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PRIMEIRA BIOGRAFIA PRESENTE NA CHAMA DE UM ESCRITOR VII

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PRIMEIRA BIOGRAFIA PRESENTE NA CHAMA DE UM ESCRITOR VII

MINHAS EXPRESSÕES ESTAM SEMPRE MAIS VIVAS EM UM SENTIMENTO MEMORIAL EM TODOS OS PASSADOS QUE VIVI QUE HOJE ME DÃO A MELHOR FORMA DE VIVER E MOSTRAR TODA MINHA QUALIDADE DE UM HOMEM QUE BUSCA O FUTURO INESQUECIVEL DE TODA MINHA FANTASIA DE SER ALGUEM QUE POSSA DIZER QUE POSSAMOS SER FELIZ

Por: Roberto Barros

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PREFACIO:

Eu quero chegar mais perto de minha juventude que vai sempre se

aprofundando em um espaço que sempre me concretizou e me fez buscar com minha melhor intuição as realidades superlativas da vida que talvez hoje eu consiga mostrar o melhor de mim e de minhas palavras que estão escritas em um circulo magico tanto de minhas conquistas quanto de minhas perdições que chegaram ao fim dos dias por eu ter conquistado o salto maior de ver a vida como é bonita e fundamental as nossas perfeitas qualidades que estão sempre nos fortalecendo de perfeições diárias a uma conduta mais descontraída de ver e enxergar a vida como deve ser sem tantas argumentações em nossos dia a dia por sermos perfeitos e completos aos planos universais e morais que nos carregam de formas e forças contra as refazendas de um passado que procuramos uma resposta no fim do túnel para simplificarmos nosso amor pelas nossas felicidades de quem já foi e quem vai chegar hoje com mais festas e nos favorecer de qualidades superiores a de antigamente que nos encherão de benditas glorias que nos fazem grandes homens a procura de grandes realizações pela vida em que somos fruto de prazer constitucional a mera circunstancia de viver e ser feliz pelo simples modo realista e fundamental de aprendermos a

valorizarmos as nossas vidas e quero deixar bem claro que tudo que apreendi esta voltado em toda minha filosofia contida neste livro que abriram as portas para o verdadeiro futuro que espero com amor e felicidades por toda minha vida.

Um beijo e um forte abraço a todos os meus leitores e amigos que viram e sempre estão curtindo os meus livros. Muito obrigado!

21/05/2020

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INDICE:

1. Corona vírus um bicho brabo que mata.

2. O sinistro de uma relação.

3. A teosofia dos mistérios presumidos da vida e da natureza, da divindade e da origem e propósito do universo.

4. Marginalia.

5. O melhor de mim.

6. The Best Of me.

7. Caminhos.

8. Pensamentos.

9. Thoughts.

10. Ways.

11. Palesta Idílica de uma filosofia.

12. Idylic lecture of a philosophy.

13. Diary of a love about true romance.

14. Dreams of love among a glory past.

15. Everything for love.

16. Roberto's corner.

17. Roberto's night touch love.

18. The queen of my dreams.

19. The unforgettable value of a song and its voice.

20. A rainha dos meus sonhos I.

21. Diário de um amor sobre o verdadeiro romance i.

22. O inesquecível valor de uma canção e sua voz I.

23. O recanto do Roberto I.

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24. Sonhos de amor entre um passado de gloria I.

25. Toque de amor do recanto do roberto I.

26. Tudo por amor I.

27. Agradecimentos.

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CORONA VÍRUS UM BICHO BRABO QUE MATA

O que veio da China não é brincadeira que se desenvolveu no silencio como uma peste serena que se incubou nas pessoas como um súbito que se desenvolveu e desatinou varias pessoas causando um maior sofrimento que hoje nós passamos os piores momentos desse vírus sobre toda humanidade pra mostrar que doença não existe e que matou muita gente na flor da idade e o que existe são lembranças de belas pessoas que sempre passaram por momentos difíceis em diversos hospitais e poucos se salvaram como certos idosos e jovens rapazes que apenas se dedicou sobre a vida contra um vírus que sempre insola os seres humanos distraídos por talvez apertar a mão de um belo amigo isso eu lhe digo são todos inocentes correndo perigo sobre os desafios de um vírus que desafiou o ministério da saúde em que hoje diversos biólogos tentam tomar atitude para não morrer e nem deixar a sociedade se acabar de sofrimento como a bíblia sempre disse que o mundo iria se acabar por pragas, enchentes e fogos ficando o mundo sobre a

perdição dos pecados que sempre foram isolados ficando em contradição de todos serem castigados e a morte fazendo sua passagem sobre o mundo disfarçado por injurias, crimes por todo lado pra hoje serem todos

castigados e quem sabe o que é certamente este vírus que nos pegou

distraídos sobre um planeta esclarecido de certos cientistas que sempre nos formalizou sobre grandes dinâmicas e tecnologias e hoje vivemos mais com nostalgias querendo saber onde podemos viver com euforia e sem tantas destruições que se alinham aos países como se force irmãs de uma ditadura que sempre matou pobres pessoas na rua e hoje aqui fica como opinião que já morreram mais de um milhão com esse vírus que aqui nunca vi meu amigo e lhe digo que já matou tanta gente como pobres pessoas inocentes causando um imenso pavor que nem se quer morreram de dor e lhe digo que são pessoas de famílias que estavam apenas fora de casa distraídas conversando, trabalhando e namorando que foram todas

contaminadas pelo um vírus que certamente ninguém nunca há viu e nem

vai ver porque quase todos morreram sem saber de onde pegaram esta

bactéria que fez no mundo uma miséria que esta por todos os lugares da

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cidade e do mundo causando um absurdo pra hoje talvez certos países de conscientizar que o mundo não pode aguentar outra vez este desafeto que quase levou toda a sociedade para o necrotério e que tenhamos de fazer algo melhor que nos faça viver para este vírus não mais se desenvolver em nossos corpos cansados e distraídos que ficaram expostos ao perigo por causa de uma inconsequente relação do homem com o animal que são todos incapazes de dizer que deus castiga pra nós apreender e que talvez o mundo esta por uma provação que o mau anda vagando no meio da

multidão e que seja feita a justiça no mundo para nunca mais haver absurdos e que o corona vírus desapareça para sempre deixando agente inocente e que nunca volte mais a se desfazer na biologia que a gente sempre mostrou que em tudo somos capaz e que o corona vírus não volte nunca mais e isto nunca mais acontecera porque a medicina não deixara!

Por: Roberto Barros

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O SINISTRO DE UMA RELAÇÃO

Em meras circunstancias eu creio que devemos mais memorizar as nossas eficiências que devido a vida tudo esta contido sobre uma relação obstinada que nos compromete sobre vários propósitos de simplificarmos a luta pela vida que certamente existe um fator catatônico que é a forma de

esquizofrenia que apresenta uma alternância entre períodos de passividade e de negativismo e períodos de súbita excitação que nos envolve na vida entre vários pretextos como amar que simplifica o amor, ter coragem que significa vencer algo próprio ou comum sobre vários fatores socialistas que nos surpreendem nossos pontos de vistas, a sabedoria como significado de entender os aspectos de consciência e sentimentos sobre as relações da vida ficando como entendimento humano, O pensamento como algo superior que temos e que podemos favorecer tudo sobre todos e que em tudo será feito como deveremos conquistar algo de valor, o sentimento a essência do pensamento que fica como provas de reconstituição da alma, do caráter do ser humano sobre as realidades que deprimem o ser humano e suas

