Norma de Transmissão Unificada
NTU – 010.2
Versão 1.0 Junho/2015
Isoladores para Linhas Aéreas de
Distribuição AT
Especificações Gerais
Apresentação
Esta Norma Técnica apresenta os requisitos mínimos relativos à fabricação e ao fornecimento de isoladores utilizados nas Linhas Aéreas de Distribuição de Alta Tensão do Grupo ENERGISA.
De modo a assegurar as condições técnicas, econômicas e de segurança necessárias ao adequado fornecimento de energia elétrica, observando as exigências técnicas e de segurança recomendadas pela ABNT, e em conformidade com as prescrições vigentes nos Procedimentos de Distribuição – PRODIST e nas Resoluções Normativas da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.
As cópias e/ou impressões parciais ou em sua íntegra deste documento não são controladas.
A presente revisão desta norma técnica é a versão 1.0, datada de junho de
2015.
João Pessoa - PB, junho de 2015.
GTD – Gerência Técnica de Distribuição
Esta norma técnica, bem como as alterações, poderão ser acessadas através do código abaixo:
Aprovação Técnica
Gioreli de Sousa Filho
Vice-Presidente de Distribuição – VPD Grupo Energisa
Júlio Cesar Ragone Lopes
Diretor Corporativo de Engenharia e Construção Grupo Energisa
Sumário
FINALIDADE ... 6 1.1. Especificações Complementares ... 6 REQUISITOS GERAIS ... 6 2.1. Unidades de Medida ... 6 2.2. Idiomas ... 6 2.3. Condições de Serviço ... 7 2.4. Características do Sistema ... 7 2.5. Normas Aplicáveis ... 8 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ... 123.1. Documentos Técnicos para Aprovação ... 12
QUALIDADE, INSPEÇÃO E ACEITAÇÃO ... 12
4.1. Cronograma de Fabricação ... 12
4.2. Controle de Qualidade ... 12
4.3. Plano de Inspeção e Testes ... 13
4.4. Homologação ... 13 Qualidade ... 13 Desenhos ... 13 Informações Técnicas ... 14 4.5. Inspeção ... 15 Condições Gerais ... 15 Relatórios ... 17 4.6. Aceitação Final ... 17 4.7. Materiais e Componentes ... 18 Porcelana ... 18 Vidro ... 18 Revestimento Polimérico ... 19 Núcleo ... 20 Campânulas ... 20 Pinos ... 21 Cupilhas ... 21 Cimento ... 21 Base ... 22 ENSAIOS... 22 5.1. Ensaios de Tipo ... 22 5.2. Ensaios de Rotina ... 23 5.3. Ensaios de Recebimento ... 24 Amostragem ... 25 Critérios de Aceitação ... 25
6.1. Embalagem ... 25
6.2. Transporte ... 27
6.3. Armazenamento ... 27
GARANTIA TÉCNICA ... 27
INFORMAÇÕES DA PROPOSTA ... 28
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS ISOLADORES ... 28
9.1. Isolador Tipo Disco ... 29
9.2. Isolador Bastão Polimérico ... 29
9.3. Isolador Pilar ... 31
9.4. Valores Garantidos ... 32
HISTÓRICO DE VERSÕES DESTE DOCUMENTO ... 32
FINALIDADE
Estabelecer os critérios e as exigências técnicas mínimas aplicáveis ao fornecimento de isoladores, utilizados nas linhas aéreas de distribuição de alta tensão do Grupo ENERGISA.
1.1. Especificações Complementares
Complementa este documento a “NTU-010 PADRÕES DE MATERIAIS DE LINHAS DE DISTRIBUIÇÃO AT”, que deve ser considerada como parte integrante desta especificação técnica.
REQUISITOS GERAIS
Os desenhos, documentos e toda correspondência relativa ao fornecimento deverão ser encaminhados para análise e aprovação da ENERGISA.
Todos os entendimentos entre a ENERGISA e o Fornecedor, somente serão válidos quando efetuados por escrito, através de correio eletrônico, carta, fax ou ata e, ou relatos de reunião.
2.1. Unidades de Medida
Na proposta, projetos, descrições técnicas, e em qualquer documento elaborado, todas as grandezas deverão ser indicadas em unidades de medida do Sistema Internacional de Unidades.
2.2. Idiomas
Os manuais de instrução, projetos e outros documentos entregues pelo Fornecedor deverão ser redigidos preferencialmente em português Brasil, podendo ser também redigidos em espanhol ou inglês. A critério da ENERGISA poderá ser exigida a tradução de qualquer texto que julgar este necessário.
