• Nenhum resultado encontrado

Conversor Buck

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Conversor Buck"

Copied!
53
0
0

Texto

(1)

1/51

Conversor Redutor

“Buck”

Reinaldo Tonkoski Junior Fernando Soares dos Reis

(2)

2/51

Tipos de Conversores CC-CC

Redutor (Buck) Elevador (Boost) Redutor-Elevador (Buck-Boost) Cuk® Sepic

Meia Ponte (Half Bridge)

Ponte Completa (Full Bridge)

Zeta

(3)

3/51

Estudo do

Conversor

Buck

(4)

4/51

(5)

5/51

Conversor Redutor - PSIM

VT = 10 kHz e d = 0,5 Ve = 100 V 1 - L = 500 μH C = 100 μF 2 - L = 125 μH R = 5 Ω 3 - L = 50 μH http://www.ee.pucrs.br/~fdosreis/ftp/PSIM50/ iL

(6)

6/51

iL

Conversor Redutor - PSIM

MCCrit Vs = 50 2 - L = 125 μH MCD Vs = 66, 5 3 - L = 50 μH MCC 50 s V = 1 - L = 500 μH

(7)

7/51

Modo de Condução dos Conversores

Se a corrente que circula pelo indutor

não se anula durante o intervalo de

condução do diodo (t

on d

), diz-se que o

circuito opera no

modo de condução

contínuo

. Caso contrário tem-se a operação

no

modo de condução descontínuo

.

Via de regra prefere-se operar no modo

contínuo devido a haver, neste caso, uma

relação bem determinada entre a largura de

pulso e a tensão média de saída.

(8)

8/51

Conversor Redutor no MCC

1 2

1 2

Sinal de comando do transistor S

ton T toff 1 on off on t d T t T t d T T = − = = −

(9)

9/51

Conversor Redutor no MCC

1

S está conduzindo. A corrente

circula pelo indutor L e pela saída.

Nesta etapa, a fonte de tensão v

e

fornece energia para a saída e para o

indutor L.

(10)

10/51

Conversor Redutor no MCC

S está bloqueado. No instante de

abertura de S o diodo D entra em

condução. A energia armazenada no

indutor L é transferida para a carga,

isto é, o indutor é desmagnetizado.

(11)

11/51

Formas de Onda do

Conversor Redutor

(12)

12/51 ton toff Ve-Vs - Vs vcomando IL Máx iL iL id it Vt VL iL id it Vt VL VLiL IL Min ton d

(13)

13/51 ton toff IL Máx it iL id it Vt VL iL id it Vt VL IL Máx id vcomando IL Min IL Min ton d

(14)

14/51 ton toff vt iL id it Vt VL iL id it Vt VL vd Ve Ve vcomando ton d

(15)

15/51

Obtenção da Função

de Transferência do

Conversor Buck no

MCC

(16)

16/51

(

)

(

)

(

)

(

)

1

1

on e s s off e s s e s s

t

V

V

V t

dT V

V

V

d T

V

V

d

d

V

=

=

=

1

1

1

1

e s e s

V

d

d

V

V

d

d

d

V

d

+ =

− +

=

=

Obtenção da Função de Transferência do

Conversor Buck no MCC

1 0 on off on LMED t d T t T t d T T V = − = = − = ton toff Ve-Vs - Vs Lembrando: vL s e

V

d

V

=

T

(17)

17/51

Conversor Redutor no MCD

ton d T

t

on

t

off

I

L

(18)

18/51

Conversor Redutor no MCD

1

S está conduzindo. A corrente

circula por L e pela saída. Nesta etapa

Ve fornece energia para a saída e para

a magnetização do indutor L.

(19)

19/51

Conversor Redutor no MCD

S está bloqueado. No instante de

abertura de S o diodo D entra em condução. A energia do indutor é transferida para a carga, isto é, o indutor é desmagnetizado.