relatividades que suponhamos nos redimir sobre certas coisas que não admitimos como existência que brota como uma fluxo sobre a vida nos explorando de certos efeitos contraditórios as exigências da vida que nos faz perder ou ganhar algo substancial que temos que suportar como dependências, valor, disposição, jogo socialista que supostamente nos enfatiza pela moralidade de conhecer vários aspectos sobre certas origens que o ser humano tenta se socializar como uma luta de valores ou uma religião politica que talvez possa mostra seus valores sob uma referencia que de uma resiliência que é a capacidade de o indivíduo lidar com

problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão

de situações adversas - choque, estresse, algum tipo de evento traumático,

entre outro em que em tudo possa lhe ministra algo de valor sobre qualquer

perda que são presenciadas e relacionadas com as realidades da vida como

um efeito que a vida nos proponde sobre certos meios e obstáculos em que

nos processamos todo valor e que fica sobre vários pretextos como amar

que simplifica o amor, ter coragem que significa vencer algo próprio ou

comum sobre vários fatores socialistas que nos surpreendem nossos pontos

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de vistas, a sabedoria como significado de entender os aspectos de consciência e sentimentos sobre as relações da vida ficando como

entendimento humano, O pensamento como algo superior que temos e que podemos favorecer tudo sobre todos e que em tudo será feito como

deveremos conquistar algo de valor, o sentimento a essência do

pensamento que fica como provas de reconstituição da alma, do caráter do ser humano sobre as realidades que deprimem o ser humano e suas

relatividades que suponhamos nos redimir sobre certas coisas que não admitimos como existência que brota como uma fluxo sobre a vida nos explorando de certos efeitos contraditórios as exigências da vida que realmente não podemos perder porque seria sinistro as boas intenções que comparamos com belas formalidades que estão sobre as relações de viver e que poderemos talvez por sorte conseguir por ser a vida uma finalidade de substancias que valem ao ser como provas de certas capacidades e

probabilidade que é o grau de segurança com que se pode esperar a

realização de um evento, determinado pela frequência relativa dos eventos do mesmo tipo numa série de tentativas em que tomamos a vida e seus decalques como um efeito de não perdermos o nosso valor por ser a vida simplesmente sinistra e o que vem do povo não se unem a alma de outrem porque possamos nos prescrever como certos efeitos colaterais que a sociedade não possa apreender que o que mais precisamos é de ganhar porque a vida é como um jogo magico que possamos sempre duelar com ela sobre seus prazeres que nos podem levar ao infortuno ou ao ganho pela nossa natureza que apenas estamos fazendo a coisa certa sobre a vida e seus decalques.

Eu quero favorecer certas frações que possamos nos definir sobre vários aspectos que retomamos a vida como algo simplificadamente maior e melhor como em tudo e por tudo ficamos favorecido como talvez

conquistadores em que teremos algo relativamente superior do que sinistro como talvez uma emanação prodiga de certos artefatos em que o homem possa ser realmente bem favorecido entre certas circunstancias na vida.

O amor é uma emoção ou sentimento que leva uma pessoa a desejar o bem a outra pessoa ou a uma coisa. O uso do vocábulo, contudo, lhe empresta outros tantos significados, quer comuns, quer conforme a ótica de

apreciação, tal como nas religiões, na filosofia e nas ciências humanas. O

amor possui um mecanismo biológico que é determinado pelo sistema

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límbico, centro das emoções, presente somente em mamíferos e talvez também nas aves — a tal ponto que Carl Sagan afirmou que o amor parece ser uma invenção dos mamíferos.

Para o psicólogo Erich Fromm, ao contrário da crença comum de que o amor é algo "fácil de ocorrer" ou espontâneo, ele deve ser aprendido; ao invés de um mero sentimento que acontece, é uma faculdade que deve ser estudada para que possa se desenvolver - pois é uma "arte", tal como a própria vida. Ele diz: "se quisermos aprender como se ama, devemos proceder do mesmo modo por que agiríamos se quiséssemos aprender qualquer outra arte, seja a música, a pintura, a carpintaria, ou a arte da medicina ou da engenharia”. O sociólogo Anthony Giddens diz que os mais notáveis estudos sobre a sexualidade, na quase totalidade feitos por

homens, não trazem qualquer menção ao amor. Ambos os autores revelam existir uma omissão científica sobre o tema.

A percepção, conceituação e idealização do objeto amado e do amor

variam conforme as épocas, os costumes, a cultura. O amor é ponto central de algumas religiões, como no cristianismo onde a expressão Deus é amor intitula desde uma encíclica papal até em o nome de uma Igreja, no Brasil - derivadas da máxima de João Evangelista contida na sua primeira epístola.

Embora seja corrente a máxima "o amor não se define, o amor se vive", há várias definições para o amor como: a "dedicação absoluta de um ser a outro", o "afeto ditado por laços de família", o "sentimento terno ou ardente de uma pessoa por outra" e aqueles em que também se inclui a atração física, tornando-o aplicável também aos animais, um mero "capricho", as aventuras amorosas, o sentimento transcendental e religioso de adoração, perpassando ao sinônimo de amizade, apego, carinho, etc. Diante desta gama variada de conceitos, os teóricos se dividem na possibilidade de uma conceituação única, que reúna aquelas tantas definições e representações do amor. Outros, como André Lázaro, afirmam que "não há dois amores

iguais". Já Leandro Konder diz que o termo amor possui uma "elasticidade impressionante". Erich Fromm, ainda, ressalta que “O amor é uma

atividade, e não um afeto passivo; é um “erguimento” e não uma “queda”

De modo mais geral, o caráter ativo do amor pode ser descrito afirmando-

se que o amor, antes de tudo, consiste em dar, e não em receber. Como

sentimento individual e personalíssimo, traz complexidade por envolver

componentes emocionais, cognitivos, comportamentais que são difíceis -

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ou quase impossíveis - de separar e, no caso do amor romântico, também se insere os componentes eróticos.

O amor romântico, celebrado ao longo dos tempos como um dos mais avassaladores de todos os estados afetivos, serviu de inspiração para algumas das conquistas mais nobres da humanidade; tem o poder de

despertar, estimular, perturbar e influenciar o comportamento do indivíduo.

Dos mitos à psicologia, das artes às relações pessoais, da filosofia à

religião, o amor é objeto das mais variadas abordagens, na compreensão de seu verdadeiro significado, cujos aspectos principais são retratados a

seguir.

A coragem é a capacidade (muitas vezes tida como virtude) de agir apesar do medo, do temor e da intimidação. Deve-se notar que coragem não significa a ausência do medo, e sim a ação apesar deste. O contrário da coragem é tida normalmente como covardia.

O homem sem temor motiva-se a ir mais além. Enfrenta os desafios com confiança e não se preocupa com o pior. O medo pode ser constante, mas o impulso o leva adiante. Coragem é a confiança que uma pessoa tem em momentos de temor ou situações difíceis, é o que o faz viver lutando e enfrentando os problemas e as barreiras que colocam medo, é a força positiva para combater momentos tenebrosos da vida.

Platão correlaciona coragem, razão e dor. A coragem é o uso da razão a despeito do prazer. Coragem é ser coerente com seus princípios a despeito do prazer e da dor. Os animais (mesmo os irracionais) demonstram

coragem principalmente devido aos seus instintos primitivos e pela necessidade de sobrevivência. Por exemplo, um pássaro que sai de seu ninho sabe que pode morrer, mas a necessidade de sobrevivência fala mais alto nele e assim surge a coragem.

Os seres humanos (diferentemente dos animais irracionais) têm uma psique muito influente em suas atitudes, portanto seus medos e coragem variam muito de uns para os outros, dependendo do ambiente na qual vivem (e no qual viveram quando mais jovens), da educação que receberam, de suas crenças, de com quem eles convivem socialmente e etc.