2.3. Condições de Serviço
Os fornecimentos escopo desta especificação técnica serão aplicados nas áreas de concessão do Grupo ENERGISA, onde deverão ser consideradas as seguintes condições meteorológicas:
Altitude: não superior a 1000 metros acima do nível do mar Clima: Tropical
Velocidade máxima de vento: 130 km/h Temperatura ambiente: 0 a 50°C
Máxima temperatura média 24 horas: 40°C Umidade relativa: até 100%
Nível de poluição: não inferior ao nível II - médio Máxima radiação solar: 1000 W/m2
2.4. Características do Sistema
Os fornecimentos escopo desta especificação técnica serão aplicados no sistema do Grupo ENERGISA, com as seguintes características:
Tensão Máxima Eficaz - kV 15 24,2 36,2 52 72,5 92,4 145
Tensão Nominal Eficaz ± 5% - kV 11,4-13,8 22 34,5 40 69 88 138
Número de Fases 3
Frequência Nominal 60 Hz
Neutro Aterrado sem eficácia garantida
Tensão Suportável à Frequência
Industrial 60Hz 1 minuto - kV 34 50 70 95 140 185 275
Tensão Suportável Nominal de
Impulso Atmosférico Pleno - kVCRISTA 110 150 200 250 350 450 650
Tensão Suportável Nominal de
Impulso Atmosférico Cortado - kVCRISTA 121 165 220 275 385 495 715
2.5. Normas Aplicáveis
Além dos requisitos exigidos nesta especificação os fornecimentos deverão estar em conformidade com as Normas Técnicas da ABNT, no que for aplicável e, na falta destas, com as últimas revisões das Normas Técnicas da IEC, ANSI e ASTM, nesta ordem de preferência, salvo onde expressamente indicado.
Para fins de projeto, inspeção, matéria-prima, qualidade, acabamento, ensaios e normas de fabricação, os cabos de alumínio devem satisfazer às condições exigidas nesta especificação e que não contrariem a esta, as seguintes normas, em suas últimas revisões:
NBR 5032 Isoladores para linhas aéreas com tensões acima de 1000 V. Isoladores de porcelana ou vidro para sistemas de corrente alternada
NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos NBR 5427 Guia para utilização da norma ABNT NBR 5426
NBR 5429 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por variáveis NBR 5430 Guia de utilização da norma ABNT NBR 5429
NBR 5456 Eletricidade geral. Terminologia NBR 5471 Condutores elétricos
NBR 5472 Isoladores para eletrotécnica. Terminologia
NBR 5733 Cimento Portland de alta resistência inicial
NBR 6323 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido. Especificação NBR 6915 Aços para forjamento a quente em matriz
NBR 6916 Ferro fundido nodular ou ferro fundido com grafita esferoidal
NBR 6937 Técnicas de ensaios elétricos de alta tensão. Dispositivos de medição NBR 7107 Cupilha para concha de engate concha e bola
NBR 7108 Ferragens integrantes padronizadas de isoladores para cadeia de vidro e de porcelana
NBR 7109 Isolador de disco de porcelana ou vidro. Dimensões e características NBR 7215 Cimento Portland. Determinação da resistência à compressão
NBR 7397 Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente. Determinação da massa do revestimento por unidade de área. Método de ensaio
NBR 7398 Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente. Verificação da aderência do revestimento. Método de ensaio
NBR 7399 Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente. Verificação da espessura do revestimento por processo não destrutivo. Método de ensaio
NBR 7400 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente. Verificação da uniformidade do revestimento. Método de ensaio
NBR 7414 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente. Terminologia
NBR 8158 Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. Especificação
NBR 8159 Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas de distribuição de energia elétrica. Padronização
NBR 10511 Ensaio de resistência mecânica residual para unidades de cadeia de isolador de cerâmica ou de vidro após dano mecânico do dielétrico
NBR 10621 Isoladores utilizados em sistemas de alta tensão em corrente alternada. Ensaios de poluição artificial
NBR 12459 Isolador pilar de porcelana. Dimensões e características
NBR 15121 Isolador para alta tensão. Ensaio de medição da radio interferência NBR 15122 Isoladores para linhas aéreas. Isoladores compostos tipo suspensão e tipo ancoragem, para sistemas em corrente alternada com tensões nominais acima de 1000 V. Definições, métodos de ensaio e critério de aceitação
NBR 15123 Isoladores para linhas aéreas com tensões nominais acima de 1000 V. Cadeias e arranjos de isoladores para sistemas de corrente alternada
NBR 15124 Isolador de porcelana ou vidro para tensões acima de 1000 V. Ensaio de perfuração sob impulso
NBR IEC 60060 Técnicas de ensaios elétricos de alta tensão ANSI C29.13 Insulators Composite. Distribution Deadend Type ANSI IEEE 957 Guide for Cleaning Insulators
ANSI IEEE 1024 Recommended Practice for Specifying Distribution Composite Insulators. Suspension Type
ASTM C150/C150M Standard Specification for Portland Cement
ASTM C151/C151M Standard Test Method for Autoclave Expansion of Hydraulic Cement
IEC 60383-1 Insulators for overhead lines with a nominal voltage above 1000 V. Part 1. Ceramic or glass insulator units for AC systems. Definitions, test methods and acceptance criteria
IEC 60383-2 Insulators for overhead lines with a nominal voltage above 1000 V. Part 2. Insulator strings and insulator sets for AC systems. Definitions, test methods and acceptance criteria
IEC 61109 Insulators for overhead lines. Composite suspension and tension insulators for AC systems with a nominal voltage greater than 1000 V. Definitions, test methods and acceptance criteria
As normas aqui mencionadas não excluem outras reconhecidas que assegurem uma qualidade igual ou superior as normas citadas acima.
