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Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados

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Academic year: 2021

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Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

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Desenvolva e amplie sua

autoestima

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

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Por que falar de autoestima?

Trabalho como terapeuta há 10 anos, período em que

pude testemunhar e acompanhar muitos clientes.

Qualquer que fosse o motivo pelo qual as pessoas

buscavam a psicoterapia, havia em sua atitude a falta de

confiança e uma baixa autoestima. A autoestima permite

que você se aceite, ame a si mesmo e possa amar e

aceitar os outros.

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos

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Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

Afinal, o que é autoestima?

Existem muitos conceitos de autoestima, acredito que a definição mais apropriada seria a opinião acerca de si mesmo (autoconceito), somada ao valor ou sentimento que temos de nós mesmos (amor próprio), adicionado a todos os demais comportamentos e pensamentos que demonstrem a confiança, segurança e valor que o indivíduo dá a si mesmo, relações e interações com outras pessoas com o mundo. A autoestima é antes de tudo uma questão de percepção e interpretação da realidade.

(5)

Como desenvolvemos a autoestima?

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

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Imagem: Pinterest

O“Self” (aquilo que define a pessoa

na sua individualidade e

subjetividade, sua essência) surge através das interações com os outros e reflete as características,

expectativas e avaliações dos

demais. Conhecer-se a si mesmo dá-se pela visão que o sujeito tem da própria imagem a partir do ponto de vista dos outros. O self é uma reflexão social de como a sociedade gostaria que eu me comportasse. Quando uma pessoa é capaz de aceitar-se como realmente é, poderá

desenvolver uma maturidade

emocional, não necessitando de mecanismos de defesa.

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Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

Estudos sobre autoestima (Coopersmith, 1967 e Rosenberg, 1983) apontam em sua extensa maioria para influências presentes na nossa infância. Os fatores que contribuem para a construção da autoestima são:

1. O valor que a criança percebe dos outros em direção a si,

expresso em afeto, elogios e atenção;

2. A experiência da criança com sucessos e fracassos;

3. A definição individual da criança de sucesso e fracasso, as

aspirações e exigências que a pessoa coloca em si mesma para determinar o que constitui sucesso e,

4. A forma como a criança reage a críticas ou comentários

(8)

Ilustração: Pinterest

Coopersmith (1967) afirma

que as crianças não nascem

preocupadas

em

serem

boas ou más, espertas ou

estúpidas, amáveis ou não.

Elas desenvolvem ideias.

Elas formam auto-imagens

baseadas

fortemente

na

forma como são tratadas

pelos

pais,

familiares,

professores,

amigos

e

passam a se comportar, agir

consigo

mesmo

e

com

pessoas baseadas nessas

experiências.

(9)

Fotografia: Pinterest

Nascemos com o potencial para a confiança, mas

precisamos que nossos pais nos ensinem a fazê-lo

fruir.

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Gõni e Fernandez (2009)

descrevem que a apreciação dos demais para com a pessoa serve como base para a

autoestima, primeiramente

vinda do ponto de vista dos pais, familiares, professores e amigos. A partir disso, a pessoa constrói um marco interpretativo

próprio ao longo do seu

desenvolvimento que permite que a sua autoestima não

modifique a cada opinião

alheia, mas que pode ser atualizada quando necessário.

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Qual o seu nível de autoestima?

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Responda com o máximo de sinceridade possível!

Você tem apreço por si próprio independente do que possa acontecer?

Você aceita suas limitações e reconhece os aspectos mais obscuros da sua personalidade?

Você dá atenção as suas necessidades físicas, psicológicas e reais? Você aceita uma crítica bem fundamentada com facilidade?

Você tende a ser tímido ou agressivo com os demais? Tem vergonha de si mesmo?

Fica resistente com mudanças?

Você tem uma relação amigável consigo mesmo? Estabelece um diálogo interno positivo?

(13)

Falsa autoestima…

Fotografia: Pinterest

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Muitas vezes o que parece ser “confiança” pode ser uma insegurança às avessas. Por detrás de uma confiança aparente, alguém pode estar se sentindo inseguro, ameaçado que não consiga admitir esse estado nem para si mesmo. Seja cauteloso(a) se estiver se comparando desfavoravelmente com outra pessoa.

A falta de confiança em si mesmo esconde-se atrás da máscara da arrogância, de ameaças, de agressividade, de um otimismo exacerbado e até mesmo escondida no workaholic, no perfeccionista ou no extrovertido, todos estes usando energia e atividade para evitar que os outros e eles próprios entrem em contato com sua insegurança. A confiança em si mesma é uma camaleoa!

Pessoas inseguras, perfeccionistas, que tem muitas dúvidas, que expressam sentimento de incapacidade de realizar algo, que não se permitem errar, que tem necessidade de agradar, de serem reconhecidas e amadas o tempo todo, que valorizam demais os outros e não se valorizam, que se aceitam mas não aceitam o outro como ele é, apresentam distúrbios de autoestima.

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O que pode prejudicar o desenvolvimento de

uma autoestima positiva?

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A percepção negativa de si mesmo é o resultado de interações sociais (familiares, profissionais, etc). Nelas a pessoa vivencia situações onde é colocada numa posição de sentir-se inferiorizada e de menor valor. Algumas situações podem ser mantenedoras de uma baixa autoestima como: rejeições, humilhações, abandono, desvalorização , perdas, culpa, críticas e autocrítica em excesso, carência, inveja, medo, frustração, vergonha, raiva e principalmente dependência financeira e emocional.

Se nossos pais não forem de tipo “amoroso”, que apóia, e elogia, a construção da nossa confiança e autoestima é retardada até que tenhamos experiências positivas na vida adulta.

