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Superior Tribunal de Justiça

RECURSO ESPECIAL Nº 436.625 - RS (2002/0065717-5) RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA

RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : ARTUR ALVES DA MOTTA E OUTROS

RECORRIDO : BY MARKET IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA

ADVOGADO : OLIVO SANTIN E OUTROS

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. PIS E COFINS. MATÉRIAS-PRIMAS, PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS E MATERIAL DE EMBALAGEM. PRODUTOS NACIONAIS DESTINADOS À EXPORTAÇÃO. IPI. CRÉDITO PRESUMIDO.

1. A controvérsia não concerne à suspensão ou exclusão do crédito tributário, mas a crédito presumido do IPI. Inaplicabilidade do art. 111, I, do CTN.

2. De acordo com a exposição de motivos da Medida Provisória nº 674/1994, (reeditada diversas vezes até que a Medida Provisória nº 1.484-27, de 22.11.1996 foi convertida na Lei nº 9.363/1996), o legislador, ao editar tal norma, pretendeu fomentar a exportação de produtos nacionais. Assim, o estabelecimento comercial que adquire matéria-prima, repassa a terceiro para industrializar e, posteriormente, recebe o produto já industrializado e o exporta, também faz jus ao crédito presumido do IPI, previsto no art. 1º da Lei nº 9.363/96.

3. O RIPI equiparou os "estabelecimentos comerciais de produtos cuja industrialização haja sido realizada por outro estabelecimento da mesma firma ou de terceiros, mediante a remessa, por eles efetuadas, de matérias-primas, produtos intermediários, embalagens, recipientes, moldes, matrizes ou modelos" a estabelecimento industrial (art. 8º, III, do Decreto nº 87.981/82).

4. Recurso especial improvido.

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça "A Turma, por unanimidade, negou provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro-Relator." Os Srs. Ministros Humberto Martins, Eliana Calmon e João Otávio de Noronha votaram com o Sr. Ministro Relator.

Brasília (DF), 15 de agosto de 2006 (Data do Julgamento).

Ministro Castro Meira Relator

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Superior Tribunal de Justiça

RECURSO ESPECIAL Nº 436.625 - RS (2002/0065717-5) RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA

RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : ARTUR ALVES DA MOTTA E OUTROS

RECORRIDO : BY MARKET IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA

ADVOGADO : OLIVO SANTIN E OUTROS

RELATÓRIO

O EXMO. SR. MINISTRO CASTRO MEIRA (Relator): Trata-se de recurso especial fundado no art. 105, inciso III, alínea "a", da Constituição Federal e interposto contra o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, assim ementado:

"TRIBUTÁRIO. PIS. COFINS. ART. 1º DA LEI 9.363/96.

COMPENSAÇÃO COM O IPI. ÍNDICE DE CORREÇÃO. SELIC.

1. A Lei 9.363/96 veio como um incentivo às exportações de modo a equilibrar a balança comercial, que é um dos principais objetivos da política externa e comercial de qualquer país, criando um benefício constituído em direito a ressarcimento de valores pagos a título de PIS e COFINS incidentes sobre a aquisição de insumos utilizados na industrialização de produtos exportados, pagos por empresa exportadora e produtora de mercadorias nacionais.

2. Assiste, portanto, ao apelante direito à compensação com o IPI, aplicando-se como índice de correção e juros, a SELIC, a teor da Lei 9.250/96.

3. Apelação provida" (fl. 73).

Os embargos de declaração opostos pela Fazenda Nacional foram rejeitados por inexistência dos requisitos previstos no art. 535 do Código de Processo Civil (fls. 81-84).

A recorrente sustenta que o benefício concedido ao produtor exportador pelo art. 1º da Lei nº 9.363/96 "deve ser entendido de forma restritiva, não podendo ser ampliado para abranger empresa que não fabricou os produtos que exportou" (fl. 88). Desse modo, entende contrariado o dispositivo em destaque e também o art. 111, I, do Código Tributário Nacional.

Nas contra-razões, a recorrida aponta ausência de prequestionamento explícito acerca do preceito legal constante do CTN, tido por violado. Argumenta, ainda, que a questão tratada no apelo raro requer o reexame de matéria fática, o que é vedado pela Súmula 07/STJ. Se ultrapassados tais óbices, pugna pela manutenção do acórdão recorrido por seus próprios fundamentos (fls. 96-101).

Admitido o recurso especial (fls. 103/104), subiram os autos a esta Corte.

É o relatório.