No caso de o Proponente adotar outras normas, deverá incluir em sua proposta cópias do original ou tradução das normas adotadas, ficando a critério da ENERGISA a sua aceitação.
Em caso de dúvida ou contradição, terá primazia esta especificação, em seguida as normas recomendadas e finalmente, as normas apresentadas pelo Proponente.
O projeto, matéria prima, a mão de obra e a fabricação devem incorporar, tanto quanto possível, os melhoramentos que a técnica moderna sugerir, mesmo quando não mencionado nesta especificação.
Todas as normas referidas nesta especificação técnica deverão estar à disposição do inspetor da ENERGISA ou seu representante legal, no local da inspeção, em sua última revisão.
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
3.1. Documentos Técnicos para Aprovação
Deverão ser apresentados para aprovação os documentos técnicos relacionados a seguir:
Lista de documentos técnicos para aprovação, contendo o número do Proponente, o número da ENERGISA e o título;
Desenhos do isolador indicando o tipo e código do Proponente e as dimensões do isolador;
Catálogo com as características técnicas do isolador.
QUALIDADE, INSPEÇÃO E ACEITAÇÃO
4.1. Cronograma de Fabricação
O Proponente deverá enviar à ENERGISA em até 15 dias após a assinatura do contrato ou recebimento da autorização de fornecimento de material, um cronograma detalhado das etapas de fabricação, inspeções, ensaios e embalagens.
Qualquer revisão nos cronogramas deverá ser submetida à ENERGISA em, no máximo, 15 dias corridos após o conhecimento das modificações por parte do Proponente.
4.2. Controle de Qualidade
O Proponente deverá desenvolver e manter um sistema de controle de garantia de qualidade, de cumprimento de prazos do fornecimento e de atendimento aos requisitos da especificação.
Não será permitida nenhuma alteração dos termos da especificação. Eventuais modificações que, por razões técnicas, se tornarem necessárias durante a fabricação, somente poderão ser realizadas com aprovação expressa da ENERGISA.
4.3. Plano de Inspeção e Testes
No Plano de Inspeção e Testes deverão constar todas as atividades ligadas ao controle de qualidade do Proponente, os ensaios de rotina e outros ensaios e inspeções requeridas na especificação técnica.
As atividades de inspeção deverão ser apresentadas de forma detalhada, e sempre referenciadas às diversas etapas de fabricação e com o seu tempo de duração estimado.
Qualquer revisão do Plano de Inspeção e Testes deverá ser submetida à ENERGISA em, no máximo, 15 dias corridos após o conhecimento das modificações, por parte do Proponente.
4.4. Homologação
A homologação de novos produtos, materiais ou Fornecedores, deverá atender às exigências a seguir, além das demais normas, documentos complementares e características desta especificação técnica.
Qualidade
O Proponente deverá ter implantado um sistema de qualidade, certificado, baseado na série de Normas NBR ISSO 9000.
O Proponente deverá comprovar experiência em fornecimento e bom desempenho de isoladores similares, em linhas de distribuição de 69 e 138 kV, operando em condições semelhantes às descritas nos itens 2.3 e 2.4 desta especificação técnica, durante um período superior a 5 anos.
Desenhos
O Proponente deverá apresentar, obrigatoriamente, as seguintes informações e desenhos em mídia digital, para avaliação e aprovação da ENERGISA:
e fabricação incluindo dielétrico, engates, cupilhas, bastão e cimento;
Características elétricas e dimensionais do isolador unitário, se isolador de disco, e do isolador completo, se bastão polimérico ou pilar;
Para isoladores de disco, indicação da altura e variação da cimentação no entrono do pino;
Desenho da carga em paletes, contendo dimensões e tipo de proteção para o caso de transporte marítimo.
Informações Técnicas
Relatórios e Certificados de Ensaios de Tipo, conforme esta especificação. Estes Relatórios e os Certificados de Ensaio deverão incluir modelos ensaiados, locais e datas dos ensaios, amostragem e normas adotadas.
Caso o Proponente apresente Certificados de ensaios de tipo que atendam a esta especificação, realizados em produtos idênticos aos do escopo da proposta e em laboratórios oficiais ou acompanhados por cliente ou empresa independente, estes poderão ser aceitos, a critério exclusivo da ENERGISA, dispensando-se assim a realização de novos ensaios.