A sabedoria é a condição de quem tem conhecimento, erudição O

equivalente em grego "Sofia" é o termo que equivale ao saber (presente na

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formação de palavras como teosofia, significando ainda habilidade manual, ciência e sabedoria)

O termo encontra definições distintas conforme a ótica filosófica, teológica ou psicológica. No sentido comum, a sabedoria é a qualidade que dá

sensatez, prudência, moderação à pessoa, ao passo em que para a religião é o "conhecimento inspirado nas coisas divinas e humanas"

A sabedoria está associada a atributos como juízo sem viés, compaixão, autoconhecimento experiencial, autotranscedência e não apego, e a virtudes como ética e benevolência.

A educação seria simplesmente a forma racional do ser humano se aperfeiçoar e engloba os processos de ensinar e de aprender.

No centro de um sistema educativo deve situar-se o ser humano a educar, num horizonte de plenitude. A tarefa educativa consiste, na verdade, na capacidade de identificar e de acompanhar esta presente inquietação do homem, mantendo vivo o amor pelo saber, despertando o coração e pondo em marcha a sua razão e a sua liberdade, tal liberdade construída pelos tijolos da autonomia do indivíduo.

Este é um fenômeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos dessas, responsável pela sua manutenção, perpetuação, transformação e evolução da sociedade a partir da instrução ou condução de conhecimentos, disciplinamentos (educar a ação), doutrinação, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir

necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade. Ou seja, é um processo de socialização que visa uma melhor integração do indivíduo na sociedade ou no seu próprio grupo.

Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes. A prática educativa formal — que ocorre nos espaços

escolarizados, que sejam da Educação Infantil à Pós Graduação — dá-se de forma intencional e com objetivos determinados, como no caso das escolas.

No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser

definida como Educação Escolar.

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De acordo com a UNESCO a educação também é exercida para além do ambiente formal das escolas e adentra em outras perspectivas

caracterizadas como: educação não formal e educação informal. Segundo a organização, a partir das Conferências Internacionais de Educação de Adultos – CONFINTEA e compreende-se por educação não formal todo processo de ensino e aprendizagem ocorrido a partir de uma

intencionalidade educativa sem a obtenção de graus ou títulos, sendo comum em organizações sociais com vistas a participação democrática. E educação informal como aquela ocorrida nos processos quotidianos sociais, tais como com a família, no trabalho, nos círculos sociais e afetivos.

No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos e tecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma

determinada comunidade, dá-se o nome de Educação Tecnológica. Outra prática seria a da Educação Científica, que se dedica ao compartilhamento de informação relacionada à Ciência (no que tange a seus conteúdos e processos) com indivíduos que não são tradicionalmente considerados como parte da comunidade científica. Os indivíduos-alvo podem ser crianças, estudantes universitários, ou adultos dentro do público em geral.

A educação sofre mudanças, das mais simples às mais radicais, de acordo com o grupo ao qual ela se aplica, e se ajusta a forma considerada padrão na sociedade.

No entanto, Educar não pode limitar-se a instruir, a transmitir informação, nem a transmitir competências; integra não só questões de autonomia, mas também problemas de autoridade, de tradição e de transmissão da cultura O pensamento e pensar são respectivamente uma forma de processo mental ou faculdade do sistema mental. Pensar permite aos seres modelarem sua percepção do mundo ao redor de si, e com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com suas metas, planos e desejos. Palavras que se referem a conceitos e processos similares incluem cognição, consciência, ideia, e imaginação. O pensamento é considerado a expressão mais

"palpável" do espírito humano, pois através de imagens e ideias revela justamente a vontade deste.

O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (vide Piaget). O

pensamento é construtor e construtivo do conhecimento.

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O principal veículo do processo de conscientização é o pensamento. A atividade de pensar confere ao homem "asas" para mover-se no mundo e

"raízes" para aprofundar-se na realidade.

Etimologicamente, pensar significa avaliar o peso de alguma coisa. Em sentido amplo, podemos dizer que o pensamento tem como missão tornar- se avaliador da realidade.

Segundo Descartes (1596-1650), filósofo de grande importância na história do pensamento:

"A essência do homem é pensar". (Por isso dizia): "Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente". (Logo quem pensa é consciente de sua existência) "penso, logo existo."

O sentimento são o que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam. Por exemplo, medo é uma informação de que há risco, ameaça ou perigo direto para o próprio ser ou para interesses correlatos.

A empatia é informação sobre os sentimentos dos outros. Esta informação não resulta necessariamente na mesma reação entre os receptores, mais varia dependendo da competência em lidar com a situação, e como isso se relaciona com experiências passadas e outros fatores.

O sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções. Sentimentos humanos podem ser estudados por diversos

métodos, como via biologia, fisiologia, filosofia, matemática ou psicologia.

Os valores inatos:

Abraham Maslow, professor de Harvard, comentou que todos os seres

humanos nascem com um senso inato de valores pessoais positivos e

negativos. Somos atraídos por valores pessoais positivos tais como justiça,

honestidade, verdade, beleza, humor, vigor, poder (mas não poder abusivo),

ordem (mas não preciosismo ou perfeccionismo), inteligência (mas não

convencimento ou arrogância). Da mesma forma, somos repelidos por

injustiça, morbidez, feiura, fraqueza, falsidade, engano, caos etc. Maslow

também declara que valores pessoais positivos são definíveis somente em

termos de todos os outros valores pessoais positivos - em outras palavras,

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não podemos maximizar qualquer virtude e deixar que ela contenha quaisquer valores pessoais negativos sem repulsa.

Por exemplo, a beleza que está associada com o engano se torna repulsiva.

A justiça associada com a crueldade é repulsiva. Esta capacidade inata de sentir atração ou repulsão é o fundamento da moralidade - em outras

palavras, sentimentos bem entendidos formam a capacidade interior com a qual nascemos para chegar ao que pensamos ser bom/mau e certo/errado.

Este ponto de vista contrasta agudamente com alguns ensinamentos

extremistas de algumas religiões e ideais políticos, que querem estabelecer o que é moral - que os humanos nascem num vácuo moral e que é somente a autoridade quem pode dizer aos seres humanos o que é certo e errado. A exploração extremista dos sentimentos aumenta na medida em que os sentimentos não são apenas distinguidos, mas mesmo separados do pensamento crítico.

Algumas religiões, entretanto (algumas correntes atuais do cristianismo), acreditam que o ser humano nasce com princípios morais a ele inatos, e nele colocados por Deus. E que a "imagem e semelhança" ao Deus criador, citada no livro de Gênesis da Bíblia cristã, se referiria na verdade à imagem e semelhança moral a esse Deus criador, e não à aparência física do Deus cristão. Chegando a uma conclusão próxima à de Abraham Maslow, porém não científica.