A compreensão e o apoio devem tomar lugar da punição e do abuso. Respeitar e reconhecer é algo que permite o crescimento e a confiança.

Precisamos experimentar sucessos e fracassos e sentir-se responsável por eles, para que obtenhamos um autoconceito realista e saudável.

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A autoestima e a procrastinação

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Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

Um aspecto da nossa vida que envolve a autoestima é a tendência de deixar para depois o que se pode fazer hoje. Mas o que isso influencia na autoestima?

Pesquisadores e estudiosos enfatizam que a capacidade de se organizar, autodisciplinar constituem fatores que favorecem a autoestima.

A procrastinação tem origem na falta de autodisciplina. Ou seja, se você fizer imediatamente o que realmente precisa fazer, sua autoestima será elevada automaticamemnte.

E você? É um procrastinador (a)?

Deixa pra fazer quando está com vontade?

Adia prazos quando não tem vontade de trabalhar? É muito critico (a) com relação a tudo?

Nunca fica orgulhoso (a) com seu resultado? Tem medo de fracassar?

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Como desenvolver autodisciplina?

Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

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Lu Rochael - Psicóloga e Coach - Todos os direitos reservados®

O método básico de construção de autodisciplina é encarar desafios que você sabe que consegue cumprir mas que estão beirando seu limite. Isso não significa tentar e falhar todos os dias e também não significa ficar na sua zona de conforto. Você não vai ganhar força alguma se tentar levantar um peso que você não aguenta e também não vai ganhar força se levantar pesos que são muito leves pra você. Você precisa começar com desafios que sejam adequados à sua capacidade mas que estejam próximos dos seus limites.

Treinamento progressivo significa que, uma vez que você seja bem sucedido, você deve aumentar o desafio. Se você continuar trabalhando com os mesmos desafios, você não ficará mais forte. Da mesma forma, se você não se desafiar, você não vai aumentar sua autodisciplina

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Autoestima e inteligência emocional

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Para viver uma vida mais confiante, feliz, com bem-estar e otimismo é preciso desenvolver nossa autoestima. E o que ela tem a ver com a inteligência emocional?

Mais de dois terços do sucesso pessoal e profissional das pessoas se deve a inteligência emocional. A inteligência emocional é capacidade de identificar sentimentos próprios e dos outros, de motivar a si mesmo, gerenciar as próprias emoções e no relacionamento com os outros. A inteligência emocional se compõe de elementos básicos: autoconhecimento, autoregulação, automotivação, a empatia e as habilidades no relacionamento.

Pessoas que investem em autoconhecimento, que estabelecem um diálogo interior positivo, que aceitam a si mesmas, que reconhecem seu valor, vão desenvolver relações mais saudáveis, vivem mais plenamente, sendo capazes de abertura, escuta e realismo.

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Como ter uma autoestima real e positiva?

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Confiar em si mesmo

Buscar momentos de

felicidade

Reconhecer qualidades e

defeitos

Não se julgar superior ou

inferior aos demais

Ser flexível, aberto e

compreensivo

Ter capacidade de

superar fracassos

Ser construtivo e

coerente consigo mesmo e

com os outros.

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Como os pais podem contribuir para o

desenvolvimento da autoestima dos seus filhos?

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Segundo Coopersmith (1967), algumas orientações podem contribuir para o desenvolvimento da autoestima:

Experimentar total aceitação de sentimentos e pensamentos sem julgamentos

Criar um ambiente de limites claramente definidos desde que sejam justos e não opressores

Não usar de autoritarismo e violência para controlar e manipular a criança, bem como não humilhar e nem ridicularizar

Apresentar bom nível de autoestima, considerando que os pais são exemplos vivos para os filhos

Buscar autoconhecimento, pois este permite identificar o que te faz sentir-se valorizado.

Encontrar alternativas de agir em determinada situação, para não ser tomado por sentimentos, descobrindo seus pontos fortes e desenvolvendo habilidades.

Engajar-se em atividades prazerosas ou onde se tem bom desempenho e se é valorizado.

Assim, você estará fortalecendo a autoestima, não pela superação de problemas, mas pelo aumento de atividades que produzem coisas boas em si e validem o que se é ou que se faz!

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Alguns exercícios para elevar sua

autoestima

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Reforce dentro de si a convicção de que você tem valor enquanto pessoa. Como? Primeiramente, lance um olhar positivo sobre si mesmo. Escreva seus pontos fortes, as qualidades que os amigos e familiares reconhecem em você. Dentre elas, qual delas contribui mais para a sua auto estima?

Lembre-se e descreva um momento da sua vida em que você sentiu orgulho de si mesmo.

Qual a mensagem mais positiva que seus pais ou pessoas transmitiram a você?

Qual a sua contribuição para humanidade?

Como você gostaria de ser lembrado quando morrer?

Reconheça o seu diálogo interior e modifique-o. As palavras mais importantes que você já ouviu são aquelas que você diz a si mesmo. Sua confiança é ampliada quando você melhora sua conversa íntima.

Certifique-se de ser gentil consigo e com os outros.

Pratique o ciclo de produtividade depois de qualquer ação que executar e elogie-se ao terminar.

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Meu nome é Luciene Rochael, sou

brasileira, mineira, mãe, apaixonada por

artes, pessoas, conhecimento e

desenvolvimento humano.

Graduei-me em Psicologia, atuo há 10

anos com psicologia clínica, especialista

em

Educação

Infantil

e

Desenvolvimemnto Humano. Coach e

hipnoterapeuta.

www.lucienerochael.com

www.facebook.com/lucienerochael

Skype: luciene.rochael

Instagran: lucienerochael

Email: [email protected]

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