Caso o Proponente não esteja devidamente equipado para realização de algum ensaio previsto nesta especificação técnica, deverá fazê-lo em laboratório de reconhecida idoneidade, e aceito previamente pela ENERGISA.
O Proponente deverá informar as características técnicas do isolador proposto e apresentar o plano de inspeção e ensaios para a ENERGISA.
4.5. Inspeção
Condições Gerais
Os isoladores devem ser submetidos à inspeção, nas instalações do Fabricante, na presença do inspetor da ENERGISA, ou de seu representante legal, de acordo comas normas recomendadas e com esta especificação.
O fornecimento estará sujeito à inspeção nas datas indicadas no Plano de Inspeção e Testes apresentado e aprovado pela ENERGISA.
Ao inspetor, nomeado pela ENERGISA, será dado livre acesso a todos os locais de fabricação, sendo o mesmo autorizado a desempenhar suas funções onde quer que o fornecimento esteja sendo processado, inclusive nas instalações de subfornecedores, devendo o presente requisito constar sempre dos seus respectivos contratos.
O Proponente deverá colocar pessoal qualificado a prestar informações e executar os ensaios, sem ônus para a ENERGISA.
A ENERGISA poderá repassar ao Proponente os custos devidos a não realização das inspeções nas datas previstas, se ocasionadas por responsabilidade do Proponente ou de seus subfornecedores.
Caso a inspeção venha a ser realizada em local diferente daquele originalmente indicado no plano de inspeções, os custos adicionais serão debitados ao Proponente. A ENERGISA poderá, a seu critério, dispensar as inspeções sem prejuízo da obrigação do Proponente de apresentar os resultados dos ensaios para liberação dos isoladores para entrega.
A dispensa ou liberação da inspeção dos isoladores para embarque, não isentarão o Proponente da obrigação do fornecimento rigorosamente de acordo com o contrato. Não anularão ainda quaisquer reclamações posteriores da ENERGISA relativas a materiais ou a componentes defeituosos ou inadequados, fornecidos pelo Proponente.
A rejeição do lote em virtude de falhas constatadas nos ensaios, não exime o Proponente do cumprimento das datas de entregas contratadas.
O Proponente notificará a ENERGISA com antecedência mínima de 15 dias, as datas em que os isoladores estarão prontos para inspeção e ensaios.
Nenhum material deverá ser embalado para embarque antes da conclusão de todos os ensaios, análises de ensaios e inspeções, bem como antes da aprovação do inspetor ou da autorização por escrito da ENERGISA.
Se, a critério da ENERGISA, a rejeição tornar impraticável a entrega do material pelo Fabricante na data prometida ou se tornar evidente que o Fabricante não será capaz de satisfazer as exigências desta especificação técnica, a ENERGISA se reservará o direito de rescindir todas as suas obrigações e adquirir os isoladores de outro Fornecedor ficando o Proponente considerado inadimplente e sujeito às penalidades previstas em contrato.
Atuação do Inspetor
O processo de inspeção atuará nos seguintes pontos:
Aprovação dos procedimentos de ensaios e avaliação inicial do sistema de controle adotado pelo Proponente;
Inspeção de fabricação e verificação dos relatórios de ensaios de acordo com os critérios seguintes:
Adequação das matérias primas conforme requisitos da especificação;
Adequação dos isoladores à especificação, aos desenhos, aos documentos contratuais e técnicos e a boa prática da engenharia;
Testemunho dos ensaios de tipo, projeto, rotina e recebimento; aprovação dos relatórios dos ensaios;
Adequação dos métodos de embalagem quanto à proteção necessária ao manuseio e transporte;
Conferência das listas de embarque para cada lote de isoladores, inclusive quanto à identificação e destino.
Relatórios
Após o término da inspeção deverá ser elaborado um relatório de inspeção com as seguintes informações:
Nome do Fabricante; Número do pedido;
Nome e quantidade de material inspecionado e identificação do lote; Tipos de ensaios realizados e normas utilizadas;
Identificação detalhada e quantidade de amostras ensaiadas ou encaminhadas; Parecer do inspetor indicando as quantidades aprovadas, rejeitadas ou sujeitas
ao reconhecimento;
Assinatura do inspetor e do Fabricante.
Caso a ENERGISA dispense a presença de seu inspetor durante a realização dos ensaios, o Proponente deverá apresentar os relatórios de ensaio, conforme previsto nesta especificação.
4.6. Aceitação Final
A ENERGISA dará por aceito e definitivamente recebido todo o fornecimento, quando forem satisfeitos integralmente todos os itens desta especificação, bem como as demais condições do contrato e da Autorização de Fornecimento de Material ou da Ordem de Compra de Materiais.
4.7. Materiais e Componentes
Os materiais aplicados na fabricação dos isoladores deverão atender aos requisitos mínimos descritos a seguir, aplicados conforme o tipo de isolador fornecido.