Em meras circunstancias eu creio que devemos mais memorizar as nossas eficiências que devido a vida tudo esta contido sobre uma relação obstinada que nos compromete sobre vários propósitos de simplificarmos a luta pela vida que certamente existe um fator catatônico que é a forma de

esquizofrenia que apresenta uma alternância entre períodos de passividade

e de negativismo e períodos de súbita excitação que nos envolve na vida

entre vários pretextos como amar que simplifica o amor, ter coragem que

significa vencer algo próprio ou comum sobre vários fatores socialistas que

nos surpreendem nossos pontos de vistas, a sabedoria como significado de

entender os aspectos de consciência e sentimentos sobre as relações da vida

ficando como entendimento humano, O pensamento como algo superior

que temos e que podemos favorecer tudo sobre todos e que em tudo será

feito como deveremos conquistar algo de valor, o sentimento a essência do

pensamento que fica como provas de reconstituição da alma, do caráter do

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ser humano sobre as realidades que deprimem o ser humano e suas relatividades que suponhamos nos redimir sobre certas coisas que não admitimos como existência que brota como uma fluxo sobre a vida nos explorando de certos efeitos contraditórios as exigências da vida que nos faz perder ou ganhar algo substancial que temos que suportar como dependências, valor, disposição, jogo socialista que supostamente nos enfatiza pela moralidade de conhecer vários aspectos sobre certas origens que o ser humano tenta se socializar como uma luta de valores ou uma religião politica que talvez possa mostra seus valores sob uma referencia que de uma resiliência que é a capacidade de o indivíduo lidar com

problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, algum tipo de evento traumático, entre outro em que em tudo possa lhe ministra algo de valor sobre qualquer perda que são presenciadas e relacionadas com as realidades da vida como um efeito que a vida nos proponde sobre certos meios e obstáculos em que nos processamos todo valor e que fica sobre vários pretextos como amar que simplifica o amor, ter coragem que significa vencer algo próprio ou comum sobre vários fatores socialistas que nos surpreendem nossos pontos de vistas, a sabedoria como significado de entender os aspectos de

consciência e sentimentos sobre as relações da vida ficando como

entendimento humano, O pensamento como algo superior que temos e que podemos favorecer tudo sobre todos e que em tudo será feito como

deveremos conquistar algo de valor, o sentimento a essência do

pensamento que fica como provas de reconstituição da alma, do caráter do ser humano sobre as realidades que deprimem o ser humano e suas

relatividades que suponhamos nos redimir sobre certas coisas que não admitimos como existência que brota como uma fluxo sobre a vida nos explorando de certos efeitos contraditórios as exigências da vida que realmente não podemos perder porque seria sinistro as boas intenções que comparamos com belas formalidades que estão sobre as relações de viver e que poderemos talvez por sorte conseguir por ser a vida uma finalidade de substancias que valem ao ser como provas de certas capacidades e

probabilidade que é o grau de segurança com que se pode esperar a

realização de um evento, determinado pela frequência relativa dos eventos

do mesmo tipo numa série de tentativas em que tomamos a vida e seus

decalques como um efeito de não perdermos o nosso valor por ser a vida

simplesmente sinistra e o que vem do povo não se unem a alma de outrem

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porque possamos nos prescrever como certos efeitos colaterais que a sociedade não possa apreender que o que mais precisamos é de ganhar porque a vida é como um jogo magico que possamos sempre duelar com ela sobre seus prazeres que nos podem levar ao infortuno ou ao ganho pela nossa natureza que apenas estamos fazendo a coisa certa sobre a vida e seus decalques.

Por: Roberto Barros

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A TEOSOFIA DOS MISTÉRIOS PRESUMIDOS DA VIDA E DA NATUREZA, DA DIVINDADE E DA

ORIGEM E PROPÓSITO DO UNIVERSO

Eu quero simplesmente dizer que a vida seja irmã da morte como a morte

seja irmã da vida que provavelmente existe um termo de construção que

simplesmente estejamos percorrendo um caminho que deveríamos buscar

provas reais sobre a existência da vida sobre os mortais que no modo mais

pensável de construir, construção e evolução o ser humano que passou por

uma metamorfose que seria eficazmente o contrario de morre sobre uma

fatalidade que virmos a vida se distrair sobre um contexto de presenciarmos

sua existência e afeto de passarmos por um lado mais diferente que

casualmente buscamos as certezas sobres as incertezas que naturalmente

deve ave uma construção que bota tudo em harmonia como também uma

desconstrução que bota tudo em desafeto total que chamamos de tempo de

ida e volta que esta escrito na bíblia que deus criou o céu e o mar e os

homens construíram uma fonte finíssima sobre suas relações com a vida

que sempre nos emanou sobre um contexto de nos revelar e mostrar as

realidades do dia a dia que por um descompasso do tempo e dois dias tudo

se torna alvo de uma circunstancias de amor e ódio onde o homem possa

entender e compreender suas necessidades de evolução e origem que o

completou dez do começo do mundo em que deus criou Adão e Eva no

paraíso e como diz a bíblia sagrada e cometeram uma perdição por comer

da arvore da vida e foram expulsos do paraíso e o mundo se concretizou

sobre uma metamorfose em que o homem seja um deus como do começo

que os deuses construíram o monte olimpo e que fizeram o ser humano

entender sobre seus desejos e pensamentos como deveria ser a vida e a

morte como um sonho de entrada e saída em que se acharia o mundo

possesso de prazer e vontade e todos gozariam de todas as necessidades

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que a vida e suas relatividades se estabelecesse um domínio entre o ser

humano e os animais que eficazmente em tudo e por tudo se deteria sobre

suas capacitadas, rações, cumplicidades, entendimentos e ações em que o

homem pudesse estabelecer um conduta ou doutrina entre tribos e bandos

que fizeram o mundo e apreenderam o que a vida lhe ensinou e

compreenderam sobre a morte e a vida que simplesmente deveriam

estabelecer uma logica de permanecer intactos sobre suas naturezas mais

que prováveis, incertezas mais que dispensáveis junto ao o ser formalizado

em homem primata entre um duelo com os dinossauros ate a idade

contemporânea que estabelecesse uma identidade mais afinca as

desconstruções e construções da vida ficando a terra como uma emanação

criadora de uma existência fenomenal do ser vivo que transformou-se em

homem e mulher e os animais se conservaram sobre todas as modalidades

que supostamente talvez também o homem possa ter vindo do macaco

como homem primitivo e que o mundo se originou de uma grande explosão

causada por um asteroide em que destruiu a face da terra e tudo começou

do nada como também se diz que o mundo se originou de uma grande

explosão em que o universo se achava densamente quente e que tudo foi

formalizado das partículas em átomos em que se formou a vida na terra

estabelecendo seres humanos e animais em que a palavra de deus se origina

como uma emanação de fatos ocorridos de um elo que simplesmente

possamos dizer que fomos construídos e formalizados sobre uma alquimia

mais voltada a um absinto como uma essência teria tomado a forma de uma

serpente em quanto o mundo se aprimorava dentro de uma harmonização

natural da natureza entre quatro elementos construtivos que emana a vida

no ar, na água, na terra e no fogo em que seus gênios possam nos

formalizar sobre uma átomo e lógica em que a matéria seria parte em tudo

e em todo de uma menor fração de um elemento em que cujas as partículas

atômicas seria ou estaria em um pequeno intervalo de tempo em que se

formaria em um corpo atômico chamado de átomo entre tempo e espaço

ficando o universo mais entre espaços saindo tudo e se criando tudo sobre

uma saída de escapes em que se originou a vida planetária e seus artifícios

de saída e entrada como criação e destruição em que deus seria um fator

homogêneo do universo e onipotente de todas as coisas em que foram

criadas sobre um contexto de construção e destruição ficando deus entre

varias questões de clarividência entre a vida como uma luz, como

emanação da vida e ódio como destruição da morte conhecido também

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como o diabo que representa as chamas, o fogo eterno de deus emanado