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Superior Tribunal de Justiça

RECURSO ESPECIAL Nº 436.625 - RS (2002/0065717-5) EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. PIS E COFINS. MATÉRIAS-PRIMAS, PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS E MATERIAL DE EMBALAGEM. PRODUTOS NACIONAIS DESTINADOS À EXPORTAÇÃO. IPI. CRÉDITO PRESUMIDO.

1. A controvérsia não concerne à suspensão ou exclusão do crédito tributário, mas a crédito presumido do IPI. Inaplicabilidade do art. 111, I, do CTN.

2. De acordo com a exposição de motivos da Medida Provisória nº 674/1994, (reeditada diversas vezes até que a Medida Provisória nº 1.484-27, de 22.11.1996 foi convertida na Lei nº 9.363/1996), o legislador, ao editar tal norma, pretendeu fomentar a exportação de produtos nacionais. Assim, o estabelecimento comercial que adquire matéria-prima, repassa a terceiro para industrializar e, posteriormente, recebe o produto já industrializado e o exporta, também faz jus ao crédito presumido do IPI, previsto no art. 1º da Lei nº 9.363/96.

3. O RIPI equiparou os "estabelecimentos comerciais de produtos cuja industrialização haja sido realizada por outro estabelecimento da mesma firma ou de terceiros, mediante a remessa, por eles efetuadas, de matérias-primas, produtos intermediários, embalagens, recipientes, moldes, matrizes ou modelos" a estabelecimento industrial (art. 8º, III, do Decreto nº 87.981/82).

4. Recurso especial improvido.

VOTO

O EXMO. SR. MINISTRO CASTRO MEIRA (Relator): Presentes os requisitos de admissibilidade, conheço do recurso e passo a sua análise.

O art. 111, I, do Código Tributário Nacional, tido por violado, não se aplica à hipótese dos autos, porquanto aqui não se cuida de suspensão ou exclusão do crédito tributário, mas sim de crédito-presumido de IPI. Portanto, não logra êxito a pretensão recursal no particular.

Quanto à possibilidade de se equiparar o estabelecimento comercial que adquire matéria-prima, repassa a terceiro para industrializar e, posteriormente, recebe o produto já industrializado e o exporta, a estabelecimento industrial para fins de obtenção do benefício previsto no art. 1º da Lei nº 9.363/96, não merece reparos o acórdão impugnado.

O preceito legal em referência dispõe:

"Art. 1º A empresa produtora e exportadora de mercadorias nacionais fará jus a crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados, como ressarcimento das contribuições de que tratam as Leis Complementares nºs 7, de 7 de setembro de 1970, 8, de 3 de dezembro de 1970, e 70, de 30 de dezembro de 1991, incidentes sobre as respectivas aquisições, no mercado interno, de matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem, para utilização no processo produtivo.

Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se, inclusive, nos casos de venda a empresa comercial exportadora com o fim específico de exportação para o exterior".

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Em realidade, a controvérsia reside em examinar se o legislador, ao editar a Lei nº 9.363/96, pretendeu fomentar a indústria nacional ou a exportação de produtos nacionais. Segundo a recorrente, a "finalidade da norma é desonerar o fabricante de produtos destinados ao mercado externo, incentivando a ampliação do parque fabril nacional. Portanto, adstrito ao texto legal, intui-se que o crédito presumido é da empresa produtora-exportadora . O parágrafo único do dispositivo citado acima permite que a empresa produtora venda esses produtos para outra pessoa jurídica exportá-los mas sempre mantendo o crédito junto ao fabricante" (fl. 89). Assim, a seu ver, no caso em tela o crédito deve ser concedido ao produtor e não ao exportador.

De acordo com a exposição de motivos da Medida Provisória nº 674/1994, (reeditada diversas vezes até que a Medida Provisória nº 1.484-27, de 22.11.1996 foi convertida na Lei nº 9.363/1996), dirigida ao Exmo. Presidente da República, percebe-se que a intenção do legislador foi incentivar as exportações.

Cumpre transcrever o excerto da narrativa de motivos que corrobora tal assertiva:

"Conforme é do conhecimento de Vossa Excelência, a desoneração dos tributos indiretos incidentes sobre as exportações é uma das práticas permitidas pelo GATT e, por isso, o instrumento mais amplamente empregado por todos os países que buscam ampliar os mercados de suas produções nacionais.

No sistema tributário brasileiro coexistem basicamente dois tipos de tributos indiretos que incidem sobre tais operações: a) aqueles que incidem sobre o valor adicionado, como o Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI e b) aqueles que incidem 'em cascata', como as contribuições sociais em tela.