(20)

20/51

Conversor Redutor no MCD

A corrente que passa pelo indutor L se extingue, isto é, o indutor é desmagnetizado e o diodo D sai de condução. Até o início do próximo ciclo, não há circulação de corrente em nenhum ponto do conversor.

(21)

21/51

Formas de Onda do

Conversor Buck

(22)

22/51 ton toff Ve-Vs - Vs vcomando IL Máx iL VL iL id it Vt VL iL id it Vt VL ton d

(23)

23/51 IL Máx it IL Máx id ton toff vcomando iL id it Vt VL iL id it Vt VL ton d

(24)

24/51 vt vd Ve Ve ton toff iL id it Vt VL iL id it Vt VL Vs Ve-Vs ton d

(25)

25/51

Obtenção da Função

de Transferência do

Conversor Buck no

MCD

(26)

26/51

(

)

(

)

(

)

on e s s on diodo e s s diodo e s diodo s

t

V

V

V t

d V

V

V d

V

V d

d

V

=

=

=

Obtenção da Função de Transferência do

Conversor Buck no MCD

ton toff Ve-Vs

Vs VL

Balanço de fluxo no Indutor

ton d

(27)

27/51

Obtenção da Função de Transferência do

Conversor Buck no MCD

ton toff IL

Corrente Máxima no Indutor

e s Lmáx on

V

I

t

L

V

V

I

t

L

∆ = ∆

= 

ILmáx ton d t on t off V e - V s V s t on d

(28)

28/51

Obtenção da Função de Transferência do

Conversor Buck no MCD

Corrente Média na Carga

e s Lmáx on V V I t L −   = 

(

)

(

)

(

)

2

2

2

Lmáx e s

Lmed diodo diodo on

e s Lmed diodo

I

V

V

I

d

d

d

d

t

L

V

V

I

d

d

dT

L

=

+

=

+

=

+

(

)

2

S Lmed S e s S diodo

V

I

I

R

V

V

V

d

d

dT

L

R

=

=

+

=

t on t off I L I Lmáx ton d

(29)

29/51

Obtenção da Função de Transferência do

Conversor Buck no MCD

(

)

2

e s s diodo

V

V

V

d

d

dT

L

R

+

=

(

e s

)

diodo s

V

V d

d

V

=

(

)

(

)

2 2 2 e s e s s s e e s s s V V d V V V d dT L V R V T R V V d d V V L L K R T  −  −   + =         − =   =

(

)

2 2 2 2

0

0

e s e s s e e s s

V

V

V

d

V

K

V

V

d V

d

V

KV

K

=

=

2 2 L K T R T

τ

= =

(30)

30/51

Obtenção da Função de Transferência do

Conversor Buck no MCD

( ) ( )

2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 0 1 0 0 1 1 4 1 2 4 1 1 2 e e s s e e s s e e s s e s e s V d V d V KV K V d V d KV KV V V K V V d K d V V K V d V − − = − − = − − =   − − ± − − ⋅ ⋅ −   = ± + = 2

2

4

1

1

s e

V

V

K

d

=

+ +

2 2 L K T R T

τ

= =

(31)

31/51

Índice K do Conversor

MCC MCCrit MCD Fs = 10 kHz d = 0,5 R = 5 Ω 1 - L = 500 μH 2 - L = 125 μH 3 - L = 50 μH 1

2

2 500

10

2

5

L

k

K

RT

µ

=

=

=

2

2

2 125

10

0, 5

5

L

k

K

RT

µ

=

=

=

3

2

2 50

10

0, 2

5

L

k

K

RT

µ

=

=

=

2

2

L

K

T R

T

τ

=

=

(32)

32/51

Como determinar o K

crit

do Conversor?

2

2

4

1

1

s

e

V

V

K

d

=

+

+

s

e

V

d

V

=

Na região crítica são válidas as duas expressões.