pelo diabo que é o próprio deus em forma de luz em representação da vida

que supostamente nunca se desaparecera e sempre ressuscitara sobre todas

as coisas do paraíso que seria um lugar de ida de todas as almas em que se

formalizamos como o céu e o inferno seria o lado escuro da vida que

simbolizaria o diabo em que levaria as lamas para o purgatório como pena

e pecado mortal sobre a vida e a morte e o mundo não se estabeleceria

outra conduta e sim o céu e o inferno como representação da vida e da

morte entre um só deus como entre si só existira um deus e o diabo que em

duas formas se estabeleceriam uma só como o mundo também se originou

como uma grande explosão dando saída e entrada de escapes como tudo foi

formado e formalizado ficando a terra um lugar de se viver e morre em que

as duas esferas estejam mais nos mostrando que o pecado maior e não crer

em deus e a salvação seria crer em deus pai todo poderoso criador dos céus

e da terra em que a vida sempre nos revelou seus mistérios entre tanto as

profundezas do céu e da terra que sempre nos rebelou sobre vários

propósitos de luz e escuridão ficando a vida algo superlativo sobre uma

natureza prodiga que sempre nos formalizou pela sua existência e

subsistência em que são conhecidos como o bem e o mau se tornando tudo

em luz e em escuridão ficando a vida algo simplesmente como um circulo

em que possamos viver e morrer como construção e destruição da vida em

causa da morte que é sombria, fria em quanto a vida seria mais sutil por ser

leve, branca, quente ficando tudo sobre uma alquimia de uma existência

fenomenal em que poderemos simbolizar sua capacidade, cumplicidade e

construção em uma emanação de tempo e espaço em quanto o universo

talvez possa sempre nos expandir sobre seus fluxos vibracionais e

pulsativos e ele mesmo se expande por ser sutil e se destrói por ficar

sempre denso sobre uma atmosfera mais quente que a terra se formando em

tudo e por tudo um esquecido espaço em que são totalizadas as horas,

minutos e segundos em uma menor fração de tempo se formando em

átomos e sempre dando mais espacialidade a seu tamanho e quero dizer que

a vida seja irmã da morte como a morte seja irmã da vida que

provavelmente existe um termo de construção que simplesmente estejamos

percorrendo um caminho que deveríamos buscar provas reais sobre a

existência da vida sobre os mortais que no modo mais pensável de

construir, construção e evolução o ser humano passou por uma

metamorfose que seria eficazmente o contrario de morre sobre uma

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fatalidade que virmos a vida se distrair sobre um contexto de presenciarmos sua existência e afeto de passarmos por um lado mais diferente que casualmente buscamos as certezas sobres as incertezas que naturalmente deve ave uma construção que bota tudo em harmonia como também uma desconstrução que bota tudo em desafeto total que chamamos de tempo de ida e volta em que certamente possamos viver e prevalecemos certamente a verdadeira vida.

E quero por uma simples noção presenciar tudo que deus fez como talvez um calendário fabuloso de construções e que tudo possa estar contido sobre um circulo magico em que todos sempre seguiram como uma fonte, circuito ou energia, mundo e que possamos encontrar o paraíso dos falidos e constrangidos e tudo fica sobre um contexto em que tudo que deus criou ele também lhe fez sobre suas relevâncias, pulsações e extensões em que não possamos duvidar dos aspectos escondidos e que sempre ficara tudo e por tudo em sua imagem como sempre deus o fez e lhe criou porque foi deus quem fez você.

Constatamos um conjunto de palavras que estão acima de um termo que em

minha filosofia tudo que deus crio com amor se constrói com um

sentimento sobre a natureza viva de um ser que seria mais dosam-te de

compreende-lo porque nele tudo é mais claro como a luz do sol que esta

nos mostrando no lado claro da vida as belas coisas que se apegamos que

simplesmente não atoucamos por ser feita de amor que esta sobre qualquer

vazio que se rompe sobre a incapacidade humana de ser feliz ou amar

alguém na vida que simplesmente não esta sendo iluminado diante de deus

por serem recaídos de natureza divina que não se pode semelhar-se ao

verdadeiro ser que deus o fez e criou sobre todas as coisas do paraíso que

não poderíamos lhe iludir com as incertezas negativas que insolam a vida

perante a luz branda de deus que esta sobre todas as coisas profundas e em

altitudes que poderemos algum dia compreender seu espaço e tempo sobre

nossa realidades que não são tão extensas quando não se haja luz de nossos

estímulos que estão sobre quaisquer sentimentos elevados a vida que

poderíamos não ter compreendido seu amor e existência em nossas vidas

porque em tudo deus fez, criou o paraíso dos falidos e constrangidos que

perverteram do mau sobre a verdade que não pode ficar calada, invisível

sobre tudo o que deus criou sobre a terra dos homens obstinados e incertos

de compaixões controvertidas sobre um desejo infiel que talvez uma

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criança trazer ia humanitariamente este amor por ser mais viva sobre a

eletricidade que nos consola os pensamentos e nos faz acreditar que o

mundo é perfeito e que podemos ainda ser felizes e que talvez

permaneceremos intactos construtivamente sobre os pretextos de deus que

nos fez iluminado pela fúria do amor docente que nos ama e nos faz amar o

que é bom de ver e sentir prazer porque a vida seria simplesmente uma

caixa de ressonância em que seu ritmo possa nos melodiar sobre todas as

formas e forças positivas da vida que nunca se dobraram sobre as sombras

que se rompe por detrás da luz do dia procurando esquecer o medo da

escuridão que assola os inocentes que ainda vão conhecer o mundo como é

bonito e perfeito porque deus fez você sobre todos os aspetos que não

foram destruídos e que fique bem a verdade dos amores que não foram

absorvidos por deus ou que quaisquer anonimato que poderia ter sido

prescrito pela palavra de deus como falam que os anjos são mais cautelosos

de se manter vivo e anato pela transformação da existência de deus sobre os

mortais que são consumidos pela loucura, farsa, ilusão emocional que ira a

mente dos homens que ainda não entenderam a simplificar seu amor pela

vida como amar a deus sobre todas as coisas que são inevitáveis e juntos

poderemos sempre unir-se porque foi deus que fez você e as estrelas do céu

como talvez uma ira que algum dia podermos lhe agradecer e lhe pedir

favor de ser-lhe fiel como uma flecha reta sem desvio que não possa ser de

nossa natureza incontentável ao mundo que pode-se se tornar uma ilusão

aos mais fracos sem amor que talvez possam sentir que foram feitos da flor

do paraíso que inesquecivelmente vamos encontrar sempre o que

procuramos porque simplesmente apreendemos a amar e odiar para nos

consolidar sobre todos os aspectos de ser feliz por muitos anos que fique a

vida pulsante e criadora de certos artifícios que algum dia entenderemos

seus prazeres e tudo que deus criou porque somos filhos de deus e

vivenciamos a luz da vida em nosso olhos e semblantes que nos mostram

quanto somos bonitos e se tornamos fortalecidos em nossa memoria que

testemunhamos nosso amor pela vida como pacificamos nos planos

materiais as sementes que simplesmente guardamos na alma de nosso

pensamentos que se completa sobre as formas e conquistas que alcançamos

na vida como estado de tempo em ocasião de graças que aprendemos a

valorizar a vida que nos assola com as tolices da juventude e vejamos que

tudo que deus criou seria perfeito porque somos semelhança de deus e em

minha filosofia quero simplesmente dizer que se foi deus que nos fez

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somos inatos ou homogêneos que pelo anonimato dos afetos escondidos poderíamos nos completar sobre seu amor que nos fez porque não estaríamos vivos de ser felizes sobre alguma indiferença inferior de sua natureza que fique por quanto tempo sem expressão desfavorável ao único afeto que nos fez maior sobre tudo que somos semelhança de amor que talvez não possamos dizer de dentro pra fora em poucos mais que seja simplificada na teoria divina que tudo que deus criou foi com amor e aprendamos com a vida menos ou mais com seus artefatos a valorizar o que deus fez porque não seriamos tão pequenos e grandes na mão de deus que nos completou sobre sua imagem e amor que nunca pode ser pequena sobre todos os afetos escondidos que desatinam a pura compaixão realista de vivermos, amar e ser feliz porque em alguns anos ou talvez milênios do fundo de nossas almas que algum dia se encontraremos livre do inferno no paraíso.