Porcelana
Deve ser compacta, limpa, homogênea, impermeável, livre de fissuras, bolhas ou de materiais estranhos, terem alta resistência mecânica, quimicamente inerte e ponto de fusão elevado.
A porcelana deve ser não rugosa, fabricada pelo processo úmido, deve satisfazer às práticas modernas de fabricação, ser de queima tipo aluminosa e trabalhada de forma a conferir aos isoladores aspecto, dimensões, propriedades e características elétricas e mecânicas exigidas nesta Especificação.
Toda a superfície exposta da porcelana deverá ser recoberta com camada de esmalte liso vitrificado na cor marrom. As partes destinadas à cimentação devem receber uma camada aderente de areia, porcelana moída.
A porcelana deverá ser resistente ao manuseio, possuindo uma resistência ao ensaio de impacto de, no mínimo 11 Newton metro.
Vidro
Os isoladores devem ser feitos de vidro da melhor qualidade, temperado, devendo satisfazer às práticas modernas de fabricação e conferindo aos isoladores, aspectos, dimensões, propriedades e características exigidas nesta Especificação.
O vidro deve ser compacto, homogêneo, transparente, isento de dobras, pedras, fios, furos, fendas, bolhas de ar, inclusão de materiais estranhos, falhas provenientes de fundição defeituosa, bem como de quaisquer defeitos que possam prejudicar as suas características elétricas ou mecânicas. O vidro deve ainda, ser incolor ou esverdeado claro.
Têmpera
Os discos dos isoladores de vidro devem ser temperados e devem sofrer os processos normais de fabricação.
O vidro deverá ser resistente ao manuseio, possuindo uma resistência ao ensaio de impacto de, no mínimo 17 Newton metro.
Revestimento Polimérico
O revestimento polimérico externo do isolador deverá ser de elastômero à base de silicone, liso, homogêneo, isento de rebarbas, impurezas, porosidades, bolhas, trincas, fendas, falhas, bem como livres de quaisquer defeitos que possam prejudicar o seu desempenho elétrico e mecânico.
Não deve apresentar marcas salientes de moldagem.
Devem ser de material polimérico resistente às intempéries, raios ultravioletas e outras degradações que possam provocar degradação elétrica ou mecânica do isolador.
O revestimento deverá ser resistente ao manuseio para evitar danos durante a instalação e limpeza, inclusive suportar lavagens sob pressão em regime de linha viva, conforme IEEE 957.
O revestimento deve possuir espessura mínima de 3 mm, em toda a extensão do isolador.
As aletas devem ter o perfil plano e não possuir nervuras internas com o objetivo de aumentar a distância de escoamento do isolador.
Todo o corpo externo do isolador deve ser fornecido na cor cinza claro.
Revestimentos à base de EPDM, EPM ou sua composição com silicone, não serão aceitas.
Núcleo
O núcleo deve ser constituído de fibras de vidro com baixo teor de álcalis, impregnadas de resina e comprimidas numa matriz, de tal forma que as fibras fiquem paralelas ao eixo da haste, obtendo-se a máxima resistência à tração.
O núcleo deve resistir a campos elétricos longitudinais e transversais e ser resistente ao trilhamento elétrico.
Resinas com tendência à hidrólise, devido à penetração de umidade, não devem ser empregadas.
Estanqueidade e Aderência
Com objetivo manter a alta qualidade da aderência do revestimento às interfaces entre ferragem, núcleo e revestimento, o processo de injeção da borracha deve ser realizado à alta temperatura e alta pressão sobre o núcleo e as ferragens.
Não é permitida a utilização de selos e, ou anéis de vedação nas interfaces entre ferragem, revestimento e núcleo.
A aderência do revestimento ao núcleo e às ferragens do isolador composto polimérico deve ser de tal forma que a ligação entre o revestimento, o núcleo e os terminais metálicos seja mais forte do que a resistência ao rasgamento intrínseca do próprio revestimento.
Campânulas
As campânulas dos isoladores de disco deverão ser de ferro maleável ou ferro fundido nodular. Deverão ser livres de trincas, emendas, deformações, bolhas de ar, rebarbas ou cantos vivos.
Todas as superfícies deverão ser livres de pontas ou outras irregularidades que possam causar corona.
O ferro de grafita esferoidal deverá estar de acordo com a NBR 6916 com alongamento mínimo de 17%.
A concha da campânula deverá ter um furo para alojamento da cupilha, projetado de acordo com a NBR 7108. A superfície da campânula junto ao furo e a forma da cupilha deverão permitir manutenção em linha viva com ferramentas usuais, sem prejuízo para o desempenho quanto a corona e radio interferência.
As ferragens dos isoladores devem ser adequadamente protegidas contra a corrosão, por zincagem a quente, conforme NBR 6323.