Então, 2

2

4

1

1

crit

d

K

d

=

+

+

K

crit

= −

1

d

(33)

33/51

Relação de K e o K

crit

do Conversor

Se K = Kcr

MCCcrit

Se K > Kcr

MCC

(34)

34/51

d

s e

V

V

2

2

L

K

T R

T

τ

=

=

(35)

35/51

Projeto do Conversor Redutor no MCC

Dimensionamento do Indutor

Para garantir a operação no MCC K > Kcrit:

(

1

)

2

e MCC cri s s

V

d d

L

L

F I

>

=

2

1

crit

L

K

d

RT

= − <

s e s s

V

V d

R

I

I

=

=

Tendo em vista, que o simples atendimento desta inequação não proporciona informação sobre o

(36)

36/51 ton toff iL IL Máx IL Min iL

Projeto do Indutor no MCC

No MCC é interessante que o dimensionamento do indutor seja realizado em função do máximo

ripple da corrente aceitável, logo:

( ) e s L L Min V V i t t I L − = + L( on) L Máx e s on L Min V V i t I t I L − = = + e s L L Máx L Min on V V i I I t L − ∆ = − = e s on e s e e L L L V V V V V V d L t dT dT i i i − − − = = = ∆ ∆ ∆

(

1

)

e MCC L s

V

d d

L

i F

=

(37)

37/51

Características do Conversor Buck

As principais características do conversor Buck são:

Pode apenas diminuir a tensão na saída;

O conversor pode ser projetado de forma a apresentar característica de fonte de corrente ideal na saída;

A corrente na entrada é descontínua. Questão:

(38)

38/51

Projeto do Conversor Buck em MCC

Especificação:

Ve = ? Tensão de entrada Vs = ? Tensão de Saída P = ? Potência na Carga

ΔVs = ? Ripple Admitido na Tensão de Saída Fs = ? Freqüência de Comutação

(39)

39/51

Projeto do Conversor Buck no MCC

1 - Definir Razão Cíclica de Trabalho

s e

V

d

V

=

2 - Definir Corrente na Carga

s s

P

I

V

=

(40)

40/51

Projeto do Conversor Buck no MCCrit

3 - Definir Resistência da Carga equivalente; s s

V

R

I

=

4 – Corrente no Interruptor (it);

I

t

=

I d

s 5 - Corrente no Diodo (id);

I

d

= −

(

1

d I

)

s ID iL id it

(41)

41/51

Projeto do Conversor Buck no MCCrit

- Dimensionamento do Indutor

Para tanto, é necessário determinar o valor eficaz da corrente que circula pelo componente:

( )

2 0

1

T L eficaz L

I

i

t

dt

T

=

ILmed ΔiL ton toff iL ILmáx ton d

(42)

42/51

Projeto do Conversor Buck no MCCrit

– Dimensionamento do Indutor

(

)

2 2 max max max 0

1

on on t T L L L eficaz L on t on onff

I

I

I

t

dt

I

t

t

dt

T

t

t

=

+

ILmed ΔiL ton toff iL ILmáx ton d

(43)

43/51

Projeto do Conversor Buck no MCCrit

(

) (

)

2 2 max max max 0

1

1

dT T L L L eficaz L dT

I

I

I

t

dt

I

t

dT

dt

T

dT

d T

=

+

max max

3

3

3

L L eficaz L

I

I

=

I

=

ILmed ΔiL ton toff iL ILmáx ton d

(44)

44/51

A tensão no capacitor pode ser determinada a partir de:

Projeto do Conversor Buck no MCC

– Dimensionamento do Capacitor

ton toff

ΔiL

Assim, a variação da tensão no capacitor pode ser obtida conforme segue:

(

)

1

1

( )

( )

( )

C C L L med

v t

i t dt

i t

I

dt

C

C

=

=

2 1 2 1

1

hachurada

( )

( )

t

( )

C C C t C

Área

v

v t

v t

i t dt

C

C

∆ =

=

=

t2 t1 ic

(45)

45/51

O capacitor de saída pode ser dimensionado em função da variação da tensão admitida neste componente (∆vC). Se sabe que:

enquanto a corrente que circula pelo indutor for maior que corrente de saída (Is), a qual se supõe constante, o capacitor se carrega e quando for menor o capacitor se descarrega.