Seria a vida e a morte certamente irmãs de uma contradição em que simplificamos em tudo que a vida nos formaliza talvez em que tudo possa haver mortes quanto se haja vida em que também em tudo se haja vida e também haja morte que simplesmente queremos dizer que o mundo foi criado de construção em representação do bem com a luz, amor e vida como também o mundo foi destruído de desconstrução em representação do mal com escuro, ódio e morte ficando a vida e a morte como um contratempo de ida e volta de uma emanação em que deus possa estar contido e sim seriam indivisíveis entre os dois termos classificados como vida e morte como também seria logica uma explicação da vida e da morte ficando um termo a vida e a morte e o amor e o ódio mais suficiente.

Tudo esta em perfeita união e em tudo a existência não para com seu ritmo

que nos faz dizer que estamos vivos hoje e talvez amanhã morreremos de

alguma coisa gerada pelo destino traçado da morte que na vida não para de

desatinar diversas pessoas de diversos lugares em uma soma de pontos que

a vida não vai ligar por a mesma soma de pontos que a vida tem a criar

ficando tudo em uma igualdade natural em que levamos os nossos

compromissos com as realidades da vida e não temeremos a negativa morte

que passeia e desatina tudo na vida em que deus crio em uma igualdade

soberana de um dia tudo se juntar ao mesmo pó para outra vez por vez

começar com tudo outra vida.

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Seja você pobre ou rico não irar fazer diferencia entre esta questão que deveremos nos conscientizar e se cuidarmos em uma missão de paz, saúde e amor ao próximo que vós acompanheis a cada segundo de vida todos os dias como nós também acompanhamos e apreendemos a preservar as nossas vidas e sim seremos e estaremos sempre vivos com as nossas famílias, parentes e pessoas amigas que nos ame quanto nós amamos e sentiremos sua passagem pra infinito quando chegar sua hora e prestaremos com muita gratidão nossas caridades e amor por sua ida ao paraíso que seja este paraíso o céu ou então o inferno e que deus o proteja de todo mau amém.

A vida com sua cor branca vitalina nos mostram um paraíso repleto de amor e saúde em que rimos e choramos de alegrias e apreendemos a amar e a odiar ficando tudo por uma noção sentimental de nossas vidas e a morte com sua cor preta fosca nos mostram um lugar sombrio em que se passa para o outro lado da vida e poderíamos até nos encontrar e fica tudo sobre as medidas da fronteira em que se encontram o céu e o inferno e talvez algum dia possamos nos encontrar e sermos felizes juntos em algum lugar e conversarmos sobre o passado e que as lembranças que fiquem em nossas mentes e desejaremos realizar alguma fantasia ainda que ficassem passadas e poderemos nos encontrar e realiza lá em uma questão de amor e amizade.

Eu sei que é difícil demais de entender a vida e a morte por serem irmãs e terem uma desigualdade em um contorno na vida de persistir com seus ritmos entre os seres humanos e sempre nos deixar curiosos e abismados com as suas modificações em nossos caminhos que sejam curtos ou longos para algum dia lavarmos a alma e o perdão dos nossos erros até a chegada dos anjos até deus no paraíso celeste e que estejamos todos preparados.

Eu simplesmente não acredito na morte por que acho que nada nesse

mundo morre por ser apenas um começo para outra vida em que podemos

dizer que somos livres e não temos nenhuma imperfeição em nossas vidas e

que a vida irar nos mostrar melhor como somos fora do nosso mundo e

poderíamos ser melhor ainda pela maneira de se identificarmos com os

nossas almas e ficara tudo em perfeita harmonia e o medo da morte não

mais existira e não sentiremos nenhuma imperfeição ao contrario da morte

que será simplesmente a vida. Da mesma maneira esta o universo pulsante

sempre dando vidas e ao mesmo tempo destruído todas elas em uma menor

fração do melhor átomo e juntos poderemos pensar em que um dia as

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nossas existências não vão se perder e seremos senhores de um tempo imortal e que permaneceremos sempre vivos por esta em um plano sobrenatural e podemos dizer claramente que podemos fazer da vida uma combinação de coisas em que aqui talvez não conseguisse e somos totalmente livres.

Eu amo a vida por mais que a vida me ame e sempre esteja em perfeita harmonia comigo e o paraíso possa ser algum dia as nossas casas e viveremos uma vida eterna e poderemos nos completar os nossos entendimentos que possa nos levar aos céus ou ao universo!

É como si diz que na vida existem dois fatores existentes que nos rubificam pela força benigna e maligna que a natureza nos propõe e nos estabelece por uma semelhança aos impulsos criados por uma determinada existência como um contratempo de luz e escuridão que nos carece e nos faz padecer em tudo na vida por uma desigualdade descompassada da vida que aflige o homem em seu estado tanto consciente quanto inconsciente que em meras circunstancia sua vontade, desejo, amor e ódio não tem normalidades afetivas de caráter moral e conduta pessoal que é uma corporação mental sobre seus efeitos emocionais que o faz viver conforme a sua vida ou delicada natureza humana que busca sempre uma resposta na passagem do tempo em que tudo fica por uma fração de segundos pela dura ocasião dos destinos que nos compromete de fatores descompassados pela dura e real realidade de nossas vidas.

Em uma grande perspectiva se diz que o amor se encontra como uma chave

de relacionamentos para o bem estar que por uma natureza mais amiga nos

completa e nos faz compreender o quanto somos amigos e todos são

perfeitos por uma igualdade do bem que esta presente em um circulo

benfazejo que nos mostrara o quanto vamos sempre ter e prosperaremos

sempre por uma disciplina evolutiva e futura a um passo que não vamos

nunca esquecer nossos valores e compaixão pelas nossas vidas que estão

sempre se estreitando por falsos laços humanos criados por uma sociedade

precária e sofrida com os má atributos relacionados contra a vida que nos

faz perecer e padecer a miséria, fracasso e loucura ao fato desnecessário do

bem e do mal que são dois fatores discutíveis que se inclinam em vasta

ocasião e relacionamentos pessoais que nos faz reagir em uma mente que já

nasce apoderada e exaustada pela escuridão negativa da vida contra a luz

positiva da vida que é o bem do amor transferido por fantasias e ilusões

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materiais vivenciada em plena vida de um ser que sente e guarda em sua mente toda fraternidade pessoal e moral de um mundo caraterizado pelo bem e pelo mal que chamamos de amor e ódio que nos traz tanto a felicidade quanto o próprio inferno emocional efetivado por relações e projeções da vida que é subsistência da luz que quer dizer amor ao próximo e morte que é subsistência do escuro que quer dizer ódio ao próximo que em tudo e com tudo vai girando por uma formalidade da vida tanto na terra quanto no universo em uma pulsação de construção e destruição que no final se criara um proposito moral que servira as nossas almas tanto na terra quanto no céu como um processador emocional e vibracional de todas as circunstancias geradas e criadas por todas as ocasiões da vida em um processo positivo e negativo que em tudo e com tudo se representara o amor transformado em ódio para o bem que sintam por sempre amarem de tanto odiar se representando o ódio transformado em amor para o mal que também Sentiram por sempre odiar por tanto amarem se representando o amor transformado em ódio para o bem que nunca deixaram de compreender e nunca entender o verdadeiro caso e acaso da própria natureza e existência e inexistência que se completa a vida entre dois desejos comparáveis e incomparáveis que chamais se distanciaram por uma base e relação da natureza tanto na terra quanto no céu que na ciência não existe limites em tudo existe ciências pra tudo que sempre nos mostraram a verdadeira identidade mais complexa de uma infinidade descompassada de um grande entendimento de reação de luta construídos e destruídos por uma plena realidade evolutiva da vida como uma rota diária a um plexo tanto inferior quanto superior que sempre se juntaram em um só para se da a melhor sugestão e maneira de viver de um ser humano.