Pinos
Deverão ser produzidos em aço carbono, forjados a quente, e estar livres de escórias, dobras, emendas, rebarbas ou cantos vivos. Todas as superfícies de apoio deverão ser lisas e uniformes de modo a distribuir uniformemente os esforços de carregamento.
As ferragens dos isoladores devem ser adequadamente protegidas contra a corrosão, por zincagem, a quente, conforme a NBR 6323.
Cupilhas
As dimensões das cupilhas deverão estar de acordo com as NBR 7107, 7108 e 8159. As cupilhas deverão ser produzidas em aço inoxidável estirado a frio, tipo AISI 304. O aço empregado deverá ter as seguintes características: Dureza Rockwell de B88 a C30; Alongamento mínimo de 20 % em um comprimento padrão de 5 cm.
Cimento
O cimento deverá ser do tipo Portland ou do tipo Aluminoso, e possuir alta resistência mecânica, sem alteração significativa de volume devido à mudança de temperatura ou ao envelhecimento. O coeficiente de expansão linear deverá ser menor do que 0,03 % no ensaio de expansão em autoclave, de acordo com a Norma ASTM C151.
Não poderá haver reação química entre o cimento e o zinco.
A superfície do cimento deverá ser uniforme possível e cuidado especial deverá ser tomado durante a montagem das partes para a cimentação.
As superfícies do dielétrico e da campânula deverão ser livres de fragmentos de cimento. A altura do nível do cimento ao redor do pino deverá estar entre 3 e 10 mm.
Base
A base dos isoladores pilar deverá ser produzida em ferro fundido maleável ou nodular, totalmente revestido com zinco pelo processo de imersão a quente, conforme NBR 6323. A massa e a espessura mínimas do revestimento devem atender à NBR 8158.
ENSAIOS
5.1. Ensaios de Tipo
Os ensaios de tipo devem ter seus resultados devidamente comprovados através de certificados de ensaio emitidos por órgão tecnicamente capacitado. Caso o Fornecedor ainda não os tenha realizado, deverá comprometer-se em fornecer os respectivos relatórios para aprovação logo após o recebimento da Ordem de Compra ou Autorização de Fornecimento de Material, caso contrário, os ensaios deverão ser realizados até a data de entrega do material, sujeitos à aprovação da ENERGISA e sem ônus adicional ao valor da proposta.
Os ensaios de tipo previstos são: Dimensional, conforme NBR 5032;
Tensão suportável de impulso atmosférico a seco, conforme NBR 5032. Para isoladores tipo disco, 5 isoladores em cadeia reduzida;
isoladores tipo disco, 5 isoladores em cadeia reduzida;
Ruptura mecânica ou eletromecânica, conforme NBR 5032. Para isoladores tipo pilar, ensaio de ruptura mecânica à flexão;
Ensaio de impacto, conforme NBR 5032, para isoladores de vidro e de porcelana; Tensão de radio interferência, conforme NBR 15121;
Ensaio de porosidade, conforme NBR 5032, para isoladores de porcelana;
Resistência mecânica residual, conforme NBR 10511, para isoladores tipo disco; Comportamento termomecânico, conforme as NBR 5032 e 15124, para isoladores
tipo disco;
Perfuração sob impulso, conforme NBR 15124, para isoladores de vidro e de porcelana;
Mecânico carga, tempo e verificação de estanqueidade, conforme NBR 15122, para isoladores poliméricos.
5.2. Ensaios de Rotina
Todos os isoladores deverão ser submetidos aos ensaios de rotina indicados a seguir, em conformidade com os procedimentos estabelecidos na IEC 60683 e NBR 15122: Inspeção visual;
Ensaio mecânico de rotina;
Ensaio elétrico de rotina, em isoladores de porcelana; Identificação do isolador.
5.3. Ensaios de Recebimento
Os ensaios de recebimento deverão ser feitos em conformidade com os procedimentos estabelecidos nas NBR 5032, 10511, 15121 e 15122:
Inspeção visual. Amostragem E1+E2; Dimensional. Amostragem E1+E2;
Deslocamento axial e radial, em isoladores de vidro e porcelana. Amostragem E1+E2;
Extração de cupilhas. Amostragem E2;
Ciclo térmico, em isoladores de porcelana. Amostragem E1+E2; Ruptura mecânica, em isoladores de vidro. Amostragem E1;
Ruptura eletromecânica, em isoladores de porcelana. Amostragem E1; Choque térmico, em isoladores de vidro. Amostragem E2;
Perfuração em óleo, para lotes de até 7000 isoladores, vidro e porcelana. Amostragem E2;
Porosidade, em isoladores de porcelana. Amostragem E1; Peso da camada de zinco. Amostragem E2;
Perfuração sob impulso, para lotes superiores a 7000 isoladores, vidro e porcelana. Amostragem E2;
Resistência residual, para lotes superiores a 7000 isoladores, tipo disco vidro e porcelana. Amostragem E1;
Tensão de radio interferência para lotes superiores a 7000 isoladores. Amostragem E1;
Carga mecânica especificada, em isoladores poliméricos. Amostragem E1; Estanqueidade da interface, em isoladores poliméricos. Amostragem E2; Ruptura mecânica à flexão, em isoladores pilar. Amostragem E1+E2;
Torque de aperto da rosca da base, em isoladores pilar. Amostragem E1+E2.