Projeto do Conversor Buck no MCC

– Dimensionamento do Capacitor ton toff ΔiL ton d T ic

(46)

46/51

Projeto do Conversor Buck no MCC

(47)

47/51

Associando os parâmetros geométricos com o significado dos elementos do gráfico, obtemos:

Projeto do Conversor Buck no MCC

– Dimensionamento do Capacitor

1

1 1

2

2 2 2

8

L L C s

i

i

b h

T

v

C

C

C F

∆ =

=

=

ΔiL T ic T/2 t1 t2

(48)

48/51

Associando os parâmetros geométricos com o significado dos elementos do gráfico, obtemos:

Projeto do Conversor Buck no MCC

8

L C s

i

v

C F

∆ =

(

2

)

1

8

e BUCK MCC s s

V

d d

C

F L V

– Dimensionamento do Capacitor ΔiL T ic T/2 t1 t2

(49)

49/51

Ex.1

Calcule o L

crit

para um conversor

com as seguintes características:

V

e

=

100 V

V

s

= 50 V

F

s

= 10 kHz

P

s

= 100 W

(50)

50/51

Ex.2

Em

um

conversor

redutor,

considerando-se todos os componentes

ideais, calcule a indutância mínima (L

crit

)

para manter sempre o conversor operando

em MCC fornecendo 5 V na saída.

Dados:

10 V

V

e

40 V

50 W

P

s

≥ 5 W

(51)

51/51

Ex.3

Considerando-se todos os componentes ideais, calcule:

O ripple na saída do conversor (∆Vs) assumindo-se este estar operando em MCCrit.

Qual a carga máxima que pode ser conectada ao conversor de forma a garantir a operação em MCC. Dados do Conversor: Ve

=

12,6 V Vs = 5 V Fs = 20 kHz L = 1 mH C = 470 μF

(52)

52/51

Ex.4

Calcule o L

crit

para um conversor

com as seguintes características:

V

e

=

50 V

V

s

= 30 V

F

s

= 20 kHz

(53)

53/51

Ex.5

Considerando componentes ideais, determinar o modo de condução do conversor:

Ve = 20 V Vs = 15 V Fs = 30 kHz Ps = 50 W L = 1 mH C = 470 µF

Referências

Documentos relacionados

Os interessados em adquirir quaisquer dos animais inscritos nos páreos de claiming deverão comparecer à sala da Diretoria Geral de Turfe, localizada no 4º andar da Arquibancada

No entanto, maiores lucros com publicidade e um crescimento no uso da plataforma em smartphones e tablets não serão suficientes para o mercado se a maior rede social do mundo

The challenges of aging societies and the need to create strong and effective bonds of solidarity between generations lead us to develop an intergenerational

O relatório encontra-se dividido em 4 secções: a introdução, onde são explicitados os objetivos gerais; o corpo de trabalho, que consiste numa descrição sumária das

Afinal de contas, tanto uma quanto a outra são ferramentas essenciais para a compreensão da realidade, além de ser o principal motivo da re- pulsa pela matemática, uma vez que é

Detectadas as baixas condições socioeconômicas e sanitárias do Município de Cuité, bem como a carência de informação por parte da população de como prevenir

submetidos a procedimentos obstétricos na clínica cirúrgica de cães e gatos do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Viçosa, no período de 11 de maio a 11 de novembro de

Considera-se que a interdisciplinaridade contribui para uma visão mais ampla do fenômeno a ser pesquisado. Esse diálogo entre diferentes áreas do conhecimento sobre