RESENHAS D E LIVROS
F E M I N I S M O
COMO C R íT I CA DA MODE R N I DADE. -
Coo rdenação: Seyla Benhabid e D ruscilla Cornell. T radução: Nathanael da Costa Ceixei ro. E dito ra Rosa dos Tem pos. Rio de J a neiro. 1 99 1 . 208p.I nstiga nte coleção de ensaios de m u l heres pa ra o pensamento sócio · polrtico-econômico do sécu lo XX. Os g rande pensado res co ntempo râneos passa m por u m crivo que desvenda a categ oria - gênero • que vem se sob redeterm i n a r à categoria que se convencionou considera r a maior de todas: a classe social. A integ ração destas duas categorias, vem dar u m resu ltado completamente diferente de tudo aquilo que até hoje se considerava como conhecimento cientffico adq u i rido. Sem pragamatismo e com vivo i nte resse na desconstrução de m itos, tabus e verda des cu ltu rais/sociais até então inquestio nadas, as auto ras oferecem uma rica reconceitualização da) trad ições do pensamento de hoje. L ivro indis· pensável pa ra todos os que estudam o pensamento social e po lftico, bem como pa ra os que se interes· sam por estudar a condição da m u l he r em geral. Leitu ra portanto, obrigató ria pa ra nós
H I STÓR IA ORAL - A E X P E R I Ê N C IA DO C P DOC.
Verena A l be rti - R io de J a neiro - Fundação G etú lio Vargas - 1 990.Manual que ensina "como fazer" histó ria o ral a parti r da experiência de 14 anos de atividades do P rograma de H istória O ral do Centro de Pesquisa e Documentação de H istó ria Contem po rânea do B ra s i l (CP DOC). Método-fonte-técnica que s e difundiu no B rasil em meados da década de 7 0 , o livro traz a i mportâ ncia i nequrvoca de preencher o vazio bibl iog ráfico sobre o assunto, com o mérito da si mplicida de, objetividade e riqueza de referências bibliog ráficas com plementa res. Pensa a histó ria o ra l como um esfo rço i nte rdisciplinar e de equ i pe, no qual não devem falta r os rigo res da pesqu isa histórica e da et nog rafia, visão da sociolog ia e a sensi bilidade de abordagem da psica nálise e da psicologia. este ú ltimo aspecto é dos mais relevantes, tendo em vista qu e a entrevista ganha maior dimensão quando resu lta da cumplicidade prolongada entre entrevistador e entrevistado, cabendo ao pesqu isador constru i r a o m esmo tempo, c o m seu entrevistado, uma relação de sensi bilidade e de rigor; de adesão no processo de com preender e da cdtica atenta no processo de i ndagar; de reconstituição e questiona mento. E esta "cumplicidade controlada", trpica da sociologia qualitativa e dos métodos de histó ria de vida que garan te a d i
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ensão e a consistência do que é revelado. L ivro indispensável aqueles que preten dem escrever sobre história, contada pelos personagens que a fizeram.F E N I LCETON Ú R I A E H I POT I R E O I D I S M O CO N G Ê N ITO - DIAG N ÓSTICO PR ECOCE E PR E
V E N ÇÃO DA D F IC I Ê NC I A M E NTAL
Thereza N euma Tostes F reitas. N iterói. E D U FF. 1 990O l ivro, foca liza a pro posta de prevenção através de detecção em massa de erros i natos do m eta bolismo e a presenta uma pesquisa a respeito do prog rama de seleção populacional de recém-nascidos com fenilcetonú ria e/ou hi poti reoidismo co ngênito realizada em maternidades e hospitais com u n ida des neonatológica e obstétrica, entre di reto res administrativos, médicos, enfermei ros e auxiliares de en fermagem nos m u nicfpios do R i o de Janeiro e de São Paulo. P retendem desperta r, assim, a atenção dos profissionais de saúde, que atuam no atendimento do recém - nascido, da gestante, da pa rturiente e da puérpera, sobre a i m portância do diag nóstico precose da fenilcetonú ria e do hipoti reoidismo congê n ito, com fi nalidades primordiais de assesso ra r o lactente pa ra o seu bom desenvolvi mento frsico, neu rológico, psicológico e i ntelectual, além de oferecer aos fa milia res o estudo de seus componentes, bem como o aconselhamento genético da fam flia. Contri bui com um elenco de i nformações que, na verdade constituem um reflexo dos conhecimentos, opiniões e atitudes dos profissionais com relação ao P ro · g rama de seleção populacional de recém- nascidos com fen i lcetonúria e/ou hi poti reoidismo congênito, para trazer à luz a discussão do problema, e coloca r em prática a real ização dos exames nas maternida des do B rasi l, visando preven i r e defi�iência mental.
L I VROS DE ENFER MAG E M - B RAS I L
( 1 9 1 6/1 988)
O rganiz ação: Ieda Ba rre i ra e C a s tro e S u e l y de Souza B aptista - A B E n /C E P n - C N PqA obra L I VROS D E E N F E R MAG E M - B R AS I L ( 1 91 6/1 988) reú ne por temática 504 tftu los sobre E nfermagem publicados no pars, no perfodo de 1 9 1 6