A desoneração do IPI sobre as exportações, assegurada por determinação constitucional, tem sido viabilizada pela própria técnica do imposto, que permite assegurar a manutenção do crédito incidente sobre as matérias-primas empregadas na fabricação do produto exportado, sem a qual o benefício da isenção na etapa final de exportação seria efetivamente menor.

Por outro lado, o Governo de Vossa Excelência vem, diante da importância vital das exportações para o crescimento do emprego, da renda e da manutenção da capacidade de importar do País, criando condições e estímulos para a expansão das vendas externas, cabendo mencionar a isenção da COFINS e PIS na etapa final da exportação. Porém, tal benefício, ainda que importante para as exportações, perde muito de sua força em decorrência da própria mecânica de incidência dessas contribuições, que, ao contrário dos tributos sobre o valor adicionado, não permite que o montante despendido sobre as matérias-primas e produtos intermediários empregados na fabricação de um produto possa ser creditado contra os débitos registrados pelo faturamento desse bem. Desse modo, a contribuição vai se acumulando 'em cascata' em todas as fases do processo produtivo.

Por essas razões, estou propondo o presente projeto de Medida Provisória, com o objetivo de desonerar também a etapa produtiva imediatamente anterior à exportação, da incidência daquelas contribuições, o que permitirá, no âmbito dos tributos indiretos federais, a eliminação quase total dessas incidências sobre as operações comerciais de vendas de mercadorias ao exterior.

Finalmente, destaco o caráter urgente e relevante da medida, devido à necessidade de indicar aos exportadores ações objetivas que estimulem a continuidade

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Superior Tribunal de Justiça

No anexo à exposição de motivos, tem-se a síntese da situação que reclama providências, nos seguintes termos:

"As exportações de produtos manufaturados e semi-manufaturados estão sendo oneradas com as contribuições sociais do PIS/PASEP e da COFINS, que incidem sobre os insumos utilizados na fabricação para a exportação, contrariando a prática internacional que recomenda a não-exportação de tributos".

Mais adiante, verifica-se a apresentação de soluções e providências contidas na medida proposta, cujo teor segue transcrito:

"A Medida Provisória institui o crédito fiscal ao exportador final, correspondente à carga tributária do PIS/PASEP e da COFINS contida nos insumos adquiridos e utilizados na produção para a exportação"(grifei).

Diante desse panorama, constata-se que o crédito instituído pela norma legal em pauta destina-se ao exportador final, sendo possível reconhecer o direito pleiteado pela recorrida, como fez o Tribunal a quo.

Esta Corte já se manifestou a respeito da questão como se observa a seguir:

"TRIBUTÁRIO. IPI. CRÉDITO PRESUMIDO.

INDUSTRIAL-EXPORTADOR. RESSARCIMENTO DE PIS E COFINS EMBUTIDOS NO PREÇO DOS INSUMOS. INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS. IMPOSSIBILIDADE. LEI Nº 9.363/96.

PRECEDENTES.

1. 'De acordo com o disposto no art. 1º da Lei 9.363/96, o benefício fiscal de ressarcimento de crédito presumido do IPI, como ressarcimento do PIS e da COFINS, é relativo ao crédito decorrente da aquisição de mercadorias que são integradas no processo de produção de produto final destinado à exportação. Portanto, inexiste óbice legal à concessão de tal crédito pelo fato de o produtor/exportador ter encomendado a outra empresa o beneficiamento de insumos, mormente em tal operação ter havido a incidência do PIS/COFINS, o que possibilitará a sua desoneração posterior, independente de essa operação ter sido ou não tributada pelo IPI' (REsp nº 576857/RS, Rel. Min. Francisco Falcão, DJ de 19/12/2005).

2. 'Mesmo quando as matérias-primas ou insumos forem comprados de quem não é obrigado a pagar as contribuições sociais para o PIS/PASEP, as empresas exportadoras devem obter o creditamento do IPI' (REsp nº 763521/PI, 2ª Turma, Rel.

Min. Castro Meira, DJ de 07/11/2005)

3. O crédito presumido previsto na Lei nº 9.363/96 não representa receita nova. É uma importância para corrigir o custo. O motivo da existência do crédito são os insumos utilizados no processo de produção, em cujo preço foram acrescidos os valores do PIS e COFINS, cumulativamente, os quais devem ser devolvidos ao industrial-exportador.

4. Precedentes das egrégias 1ª e 2ª Turmas desta Corte.

5. Recurso não-provido" (REsp 813.280/SC, Rel. Min. José Delgado, DJU de 02.05.06);

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Superior Tribunal de Justiça

"PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. CRÉDITO PRESUMIDO. IPI.