No substantivo masculino o amor quer dizer forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais. Atração baseada no desejo sexual. No substantivo masculino o ódio quer dizer aversão intensa ger. motivada por medo, raiva ou injúria sofrida;

odiosidade. A pessoa ou a coisa odiada.

Existem também o céu e o inferno que na religiosidade é duas

representações de dois caminhos e planos espirituais que representam o

lado claro da vida que é o bem em conformidade com o amor divino ou boa

intenção pessoal mais que venha de dentro de si próprio como também

existem o lado negro da vida que é o mal em conformidade com o ódio

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demoníaco ou má intenção pessoal mais que venha de dentro de si próprio como uma negativa repulsão da vida que não levaria a lugar nenhum por mera circunstância da vida por se debilitar ao fracasso repentino na vida diferenciado claramente da boa intenção clara da vida que é o bem que distorce a lado obscuro da vida e quando não si tem esta questão o caminho negro do mal é o ódio causando em si a própria morte simplificadamente o próprio fim como leis mentais e questões logicas da vida.

Há caminhos que nos revela uma infinidade de conceitos morais que na retomada da vida conseguimos nos beneficiarmos de corpo e alma por uma infinidade construtiva que nos faz lembrar que somos seres espirituais que sofremos estas descargas de energia sutil de nossas almas por fatores descompassados que nos conduz ao final mais propenso de reagirmos contra as duras e severas realidades da vida que nos oprime os nossos nervos e abate as nossas consciências fundamentais em uma contração logica e mal reconstruídas por vários declines emocionais que nos faz preconceituosos ao bem estar social que nos proporciona a ver, viver e entender a luta pela sobrevivência de esta bem informada ou mal construída entre um plano mental de uma natureza emocional a um mundo preconceituoso em que nós vivemos e aprendemos a viver e a entender a melhor questão do amor e do ódio que estão em duas combinações perfeitas que nos impossibilitam de enxergar o lado claro que é o bem da vida e o lado escuro que é o lado mal da vida em uma fraternidade descompassada de um sentimento sobrecarregado pelas circunstancias gerada pela própria vida ficando em tudo e com tudo sujeito ao amor e o ódio.

A vida é um conceito muito amplo e admite diversas definições. Pode-se

referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao

espaço de tempo entre a concepção e a morte de um organismo à condição

de uma entidade que nasceu e ainda não morreu; e àquilo que faz com que

um ser esteja vivo. Metafisicamente, a vida é um processo contínuo de

relacionamentos. Por mais simples que possa parecer, ainda é muito difícil

para os cientistas definir vida com clareza. Muitos filósofos tentam defini-

la como um "fenômeno que anima a matéria". De um modo geral,

considera-se tradicionalmente que uma entidade é um ser vivo se, exibe

todos os seguintes fenômenos pelo menos uma vez durante a sua

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existência, Desenvolvimento: passagem por várias etapas distintas e sequenciais, que vão da concepção à morte.

1. Crescimento: absorção e reorganização cumulativa de matéria oriunda do meio; com excreção dos excessos e dos produtos "indesejados".

2. Movimento: em meio interno (dinâmica celular), acompanhada ou não de locomoção no ambiente.

3. Reprodução: capacidade de gerar entidade semelhante a si própria.

4. Resposta a estímulos: capacidade de "sentir" e avaliar as propriedades do ambiente e de agir seletivamente em resposta às possíveis mudanças em tais condições.

5. Evolução: capacidade das sucessivas gerações transformarem-se gradualmente e de adaptarem-se ao meio.

Estes critérios têm a sua utilidade, mas a sua natureza díspar torna-os insatisfatórios sob mais que uma perspectiva; de facto, não é difícil encontrar contraexemplos, bem como exemplos que requerem maior elaboração. Por exemplo, de acordo com os critérios citados, poder-se-ia dizer que o fogo tem vida.

Tal situação poderia facilmente ser remediada pela adição do requisito de limitação espacial, ou seja, a presença de algum mecanismo que delimite a extensão espacial do ser vivo, como por exemplo, a membrana celular nos seres vivos típicos. Tal abordagem resolve o caso do fogo, contudo leva adicionalmente a novos problemas como o de definição de indivíduo em organismos como a maioria dos fungos e certas plantas herbáceas, e não resolve em definitivo o problema, pois ainda poder-se-ia dizer que:

• as estrelas têm vida, por motivos ainda semelhantes aos do fogo.

• os geodes também poderiam ser consideradas seres vivos.

• Vírus e afins não são seres vivos porque não crescem e não se conseguem reproduzir fora da célula hospedeira; caso extensível a muitos parasitas externos.

Se nos limitarmos aos organismos "convencionais", poder-se-ia considerar

alguns critérios adicionais em busca de uma definição mais precisa:

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1. Presença de componentes moleculares como hidratos de carbono, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos.

2. Composição por uma ou mais células.

3. Manutenção de homeostase.

4. Capacidade de especiação.

Contudo, mesmos nesses casos ainda detectar-se-ia alguns impasses. A exemplo, toda a vida na Terra se baseia na química dos compostos de carbono, dita química orgânica. Alguns defendem que este deve ser o caso para todas as formas de vida possíveis no universo; outros descrevem esta posição como o chauvinismo do carbono, cogitando, a exemplo, a possibilidade de vida baseada em silício.

Mais definições

A definição de "vida" de Francisco Varela e Humberto Maturana (amplamente usada por Lynn Margulis) é a de um sistema autopoiético (que gera a si próprio) de base aquosa, limites lipoproteicos, metabolismo de carbono, replicação mediante ácidos nucleicos e regulação proteica, um sistema de retornos negativos inferiores subordinados a um retorno positivo superior. Stuart Kauffman define-a como um agente ou sistema de agentes autónomos capazes de se reproduzir e de completar pelo menos um ciclo de trabalho termodinâmico.

A definição de Robert Pirsig pode ser encontrada no seu livro Lila: An Inquiry into Morals, como tudo o que maximiza o seu leque de possibilidades futuras, ou seja, tudo o que tome decisões que resultem num maior número de futuros possíveis, ou que mantenha o maior número de opções em aberto.

Bioquímicos têm definido a vida como um conjunto de moléculas que, em suas interações mútuas, desenvolvem um programa de autorregulação cujo resultado final é a perpetuação da mesma coleção de moléculas. Um equilíbrio dinâmico que, ao trocar matéria e energia com o meio, permite a redução da entropia. Há, possivelmente, mais possibilidades de definição de vida, uma vez que se pode conceituá-la a partir do sentido que se atribui ao "viver".

Descendência modificada: uma característica útil

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Uma característica útil sobre a qual se pode basear uma definição de vida é a da descendência modificada: a capacidade de uma dada forma de vida de gerar descendentes semelhantes aos progenitores, mas com a possibilidade de alguma variação devida ao acaso.

A descendência modificada é por si própria suficiente para permitir a evolução, desde que a variação entre descendentes confira diferentes probabilidades de sobrevivência. Ao estudo desta forma de hereditariedade conforme verificada na natureza dá-se o nome de genética. Em todas as formas de vida conhecidas excluídas e os prisões, que não são considerados seres vivos, contudo incluídos os vírus e viroides, de classificação ainda incerta - o material genético consiste principalmente em DNA ou no outro ácido nucleico comum, RNA.