Amostragem
Tamanho do lote Tamanho da amostra
E1 E2 ≤ 300 1 1 >300 a ≤ 2000 4 3 >2000 a ≤ 5000 8 4 >5000 a ≤ 10000 12 6
Critérios de Aceitação
Conforme NBR 5032.EMBALAGEM, TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO
6.1. Embalagem
A embalagem necessária ao transporte e armazenamento do conteúdo do fornecimento bem como o transporte até o local definido no contrato ou Autorização de Fornecimento de Material serão de inteira responsabilidade do Proponente.
A embalagem deve ser adequada ao transporte e deverá obedecer, fundamentalmente, aos seguintes critérios:
O acondicionamento deve ser adequado para resistir às condições de manuseio, bem como a outros riscos de transporte e está sujeito à verificação e aprovação do inspetor da ENERGISA;
Proponente de entregar o material em perfeitas condições de operação, nem invalidará nenhuma reclamação feita pela ENERGISA, com base em material recebido com defeito ou deficiências;
O Proponente será responsável por qualquer unidade recebida danificada devido ao acondicionamento inadequado. Tais itens devem ser repostos sem ônus adicional para a ENERGISA;
Os isoladores devem ser acondicionados em embalagens de até 30 kg para movimentação manual, e a partir de 30 kg para movimentação mecânica;
Deve ter indicações de posicionamento dos pesos de modo a garantir a estabilidade dos materiais a serem transportados;
Deve ser projetada de modo a suportar e facilitar as operações de embarque e desembarque, sem prejuízo da segurança dos operadores e da integridade dos materiais;
Deve estar identificado na embalagem, onde aplicável, a indicação de face superior, símbolo de içamento, centro de gravidade, símbolo de proteção contra umidade, símbolo de frágil;
Quaisquer danos aos materiais, devido à embalagem inadequada, serão de responsabilidade do Proponente;
Os volumes poderão ser agrupados, a critério do Proponente, para facilitar o transporte;
Cada embalagem deve conter um exemplar do romaneio no interior da embalagem e outro preso na parte exterior, em invólucro de plástico lacrado, resistente a intempéries, relacionando exclusivamente os materiais contidos na embalagem descrevendo todos os detalhes e seus respectivos códigos;
Cada embalagem deve ser identificada indelevelmente com as seguintes informações:
Nome do produto ou produtos; Nome do Proponente;
Local de destino;
Número do Contrato ou Autorização de Fornecimento de Material; Número da nota fiscal;
Número de série do equipamento; Dimensões e massa.
O valor da proposta deve incluir o custo da embalagem e acondicionamento.
6.2. Transporte
O transporte dos isoladores deverá ser realizado pelo Proponente, ficando no seu encargo todas as providências necessárias para carga, transporte e descarga dos isoladores na obra ou depósito da ENERGISA, inclusive taxas relativas ao seguro.
6.3. Armazenamento
Se o Proponente antecipar a entrega dos isoladores, a ENERGISA se reserva o direito de não os receber. Neste caso, o Proponente providenciará, às suas expensas e responsabilidade, o armazenamento temporário até a data prevista de entrega, sem isenção de qualquer compromisso com os prazos e qualidade contratados.
GARANTIA TÉCNICA
O Proponente deverá garantir os isoladores durante o período de garantia contra quaisquer defeitos que não possam ser atribuídos ao seu uso inadequado. O período de garantia deverá ser de 18 meses de operação satisfatória a contar da data de entrada em operação, ou 24 meses a partir da entrega dos isoladores, prevalecendo a data que primeiro ocorrer, exceto quando os isoladores não entrarem em operação
nas datas estipuladas por responsabilidade do Proponente. Em tal caso, prevalecerá a garantia pelo prazo de 18 meses de operação satisfatória.
Caso os isoladores apresentem defeitos ou deixe de atender aos requisitos das especificações, a ENERGISA poderá rejeitá-los e exigir que o Proponente faça a sua imediata substituição ou correção, sem ônus adicional para a ENERGISA. Neste caso, um novo período de garantia de 18 meses de operação satisfatória deverá entrar em vigor para os componentes reparados ou substituídos.
Caso depois de notificado pela ENERGISA, o Proponente se recuse ou deixe de corrigir ou substituir o componente danificado, a ENERGISA terá o direito de efetuar o trabalho de correção, por seu próprio pessoal ou por terceiros, conforme julgar necessário, a fim de reparar quaisquer defeitos, e de deduzir os respectivos custos de qualquer crédito devido ao Proponente ou de iniciar ação judicial para reavê-los, sem implicar na perda da garantia.