DIREITO AO RESSARCIMENTO. ART. 1º DA LEI Nº 9.363/96.

BENEFICIAMENTO FEITO POR OUTRA EMPRESA. POSSIBILIDADE.

CORREÇÃO MONETÁRIA. CRÉDITOS ESCRITURAIS. ÓBICE PELO FISCO.

INCIDÊNCIA. ART. 111, INCISO I, DO CTN. FALTA DE

PREQUESTIONAMENTO. SÚMULAS Nºs 282 E 356/STF.

I - De acordo com o disposto no art. 1º da Lei 9.363/96, o benefício fiscal de ressarcimento de crédito presumido do IPI, como ressarcimento do PIS e da COFINS, é relativo ao crédito decorrente da aquisição de mercadorias que são integradas no processo de produção de produto final destinado à exportação.

II - Portanto, inexiste óbice legal à concessão de tal crédito pelo fato de o produtor/exportador ter encomendado a outra empresa o beneficiamento de insumos, mormente em tal operação ter havido a incidência do PIS/COFINS, o que possibilitará a sua desoneração posterior, independente de essa operação ter sido ou não tributada pelo IPI.

III - A jurisprudência desta Corte tem autorizado a correção monetária dos créditos escriturais do IPI quando o aproveitamento é impossibilitado por óbice imposto pelo Fisco. Precedentes: AgRg nos EREsp nº 396.330/SC, Rel. Min. JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, DJ de 01/07/05 e AgRg no AgRg no Ag nº 570.583/SC, Rel. Min.

DENISE ARRUDA, DJ de 06/06/05.

IV - A Corte de origem não se debruçou sobre o tema acerca da interpretação literal da legislação tributária, prevista no art. 111, inciso I, do CTN, faltando-lhe o necessário prequestionamento. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356/STF.

V - Recurso especial conhecido em parte e, neste ponto, improvido" (REsp 576.857/RS, Rel. Min. Francisco Falcão, DJU de 19.12.05).

É de bom alvitre destacar o trecho do voto condutor deste último precedente que demonstra a similitude da matéria:

"Destarte, na presente hipótese, interpretando-se o disposto no aludido art. 1º da Lei 9.363/96, o benefício fiscal de ressarcimento de crédito presumido do IPI é relativo ao crédito decorrente da aquisição de mercadorias que são integradas no processo de produção de produto final destinado à exportação.

Nessa esteira, verifica-se que não há qualquer restrição legal à concessão de tal crédito pelo fato de o beneficiamento de insumos ter sido efetuado por terceira empresa, por meio de encomenda, mormente em tal operação ter incidido o PIS/COFINS, o que possibilitará a sua desoneração em momento posterior, independente de ter ou não incidido o IPI".

Ademais, como bem observou a Corte de origem, o art. 8º, III, do Regulamento do IPI (Decreto nº 87.981/82), equiparou os "estabelecimentos comerciais de produtos cuja industrialização haja sido realizada por outro estabelecimento da mesma firma ou de terceiros, mediante a remessa, por eles efetuadas, de matérias-primas, produtos intermediários, embalagens, recipientes, moldes, matrizes ou modelos" a estabelecimento industrial.

Ante o exposto, nego provimento ao recurso especial.

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Superior Tribunal de Justiça

CERTIDÃO DE JULGAMENTO SEGUNDA TURMA

Número Registro: 2002/0065717-5 REsp 436625 / RS

Número Origem: 9904011045688

PAUTA: 15/08/2006 JULGADO: 15/08/2006

Relator

Exmo. Sr. Ministro CASTRO MEIRA Presidente da Sessão

Exmo. Sr. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Subprocuradora-Geral da República

Exma. Sra. Dra. DULCINÉA MOREIRA DE BARROS Secretária

Bela. VALÉRIA ALVIM DUSI

AUTUAÇÃO RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : ARTUR ALVES DA MOTTA E OUTROS

RECORRIDO : BY MARKET IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA ADVOGADO : OLIVO SANTIN E OUTROS

ASSUNTO: Tributário - Contribuição - Social

CERTIDÃO

Certifico que a egrégia SEGUNDA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:

"A Turma, por unanimidade, negou provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr.

Ministro-Relator."

Os Srs. Ministros Humberto Martins, Eliana Calmon e João Otávio de Noronha votaram com o Sr. Ministro Relator.

Brasília, 15 de agosto de 2006

VALÉRIA ALVIM DUSI Secretária

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