Uma crítica a esse critério surge ao se considerar o código de certas formas de vírus e programas informáticos estruturados através de uma programação genética: a questão de programas informáticos poderem ser considerados seres vivos, frente esta definição, é certamente um assunto controverso.

Exceções à definição comum

Muitos organismos são incapazes de reproduzirem-se e contudo são seres vivos, como as mulas e as formigas obreiras. No entanto, estas exceções podem ser levadas em consideração aplicando a definição de vida ao nível da espécie ou do gene individual. Entretanto, novos questionamentos a essa abordagem são inevitáveis ao considerarem-se temas específicos como a selecção de parentesco, que fornece informação adicional acerca da possibilidade de indivíduos não reprodutivos poderem, mesmo assim, aumentar a dispersão dos seus genes e a sobrevivência da sua estirpe.

Quanto aos dois casos de o fogo e as estrelas encaixarem na definição de vida, ambos podem ser facilmente remediados definindo metabolismo de uma forma bioquimicamente mais precisa. No seu livro Fundamentals of Biochemistry , Donald e Judith Voet definem metabolismo da seguinte maneira:

"Metabolismo é o processo geral pelo qual os sistemas vivos adquirem e

utilizam a energia livre de que necessitam para desempenhar as suas várias

funções. Fazem-no combinando as reações exoérgicas da oxidação de

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nutrientes com os processos endoérgicos necessários para a manutenção do estado vivo, tais como a realização de trabalho mecânico, o transporte ativo de moléculas contra gradientes de concentração, e a biossíntese de moléculas complexas."

Esta definição, usada pela maioria dos bioquímicos, torna claro que o fogo não está vivo, pois liberta toda a energia oxidativa do seu combustível em uma reação "explosiva", sob a forma de calor.

Os vírus reproduzem-se, as chamas crescem, as máquinas movem-se, alguns programas informáticos sofrem mutações, evoluem e, no futuro, provavelmente exibirão comportamentos de elevada complexidade;

contudo, não são seres vivos via tal definição. Por outro lado, na origem da vida, células com metabolismo mais sem sistema reprodutivo podem perfeitamente ter existido. A maioria, contudo, também não considera estas entidades como seres vivos, e geralmente todas as cinco características devem estar presentes para que um ser seja considerado vivo.

Definição biológica moderna

Diante desse impasse, frente à definição mais atual e à parte as propostas não factualmente corroboradas por certo se sabem que, biologicamente, a vida é um fenômeno natural que pode ser descrito como um processo contínuo de reações químicas metabólicas ocorrendo em um ambiente evolutivamente estruturado de forma a tornar propícias a ocorrência e manutenção de tais reações; que se fazem sempre sob controle direto ou indireto de um grupo de moléculas especiais, os ácidos desoxirribonucleicos, ou simplesmente DNA.

A presença de DNA ou, de forma "equivalente", RNA, é na atualidade condição necessária à definição de ser vivo, contudo discute-se ainda se a presença de forma potencialmente funcional dessa molécula é ou não condição suficiente para defini-la. A classificação dos vírus como seres vivos ou não ainda encontra-se incerta.

Vida no contexto religioso

O conceito de vida é notório o suficiente para não passar despercebido

pelos religiosos. Fundamenta-se no princípio da vida ou da existência da

alma (na crença cristã, sendo exclusiva aos humanos); na existência

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animada (do termo latino anima) no caso; ou na duração da existência animada de um indivíduo ou ente.

Sob a ótica cristã, no caso a bíblica, quanto à vida terrestre, física, as coisas que possuem vida, em geral, têm a capacidade de crescimento, metabolismo, reação a estímulos externos, e reprodução. A palavra hebraica usada na Bíblia e a palavra grega, A palavra hebraica e o termo grego que significam "alma", também são usados para referir-se à vida, não em sentido abstrato, mas à vida como uma pessoa ou animal. Compare as palavras "alma" e "vida", segundo usadas em Livro de Jó, capítulo 10, versículo 1; Livro de Salmos, capítulo 66, versículo 9; Livro dos Provérbios, capítulo 3, versículo 22. Segundo a Bíblia, a vegetação possui vida, operando, nela, o princípio de vida, mas não vida como alma. A vida no mais pleno sentido, conforme aplicada a entes inteligentes, é a existência perfeita com direito a alma. O conceito dentro da fé religiosa transcende, contudo, a ciência e a biologia modernas, não havendo suporte de cunho científico moderno algum que corrobore a existência de alma. O animismo há muito foi descartado pela ciência no caso.

Origem da vida

A origem da vida levanta questões científicas, religiosas e filosóficas.

Não existe, ainda, nenhum modelo consensual para a origem da vida, mas a maioria dos modelos atualmente aceitos baseia-se duma forma ou doutra nas seguintes descobertas:

1. Condições pré-bióticas plausíveis resultam na criação das moléculas orgânicas mais simples, como demonstrado pela experiência de Urey- Miller.

2. Fosfolípidos formam espontaneamente duplas camadas, a estrutura básica da membrana celular.

3. Processos para a produção aleatória de moléculas de RNA podem produzir ribozimas capazes de se replicarem sob determinadas condições.

4. A árvore da vida converge todos os seres vivos conhecidos a um único ponto de ancestralidade comum.

Existem muitas hipóteses diferentes no que diz respeito ao caminho

percorrido das moléculas orgânicas simples às protocélulas e ao

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metabolismo. A maioria das possibilidades tendem quer para a primazia dos genes quer para a primazia do metabolismo; uma tendência recente sendo a de buscar modelos híbridos que combinem aspectos de ambas as abordagens.

De acordo com o astrônomo e astrofísico Thomas Gold, a Teoria da Biosfera Profunda e Quente indica que há fortes indícios de que a vida microbiana é extremamente difundida na profundidade da crosta da Terra.

Condizente com tal teoria, a vida tem sido identificada em vários locais no oceano profundo, ligada a emanações de gases primordiais. Essa vida não é dependente da energia solar e da fotossíntese como sua principal fonte de fornecimento de energia, e é essencialmente independente das circunstâncias da superfície terrestre. Seu suprimento de energia vem de fontes químicas, devido aos fluidos que ascendem, oriundos de níveis mais profundos na Terra. Os seres unicelulares vivendo em tais ambientes são hoje classificados em um super-reino próprio, o Archaea, e podem, muito bem, guardar, em si, os mecanismos que deram origem aos primeiros seres vivos.

Segundo a teoria, em massa e volume essa biosfera profunda pode ser comparável com toda a vida de superfície. Tal vida microbiana poderia, em princípio, explicar a presença de moléculas biológicas em todos os materiais carbonosos na crosta, e considerar que estes materiais são em totalidade oriundos de depósitos biológicos acumulados na superfície não seria, portanto, necessariamente válido.

A vida como conhecida poderia encontrar-se em hipótese generalizada

também no interior de corpos planetários do nosso Sistema Solar ou mesmo

em objetos isolados vagando no espaço interestelar; uma vez que muitos

deles têm condições tão adequadas para que isso ocorra como as

encontradas em certas situações aqui na terra, embora constituindo ainda

ambientes totalmente inóspitos em suas superfícies para quase a totalidade

dos seres vivos. Pode-se, mesmo, especular que a única alternativa é a vida

ser amplamente distribuída no universo, habitando desde corpos planetários

no nosso sistema solar até outros sistemas estelares. Sabe-se, hoje, que a

nossa tabela periódica é responsável pela descrição de toda a química do

universo.

Referências

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