INFORMAÇÕES DA PROPOSTA
Independentemente de todas as informações que o Proponente julgar necessárias apresentar, serão obrigatórios os itens relacionados a seguir, sob pena de desclassificação da proposta:
Desenhos dimensionais;
Planilhas de características técnicas com a coluna de valores propostos preenchida;
Indicação de desvios técnicos com relação à especificação técnica, acompanhados das devidas justificativas para avaliação da ENERGISA.
9.1. Isolador Tipo Disco
Carga mecânica ... 12000 daN Material do corpo isolante ... vidro temperado ou porcelana aluminosa Cor ... informar Engate ... concha - bola, CB16 Diâmetro nominal ... 254 mm Passo ... 146 mm Distância mínima de escoamento ... 320 mm Diâmetro nominal do pino ... 16 mm Nível de cimento ... 3 a 10 mm Tensão suportável a 60 Hz sob chuva, eficaz ... 40 kV Tensão suportável de impulso atmosférico a seco, pico ... 100 kV Tensão de perfuração a 60 Hz, pico ... 130 kV Radio interferência TRI:
Tensão de ensaio, fase a terra, eficaz ... 10 - 20 kV TRI máximo a 1 MHz ... 34 - 57 dB Carga de ruptura mecânica ou eletromecânica ... 12000 daN Carga mecânica de ensaio de rotina ... 6000 daN Resistência ao impacto mecânico (1) ... 11 - 45 Nm Massa ... informar kg Cadeia reduzida, 5 isoladores:
Tensão suportável a 60 Hz sob chuva, eficaz ... 175 kV Tensão suportável de impulso atmosférico a seco, pico ... 410 kV
NOTA:
1. Valores para isoladores de porcelana e vidro, respectivamente.
9.2. Isolador Bastão Polimérico
Material do revestimento ... elastômero de silicone Quantidade de aletas ... informar Passo, valores de referência:
Isolador tensão nominal 69 kV ... 850 mm Isolador tensão nominal 138 kV ... 1440 mm Distância de escoamento mínima:
Isolador tensão nominal 69 kV ... 1815 mm Isolador tensão nominal 138 kV ... 3625 mm Espessura mínima do revestimento ... 3 mm Diâmetro nominal do pino ... 16 mm Distância de arco a seco ... informar mm Engate ... concha - bola, CB16 Tensão suportável a 60 Hz sob chuva, eficaz ... conforme item 2.4 Tensão suportável de impulso atmosférico a seco, pico ... conforme item 2.4 Radio interferência TRI:
Tensão de aplicada a 60 Hz, eficaz (1) ... 44 - 88 kV TRI máximo a 1 MHz ...100 µV Carga de ruptura mecânica ou eletromecânica ... 12000 daN Carga mecânica de ensaio de rotina ... 6000 daN Massa ... informa kg
NOTA:
9.3. Isolador Pilar
Tensão nominal ... 69 kV ou 138 kV Material dielétrico ... elastômero de silicone ou porcelana aluminosa Quantidade de aletas ... informar Passo, valores de referência:
Isolador tensão nominal 69 kV ... 700 mm Isolador tensão nominal 138 kV ... 1400 mm Distância de escoamento mínima:
Isolador tensão nominal 69 kV ... 1815 mm Isolador tensão nominal 138 kV ... 3625 mm Espessura mínima do revestimento (1) ... 3 mm Núcleo para isolador de porcelana ... sólido Distância de arco a seco ... informar mm Tensão suportável a 60 Hz sob chuva, eficaz ... conforme item 2.4 Tensão suportável de impulso atmosférico a seco, pico ... conforme item 2.4 Radio interferência TRI:
Tensão de aplicada a 60 Hz, eficaz (2) ... 44 - 88 kV TRI máximo a 1 MHz ... 200 µV Carga mecânica a flexão:
Mínima de ruptura ... 1250 daN Mínima temporária ... 930 daN Mínima permanente ... 560 daN Massa ... informar kg
NOTAS:
1. Valor para isolador pilar polimérico
_________________________________________________________________________________
9.4. Valores Garantidos
Os valores garantidos de cada uma das caraterísticas do isolador, conforme itens 9.1, 9.2 e 9.3, além de outras que o Proponente julgar necessárias, deverão ser informadas na proposta.
O Proponente deverá relacionar, em um item em separado, sob o título "Exceções à Especificação", todas as características do isolador a ser fornecido que estejam em divergência com os requisitos da especificação técnica.
HISTÓRICO DE VERSÕES DESTE DOCUMENTO
Data Versão Descrição das Alterações Realizadas
15/06/2015 1.0 Primeira Versão – Projeto Malha Logística –
Frente D