margem e de 10,03% em 12 meses. Em 2018, a poupança acumulou captação líquida de R$ 38,2 bilhões ante R$ 17,1 bilhões auferidos em 2017. Com a taxa meta Selic estável em 6,50% a.a., a remuneração da caderneta de poupança segue em 0,37% a.m., o que representa uma taxa anualizada de 4,55%.

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19,4 -5,2 -0,7 4,0 1,2 2,4 5,6 3,7 5,9 8,5 -2,5 0,7 14,6 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Captação Líquida

(SBPE + RURAL - R$ Bilhões)

630 650 670 690 710 730 750 770 790 810 d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/1 8 d e z/18

Saldo

SBPE+RURAL - R$ Bilhões 0,37% 0,3% 0,4% 0,5% 0,6% 0,7% 0,8% d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/1 8 d e z/18

Remuneração da Poupança

(a.m.)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: CNC

Fonte: CNC Fonte: CNC

PEIC – dez/18

Em dezembro, a Pesquisa Mensal de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da CNC indicou que o percentual de famílias que se consideram endividadas recuou 0,5 p.p. na margem, para 59,8%, o que representou o menor nível desde jul/18 (59,6%). Acompanhando esse movimento, o percentual com contas em atraso contraiu-se para 22,8% (-0,1 p.p.) enquanto os que se consideram sem condições de honrar suas dívidas registrou queda de 0,3 p.p., para 9,2% - voltando ao patamar próximo de dez/16 (9,1%). Considerando a média móvel de 12 meses (MM12M), o total de famílias com contas em atraso sem condições de pagamento ficou em 9,7%. Já a parcela da renda comprometida com o pagamento das dívidas segue em trajetória descendente fechando em 29,4% ante 30,1% em igual período de 2017. O cenário do mês refletiu, além das condições mais favoráveis das taxas de juros, a injeção de recursos adicionais do 13º salário e dos bônus. Informativo Assessoria Econômica 04 a 11 de janeiro de 2019 | www.abbc.org.br

62,2% 60,3% 59,8%

25,7% 22,9%

22,8%

9,7%

9,5% 9,2%

dez/17 nov/18 dez/18

PEIC (%)

Endividadas Com atraso Sem condições

29,44% 29,0% 29,5% 30,0% 30,5% 31,0% 31,5% d e z/15 ab r/ 16 ag o /16 d e z/16 ab r/ 17 ag o /17 d e z/17 ab r/ 18 ag o /18 d e z/18

Parcela da Renda Comprometida

Dentre os endividados - Total - % MM12M

9,75% 7,0% 7,5% 8,0% 8,5% 9,0% 9,5% 10,0% 10,5% d e z/15 ab r/ 16 ag o /16 d e z/16 ab r/ 17 ag o /17 d e z/17 ab r/ 18 ag o /18 d e z/18

Sem Condições de Pagamento

MM12M (%) do total das famílias com contas em atraso

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Serasa Experian

Fonte: Serasa Experian Fonte: Serasa Experian

Recuperações Judiciais - dez/18

Em dezembro, foram requeridas 105 falências e 111 recuperações judiciais. No ano, totalizaram 1.459 falências e 1.408 recuperações contra, respectivamente, 1.708 e 1.420 observadas no acumulado de 2017. Dentre os pedidos de recuperação requeridos em 2018, 871 foram para as micro e pequenas empresas, 327 para as médias e 210 para as grandes. Na abertura por porte da evolução anual das falências requeridas acumuladas em 12 meses, notou-se uma diminuição mais intensa para as micro e pequenas empresas (-16,4%), seguida pelas grandes (-15,5%) e médias (-9,4%). Já na abertura para as recuperações requeridas, na mesma base comparativa, somente as médias tiveram queda (-8,4%), sendo que as micro e pequena cresceram 1,3% e as grandes, 3,4%. A recuperação da atividade econômica em ritmo gradual impactou o desempenho industrial, com retração dos negócios e aumento de dificuldades financeiras, principalmente para as de menor porte.

Informativo Assessoria Econômica 04 a 11 de janeiro de 2019 | www.abbc.org.br

-16,4% -9,4% -15,5% -26% -21% -16% -11% -6% -1% 4% 9% d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/18 d e z/18 a.a.

Falências Requeridas

Acumuladas em 12 meses Micro e Pequenas Médias Grandes -8,4% 1,3% 3,4% -30% -10% 10% 30% 50% 70% 90% d e z/16 mar/17 ju n /17 se t/17 d e z/17 mar/18 ju n /18 se t/18 d e z/18 a.a.

Recuperações Judiciais Requeridas

Acumulado em 12 meses Micro e Pequenas Médias Grandes 1.708 1.420 1.459 1.408

Falências Recuperações Judiciais

Falências e Recuperações

Judiciais Requeridas

Acumuladas no ano

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Serasa Experian

Fonte: Serasa Experian Fonte: Serasa Experian

Reincidência de Dívidas em Atraso

/

Levantamento da Serasa Experian apontou que 42,5% dos brasileiros com dívidas em atraso em 2017 voltaram a ficar endividados após seis meses de quitação dos débitos - a menor taxa de reincidência desde 2015. O corte e a manutenção das taxas de juros em níveis mais baixos permitiu condições mais favoráveis à renegociação e regularização de débitos, assim como a reversão, ainda que em ritmo lento, da taxa de desocupação. A decomposição da amostra mostrou que por faixa etária, os idosos com 61 anos ou mais foram os menos reincidentes (38,2%], enquanto que os adultos (36 a 40 anos) apontaram a maior taxa de reincidência de débitos em atraso, de 44,5%. Na abertura por região, o Norte e o Nordeste apresentaram as maiores quedas, de 6.1 p.p. e 2.4 p.p., respectivamente em 2017 ante 2016.

Informativo Assessoria Econômica 04 a 11 de janeiro de 2019 | www.abbc.org.br

40,90% 41,40% 42,70% 43,70% 42,50% 2013 2014 2015 2016 2017

Dívidas por CPF

% a.a. 37,0% 39,0% 41,0% 43,0% 45,0% 2016 2017

Faixa Etária

18 - 25 anos 26 - 30 anos 31 - 35 anos 36 - 40 anos 41 - 50 anos 51 - 60 anos 61 anos ou mais 36,0% 38,0% 40,0% 42,0% 44,0% 46,0% 48,0% 2016 2017

Por Região

Nordeste Sudeste Centro-Oeste Sul Norte

(13)

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